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Palestravitrinismo 121220115601-phpapp01

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  • 1. 2 - Visuais: Ela contém decoração, que basicamente segue a seguinte divisão: 1. Cenário 2. Cenográfica 3. Viva 4. Cinética 5. Luminosa 6. Conceitual 7. Gráfica 8. Escala 9. Contínua 10. Oportunidade 11. De impacto 12. Minimalista7/3/2013 1
  • 2. 1. Cenário7/3/2013 2
  • 3. 2. Cenográfica7/3/2013 3
  • 4. 3. Viva A vitrina viva merece considerações diferenciadas. 1- Quanto a venda de produtos propriamente dita para uma loja, seu resultado não é satisfatório. Ela envolve custo relativamente alto, seu tempo de vida útil é mínimo, causa um grande tumulto do lado de fora e na maioria dos casos inibe as pessoas de entrarem. É como se o show estivesse acontecendo no exterior da loja. 2- quanto a venda de imagem ela atinge um bom resultado, pois causa comentários e isso é importante na formação de imagem. Este tipo de vitrina é mais comum em Feiras e eventos. A vitrina viva confere a dramatização ao espaço, o que é de certa forma um dos elementos para complicados para os vitrinistas, passar a real utilização de um determinado produto ou conceito da empresa de forma dinâmica.7/3/2013 4
  • 5. 4. Cinética7/3/2013 5
  • 6. 5. Luminosa7/3/2013 6
  • 7. 6. Conceitual7/3/2013 7
  • 8. 7. Gráfica7/3/2013 8
  • 9. 8. Escala7/3/2013 9
  • 10. 9. Contínua7/3/2013 10
  • 11. 10. Oportunidade7/3/2013 11
  • 12. 7/3/2013 12
  • 13. 11. De impacto São vitrines que exibem elementos decorativos fora dos padrões do produto exposto. Exemplo: colocar uma escada e um balde em uma loja de roupa infantil.7/3/2013 13
  • 14. 12. Minimalista7/3/2013 14
  • 15. Harmonia das Cores 7/3/2013 15
  • 16. A cor é elemento chave na execução da vitrina. Quando trabalhado corretamente seu resultado é harmonioso, trazendo somente nela em muitos casos o próprio tema (intrinsecamente).7/3/2013 16
  • 17. A COR FALA POR SI SÓ. Mas quando usado incorretamente o contrário do que foi mencionada, passa ser uma verdade. Mas a cor não pode ser trabalhada isoladamente, pois o que determina seu resultado é a escolha da luz. Luz e Cor andam de mãos dadas.7/3/2013 17
  • 18. A relação entre duas ou mais cores chama-se harmonia, existem dois tipos:1- Cores Análogas- harmonia de coresvizinhas no círculo cromático, ex: tons deamarelo até o verde e azul esverdeados. 7/3/2013 18
  • 19. 2 - Contraste-harmonia de cores opostasno círculo cromático, ex: vermelho everde.7/3/2013 19
  • 20. 3 - Monocromática -utiliza sempre cores domesmo espectro.Porém devemos levar em consideração quese colocarmos muitas cores/estampas etalvez nem tantos produtos ainda assimestaremos poluindo visualmente. Aimpressão de muitas cores não deixaperceber cada uma.A solução perfeita é a de se colocar de 2 a 3cores em uma vitrina.Só no caso de harmonia por analogiapodemos colocar várias gradações damesma cor. 7/3/2013 20
  • 21. 7/3/2013 21
  • 22. Estrutura básica de vitrina para loja7/3/2013 22
  • 23. Um projeto de uma loja é executado por um arquiteto, pois este é uma disciplina o qual este profissional domina. Mas e a estruturação de uma vitrina ? Qual o domínio que este profissional tem? Na verdade o arquiteto e o vitrinista devem trabalharem junto nesse planejamento. Existem situações diárias nas vitrinas que um arquiteto dificilmente saberá prever. Basicamente um projeto simples de uma vitrina deve prever: 1. Teto 2. Piso 3. Lateral 4. Fundo 5. Iluminação/ eletricidade 6. Apoios de retaguardas7/3/2013 23
