Cultura convergencia upe antropologia geografia

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Cultura convergencia upe antropologia geografia

  1. 1. Italo Alan: Lic. Geografia; Bel. Comunicação Social; Esp. Comunicação e ensino; Aluno esp.Mestrado em Cirbercultura
  2. 2.  Objeto de estudo em constante reconfiguração A expressão “convergência de mídias” e Henry Jenkins Cibercultura como a nova forma de cultura
  3. 3.  Foco  impacto da convergência na cultura popular. Como a convergência remodela a cultura popular e como impacta a relação entre públicos, produtores e conteúdos da mídia. Jenkins analisa a convergência pelas transformações culturais relacionadas ao consumo da mídia
  4. 4. Cultura da Convergência Aplicada
  5. 5.  Como uma colagem de Photoshop de um aluno secundarista publicada em seu site pessoal na web poderia desencadear uma controvérsia internacional?
  6. 6.  O inocente personagem de Vila Sésamo fosse visto em outras fotos? Por exemplo:  Como membro da Klu Klux Klan  Ao lado de Hitler Transando com a Pamela Anderson  Com O. J. Simpson entre outras...  Tem até abraçado a Michael Jackson quando criança, criança tentando explicar as origens para as acusações de pedofilia sofridas pelo astro pop.
  7. 7.  Após 11 de setembro, um editor de Bangladesh buscasse na rede uma imagem de Bin Laden para imprimir cartazes, pôsteres e camisetas antiamericanas e pegasse uma “inocente” foto para colocar em sua campanha? A foto fosse impressa em milhares de pôsteres e distribuída em todo o Oriente Médio?
  8. 8. http://www.infoguerra.com.br/infonews/talk/1002843293,53397,.shtml
  9. 9.  “(...)Onde as velhas e as novas mídias colidem, onde a mídia corporativa e mídia alternativa se cruzam, onde o poder do produtor de mídia e o poder do consumidor interagem de maneiras imprevisíveis”. (JENKINS, 2008, p. 27)
  10. 10.  Introdução Convergência. s.f. Palavra que define mudanças tecnológicas, culturais, industriais, culturais e sociais no modo de como as mídias circulam em nossa cultura. Cultura participativa. s. f. Cultura em que fãs e outros consumidores são convidados a participar ativamente da criação e da circulação de novos conteúdos.
  11. 11.  Introdução Onde ocorre a convergência? Não nos aparelhos mais modernos, mas no cérebro de cada consumidor (p. 30) Novo atacando o velho? Não. Mídias novas e velhas se interagirão em formas cada vez mais complexas.
  12. 12.  Falamos portanto de uma nova remediação entre as mídias. Cada uma se apropriando de funções que, anteriormente, não poderiam usufruir.
  13. 13.  O conteúdo de um meio pode mudar, seu público pode mudar e seu status social pode subir ou cair, mas ele segue a funcionar dentro de um sistema maior de opções de comunicação. Os velhos meios de comunicação não estão sendo substituídos, mas suas funções são transformados pelo poder de novas tecnologias. (p.41-2)
  14. 14.  Estamos conectados em todo tempo: novas formas de estar online.- Tecnologia 3G- Smartphones- Wi-Fi Zone
  15. 15.  A nova geração da Web elabora hibridizações de mídias em seus veículos de informação. A internet deixa de ser apenas texto e imagem estática, e agora ganha som e vídeo.
  16. 16. • MTV premia o “webhit” do ano no seu prêmio VMB• O Fantástico exibe semanalmente o quadro “bola cheia e bola murcha”, com vídeos enviados pelos próprios espectadores.
  17. 17.  Henry Jenkins (2008), propõe um conceito para definir as transformações tecnológicas, mercadológicas, culturais e sociais percebidas no cenário contemporâneo dos meios de comunicação. O autor analisa o fluxo de conteúdo que perpassa múltiplos suportes e mercados midiáticos, considerando o comportamento migratório percebido no público, que oscila entre diversos canais em busca de novas experiências de entretenimento.
  18. 18.  Uma palavra que consegue descrever transformações tecnológicas, mercadológicas, culturais e sociais dependendo de quem está falando e do que imaginam estar falando. Com a convergência toda história é contada, toda marca é vendida e todo o consumidor é cortejado por múltiplos suportes midiáticos.
  19. 19.  Devemos procurar as habilidades e as práticas que nos permitirão interagir em larga escala por meios diferentes Mudança da lógica com que os meios operam e inter- operam, operam bem como as práticas dos consumidores de notícias e bens simbólicos  Por isso processo social e cultural.
