Preconceito Linguístico - Marta Scherre

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Preconceito Linguístico - Marta Scherre

  1. 1. UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA (UEFS)Feira de Santana - BA22 de maio de 2013 – 14:00-15:30REVISITANDO A POLÊMICA DO LIVRO DIDÁTICO DO MEC:VARIAÇÃO LINGUÍSTICA, MÍDIA E PRECONCEITOMaria Marta Pereira Scherre (UnB/Ufes/CNPq)mscherre@gmail.com ou mscherre@terra.com.br1
  2. 2. OBJETIVO GERALRevisitar reflexões sobre o capítulo 1 “Escrever édiferente de falar” do livro didático do MEC Poruma vida melhor, que se encontram expressasno texto Verdadeiro respeito pela fala do outro:realidade possível?, a ser publicado pela RevistaLETRA – Revista de Língua e Literatura daFaculdade de Letras da UFRJ, volume 01 –Linguagem e Preconceito.2
  3. 3. SOBRE A POLÊMICA DO LIVRO DIDÁTICOO capítulo “Escrever é diferente de falar”, de autoria deHeloísa Ramos, faz parte do livro didático Por uma vidamelhor, da coleção Viver, Aprender (São Paulo: GlobalEditora, 2011), aprovado pelo MEC para ser usado pelosprofessores na Educação de Jovens e Adultos (EJA).De maio a junho de 2011, a comunidade urbana brasileiravivenciou debates acalorados sobre o capítulo 1 “Escreveré diferente de falar”, na mídia televisiva, na mídia escrita,na internet, em conversas acadêmicas e não acadêmicas.A polêmica foi desencadeada pela TV Globo, no JornalNacional, com foco em exemplos de variação daconcordância nominal e verbal apresentados no capítulo“Escrever é diferente de falar”.3
  4. 4. “A concordância entre as palavras” no capítuloEscrever é diferente de falar (Ramos, 2011:14-15)Alguns insetos provocam doenças, às vezes, fatais à populaçãoribeirinha. (norma culta)Os livro ilustrado mais interessante estão emprestado.(norma popular)Os livros ilustrados mais interessantes estão emprestados(norma culta)“Você pode estar se perguntando: “Mas eu posso falar „os livro‟?”.Claro que pode. Mas fique atento porque, dependendo da situação,você corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico. Muitagente diz o que se deve e o que não se deve falar e escrever,tomando as regras estabelecidas para a norma culta como padrão decorreção de todas as formas linguísticas. O falante, portanto, tem deser capaz de usar a variedade adequada para cada ocasião.4
  5. 5. “A concordância entre as palavras” no capítuloEscrever é diferente de falar (Ramos, 2011:14-15)Outro tipo de concordânciaNorma culta:O menino pegou o peixe/Os meninos pegaram o peixeO menino pegou o peixe/Eu peguei o peixe“Na variedade popular, contudo é comum a concordância funcionar deoutra forma. Há ocorrências como”:Nós pega o peixe.Os menino pega o peixe.“Mais uma vez, é importante que o falante de português domine asduas variedades e escolha a que julgar adequada à sua situação defala.”5
  6. 6. SOBRE A POLÊMICA DO LIVRO DIDÁTICO“Cartilha aprovada pelo MEC ensina portuguêserrado pra crianças, para "incluir" os ignorantes.”SAINDO DA MATRIX.http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2011/05/cartilha_do_mec.html. Acesso em 30 de maio de 2012.“Livro usado pelo MEC ensina aluno a falar errado”.TERRA BRASILIS EDUCACIONALhttp://profdiafonsoeducacional.blogspot.com.br/2011/05/livro-usado-pelo-mec-ensina-aluno-falar.html. Acesso em 30 de maiode 2012.6
