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Origem do calor terrestre   Calor primitivo gerado aquando da    formação do planeta Terra por    acreção de corpos mais ...
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Modelos de Convecção Mantélica   Fluxo térmicoO fluxo de energia na Terra, sob a forma decalor (fluxo térmico), pode ocor...
Modelos de Convecção MantélicaFluxo térmico   A radiação apenas ocorre à superfície e    corresponde à perda de energia s...
Modelos de Convecção MantélicaA convecção ocorre em função dediversos factores, nomeadamente: expansão térmica - o aqueci...
Modelos de Convecção MantélicaEm 1928, Arthur Holmes propõe a hipótese de movimentos deconvecção no manto como motor da de...
Modelos de ConvecçãoMantélica   A expansão dos fundos oceânicos é    compensada com a subducção da    placa oceânica nas ...
Modelos de Convecção Mantélica   Os riftes encontram-se acima do ramo ascendente da célula de    convecção, enquanto as f...
Modelos de Convecção Mantélica   Harry Hess, em 1962, elaborou a    hipótese da expansão dos fundos    oceânicos.   Suge...
Modelos de Convecção MantélicaModelo a um nível (Holmes) O modelo de Holmes não consegue  explicar as diferentes composiç...
Modelos de Convecção MantélicaModelo a dois níveis O primeiro nível convectivo ocorre nos riftes onde se  formam os basal...
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Modelos de Convecção MantélicaModelo a dois níveis – Modelo Penetrativo O aperfeiçoamento de  instrumentos  sismográficos...
Modelos de Convecção MantélicaModelo a dois níveis – Modelo Penetrativo   Na base do manto ocorre    a formação de uma   ...
Modelos de Convecção Mantélica Modelo a um nível (Holmes)                                                  Modelo penetrat...
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Movimentos Verticais daLitosfera. Equilíbrio Isostático.   No século XIX, Georges Everest (que    deu o nome ao monte Eve...
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Movimentos Verticais da Litosfera. EquilíbrioIsostático.   No século XIX começou a surgir a ideia de que a crusta menos  ...
Movimentos Verticais da Litosfera. EquilíbrioIsostático.   Numa anomalia isostática positiva, a gravidade é superior    a...
Movimentos Verticais daLitosfera. EquilíbrioIsostático.   Nos materiais com baixa densidade,    diminui a atracção gravít...
Movimentos Verticais daLitosfera. Equilíbrio Isostático.   A isostasia também pode ser comparada    com a flutuação dos i...
Movimentos Verticais daLitosfera.Equilíbrio Isostático.   O ajustamento isostático ocorre    quando se adiciona ou remove...
Movimentos Verticais da Litosfera.Equilíbrio Isostático.      Quando a actividade                                         ...
Movimentos Verticais daLitosfera. EquilíbrioIsostático.   O Princípio da Isostasia é bem    ilustrado pelos efeitos da úl...
Movimentos Verticais daLitosfera. EquilíbrioIsostático.   Com o degelo rápido no final    da glaciação, os blocos    crus...
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Professora Isabel                                  Henriques                            Disciplina de Geologia            ...
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Tema I - Teoria Tectónica de Placas 2ª parte

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Apresentação Geologia 12º Ano.

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  1. 1. Prof(a). Isabel Henriques 1
  2. 2. Prof(a). Isabel Henriques 2
  3. 3. Prof(a). Isabel Henriques 3
  4. 4. Prof(a). Isabel Henriques 4
  5. 5. Origem do calor terrestre Calor primitivo gerado aquando da formação do planeta Terra por acreção de corpos mais pequenos que compunham a nébula primitiva. Contracção gravitacional das camadas internas da Terra. Decaimento radioactivo de isótopos instáveis. Este processo ainda se encontra activo e é, actualmente, a principal fonte de energia. Prof(a). Isabel Henriques 5
  6. 6. Modelos de Convecção Mantélica Prof(a). Isabel Henriques 6
  7. 7. Modelos de Convecção Mantélica Fluxo térmicoO fluxo de energia na Terra, sob a forma decalor (fluxo térmico), pode ocorrer por trêsmecanismos distintos: radiação, convecção econdução. Prof(a). Isabel Henriques 7
  8. 8. Modelos de Convecção MantélicaFluxo térmico A radiação apenas ocorre à superfície e corresponde à perda de energia sob a forma de radiação infravermelha. Nas camadas internas encontram-se activos fenómenos de convecção e condução de energia. A convecção é o principal mecanismo responsável pelo fluxo de energia na Terra e pode ser visualizada experimentalmente. Na convecção, a transferência de calor processa-se pelo movimento de material fundido, ou parcialmente fundido, que pode comportar-se como um fluido. Prof(a). Isabel Henriques 8
