Expansão da educação nos países
da América Latina:
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Expansão educacional versus desigualdade educacional
• Expansão das oportunidades escolares versus igualdade de acesso ⇨ a...
Objetivo
• Calcular e analisar a desigualdade educacional entre grupos
para a população de 8 a 20 anos, em quinze países l...
Escopo
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• População alvo: crianças e adolescentes com idade entre 8
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Metodologia
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Idade
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Distribuição (%) das crianças de 8 a 20 anos de idade
por escolaridade materna
Source: IPUMS, 70s-00s.
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Expansão da educação nos países da américa latina uma análise da tendência da desigualdade educacional entre 1970 e 2000

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IPC-IG Research Seminar Series. July, 2013
IPC Researcher Clarissa Guimarães presented her working paper about the expansion of the educational systens in Latin American countries. The study is authored by Clarissa Guimarães Rodrigues, Rachel Durham and Bilal Barakat

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  • Bom,porquenósutilizamosestamedida de desigualdade?Resposta: Osprimeirosestudossobredesigualdadeeducacionalutilizaram o desvio-padrão dos anos de estudoparamedir a dispersao. No entanto, esta é umamedida de desigualdadeabsoluta.Emgeral, a literaturaque tem trabalhado com desigualdadenadistribuição do alcanceeducacional, utiliza a métrica do Gini. No entanto, o Giniseriainapropriadopara o nossoestudopor, pelomenos, duasrazões:Emprimeirolugar, comoestoutrabalhando com umapopulaçãoemidade escolar, osestudantes se encontramemdiferentespontosaolongo da trajetóriaeducacional. Nestecaso, nós, obviamente, nuncadeveríamosesperarquetodostenham o mesmoníveleducacional. Necessariamentevaihaveralgumadesigualdadenestadistribuição, pois as criançasmaisvelhasterãoalcançado, emmédia, níveismaiselevados de ensinocomparadosaosmaisnovos. No caso do Gini, a igualdadeseriaalcançadaapenas se todososindivíduostivessem um nível de escolaridadeque fosse igual à média.Emsegundolugar, KL é umamétrica superior quando o objetivo é obter a desigualdade entre gruposaoinvés da desigualdade intra-grupo. Porexemplo, se euquerocomparar a desigualdadeeducacional do grupo A (rico) com o grupo B (pobre), ambos podemter o mesmonível de desigualdade, porém o grupo A serianiveladoparacima e o grupo B niveladoparabaixo (exemploextremo: todososricos com o nívelmáximo de escolaridade e todosospobres com o nívelmínimo). Aoutilizar KL, teremosapenasumamedidasíntese da diferença entre ambas as distribuições, e estamedidasóseriaigual a 0 (perfeitaigualdade) se as duasdistribuiçõesfossemidênticas (sobreposiçãoperfeita). KL é maisflexívelporquepodemoscompararosgrupos de comparação com qualquerdistribuição de referência, semhavernecessidade de se compararapenas com a linhaigualitária. Implicitamente, a desigualdadecalculadaaquilevaemcontanaoapenas o acesso à escola, mas tambémosresultados do fluxo escolar. Entradatardia, repetenciaouabandono escolar estaorepresentadosnadistribuicao. Quantomaior a defasagem, mais a distribuiçãoestarádeslocadapara a esquerda, aumentando, assim, a desigualdadeeducacional.