  • 24. 1. Teto 2. 1A-Joalheria/ Ótica/ Relojoaria/ Bijuterias Estes produtos pedem tetos: baixos, boa circulação de ar, lâmpadas escondidas ( na maioria dos casos). 1B- Confecção / Moveis/ Decoração Tem maior liberdade de altura, tendo muitas vezes seu pé- direito extremamente alto . Pede-se cor clara e alta resistência. 1C- Alimentação / calçados Este teto deve estar em uma sensível linha entre o alto e baixo, dando liberdade relativa a seu projetista. Alimentação temperatura sempre deve estar controlada, então o teto deve permitir este controle. Mas o mais importante é ter coerência entre arquitetura e a proposta da loja.7/3/2013 24
  • 25. 2- Piso O piso de uma vitrina nunca deve estar fixo, ou seja, o correto é que seja desenvolvido uma plataforma ou tablado. O piso fixo limita as montagens de vitrina, impossibilitando variações de suportes e cenografias. Apesar da arquitetura comercial moderna, freqüentemente não projetar o piso da vitrina separada da loja, sendo uma única coisa, estamos cometendo um erro. O correto é que o espaço de vitrina deve ser totalmente separado, mesmo que psicologicamente, nem que seja7/3/2013 25 utilizada somente uma cor mais
  • 26. 3- Lateral Estamos esbarrando novamente na arquitetura moderna, onde não se projeta mais a lateral da vitrina. Mas de qualquer forma existe um apoio lateral em uma das paredes do estabelecimento. E sempre deve existir esta parede, pois nela , se determina o fim da loja e da vitrina. Ela é a fronteira. Mas um erro comumente cometido é colocar a caixa de força da loja, nesta parede; mas acontece que na verdade ele chama muito atenção e também impede a utilização da mesma para apoio cênico. Deixe as laterais livres.7/3/2013 26
  • 27. 4- Fundo Hoje em dia não se usa com freqüência a vitrina baú, ou seja, uma caixa com vidro frontal e laterais e fundos fechados. Esta vitrina se encontra mais em magazines ou joalherias. Este fundo da vitrina baú, tem seu lado bom e ruim. Bom - Isolamento da encenação - Foco total no produto - Possibilidade maior de cenografias - Maior liberdade ao consumidor Ruim - Esconde a loja O correto seria trabalhar o meio termo. Um pouco fechada. Mas existe o fundo psicológico, que obtido através de banners, gigantografias, manequins, vidros, acrílicos, ou mesmo pela composição dos elementos. Seja como for, este fundo é essencial para uma boa vitrina, nele conseguimos determinar exatamente a área de exposição.7/3/2013 27
  • 28. 5- Iluminação/ Eletricidade Temos aqui um dos itens essenciais do teto. O teto da vitrina deve prever a colocação da iluminação e nesta temos variantes que será necessário um capitulo inteiro a parte. A eletricidade deve estar prevista no projeto, saídas para tomadas. E ideal é que se tenha em cada vitrina 3 tomada no mínimo, mas lembre-se deve estar devidamente escondidas ou com caixas de fechar para quando não estiverem sendo usadas.7/3/2013 28
  • 29. 6- Apoios de retaguarda No apoio vão também as tomadas. Mas estamos falando de ganchos que permitam afixação dos banners, fios, cenografias. Os ganchos também devem estar inseridos no teto, sempre pintados da mesma cor que o mesmo, ou serem de materiais nobres que não comprometam seu aparecimento.7/3/2013 29
  • 30. O cubo7/3/2013 30
  • 31. 7/3/2013 31
  • 32. 7/3/2013 32
  • 33. 7/3/2013 33
  • 34. 7/3/2013 34
  • 35. 7/3/2013 35
  • 36. 7/3/2013 36
  • 37. Móveis na vitrina, suporte com charme!7/3/2013 37
  • 38. Em composição de vitrina existem poucas regras, mas geralmente as regras existentes são ligadas ao bom senso. E entre estes conceitos que necessitam de uma boa dose de bom senso está o suporte. O uso do suporte tem como principal objetivo elevar grupos de produtos assim como defini-los. Suportes são também grandes facilitadores para obtermos um resultado estético com um bom movimento e harmonia.7/3/2013 38
