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Hp12 c lição 4-1

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  • 1. TAXA INTERNA DE RETORNO e AMORTIZAÇÕESAgora vamos abordar uma outra modalidade de cálculo que também é utilizadapara o retorno de investimentos. Em geral, vamos trabalhar como fluxo de caixa,ou seja, a capacidade de um dado negócio gerar caixa, ou seja, dinheiro. Aquestão que se deseja resolver é se um determinado investimento, dado o seurisco, valerá a pena quando confrontado com o investimento livre de risco.Por exemplo, consideremos que você tenha uma determinada quantia dedinheiro guardada há anos e que este dinheiro, investido, renda 10% ao ano. Esuponhamos que, para valer a pena, e confrontado com o risco, seja desejávelque o novo investimento, de risco, deva trazer pelo menos um retorno de 20%a.a.Consideremos a seguinte tabela (tabela A)Ano Fluxo de Caixa (Cash Flow -> tecla CF) Em milhares de Reais0 -7001 -2002 303 2204 5005 800
  • 2. Será que este investimento vale a pena, considerando uma taxa de desconto de20% ?Vamos aos cálculos:- observe sempre que a tecla chama a função em azul na tecla digitada. ; limpar os registradores ; entre com o valor 700 e troque o sinal (change sign)para negativo ; estamos ativando a função azul CF0, ou seja cash flow (fluxo decaixa) no momento inicial, zero (0) ; entramos agora com -200 ; que significa o cash flow j (fluxo de caixa), no momento seguinte,ou próximo fluxo de caixa ; valor de fluxo de caixa positivo, finalmente ; próximo fluxo CFj ; valor de 220 positivo ; próximo fluxo
  • 3. ; valor de 500 positivo ; próximo fluxo ; valor de 800 positivo ; próximo fluxo ; informar a taxa de desconto, como taxa de juros desejadaAgora vamos ativar as funções valor presente líquido (NPV), que em inglês é NetPresent Value e em português, e taxa interna de retorno, que em inglês é IRR(Internal Return Rate), que nós chamamos de TIR (Taxa Interna de Retorno).Estas teclas são ativadas pelo função ; NPV Valor Presente LíquidoEntão vamos lá: ; IRR, Taxa Interna de RetornoSiga o Filmete da Tabela A para ver o resultadoVeja que o Valor Presente Líquido deu negativo e que a taxa interna de retornoficou abaixo de 20. Se nos atermos estritamente a estes valores, podemosconsiderar que este investimento talvez não valha a pena. Porém, podemosconsiderar outros fatores. Por exemplo, se estamos prevendo uma queda muitogrande na SELIC e que mesmo os melhores investimentos livres de risco passarãoa render bem menos do que 10% e que o seu negócio pode ser favorecido por umcenário de juros baixos, podemos considerar talvez fazer ajustes no seu projetoque poderiam dar, por exemplo, algo como a nova tabela abaixo, e que não soaria
  • 4. absurdo. Será que agora o investimento valerá a pena considerando novas basese estimativas ?Siga o filmete da Tabela B para ver o resultadoAno Fluxo de Caixa (Cash Flow -> tecla CF) Em milhares de Reais0 -7001 02 1003 3204 6005 900N 15Que tal ? Valeria a pena ?E Vamos agora avaliar um caso muito comum quando consideramosuma decisão de investimento:Suponhamos que compramos uma sala comercial pelo valor de R$ 200.000,00 eque iremos alugá-la pelos próximos três anos nos seguintes valores previstos:Ano 1: R$ 1.300,00 a.m.Ano 2: R$ 1.400,00 a.m.Ano 3: R$ 1.500,00 a.m.E que o Valor de Venda previsto da Sala, daqui a três anos, seja: R$ 240.000,00
  • 5. E uma Taxa de Oportunidade Mensal: 1% a.m.Acompanhe o Filmete C e veja o resultado:TECLA AMORTNesta seção, a última função que iremos estudar será aquela referente à teclaAMORT. A HP 12C possui uma série de outras funções, que iremos listarbrevemente no final deste curso, mas que extrapolam os objetivos destetreinamento, ou seja, o de ensinar a usar a HP 12C como uma ferramenta paraoperações do dia a dia. Funções estatísticas podem ser encontradas nestacalculadora e também em vários outros programas, como é o caso do Excel, ououtras calculadoras específicas para cálculos estatísticos. Os verdadeiros amantesda HP 12C vão provavelmente querer explorar todas as funções disponíveis, mastais aplicações podem ser encontradas em outros cursos específicos e serencontradas em outras ferramentas mais eficientes.Vamos então à TECLA AMORTNeste exemplo, vamos considerar um financiamento postecipado, de R$10.000,00 em 6 meses, e com taxa de juros de 2,0%. ; limpar registradores ; financiamento postecipado ; valor do financiamento, ou seja, R$10.000,00 ; 2.0% é a taxa de juros ; 6 prestações
  • 6. ; encontramos o valor da prestaçãoValor da prestação = R$ 1.785,26 ; vamos aplicar a função AMORT na primeira parcelaVemos que R$ 200,00 é o valor dos juros pagos nesta prestação ; R$ 1.585,26 é a amortização ; chamamos o resultado do PV atual, já com uma amortização deparcela. Com isto temos o saldo devedor.Saldor Devedor: R$ 8.414,74Note que embora você tenha pego R$ 10.000,00 emprestados e pago R$ 1.785,26o saldo devedor é maior do que simples subtração de R$ 1.785,26 de R$10.000,00.Veja como fica o Saldo Devedor, mês a mês:2º mês - 6.797,77; valor para liquidação da dívida, após pagar a segundaprestação3º mês – 5.148,47; valor para liquidação da dívida, após pagar a terceiraprestação4º mês – 3.466,18; valor para liquidação da dívida, após pagar a quarta prestação5º mês – 1.750,24; valor para liquidação da dívida, após pagar a quinta prestação6º mês – 0,0; dívida foi quitada, após pagar a sexta prestação
  • 7. Se você reiniciar este problema e digitar ; qual o saldo devedorapós pagar três prestações ?Veja que este valor pode ser encontrado na tabela acima, digitando mês a mês.Na prática, o credor não devolve o valor integral efetivo dos juros, bem como deoutras taxas (TAC) e impostos (IOF), que são custos embutidos em operações deempréstimo e que não serão descontados. Aqui entramos na seara danegociação e cálculo efetivo do desconto, uma matéria mais avançada. Vocêpoderá usar a ferramenta, contudo, para verificar se o desconto oferecido estámuito distante da taxa efetiva que foi cobrada na contratação do empréstimo.Procure agora realizar os exercícios propostos e procure exercitar osconhecimentos adquiridos em situações do mundo real. Com o passar do tempovocê irá descobrir que existem outros custos embutidos além dos juros e que asnegociações envolvem fatores adicionais que introduzirão complicadoresadicionais nos cálculos da vida real. No entanto, estes conhecimentos permitemdescobrir as taxas reais cobradas, que quase sempre diferem daquilo que épropagandeado.