  • Expansão da educação nos países da américa latina uma análise da tendência da desigualdade educacional entre 1970 e 2000

    1. 1. Expansão da educação nos países da América Latina: uma análise da tendência da desigualdade educacional entre 1970 e 2000 Clarissa Guimarães Rodrigues Rachel Durham Bilal Barakat Seminário da Diretoria de Estudos Sociais do IPEA Brasília, 25 de julho de 2013 1
    2. 2. Breve histórico da expansão educacional na AL • Início do século XIX: massificação da educação era vista como uma importante questão política para a independência dos países. • Período pós-colonial: não havia mais o interesse, por parte da classe dominante, de massificar a educação. Ideologias aristocráticas consideravam a educação como um privilégio dos ricos, e a pobreza era vista como um resultado da inabilidade inata. • Outros fatores como: instabilidade política, déficits orçamentários crônicos, parca perspectiva de mobilidade social e elevadas taxas escolares reduziam a percepção dos benefícios de longo prazo trazidos pela educação. • No final do século XIX, movimentos em direção à escolarização em massa aconteceram nos países latino americanos mais prósperos: Chile, Argentina e Costa Rica. • Apenas no final do século XX, a universalização da educação primária foi alcançada em praticamente todos os países da região da AL. 2
    3. 3. 3 0 20 40 60 80 100 120 140 160 1900 1910 1920 1930/5 1940/5 1950/5 1960 1970 1980 1990 2000 Taxadeescolarizaçãobruta(em%) Argentina Brasil Chile Costa Rica Mexico Nicaragua Peru Uruguai Venezuela Gráfico 1. Taxa de escolarização bruta no ensino primário, 1900-2000 Fonte: Frankema (2009). Breve histórico da expansão educacional na AL
    4. 4. • Ao longo do século XX, um conjunto de políticas e reformas educacionais adotadas nos países latino americanos favoreceram a expansão do acesso à educação:  Elevação da educação compulsória;  Aumento no número de vagas escolares;  Aumento no % do PIB gasto com educação;  Implementação de programas de transferência de renda condicionados na frequência escolar. • Como resultado, avanços foram notados em vários indicadores educacionais, como a redução na taxa de analfabetismo, aumento nas matrículas do ensino primário e secundário, redução do hiato entre homens e mulheres no acesso ao sistema de ensino, aumento dos anos médios de estudo, entre outros. 4 Breve histórico da expansão educacional na AL
    5. 5. Expansão educacional versus desigualdade educacional • Expansão das oportunidades escolares versus igualdade de acesso ⇨ a expansão se dá via inclusão de crianças e adolescentes com piores condições socioeconômicas no sistema de ensino. Logo, a expansão/massificação reduz as desigualdades de acesso. • Expansão das oportunidades escolares versus igualdade na distribuição da escolaridade (distribuição da população em idade escolar de acordo com as séries/níveis de ensino alcançados) ⇨ a igualdade na distribuição vai depender da eficiência interna do sistema de ensino, motivação do aluno, incentivos familiares, etc.. Logo, a expansão/massificação não necessariamente reduz as desigualdades na distribuição. • Pergunta: • Em que medida a expansão das oportunidades escolares reduziu a desigualdade na distribuição do alcance educacional da população em idade escolar com distintos níveis socioeconômicos? 5
    6. 6. Objetivo • Calcular e analisar a desigualdade educacional entre grupos para a população de 8 a 20 anos, em quinze países latino americanos, ao longo de 1970 e 2000; • Verificar o timing e o padrão da redução da desigualdade entre os países da AL. Contribuições: • Os resultados podem nos mostrar como os diferentes grupos populacionais foram capazes de aproveitar o crescimento das oportunidades educacionais; • Ao identificar o timing e padrão da tendência de redução da desigualdade educacional, os resultados podem evidenciar os efeitos de políticas que tiveram como objetivo aumentar a escolaridade da população; 6
    7. 7. Escopo • Análise da tendência ao longo do tempo:1970 a 2000. • População alvo: crianças e adolescentes com idade entre 8 e 20 anos. • Desigualdade entre grupos definidos pela escolaridade materna (proxy do nível socioeconômico). • Fonte de dados: IPUMS. • Países: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, México, Nicarágua, Panamá, Peru, Porto Rico, Uruguai e Venezuela. 7
    8. 8. Metodologia 8
    9. 9. Metodologia • Desigualdade entre grupos definidos pela escolaridade materna: • Desigualdade medida na distribuição da educação, dada pelo grau escolar alcançado: 1. Sem escolaridade; 2. Primário incompleto; (Brasil: 1º ciclo do EF incompleto) 3. Primário completo; (Brasil: 1º ciclo do EF completo) 4. Primeiro ciclo do ensino secundário completo; (Brasil: 2º ciclo do EF completo) 5. Segundo ciclo do ensino secundário completo ou mais. (Brasil: EM completo ou +) 9 Grupo (população com idade entre 8 e 20 anos) Definição R: Referência Mães com ensino secundário completo ou mais C1: Comparação 1 Órfãos ou mães ausentes no domicílio C2: Comparação 2 Mães sem escolaridade ou ensino fundamental incompleto C3: Comparação 3 Mães com ensino fundamental completo
    10. 10. Defasagem idade-série por escolaridade materna 10 0 1 2 3 4 5 6 7 Órfãos e ausência da mãe no domicílio Mães com fundamental incompleto Mães com fundamental completo Mães com secundário completo ou mais Defasagemidade-sérieemanos Argentina 70 Argentina 01 Chile 70 Chile 02 Venezuela 71 Venezuela 01 Brasil 70 Brasil 00 Fonte dos dados básicos: IPUMS.
