Modernismo

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  • Ílçia” - 1924
  • Modernismo

    1. 1. modernismo brasileiro
    2. 2. O que foi o modernismo no Brasil? <ul><li>O modernismo brasileiro foi um amplo movimento cultural , ocorrido na primeira metade do século XX. </li></ul><ul><li>Principal característica: a assimilação de tendências artísticas lançadas pelas vanguardas européias, tendo como exemplo do Cubismo , do Expressionismo e do Futurismo . </li></ul><ul><li>Repercutiu fortemente sobre a cultura e a arte, sobretudo no campo da literatura , da música e das artes plásticas . </li></ul>
    3. 3. <ul><li>A Semana de Arte Moderna , realizada em São Paulo, em 1922 , foi o ponto de partida do modernismo no Brasil. </li></ul>Cartaz anunciando o último dia da Semana de Arte Moderna
    4. 4. Antecedentes da Semana de Arte Moderna <ul><li>Em 1913, </li></ul><ul><li>Lasar Segall , pintor de origem lituana, realiza a 1ª exposição de arte moderna no Brasil. </li></ul><ul><li>Suas telas chocam, mas as reações são amenizadas pelo fato de o artista ser estrangeiro. </li></ul><ul><li>Em 1917, </li></ul><ul><li>Anita Malfatti realiza a primeira mostra de arte moderna brasileira. </li></ul><ul><li>Apresenta telas influenciadas pelo cubismo, expressionismo, fauvismo e futurismo. </li></ul><ul><li>A telas causam escândalo, principalmente </li></ul><ul><li>“ A Mulher de Cabelos Verdes ”. </li></ul>A. Malfatti, A Mulher de Cabelos Verdes , 1915 - 1916 - óleo s/ tela - 61 x 51 cm
    5. 5. Como foi a Semana de Arte Moderna de 1922? <ul><li>Data : 13, 15 e 17 de fevereiro de 1922. </li></ul><ul><li>Local : Teatro Municipal de São Paulo. </li></ul><ul><li>Acontecimentos : foram realizadas conferências, recitais de música, declamações de poesia e exposição de quadros. </li></ul><ul><li>Objetivo : apresentar ao público as novas tendências das artes do país . </li></ul>
    6. 6. Proposta artística modernista <ul><li>Proposta : Defendem a assimilação das tendências estéticas modernas internacionais para mesclá-las com a cultura nacional, originando uma arte vinculada à realidade brasileira. </li></ul><ul><li>Resultado : Os artistas conquistam maior liberdade técnica e expressiva, rejeitando a arte do século XIX e as regras das academias de arte. </li></ul>
    7. 7. Principais grupos e movimentos modernistas brasileiros <ul><li>A partir da Semana de 22 surgem vários grupos e movimentos, radicalizando ou opondo-se a seus princípios básicos. </li></ul><ul><li>Movimento Antropofágico </li></ul><ul><li>O escritor Oswald de Andrade e a artista plástica Tarsila do Amaral lançam em 1925 o Manifesto da Poesia Pau-Brasil, que enfatiza a necessidade de criar uma arte baseada nas características do povo brasileiro, com absorção crítica da modernidade européia. Em 1928 levam ao extremo essas idéias com o Manifesto Antropofágico, que propõe &quot;devorar&quot; influências estrangeiras para impor o caráter brasileiro à arte e à literatura. </li></ul><ul><li>Grupo Anta </li></ul><ul><li>Por outro caminho, mais conservador, segue o grupo da Anta, liderado pelo escritor Menotti del Picchia (1892-1988) e pelo poeta Cassiano Ricardo (1895-1974). </li></ul><ul><li>Movimento Verde-amarelismo </li></ul><ul><li>Fecham-se às vanguardas européias e aderem a idéias políticas que prenunciam o integralismo, versão brasileira do fascismo. </li></ul>
