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  • 1. CURRÍCULO NOS ANOS INICIAIS Profª Ms. Simone Peres E-mail: simoneperes2@yahoo.com.br 1
  • 2. Introdução• Ao longo da história o cuidado com as crianças pequenas foram entendidos como tarefas de responsabilidade familiar , paticularmente da mãe e de outras mulheres da família. Logo após o desmame, a criança era vista como um pequeno adulto e, quando atravessava o período de depêndencia de outros para ter atendidas suas necessidades físicas passava a ajudar os adultos nas atividades cotidianas, em que aprendia o básico para sua integração no meio social. 2
  • 3. Introdução• Nas classes mais privilegiadas as crianças eram vistas como objeto divino, misterioso, cuja transformação em adulto também se fazia pela direta imersão no ambiente doméstico. Não considerava-se a existência de uma identidade pessoal. 3
  • 4. Introdução O termo francês “crechè” equivale a manjedoura, presépio. O termo “asilo nido” indica um ninho que abriga. “Escola Materna” foi outra designação usada para referir-se ao atendimento de guarda e educação fora da família a crianças pequenas. As idéias de abandono, pobreza, culpa, favor e caridade impregnaram as formas precárias de atendimento a menores nesse período e por muito tempo permearam determinadas concepções acerca do que deve ser uma instituição que cuida da educação infantil, acentuando o lado negativo do atendimento fora da família. 4
  • 5. Introdução Nos séculos XV e XVI, novos modelos educacionais foram criados como consequência das transformações que acontecia em toda EUROPA. ( Mercantilismo , Absolutismo, Reforma, Contra- Reforma, Feudalismo x Capitalismo)O desenvolvimento científico, a expansão comercial e as atividades artísticas ocorridas no período do Renascimento estimularam o surgimento de novas visões sobre o universo infantil. 5
  • 6. Introdução• Erasmo de Roterdam ( 1465-1530) e Montaigne ( 1483-1553) sustentavam que a Educação deveria respeitar a natureza infantil, respeitar a natureza infantil, estimular a atividade da criança e associar o jogo à aprendizagem. 6
  • 7. Introdução• Após a Revolução Industrial , os países da Europa transformaram-se, de sociedade agrária- mercantil em urbano-manufatureira. Com estas transformações vieram também os conflitos e guerras frequentes entre as noções , com a consequência de condições adversas para a população e principalmente para o segmento infantil, já que muitas crianças eram vítimas da pobreza, abandono e maus tratos. 7
  • 8. Introdução Surgiram as “Charity Schools” ou “Dame Schools” ou “ècoles petites” criadas para atender as crianças pobres de 2 ou 3 anos, segundo o ideário dos movimentos religiosos da época desenvolviam atividades especialmente delineadas segundo o destino social da criança atendida era pensado. Não tinham uma proposta instrucional formal, embora passasem a adotar atividades de canto, de memorização de rezas ou passagens bíblicas e alguns exercícios do que poderia ser uma pré- escrita ou pré- leitura. 8
  • 9. Introdução• Acreditava-se que as crianças nasciam do pecado e que cabia à familia ou à sociedade corrigi-las desde pequenas. As rotinas diárias eram observadas com rigor, fundada na idéia de autodisciplina. 9
  • 10. Introdução COMMÊNIO (1592- 1670) afirmava que o nívelinicial de ensino era o “colo da mãe” e deveriaocorrer dentro dos lares. Em 1637 elaborou umplano de escola maternal que recomendava o uso demateriais audiovisuais, como livros de imagens,instrumentos musicais, para educar criançaspequenas. 10
  • 11. Introdução• Afirmava que o cultivo dos sentidos e da imaginação precedia o desenvolvimento do lado racional da criança.Impressões sensoriais advindas da experiência com o manuseio de objetos seriam internalizadas e futuramente interpretadas pela razão.• DIMagna 11
  • 12. Histórico da Educação Infantil no Brasil• 1ª Metade do século XIX: Não se tem muitos registro sobre a Educação de crianças menores de 6 anos.• 2ª Metade do século XIX: Época da abolição da escravatura e Proclamação da República. migração para zona urbana; abandono de crianças; desenvolvimento cultural e tecnológico; 12
  • 13. Iniciativas isoladas de proteção à infância Porquê? Grande índice de mortalidade infantil; Abandono de crianças 13
  • 14. Qual seria a solução para o momento?Criação de crechesAsilosInternatos para crianças pobres. 14