    11. 11. 11
    12. 12. 12 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 Percentual Idade Estrutura Etária Observada Padrão 0 5 10 15 20 25 30 35 40 Sem escolaridade Primário incompleto Primário completo Primeiro ciclo do ensino secundário completo Segundo ciclo do ensino secundário completo ou + Distribuição da população de 8 a 20 anos por nível educacional Observada Padronizada Padronização da distribuição educacional (ilustração)
    13. 13. RESULTADOS 13
    14. 14. PAÍSES COM BAIXA DESIGUALDADE EDUCACIONAL RELATIVA: ARGENTINA, CHILE, COSTA RICA, PORTO RICO, PERU E URUGUAI 14
    15. 15. Argentina 1970, 1980, 1991 e 2001 15 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 Total Homem Mulher 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 DesigualdadedeKullback-Leibler Fonte: Elaboração própria. Referência vs. Comparação 1 Referência vs. Comparação 2 Referência vs. Comparação 3 Referência variável Referência fixa em 2001
    16. 16. Chile 1970, 1982, 1992, 2002 16 DesigualdadedeKullback-Leibler Fonte: Elaboração própria. Referência vs. Comparação 1 Referência vs. Comparação 2 Referência vs. Comparação 3 Referência variável Referência fixa em 2002 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 Total Male Female 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060
    17. 17. PAÍSES COM MÉDIA DESIGUALDADE EDUCACIONAL RELATIVA: BOLÍVIA, COLÔMBIA, EQUADOR, MÉXI CO, PANAMÁ, VENEZUELA, EL SALVADOR 17
    18. 18. Colômbia 1973, 1985, 1993, 2005 18 DesigualdadedeKullback-Leibler Fonte: Elaboração própria. Referência vs. Comparação 1 Referência vs. Comparação 2 Referência vs. Comparação 3 Referência variável Referência fixa em 2005 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2005 0204060 Total Male Female 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2005 0204060 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2005 0204060 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2005 0204060 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2005 0204060 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2005 0204060
    19. 19. Venezuela 1971, 1981, 1990, 2001 19 DesigualdadedeKullback-Leibler Fonte: Elaboração própria. Referência vs. Comparação 1 Referência vs. Comparação 2 Referência vs. Comparação 3 Referência variável Referência fixa em 2001 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 Total Male Female 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060
    20. 20. PAÍSES COM ALTA DESIGUALDADE EDUCACIONAL RELATIVA: BRASIL E NICARÁGUA 20
    21. 21. Brasil 1970, 1980, 1991, 2000 21 DesigualdadedeKullback-Leibler Fonte: Elaboração própria. Referência vs. Comparação 1 Referência vs. Comparação 2 Referência vs. Comparação 3 Referência variável Referência fixa em 2000 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 Total Male Female 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060
    22. 22. Nicarágua 1970, 1990, 2000, 2010 22 DesigualdadedeKullback-Leibler Fonte: Elaboração própria. Referência vs. Comparação 1 Referência vs. Comparação 2 Referência vs. Comparação 3 Referência variável Referência fixa em 2010 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2005 0204060 Total Male Female 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2005 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2005 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2005 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2005 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2005 0204060 1970 T: 72.8 H: 71.7 M: 73.8 1970 T: 76.6 H: 79.8 M: 72.6
