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Vigilancia Epidemiologica - parte02

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Vigilância Epidemiológica - parte 02

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  • 1. EPIDEMIOLOGIA Parte - 02 PROFa. MSc. PROFa. MSc. MARISE RAMOS DE SOUZA
  • 2. 1 - COLETA DE DADOS
  • 3. Coleta de Dados A VE desencadeia suas atividades a partir da ocorrência de um evento sanitário caso(s) suspeito(s) ou confirmado(s) de doença sob vigilância. vigilância. A coleta de dados ocorre em todos os níveis (municipal, estadual e federal). federal). A força e valor da informação dependem da qualidade e fidedignidade com que a mesma é gerada. gerada.
  • 4. Tipos de Dados Morbidade; mortalidade, dados demográficos, socioeconômicos e ambientais; notificação de surtos e epidemias.
  • 5. Fontes de Dados a) Notificação compulsória de doenças. b) Resultados de exames laboratoriais. c) Declarações de óbitos. d) Maternidades (nascidos vivos). e) Hospitais e ambulatórios.
  • 6. Fontes de Dados f) Investigações epidemiológicas. g) Estudos epidemiológicos especiais. h) Sistemas sentinelas. i) Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. j) Imprensa e população, dentre outros.
  • 7. 2- INVESTIGAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA
  • 8. Investigação Epidemiológica Consiste em um estudo de campo realizado a partir de casos (clinicamente declarados ou suspeitos) e de portadores, com o objetivo de avaliar a ocorrência, do ponto de vista de suas implicações para a saúde coletiva. coletiva. Deve conduzir: conduzir: confirmação do diagnóstico; diagnóstico; determinação das características epidemiológicas da doença; doença; identificação das causas do fenômeno; fenômeno; orientação sobre as medidas de controle adequadas. adequadas.
  • 9. PREFEITURA DE ALGOINHAS - 2006 39 - O trabalho de campo, realizado a partir de casos notificados (clinicamente declarados ou suspeitos) e seus contatos, e que tem como objetivos identificar a fonte e o modo de transmissão, os grupos expostos a maior risco, os fatores determinantes, confirmar o diagnóstico e determinar as principais características epidemiológicas, é chamado, segundo o Guia de Vigilância Epidemiológica, de: (A) busca ativa; (B) visita domiciliar; *(C) *(C) investigação epidemiológica; (D) vacinação em massa; (E) pesquisa de comunicantes.
  • 10. Prefeitura de Betim - 2007 Quanto às investigações epidemiológicas de campo, podemos afirmar, EXCETO: a) É um método utilizado na ocorrência de casos isolados de epidemias. b) É um estudo de campo a partir de casos declarados e suspeitos e de portadores. c) Quando utilizada, sempre que possível, deve conduzir à confirmação do diagnóstico. *d) É um método utilizado com pouca freqüência em casos de doenças transmissíveis.
  • 11. 3 - PROCESSAMENTO E ANÁLISE DE DADOS
  • 12. Processamento e Análise de Dados Os dados colhidos são consolidados (ordenados de acordo com as características das pessoas, lugar, tempo etc.) em tabelas, gráficos, mapas da área em estudo, fluxos de pacientes e outros. Essa disposição fornecerá uma visão global do evento, permitindo a avaliação de acordo com as variáveis de tempo, espaço e pessoas (quando? onde? quem?) e de associação causal (por que?) e deverá ser compara da com períodos semelhantes de anos anteriores. anteriores. É importante lembrar que, além das freqüências absolutas, o cálculo de indicadores epidemiológicos (coeficientes de incidência, prevalência, letalidade e mortalidade) deve ser realizado para efeito de comparação. comparação.
  • 13. 4 - DECISÃO-AÇÃO DECISÃO-
  • 14. Decisão- Decisão-Ação Após a análise dos dados, deverão ser definidas imediatamente as medidas de prevenção e controle mais pertinentes à situação. situação. Deve ser feito no nível mais próximo da ocorrência do problema, para que a intervenção seja mais oportuna e, conseqüentemente, mais eficaz. eficaz.
  • 15. 5 - NORMATIZAÇÃO
  • 16. NORMATIZAÇÃO Normas técnicas capazes de uniformizar procedimentos e viabilizar a comparabilidade de dados e informações.
  • 17. 6 -RETROALIMENTAÇÃO DO SISTEMA
  • 18. Retroalimentação do Sistema É a devolução de informações aos notificantes das análises resultantes dos dados coletados e das medidas de controle adotadas. adotadas.
