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Esclarecimento de dúvidas

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  • 1. O que defende o indeterminismo? Que um acontecimento é uma consequência provável – mas não inevitável – de causas anteriores. Assim, na perspetiva indeterminista dizer que um acontecimento tem uma causa não implica que aquele seja um efeito inevitável desta. Acontecem então devido a quê? À intervenção do acaso. Ora se a ação livre resultasse da intervenção do acaso, não poderíamos dizer que derivou das nossas deliberações, que foi obra da nossa vontade. Uma ação livre sem agente que seja o seu autor não faria sentido. Não há opção quando o acaso decide as coisas. O que defende o libertista? Que as nossas ações resultam das nossas deliberações e conforme o que deliberamos assim optamos por um curso de ação em vez de outro. Por outras palavras, agimos de uma maneira mas poderíamos, caso o quiséssemos, agir de modo diferente. O determinista moderado também defende que as nossas ações são livres – apesar de também determinadas. Contudo, uma coisa é dizer que resultam de um processo deliberativo e outra que resultam de causas internas como as crenças e os desejos do agente. Com efeito, neste caso resultam da nossa maneira de ser – que é determinada pelo meio e por factores genéticos e hereditários – e dizer que poderíamos fazer uma coisa em vez de outra parece implicar que teríamos de ter outra personalidade. O que é o determinismo? O determinismo é a teoria filosófica segundo a qual todos os acontecimentos do mundo fazem parte de uma cadeia causal sendo cada um o desfecho necessário de acontecimentos anteriores. Todos os acontecimentos estão submetidos a leis causais ou naturais. O mundo é uma rede de causas e efeitos podendo um acontecimento ser efeito de uma causa e causa de outro efeito. Constitui–se assim uma sequência causal necessária a que nada escapa. Quando se caracteriza o determinismo mediante a fórmula «Tudo tem uma causa» afirma – se que «Todos os acontecimentos do mundo são efeitos de causas anteriores». Por isso, o que agora acontece resulta necessariamente do que antes aconteceu. O que defende o determinista radical? O determinismo radical nega que as nossas ações sejam livres. As nossas ações são o resultado inevitável de causas anteriores pelo que é ilusão pensar que ao deliberar e decidir temos realmente várias alternativas. O determinista radical defende que a educaçaõ recebida e o património genético herdado são, em vez do agente, a origem última da ação. Logo, não há livre-arbítrio. Só haveria liberdade se o agente tivesse a última palavra e essa pertence, contudo, aos factores do seu passado que ele não controla.
  • 2. Qual é a diferença entre o determinista moderado e o radical? O que, segundo o determinismo moderado, distingue ações livres de ações não - livres é a natureza das causas que estão na sua origem: as ações livres têm causas internas ou psicológicas (desejos, crenças) ao passo que as ações não-livres têm causas externas. Vemos aqui a diferença entre o determinista moderado e o radical. Este considera que uma ação livre seria uma ação sem qualquer causa (o que não admite por não ser cientificamente credível ou respeitável). O determinista moderado concebe a liberdade de outro modo: livre é a ação que tem como causa os desejos e crenças de um indivíduo, isto é, uma ação cuja causa não são forças externas ao agente. Assim se alguém, apontando-me uma pistola à cabeça, me força a assaltar a casa do meu vizinho, a causa imediata da ação é externa. A ação é realizada por mim, mas a sua origem não está em mim. Trata - se de uma ação compelida, contrária aos meus desejos (não quero assaltar a casa do vizinho) e às minhas crenças (considero errado ou perigoso roubar). Tipos de Valores: 1) Espirituais 1. VALORES ÉTICOS: os que dizem respeito às normas ou critérios de conduta moral, e cujo suporte é constituído por algo de real. Exemplos: Solidariedade, Honestidade, Verdade, Lealdade, Bondade, Altruísmo. etc. 2. VALORES ESTÉTICOS: os que dizem respeito à expressão e cujo suporte é constituído por algo de irreal (aparência). Exemplo: Harmonia, Belo, Feio, Sublime, Trágico. 3. VALORES RELIGIOSOS: os que dizem respeito à relação do homem com a transcendência. Exemplos: Sagrado, Pureza, Santidade, Perfeição. 4. VALORES POLÍTICOS: Justiça, Igualdade, Imparcialidade, Cidadania, Liberdade. 5. VALORES LÓGICOS: 1) Função do conhecimento: (o saber, a posse da verdade )2) Conteúdo do conhecimento (conceitos verdadeiro-falso). 2) SENSÍVEIS 6. Os valores do agradável e do prazer: abragem não só todas as sensações de prazer e satisfação, como tudo aquilo que é apto aprovocá-las (vestuário, comida, bebidas, etc.). 7. Os Valores vitais ou da vida: são aqueles valores de que é portadora a vida (Bios). Cabem aqui o vigor vital, a força, a saúde, etc. 8. Os Valores de utilidade (económicos): dizem respeito a tudo aquilo que serve para a satisfação das nossas necessidades da vida (comida, vestuário, habitação, etc.) e ainda aos instrumentos que servem para a criação destes bens.