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  • 1. organização do trabalho pedagógico, coordenador pedagógico, planejamentos.
    Profª Simone Peres
    simoneperes2@yahoo.com.br
    1
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 2. didática e a prática de ensino
    O Coordenador Pedagógico
    Organização da sala de aula de aula
    Gestão escolar
    Recursos didáticos e sua utilização.
    Planejamento Escolar;
    2
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 3. O Coordenador Pedagógico
    Sua origem remonta ao tempo dos jesuítas, sob a influência do método educacional rátiostudiorum e de um modelo oriundo dos Estados Unidos, no século XVIII, que atendia especificamente ao ensino que tinha como objetivo criar mão de obra para atender ao mercado em processo de industrialização, tendo, então, como foco a super-visão para coibir e controlar as ações dos sujeitos.
    3
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 4. O Coordenador Pedagógico
    [...] a Supervisão Educacional foi criada num contexto de ditadura. A Lei 5692/71 a instituiu como serviço específico da Escola de 1º e 2º Graus (embora já existisse anteriormente). Sua função era, então, predominantemente tecnicista e controladora e, de certa forma, correspondia à militarização Escolar. No contexto da Doutrina de Segurança Nacional adotada em 1967 e no espírito do AI-5 (Ato Institucional n. 5) de 1968, foi feita a Reforma Universitária, nela situa-se a reformulação do Curso de Pedagogia.
    4
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 5. O Coordenador Pedagógico
    Em 1969 era regulamentada a Reforma Universitária e aprovado o parecer reformulador do Curso de Pedagogia, o mesmo prepara predominantemente, desde então, "generalistas'', com o título de especialistas da educação, mas pouco prepara para a prática da educação.
    5
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 6. O Coordenador Pedagógico
    Com esse serviço introduzido na escola, porém, sem nenhuma preocupação com as especificidades dos alunos nem com os desafios presentes na sala de aula, acontece a partir daí, uma divisão dos trabalhos técnicos, passando o supervisor a deter para si o comando das ações, de forma arbitrária e autoritária, desacreditando os professores e assumindo o controle de todas as funções. (SILVA Jr.apud VASCONCELLOS, 2002, 88).
    6
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 7. O Coordenador Pedagógico
    Antes da LDB 9394/ 96 :
    Confronto entre o Coordenador / Supervisor e os professores
    Autoritarismo
    7
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 8. O Coordenador Pedagógico
    Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB 9394/96), artigo 64:
    "A formação de profissionais de educação para administração, planejamento, inspeção, supervisão e orientação educacional, para a educação básica será feita em cursos de graduação em pedagogia ou em nível de pós-graduação, a critério da instituição de ensino, garantida, nesta formação, a base comum nacional."
    8
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 9. O Coordenador Pedagógico
        Nesse sentido, com habilitação específica e esses novos conhecimentos adquiridos em cursos de pós-graduação o coordenador pedagógico assume a responsabilidade de direcionar sua ação para atender as especificidades sociais, culturais e políticas da escola contemporânea, fornecendo as condições e os meios para uma prática de ensino significativo, favorecendo a reflexão critica na comunidade escolar.
    9
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 10. O Coordenador Pedagógico
    A educação é um fenômeno social e é indissociável das práticas humanas, pois contempla a dinamicidade dos indivíduos, uma vez que é constituída, elaborada e transformada pelas relações sociais.  
    10
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 11. O Coordenador Pedagógico
    Este aspecto vê-se contemplado nas contribuições de Libâneo:
    [...] a educação é um fenômeno social. Isso significa que ela é parte integrante das relações sociais, econômicas, políticas e culturais de uma determinada sociedade, (...) este fato é fundamental para se compreender que a organização da sociedade, a existência das classes sociais, o papel da educação estão implicados nas formas que as relações sociais vão assumindo pela ação concreta dos homens. (1994, p. 18)
    11
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 12. O Coordenador Pedagógico
    Dessa forma, é muito importante que a escola ofereça uma proposta de educação que contemple este universo. Que os sujeitos envolvidos nesse processo percebam as transformações sociais e subsidiem meios para que o ensino não seja apenas uma transmissão de conteúdos pelo professor ou realização e resolução de exercício de memorização pelo aluno, mas, seja de fato, uma aquisição significativa de saberes.