    8. 8. <ul><li>Revista Klaxon </li></ul><ul><li>Mensário de Arte Moderna </li></ul><ul><li>O principal veículo das idéias </li></ul><ul><li>modernistas, lançada em maio </li></ul><ul><li>de 1922 que durou até 1923. </li></ul><ul><li>Recebe este nome do termo </li></ul><ul><li>usado para designar a buzina </li></ul><ul><li>externa dos Automóveis </li></ul><ul><li>(símbolo da vida moderna). </li></ul><ul><li>Inovadora em vários sentidos: </li></ul><ul><li>diagramação ousada, moderna </li></ul><ul><li>Opõe novas idéias gráficas em oposição às velhas </li></ul><ul><li>existência de publicidade </li></ul>
    9. 9. Primeiros artistas modernos brasileiros: - Anita Malfatti - Di Cavalcanti - Vicente do Rêgo Monteiro
    10. 10. Anita Malfatti (1889 / 1964) <ul><li>foi pintora, desenhista, gravadora e professora de artes plástica brasileira. </li></ul><ul><li>Participou da Semana de Arte Moderna com 22 trabalhos. </li></ul><ul><li>Foi pivô de uma grande discussão, em 1917, entre os modernistas e o então crítico de arte Monteiro Lobato. </li></ul><ul><li>Considerada a primeira artista modernista brasileira. </li></ul>
    11. 11. “ Farol de Monhegan”
    12. 12. “ O japonês ”, 1916
    13. 13. “ O homem amarelo”
    14. 14. “ A boba” (1915-1916)
    15. 15. “ Tropical”
    16. 16. Ário de andrade “ Retrato de Mário De Andrade”
    17. 17. “ A estudante russa”
    18. 18. “ Torso / ritmo” – (1915 – 1916) “ Nú cubista”
    19. 19. “ O homem das sete cores”
    20. 20. Emiliano Di Cavalcanti ( 1897 / 1976 ) <ul><li>Pintor carioca, criado no bairro de São Cristóvão, de influência cubista , expressionista e surrealista . Sua obra é marcada pela temática popular , que inclui o carnaval carioca, mulatas sensuais, paisagens suburbanas e naturezas-mortas com frutas tropicais. </li></ul><ul><li>Iniciou sua atividade artística como desenhista (1914) fazendo ilustrações, charges e caricaturas. Começou a pintar (1917) sob influência do art nouveau . Realizou sua primeira mostra individual (1917) como desenhista. </li></ul><ul><li>Em 1921, transferiu-se para São Paulo, onde realizou sua primeira exposição de pinturas. Em 1922, participou da Semana de Arte Moderna, sendo um dos seus organizadores. Em 1923 viajou para Paris, onde se dedicou exclusivamente à pintura e sofreu muitas influências de Picasso e Braque . </li></ul><ul><li>Em 1929 executou um dos primeiros painéis modernos do Brasil para o Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro, e neles deixou as marcas de seu estilo: um cubismo atenuado por curvas barrocas e motivos populares como o carnaval e o samba. </li></ul>
    21. 34. Co “ Cinco mulheres de Guaratinguetá”
    22. 36. “ cenas de garimpo”
    23. 44. Tarsila do Amaral (1886-1973) <ul><li>Foi a artista plástica paulista mais representativa da primeira fase do movimento modernista brasileiro. Seu quadro Abaporu , de 1928, inaugura o Movimento Antropofágico nas artes plásticas. </li></ul><ul><li>Apesar de integrar-se ao Modernismo que surge no Brasil não participou da &quot;Semana de 22”. </li></ul><ul><li>Sua obra teve influência do cubismo e do surrealismo . Foi aluna do cubista Fernand Léger, na França. </li></ul><ul><li>Em 1922, junto com Anita Malfatti, Menotti del Picchia, Mário de Andrade e Oswald de Andrade, formou o chamado Grupo dos Cinco , que defende as idéias da Semana de Arte Moderna e toma a frente do movimento modernista no país. </li></ul><ul><li>Em 1926 realiza sua primeira exposição individual, na Galeria Percier, em Paris. A partir de então, suas obras adquirem fortes características primitivistas e nativistas e passam a ser associadas aos Movimentos Pau-Brasil e Antropofágico, idealizados pelo marido, Oswald de Andrade. </li></ul><ul><li>Em 1933, passa a desenvolver uma pintura mais ligada a temas sociais, da qual são exemplos as telas Operários e Segunda Classe . </li></ul><ul><li>Expõe nas 1ª e 2ª Bienais de São Paulo. </li></ul>