    23. 23. Considerações finais • Os resultados mostram uma tendência regional de redução da desigualdade educacional ao longo dos últimos 40-50 anos; • Tendência similar para meninos e meninas; • Como esperado, o declínio foi mais acentuado nos grupos de crianças com mães menos escolarizadas. • Convergência dos índices de desigualdade na década de 2000. • Resultados evidenciam um processo de mobilidade educacional intergeracional: a distribuição da educação das crianças com mães menos escolarizadas está se aproximando da distribuição da educação das crianças com mães mais escolarizadas. • Agenda: procurar fazer o link entre as políticas educacionais implementadas no período e os resultados encontrados. 23
    24. 24. Obrigada! clarissa.rodrigues@ipc-undp.org 24
    25. 25. Costa Rica 1973, 1984, 2000 25 DesigualdadedeKullback-Leibler Fonte: Elaboração própria. Referência vs. Comparação 1 Referência vs. Comparação 2 Referência vs. Comparação 3 Referência variável Referência fixa em 2001 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 Total Male Female 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060
    26. 26. Peru 1993, 2007 26 DesigualdadedeKullback-Leibler Fonte: Elaboração própria. Referência vs. Comparação 1 Referência vs. Comparação 2 Referência vs. Comparação 3 Referência variável Referência fixa em 2007 1994 1996 1998 2000 2002 2004 2006 0204060 Total Male Female 1994 1996 1998 2000 2002 2004 2006 0204060 1994 1996 1998 2000 2002 2004 2006 0204060 1994 1996 1998 2000 2002 2004 2006 0204060 1994 1996 1998 2000 2002 2004 2006 0204060 1994 1996 1998 2000 2002 2004 2006 0204060
    27. 27. Porto Rico 1970, 1980, 1990, 2000 27 DesigualdadedeKullback-Leibler Fonte: Elaboração própria. Referência vs. Comparação 1 Referência vs. Comparação 2 Referência vs. Comparação 3 Referência variável Referência fixa em 2000 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 Total Male Female 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060
    28. 28. Uruguai 1975, 1985, 1996, 2006 28 DesigualdadedeKullback-Leibler Fonte: Elaboração própria. Referência vs. Comparação 1 Referência vs. Comparação 2 Referência vs. Comparação 3 Referência variável Referência fixa em 2000 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2005 0204060 Total Male Female 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2005 0204060 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2005 0204060 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2005 0204060 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2005 0204060 1975 1980 1985 1990 1995 2000 2005 0204060
    29. 29. Bolívia 1976, 1992, 2001 29 DesigualdadedeKullback-Leibler Fonte: Elaboração própria. Referência vs. Comparação 1 Referência vs. Comparação 2 Referência vs. Comparação 3 Referência variável Referência fixa em 2001 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 Total Homem Mulher 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060
    30. 30. Equador 1974, 1982, 1990, 2001 30 DesigualdadedeKullback-Leibler Fonte: Elaboração própria. Referência vs. Comparação 1 Referência vs. Comparação 2 Referência vs. Comparação 3 Referência variável Referência fixa em 2001 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 Total Male Female 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060