    12
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 13. O Coordenador Pedagógico
    O coordenador pedagógico que necessita refletir sobre as posturas e as ações dos sujeitos responsáveis pelo processo educacional dentro da escola (gestor, professores...) tendo em vista a função que desempenham para o imergir de práticas mais humanas, mais comprometidas e autênticas, conforme explicita Vasconcellos (2002, p. 57): "Para favorecer a mudança da prática pedagógica, basicamente, o papel da equipe de direção é criar um clima de confiança, pautado numa ética libertadora e no autentico diálogo".
    13
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 14. O Coordenador Pedagógico
            A concepção equivocada e preconceituosa da coordenação pedagógica ainda muito ligada a um passado de controle e total poder que tinha o supervisor, faz com que a atuação do coordenador pedagógico, seja vista com muita reticência e carregada de definição negativa, originando, dessa forma, aquilo que não é atribuição desse especialista: fiscalizador dos professores; aquele que dedura/entrega os docentes para a direção; que leva recadinhos dos professores para a direção e vice-versa; não é auxiliar da direção, da secretaria, substituto do professor e nem fiscal dos alunos; tampouco é profissional de gabinete distante das ações educativas e dos desafios que se desenvolvem em sala de aula. 
    14
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 15. O Coordenador Pedagógico
    Segundo Vasconcellos:
    “O horizonte que vislumbramos para os serviços especializados é o do intelectual orgânico, qual seja aquele que está atento à realidade, que é competente para localizar os temas geradores (questões, contradições, necessidades) do grupo, organizá-los e devolver como um desafio para o coletivo, ajudando na tomada de consciência e na busca conjunta de forma de enfrentamento.”
    15
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 16. O Coordenador Pedagógico
    Ações isoladas não surtem efeito, é necessário que as práticas pedagógicas sejam desenvolvidas em parceria. Destaca-se assim, a importância das atribuições do coordenador como articulador, chamando para reflexão e envolvimento toda a comunidade escolar, no sentido de que sejam colocadas em prática as metas e objetivos construídos no bojo do Projeto Político Pedagógico da Escola, cabendo, ainda, ao coordenador propor formas de ações que ajude a combater tudo que represente a desumanização da escola, lutando contra a ideologia dominante, no enfrentamento do ensino descontextualizado que classifica e exclui.
    16
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 17. O Coordenador Pedagógico
    O Coordenador Pedagógico deve exercer uma postura problematizadora, provocando reflexões e questionamentos, exercendo também o papel de animador e disponibilizando materiais que subsidiará a formação dos professores, elevando o nível de consciência do grupo. Deve acolher o professor, fazendo críticas e ao mesmo tempo oferecendo alternativas para resolução de suas inquietações e dificuldades.
    17
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 18. O Coordenador Pedagógico
    É indispensável que o coordenador pedagógico esteja consciente de que sua ação é um ato político, que, ao realizar sua prática, está assumindo essa postura, embora, isso muitas vezes aconteça de forma inconsciente. E que se trata de alguém que, através dessa ação é capaz tanto de reproduzir a ideologia dominante, perpetuando as desigualdades e as exclusões tão presentes na sociedade e que se refletem no espaço escolar, como pode contribuir para promover a igualdade e a superação da marginalização.      
    18
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 19. O Coordenador Pedagógico
    No processo de formação do especialista em coordenação pedagógica, é indispensável estudo de teorias e práticas para que haja um fazer consciente de suas ações. No entanto, deve-se levar em conta que o coordenador pedagógico é também produto das contradições sociais, carrega consigo uma visão de um mundo legitimado por uma epistemologia do senso comum. Muitos são adeptos de fórmulas obsoletas, tornando-se assim, incapazes de tomar consciência das amarras que estagnam sua capacidade de dialogar, pesquisar o novo, criar, agir e pensar diferente.
    19
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 20. O Coordenador Pedagógico
    Na aquisição e efetivação dos saberes se faz necessária a intervenção do coordenador pedagógico, em favor do professor para contribuir com sua atuação na sala de aula, onde este deve ter em mente o quão é importante essa busca essa transmissão de conhecimento, e troca de experiências para a construção de identidade do educando.