  • 39. Ter suportes adequados é condição determinante para todo lojista, porém na falta de suportes feitos sob medida para seus produtos podemos sim de alguma forma buscarmos soluções engenhosas. Entre as soluções a mais fácil que se encontra em evidência é o uso de móveis na vitrina.7/3/2013 39
  • 40. Pequenos criados mudos com uma nova pintura viram uns charmosos suportes para acessórios e cosméticos, uma cômoda restaurada com gavetas abertas pode ser um convite a uma vitrina de confecção, assim como até mesmo um guarda roupa pode dar um resultado encantador. O mais importante é termos estes suportes como linha divisória entre grupos.7/3/2013 40
  • 41. Mas seu uso deve ser bemcalculado, um tempo de vidaútil controlado para que sualoja não fique conhecidacomo a loja da cômoda.Sempre uma boa restauraçãoou mesmo nova pintura énecessário antes deinserirmos este objeto avitrina.Mas lembrem-se ele está navitrina como suporte nada deenfeitinhos que só servempara desviar a atenção docliente.7/3/2013 41
  • 42. 7/3/2013 42
  • 43. 7/3/2013 43
  • 44. 7/3/2013 44
  • 45. 7/3/2013 45
  • 46. 7/3/2013 46
  • 47. Preço7/3/2013 47
  • 48. A palavra PREÇO nas vitrines é muito mais do que ela representa. Seu significado real é LEI, portanto, colocar os preços é obrigatório. Este item é muito delicado. Pode ser trabalhado de forma apresentável e organizada.7/3/2013 48
  • 49. Para facilitar, a seguir, algumas dicas de como proceder: Procure personalizar os preços. Evite os manuscritos. Preços colocados em forma de lista em placas de acrílico ou diretamente no chão dificultam a visualização e devem ser evitados, se optar por listas faça-as digitadas e bem apresentáveis. Discrimine os produtos de forma simples para que o consumidor saiba exatamente a qual produto se refere o preço.7/3/2013 49
  • 50. Em muitas lojas podemos encontrar referências técnicas sobre tecidos, cores desconhecidas, formas de lavagem. Isto cria dificuldades para o consumidor que geralmente, não conhece as especificações dos mesmos. Assim sendo, discrimine essas características de maneira a que possam ser identificadas nos produtos da lista. Se você optar pelas etiquetas de preços, lembre-se que as suas dimensões também são muito importantes.7/3/2013 50
  • 51. Trabalhe com tamanhos deetiquetas proporcionais aoproduto apresentado.Produtos pequenos requeremetiquetas pequenas, discretas, casocontrário, seu consumidor veráapenas o preço e não o produto davenda.Para preços altos trabalhe asopções de parcelamentoautorizadas pelo ponto de venda.Não se esqueça de colocar onúmero de parcelas no mesmopadrão do preço da parcela.O futuro comprador poderá sentir-se enganado, como númerosinvisíveis e, constrangido, nunca 7/3/2013 51mais retornar ao seu
  • 52. Alguns detalhes fazem toda a diferença7/3/2013 52
  • 53. Uma vitrina corretamente produzida é aquela vitrina que fala diretamente as expectativas de seus clientes. Isto é uma regra que todos nós sabemos de cor. E uma vitrina correta é a soma de todo os detalhes que a compõe, desde a iluminação, manequins, suportes, produ tos, etc, ou seja, uma vitrina é composta de cenas que se somam.7/3/2013 53
  • 54. Baseado nisto temos então os acabamentos como ponto nervoso de todo trabalho. Mas quando falamos em acabamento não estamos falando somente de acabamento de elementos cênicos e sim de tudo, e principalmente, dos suportes de produtos. Vamos observar estes casos que seguem. São lojas de roupas femininas que tem um excelente acabamento cênico e que pecaram em um detalhe que diz respeito ao seu próprio produto.7/3/2013 54