    31. 31. El Salvador 1992, 2007 31 DesigualdadedeKullback-Leibler Fonte: Elaboração própria. Referência vs. Comparação 1 Referência vs. Comparação 2 Referência vs. Comparação 3 Referência variável Referência fixa em 2007 1995 2000 2005 0204060 Total Male Female 1995 2000 2005 0204060 1995 2000 2005 0204060 1995 2000 2005 0204060 1995 2000 2005 0204060 1995 2000 2005 0204060
    32. 32. Mexico 1970, 1990, 2000, 2010 32 DesigualdadedeKullback-Leibler Fonte: Elaboração própria. Referência vs. Comparação 1 Referência vs. Comparação 2 Referência vs. Comparação 3 Referência variável Referência fixa em 2010 1970 1980 1990 2000 2010 0204060 Total Male Female 1970 1980 1990 2000 2010 0204060 1970 1980 1990 2000 2010 0204060 1970 1980 1990 2000 2010 0204060 1970 1980 1990 2000 2010 0204060 1970 1980 1990 2000 2010 0204060
    33. 33. Panamá 1970, 1980, 1990, 2000 33 DesigualdadedeKullback-Leibler Fonte: Elaboração própria. Referência vs. Comparação 1 Referência vs. Comparação 2 Referência vs. Comparação 3 Referência variável Referência fixa em 2000 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 Total Male Female 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060 1970 1975 1980 1985 1990 1995 2000 0204060
    34. 34. 34 Distribuição da população com idade entre 8 e 20 anos, por nível educacional, 1970-2000 Fonte: Elaboração própria com base nos dados do IPUMS, 1970- 2000. ARGENTINA BRASIL CHILE COLOMBIA VENEZUELA
    35. 35. 35 Padronização da distribuição educacional (ilustração) Idade pis pi wi População padrão População observada Fator de ponderação 8 7.69 8.64 1.12 9 7.69 8.77 1.14 10 7.69 8.90 1.16 11 7.69 8.69 1.13 12 7.69 8.42 1.09 13 7.69 8.09 1.05 14 7.69 8.02 1.04 15 7.69 7.54 0.98 16 7.69 7.42 0.96 17 7.69 7.13 0.93 18 7.69 6.46 0.84 19 7.69 6.10 0.79 20 7.69 5.81 0.76 Idade Sem escolaridade Primário incompleto Primário completo Primeiro ciclo do ensino secundário completo Segundo ciclo do ensino secundário completo ou + Total 8 0.12 99.88 0.00 0.00 0.00 100 9 0.11 99.89 0.00 0.00 0.00 100 10 0.18 99.82 0.00 0.00 0.00 100 11 0.17 98.94 0.89 0.00 0.00 100 12 0.12 43.67 56.20 0.00 0.00 100 13 0.18 5.58 94.24 0.00 0.00 100 14 0.14 1.84 96.78 1.21 0.03 100 15 0.17 0.73 62.13 36.96 0.00 100 16 0.11 0.62 26.41 70.99 1.86 100 17 0.23 0.59 13.72 64.13 21.34 100 18 0.18 0.40 11.47 41.23 46.72 100 19 0.25 0.94 10.54 21.67 66.60 100 20 0.25 0.79 9.94 12.97 76.05 100 Total 2.21 453.70 382.33 249.16 212.61 1300 Distribuição observada 0.17 34.90 29.41 19.17 16.35 100 Idade Sem escolaridade Primário incompleto Primário completo Primeiro ciclo do ensino secundário completo Segundo ciclo do ensino secundário completo ou + Total 8 0.11 88.93 0.00 0.00 0.00 89 9 0.09 87.62 0.00 0.00 0.00 88 10 0.16 86.27 0.00 0.00 0.00 86 11 0.15 87.58 0.79 0.00 0.00 89 12 0.11 39.90 51.35 0.00 0.00 91 13 0.17 5.31 89.61 0.00 0.00 95 14 0.13 1.76 92.82 1.16 0.03 96 15 0.17 0.75 63.39 37.71 0.00 102 16 0.12 0.64 27.38 73.60 1.93 104 17 0.25 0.63 14.80 69.19 23.02 108 18 0.22 0.47 13.66 49.09 55.64 119 19 0.32 1.18 13.29 27.33 83.99 126 20 0.33 1.05 13.16 17.17 100.69 132 Total 2.32 402.10 380.25 275.24 265.29 1325 Distribuição padronizada 0.18 30.93 29.25 21.17 20.41 102
    36. 36. Distribuição (%) das crianças de 8 a 20 anos de idade por escolaridade materna Source: IPUMS, 70s-00s. 36 BRASIL

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