    20
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 21. O Coordenador Pedagógico
    Algumas formas de atuação do coordenador pedagógico, segundo Vasconcellos:
    Atendimento individual ao professor (sistemático ou de acordo com solicitação); orientação individual ou coletiva para o planejamento de sala de sula; sessão de orientação semanal por série, ciclo, ou área; acompanhamento de aulas, coordenação das reuniões pedagógicas; reunião sistemática com a equipe diretiva;
    21
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 22. O Coordenador Pedagógico
    busca de subsídios para os docentes; análise do material didático; participação em projetos específicos; assessoramento para produção de material didático; estímulo à pesquisa; incremento da formação permanente através da organização de cursos ou palestras para professores. (2002, p. 109).
    22
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 23. O Coordenador Pedagógico
    Acredita-se que a ação da escola sobre os alunos não atende a preocupação exigida para vencer os desafios futuros, de forma a compreender que o aprendizado do aluno não se conclui com sua diplomação, ou seja, não é um ser acabado.
    23
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 24. O Coordenador Pedagógico
    Concordando com as idéias de Vasconcellos (2002, p. 104):
    "No cotidiano escolar costuma haver uma expectativa instalada sobre o papel do coordenador pedagógico, de tal forma que quando ocorre mudança, a pressão é tão grande que o novo coordenador termina se enquadrado no modelo existente, naquilo que já se esperava dele: a expectativa formata o desempenho".
    24
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 25. O Coordenador Pedagógico
        
       Outro grande desafio para esse especialista é está atento ás dificuldades apresentadas pelo professor, que detém apenas a teoria do conteúdo a ser ensinado, mas não se enquadra com os pressupostos educacionais e metodológicos do sistema: como ensinar, ou seja, ele domina o conteúdo, porém carece de subsídios teóricos e pedagógicos, inerentes ao processo ensino aprendizagem.
    25
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 26. O Coordenador Pedagógico
    Sendo assim, o coordenador precisa trabalhar o conflito existente entre pedagogos, que são educadores profissionais, e os professores de matérias específicas que, por dominarem suas respectivas áreas de formação superior, manifestam atitudes de resistência ao acolhimento de sugestões com relação a sua forma de atuar em sala de aula.
    26
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 27. O Coordenador Pedagógico
        
        O que se busca, então, apesar de tantos fatores desafiantes, é desencadear na escola um processo constante de formação, reflexão e ação sobre o ensino, re-significando as práticas pedagógicas.
    27
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 28. O Coordenador Pedagógico
    A ação do coordenador pedagógico, como fio condutor desse processo não deve acontecer de maneira descompromissada e descontextualizada, pois, com o seu protagonismo sério e ético é possível contribuir para uma ação efetiva a serviço de uma educação de qualidade.
    28
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 29. O Coordenador Pedagógico
    No entanto, é necessário que o coordenador esteja atento aos desafios e apelos que lhes chegam de todos os lados, conhecer o universo da educação, suas dificuldades e avanços, fazendo, a partir de sua atuação pedagógica, um caminho de maturação, vivenciando as experiências da comunidade escolar como processo individual dos sujeitos que dela participam, mas, vislumbrando essa ação como uma abrangência de transformação coletiva.
    29
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 30. Planejamento , planos e projetos
    Para Luckesi (1995)
    ... o planejamento é entendido como um ato político e dinâmico no qual ocorrem as tomadas de decisão . É o momento em que se estabelece a finalidade da proposta pedagógica , os entendimentos filosóficos-políticos da realidade bem como, os objetivos e a distribuição racional de recursos .
    O autor acredita que o ato de planejar envolve três momentos distintos e interligados :
    ① o da concepção em que são realizados diagnósticos da realidade educacional , tomadas as decisões e traçados os objetivos.
    30
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 31. ② o da execução, em que deve-se buscar a efetivação dos objetivos propostos; e
    ③o da avaliação momento em que se analisa a realização das propostas planejadas e se propõem mudanças.
    O ato de planejar na atividade pedagógica não pode ser tratado como uma ação neutra , simples se configurando como técnica de administrar recursos , mas sim como algo definidor de uma concepção particular de homem , sociedade , educação e ensino.
