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Aula 10 - Primeiros Filmes Sonoros
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Aula 10 - Primeiros Filmes Sonoros

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  • 1. Aula 8Cinema sonoro
  • 2. Cinema SonoroOs primeiros filmes sonorosMuitas das grandes inovações no processo demontagem foram relegadas a um segundo planoquando da chegada do som aos filmes.Os primeiros filmes sonoros eram chamados de filmestocados ou rádio ilustrado.Nestes primeiros anos, buscou-se um significadoteórico para o som.
  • 3. Cinema SonoroLimitações tecnológicasDesde o início do cinema várias experiências foramrealizadas para sonorizar os filmes. Mas foi somentequando dos avanços tecnológicos na transmissão derádio e telefone que a sonorização aconteceu.O cantor de jazz, de 1927 é considerado o primeiro filmesonorizado da história do cinema. O sistema usadoneste filme era sound-on-disc, ou seja, o filme eraprojetado enquanto um disco com as músicas e falas dofilme era tocado.Roda O Cantor de Jazz
  • 4. Cinema SonoroLimitações tecnológicasPara o desenvolvimento do processo de sonorização foinecessário superar uma série de restrições na qualidade dosmicrofones, sincronização da câmera e do som, além daamplificação do áudio nas salas de cinema.A gravação de som era uma tarefa tão desafiadora que umaestagnação no desenvolvimento das técnicas de montagem e aperda de muitos ganhos criativos obtidos no período mudo.Os musicais e suas estrelas tornaram-se muito importantes.Muito dos artistas do período anterior, inclusive oscomediantes, viveram um declínio, sendo substituídos poratores e atrizes do teatro.
  • 5. Cinema SonoroLimitações tecnológicasSimultâneo ao sound-on-disc, foi desenvolvido a gravaçãoótica de som, com a criação de uma faixa para gravaçãomagnética junto com o filme, o chamado sound-on-film, oumovietone.Neste método o som é gravado junto com o filme, facilitandoem muito a sincronização do áudio com a imagem.Em 1929, cria-se a câmera blimpada, que não gera ruídosmecânicos, permitindo gravar uma sequencia sonora com acâmera em movimento.Em 1930, cria-se a Moviola. Em 1932, a numeração dasbordas do filme, o que tornou muito mais fácil asincronização de áudio e imagem.
  • 6. Cinema SonoroReflexões teóricas sobre o somO debate teórico sobre o som buscou superar o conceito deque o filme sonoro era apenas uma peça filmada,complementada pelo diálogo e uma tentativa decompreender o áudio como uma evolução do filme comoarte. Entre os teóricos neste debate estavam Eisenstein,Pudovkin e Alexandrov.Eles alertaram para o fato de que a combinação de imageme som desconstruiria o conceito de que a montagem sedava pelo uso do plano como “tijolo”. Estes teóricosdefendiam ainda, o uso do som de forma assíncrona, com osom funcionando como uma espécie de contraponto.
  • 7. Cinema SonoroReflexões teóricas sobre o somEspecialmente Pudovkin, acreditava que o usoassincrônico do som abriria a possibilidade de construirnovos significados, pois via o som como um elementoadicional para enriquecer o sentido.Posteriormente, Basil Wright e Alberto Cavalcanti fizeramexperimentos com o som no cinema. Eles defendiam queo som poderia ser usado não apenas para neutralizar ocaráter realista do diálogo, mas também para osquestraruma ampla variedade de fontes sonoras – efeitos,narrações e músicas afim de criar uma nova realidade.
  • 8. Experimentos sonorosChantagem e Confissão, de 1929, dirigido po AlfredHitchcok, tem muito das características dos primeirosfilmes sonoros. Ele foi rodado parte como filme mudo,parte como sonoro. As seqüência mudas tem música eefeitos sonoros ocasionais.As sequencias sonoras, por sua vez, são dominadas pelodiálogo. A camera está estática, assim como os atores.
  • 9. ExperimentossonorosNeste filme Hithcok utiliza-se doassincronimos proposto porPudovkin para enfatizar contar dasemoções da personagem.Roda o filme Blackmail
  • 10. Experimentos sonorosEm M. o Vampiro de Dusseldorf (1931), Fritz Langmontou o som como se estivesse montando imagens. Apartir desse base sonora as imagens são montadascriando um sincronismo.Algumas das seqüência dependem exclusivamente dosom para a sua continuidade.O diálogo é usado para estabelecer ações paralelas e darao público o sentido de progressão da narrativa. O ritmodo diálogo determina a montagem.
  • 11. ExperimentossonorosLang usou o som comose fosse um outroelemento visual,montando-o livremente.Roda o filme
  • 12. Experimentos sonorosRouben Mamoulian foi o primeiro cineasta a reconheceros significados pelos quais é possível emprestar umaspecto de profundidade.Para fazer Aplauso (1929), Mamoulian criou uma cabine àprova de som, onde instalou a camera. Ele acreditava quea proximidade do microfone com os atores criava osentido de proximidade entre a platéia e os personagens.O silêncio, por sua vez, representava o distanciamentototal, como na cena de Aplauso em uma cena de umsuicídio.
  • 13. ExperimentossonorosUsando o som comocontraponto à imagem,Mamoulian ampliou ascaracterísticas dramáticasdas cenas.Roda o Filme
  • 14. Experimentos sonorosEm o Médico e o Monstro (Dr Jekyll and Mister Hyde, 1931),Mamoulian amplia o conceito de proximidade – distanciamentosonoro. Ele filma os primeiros cinco minutos com a cameratotalmente subjetiva. Vemos o que o personagem vê. O ouvimosmas não o vemos até que ele pare em frente a um espelho.Ouvimos Kekyll como se estivéssemos ao lado dele.Em todo o filme, graças aos planos sonoros, subjetividade,separação, desejo e sonhos são articulados pelo uso da montagemsonora.
  • 15. ExperimentossonorosRoda o filme
  • 16. ConclusãoEm seu trabalho criativo, Mamoulian, Lang e Hitchcoktentaram superar as limitações tecnológicas do som noperíodo inicial. Junto com os trabalhos teóricos deEisenstein, Pudovkin, eles prepararam a indústria para vero som não apenas como um fim em si mesmo, mas comoum outro elemento que junto com a montagem visual,poderia criar uma experiência narrativa única no cinema.
  • 17. FIM

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