Desenvolvimento de jogos: Fio Condutor 2,3 E 4

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Franco lo prestti seminério, linguagens código, imaginário, representação, vocabulário, lógica, canal viso-motor, canal áudio-fonético, áudio-mental, processo-tarefa, semiótica, charles piercing, cognição, metacognição, aceleração cognitiva, análise espectral das variáveis, jogo, reabilitação coginitiva, assinatua cognitiva, desenvolvimento de linguagem, crivo paradigmático, crivo geral, crivo sintagmático, fio condutor, elaboração dirigida

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Desenvolvimento de jogos: Fio Condutor 2,3 E 4

  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO DISCIPLINA : NEUROPEDAGOGIA E INFORMÁTICA Aluna: Monica Rebello Ottati Rio de Janeiro Outubro de 2007 Jogo
  2. 2. Construção de estórias. Material O jogo idealizado pela aluna Simone é composto de um cenário atemporal com elementos (personagens e “tabuleiro”). Objetivo Que a criança construa uma estória com início , meio e fim. Versão 2 – Mediação para a construção da regra O mediador auxilia a criança, através de perguntas, a elaborar um estória começando a utilizar o cenário e os personagens. Caso ela não consiga, o mediador pode ajudar o raciocínio através de questionamento do tipo: quem você quer que comece a estória? / o que ele estará fazendo ? / onde você quer colocá-lo? Versão 3 – Construção da regra com objetos manipuláveis A estória proposta pela criança será contada novamente, porém, o mediador atua estimulando que a mesma encontre novos elementos no cenário e/ou personagens que não foram anteriormente usados. A criança é estimulada a criar regras ( Ex. fazendo grupos). A intervenção do mediador, fazendo novas perguntas pode ser necessária. Versão 4 – Elaboração Dirigida O mediador utiliza do vocabulário do universo da criança ( usados na estória) para direcioná-la a atingir os objetivos propostos. Nesta versão, poderão ser utilizadas 3 alternativas de intervenção: A) a criança age e interpreta B) a criança age e não interpreta C) ela não age e não interpreta

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