  • 55. Observe a foto abaixo e veja que a produção da vitrina está correta, uma vitrina muito bem composta, com elementos de composição de alta qualidade e com as proporções muito bem trabalhadas, formando uma perfeita coerência entre produto e cena.7/3/2013 55
  • 56. Porém por um detalhe fez toda a diferença: a manequim está com uma roupa maravilhosa, que não deve ser barata, mas está descalça !7/3/2013 56
  • 57. O acabamento de toda roupa são os acessórios e entre eles, o de maior destaque são os calçados, mesmo que sua loja não venda este produto, é fundamental que existam alguns pares para compor os manequins, quem produz uma vitrina com tamanho esmero e deixa o manequim descalço comete um erro, deixando a vitrina com um resultado final comprometido.7/3/2013 57
  • 58. Vitrina correta. Proporção, produção das peças, criatividade e acabamento. Em todos os detalhes a vitrina foi bem trabalhada. Vamos colocar aqui o uso dos calçados nos manequins como regra imutável de vitrina, pois sem eles estamos cometendo um dos maiores erros do vitrinismo o DESLEIXO.7/3/2013 58
  • 59. Caprichar nos detalhes faz toda a diferença7/3/2013 59
  • 60. O que diferencia uma boa vitrina da outra é a idéia, a luz e principalmente os seus detalhes de produção dos produtos. Ë muito comum observarmos grandes propostas de vitrinas que deixam a desejar enquanto resultado por pequenos detalhes. Como por exemplo, a sutileza de um sapato, ou mesmo a falta de charme na colocação de um acessório.7/3/2013 60
  • 61. 7/3/2013 61
  • 62. Uma simples maquiagem que é colocada simetricamentedistribuída confere a vitrina leveza e harmonia. Deixa asbalas dos batons todas do mesmo tamanho, parecetolice, mas você verá que no final não é.7/3/2013 62
  • 63. Isto tudo pode parecer bobagem, mas no conjunto da cena é de fundamental necessidade. Não podemos produzir super-vitrinas apenas colocando os produtos aleatoriamente. O bom senso na colocação de cada item faz toda a diferença entre ser ou não profissional. Aquele detalhe que deve de maneira sutil passear pelos nichos internos da loja, unificando uma informação externa é quase que sempre esquecido em muitas lojas.7/3/2013 63
  • 64. Veja bem, nosso trabalho deve ser sempre baseado pelos mínimos detalhes e não pelo macro. Saber utilizar um ícone correto que saliente as qualidades de cada produto é um dos detalhes mais importante para o resultado final. Se fizer uma festa na vitrina não se esqueça de observar que a7/3/2013 64 festa deve ser completa.
  • 65. Busque observar se a luz esta correta até mesmo no canto que aparentemente nada significa. Se analisarmos que a visão é a percepção humana mais importante no ponto de venda, notaremos que nossos olhos funcionam como um radar que capta tudo. E para o consumidor todos os detalhes fazem a diferença, detalhes estes que talvez ele não note em outra situação que não fosse a vitrina.7/3/2013 65
  • 66. Já observou que você mesmo já prestou atenção em um alfinete mal colocado em uma roupa de manequim? Concorda que é um objeto pequeno demais para estar em seu foco no cotidiano? Mas diante de uma vitrina, seu universo está reduzido àquele espaço, o que faz com cada detalhe faça uma enorme diferença. Capricho nos detalhes é a palavra de ordem.7/3/2013 66
  • 67. Formas diferentes e o mesmoelemento - Borboletas7/3/2013 67
  • 68. A capacidade humana de criação é algo admirável, uma única idéia toma diferentes formas na mente dos criativos. Veja o exemplo de simples elemento proposto como uma borboleta, que cria características completamente diferentes de acordo com a interpretação do artista que a executará.7/3/2013 68