  • 19. O Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAN)
  • 20. O Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SINAN) Criado, em 1990 É um subsistema do SUS, baseado na informação-decisão- informação-decisão-controle de doenças e agravos específicos. específicos. Principais objetivos: Elaborar; Recomendar; avaliar as medidas de controle; planejamento.
  • 21. Prefeitura de Betim - 2007 O conjunto articulado de instituições do setor público e privado, componente do SUS, que, direta ou indiretamente, notifica doenças e agravos, presta serviços a grupos populacionais ou orienta a conduta a ser tomada para o controle dos mesmos, faz parte do: *a) Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica. b) Sistema Nacional de Informações em Saúde. c) Sistema Nacional de Informações do SUS. d) Sistema Nacional de Vigilância Sanitária.
  • 22. Prefeitura Municipal de Glória do Goitá - PE Concurso Público 2008 – http://www.asperhs.com.br 19.Identifique qual o sistema que é alimentado, 19. principalmente, pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos que constam da lista nacional de doenças de notificação compulsória, mas é facultado a estados e municípios incluir outros problemas de saúde importantes em sua região: região: a) SIM b) SINASC *c) SINAN d) SIAB e) N.D.A.
  • 23. Notificação compulsória É a comunicação da ocorrência de determinada doença ou agravo à saúde, feita à autoridade sanitária por profissionais de saúde ou qualquer cidadão, para fim de adoção de medidas de intervenção pertinentes. pertinentes.
  • 24. Deve- Deve-se notificar a simples suspeita da doença, sem aguardar a confirmação do caso, que pode significar perda de oportunidade de adoção das medidas de prevenção e controle indicadas. indicadas. A notificação tem que ser sigilosa, só podendo ser divulgada fora do âmbito médico sanitário em caso de risco para a comunidade, sempre se respeitando o direito de anonimato dos cidadãos. cidadãos.
  • 25. • NOTIFICAÇÃO NEGATIVA É a notificação da Não-ocorrência de doenças de notificação compulsória na área de abrangência da unidade de saúde.
  • 26. Limitações de sistemas baseados em notificações Subnotificação / Supernotificação Preenchimento incompleto * Se a rotina utilizada na vigilância é consistente, os dados vão indicar tendências apesar da subnotificação
  • 27. Critérios para seleção de doenças e agravos prioritários à vigilância epidemiológica: a) Magnitude: Aplicável a doenças de elevada freqüência Magnitude: que afetam grandes contingentes populacionais. Traduz-se populacionais. Traduz- pela incidência, prevalência, mortalidade, anos potenciais de vida perdidos. perdidos. b) Potencial de disseminação: disseminação: Expressa- Expressa-se pela transmissibilidade da doença. doença. c) Transcendência: Tem sido definida como um conjunto de Transcendência: características apresentadas por doenças e agravos, de acordo com a sua especificidade clínica e epidemiológica, destacando-se: destacando-se: severidade, relevância social e econômica. econômica. d) Vulnerabilidade Vinculada a instrumentos específicos de prevenção e controle, que permitem a atuação concreta e efetiva dos serviços de saúde sobre indivíduos ou coletividades. coletividades.
  • 28. Além desses quatro critérios, ainda podem ser relacionados: relacionados: e) Compromissos internacionais f) Ocorrência de emergências de saúde pública, epidemias e surtos
  • 29. Secretaria de Estado da Saúde Concurso Público (Edital SEA/SAE 018/2006) http://ses.fepese.ufsc.br 55. As doenças de notificação compulsória, para todo o território nacional, compõem o Sistema Nacional de 55. Agravos Notificáveis (SINAN). Os parâmetros para a inclusão de doenças e agravos na lista de notificação (SINAN). compulsória devem obedecer a alguns critérios, dentre eles cita-se: magnitude, potencial de disseminação, cita-se: transcendência, vulnerabilidade, ocorrência de epidemias, surtos e agravos à saúde. saúde. De acordo com os conceitos relativos a esta temática, correlacione as colunas abaixo. abaixo. (1) Magnitude. Magnitude. (2) Potencial de disseminação. disseminação. (3) Transcendência. Transcendência. (4) Vulnerabilidade. Vulnerabilidade. (5) Ocorrência de epidemias, surtos e agravos à saúde. saúde. ( 3 ) Expressa-se por características subsidiárias que conferem relevância especial à doença ou agravo, Expressa- destacando-se: destacando-se: severidade, relevância social e relevância econômica. econômica. ( 1 ) Aplicável a doenças de elevada freqüência que afetam grandes contingentes populacionais e se traduzem por altas taxas de incidência, prevalência, mortalidade em anos potenciais de vida perdidos. perdidos. ( 4 ) Medida pela disponibilidade concreta de instrumentos específicos de prevenção e controle da doença, propiciando a atuação efetiva dos serviços de saúde sobre os indivíduos e a coletividade. coletividade. ( 5 ) São situações emergenciais que impõem a notificação imediata de todos os casos suspeitos, com o objetivo de delimitar a área de ocorrência, elucidar o diagnóstico e deflagar medidas de controle aplicáveis. aplicáveis. ( 2 ) Representado pelo elevado poder de transmissão da doença por meio de vetores ou outras fontes de infecção, colocando sob risco a saúde coletiva. coletiva. A seqüência correta, de cima para baixo, é: correta, ( ) 1, 4, 2, 1, 3. ( X ) 3, 1, 4, 5, 2. ( ) 4, 1, 3, 5, 2. ( ) 4, 5, 2, 1, 3. ( ) 5, 2, 4, 3, 1.
