Biblioteca escolar – recurso e contexto de aprendizagem - Salreu 28 de outubro 2013

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Momento (in)formativo na BE da EB1/JI Visconde Salreu.

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  • Na verdade, Graça, gosto de partilhar boas práticas, devidamente referenciadas, e foi precisamente esse o meu objetivo ao partilhar o guia de utilizador que refere. Felicito-a pelo trabalho desenvolvido.
    Um abraço,
    Isabel Nina
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  • Olá Isabel muito boa tarde
    O meu nome é graça e sou a autora de um documento que disponibilizou nesta apresentação.
    Gostaria de entrar em contacto consigo. Meu email é gracamaria34@hotmail.com, assim que puder mande-me um email, para podermos falar.
    Muito obrigada, cumprimentos,
    Graça Rosa
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Biblioteca escolar – recurso e contexto de aprendizagem - Salreu 28 de outubro 2013

  1. 1. BIBLIOTECA ESCOLAR RECURSO E CONTEXTO DE APRENDIZAGEM Salreu, 28 de outubro de 2013 Isabel Nina isabel.nina@mail-rbe.org
  2. 2. Objetivos 1. Relembrar a missão, a organização e o funcionamento da biblioteca escolar (BE). i. Promover a utilização da BE como um contexto e um recurso de aprendizagem; Evidenciar a importância e o contributo da BE na promoção da leitura e das literacias; Apoiar o desenvolvimento curricular; Fomentar a articulação curricular e trabalho colaborativo com e na BE; Partilhar práticas de utilização da BE. ii. iii. iv. v.
  3. 3. Era uma vez Um dia… Uma escola… Uma biblioteca… Uma Rede de Bibliotecas
  4. 4. Era uma vez … …um dia …28 de outubro de 2013 http://www.rbe.min-edu.pt/np4/363.html
  5. 5. Era uma vez … …uma biblioteca EB1/JI Visconde Salreu
  6. 6. Era uma vez … …uma biblioteca EB1/JI Visconde Salreu
  7. 7. Era uma vez … …uma biblioteca EB1/JI Visconde Salreu
  8. 8. Era uma vez … …uma biblioteca EB1/JI Visconde Salreu
  9. 9. Era uma vez … …uma biblioteca integrada numa Rede
  10. 10. Era uma vez … …uma biblioteca integrada numa Rede http://www.rbe.min-edu.pt/np4/mapas?d=Aveiro&c=Estarreja&txt=&x=19&y=16
  11. 11. http://rbe.min-edu.pt/np4/file/111/978_972_96059_2_5.pdf
  12. 12. Orientações http://rbe.min-edu.pt/np4/94.html http://rbe.min-edu.pt/np4/83.html
  13. 13. Orientações http://rbe.min-edu.pt/np4/conteudos/681.html
  14. 14. SABER PARA DAR A CONHECER CONHECER PARA FAZER SABER FAZER PARA SER
  15. 15. Wordle - Beautiful Word Clouds http://www.wordle.net/
  16. 16. If you do not GO after what You want, you’ll never have it. If you do not ASK, the answer Will always be no. If you do not STEP FORWARD, You’ll Always be in the same place. Nora Roberts http://mensagens.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/mensagens-de-trabalho-em-equipe-1/mensagens-de-trabalho-em-equipe-5.jpg
  17. 17. Conhecer para melhor fazer… http://www.rbe.mec.pt/np4/36.html http://www.rbe.mec.pt/np4/118.html
  18. 18. Nuvens de palavras… Como fazer? http://www.tagxedo.com/ ou http://www.wordle.net/
  19. 19. A BE em 12 passos… Organização • Articulação com o(s) professor(es) bibliotecário(s) (PBs); • Conhecimento das zonas funcionais da biblioteca; • Conhecimento da forma como os materiais estão organizados • Conhecimento das normas de funcionamento da BE.
  20. 20. A BE em 12 passos… Organização http://www.rbe.min-edu.pt/np4/file/111/978_972_96059_2_5.pdf
  21. 21. A organização e funcionamento da biblioteca escolar… organizar para usar • ZONAS FUNCIONAIS DA BE – o seu conhecimento permite a divisão da turma em pequenos grupos. • ORGANIZAÇÃO DOS DOCUMENTOS – o seu conhecimento permite orientar os alunos na pesquisa de informação e seleção de leituras. • NORMAS DE FUNCIONAMENTO – o seu conhecimento permite a apropriação das regras por todos (guia de utilizador).