  • 69. A vitrina ao lado, trabalha sua borboleta feita toda em flores e no tom branco, o que confere a mesma um ar romântico compondo em perfeita harmonia a cena proposta. Este elemento cênico (borboleta) é um dos mais usados no temaprimavera, é o que chamamos de um ícone forte, assim como coração é um forte ícone para do dia dos namorados ou mesmo das mães. Mas o que se deve notar é como mesmo sendo um elemento muito usado, suas diferentes leituras, não o tornam cansativo ou mesmo óbvio demais para não surpreender.7/3/2013 69
  • 70. Em uma inquestionável elegância temos o manequim como corpo e as asas de um azul índigo* que carrega a vitrina de luminosidade.*substância corante; para tingir de azul. 7/3/2013 70
  • 71. Mas temos ainda formas mais econômicas parasua execução e que nada deixa a desejar noresultado, como estas borboletas feitas depapel.7/3/2013 71
  • 72. Ou mesmo borboletas mais infantis que completam um singelo jardim, como na vitrina que segue.7/3/2013 72
  • 73. Já as datas efemérides são datas que comemoram as datas comerciais, ou seja: O que quero mostrar nesta apresentação é como somos capazes de reinventar a todo o momento, e esta característica é o grande segredo que um vitrinista deve ter. O de sempre olhar para os objetos reinventando e recriando diferentes possibilidades de como executá-lo. E não se iludam quanto a algumas questões, como o fato de que os ícones quase que invariavelmente são sempre os mesmos; então borboletas e flores serão sempre a base da primavera, mas o seu diferencial é como surpreender nos materiais e no design.7/3/2013 73
  • 74. Maravilhas Feitas de Papel7/3/2013 74
  • 75. Uma das habilidades vitais para ser vitrinista éa de transformar materiais relativamentesimples em obras de arte.Entre estes materiais o mais utilizado é opapel. O papel é uma matéria primamultifuncional e de infinitas possibilidades. 7/3/2013 75
  • 76. Aplicamos a quase todo momento algum elemento que tem como base o papel. Mas existem alguns profissionais que vão além da simples manipulação e mostram que o papel in natura pode oferecer resultados encantadores. Basta observar esta vitrina onde papel e luz deu uma elegância sem igual à exposição da xícara.7/3/2013 76
  • 77. Um simples material com a capacidade de agregartanto valor à exposição. Mas para que isto ocorrade maneira adequada a luz éfundamental. A luz tem papel predominante nestetipo de vitrina, onde o que mais conta ésimplicidade do material e a sombra formada pelailuminação focal. 7/3/2013 77
  • 78. Mas ele ainda pode ir além da simples base de vitrina. O papel pode ter função de suporte como na vitrina que se segue.7/3/2013 78
  • 79. Um detalhe importante: Vitrine não é estoque7/3/2013 79
  • 80. 7/3/2013 80
  • 81. Ponto Focal7/3/2013 81
  • 82. O ponto focal de uma vitrina é aquele onde está "ponto forte". O ser humano, já é fato provado, dirige o olhar sempre da mesma forma ao observar uma vitrina: da esquerda para a direita e de cima para baixo. O ponto focal da vitrina, portanto, está baseado nessas condições e divide a área (a cada 1,5 m no caso de vitrinas grandes) nos pontos onde há mais concentração de atenção por parte do observador. No caso de vitrinas com mais de 1m de comprimento, é importante manter a coerência em todo conjunto, apesar dos diversos pontos focais.7/3/2013 82
  • 83. 7/3/2013 83
  • 84. Devagar e sempre7/3/2013 84
  • 85. Ter uma boa vitrina requer investir em estrutura e suportes corretos. Mas nem sempre este investimento é possível e vemos muitos lojistas desistirem de fazer suas vitrinas por causa desta questão. Mexer em piso, fundo, suportes e iluminação são fundamentais, mas para quem ainda não pode fazer altos investimentos segue uma dica que não envolve grandes gastos, mas que faz muita diferença na estética da loja e da vitrina.7/3/2013 85
  • 86. Observe a vitrina:7/3/2013 86