  • 30. Definição de caso com propósito de vigilância Eles podem ser classificados como: a) Caso suspeito Pessoa cuja história clínica e epidemiológica, sintomas e possível exposição a uma fonte de infecção/contaminação sugerem estar desenvolvendo ou em vias de desenvolver alguma doença. b) Caso confirmado Pessoa ou animal de quem foi isolado e identificado o agente etiológico ou de quem foram obtidas outras evidências epidemiológicas ou laboratoriais da presença do agente etiológico. A confirmação do caso está condicionada, sempre, à observância dos critérios estabelecidos, para a sua definição, pelo sistema de vigilância. c) Caso descartado Pessoa que não preenche os critérios de confirmação e compatibilidade; ou para a qual é diagnosticada outra patologia que não aquela que se está apurando.
  • 31. Ficha individual de notificação (FIN) É preenchida para cada paciente quando da suspeita da ocorrência de problema de saúde de notificação compulsória (Portaria SVS/MS nº 5, de 21 de fevereiro de 2006) de interesse nacional, estadual ou municipal e encaminhada, pelas unidades assistenciais, aos serviços responsáveis pela informação e/ou vigilância epidemiológica. Este mesmo instrumento é utilizado para notificação negativa.
  • 32. Ficha individual de investigação (FII) Roteiro de investigação, distinto para cada tipo de agravo, que deve ser utilizado, preferencialmente, pelos serviços municipais de vigilância ou unidades de saúde capacitados para realização da investigação epidemiológica. Esta ficha, permite levantar dados que possibilitam a identificação da fonte de infecção e dos mecanismos de transmissão da doença. Os dados, gerados nas áreas de abrangência dos respectivos estados e municípios, devem ser consolidados e analisados, considerando aspectos relativos à organização, sensibilidade e cobertura do próprio sistema de notificação e das atividades de vigilância epidemiológica.
  • 33. Portaria MS/GM nº 5, DE 21 DE FEVEREIRO DE 2006 Lista Nacional de Agravos de Notificação Compulsória I. Botulismo II. Carbúnculo ou Antraz III. Cólera IV. Coqueluche V. Dengue VI. Difteria VII. Doença de Creutzfeldt - Jacob VIII. Doenças de Chagas (casos agudos) IX. Doença Meningocócica e outras Meningites X.Esquistossomose (em área não endêmica) XI. Eventos Adversos Pós-Vacinação XII.Febre Amarela XIII. Febre do Nilo Ocidental XIV. Febre Maculosa XV. Febre Tifóide XVI. Hanseníase XVII. Hantavirose XVIII. Hepatites Virais XIX. Infecção pelo vírus da imunodeficiência humana – HIV em gestantes e crianças expostas ao risco de transmissão vertical
  • 34. XX. Influenza humana por novo subtipo (pandêmico) XXI. Leishmaniose Tegumentar Americana XXII. Leishmaniose Visceral continuação XXIII.Leptospirose XXIV. Malária XXV. Meningite por Haemophilus influenzae XXVI. Peste XXVII.Poliomielite XXVIII.Paralisia Flácida Aguda XXIX.Raiva Humana XXX.Rubéola XXXI.Síndrome da Rubéola Congênita XXXII. Sarampo XXXIII. Sífilis Congênita XXXIV. Sífilis em gestante XXXV. Síndrome da Imunodeficiência Adquirida - AIDS XXXVI. Síndrome Febril Íctero-hemorrágica Aguda XXXVII. Síndrome Respiratória Aguda Grave XXXVIII. Tétano XXXIX. Tularemia XL. Tuberculose XLI. Varíola
  • 35. ANEXO II continuação Doenças e Agravos de notificação imediata I. Caso suspeito ou confirmado de: a) Botulismo b) Carbúnculo ou Antraz c) Cólera d) Febre Amarela e) Febre do Nilo Ocidental f) Hantaviroses g) Influenza humana por novo subtipo (pandêmico) h) Peste i) Poliomielite j) Raiva Humana l) Sarampo, em indivíduo com história de viagem ao exterior nos últimos 30 (trinta) dias ou de contato, no mesmo período, com alguém que viajou ao exterior m) Síndrome Febril Íctero-hemorrágica Aguda n) Síndrome Respiratória Aguda Grave o) Varíola p) Tularemia