  7. 7. PRECONCEITO LINGUÍSTICOO preconceito linguístico “é mais precisamente ojulgamento depreciativo, desrespeitoso, jocoso e,consequentemente, humilhante da FALA DO OUTRO(embora preconceito sobre a própria fala tambémexista).” (Scherre, 2008, p.12)7
  8. 8. OBJETIVOS ESPECÍFICOS1) Evidenciar que o preconceito linguístico ocorrepredominantemente em função de diferençaslinguísticas que marcam diferenças de classe social:(Doa-se lindos filhotes de poodle – Variação linguística, mídia epreconceito. Parábola: São Paulo, 2008a.)(Entrevista sobre preconceito linguístico, variação linguística eensino. Cadernos de Letras da UFF, 36, 2008b)8
  9. 9. VARIAÇÃO SEM DIFERENÇA DE CLASSE SOCIAL OUDE ESCOLARIZAÇÃO• São exemplos de variação do imperativo os casosabaixo, extraídos da fala de Brasília, de dadoscoletados por Freitas (1994), no contexto de uso dopronome você, em que a tradição gramatical sóregistra formas como faça/venha.• [1a] “Ah! É? Então faz o que você quiser!”• [1b] “FaçA aquilo que você achar melhor!”•• [2a] “Vem para o seu lugar! Agora, Vitor!”• [bb] “Maurício, VenhA pra dentro!”9
  10. 10. Usos da forma imperativa faz/olha/deixa em diversaslocalidades brasileiras: sínteses de muitas pesquisas.SCHERRE, Maria Marta Pereira. Padrões sociolinguísti-cos do português brasileiro: a importância da pesquisavariacionista. Tabuleiro de Letras. v.04, p.01 - 32, 2012.http://www.revistas.uneb.br/index.php/tabuleirodeletras10
  11. 11. 11
  12. 12. Dados de diálogos daescrita brasileiraMudança linguística emtempo real na variaçãodo imperativode faça/olhepara faz /olhaContexto de uso dopronome você, em quea tradição gramatical sóregistra faça/olheRevistas em quadrinhosA Turma da Mônica120102030405060708090100FAZ/OLHAFAÇA/OLHE
  13. 13. 13EFEITO DAS DÉCADAS/ANOS NO USO DO IMPERATIVO ASSOCIADO ÀFORMA INDICATIVA (FAZ/OLHA) EM DIÁLOGOS DE REVISTAS EMQUADRINHOS A TURMA DA MÔNICA: DE 1970 A 2010Fatores:décadas/anosFrequência do imperativo naforma indicativaPeso relativodos fatores1970/1971 11/153 7% 0,021983 15/ 84 18% 0,061985 145/260 56% 0,401986/1987 135/229 59% 0,381988/1999 361/637 57% 0,442001 360/507 71% 0,622002 579/794 73% 0,612004 333/489 68% 0,522005 365/478 76% 0,692010 119/147 81% 0,76Total 2423/3778 81%Diferenças robustas +74 pontospercentuais74
  14. 14. 14O IMPERATIVO GRAMATICAL EM HISTÓRIAS EMQUADRINHOS BAIANAS(ALVES, 2008, p.141-152)Fala, MeninoSalvador,Área urbana daBahia76% deimperativoassociado aosubjuntivo24% de imperativoassociado aoindicativoTurma do XaxadoJacobina,Área rural daBahia29% deimperativoassociado aosubjuntivo71% de imperativoassociado aoindicativo
  15. 15. Usos dos Pronomes Você e Tu noPortuguês Brasileiro: segunda projeçãoVOCÊ (você/cê/ocê)Mais tu – concordância tu muito baixa (menos de 10%)Mais tu – concordância tu média (de 40% a 60%)tu/VOCÊ – concordância tu muito baixa (menos de 10%)tu/VOCÊ – concordância tu baixa (de 10% a 39%)VOCÊ/tu – tu sem concordância
  16. 16. VARIAÇÃO COM DIFERENÇA DE ESCOLARIZAÇÃOOU DE CLASSE SOCIALConcordância verbal variável• Os meninos pegam o peixe.• Os menino pega o peixe.Concordância nominal variável• Os livros ilustrados mais interessantes estãoemprestados• Os livro ilustrado mais interessante estãoemprestado.16
  17. 17. Efeitos dos anosde escolarizaçãona concordânciaverbal em doismomentos dotempo na fala doRio de Janeiro –PEUL (Naro eScherre, 2013)17