  20. 20. 1. Convergência dos Meios de Comunicação2. Cultura Participativa3. Inteligência Coletiva
  21. 21.  Cultura participativa = contraria noções antigas da passividade dos receptores dos meios de comunicação. Produtores e consumidores não são mais ocupantes de papeis separados. (Ainda assim, corporações exercem maior poder do que qualquer consumidor individual).
  22. 22.  Pensar na convergência como uma mudança cultural, em que os consumidores migram de um comportamento de espectadores, mais passivos, para uma cultura mais participativa. É transformação cultural porque os consumidores são incentivados a procurar novas informações fazer conexões em meio a conteúdos midiáticos dispersos.
  23. 23.  A convergência tecnológica está relacionada a combinações de funções dentro do mesmo aparelho tecnológico. Essa convergência parte da tendência tecnológica em reunir funções ou serviços de diferentes aparelhos em um único produto.
  24. 24.  A Convergência cultural para Jenkins (2008) é a mudança na lógica pela qual a cultura atua, com ênfase no fluxo de conteúdos pelos canais midiáticos.
  25. 25.  A convergência alternativa contempla a atuação da audiência na produção e na circulação dos conteúdos. Assim Jenkins (2008) afirma que a convergência alternativa se refere ao fluxo informal e às vezes não autorizado de conteúdos midiáticos quando se torna fácil aos consumidores arquivar, comentar os conteúdos, apropriar-se deles e colocá-los de volta em circulação.
  26. 26.  Para Barbosa (2012) se considera a relevância da convergência tecnológica, alternativa e cultural servindo como o tripé para o desenvolvimento da nova cultura baseada na hibridização das culturas, pois se considera a convergência tecnológica onde agrega várias mídias em uma, e a convergência alternativa juntamente da convergência cultural que promovem a participação ativa dos usuários na produção e circulação dos conteúdos no ciberespaço Estes compõem a estrutura: Produzir conteúdo, compartilhar e obter audiência.
  27. 27.  Inteligência coletiva = expressão cunhada por Pierre Lévy. Ideia de que nenhum de nós pode saber tudo, cada um de nós sabe alguma coisa, e podemos juntar as peças se associarmos nossos recursos e unirmos nossas habilidades. O consumo tornou-se um processo coletivo compartilhado.
  28. 28.  O que não podemos saber ou fazer sozinhos, agora podemos fazer coletivamente. Os membros podem mudar de grupo à medida que mudam seus interesses, e podem pertencer a mais de uma comunidade ao mesmo tempo; Tais grupos se tornam acessível ao intelecto coletivo todo o conhecimento pertinente disponível num dado momento
  29. 29.  É uma fonte alternativa de poder midiático, que estamos usando, neste momento, mais para fins recreativos, mas já começamos a aplicar para propósitos mais sérios.
  30. 30.  Introdução Antigos consumidores Novos consumidores Passivos Ativos Previsíveis Migratórios Isolados Conectados Silenciosos Barulhentos
  31. 31.  Desvendando os segredos de Survivor Inteligência coletiva. c. f. Pierre Lévy. Capacidade das comunidades virtuais em alavancar conhecimentos. Spoiler. s. m. ing. Qualquer revelação sobre o conteúdo de uma série de TV.
  32. 32.  “Convergência ocorre dentro das mentes dos consumidores individuais e através de suas interações sociais com os outros” (p. 28) O consumo tornou-se um processo coletivo. Associação de recursos e união de habilidades e conhecimentos forma a inteligência coletiva (nem todos sabemos tudo sozinhos, mas juntos....) A voz coletiva fala mais alto e, com frequência, mais decisivamente do que a voz de membros individuais
  33. 33.  Em busca do unicórnio de origami Narrativa transmídia. s. f. Histórias que se desenrolam em múltiplas plataformas, cada um deles contribuindo de forma distinta para compreensão do universo.
  34. 34.  Guerra nas Estrelas por Quentin Tarantino? Criatividade alternativa. s. f. Versões alternativas de histórias iniciadas pelos meios tradicionais, mas produzida pelos próprios fãs, em circulação na internet. Cultura tradicional / cultura de massa / convergência (p. 194)
  35. 35.  Por que Healter pode escrever Letramento midiático. s. m. Aprendizado na nova cultura, em novas mídias digitais.
  36. 36.  Photoshop pela democracia Política e cultura popular.
  37. 37.  A cultura da convergência é o futuro, mas está sendo moldada no presente”.  Henry Jenkins

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