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Salas de Recursos Multifuncionais
 

Salas de Recursos Multifuncionais

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Salas de Recursos Multifuncionais:

Salas de Recursos Multifuncionais:
oferta do atendimento educacional especializado – AEE.

RIO VERDE – GOIÁS
Junho de 2010

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    Salas de Recursos Multifuncionais Salas de Recursos Multifuncionais Presentation Transcript

    • RIO VERDE – GOIÁS Junho de 2010
    • Salas de Recursos Multifuncionais: oferta do atendimento educacional especializado – AEE Professora: Jacira Gomes de Oliveira Souza
    • Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB - (Lei 9394/96): ⇒ LDB (Capítulo V) → trata especificamente dos direitos dos ‘educandos portadores de necessidades especiais’ (Art. 58) à educação preferencialmente nas escolas regulares; ⇒ institui o dever do Estado de estabelecer os serviços, recursos e apoios necessários para garantir escolarização de qualidade para esses estudantes, assim como estabelece o dever das escolas de responderem a essas necessidades, desde a educação infantil (Art. 3o.);
    • Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica - CNE 02/2001: Têm como objetivo orientar os sistemas educacionais acerca da educação de aluno(a)s com necessidades educacionais especiais na sala comum das escolas da rede regular e oferecer subsídios para a constituição das diversas modalidades de atendimento (atendimento especializado, hospitalar e domiciliar) ao estudante com deficiência; Em seu Art. 2º, as Diretrizes (MEC/SEESP 2001a) estabelecem que: Os sistemas de ensino devem matricular todos os alunos, cabendo às escolas organizar-se para o atendimento aos educandos com necessidades educacionais especiais, assegurando as condições necessárias para uma educação de qualidade para todos.
    • Educação Inclusiva • Fundamenta-se na concepção de direitos humanos, para além da igualdade de oportunidades. • Define-se pela garantia do direito de todos à educação e pela valorização das diferenças sociais, culturais, étnicas, raciais, sexuais, físicas, intelectuais, emocionais, lingüísticas e outras. • Tem como objetivo alterar a estrutura tradicional da escola fundamentada em padrões de ensino homogêneo e critérios de seleção e classificação.
    • “Escolas regulares com orientação inclusiva constituem os meios mais eficazes de combater atitudes discriminatórias criando comunidades acolhedoras, construindo uma sociedade inclusiva e alcançando educação para todos.” Declaração de Salamanca - 1994
    • Inclusão A concepção da inclusão educacional expressa o conceito de sociedade inclusiva, aquela que não elege, classifica ou segrega indivíduos, mas que modifica seus ambientes, atitudes e estruturas para tornar-se acessível a todos.
    • RESOLUÇÃO CEE N. 07, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2006 estabelece normas e parâmetros para a educação inclusiva educação especial no sistema de ensino educativo de Goiás e dá outras providências. Art. 1º A educação inclusiva é o processo social, pedagógico, cultural , filosófico estético e político de ações educativas, pedagógicas e administrativas voltadas para a inclusão, o acesso, a permanência, o sucesso e a terminalidade de todos alunos na rede de ensino, especialmente àqueles com deficiência, com transtornos globais do desenvolvimento e com altas habilidades/superdotação. §1º As escolas devem incluir todas as pessoas independente de ... §2º A educação escolar é um direito humano fundamental, ... §3º A educação especial se insere no âmbito da educação inclusiva.
    • RESOLUÇÃO CEE N. 07, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2006 Art. 5º O estabelecimento de ensino ao receber o aluno com deficiência ou com transtornos globais de desenvolvimento ou com altas habilidades/superdotação deve realizar avaliação circunstanciada ou diagnóstico devidamente endossado por profissionais de áreas especializadas, de suas necessidades educacionais especiais com o objetivo de buscar e propiciar apoio e recursos necessários à aprendizagem. Art.6º O aluno que necessitar de atenção individualizada nas atividades cotidianas, recursos ou ajudas intensos e contínuos, adaptações curriculares significativas, que a escola não consiga prover, deve ser atendido, preferencialmente,por professor de apoio no local onde desenvolve sua vida acadêmica ou em salas de recursos com estrutura para o atendimento educacional especializado, e/ou,ainda, em escolas especiais, públicas ou privadas, que complementem o ensino regular ou façam atendimento educacional especializado com vistas à terminalidade da vida acadêmica.
    • INCLUIR É LEI. • RECUSAR UM ALUNO COM DEFICIÊNCIA , SEGUNDO A LEI FEDERAL 7.853, DE 24/10/89,EM SEU ART.8, É CRIME. • A LDB TAMBÉM PREVÊ A INCLUSÃO • DE PESSOA COM DEFICIÊNCIA NA REDE PÚBLICA DE ENSINO.