  18. 18. Efeitos dos anosde escolarizaçãona concordâncianominal emdois momentosdo tempo nafala do Rio deJaneiro (Naro eScherre, 2013)18
  19. 19. AMOSTRAS• 64 pessoas gravadas em 1980 no Rio de Janeiro (Oliveira eSilva, 1996:67-81)• 32 pessoas gravadas em 2000 (Paiva & Duarte, 2003:24-25)• Amostra 1980:64 horas / 64 pessoassexo/gênero: masculino e femininoeducação: 1-4, 5-9, 9-11 anos de escolarizaçãoidade: 7-14, 15-25, 26-49, mais de 49 anos• Amostra 2000:32 horas / 32 falantesa mesma comunidade, a mesma estratificação19
  20. 20. AMOSTRA CAPIXABAPORTVIX 2000 – ENTREVISTAS SOCIOLINGUÍSTICAS(Yacovenco et alii, 2012)43 entrevistas com 43 pessoas (entre as 46 realizadas),subdivididas em função do gênero masculino e feminino, dosanos de escolarização (1 a 8; 9-11; e mais de 11 anos) e dafaixa etária (7-14 anos; 15-25; 26-49; e acima de 49).20
  21. 21. O FENÔMENO VARIÁVEL ANALISADO:CONCORDÂNCIA NOMINAL DE NÚMERO... eu aprendi com meu PRimo ... ele toca uns :: uns oitoanos ele já toca bateria tem a banda dele muito legalNOva ele não tá tocando muito aqui em vitÓ... aí euaprendi com e::le me dava alguns toque de tocarbateria::a aí eu pegava uma video-aula Vídeo né que temum professor dando au::la certinho que ensina unsnegócio legal e PRA::tica né qualquer instrumento cêaprende mesmo com PRAtica cê :: não tem outra coisa écom PRÁtica cê você praticar cê não aprende melhor ... aíeu aprendi né tô tocando bem e:: toco de tudo ... tudo que[inint]Falante 35: masculino, universitário, 15-25anos21
  22. 22. EFEITO DA FAIXA ETÁRIA NA CONCORDÂNCIA NOMINAL DAAMOSTRA PORTVIX: MUDANÇA LINGUÍSTICA22Frequência deconcordância pluralPesorelativoFAIXA ETÁRIA7-14 anos 1481/1538=96% 0,8315-25 anos 3406/3632=94% 0,5926-49 anos 2345/2640=89% 0,37Mais de 49 anos 2448/2926=84% 0,32Total 9680/10736=90%
  23. 23. OBJETIVOS ESPECÍFICOS1) Evidenciar que o preconceito linguísticoocorre predominantemente em função dediferenças linguísticas que marcamdiferenças de classe social2) Polemizar a noção de adequação linguísticacomo uma via de mão única, que pode serhumanamente tão perversa como a noção deerro linguístico com base em diferençaslinguísticas sociais – a voz de muitos podeser silenciada nas mais diversas esferas23
  24. 24. OBJETIVOS ESPECÍFICOS3) Explicitar que o preconceito linguísticodeveria ser considerado crime, por sercontra a nossa lei maior, a Constituição de1988, que reza, no inciso III, do artigoquinto, do capítulo 1, que “ninguém serásubmetido a tortura nem a tratamentodesumano ou degradante’’4) Discutir a plausibilidade de desencadear umaluta por lei específica contra o preconceitolinguístico, à luz de outras leis que punem,por exemplo, a discriminação de etnia e deorientação sexual – a possibilidade de defesae de elevação da autoestima.24
  25. 25. As Sankoff (1988: 144) emphasize:“É no engajamento neste conflito deideologias que a linguística pode ter umpapel socialmente emancipatório.”25
  26. 26. E a questão da identidade?• As identidades são múltiplas!!!• No caso da linguagem ou das linguagens ou das variedadeslinguísticas, o respeito à diversidade é uma questão decidadania, que passa pelo diálogo, pelo verdadeiro diálogo,não só pela capacidade de falar, mas também pelacapacidade de ouvir.• Enfim, o diálogo das linguagens! Realidade possível?Certamente, é uma busca possível: no ensino e pesquisa;na pesquisa e ensino.• Temos ainda muita estrada humanística para percorrer.26