  • 15.  Final do século XIX Produto estrangeiro “O Jardim-de-infância” foi trazido para o Brasil pelos europeus - guarda de crianças pobres, abandonadas ou órfãs. Houve críticas e poucas vantagens para o desenvolvimento infantil.1875: RJ – Criação de Jardins-de-infância privados1877: SP – Criação de Jardins-de-infância privados. 15
  • 16.  1889: Cresce a preocupação com a Proteção e Assistência a Infância, então surgem várias escolas infantis.1896: SP e RJ – Jardins-de-infância públicos. Destinados a crianças pobres e com pedagogia inspirada em FROEBEL 16
  • 17. Início do século XX Aumento da industrialização e urbanização. As mães vão para a indústria em virtude dos pais estarem na lavoura; Surgem as criadeiras ou “fazedoras de anjos”. Aumento da mortalidade infantil. Escola Nova : John Dewey1905: Jardins-de-infância públicos de Belo Horizonte. 17
  • 18. 1930: Reivindicações de melhores condições de trabalho e locais para guarda e atendimento das crianças durante o trabalho das mães. Cria-se vilas operárias, clubes, creches e escolas maternais para filhos de operários. 18
  • 19. 1943: Governo de Vargas – CLT-Consolidação das Leis do Trabalho.1961: LDB-Lei de Diretrizes e Bases daEducação Nacional (4024/61)Art 23: “A Educação pré-primária destina-se aos menores de 7 anos, e seráministrada em escolas maternais e jardins-de-infância”. 19
  • 20. 1932 : Manifesto dos Pioneiros da Educação Educação pública, única, ensino ativo, laico, gratuito e obrigatório. Debate para a Renovação Pedagógica para os jardins-de-infância privados. 20
  • 21. • 1971: LDB – (5692/71) “Os sistemas velarão para que as crianças de idade inferior a 7 anos recebam educação em escolas maternais, jardins-de-infância ou instituições equivalentes”. Cresce a urbanização e o ingresso das mães de classe média no mercado de trabalho; Creche para crianças pobres ( Públicas) – Atendimento assistencialista. 21
  • 22.  Classe média (Privadas) – Propostas de desenvolvimento afetivo e cognitivo. PROCESSO SEM HARMONIA DESIGUALDADES SOCIAIS 22
  • 23. 1972: Com o aumento da demanda inicia: Municipalização da Educação Pré-escolar pública Multiplicação de creches particulares conveniadas com o governo municipal estadual e federal. Aparecimento de creches comunitárias; Aparecimento de “mães crecheiras”, creches “domiciliares” ou “creches lares”. 23
  • 24. Emenda Calmon à Constituição Federal (1982), vinculava um percentual mínimo de 25% das receitasmunicipais a gastos com o ensino em geral.1985: fim da ditadura militar1986: PND – Plano Nacional de Desenvolvimento 24
  • 25. 1988: Constituição Federal: Reconhece as creches e pré-escolas como um direito da criança, dever do Estado a ser cumprido nos sistemas de ensino. 25
  • 26.  1988:CONSTITUIÇÃO FEDERAL ESTABELECE:“O dever do Estado com a Educação Infantil será efetivado mediante a garantia de: (...) IV _ Atendimento em creche e pré-escola às crianças de 0 a 6 anos de idade (...) 26
  • 27. Determinou que 50% da aplicação obrigatória de recursos em educação fosse destinada a programas de alfabetização.Década de 90: promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente. 27
  • 28. Elaboração e promulgação da Lei , de Diretrizes e bases da Educação (9394/96): estabelece : a Educação Infantil como etapa inicial da Educação Básica.Aumenta a responsabilidade das unidades escolares.Determina que o profissional da Educação Infantil, tenha no mínimo a formação de nível médio em Magistério. 28
  • 29. Surgem Programas para atender ascrianças que não estão na escolaProjeto CurumimPrograma Rá-Tim-Bum 29
  • 30. Censo de 2000: Creches: 1.092.681 crianças matriculadas Pré-escola: 4.815.431 crianças matriculadas 30
  • 31. Alguns Documentos foram criados : RCNEI – Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. DCNEI _ Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil Resolução nº 88 de 20/08/2003. 31
  • 32. Lei nº 11.114de 16 de maio de 2005( Ensino Fundamental de nove anos) 32
  • 33. Etapa da Educação Básica Idade prevista na matrícula DuraçãoEducação Infantil Até 5 anos de idade -Creche Até 3 anos de idade -Pré-escola 4 e 5 anos de idade -Ensino Fundamental De 6 a 14 anos de idade 9 anosAnos iniciais De 6 a 10 anos de idade 5 anosAnos finais De 11 a 14 anos 4 anos
  • 34. •Parecer CNE/CEB nº 20/2009, aprovado em 11 de novembro de 2009 Revisão das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil.