  9. 9. Modelos de Convecção MantélicaA convecção ocorre em função dediversos factores, nomeadamente: expansão térmica - o aquecimento de um fluido provoca o aumento do seu volume por expansão, com decréscimo da densidade; gravidade - é essencial para atrair ("puxar") os materiais mais densos para o fundo; fluidez - o material necessita de ser fluido, para que possa criar uma célula convectiva. O material sólido apresenta elevada resistência à deslocação. Prof(a). Isabel Henriques 9
  10. 10. Modelos de Convecção MantélicaEm 1928, Arthur Holmes propõe a hipótese de movimentos deconvecção no manto como motor da deriva dos continentes.Arthur Holmes foi o primeiro cientista a relacionar a tectónicade placas com a existência de convecção mantélica.Segundo este cientista, ocorre a ascensão de magma domanto, que é expelido ao nível dos riftes. Arthur Holmes Prof(a). Isabel Henriques 10
  11. 11. Modelos de ConvecçãoMantélica A expansão dos fundos oceânicos é compensada com a subducção da placa oceânica nas fossas. A placa oceânica fria e densa mergulha no manto, onde sofre aquecimento e posterior fusão. O movimento lateral das correntes convectivas na base da litosfera permite a deslocação das placas. Prof(a). Isabel Henriques 11
  12. 12. Modelos de Convecção Mantélica Os riftes encontram-se acima do ramo ascendente da célula de convecção, enquanto as fossas oceânicas estão associadas ao ramo descendente. As correntes de convecção organizam riftes à superfície e consequente divisão do supercontinente Pangea em fragmentos que derivam para diferentes posições. Prof(a). Isabel Henriques 12
  13. 13. Modelos de Convecção Mantélica Harry Hess, em 1962, elaborou a hipótese da expansão dos fundos oceânicos. Sugeriu que o mecanismo para esta expansão estaria associado a movimentos convectivos de material no manto. O modelo apresentado por Hess é muito semelhante ao de Holmes, divulgado em 1928. Prof(a). Isabel Henriques 13
  14. 14. Modelos de Convecção MantélicaModelo a um nível (Holmes) O modelo de Holmes não consegue explicar as diferentes composições dos basaltos. Estudos de geoquímica permitiram verificar que a composição dos basaltos emitidos nos riftes é semelhante a nível global, mas distinta dos basaltos gerados nos pontos quentes. Estes dados apontam para a existência de duas origens distintas para os magmas basálticos. Além disso, não se adequam a um modelo em que os materiais são continuamente reciclados em células que se expandem por todo o manto e que o tornariam homogéneo. Prof(a). Isabel Henriques 14
  15. 15. Modelos de Convecção MantélicaModelo a dois níveis O primeiro nível convectivo ocorre nos riftes onde se formam os basaltos que resultam da actividade de células convectivas finas que circulam da base da astenosfera até aos 670 km de profundidade. Nas Zonas de rifte o material sofre uma diminuição da pressão ocorre a fusão parcial do material, que contribui para a expansão dos fundos oceânicos. Ao nível das zonas de subducção, a litosfera oceânica submerge, sofrendo aquecimento, (aos 670 a 700 km) sofrendo fusão e o material é reciclado. Prof(a). Isabel Henriques 15
  16. 16. Modelos de Convecção MantélicaModelo a dois níveis O segundo nível convectivo ocorre no manto dos 670 aos 2900 km de profundidade. Este nível é responsável pela movimentação das células convectivas do nível superior. A natureza geoquímica distinta das camadas do manto impede que ocorra a mistura de materiais. Este modelo considera que os pontos quentes resultam da ascensão de plumas mantélicas, de material a elevadas temperaturas, que se formam no limite do núcleo externo com o manto inferior. Prof(a). Isabel Henriques 16
  17. 17. Modelos de Convecção MantélicaModelo a dois níveis – Modelo Penetrativo O aperfeiçoamento de instrumentos sismográficos permitiu verificar que a placa litosférica quando sofre subducção, ultrapassa os 700 km de profundidade, Modelo penetrativo podendo atingir a base do manto. Este movimento provoca a mistura de material do manto e é explicado pelo modelo penetrativo. Prof(a). Isabel Henriques 17
  18. 18. Modelos de Convecção MantélicaModelo a dois níveis – Modelo Penetrativo Na base do manto ocorre a formação de uma camada com estrutura complexa de material ascende à superfície sob a forma de plumas. Este modelo é suportado Modelo penetrativo por dados geoquímicos (existência de dois reservatórios de magma distintos no manto) e por dados sísmicos (afundamento profundo da placa litosférica). Prof(a). Isabel Henriques 18
  19. 19. Modelos de Convecção Mantélica Modelo a um nível (Holmes) Modelo penetrativo Modelo a dois níveis Prof(a). Isabel Henriques 19
  20. 20. Movimentos Verticais da Litosfera.Equilíbrio Isostático. A capacidade de o manto superior próximo da crusta e da astenosfera permitir movimentos verticais é um princípio fundamental para compreendermos os movimentos verticais da litosfera, que afectam a gravidade num dado local da Terra. Embora o manto superior se encontre no estado sólido, permite a ocorrência de movimentos muito lentos, ao longo de milhões de anos. Prof(a). Isabel Henriques 20
