18.ago ruby 14.00_painel sustentabilidade das ações de ee_giz

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  • A nivel mundial, la GIZ ocupa a unos 17.000 colaboradores y colaboradoras. De estas personas, más del 60 por ciento son miembros del personal nacional. A ellos se suman aproximadamente 1.135 cooperantes, 750 expertos y expertas integrados y 324 expertos y expertas que retornan, 700 expertos y expertas nacionales en organizaciones contraparte, así como 850 voluntarios y voluntarias del programa Weltwärts .
  • 1 Berlín, Bonn, Eschborn y otros emplazamientos en Alemania 2 Bruselas/Bélgica 3 México/México 4 Ciudad de Guatemala/Guatemala 5 San Salvador/El Salvador 6 Tegucigalpa/Honduras 7 Managua/Nicaragua 8 San José/Costa Rica 9 Quito/Ecuador 10 Lima/Perú 11 Bogotá/Colombia 12 Pétionville/Haití 13 Santo Domingo/República Dominicana 14 Santiago de Chile/Chile 15 La Paz/Bolivia 16 Asunción/Paraguay 17a Brasilia/Brasil 17b Sao Paolo/Brasil 18 Dakar/Senegal 19 Nuakchott/Mauritania 20 Conakry/Guinea 21 Freetown/Sierra Leona 22 Rabat/Marruecos 23 Bamako/Malí 24 Abidján/Côte d'Ivoire 25 Uagadugú/Burkina Faso 26 Accra/Ghana 27 Argel/Argelia 28 Lomé/Togo 29 Cotonú/Benin 30 Niamey/Níger 31 Abuja/Nigeria 32 Túnez/Túnez 33 Yaundé/Camerún 34 Zagreb/Croacia 35 Luanda/Angola 36 Sarajevo/Bosnia y Herzegovina 37 N’Djamena/Chad 38 Windhoek/Namibia 39 Belgrado/Serbia 40 Podgorica/Montenegro 41 Kinshasa/Rep. Dem. del Congo 42 Pristina/Kosovo 43 Tirana/Albania 44 Skopje/Macedonia 45 Chisinau/República de Moldova 46 Lusaka/Zambia 47 Kigali/Rwanda 48 Bujumbura/Burundi 49 Gaborone/Botswana 50 Pretoria/República de Sudáfrica 51 Juba/Sudán del Sur 52 Maseru/Lesotho 53 El Cairo/Egipto 54 Harare/Zimbabwe 55 Ankara/Turquía 56 Kiev/Ucrania 57 Al-Bireh/Territorios Palestinos 58 Beirut/Líbano 59 Kampala/Uganda 60 Lilongwe/Malawi 61 Maputo/Mozambique 62 Moscú/Federación de Rusia 63 Damasco/Siria 64 Ammán/Jordania 65 Nairobi/Kenya 66 Dar es Salam/Tanzanía 67 Addis-Abeba/Etiopía 68 Tbilisi/Georgia 69 Ereván/Armenia 70 Bakú/Azerbaiyán 71 Sana/Yemen 72 Riyad/Arabia Saudita 73 Antananarivo/Madagascar 74 Abu Dhabi/Emiratos Árabes Unidos 75 Tashkent/Uzbekistán 76 Kabul/Afganistán 77 Dushanbe/Tayikistán 78 Islamabad/Pakistán 79 Astana/Kazajstán 80 Bishkek/Kirguistán 81 Nueva Delhi/India 82 Colombo/Sri Lanka 83 Katmandú/Nepal 84 Dhaka/Bangladesh 85 Ulan Bator/Mongolia 86 Bangkok/Tailandia 87 Vientiane/Laos 88 Phnom Penh/Camboya 89 Hanoi/Viet Nam 90 Yakarta/Indonesia 91 Beijing/Rep. Popular China 92 Manila/Filipinas
  • Justificativa Grande potencial para EE no Brasil Novas metas e políticas públicas (PNMC, PNEf, etc) Programas nacionais de EE já existentes e com potencial de melhoria Motivo : Competência gerencial deficiente e baixo alcance dos programas nacionais existentes Meta: Melhora e implementação de programas de eficiência energética em nível nacional e regional Metodologia : Consultoria técnica e transferência de k now-how , apoio aos processos de desenvolvimento organizacional , gestão orientada para resultados (impactos)
  • SENAI - EE na Indústria Capacitação, certificação e treinamento de auditores de EE Seleção de projetos pilotos de EE através de chamada pública Desenvolvimentos de novos serviços ESCOs e financiamento Qualificação de ESCOs Desenvolvimento de Contrato performance modelo GT financiamento Eletrobras/PROCEL Planejamento estratégico, Cerâmica vermelha (SEBRAE/SP), Capacitação em Gerenciamento de Projetos de Desenvolvimento ANEEL Analise, diagnóstico e recomendações para o aprimoramento do PEE
  • Metas do EnerbgAt the level of the whole economy, primary energy consumption shall be reduced by 20% until 2020 and by 50% until 2050, both compared to 2008. Electricity consumption is planned to be cut by 10 % until 2020 and by 25 % until 2050, again compared with 2008.
