Consequencias das Mudanças ClimáTicas, Alexandra Pedro CTT 09
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Consequencias das Mudanças ClimáTicas, Alexandra Pedro CTT 09 Consequencias das Mudanças ClimáTicas, Alexandra Pedro CTT 09 Presentation Transcript

    • Trabalho realizado por:
    • Alexandra Pedro Nº91
    • CTT.09.12
  • Mudanças climáticas
    • As mudanças climáticas são alterações que ocorrem no clima geral, de maneira natural ou por acções dos seres humanos. Estas alterações são verificadas através de registos científicos apurados durante o passar dos anos. Entretanto, desde o fim do século XX, estações meteorológicas do mundo detectaram um rápido crescimento.
  • Consequências das mudanças climáticas
    • As mudanças climáticas têm várias consequências como:
    • Aumento do nível dos oceanos e derretimento do gelo;
    • Crescimento e surgimento de desertos;
    • Aumento de furacões, tufões e ciclones;
    • Ondas de calor;
    • Seca e fome;
    • Doenças;
    • Catástrofes naturais .
  • Aumento do nível dos oceanos e derretimento do gelo
    • O derretimento dos pólos é o aquecimento devido ao efeito estufa está a levar ao ar mais quente e húmido na Antárctida, depositando lá humidade em forma de neve, e aumentando assim o gelo. Os cientistas afirmam que o aumento de temperatura possa derreter as calotes polares e fazer com que o nível do mar aumente de 30 a 100 centímetros em cem anos. Os países mais preocupados são as nações insulares, como Cuba, que calculou um ritmo de crescimento de 2.7 centímetros por década para o nível do mar.
  • Crescimento e surgimento de desertos
    • O crescimento e surgimento de desertos deve-se ao aumento da temperatura que provoca a morte de várias espécies animais e vegetais, desequilibrando vários ecossistemas. Somado ao desamamento que vem ocorrendo, principalmente em florestas de países tropicais como o Brasil e países africanos, a tendência é aumentar cada vez mais as regiões desérticas do planeta Terra.
  • Aumento de furacões, tufões e ciclones
    • O aumento de furacões, tufões e ciclones deve-se ao aumento da temperatura que faz com que ocorra maior evaporação das águas dos oceanos, potencializando estes tipos de catástrofes climáticas.
  • Ondas de calor
    • As ondas de calor devem-se às regiões de temperaturas amenas que sofrem com as ondas de calor. No verão europeu, por exemplo, tem se verificado uma intensa onda de calor, provocando até mesmo mortes de idosos e crianças.
  • Seca e fome
    • As modificações nos padrões de chuva e de solenização de corpos de água originariam mudanças profundas na conservação, no uso do solo e na distribuição de espécies vegetais. Com isso à o risco de haver surtos de fome locais e desnutrição tanto a nível humano como de outras espécies, causadas por distúrbios climáticos, havendo um efeito devastador unido às condições sócio económicas de pobreza e desigualdade.
  • Doenças
    • Na saúde a população será afectada por o aumento de doenças relacionadas com as mudanças bruscas da temperatura e de doenças infecciosas como a cólera e a malária.
  • Catástrofes naturais
    • Com o aumento dos fenómenos meteorológicos extremos aumenta também o risco de catástrofes naturais como os furacões, deslizamentos de terra e inundações que afectam as pessoas de forma particularmente dura nas regiões em que faltam serviços de protecção civil e sistemas de alerta.
  • Consequências nos diferentes sectores sócio económicos
    • Recursos hídricos e pescas:
    • - Menor quantidade água disponível; - Pior qualidade das águas fluviais ; - Os nossos rios internacionais são afectados, pois os espanhóis precisão de reter mais água. O Sado e Guadiana podem perder 60% de escoamento anual e o Tejo 30%; - Aumento da temperatura superficial do mar; - Alterações nos recursos pesqueiros.
    • Zonas costeiras:
    • - Subida do nível médio do mar, aproximadamente 50 centímetros e aumento da erosão costeira, sobretudo marés vivas ; - Intrusão salina; - Alto e muito alto risco em 67% da nossa zona costeira, onde se concentra a maior parte da população portuguesa .
    • Saúde humana:
    • - Aumento de doenças associadas a ondas de calor; diminuição de doenças ligadas ao excesso de frio; - Aumento de doenças por poluição do ar e de alergias; - Surtos de doenças transmitidas pela água e alimentos como a febre tifóide, salmoneloses, toxinas associadas com mariscos e cianobactérias; - Surtos de doenças transmitidas por vectores, sobretudo insectos como a malária, dengue, febre amarela, doença de Lyme, febre escaronodular e encefalites.
    • Agricultura e florestas:
    • - Mudanças no tipo de culturas devido à escassez de água para irrigação e readaptação a novos períodos de cultivo; - Aumento de pragas, doenças e infestantes, tanto na floresta como na agricultura; - Aumento acentuado de incêndios; - Redução da produtividade florestal; - Perda de biodiversidade.
    • Energia:
    • - Forte aumento das necessidades de arrefecimento em edifícios e transportes, com maior recurso ao ar condicionado; - Alguma diminuição das necessidades de aquecimento no Inverno; - Mais custo de conservação em equipamentos públicos, devido aos fenómenos climáticos extremos (estradas, aeroportos, coberturas, etc.); - Aumento geral dos gastos energéticos à escala nacional e individual ; - À força de tanto calor, haverá uma corrida aos ares condicionados: subirá a factura energética, o orçamento familiar, o contributo nacional para o efeito de estufa, a poluição.
  • Conclusão
    • As consequências resultantes das alterações climáticas são muito vastas e poder-se-ão traduzir, a título exemplificativo e de acordo com a Agência Europeia do Ambiente (AEA), em:
    • – Aumento do nível do mar, com a probabilidade de submersão de zonas baixas;
    • – Degelo dos glaciares;
    • – Alterações do ciclo hidrológico e dos padrões normais de precipitação, com consequentes cheias e
    • secas;
    • – Alterações na ocorrência de situações climáticas extremas, em particular de temperaturas muito
    • elevadas.