  21. 21. Movimentos Verticais da Litosfera.Equilíbrio Isostático. O estudo da atracção gravitacional tem fornecido dados importantes para a compreensão da estrutura interna da Terra. A gravidade pode ser definida como a atracção da massa entre dois blocos. Quanto maior é a massa, maior é a força gravítica. Os cientistas verificaram que a atracção gravítica não é constante à superfície da Terra. O uso de gravímetros permitiu detectar pequenas diferenças na gravidade. Prof(a). Isabel Henriques 21
  22. 22. Movimentos Verticais daLitosfera. Equilíbrio Isostático. No século XIX, Georges Everest (que deu o nome ao monte Everest), ao estudar a gravidade em várias regiões na Índia, verificou que os Himalaias Georges Everest exerciam uma atracção gravítica inferior ao esperado. Como a gravidade é proporcional à massa, concluiu que as montanhas possuíam uma massa inferior ao esperado. Este dado indica que as regiões montanhosas são formadas por material menos denso. Prof(a). Isabel Henriques 22
  23. 23. Movimentos Verticais da Litosfera.Equilíbrio Isostático. Prof(a). Isabel Henriques 23
  24. 24. Movimentos Verticais da Litosfera. EquilíbrioIsostático. No século XIX começou a surgir a ideia de que a crusta menos densa estaria a flutuar sobre o manto superior mais denso e seria capaz de sofrer deformação lenta ao longo do tempo. A crusta e o manto encontram-se num balanço gravitacional permanente, designado por isostasia. As anomalias isostáticas podem ser positivas e negativas. Prof(a). Isabel Henriques 24
  25. 25. Movimentos Verticais da Litosfera. EquilíbrioIsostático. Numa anomalia isostática positiva, a gravidade é superior ao valor médio medido ao nível do mar e indica que há um excesso de massa nessa secção da Terra, em resultado da maior densidade. São comuns nas regiões oceânicas, pois a crusta oceânica é formada essencialmente por basaltos, mais densos que as rochas graníticas. Prof(a). Isabel Henriques 25
  26. 26. Movimentos Verticais daLitosfera. EquilíbrioIsostático. Nos materiais com baixa densidade, diminui a atracção gravítica e origina uma anomalia isostática negativa. Estas anomalias são frequentes nas regiões montanhosas, o que poderá indicar que possuem "raízes" profundas, formando uma espessa mas pouco densa coluna de material crustal. Assim, os continentes apresentam altitudes superiores, pois são compostos por rochas menos densas (principalmente granitos). Prof(a). Isabel Henriques 26
  27. 27. Movimentos Verticais daLitosfera. Equilíbrio Isostático. A isostasia também pode ser comparada com a flutuação dos icebergues nos oceanos. A água salgada é mais densa do que o gelo permitindo que este flutue. No entanto, a maior parte do gelo encontra-se imerso, sendo essencial para estabilizar o icebergue. Prof(a). Isabel Henriques 27
  28. 28. Movimentos Verticais daLitosfera.Equilíbrio Isostático. O ajustamento isostático ocorre quando se adiciona ou remove material da crusta, originando movimentos verticais que visam equilibrar o nível de compensação isostático (profundidade na qual o peso por unidade de área é igual em toda a Terra). Prof(a). Isabel Henriques 28
  29. 29. Movimentos Verticais da Litosfera.Equilíbrio Isostático. Quando a actividade tectónica diminuir na região dos Himalaias, o efeito da gravidade sobrepor-se-á, acelerando o afundamento da crusta no manto. Prof(a). Isabel Henriques 29
  30. 30. Movimentos Verticais daLitosfera. EquilíbrioIsostático. O Princípio da Isostasia é bem ilustrado pelos efeitos da última glaciação que terminou há aproximadamente 12 000 anos. Durante esta glaciação, acumularam-se, nos actuais países nórdicos e continente norte- americano, grandes massas de gelo com espessuras superiores a 2-3 km. Esta acumulação de gelo, e o seu posterior degelo, ilustram os ajustamentos isostáticos. Prof(a). Isabel Henriques 30
  31. 31. Movimentos Verticais daLitosfera. EquilíbrioIsostático. Com o degelo rápido no final da glaciação, os blocos crustais tornaram-se mais leves e, para atingir o equilíbrio isostático e recuperar a posição inicial (antes da glaciação). Prof(a). Isabel Henriques 31
  32. 32. Prof(a). Isabel Henriques 32
  33. 33. Prof(a). Isabel Henriques 33
  34. 34. Prof(a). Isabel Henriques 34
  35. 35. Prof(a). Isabel Henriques 35
  36. 36. Prof(a). Isabel Henriques 36
  37. 37. Prof(a). Isabel Henriques 37
  38. 38. Prof(a). Isabel Henriques 38
  39. 39. Prof(a). Isabel Henriques 39
  40. 40. Prof(a). Isabel Henriques 40
  41. 41. Prof(a). Isabel Henriques 41
  42. 42. Prof(a). Isabel Henriques 42
  43. 43. Prof(a). Isabel Henriques 43
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  62. 62. Professora Isabel Henriques Disciplina de Geologia 12º AnoProf(a). Isabel Henriques 62
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