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D oenças pulmonares difusas obsr odf

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  • 1. Hospital Universitário de Santa MariaServiço de Radiologia e Diagnóstico por ImagenDOENÇAS PULMONARESDIFUSASR1 Henrique da Rosa Sobrinho
  • 2. Doenças Pumonares Difusas TCAR do Interstício Pulmonar Doenças Pulmonares Intersticias Crônicas Doenças por Inalação Doenças Granulomatosas
  • 3. TCAR do Interstício Pulmonar Anatomia Normal- Rede contínua de fibras de tecido conjuntivo, que começa no hilo pulmonar e estende-se periféricamente até a pleura visceral- Interstício Centrolobular- Interstício Periférico ou subpleural- Intersticio Intralobular, parenquimatoso ou alveolar- Lóbulo Pulmonar Secundário – Subsegmento de pulmão suprido por 3 a 5 bronquíolos terminais e separado dos lóbulos pulmonares adjacentes por tecido conjuntivo interveniente (septos interlobulares)
  • 4. Achados Normais na TCAR Os septos interlobulares têm normalmente 0,1mm de espessura e podem ser vistos na periferia do pulmão. As artérias centrolobulares (1 mm de diâmetro) são estruturas em forma de V ou Y, vistas a 5 a 10 mm da superfície pleural. As vias aéreas normais são vistas até 3 cm de distância da pleura. As veias pulmonares (0,5 cm) às vezes são vistas como estruturas lineares ou puntiformes a menos de 1 a 2 cm da pleura Os compartimentos intersticiais peribroncovascular, centrolobular e intralobular normalmente não são visiveis na TCAR
  • 5. Sinais de Doença Na TCAR Linhas Interlobulares (septais)- O espessamento septal é visto mais freqüentemente como linhas finas e curtas, de 1 a 2 cm, orientadas perpendicularmente à pleura costal e fazendo interseção com ela.- São mais grossas e mais numerosas em indivíduos com patologias afetando basicamente o interstício interlobular como: edema intersticial pulmonar, fibrose pulmonar idiopática e carcinomatose linfangítica.
  • 6. Sinais de Doença Na TCAR Linhas Intralobulares- Retículo de linhas finas na parte central dos lóbulospulmonares, irradiando-se para fora em direção as bordaslobulares espessadas.- “Roda com aros” ou “teia de aranha”- Fibrose pulmonar Idiopática (FPI) e Pneumonia Intersticial Usual (PIU)- Proteinose Alveolar Pulmonar (PAP)
  • 7.  Clique para editar os estilos do texto mestre  Segundo nível  Terceiro nível  Quarto nível  Quinto nível
  • 8. Sinais de Doença Na TCAR Fissuras Espessadas- Geralmente é uma extensão direta do espessamento dos septos interlobulares envolvendo o intersticio subpleural do pulmao- Liso: praticamente indistingüível de uma pequena quantidade de liquido pleural dentro da fissura, associado a edema pulmonar.- Nodular: Nódulos se situam dentro dos canais linfáticos subpleurais, visto comumente na sarcoidose e na carcinomatose linfangítica
  • 9.  Clique para editar os estilos do texto mestre  Segundo nível  Terceiro nível  Quarto nível  Quinto nível
  • 10. Sinais de Doença Na TCAR Estruturas Broncovasculares Espessadas- Resultam do espessamento do interstícioperibroncovascular, o que produz aumentoaparente das estruturas vasculares periilares e oespessamento das paredes brônquicas. Umespessamento nodular ou irregular pode ser vistona sarcoidose.
  • 11. l
  • 12. Sinais de Doença Na TCAR Anormalidades Centrolobulares- Proeminência anormal da arteríola centrolobular “puntiforme” ou ramificada- Edema pulmonar, carcinomatose linfangítica e a PIU.- Nódulo Centrolobulares – acometimento do bronquíolo e parenquima adjacente. Podem ser vistos na Pneumonite por Hipersensibilidade Aguda e na pneumonia criptogênica em organização.
  • 13.  Clique para editar os estilos do texto mestre  Segundo nível  Terceiro nível  Quarto nível  Quinto nível
  • 14. Sinais de Doença Na TCAR Linhas Subpleurais- Opacidades curvilíneas de 5 a 10cm de comprimento são encontradas a menos de 1 cm da pleura, paralelas a parede torácica.- Relacionadas a abestose e mais raramente a FPI- Faixas no Parênquima – opacidades lineares que não se afilam progressivamente
  • 15. Sinais de Doença Na TCAR Faveolamento- Pequenos espaços císticos com paredesespessas- Representa o estágio terminal da fibrosepulmonar por diversas etiologias- Cistos revestidos de epitélio bronquiolar eresultam de bronquietasia.- FPI, Pneumonite por hipersensibilidade esarcoidose.