  • Tendência de obrigatoriedade e mais rigidez quanto a metas de implementação Primeiras ordenações para isolamento/envoltória, sistemas e preços de aquecimento (77-81) Lei Nacional de conservação em edifícios EnEv (2002) Certificados de Energia em 2008
  • Din_ Norma para indutria alema -
  • 18.ago ruby 14.00_painel sustentabilidade das ações de ee_giz

    1. 1. <ul><li>A eficácia e sustentabilidade de ações de EE - a experiência internacional </li></ul>06.09.11
    2. 2. <ul><li>Desde Janeiro de 2011 a GIZ concentra a competencia e experiencia de </li></ul><ul><ul><li>DED – Serviço Alemão </li></ul></ul><ul><ul><li>GTZ - Cooperação Técnica Alemã </li></ul></ul><ul><ul><li>InWEnt - Capacity Building International </li></ul></ul><ul><li>A GIZ desenvolve projetos em mais de 130 países em todo mundo </li></ul><ul><li>Possui mais de 17.000 colaboradores e colaboradoras </li></ul>A GIZ no mundo
    3. 3. A GIZ no mundo
    4. 4. O programa Energia Brasil -Alemanha 06.09.11
    5. 5. CDM Programa Energia Brasil-Alemanha Energias Renováveis Eficiência Energética Métodos de Plan. Energ. Eletrificação Rural CDM CDM Macro Apoio técnico GT Aquecimento solar Estratégias estaduais Gestão de programas nacionais Mercados ESCO Programas de Capacitação Projetos demonstrativos Introdução de tecnologias inovadores Matchmaking entre industrias brasileiras e alemãs Meso Micro MME/MMA Gov. Est. Eletrobrás / EPE BNDES / CAIXA ANEEL / ONS Sistema “S” Setor Privado
    6. 6. Programa Energia: Componente EE <ul><li>Como? </li></ul><ul><ul><li>Assessoria técnica e transferência de know-how </li></ul></ul><ul><ul><li>Apoio aos processos de gerenciamento e desenvolvimento organizacional (ex. planejamento estratégico) </li></ul></ul><ul><ul><li>Facilitação de oficinas e seminários </li></ul></ul><ul><ul><li>Treinamento/ Capacitação </li></ul></ul>Aumentar o impacto dos programas de eficiência energética em nível nacional e regional Objetivo
    7. 7. 06.09.11
    8. 8. <ul><li>Como obter eficácia e sustentabilidade das ações de eficiência Energética? </li></ul>06.09.11 Metas e objetivos claros Planejamento voltado para impactos Medição e verificação de resultados Avaliação e feed-back projetos Boas práticas de ‘reporting’ Estratégia adaptadas à inovação
    9. 9. <ul><li>Experiência alemã e internacional na implementação de ações de EE </li></ul>06.09.11
    10. 10. Intensidade Energética na Alemanha 06.09.11
    11. 11. Metas e indicadores <ul><li>O indice da eficiência energética da Alemanha - 26 % (1991-2008) </li></ul><ul><ul><li>equivalente de 1,4 % de melhoria EE/ano </li></ul></ul><ul><li>Meta: 9% de redução consumo de energia (2008 – 2016) </li></ul><ul><li>Políticas energética e climática integradas </li></ul><ul><ul><li>Metas de redução de emissões * </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>2020 – 40% </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>2030 – 55% </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>2040 – 80% </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>2050 – 95% </li></ul></ul></ul>* com base nos níveis de emissão de 1990
    12. 12. <ul><li>Prioridades da política de EE: </li></ul><ul><ul><li>Desenvolvimento de mercado para Smart Metering </li></ul></ul><ul><ul><li>Melhoria do padrão de consumo de edifícios em geral </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Prédios públicos – aumento de projetos de EE </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Etiquetagem de edifícios </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Fomento ao mercado de serviços de energia </li></ul></ul>06.09.11 Fonte: Plano de ação EE - Alemanha 2015
    13. 13. Marco regulatório alemão 06.09.11