    24. 45. “ O Abaporu” - 1928
    25. 46. “ Antropofagia” - 1929
    26. 47. “ A negra” - 1928                                                                                                                                            
    27. 49. “ A família” - 1925
    28. 50. “ O mamoeiro” - 1928
    29. 51. “ EFCB Estrada de Ferro Central do Brasil” - 1924
    30. 52. “ Rio de Janeiro” - 1923
    31. 53. “ O morro da favela” - 1925
    32. 54. “ Carnaval em Madureira” - 1924
    33. 55. “ O pescador” - 1925
    34. 56. “ Estudo (nú)” - 1923
    35. 57. “ Operários” - 1933
    36. 58. “ Urutu” - 1928
    37. 59. “ Sol poente” - 1929
    38. 60. “ A cuca” - 1924
    39. 61. “ O sono” - 1928
    40. 62. “ O lago” - 1928
    41. 64. Vicente do Rêgo Carvalho (1899 - 1970) <ul><li>Nasceu em Recife, estudou na Escola Nacional de Belas Artes (Rio de Janeiro) e em importantes academias de arte na França. </li></ul><ul><li>Foi um artista múltiplo : pintor, desenhista, muralista, escultor e poeta. </li></ul><ul><li>Foi inspirado na cerâmica marajoara , na cultura indígena e na religião católica . A temática religiosa é freqüente em sua pintura, chegando a pintar cenas do Novo Testamento. </li></ul><ul><li>Sua pintura é marcada pela sinuosidade, sensualidade, simetria, contenção nas cores e contrastes, e formas / figuras que, pela densidade e volume, se aproximam da escultura. </li></ul><ul><li>CURIOSIDADES: Além de ter sido um pintor requintado, escrevia poesia, tinha o gosto pela dança (venceu muitos concursos de dança de salão em Paris), adorava carros e em 1931 disputou o Grand Prix do Automóvel Clube da França, tinha gosto pela engenharia mecânica e em Pernambuco fabricou aguardente. </li></ul>
    42. 66. “ Vendedor de Frutas”
    43. 67. “ O combate”, pintura de 1927
    44. 68. “ A mulher sentada” “ A conquista da lua”, pintura de 1969
    45. 69. “ Deposição”, pintura de 1966
    46. 70. “ O lavrador”
    47. 71. “ a criança e a ovelha”, desenho e pintura / 1960
    48. 72. “ Adão e Eva no paraíso ”, 1959
    49. 74. “ Tênis” / 1928 “ Banhistas” / 1924
    50. 75. “ Talismã dos índios do Amazonas” – Arte Deco - 1923
    51. 76. Artistas modernos estrangeiros radicados no Brasil: - Lasar Segall - Victor Brecheret
    52. 77. Lasar Segall (1891–1957) <ul><li>Pintor e escultor lituano , de origem judia, radicado em São Paulo a partir da década de 20 do século XX. </li></ul><ul><li>Foi um mestre do expressionismo e teve também influência do cubismo. Foi um dos introdutores da arte moderna no Brasil. </li></ul><ul><li>Foi um artista completo que experimentou todas as linguagens artísticas de sua época: pintura, desenho, gravura e escultura. </li></ul><ul><li>Com 15 anos freqüentou a rigorosa Academia Imperial de Belas Artes de Berlim, na Alemanha. Em 1913, vem pela primeira vez ao Brasil, expondo em São Paulo e Campinas, uma arte com forte influência do expressionismo do grupo alemão Die Brücke ( A Ponte ). </li></ul><ul><li>O grande tema de sua arte foi a humanidade . Pintou personagens populares da vida brasileira: mulatas, negros, marinheiros e prostitutas. Pintou também temas ligados as Grandes Guerras Mundiais. </li></ul>