    Culturalmente, o ato de planejar vem sendo imposto aos docentes como simples atividade de preenchimento de formulários, que se destina tão somente ao cumprimento da burocracia.
    31
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 32. Conforme Libâneo (1994, p.222):
    [...] o planejamento é um processo de racionalização, organização e coordenação da ação docente, articulando a atividade escolar e a problemática do contexto social. A escola, os professores e os alunos são integrantes da dinâmica das relações sociais; tudo o que acontece no meio escolar está atravessado por influências econômicas , políticas e culturais que caracterizam a sociedade de classe.
    32
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 33. O planejamento tem, entre outras , a seguinte função: direcionar o trabalho docente assegurando que o plano esteja articulado com as necessidades da escola, do educando e as exigências do contexto social. Com isso , nenhum plano será neutro,pois, acaba contendo em seu contexto posicionamentos filosóficos e políticos que vão direcionar as ações que o educador irá realizar na sala de aula.
    33
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 34. Para Libâneo, o plano é um guia de orientação que se configura como instrumento de ação e transformação, nesse sentido, é importante que o plano apresente ordem sequencial , objetividade , coerência e flexibilidade.
    O plano facilita a preparação da aula, assegura unidade e coerência no momento em que prevê objetivos , conteúdos e a metodologia a ser utilizada. O autor menciona os três níveis de plano: o plano da escola, o plano de ensino e o plano de aula.
    34
    PLANOS
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 35. O plano da escola
    O plano da escola é um documento mais global , expressa orientações gerais que sintetizam , de um lado , as ligações da escola com o sistema escolar mais amplo e, de outro, as ligações do projeto-pedagógico da escola com os planos de ensino propriamente ditos. O plano de ensino (ou plano de unidades ) é a previsão dos objetivos e tarefas do trabalho docente para um ano ou semestre ; é um documento mais elaborado , dividido por unidades sequenciais , no qual aparecem objetivos específicos, conteúdos e desenvolvimento metodológico. O plano de aula é a previsão do conteúdo para uma aula ou conjunto de aulas e tem um caráter bastante específico.
    35
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 36. O planejamento, bem como, o plano , exigem o processo de reflexão , tomada de decisões sobre a ação, avaliação da atividade.
    36
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 37. RECURSOS DIDÁTICOS
    • CONCEITO:
    São componentes do ambiente de aprendizagem que estimulam o aluno. Pode ser o monitor, livros e recursos da natureza, etc.Dessa forma, podemos ver que tudo o que se encontra no ambiente onde ocorre o processo ensino-aprendizagem pode se transformarem um ótimo recurso de didático, desde que utilizado de forma adequada e correta.
    Não podemos nos esquecer que os recursos didáticos são instrumentos complementares que ajudam a transformar as idéias em fatos e em realidades.
    37
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 38. Eles auxiliam na transferência de situações, experiências, demonstrações, sons, imagens e fatos para o campo da consciência,onde então eles se transmutam em idéias claras e inteligíveis.
    Recursos didáticos são métodos pedagógicos empregados no ensino de algum conteúdo ou transmissão de informações.
    38
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 39. FUNÇÃO:
    • Quando usamos de maneira adequada, os recursos de ensino colaboram para:
    • 40. 1- Motivar e despertar o interesse dos participantes;
    • 41. 2- Favorecer o desenvolvimento da capacidade de observação;
    • 42. 3- Aproximar o participante da realidade;
    • 43. 4- Visualizar ou concretizar os conteúdos da aprendizagem;
    • 44. 5- Oferecer informações e dados;
    • 45. 6- Permitir a fixação da aprendizagem;
    • 46. 7- Ilustrar noções mais abstratas;
    • 47. 8- Desenvolver a experimentação concreta.
    39
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 48. TIPOS:
    Na escolha e utilização do recurso didático, devem ser observados alguns quesitos de extrema relevância, que são:
    ①Nunca utilizar um recurso só porque está na moda;
    ② Saber se o local permite ou possibilita o uso do recurso escolhido;
    ③Só escolher a técnica ou recurso se tiver absoluto domínio da mesma;
    40
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 49. ④Sempre levar em conta o tempo que um determinado recurso vai exigir para ser aplicado;
    ⑤ Na confecção de cartazes, transparências, não dispensar o uso do dicionário;
    ⑥ No caso de dúvidas na expressão de alguma idéia, tente encontrar outra alternativa;
    ⑦ O preparo do material com antecedência possibilita um tempo para consultas;
    ⑧ Escolher as idéias que você quer fixar, para que a elaboração do material esteja a serviço dos seus objetivos.