  • 35. A função sociopolítica e pedagógica da Educação InfantilA função das instituições de Educação Infantil, aexemplo de todas as instituições nacionais eprincipalmente, como o primeiro espaço deeducação coletiva fora do contexto familiar, aindase inscreve no projeto de sociedade democráticadesenhado na Constituição Federal de 1988 (art.3º, inciso I), com responsabilidades nodesempenho de um papel ativo na construção deuma sociedade livre, justa, solidária esocioambientalmente orientada.
  • 36. A função sociopolítica e pedagógica da Educação Infantil Cumprir tal função significa:• Primeiro lugar - que o Estado necessita assumir sua responsabilidade na educação coletiva das crianças, complementando a ação das famílias.• Segundo lugar - creches e pré-escolas constituem-se em estratégia de promoção de igualdade de oportunidades entre homens e mulheres.
  • 37. A função sociopolítica e pedagógica da Educação Infantil• Terceiro lugar- implica assumir a responsabilidade de torná- las espaços privilegiados de convivência, de construção de identidades coletivas e de ampliação de saberes e conhecimentos de diferentes naturezas.• Quarto lugar - requer oferecer as melhores condições e recursos construídos histórica e culturalmente para que as crianças usufruam de seus direitos civis, humanos e sociais e possam se manifestar e ver essas manifestações acolhidas, na condição de sujeito de direitos e de desejos.
  • 38. A função sociopolítica e pedagógica da Educação Infantil• Quinto lugar - considerar as creches e pré- escolas na produção de novas formas de sociabilidade e de subjetividades comprometidas com a democracia e a cidadania, com a dignidade da pessoa humana, com o reconhecimento da necessidade de defesa do meio ambiente e com o rompimento de relações de dominação etária, socioeconômica, étnico-racial, de gênero, regional, lingüística e religiosa que ainda marcam nossa sociedade.
  • 39. Uma definição de currículoA proposta pedagógica, ou projeto pedagógico, é oplano orientador das ações da instituição e define asmetas que se pretende para o desenvolvimento dosmeninos e meninas que nela são educados ecuidados, as aprendizagens que se quer promovidas.Na sua execução, a instituição de Educação Infantilorganiza seu currículo, que pode ser entendido comoas práticas educacionais organizadas em torno doconhecimento e em meio às relações sociais que setravam nos espaços institucionais, e que afetam aconstrução das identidades das crianças.
  • 40. Uma definição de currículoO currículo da Educação Infantil é concebidocomo um conjunto de práticas que buscamarticular as experiências e os saberes das criançascom os conhecimentos que fazem parte dopatrimônio cultural, artístico, científico etecnológico. Tais práticas são efetivadas por meiode relações sociais que as crianças desde bempequenas estabelecem com os professores e asoutras crianças, e afetam a construção de suasidentidades.
  • 41. A visão de criança: o sujeito do processo de educaçãoO conhecimento científico hoje disponívelautoriza a visão de que desde o nascimento acriança busca atribuir significado a suaexperiência e nesse processo volta-se paraconhecer o mundo material e social, ampliandogradativamente o campo de sua curiosidade einquietações, mediada pelas orientações,materiais, espaços e tempos que organizam assituações de aprendizagem e pelas explicações esignificados a que ela tem acesso.
  • 42. A visão de criança: o sujeito do processo de educaçãoCada criança apresenta um ritmo e uma forma própria decolocar-se nos relacionamentos e nas interações, de manifestaremoções e curiosidade, e elabora um modo próprio de agir nasdiversas situações que vivencia desde o nascimento conformeexperimenta sensações de desconforto ou de incerteza diantede aspectos novos que lhe geram necessidades e desejos, e lheexigem novas respostas. Assim busca compreender o mundo ea si mesma, testando de alguma forma as significações queconstrói, modificando-as continuamente em cada interação,seja com outro ser humano, seja com objetos.