    14. 14. <ul><ul><li>Duas categorias de edifícios: residências e não-residências </li></ul></ul><ul><ul><li>Define a demanda máxima de energia primária e o valor mínimo de isolamento térmico para cada edifício </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Prédios novos - balanço energético do sistema de aquecimento (base do cálculo: Norma DIN V 4108) </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Dosagem entre o isolamento térmico e o uso de energias renováveis </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Se valor máximo do consumo da energia primária e o valor máximo da perda na transmissão energética, não são ultrapassados. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Códigos e especificações obrigatórios para edificações </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Junto à etiqueta, recomendações para modernização devem ser apresentadas se possível </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Etiqueta – instrumento de mercado </li></ul></ul></ul>EnEV - Ordenação para conservação de energia 06.09.11
    15. 15. <ul><li>O documento representa uma avaliação energética do edifício </li></ul><ul><li>EnEV 2009 define exposição, utilização e as normas da certificação </li></ul><ul><li>Em caso de construção, reforma e ampliação de edifícios com menos de 50m² a emissão de um certificado de desempenho energético é possível </li></ul><ul><li>Em edifícios públicos com mais de 1000m² existe a obrigação de se registrar e apresentar o documento </li></ul><ul><li>Atores que emitem o Certificado de desempenho energético: Graduados na área de arquitetura, engenharia mecânica e elétrica, física e construção. A Agência energética (dena) disponibiliza um banco de dados com provedores. </li></ul>Certificado de energia 06.09.11
    16. 16. <ul><li>DIN 4108 – Norma de isolamento termico de edifícios </li></ul><ul><li>WschVo – Portaria de isolamento térmico </li></ul><ul><li>EnEV 2002- Portaria de conservação de energia </li></ul>Evolução do padrão de isolamento térmico 0 50 100 150 200 250 300 350 400 450 [kWh/(m 2 ·a)] DIN 4108 1970 1980 1990 1995 2000 2009 WschVo EnEV 2002
    17. 17. São Paulo – 22. 07. 2009 Congresso Brasileiro de EE Aquecimento Energia Elétrica Eletricidade p/ equipamentos Eletricidade para ventilação Água quente Aquecimento Média Atual Regulação Aquecimento Alemã Standard Construção Suécia 1994 1995 Passivhaus Institut (http://www.passiv.de/) Comparação de consumo de energia em residências
    18. 18. <ul><li>Estados federativos e governos locais ingressam em alianças e redes pró-clima incrementando comunicação e cooperação entre regiões </li></ul><ul><li>PROST </li></ul><ul><ul><li>Programa para licitação publica de Tecnologias eficientes </li></ul></ul><ul><ul><li>Levantamento de dados de consumo e Elaboração de manuais para compras públicas </li></ul></ul><ul><li>PICO light – </li></ul><ul><ul><li>EE em prédios públicos através do ‘Compromisso público interno de performance energética’ </li></ul></ul><ul><ul><li>Papel da ESCO é desempenhado por unidades dentro da própria administração pública </li></ul></ul>06.09.11 EE e setor Público na UE- Liderança pelo exemplo
    19. 19. Conclusões <ul><li>No caso específico da Alemanha a eficácia e sustentabilidade das ações é garantida principalemnte por uma constante reavaliação de metas e adaptação de políticas públicas para alcança-las </li></ul><ul><li>S (eSpecífico) M (mensuravel) A (ambicioso) R (realistico) T (tempo definido) </li></ul>06.09.11
    20. 20. Como garantir a eficácia e sustentabilidade de ações de EE? 06.09.11 Alcançamos as metas? Os instrumentos precisam ser aprimorados? Como devemos aprimorar estes instrumentos? O que pensam os usuários das nossas diretrizes e instrumentos?
    21. 21. <ul><li>A avaliação de programas e projetos acontece em dois âmbitos: </li></ul><ul><ul><li>Avaliação dos impactos </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Análise da Eficácia e eficiência das ações </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Capacidade de multiplicação e aceitação pública </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Interações de políticas e medidas tomadas </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Avaliação do processo </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Análise do processo de definição de metas, seleção de instrumentos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Análise da capacidade de adaptação à mudanças durante a implementação </li></ul></ul></ul>06.09.11
    22. 22. Muito obrigada! Ludmilla Diniz [email_address] 21. 25145501

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