  • 87. Esta vitrina contém umasérie de erros que acomprometedefinitivamente.1- Produto direto no piso.2- Visão muito aberta daloja, mostrandoinformações demais ecausando poluição.3- Diferentes padrões demanequim.4- Falta de composiçãocromática dos produtos.Nota-se que a loja mostrabastantes produtos, masnenhum salta aos olhos demaneira sedutora.Para esta loja foi adotadamedidas simples, mas queresultou em uma mudançade categoria queinfluenciou até na 7/3/2013 87
  • 88. Na falta de fundo e naimpossibilidade de construiruma grande estrutura fixa asolução encontrada foi umpainel de MDF em placas emmódulos de 45 cm cada.Desta forma construímosuma barreira, e ao mesmotempo permitindo quemestiver dentro da lojaobserve a movimentaçãoexterna. A aquisição de novosmanequins foraimprescindíveis para arevitalização da loja, e oinvestimento é dos maisinteligentes, pois omanequim vendepassivamente durante anos eelevou o padrão das roupas. 7/3/2013 88
  • 89. Limpeza do Vidro da VitrinaA limpeza dos vidros faz parte dos pesadelos dos lojistas. Mãoengordurada, sujeiras de insetos, cola de adesivos, etc...As mãos na verdade representa um sucesso, mas o resto é sujeiramesmo. Uma vitrina jamais deve estar suja e a maioria dos produtosexistentes no mercado não servem adequadamente ao propósito dedeixar seu vidro 100% limpo.1 copo americano de água1 colher de sopa de amoníaco ( puro )2 panos bem limposComo aplicar:Misture o amoníaco à água, mergulhe o pano e passe circularmentepelo vidro em espaços pequenos, na seqüência passe no mesmo sentidoo pano limpo e seco. Esta receita além de manter seu vidrolimpo, serve para carpetes, estofados e tudo mais que necessite serlimpo. Mas tome cuidado para não inspirar, pois o amoníaco é tóxico eo mais correto é tomar um copo de leite após trabalhar com estasubstância.7/3/2013 89
  • 90. A vitrina e as cidades longes dos grandes centros Vitrina é realmente o maior impulsionador de compras. E este dado é p a qualquer localidade, seja a cidade do tamanho que for. Mas tudo tem solução. O importante é ficar claro que uma boa vitrina, é uma obrigação que o lojista tem com seu consumidor. Vamos fazer uma lista dos maiores problemas encontrados nas vitrinas 1- Pé direito baixo 2- Falta de uma boa iluminação 3- Modelos de manequins desatualizados 4- Ambientações improvisadas 5- Produto muito baixo 6- Produto nas paredes da vitrina 7- Excesso de produtos Esta é uma pequena lista de algumas falhas encontradas.7/3/2013 90
  • 91. As soluções: 1- Aumentar o pé direito 2- Projetar um bom sistema de iluminação 3- Trocar os manequins 4- Ousar na ambientação da vitrina 5- Colocar seus produtos em suportes 6- Deixar as paredes das vitrinas livres 7- Deixar vazios entre grupos de produtos7/3/2013 91
  • 92. 7/3/2013 92
  • 93. São usados exaustivamente. Os problemas mais comuns relativos à manutenção de um manequim são quedas, riscos, trincas, acúmulo de sujeiras e maquiagem, e estragos no seu suporte de sustentação.7/3/2013 93
  • 94. Algumas medidas básicas de cuidado com os protagonistas das encenações de moda nas lojas: 1. Tenha um local adequado para guardar seus manequins. Existem embalagens próprias para armazená-los, caso não tenha envolva-os com um pano ou plástico - bolha. 2. Tome o cuidado de ao guardá-los, envolver seus dedos com pano ou plástico bolha. 3. Coloque uma tampa própria sobre os rostos, e ainda envolva-os com várias7/3/2013 camadas de pano ou plástico bolha. Os 94
  • 95. CRIATIVIDADE! Como ser criativo?7/3/2013 95
  • 96. 7/3/2013 96
  • 97. 7/3/2013 97
  • 98. 7/3/2013 98
  • 99. Contatos: vicente@carvalhodesign.biz No facebook: Vicente Carvalho Blog: www.razoesparaacreditar.com7/3/2013 99