  22. 22. Funcionamento da biblioteca escolar • A definição de um horário de utilização da BE em contexto curricular • O empréstimo domiciliário (desenvolve competências de leitura e pode promover o envolvimento dos Pais/EE); • A inclusão dos recursos documentais nos projetos de turma; • A integração das atividades de leitura nas práticas pedagógicas (PNL, metas curriculares); • A leitura pelo simples prazer de ler; • A pesquisa, seleção e organização da informação (literacia da informação); • A integração curricular das TIC. A progressiva autonomia na utilização da BE A progressiva autonomia na utilização da BE O trabalho colaborativo com e na BE O trabalho colaborativo com e na BE (planificação articulada) (planificação articulada)
  23. 23. A partilha de (outras) práticas… (In)Formar para Usar UM EVENTUAL PONTO DE PARTIDA …O AMBIENTE DIGITAL • Moodle da BE do AE Marquês de Marialva • Organização da Biblioteca: Classificação Decimal Universal (CDU) • “Os livros e a CDU” • “CDU treino” • Guia de Utilizador Para saber + sobre a CDU
  24. 24. A partilha de (outras) práticas… (In)Formar para Usar http://www.rbe.min-edu.pt/si/pubjson/downAct.jsp?i=1278
  25. 25. A partilha de (outras) práticas… (In)Formar para Usar http://www.rbe.min-edu.pt/si/pubjson/downAct.jsp?i=1278
  26. 26. A partilha de (outras) práticas… (In)Formar para Usar UM EVENTUAL PONTO DE PARTIDA …O AMBIENTE DIGITAL http://www.rbe.min-edu.pt/si/pubjson/downAct.jsp?i=1278
  27. 27. A BE em 12 passos…Leitura e literacia • Planificação e realização de atividades na BE
  28. 28. A BE em 12 passos…Apoio ao currículo • Utilização da BE como centro de recursos (material livro e não livro); • Seleção e sugestão de leituras aos alunos; • Ensino da utilização dos recursos documentais • no contexto da aprendizagem
  29. 29. A BE em 12 passos…Projetos, parcerias e tempos livres • Utilização da BE como espaço de fruição; • Utilização da BE no âmbito de projetos (inter)concelhios
  30. 30. A BE em 12 passos… 1. Encontrar um rosto 2. Entender o sentido Gestão e organização 3. Descobrir um caminho 4. Uma teia de ideias 5. Ideias para crescer Apoio ao currículo 6. Ideias para aprender 7. Tecer leituras 8. Novas viagens Leitura e literacia 9. Deixar-se envolver 10. Aprender a aprender 11. Olhar em volta Projetos e parcerias 12. Abrir portas! http://www.rbe.mec.pt/np4/118.html
  31. 31. Relembrando
  32. 32. Missão da BE A biblioteca escolar proporciona informação e ideias fundamentais para sermos bem sucedidos na sociedade atual, baseada na informação e no conhecimento. A biblioteca escolar desenvolve nos alunos competências para a aprendizagem ao longo da vida e estimula a imaginação, permitindo-lhes tornarem-se cidadãos responsáveis. IFLA. UNESCO. (1999) Manifesto da Biblioteca Escolar. [Em linha]. Disponível em: http://archive.ifla.org/VII/s11/pubs/portug.pdf [Consult. 11 novembro 2012].
  33. 33. Missão da BE O recurso à biblioteca escolar, tanto em articulação com o trabalho da sala de aula como livremente utilizada pelos alunos, integra-se numa prática inclusiva, que fomenta a autonomia e a disponibilidade para a aprendizagem ao longo da vida. PORTUGAL. Ministério da Educação. Direção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular. (2009). Programas de Português do Ensino Básico. Lisboa: DGIDC, 152.
  34. 34. Missão da BE “As capacidades apreendidas pelo estudante através da biblioteca dotam a criança com os meios que lhe possibilitam adaptar-se a uma variedade de situações e possibilitam a educação permanente ao longo da vida, mesmo em situações adversas.” INTERNATIONAL ASSOCIATION OF SCHOOL LIBRARIANSHIP. (1993). Declaração Política da IASL sobre Bibliotecas Escolares. “A biblioteca escolar desenvolve nos estudantes competências para a aprendizagem ao longo da vida.” INTERNATIONAL FEDERATION OF LIBRARIAN ASSOCIATION. (1999). Manifesto da Biblioteca Escolar.