    41
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 50. Reflexão com teóricos e suas contribuições com ensino e a aprendizagem :
    42
    PAULO FREIRE E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA EDUCAÇÃO
    Freire entendia a educação com a principal função de que é educar para liberdade , não como condicionamento social mas voltada para a LIBERDADE e AUTONOMIA,dos educandos. Esta autonomia está presente na definição de vocação ontológica de ‘ser mais’ que está associada com a capacidade de transformar o mundo. É exatamente aí que o homem se diferencia do animal. Por viver num presente indiferenciado e por não perceber-se como um ser unitário distinto do mundo, o animal não tem história.
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 51. o conhecimento não pode advir de um ato de "doação" que o educador faz ao educando, mas sim, um processo que se realiza no contato do homem com o mundo vivenciado, o qual não é estático, mas dinâmico e em transformação contínua.Baseada em outra concepção de homem e de mundo, supera-se a relação vertical, estabelecendo-se a relação dialógica. O diálogo supõe troca, os homens se educam em comunhão, midiatizados pelo mundo. "...e educador já não é aquele que apenas educa, mas o que, enquanto educa, é educado, em diálogo com o educando, que ao ser educado, também educa ...".
    43
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 52. O Educar para Paulo Freire
    Educar é construir, é libertar o homem do determinismo, passando a reconhecer o papel da História e onde a questão da identidade cultural, tanto em sua dimensão individual, como em relação à classe dos educandos, é essencial à prática pedagógica proposta. Sem respeitar essa identidade, sem autonomia, sem levar em conta as experiências vividas pelos educandos antes de chegar à escola, o processo será inoperante, somente meras palavras despidas de significação real.A educação é ideológica, mas dialogante, pois só assim pode se estabelecer a verdadeira comunicação  da aprendizagem entre seres constituídos de almas, desejos e sentimentos.
    44
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 53. A educação problematizadora responde à essência do ser e da sua consciência, que é a intencionalidade.
    A intencionalidade está na capacidade de admirar o mundo, ao mesmo tempo desprendendo-se dele, nele estando, que desmistifica, problematiza e critica a realidade admirada, gerando a percepção daquilo que é inédito e viável. Resulta em uma percepção que elimina posturas fatalistas que apresentam a realidade dotada de uma determinação imutável.
    45
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 54. O educando deve primeiro descobrir-se como um construtor desse mundo da cultura.
    Essa concepção distingue natureza de cultura, entendendo a cultura como o acrescentamento que o homem faz ao mundo, ou como o resultado do seu trabalho, do seu esforço criador. Essa descoberta é a responsável pelo resgate da sua auto-estima, pois, tanto é cultura a obra de um grande escultor, quanto o tijolo feito pelo oleiro. Procura-se superar a dicotomia entre teoria e prática, pois durante o processo, quando o homem descobre que sua prática supõe um saber, conclui que conhecer é interferir na realidade, percebe-se como um sujeito da história.
    46
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 55. Para Paulo Freire não se pode separar:
    • a prática da teoria,
    • 56. autoridade de liberdade,
    • 57. ignorância de saber,
    • 58. respeito ao professor de respeito aos alunos,
    • 59. ensinar de aprender.
    • 60. Por acreditar que o mundo é passível de transformação a consciência crítica liga-se ao mundo da cultura e não da natureza.
    47
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 61. PIAGET E A APRENDIZAGEM
    Piaget não aponta respostas sobre o que e como ensinar, mas permite compreender como a criança e o adolescente aprendem, fornecendo um referencial para a identificação das possibilidades e limitações de crianças e adolescentes. Desta maneira, oferece ao professor uma atitude de respeito às condições intelectuais do aluno e um modo de interpretar suas condutas verbais e não verbais para poder trabalhar melhor com elas.
    48
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 62. Implicações do pensamento piagetiano para a aprendizagem
    Os objetivos pedagógicos necessitam estar centrados no aluno, partir das atividades do aluno.