    • Objetivos da Política Nacional de Educação Especial,na Perspectiva Inclusiva Assegurar a inclusão escolar de alunos com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, orientando os sistemas de ensino para : garantir o acesso de todos os alunos ao ensino regular (com participação, aprendizagem e continuidade nos níveis mais elevados de ensino Oferecer o AEE Formar professores para o AEE e demais professores para a inclusão Prover acessibilidade arquitetônica,nos transportes, nos mobiliários, comunicações e informação Estimular a participação da família e da comunidade Promover a articulação intersetorial na implementação das políticas públicas educacionais
    • 1-ACESSO A educação deve ser promovida visando ao pleno desenvolvimento da pessoa e seu preparo para a cidadania, o que pressupõe a convivência na diversidade, em ambiente que represente a sociedade como ela é, composta de pessoas com e sem deficiência. Eugênia Augusta Gonzaga Fávero(2004)
    • Salas de Recursos Multifuncionais As Salas de Recursos Multifuncionais são espaços localizados nas escolas de educação básica onde se realiza o Atendimento Educacional Especializado – AEE. Elas são constituídas de mobiliários, materiais didáticos, recursos pedagógicos e de acessibilidade e equipamentos específicos e de professores com formação para realizar o AEE.
    • Sala de Recursos Multifuncionais - SRM • As SRM são espaços físicos localizados nas escolas públicas de educação básica,específicos para o atendimento aos alunos, em turno contrário ao que freqüentam a escola comum. • É um espaço da escola, sendo de responsabilidade do diretor e da comunidade escolar a conservação, a organização e a administração do mesmo.
    • O Professor da Sala de Recursos Multifuncionais - SRM Atribuições • Identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias, considerando as necessidades específicas dos alunos de forma a construir um plano de atuação para eliminá-las. • Reconhecer as habilidades do aluno: ao identificar certas necessidades do aluno, o professor de AEE reconhece também as suas habilidades e a partir de ambas traça o seu plano de atendimento. • Produzir materiais tais como: transcrição de textos, adequação de materiais didático-pedagógicos, ampliação de textos, gravação de textos, entre outros.
    • Tipos de salas • O Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Especial, criou o Programa de Implantação de Salas de Recursos Multifuncionais – SRM, instituído pela Portaria n. 13 de 24 de abril de 2007. O Programa tem como finalidade a disponibilização dessas Salas e visa apoiar as redes públicas de ensino na organização e na oferta do AEE. • Salas do tipo 1 e tipo 2.
    • Salas de Recursos Multifuncionais É um espaço organizado preferencialmente em escolas comuns das redes de ensino. Pode atender às escolas próximas AEE Atendimento Educacional Especializado (2008)
    • Alunos atendidos • Alunos com deficiência: aqueles com impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual ou sensorial que podem ter obstruída/dificultada sua participação plena e efetiva na sociedade diante de barreiras que esta lhes impõem, ao interagirem em igualdade de condições com as demais pessoas (ONU, 2006). • Alunos com transtornos globais do desenvolvimento: aqueles que apresentam um quadro de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações sociais, na comunicação ou estereotipias motoras. Incluem-se nessa definição alunos com autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Rett, transtorno desintegrativo da infância (psicose infantil) e transtornos invasivos sem outra especificação (MEC/SEESP, 2008). • Alunos com altas habilidades/superdotação: estes alunos devem ter a oportunidade de participar de atividades de enriquecimento curricular desenvolvidas no âmbito de suas escolas em interface com as instituições de ensino superior, institutos voltados ao desenvolvimento e promoção da pesquisa, das artes, dos esportes, entre outros.
    • Sala de Recursos Multifuncionais Equipamentos e materiais para alunos com cegueira
    • Decreto nº 6.571, de 17 de setembro de 2008, que Dispõe sobre o Atendimento Educacional Especializado • Art.1º A União prestará apoio técnico e financeiro aos sistemas públicos de ensino dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, na forma deste Decreto, com a finalidade de ampliar a oferta do atendimento educacional especializado aos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, matriculados na rede pública de ensino regular; • § 1º Considera-se Atendimento Educacional Especializado o conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos organizados institucionalmente, prestado de forma complementar ou suplementar à formação dos alunos no ensino regular; • Art. 9º Admitir-se-á, a partir de 1º de janeiro de 2010, para efeito da distribuição dos recursos do FUNDEB, o cômputo das matrículas dos alunos da educação regular da rede pública que receberem atendimento educacional especializado, sem prejuízo do cômputo dessas matrículas na educação básica regular.