  35. 35. Missão da BE “[E]studos [internacionais] mostram […], de forma inequívoca, que as bibliotecas escolares podem contribuir positivamente para o ensino e a aprendizagem, podendo estabelecer-se uma relação entre a qualidade do trabalho da e com a BE e os resultados escolares dos alunos.” PORTUGAL. Ministério da Educação. Gabinete da Rede Bibliotecas Escolares. (2011). Modelo de avaliação da biblioteca escolar. Lisboa: RBE, 9-10
  36. 36. Missão da BE Funções da BE de acordo com a DECLARAÇÃO POLÍTICA DA IASL SOBRE BIBLIOTECAS ESCOLARES
  37. 37. Relembrando … Missão da BE PAPEL DA BIBLIOTECA ESCOLAR (ROSS TODD)
  38. 38. O contexto da inevitável mudança… Tagxedo – Creator http://www.tagxedo.com/app.html
  39. 39. O contexto da inevitável mudança…
  40. 40. Biblioteca Escolar CONTEXTO, OPORTUNIDADE, RECURSO DE APOIO À APRENDIZAGEM “Enquanto contexto promotor de cultura a escola deverá criar oportunidades de aprendizagem através de um conjunto de ações que possibilitem a todos os alunos o acesso a bens culturais.” PORTUGAL. Ministério da Educação. Direção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular. (2009). Programas de Português do Ensino Básico. Lisboa: DGIDC, 67.
  41. 41. Biblioteca Escolar CONTEXTO, OPORTUNIDADE, RECURSO DE APOIO À APRENDIZAGEM “A organização do trabalho pedagógico deve considerar e apoiar-se num conjunto de recursos que permitam o desenvolvimento articulado das diferentes competências. Destacam-se aqui, pela sua particular relevância, a referência a instrumentos de apoio à aprendizagem, à biblioteca escolar e à utilização das tecnologias de informação e comunicação.” PORTUGAL. Ministério da Educação. Direção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular. (2009). Programas de Português do Ensino Básico. Lisboa: DGIDC, 151.
  42. 42. O contributo da BE na promoção da leitura “[Espera-se] que [as BEs] desempenhem um papel relevante no que respeita à promoção da leitura, resultando em mais e melhores leitores.” PORTUGAL. Ministério da Educação. Direção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular. (2009). Programas de Português do Ensino Básico. Lisboa: DGIDC, 67.
  43. 43. O contributo da BE na promoção da leitura “Fazer mais e melhores leitores, leitores analíticos, leitores utilizadores de bibliotecas e de outros equipamentos culturais, leitores consumidores de livros, mas também leitores digitais competentes, criativos, capazes de utilizar os diferentes suportes de escrita e leitura, as novas técnicas de reprodução e disseminação da informação, de forma eficaz e crítica, dominando a literacia digital, traduzida no uso competente das tecnologias e, ainda no desenvolvimento da consciência social, é exatamente aqui que se inscrevem os grandes desafios colocados às bibliotecas.” CALÇADA, Teresa. (2010, setembro). Mudanças que refletem novas necessidades. Noesis, 82, 33.
  44. 44. O contributo da BE na promoção das literacias “Outra área onde se espera que a biblioteca – como a escola em geral – desempenhe um papel relevante é a da implementação do uso das TIC, tendo em vista a criação de hábitos de pesquisa e o desenvolvimento de competências que permitam a todos aceder à informação em diferentes suportes e linguagens. No que respeita ao acesso à Internet, os alunos terão de aprender, desde cedo, regras básicas de segurança e de comportamento ético, principalmente no que diz respeito às questões de autoria da informação.” PORTUGAL. Ministério da Educação. Direção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular. (2009). Programas de Português do Ensino Básico. Lisboa: DGIDC, 67.