    Os conteúdos não são concebidos como fins em si mesmos, mas como instrumentos que servem ao desenvolvimento evolutivo natural.
    Primazia de um método que leve ao descobrimento por parte do aluno ao invés de receber passivamente através do professor.
    A aprendizagem é um processo construído internamente.
    49
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 63. A aprendizagem depende do nível de desenvolvimento do sujeito.
    A aprendizagem é um processo de reorganização cognitiva.
    Os conflitos cognitivos são importantes para o desenvolvimento da aprendizagem.
    A interação social favorece a aprendizagem.
    As experiências de aprendizagem necessitam estruturar-se de modo a privilegiarem a colaboração, a cooperação e intercâmbio de pontos de vista na busca conjunta do conhecimento.
    50
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 64. Autonomia para Piaget
    Jean Piaget caracterizava "Autonomia como a capacidade de coordenação de diferentes perspectivas sociais com o pressuposto do respeito recíproco". (Kesselring T. Jean Piaget. Petrópolis: Vozes, 1993:173-189).    Para Piaget (1977), a constituição do princípio de autonomia se desenvolve juntamente com o processo de desenvolvimento da autoconsciência. No início, a inteligência está calcada em atividades motoras, centradas no próprio indivíduo, numa relação egocêntrica de si para si mesmo. É a consciência centrada no eu.
    51
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  • 65. Como afirma Kamii, seguidora de Piaget, "A essência da autonomia é que as crianças se tornam capazes de tomar decisões por elas mesmas.     Autonomia não é a mesma coisa que liberdade completa. Autonomia significa ser capaz de considerar os fatores relevantes para decidir qual deve ser o melhor caminho da ação. Não pode haver moralidade quando alguém considera somente o seu ponto de vista. Se também consideramos o ponto de vista das outras pessoas, veremos que não somos livres para mentir, quebrar promessas ou agir irrefletidamente"(Kamii C. A criança e o número. Campinas: Papirus).
    52
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  • 66. ENSINAR E APRENDER
    PROCESSOS EDUCATIVOS E CULTURAIS
    53
    simoneperes2@yahoo.com.br
  • 67. PROCESSOS EDUCATIVOS E CULTURAIS
    É fundamental entender que o conhecimento supõe o desenvolvimento do pensamento e que desenvolver o pensamento supõe metodologia e procedimentos sistemáticos do pensar.
    Nesse caso, a característica mais destacada do trabalho do professor é a mediação docente pela qual ele se põe entre o aluno e o conhecimento para possibilitar as condições e os meios de aprendizagem, ou seja, as mediações cognitivas.
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  • 68. PROCESSOS EDUCATIVOS E CULTURAIS
    O suporte teórico de partida é o princípio vygotskiano de que a aprendizagem é uma articulação de processos externos e internos, visando a internalização de signos culturais pelo indivíduo, o que gera uma qualidade auto-reguladora às ações e ao comportamento dos indivíduos.
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  • 69. Qualquer reflexão acerca da qualidade do ensino de uma dada disciplina, pressupõe uma determinada concepção sobre a função da educação. Ainda que não tenhamos consciência dela, esta concepção é o nosso ponto de referência para a elaboração de juízos de valor acerca da boa ou má qualidade do ensino de uma disciplina. Assim, se nos propusermos investigar sobre os critérios que possam contribuir para um ensino de qualidade na disciplina de introdução à filosofia, é necessário tornarmo-nos conscientes da concepção de educação que nos rege.
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  • 70. Qual é a função da educação na sociedade? Terá a educação uma função meramente reprodutora dos usos e costumes da sociedade? Como nos diz Michael Walzer, se a educação fosse meramente reprodutora, não haveria necessidade de existirem, para além da instituição da família, as instituições escolares, uma vez que a família parece cumprir perfeitamente o papel reprodutor de um conjunto de hábitos, costumes e tradições.
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  • 71. Como professores, temos esta enorme responsabilidade. O que fazemos ou não fazemos tem este alcance extraordinário e confere à nossa profissão uma componente moral importante: ensinar é fazer o bem; ensinar é ensinar a fazer o bem. Isso dá-lhe uma beleza e uma nobreza susceptíveis de nos permitirem encontrar nela um sentido para a nossa existência.