  • 16. Faveolamento
  • 17. Sinais de Doença Na TCAR Micronódulos- Opaciadades arredondadas commargens nítidas e 1-3 mm de tamanho,constituem aglomerados de granulomasou células tumorais no interstício.- Sarcoidose, GE, silicose, TB miliar ouhistoplasmose
  • 18. Sinais de Doença Na TCAR Opacidade em vidro fosco- Aspecto granular, com manutenção davisibilidade dos vasos pulmonares e ausência debroncogramas aéreos.- Produzida pelo espessamento dos septosalveolares- Pneumonia intersticial descamativa (PID),pneumonia por Pneumocistis Jiroveci, pneumonitepor hipersensibilidade aguda, pneumoniaintersticial inespecífica (PII) e o edema intersticialpulmonar
  • 19. Opacidade em vidro fosco
  • 20. Sinais de Doença Na TCAR Distorção da Arquitetura e Bronquiectasia por Tração- Fibrose traciona as paredesbrônquicas, ocasionando dilataçãoirregular- FPI, pneumonia intersticial usual
  • 21.  Condensação- Aumento da densidade pulmonar que obscureceos vasos pulmonares subjacentes, broncogramasaéreos estão comumente presentes. - Pode ser visto em qualquer processo quepreencha os espaços aéreos, mas asa vezesocorre em doenças intersticiais, como pneumoniaintersticial usual e sarcoidose;
  • 22. DOENÇAS PULMONARESINTERSTICIAIS CRÔNICAS Edema Pulmonar Intersticial Crônico- Elevação crônica da pressão venosa pulmonarpode exacerbar a trama intersticial em radiografiasimples.- Distenção dos vasos linfáticos e edemeintersticial crônico podem levar a fibrose.- Mais comum em pacientes com estenose mitralde evolução longa ou insuficiência de VE.- Redistribuição do fluxo sangüíneo aos lobossuperiores (HAP)
  • 23. Doenças do TecidoConjuntivo- Associadas a Inflamação e dano imunológicamentemediado aos tecidos conjuntivos em todo o corpo Doença Pulmonar Reumatóide- Na artrite reumatóide manifestações extra-articulares sãovistas em até 75% dos pacientes.- Envolvimento pulmonar mais comum em homens- Manifestação radiológica mais comum é de fibrose epneumonite intersticial.- Ocorre alveolite (opacificações finas em vidro fosco) queevolui para fibrose pulmonar terminal (faveolamento)
  • 24. Doenças do Tecido Conjuntivo Lupus Eritematoso Sistêmico- Mulheres jovens, meia idade- O acometimento torácico pode ser o local inicial do envolvimento.- Limita-se freqüentemente a pleura e ao pericárdio embora o pulmão, o coração e o diafragma e os músculos intercostais sejam afestados em até 1/3 dos pacientes.- Pneumonite Lúpica: aparecimento rápido de febre, dispnéia e hipoxemia- Dano alveolar difuso, edema intraalveolar exudativo, com formação de membranas hialinas.- Raio-X: opaciadades bilaterais / elevação do hemidiafragma / volumes pulmonares diminuidos / áreas bibasais de atelectasia linear- TCAR: opacidade em vidro fosco
  • 25. LES
  • 26. Doenças do TecidoConjuntivo Esclerodermia Inflamação e fibrose da pele, do esôfago, do sistema músculo- esquelético, coração, pulmôes e rins em mulheres jovens e de meia idade. Acometimento pulmonar grave reflete-se num padrão reticular grosseiro ou retículo-nodular. HAP com artérias centrais dilatadas e dilatação do VD é vista em até 50% dos paciente apresentando esclerodermia e pode ser observada na ausêcia de fibrose intersticial Achados adicionais na radiografia de tórax: calcificação em casca de ovo dos linfonodos mediastinais (mais comum na sarcoidose e silicose), esôfago dilatado e cheio de ar.
  • 27. Esclerodermia
  • 28. Doenças do TecidoConjuntivo Dermatomiosite e polimiosite - Evolvem inflamação auto-imune e destruição dos músculos esqueléticos, produzindo dor e fraqueza musculares proximais (polimiosite) e associando-se ocasionalmente a exantema (dermatomiosite). - As manisfestações torácicas incluem fraqueza de músculos respiratórios e faríngeos e pneumonite intersticial associada. - Avaliar presença de massa pulmonar - aumentado risco para carcinoma broncogênico
  • 29. Pneumonias IntersticiaisCrônicas Idiopáticas Pneumonia Intersticial Usual- Provavelmente resulta de lesões repetidas do pulmão.- Estágio Inicial da Fibrose: Proliferação acentuada de macrófagos nos espaços aéreos alveolares, associada ao espessamento leve e uniforme do interstício por células alveolares. Mais tardiamente espessamento do interstício alveolar por células inflamatórias mononucleares e tecido fibroso- Opacidades reticulares finas a médias bibasais ou opacidades em vidro fosco- Espessamento septal ou subpleural irregular, faveolamento, bronquiectasias por tração.