  • 36. Doenças e Agravos de notificação imediata II. Caso confirmado de: a) Tétano Neonatal III. Surto ou agregação de casos ou de óbitos por: a) Agravos inusitados b) Difteria c) Doença de Chagas Aguda d) Doença Meningocócica e) Influenza Humana IV. Epizootias e/ou morte de animais que pode preceder a ocorrência de doenças em humanos: a) Epizootias em primatas não humanos b) Outras epizootias de importância epidemiológica
  • 37. ANEXO III continuação Resultados laboratoriais devem ser notificados de forma imediata pelos Laboratórios de Saúde Pública dos Estados (LACEN) e Laboratórios de Referência Nacional ou Regional I. Resultado de amostra individual por: a) Botulismo b) Carbúnculo ou Antraz c) Cólera d) Febre Amarela e) Febre do Nilo Ocidental f) Hantavirose g) Influenza humana por novo subtipo (pandêmico) h) Peste i) Poliomielite j) Raiva Humana l) Sarampo m) Síndrome Respiratória Aguda Grave n) Varíola o) Tularemia II. Resultado de amostras procedentes de investigação de surtos: a) Agravos inusitados b) Doença de Chagas Aguda c) Difteria d) Doença Meningocócica e) Influenza Humana
  • 38. TRF – Rio de Janeiro - 2003 Fundação Euclides da Cunha 10) São de notificação compulsória, em todo território nacional, além da cólera, da raiva humana e da dengue, as doenças: * A) sarampo, rubéola e tuberculose; B) sarampo, hipertensão e meningite; C) sarampo, diabetes e meningite; D) hipertensão, diabetes e meningite; E) hepatite A e hipertensão.
  • 39. FESP-RJ - Escola de Governo 2007 40. Dentre as doenças citadas abaixo, aquela que está dispensada de notificação compulsória é a: A) tuberculose *B) pneumonia C) meningite D) hanseníase E) poliomielite
  • 40. Secretaria de Estado da Saúde Concurso Público (Edital SEA/SAE 018/2006) http://ses.fepese.ufsc.br 53. O Ministério da Saúde define notificação como a ação de comunicação 53. da ocorrência de determinada doença ou agravo à saúde que pode ser feita à autoridade competente pelos profissionais de saúde ou qualquer outro cidadão para fins de adoção de medidas de intervenção pertinentes. pertinentes. Em relação a essa temática, assinale a alternativa incorreta. incorreta. ( ) A notificação deve seguir um processo dinâmico, Variável em função de mudanças no perfil epidemiológico, dos resultados obtidos com as ações de controle e da disponibilidade de novos conhecimentos específicos. específicos. ( ) O Estado e o município podem adicionar na lista de doenças que compõem o Sistema Nacional de Agravos Notificáveis - SINAN outras patologias de interesse regional ou local, desde que justificada a sua necessidade e definidos os mecanismos operacionais correspondentes de notificação. notificação. ( X ) Toda notificação deve ser divulgada para o público geral, no momento da ocorrência do evento. evento. ( ) É a principal fonte de dados da vigilância epidemiológica. epidemiológica. ( ) A eficiência da vigilância epidemiológica está diretamente relacionada ao conhecimento e conscientização dos profissionais de saúde. saúde.
  • 41. Secretaria de Estado da Saúde Concurso Público (Edital SEA/SAE 018/2006) http://ses.fepese.ufsc.br 54. A busca ativa de casos faltosos é uma atividade 54. dentro da vigilância epidemiológica que possibilita interferir diretamente no estado de saúde da pessoa envolvida. envolvida. Em relação a essa temática, assinale a alternativa incorreta. incorreta. ( X ) A busca ativa se restringe a um domicílio. domicílio. ( ) O profissional assume o papel de investigador. investigador. ( ) Deve-se neste momento processar e analisar os Deve- dados. dados. ( ) Possibilita a elaboração de um plano de tratamento adequado. adequado. ( ) Contribui para a determinação da magnitude. magnitude.

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