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  • 72. Se concebermos a educação enquanto instância mimética da sociedade, então ela não é mais do que um instrumento de prolongamento, manutenção e consolidação da sociedade, bem como dos problemas que nela existem. Uma outra resposta possível a esta questão seria afirmar que a escola não reproduz mas produz a sociedade e constitui-se, assim, como o princípio de mudança sociais.
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  • 73. As instituições escolares seriam, nesta perspectiva, entendidas como sendo destinadas a produzir alunos com um determinado tipo de perfil, de modo a suprir as carências sociais do momento, de acordo com uma lógica empresarial e mercantilista. Se assim for, será necessário perguntar por que critérios se rege quem decide quais são as carências a suprir, se esses critérios são justos e que instâncias estão capacitadas para regular e tomar essas decisões.
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  • 74. Na realidade, a escola e a educação parecem ter ambas as funções: elas (re)produzem a sociedade numa dinâmica conservadora e, simultaneamente renovadora. Porque há elementos da nossa cultura, da nossa história e tradição que é importante preservar, a escola funciona como um instrumento privilegiado nessa ação de conservação, nesse ato de transmissão da memória de uma civilização.
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  • 75. É esta função conservadora que permite viabilizar a inserção de cada indivíduo no meio social em que nasceu. Mas, porque, como em tudo o que é humano há falhas ou simplesmente elementos a melhorar, a educação e as instituições a ela associadas possuem no seu seio a condição de possibilidade para mudanças sociais.
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  • 76. De um modo ou de outro, a escola constitui-se como condição de possibilidade da própria sociedade: «[…] muito longe de a educação ter por objetivo único ou principal o indivíduo ou os seus interesses, a educação é, antes de tudo, o meio pelo qual a sociedade renova perpetuamente as condições da sua própria existência.» Esta concepção de educação enquanto (re)produção de uma sociedade não esgota a questão que foi levantada. Para além de viabilizar a inserção de cada indivíduo num determinado grupo sócio-cultural, a educação constitui-se, acima de tudo, como condição pela qual o ser humano se pode tornar verdadeiramente humano.
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  • 77. Se é verdade que, do ponto de vista genético e biológico, todos nascemos humanos, a verdade é que cada ser humano, quando nasce, é apenas um projeto de ser humano. Isto significa que a sua identidade não se reduz à herança genética que lhe foi legada, mas está dependente de uma segunda gestação que consiste justamente na formação que adquire em sociedade, em convivência e partilha com outros seres humanos: «Para ser homem, não basta nascer, é necessário aprender.».
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  • 78. O ser humano é, nesta perspectiva, entendido como um processo, algo que se vai construindo e (trans) formando, um manancial de possibilidades que só serão atualizáveis por meio da educação. Nesta perspectiva urge perguntar, não qual a função que a educação desempenha num dado momento, numa dada sociedade, mas sim qual a função que a educação deve desempenhar, face à natureza humana..
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  • 79. Encaminhamo-nos, assim, para uma concepção humanista, em que a educação é entendida como um meio que permite ao homem a atualização das suas potencialidades, como um caminho para a liberdade, no qual, como nos dizia Kant, cada ser humano é sempre visto como um fim em si mesmo e nunca como um meio para outros fins. Educar significará, assim, atualizar a humanidade que se encontra latente em cada indivíduo, contribuindo para a sua formação enquanto pessoa, capaz de participar ativamente na construção e melhoramento da sociedade, possuidora de uma razão autônoma, capaz de refletir reflexiva e criticamente sobre a realidade que o rodeia.
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  • 80. Este aprender a ser pessoa, a ser humano só é possível, porque existem outros seres humanos: é por vontade/mediação de outrem que vimos ao mundo, é com a sua ajuda e colaboração que crescemos, que nos formamos enquanto seres humanos. Há, assim, como dizia Max Scheler, uma anterioridade do nós em relação ao eu: não há um eu sem um nós. Em conseqüência, educar não é apenas formar um ser humano isoladamente, mas a verdadeira humanidade só é possível na convivência, no confronto do eu com o tu, na configuração de um nós, ou seja, de uma vida comum que permita a realização de todos.