  27. 27. mscherre@gmail.com.br27
  28. 28. Referências• ALMEIDA, Virgílio• http://web.me.com/virgiliopalmeida/profvirgilio/NãoBlog/Entries/2011/5/20_o_livro_didático_de_l%C3%ADngua_portuguesa.html. Último acessoem 30 de maio de 2012•• ANDRADE, Carolina Queiroz.; MELO, Fernanda G. de; SCHERRE, MariaMarta Pereira. História e variação lingüística: um estudo em tempo real doimperativo gramatical em revistas em quadrinhos da Turma da Mônica.Finos Leitores. Brasília: Jornal de Letras do UniCEUB. Ano 3, número 1,agosto de 2007. http://www.uniceub.br/periodicos/default.asp•• AZEVEDO, Reinaldo. http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/este-e-o-sacerdote-do-erro-e-ele-o-burgues-do-socialismo-na-lingua-portuguesa-e-ele-quem-faz-de-lula-uma-teoria-de-resistencia-linguistica/, 18 de maiode 2011. Acesso em maio de 2011.28
  29. 29. Referências• BAGNO, Marcos. A língua, a mídia e a ordem do discurso. Texto recebido em 2011.Disponível em http://marcosbagno.com.br/site/. Consulta em 31 de maio de 2012.•• CONSTITUIÇÃO DE 1988.• http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%C3%A7ao.htm.Último acesso em 31 de maio de 2012.•• EVANGELISTA, Elaine Meireles. Fala, Vitória: o imperativo na cidade deVitória/ES e sua posição no cenário nacional. 2010. 172 f. Dissertação (Mestrado emEstudos Linguísticos). Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2010.• FARACO, Carlos Alberto. Parecer técnico obre o livro Por uma vida melhor. 2 dejunho de 2011. Curitiba: Universidade Federal do Paraná. Inédito.•• FREIRE, José Ribamar Bessa. Rio Babel - a história das línguas na Amazônia. Riode Janeiro: Ed UERJ, 2004.29
  30. 30. Referências• LIMA, Damaris Pereira Santana O uso do imperativo na fala de Campo Grande -MS. Dissertação (Mestrado em Lingüística). Universidade de Brasília, Brasília, 2005.•• MATTOS, Shirley Eliany Rocha. A primeira pessoa do plural em Goiás. In:MARÇALO, Maria João; LIMA-HERNANDES, Maria Célia; ESTEVES, Elisa;FONSECA, Maria do Céu; VILELA, Ana Luísa; SILVA, Ana Alexandra (Eds.) Línguaportuguesa: ultrapassar fronteiras, juntar culturas. Évora: Universidade de Évora:p. 31-41.•• NARO, Anthony J.; SCHERRE, Maria Marta Pereira. Origens do portuguêsbrasileiro. São Paulo: Parábola, 2007.•• NARO, Anthony J.; SCHERRE, Maria Marta Pereira. Aquisição de formas deprestígio: o papel do gênero em tempo real. In: MEIRA, Vivian (Org.) Portuguêsbrasileiro: estudos funcionalistas e sociolinguísticos. Salvador: EDUNEB, 2009,p.101-124.•30
  31. 31. Referências• NARO, Anthony J.; SCHERRE, Maria Marta Pereira. Fluxos e contrafluxos –movimentos sociolinguísticos da comunidade de fala brasileira. In: MOLLICA, MariaCecília de Magalhães (Org.). Usos da linguagem e sua relação com a mente humana.Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 2010, p. 71-77.• Naro, Anthony Julius; Scherre, Maria Marta Pereira (2009). Aquisição deformas de prestígio: o papel do gênero em tempo real In Meira, Vivian(Ed.) Português brasileiro: estudos funcionalistas e sociolinguísticos.Salvador: EDUNEB, 69-91.• NARO, Anthony J.; GORSKI, Edair; FERNANDES, Eulália. Change without change.Language Variation and Change. v. 11, n. 2, 1999.• RAMOS, Heloísa C. Escrever é diferente de falar In: Por uma vida melhor [ColeçãoViver e aprender]. São Paulo: Ação Educativa/Global, 2011, p. 11-27.• RODRIGUES, Aryon Dall’Igna. Línguas brasileiras. São Paulo: Loyola, 1986.• RODRIGUES, Aryon Dall’Igna. As Línguas Gerais sul-americanas’ Papia. 1996, 4(2),6-18.31