  • 30. Pneumonias IntersticiaisCrônicas Idiopáticas
  • 31. Pneumonias IntersticiaisCrônicas Idiopáticas Pneumonia Intersticial Aguda- Sídrome de Hamman-Rich, forma aguda e agressiva.- Tosse, febre e dispnéia que evolui rapidamente para hipoxemia grave e insuficiência respiratória.- “SARA Idiopática”- Opacidade em vidro fosco difusa e consensação com broncogramas aéreos.
  • 32. Pneumonias IntersticiaisCrônicas Idiopáticas
  • 33. Pneumonias IntersticiaisCrônicas Idiopáticas Pneumonia Criptogênica em Organização (PCO)- Também designada como Bronquiolite Obliterante Idiopática com Pneumonia em Organização (BOPO)- Caracteriza-se por depósitos generalizados de tecido de granulação nos bronquíolos e nos espaços aéreos peribronquiolares.- Doença subaguda com história de tosse improdutiva e dispnéia de alguns meses de duração- Ex. físico: estertores ou roncos e sibilos.- Radiografia com opacidades dos espaços aéreos ou em vidro fosco, esparsas bilaterais.
  • 34. Doenças Por Inalação Pneumoconioses- Reação não-neoplásica dos pulmões a partículas de pó inorgânicas inaladas (asbesto, sílica ou carvão)- Fibrose (focal/nodular ou difusa/reticular)- Asbestose- Silicose- Pneumoconiose dos Mineradores de carvão
  • 35. Pneumoconioses Asbestose- Fibrose difusa do interstício parenquimatoso causadopela inalação de fibras de asbesto.- Seu desenvolvimento depende tanto da duração quanto da gravidade da exposição.- Maioria dos pacientes com doença pleuropulmonar relacionada ao asbesto são assintomáticos- A inalção do asbesto pode causar doença na pleura, no parênquima, nas vias aéreas e nos linfonodos.- As manisfestações da inalação de asbesto incluem fibrose intersticial (asbestose), atelectasia e carcinoma broncogênico.
  • 36. AsbestoseReticulação fina –zonas pulmonaresinferioresPadrão reticular grosseiroAcometimento zonas pulmonares médiase superiores, com obscuresimentoprogressivo das margens cardíacas ediafragmáticas
  • 37. Asbestose - TCAR- Espessamento dos septos interlobulares e intralobulares, pequenas opacidades centrolobulares “puntiformes”.Faveolamento
  • 38. Pneumoconioses SILICOSE Ocupações associadas: mineração, extração de pedras, trabalho com cerâmica e aplicação de jatos de areia. Reaçoes hispatológicas : - Nódulos Silicóticos: medem de 1 a 10mm de diâmetro e são contituídosde densas lamelas concêntricas de colágeno. Mais numerorosos nos lobossuperiores e nas regiões para-hilares. A coalescência desses nódulosproduz áreas de fibrose maciça progressiva (FMP)- Silicoproteinose: enchimento dos espaços alveolares por um material ipoproteináceo.- Maior suscetibilidade à TB.
  • 39. Pneumoconioses Silicose- Exposição por 10 a 20 anos é necessária para o desenvolvimento das alterações radiográficas da silicose.- Múltiplos nódulos bem definidos com diâmetro variável de 1 a 10 mm, esses nódulos, que se calcificam em 20% dos casos, são difusos e predominam nas zonas superiores- O aumento dos linfonodos hilares pode ser visto em qualque estágio, freqüentemente exigem calcificações periféricas em “casca de ovo”.
  • 40. Sarcoidose Doença granulomatose multissistêmica de etiologia desconhecida. Caracterizada histologicamente por granulomas não-caseosos que podem evoluir para fibrose. Os granulomas são encontrados mais comumente no intertício axial. Em 20 % dos pacientes, tecido fibroso deposita-se na periferia dos granulomas e acaba por cresce internamente e substituílos, ocasionando fibrose intersticial. QC: Dispnéia e tosse improdutiva, febre mal estar, uveíte e eritema nodoso O aumento dos linfonodos hilares e mediatinais é encontrado em 80% dos pacientes com sarcoidose e se associa a pulmôes radiograficamente normais em mais da metade deles.

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