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  • 81. Uma concepção humanista da educação constitui-se, assim, como condição de possibilidade para a construção de uma sociedade justa em que cada indivíduo tenha, à partida, liberdade e igualdade de oportunidades no acesso aos instrumentos que lhe permitirão desenvolver as suas potencialidades técnicas, racionais e morais, compondo, assim, a sua existência, enquanto pessoa. Se a realidade social é injusta e apresenta desigualdades, uma educação deste tipo constitui uma oportunidade para corrigir essas desigualdades e possibilitar que se reponha, de certo modo, a justiça e a igualdade.
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  • 82. Observando a realidade das nossas escolas, torna-se evidente que esta concepção de educação está ainda longe de ser concretizada. Mas isso não nos deve impedir de proclamar esta concepção, que se assume como um ideal, não utópico, mas necessário enquanto idéia reguladora e exigência da razão que, tendo um poder normativo sobre as nossas ações, se constitui como motor de mudança e aperfeiçoamento do atual estado das coisas.
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  • 83. Concluímos que um ensino de qualidade será aquele que estiver de acordo com uma concepção humanista da educação. O que quer isto dizer? Fundamentalmente, duas coisas .
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  • 84. Em primeiro lugar, uma educação de qualidade terá de ser justa, ou seja, terá de ser garantida uma igualdade de oportunidades no acesso, durante o processo da formação e na avaliação do mesmo para tanto os procedimentos didáticos deverão constituir-se em instrumentos facilitadores. A educação é, nesta perspectiva, não um instrumento meramente mimético do estado da sociedade, que contribui para a manutenção e consolidação das desigualdades sociais, mas um meio de as transformar em igualdades
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  • 85. Em segundo lugar a formação dada pela educação terá de ser de tal forma que contribua para a formação do indivíduo enquanto pessoa, auxiliando-o no desenvolvimento das suas potencialidades e formando-o enquanto cidadão que valoriza e contribui de forma autônoma e crítica para o melhoramento da vida em sociedade, encaminhando-o a sair do estado a que Kant chamou de menoridade.
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  • 86. Há pelo menos duas abordagens possíveis desta questão da função social da educação. Por um lado, poderíamos limitar-nos a uma abordagem descritiva e investigar qual o papel que a educação, as escolas e os professores desempenham efetivamente na nossa sociedade. Obteríamos com certeza uma diversidade de panoramas e ser-nos-ia possível construir a partir deles, uma diversidade de teorias que procuravam explicar as realidades observadas.
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  • 87. É importante, então perguntarmo-nos não apenas sobre a função que a educação desempenha efetivamente na sociedade, mas também sobre qual deve ser o papel da educação numa dada sociedade.
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  • 88. Ensinar é muito mais que instruir. É também formar. Se levarmos isto em conta e ministrarmos este tipo de ensino , não estaremos apenas preparando jovens para o mercado de trabalho, transmitindo-lhes as nossas crenças ou a ensinando- lhes teorias que permitam-lhes atuar sobre o mundo. Estamos também dotando-os da formação que os pode tornar não só mais inovadores e criativos, mas também melhores pessoas e melhores cidadãos e, dessa forma, poderão contribuir para a construção de uma sociedade melhor, mais livre e mais justa.
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  • 89. As pessoas vão à escola para aprender cultura e internalizar os meios cognitivos de compreender e transformar o mundo. Para isso, é necessário pensar e estimular a capacidade de raciocínio e julgamento, melhorar a capacidade reflexiva e desenvolver as competências do pensar. A didática tem o compromisso com a busca da qualidade cognitiva das aprendizagens, esta, por sua vez, associada à aprendizagem do pensar. Cabe-lhe investigar como ajudar os alunos a se constituírem como sujeitos pensantes e críticos, capazes de pensar e lidar com conceitos, argumentar, resolver problemas, diante de dilemas e problemas da vida prática.
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  • 90. Como professores, temos esta enorme responsabilidade. O que fazemos ou não fazemos tem este alcance extraordinário e confere à nossa profissão uma componente moral importante:
    ENSINAR É FAZER O BEM
    Isso dá-lhe uma beleza e uma nobreza susceptíveis de nos permitirem encontrar nesta profissão um sentido para a nossa existência.
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