  • 43. Princípios básicos Os princípios fundamentais nas Diretrizes anteriormente estabelecidas (Resolução CNE/CEB nº 1/99 e Parecer CNE/CEB nº 22/98) continuam atuais e estarão presentes nestas diretrizes com a explicitação de alguns pontos que mais recentemente têm se destacado nas discussões da área. São eles:a) Princípios éticos: valorização da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum, ao meio ambiente e às diferentes culturas, identidades e singularidades.
  • 44. Princípios básicosb) Princípios políticos: dos direitos decidadania, do exercício da criticidade e dorespeito à ordem democrática.c) Princípios estéticos: valorização dasensibilidade, da criatividade, da ludicidade eda diversidade de manifestações artísticas eculturais.
  • 45. Objetivos e condições para a organização curricular• As instituições de Educação Infantil devem assegurar a educação em sua integralidade, entendendo o cuidado como algo indissociável ao processo educativo.• O combate ao racismo e às discriminações de gênero, sócio-econômicas, étnico-raciais e religiosas deve ser objeto de constante reflexão e intervenção no cotidiano da Educação Infantil.
  • 46. Objetivos e condições para a organização curricular• As instituições necessariamente precisam conhecer as culturas plurais que constituem o espaço da creche e da pré-escola, a riqueza das contribuições familiares e da comunidade, suas crenças e manifestações, e fortalecer formas de atendimento articuladas aos saberes e às especificidades étnicas, lingüísticas, culturais e religiosas de cada comunidade.
  • 47. Objetivos e condições para a organização curricular• A execução da proposta curricular requer atenção cuidadosa e exigente às possíveis formas de violação da dignidade da criança.• O atendimento ao direito da criança na sua integralidade requer o cumprimento do dever do Estado com a garantia de uma experiência educativa com qualidade a todas as crianças na Educação Infantil.
  • 48. A necessária e fundamental parceria com as famílias na Educação Infantil O trabalho com as famílias requer que as equipes de educadores as compreendam como parceiras, reconhecendo-as como criadoras de diferentes ambientes e papéis para seus membros, que estão em constante processo de modificação de seus saberes, fazeres e valores em relação a uma série de pontos, dentre eles o cuidado e a educação dos filhos.
  • 49. A necessária e fundamental parceria com as famílias na Educação Infantil Outros pontos fundamentais do trabalho com as famílias são propiciados pela participação destas na gestão da proposta pedagógica e pelo acompanhamento partilhado do desenvolvimento da criança (...) Nesse processo, os pais devem ser ouvidos tanto como usuários diretos do serviço prestado como também como mais uma voz das crianças, em particular daquelas muito pequenas.
  • 50. A organização das experiências de aprendizagem na proposta curricularNa explicitação do ambiente deaprendizagem, é necessário pensar “umcurrículo sustentado nas relações, nasinterações e em práticas educativasintencionalmente voltadas para asexperiências concretas da vida cotidiana, paraa aprendizagem da cultura, pelo convívio noespaço da vida coletiva e para a produção denarrativas, individuais e coletivas, através dediferentes linguagens” (MEC, 2009a).
  • 51. A organização das experiências de aprendizagem na proposta curricularAs especificidades e os interesses singulares ecoletivos dos bebês e das crianças das demais faixasetárias devem ser considerados no planejamento docurrículo, vendo a criança em cada momento comouma pessoa inteira na qual os aspectos motores,afetivos, cognitivos e lingüísticos integram-se,embora em permanente mudança. Em relação aqualquer experiência de aprendizagem que sejatrabalhada pelas crianças, devem ser abolidos osprocedimentos que não reconhecem a atividadecriadora e o protagonismo da criança pequena, quepromovam atividades mecânicas e não significativaspara as crianças.
  • 52. A organização das experiências de aprendizagem na proposta curricularA organização curricular da Educação Infantilpode se estruturar em eixos, centros, camposou módulos de experiências que devem searticular em torno dos princípios, condições eobjetivos propostos nesta diretriz. Ela podeplanejar a realização semanal, mensal e porperíodos mais longos de atividades e projetosfugindo de rotinas mecânicas.