  32. 32. Referências• RODRIGUES, Aryon Dall’Igna. As outras línguas da colonização do Brasil. In:CARDOSO, Susana A. Marcolino et AL. 500 anos de história linguística do Brasil.Salvador: Fundo de Cultura da Bahia, 2006, p. 143-161.•• RODRIGUES, José Honório. A vitória da língua portuguesa no Brasil colonial.Humanidades. 1983, v. I, n. 4, p.21-41.•• RUBIO, Cássio Florêncio. Padrões de concordância verbal e de alternânciapronominal no português brasileiro e europeu: estudo sociolinguístico comparativo.2012. 393 f. Tese (Doutorado em Estudos Linguísticos). Universidade estadualPaulista “Júlio de Mesquita Filho”, São José do Rio Preto, 2012.• SAINDO DA MATRIX.• http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2011/05/cartilha_do_mec.html,acesso em 30 de maio de 2012.32
  33. 33. Referências• SCHERRE, Maria Marta Pereira. Brazil/Brasilien. In: AMMON, Herausgegeben VonUlrich; DITTMAR, Norbert; MATTHEIR, Klaus J.; TRUDGILL, Peter. (Org.).Sociolinguistics/Soziolinguistik - An international Handbook of the Science ofLanguage and Society. 2. ed. Berlin - New York, 2006a, v. 3, p. 2125-2131.•• SCHERRE, Maria Marta Pereira. Speech Community. In: BROWN, Keith. (Org.).Encyclopedia of Language & Linguistics (ELL2). 2. ed. Oxford, 2006b, v. 11, p. 716-722.•• SCHERRE, Maria Marta Pereira. Doa-se lindos filhotes de poodle: variaçãolingüística, mídia e preconceito. São Paulo: Parábola, 2008a.•• SCHERRE, Maria Marta Pereira. Entrevista sobre Preconceito lingüístico, variação eensino concedida a Jussara Abraçado. Cadernos de Letras da UFF – Dossiê:Preconceito lingüístico e cânone literário, n. 36, p. 11-26, 1. Sem. 2008b.33
  34. 34. Referências• SCHERRE, Maria Marta Pereira. A sair em 2013, na Revista LETRA – Revista deLíngua e Literatura da Faculdade de Letras da UFRJ, volume 01 – Linguagem ePreconceito.•• SCHERRE, Maria Marta Pereira; NARO, Anthony J. A concordância de número noportuguês falado no Brasil: um caso típico de variação inerente. In: HORA. Dermevalda (Org.) Diversidade lingüística no Brasil. João Pessoa: Idéia, 1997, p. 93-114.•• SCHERRE, Maria Marta Pereira; NARO, Anthony J. Mudança sem mudança: aconcordância de número no português brasileiro. Scripta. Belo Horizonte, 2006, v. 9,n. 18, p. 107-129.•34
  35. 35. Referências• TERRA BRASILIS EDUCACIONAL• http://profdiafonsoeducacional.blogspot.com.br/2011/05/livro-usado-pelo-mec-ensina-aluno-falar.html. Acesso em 30 de maio de 2012.•• VEJA – Radar on line http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/judiciario/justica-nega-recolhimento-de-livro-com-portugues-capenga/ ,22 de setembro de 2011.Acesso em 30 de maio de 2012.• Yacovenco, Lilian e Scherre, Maria Marta Pereira. (2012). A Variaçãolinguística, o gênero do falante e o princípio de marcação linguística esocial In: Carmelino, Ana Cristina, Meireles, Alexsando Rodrigues,Yacovenco, Lilian Coutinho. Questões linguísticas: diferentes abordagensteóricas.1a. Vitória : PPGEL/UFES, p. 173-190.•35

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