  45. 45. A atitude perante a biblioteca escolar… “O valor não é algo intrínseco às coisas mas tem sobretudo a ver com a experiência e benefícios que dela se retira: se é importante a existência de uma BE agradável e bem apetrechada, a esse fato deve estar associada uma utilização consequente nos vários domínios que caraterizam a missão da BE, capaz de produzir resultados que contribuam de forma efetiva para os objetivos da escola em que se insere.” PORTUGAL. Ministério da Educação. Gabinete da Rede Bibliotecas Escolares. (2011). Modelo de avaliação da biblioteca escolar. Lisboa: RBE, 11. …a BE também é uma atitude
  46. 46. A partilha de (outras) práticas… • Wiki da BE da EB2 de Carregal do Sal – Guia de recursos educativos • Blogue dos Jardins-de-Infância do AE de Silgueiros- Silgueiritos • Blogue “O ninho dos livros” – BEs das EB1s e JIs do Agrupamento Vertical de S. Lourenço - Ermesinde
  47. 47. A partilha de (outras) práticas… http://www.rbe.min-edu.pt/np4/112.html
  48. 48. A realidade da biblioteca escolar Domínios de ação Serviço de biblioteca A. Apoio ao desenvolvimento curricular A.1 Articulação curricular da BE com as estruturas de coordenação e supervisão pedagógica e com os docentes A.2 Promoção das literacias da informação, tecnológica e digital B. Leitura e literacia C. Projetos, parcerias e atividades livres e de abertura à comunidade D. Gestão da biblioteca escolar Circulação de fundos Partilha de práticas Ambientes digitais
  49. 49. Trabalhar de forma colaborativa com e na BE Responsabilidade do docente Operacionalização Os docentes integram as atividades nas planificações curriculares, no PCT e no PAA. • Planificar, de forma cooperativa, no departamento curricular, as atividades articuladas com a BE. […] • Programar deslocações da turma à biblioteca, inseridas no âmbito da leitura, do desenvolvimento curricular ou do trabalho de projeto. •Solicitar o contributo do PB para a produção de materiais de apoio às atividades a desenvolver com a BE. • Usar a BE no âmbito das atividades das AEC. […] [...] Os docentes colaboram com o PB na produção de materiais didáticos, guiões de pesquisa, orientadores de leitura e outros materiais formativos e de apoio às atividades • Criar momentos de planificação de trabalho colaborativo (presenciais ou com recursos a ambientes de digitais) de partilha de necessidades, materiais e boas práticas entre o PB e os docentes. A formação dos docentes e AO nos domínios da organização/gestão das bibliotecas, leitura e literacias é indispensável ao bom funcionamento da BE • Colaborar com o PB na identificação das necessidades de formação nas diferentes áreas de trabalho. • Participar nas sessões de formação (in)formais (presenciais e/ou em linha) promovidas pelos centros de formação de professores, SABE ou outros parceiros. • Investir na auto-formação, recorrendo á literatura especializada disponível nos sítios da RBE, PNL, outros. PORTUGAL. Ministério da Educação e Ciência. Gabinete da Rede Bibliotecas Escolares. Portal RBE: Para uma gestão integrada da biblioteca escolar do agrupamento: orientações. [Em linha]. Disponível em http://www.rbe.min-edu.pt/np4/36.html [Consult. 11 novembro 2012].
  50. 50. Manual escolar “Cultiva-se [nos Programas de Português do Ensino Básico] uma arquitetura de programas em que o professor possa orientar-se com facilidade, entendendo os instrumentos curriculares como recursos fundamentais para a prática de ensino; pretende-se deste modo reposicionar os manuais escolares no seu papel de verdadeiros auxiliares pedagógicos. Sendo instrumentos de trabalho muito importantes, os manuais não devem sobrepor-se aos programas, como com alguma frequência se verifica; para que não aconteça uma tal sobreposição, é necessário que o professor cultive uma relação ativa com estes programas, colocados na primeira linha do seu labor pedagógico.” Programas de Português do Ensino Básico, 2009:8-9
  51. 51. A biblioteca escolar Contexto e recurso de aprendizagem “Todos os sistemas de educação devem […] ser estimulados a alargar os contextos de aprendizagem à biblioteca escolar não os reduzindo ao professor e aos manuais.” INTERNATIONAL ASSOCIATION OF SCHOOL LIBRARIANSHIP. (1993). Declaração Política da IASL sobre Bibliotecas Escolares.
  52. 52. "Quanto ao futuro, o que vos cabe não é prevê-lo, mas possibilitá-lo.’’ Antoine de Saint Exupéry

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