  • 53. O processo de avaliaçãoA observação sistemática, crítica e criativa do comportamento de cadacriança, de grupos de crianças, das brincadeiras e interações entre ascrianças no cotidiano, e a utilização de múltiplos registros realizados poradultos e crianças (relatórios, fotografias, desenhos, álbuns etc.), feita aolongo do período em diversificados momentos, são condições necessáriaspara compreender como a criança se apropria de modos de agir, sentir epensar culturalmente constituídos. Conhecer as preferências das crianças,a forma delas participarem nas atividades, seus parceiros prediletos paraa realização de diferentes tipos de tarefas, suas narrativas, pode ajudar oprofessor a reorganizar as atividades de modo mais adequado ao alcancedos propósitos infantis e das aprendizagens coletivamente trabalhadas.
  • 54. O acompanhamento da continuidade do processo de educaçãoNa busca de garantir um olhar contínuo sobreos processos vivenciados pela criança, devemser criadas estratégias adequadas aosdiferentes momentos de transição por elasvividos. As instituições de Educação Infantildevem assim:a) planejar e efetivar o acolhimento dascrianças e de suas famílias quando do ingressona instituição;
  • 55. O acompanhamento da continuidade do processo de educaçãob) priorizar a observação atenta das crianças e mediar asrelações que elas estabelecem entre si, entre elas e osadultos, entre elas e as situações e objetos;c) planejar o trabalho pedagógico reunindo as equipes dacreche e da pré-escola;d) prever formas de articulação entre os docentes daEducação Infantil e do Ensino Fundamental (encontros,visitas, reuniões) e providenciar instrumentos de registro.
  • 56. RECNEI – REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTILVOLUME 1 – INTRODUÇÃO ( VISÃO FILOSÓFICA)VOLUME 2 – FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL ( DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL E SOCIAL)VOLUME 3 – CONHECIMENTO DE MUNDO( MOVIMENTO, MÚSICA, ARTES VISUAIS, LINGUAGEM ORAL E ESCRITA, NATUREZA E SOCIEDADE E MATEMÁTICA) simoneperes2@yahoo.com.br 56
  • 57. OBJETIVOS Crianças de 0 a 3 anosExperimentar e utilizar recursos de que dispõem para satisfação de suas necessidades;Familiarizar-se com a imagem do próprio corpo, e conhecendo seus limites;Interessar-se progressivamente pelo cuidado com seu corpo;Brincar;Relacionar-se progressivamentecom outras crianças; simoneperes2@yahoo.com.br 57
  • 58. Crianças de 4 a 6 anos• Ter uma imagem positiva de si, ampliando sua autoconfiança;• Identificar e enfrentar situações de conflitos, utilizando recursos pessoais;• Brincar;• Adotar hábitos de auto cuidado, valorizando principalmente a higiene;• Identificar e compreender a sua pertinência aos diversos grupos dos quais participam; simoneperes2@yahoo.com.br 58
  • 59. CONTEÚDOS Crianças de 0 a 3 anos Auto estimaA auto-estima da criança aos poucos desenvolve, disso resulta a necessidade do adulto confiar e acreditar na capacidade das crianças com quem trabalha. Escolha As crianças desde bebês manifestam suas preferências são capazes de escolher, cabe ao adulto interpretar as expressões faciais ou o choro, que são os principais indícios de insatisfação ou satisfação. simoneperes2@yahoo.com.br 59
  • 60. Faz – de – contaOrganizar situações de interaçãoem que panos e fraldasou anteparos possamser utilizados para esconderpartes do corpo,ou imitarempersonagens contadosem histórias. simoneperes2@yahoo.com.br 60
  • 61. InteraçãoA capacidade de se relacionar depende deoportunidades de interação com crianças da mesma idade ou de diferentes idades e em situações diversas. ImagemO espelho é muito importante na ajuda da construção da identidade, a criança vê sua imagem, reconhece suas características físicas. simoneperes2@yahoo.com.br 61
  • 62. CuidadosJunto com a intervenção educativa deve se satisfazer as necessidades de higiene, alimentação e descanso. A medida que a criança cresce, a retirada de fraldas, o controle das esfíncteres e da urina constituem um processo complexo, que integram aspectos biológicos, afetivos, emocionais e sociais. Segurança É recomendável que se oriente a criança a usarem utensílios, brinquedos e objetos de forma segura, sempre sob a orientação de um adulto, e com objetos condizentes a idade. simoneperes2@yahoo.com.br 62