    • AEE em Língua Portuguesa para alunos com surdez AEE em Comunicação aumentativa e alternativa - CAA
    • Atuação do professor na SRM Aluno aprendendo a usar um recurso óptico na sala de recursos multifuncionais. Professor do AEE ensinando ao aluno com cegueira a usar o leitor de Prancha de comunicação produzida tela. pelo professor do AEE para uso em sala de aula comum.
    • Critérios para solicitação das SRM • Ter matrículas de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento ou altas habilidade/ superdotação registradas no Censo Escolar/MEC/INEP; • disponibilizar professores com formação para realizar o AEE; • ter espaço físico para instalação dos equipamentos e recursos da SEM; • As Secretarias Municipais e Estaduais de Educação devem ter aderido ao compromisso TODOS PELA EDUCAÇÃO e devem apresentar suas demandas por meio do Plano de Ações Articuladas – PAR para que possam solicitar e receber as SRM.
    • • 1º - O Professor de Recursos toma conhecimento das dificuldades do aluno no contexto escolar.
    • • 2º - O Professor do Recursos identifica os diversos aspectos relacionados ao desenvolvimento e a aprendizagem do aluno, os quais podem ou não estar associados à natureza das suas dificuldades.
    • • Quais as potencialidades do aluno para aprendizagem e para interação na sala de aula? • Qual é a natureza de sua dificuldade ? • • Será necessário o uso de instrumentos ou auxiliá- recursos para auxiliá-lo na sua aprendizagem?
    • • Em que situações em sala de aula o aluno demonstra maior interesse e se envolve na atividade? • Em que situações ele demonstra maior agitação e falta de atenção e concentração?
    • 3º - Elaboração do Plano de AEE Resulta das escolhas do professor quanto aos recursos, equipamentos, apoios mais adequados para que possam eliminar as barreiras que impedem o aluno de ter acesso ao que lhe é ensinado na sua turma da escola garantindo- comum, garantindo-lhe a participação no processo escolar e na vida social em geral.
    • Funções do Professor de Recursos • Organizar situações que favoreçam o desenvolvimento do aluno; • Produzir materiais didáticos e pedagógicos, tendo em vista as necessidades específicas desses alunos; • Promover a inclusão e interação do aluno na sala de aula do ensino regular.
    • Áreas de Atendimento • 1ª Área: Comunicação e Códigos. Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS); Português para surdos; Sistema Braille/Soroban; Linguagem oral e Leitura/Escrita. 2ª Área: Funções Mentais Superiores (FMS)
    • • 3ª Área: Enriquecimento Curricular – 4ª Área: Tecnologias Assistivas Comunicação aumentativa e alternativa; Acessibilidade ao computador (ou Informática acessível); Orientação e mobilidade; Adequação postural; Órteses e próteses; Atividades de vida diária, entre outras.
    • • 5ª Área: Arte Artes cênicas; Artes plásticas; Música; Dança; Literatura (poesia e prosa) e outros
    • Obs.: Nos CAEEs • O AEE oferecido pelos CAEEs deverá ocorrer no contra-turno (da escola regular) contra- com carga horária mínima semanal correspondente a um período escolar, acompanhado por cronograma de distribuição elaborado pelo centro.
    • O encaminhamento dos alunos: Equipe multiprofissional da Subsecretaria em concordância com o grupo gestor, professor de recursos e família.
    • grupo; Atendimento individual ou em grupo Agrupamentos por área; Grupos de, no máximo, 6 alunos.
    • • Os alunos deverão ser avaliados processualmente de forma sistematizada em registros diários e análises em parceria com os demais profissionais envolvidos. • Nos casos de alunos que necessitarem de atendimento clínico, os CAEEs poderão viabilizá-los por meio de parcerias com outras políticas públicas (saúde, cidadania e outras).
    • Caso de Roberto Roberto apresenta deficiência intelectual e uma leve deformidade no crânio, provavelmente originada durante o parto. Ele tem 13 anos e cursa o quarto ano em uma escola pública. Roberto vive numa instituição para crianças/adolescentes órfãos. Ele se encontra em estágio inicial do desenvolvimento da linguagem escrita. Nas atividades de leitura e escrita, apresenta comportamento que ora oscila entre um interesse maior e um interesse menor por tais atividades. Roberto apresenta dificuldade de concentração, permanecendo um curto espaço de tempo interessado pelas atividades.
    • Em sala de aula apresenta uma agitação permanente, mas manifesta grande interesse por jogos, e apresenta uma sagacidade particular para compreender regras de jogo e delas se beneficiar para ser o vencedor. Do ponto de vista motor, ele apresenta dificuldade em sua marcha e, ao andar, arrasta os pés sem flexionar os joelhos. Na motricidade fina, apresenta dificuldades no traçado das letras e no desenho. Na escrita do nome próprio ele faz tentativas de copiar seu nome.