    53. 78. “ Auto-retrato ” - 1919
    54. 79. “ A família enferma” / 1920
    55. 80. “ Jovem de cabelos Compridos” / 1942
    56. 81. “ Mãe Preta” / 1920
    57. 82. “ menino com lagartixa” - 1924
    58. 83. “ Morro Vermelho” - 1926
    59. 84. “ Emigrantes” / 1939
    60. 86. “ cabeça de negro” – 1929 xilogravura
    61. 87. “ Paisagem brasileira”
    62. 88. “ O casal”
    63. 89. “ Os eternos caminhantes” - 1919
    64. 90. “ Família” - 1934 “ Três jovens” - 1939
    65. 91. Victor Brecheret (1894—1955) <ul><li>Victor Brecheret, escultor ítalo-brasileiro , foi um artista destacado do Modernismo Brasileiro. </li></ul><ul><li>Diferente dos artistas do nosso modernismo, é de origem humilde. Imigrante italiano, órfão de mãe, veio para São Paulo, junto com seus tios maternos que o criaram. </li></ul><ul><li>Teve presença destacada nas décadas de 40 e 50 no cenário artístico de São Paulo, com monumentos públicos, funerários e decorativos nas fachadas na cidade, como o &quot;Monumento às Bandeiras&quot; , hoje um dos símbolos da cidade. </li></ul><ul><li>Sua escultura possui formas geometrizadas, lisas e luminosas. Possui forte influência do cubismo e do Art Déco . </li></ul>
    66. 92. “ Monumento às Bandeiras”, sua obra mais célebre
    67. 93. Anjos no túmulo da Família Scuracchio, Cemitério São Paulo
    68. 94. “ Juranda” “ Girafa-cubista”
    69. 95. “ Cabeça de Cristo” – 1919 / 1920
    70. 96. “ Portadora de perfume” “ Tocadora de Guitarra” / 1923 Bronze, 75 x 21 x 16 cm
    71. 97. “ Santa Ceia” - 1920
    72. 98. Artistas modernistas que surgiram depois da Semana de Arte Moderna : - Cândido Portinari - Alfredo Volpi
    73. 99. Cândido Portinari (1903-1962) <ul><li>Nascido São Paulo, foi pintor, gravador, ilustrador e professor. Sua arte foi influenciada pelo cubismo e o expressionismo. Sua temática foi baseada no homem do povo e nas cenas da vida popular brasileira. </li></ul><ul><li>Foi o grande modernista brasileiro das décadas de 40 e 50, principalmente. Foi o pintor brasileiro a alcançar maior projeção internacional na 1ª metade do século XX. </li></ul><ul><li>Estudou no Rio de Janeiro, a partir de 1918, no Liceu de Artes e Ofícios e na Escola Nacional de Belas Artes. </li></ul><ul><li>Em 1935, recebe prêmio do Carnegie Institute de Pittsburgh pela pintura “ Café ”, tornando-se o primeiro modernista brasileiro premiado no exterior. </li></ul><ul><li>Pintou vários painéis : em 1936 / 1938, no prédio do Ministério da Educação e Cultura - MEC sobre os temas dos ciclos econômicos do Brasil. Em 1941, pintou os painéis para a Biblioteca do Congresso em Washington D.C. / Estados Unidos, com temas da história do Brasil, Descobrimento, Desbravamento da mata, Catequese e Descoberta do ouro . </li></ul><ul><li>Em 1956, com a inauguração dos painéis Guerra e Paz na sede da ONU, em Nova York, recebe o prêmio Guggenheim. </li></ul>
    74. 100. “ Retirantes” - 1936                                                                                                                                                                                                                                                  
    75. 101. “ Menina Morta”
    76. 102. “ o café” - 1934
    77. 103. “ O mestiço” - 1934
    78. 104. Mural “Guerra e Paz” - Sede da ONU