  • 63. Crianças de 4 a 6 anos NomeO nome é um importante elemento na vida de uma criança,conhecer seu nome, sua origem, ajudam na construção daidentidade da criança. Imagem O espelho é importante na afirmação da imagem corporal recém-formada. As crianças poderão fantasiar-se, assumir papéis, usar acessórios que os adultos usam. simoneperes2@yahoo.com.br 63
  • 64. Independência e AutonomiaPode-se criar situações em que as crianças possam fazer suas escolhas entre várias opções, em locais distintos ou no mesmo espaço.Para favorecer o desenvolvimento da autonomia é necessário que o professor compreenda os modos próprios das crianças se relacionarem, agirem, sentirem, pensarem e construírem conhecimentos. Respeito a diversidadeA atitude de aceitação outro em suas diferenças e particularidades precisa estar presente nos atos e atitudes dos adultos com quem convivem na instituição, respeitando as diferenças de gênero, etnia, religião e etc... simoneperes2@yahoo.com.br 64
  • 65. IDENTIDADE DE GÊNEROA atitude básica é transmitir por meios de ações eencaminhamentos, valores de igualdade e respeitoentre as pessoas de sexo diferentes e permitir que a criança brinque com as possibilidades relacionadas tanto ao papel do homem como o da mulher. simoneperes2@yahoo.com.br 65
  • 66. InteraçãoA ação do professor de educação infantil, como mediador das relações entre as crianças e os diversos universos sociais nos quais ela interage, possibilitando a criação de decisões, construção de regras e respeito aos outro. Jogos e brincadeirasUtilizar alguns jogos ou brincadeira, envolvendo o reconhecimento do próprio corpo, do corpo do outro, a imitação, podem se tornar atividades de rotina. simoneperes2@yahoo.com.br 66
  • 67. Cuidados pessoaisAs crianças precisam de ser lembradas para lavarem as mãos, é fundamental o acesso a água, ao sabonete e a toalha.Observar o estado de higienedos sanitários e utilizartamanhos compatíveis com o tamanho das crianças.Ajudar a criança narealização de movimentoscorretos na escovação bucal. 67
  • 68. ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O PROFESSOR Jogos e brincadeiras O professor deve saber como e quando intervir nas brincadeiras de faz-de-conta, é aparentemente contraditório com o caráter imaginativo e de linguagem independente que o brincar compreende, mas há alguns meios que o professor pode utilizar para induzir a brincadeira e enriquecer para que a brincadeira se torne um aprendizado. 68
  • 69. Exemplo: Brincadeira de esconder e aparecer simoneperes2@yahoo.com.br 69
  • 70. Organizando um ambiente de cuidados essenciaisUma criança para ser saudável não precisa só de estar nutrida e limpa, mas sim aquela que pode utilizar e desenvolver seu potencial biológico, emocional e cognitivo.ProteçãoConforto, segurança física e proteção, não significam limitar a criança de explorar o ambiente e conquistar novas habilidades, mas significa proporcionar um ambiente seguro e confortável, avaliando e acompanhando as capacidades de cada criança, pesando os ricos e benefícios de cada atitude. simoneperes2@yahoo.com.br 70
  • 71. AlimentaçãoOrganizar os lanche de forma que as crianças possam vivenciá-los de acordo com as diversas práticas sociais em torno da alimentação, sempre estimulando o prazer e a afetividade, permitindo que as crianças conversem entre si. Cuidado com os dentesPrever uma rotina de escovação dos dentes, visando desenvolver atitudes e construir habilidades de auto cuidado com a boca e com os dentes. simoneperes2@yahoo.com.br 71
  • 72. Banho Para que a organização do banho seja correta é necessário prever as condições materiais, como banheiras seguras, água limpa em temperatura adequada, sabonete, toalha etc... Troca de fraldasEnquanto o professor executa o procedimento de troca, é aconselhável que observe e corresponda aos sorrisos, conversas, gestos e movimentos da criança. simoneperes2@yahoo.com.br 72
  • 73. Sono e repousoO sono nas diferentes etapas da vida da criança tem um importante papel na saúde, além de oferecer um ambiente, cuidados e oportunidades para que elas tenham suas necessidades atendidas. Para tornar o sono um momento de descanso pode-se contar histórias, cantar cantigas, embalar, fazer massagens e etc... 73
  • 74. Organização do tempoAtividades PermanentesA oferta permanente de atividades diversificadas em um mesmo tempo e espaço, é uma oportunidade de propiciar a escolha das crianças.Sequência de atividadesAlgumas atividades propostas de forma sequencial ajudam a criança na construção da identidade e na conquista da autonomia. simoneperes2@yahoo.com.br 74

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