    • Roberto apresenta uma linguagem oral bem articulada, e certa facilidade em se expressar e compreender o que lhe é solicitado. Ele se relaciona bem com os colegas e com a professora e é bastante ligado a dois colegas da turma, os quais ele diz que são seus irmãos.
    • • Esclarecimento do caso (detalhes); • Encontro com a professora regente; • Observações do aluno em sala de aula e nas dependências da escola; • Avaliações na sala de recursos multifuncional ou no espaço indicado para a efetivação do AEE; • Identificação e resolução do caso (conclusão após as etapas anteriores), o que resulta no: • PLANO DE AEE de Roberto.
    • Objetivos: superação das dificuldades motoras, evolução conceitual e desenvolvimento da atenção e da concentração. Atividades do Plano Desenvolvimento da capacidade grafomotora e da motricidade ampla: Atividades de desenho, pintura e o uso de diferentes instrumentos como suporte para sua expressão gráfica (p. ex.,computador), massa de modelar, construção de maquetes...
    • Desenvolvimento de conceitos – desenhar, jogo simbólico, dramatização, pintura, música, jogo da memória, associação de imagens e palavras, contato com variados gêneros textuais. Atenção e concentração – Jogos educativos diversos. Oralidade – Relatos orais, registro oral de passeios, visitas, atividades de dramatização e brincadeiras livres...
    • Devemos garantir - A proposta do AEE no PPP da escola; A interlocução entre o Professor de Recursos e o Professor Regente.
    • “A MENTE QUE SE ABRE PARA UMA NOVA IDÉIA JAMAIS VOLTARÁ AO SEU TAMANHO ORIGINAL.” Albert Eisntein
    • CENSO ESCOLAR E A POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Orientações Bloco - Cadastro de Escola - A escola que tem matrícula de alunos com deficiência, com transtornos globais do desenvolvimento, com altas habilidades/superdotação em classe comum do ensino regular e na sala de recursos multifuncional da própria escola deve marcar, no item 37, a opção sala de recursos multifuncional, bem como, no item 44, a opção Não exclusivamente. - A escola que tem matrícula de alunos com deficiência, com transtornos globais do desenvolvimento, com altas habilidades/superdotação em classe comum do ensino regular e estes alunos freqüentam a sala de recursos multifuncional de outra escola, não deve marcar, no item 37, a opção sala de recursos multifuncional; e deve marcar, no item 44, a opção Não oferece. - A escola ou instituição especializada, pública ou privada sem fins lucrativos, que oferece atendimento educacional especializado complementar aos alunos com deficiência e com transtornos globais do desenvolvimento, com matrícula em classe comum do ensino regular, deve marcar o item 44.
    • Bloco – Cadastro de Docente em Regência de Classe, Auxiliar de Educação Infantil e Profissional/Monitor de Atividade Complementar. O professor que atua na sala de recursos multifuncional deve marcar, no item 27, a opção Docente. Bloco – Cadastro do Aluno - A escola deve cadastrar todos os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento ou altas habilidades/superdotação matriculados em classes comuns, preenchendo todos os itens do cadastro do aluno. - A escola deve marcar, no item 29, a opção Sim para registrar os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento ou altas habilidades/superdotação. - A escola deve marcar, no item 29 a, a opção referente ao tipo de deficiência, transtorno global do desenvolvimento ou altas habilidades/superdotação.
    • Bloco – Cadastro da Turma A escola com matrícula na Sala de Recursos Multifuncional, para a oferta da modalidade complementar, deve: - Preencher, no item nome da turma, Atendimento Educacional Especializado - AEE. - Preencher, no item horário de funcionamento, o horário de inicio e final das atividades do turno. - Preencher, quando houver oferta de AEE nos dois turnos, um cadastro para a turma de AEE do horário matutino e outro para a turma do vespertino. - Marcar, no item Tipo de Atendimento, a opção Atendimento Educacional Especializado. - Marcar, no item freqüência semanal, o número de vezes que os alunos freqüentam o AEE. Cada turma de AEE pode ser constituída de um ou mais alunos, com carga horária distinta, de acordo com as necessidades específicas. - Assinalar, no item tipo de Atendimento Educacional Especializado (AEE), as opções de atendimento que são desenvolvidas com os alunos da turma. - Marcar, no item Modalidade, a opção Educação Especial.
    • O que o vento não levou Mário Quintana No fim tu hás de ver que as coisas mais leves são as únicas Que o vento não conseguiu levar: Um estribilho antigo Um carinho no momento preciso O folhear de um livro de poemas O cheiro que tinha um dia o próprio vento
    • Obrigada pela Atenção! Professora Jacira Gomes jaciragomes@pop.com.br (62) 9265 8640