    79. 105. “ Descobrimento do Brasil ” - 1956 Cândido Portinari Óleo sobre tela, 199 x 169 cm Banco Central do Brasil / Distrito Federal  
    80. 106. “ As trombetas de Jericó” - 1924
    81. 107. PORTINARI PICASSO Qualquer semelhança não é mera coincidência
    82. 108. “ Futebol” -1940
    83. 109. “ Crianças brincando”
    84. 111. “ Morro”
    85. 113. Alfredo Volpi (1896-1988) <ul><li>Pintor nascido em Lucca, Itália. Começa a vida profissional como pintor de parede . </li></ul><ul><li>Em 1914 executa sua primeira obra. Sua pintura dessa época caracteriza-se, até 1930, pelo naturalismo das formas e cores. </li></ul><ul><li>Na década de 30 passa integrar o Grupo Santa Helena . </li></ul><ul><li>Inicia na década de 50 a fase construtivista , que compreende um período estático, com a abstração de fachadas e casas. </li></ul><ul><li>Em 1953, ganha o prêmio da II Bienal Internacional de São Paulo , com o qual adquire fama. </li></ul><ul><li>Nos anos 60, começa a construir seus esquemas óticos e vibráteis puramente cromáticos, das bandeirinhas e fitas. </li></ul>
    86. 114. “ Vista panorâmica de Itahhaém”
    87. 116. “ Favela”
    88. 128. Oscar Niemeyer (1907) <ul><li>Oscar Niemeyer – arquitetura urbana e sinuosa </li></ul><ul><li>Arquiteto brasileiro, considerado um dos nomes mais influentes na Arquitetura Moderna internacional. Reconhecido internacionalmente como um grande gênio da arquitetura moderna. </li></ul><ul><li>Foi pioneiro na exploração das possibilidades construtivas e plásticas do concreto armado. </li></ul><ul><li>A biografia de Oscar Niemeyer é profundamente marcada por idealismos, que na maioria das vezes pagou um preço muito alto pelo sua identificação com o comunismo . </li></ul><ul><li>Em seu centésimo aniversário em 2007, foi condecorado pelo governo Francês com o título de Comendador da Ordem Nacional da Legião de Honra . No mesmo ano, Vladimir Putin, presidente da Rússia o condecorou com o título da Ordem da Amizade . Ainda no ano de 2007, 35 obras de Oscar Niemeyer foram tombadas pelo IPHAN. </li></ul>
    89. 129. Brasília
    90. 130. Palácio do Planalto / Brasília
    91. 131. Palácio da Alvorada / Brasília
    92. 132. Museu de Arte Contemporânea – MAC / Niterói - RJ
    93. 133. Sambódromo / RJ
    94. 135. Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
    95. 136. Memorial da América Latina / SP
    96. 137. Auditório do Ibirapuera / São Paulo
    97. 138. Memorial JK / Brasília
    98. 139. Igreja da Pampulha /- Belo Horizonte / MG
    99. 140. Museu Oscar Niemeyer / Curitiba
    100. 141. Centro Cultural Oscar Niemeyer / Goiânia
    101. 142. Estação Cabo Branco - João Pessoa / Paraíba
    102. 143. BALANÇO DO MODERNISMO <ul><li>Após a II Guerra Mundial, o modernismo perde força com a chegada da abstração ao país . As obras abandonam o compromisso de representar a realidade aparente e não reproduzem figuras nem retratam temas.O que importa são as formas e cores da composição. </li></ul><ul><li>Entre os principais representantes dessa tendência estão Iberê Camargo (1914-1994), Cícero Dias (1908-), Manabu Mabe (1924-1997), Yolanda Mohályi (1909-1978) e Tomie Ohtake (1913-). </li></ul><ul><li>Em 1951 é criada a Bienal Internacional de São Paulo , que proporciona à produção brasileira reconhecimento internacional e sintoniza definitivamente o país com a tendência mundial de internacionalização da arte. </li></ul>

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