ENE 5703 Usos finais e demanda de energia
2ª parte
Roteiro
• Fundamentos
• Serviço energético
• Estatísticas
• Tecnologia
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Fundamentos
• Combina a geração de eletricidade com a utilização do calor
resultante da geração em processos e serviços.
• Também chamada geração “on-site” oferece uma solução que permite
a diminuição de impactos ambientais.
• Dimensionada do pequeno ao grande porte permite obter maior
eficiência no processo como um todo.
• Enfrenta algumas barreiras no Brasil como desconhecimento, custo
da energia hidráulica, ausência de facilidades e garantias para venda
do excedente de eletricidade e principalmente falta de projetos
incentivando sua utilização.
• Os principais fatores de penetração desta tecnologia dependem do
custo da eletricidade e da demanda casada entre produção de energia
e calor, e é claro da complexidade das instalações.
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Fundamentos
Perda: 70%
Combustível
Consumo
30% Energia
Perda: 10%
Elétrica
Com Cogeração
Sem Cogeração
PROCESSO DE PRODUÇÃO DE 30% Energia
Combustível
ENERGIA ELÉTRICA Elétrica
Consumo
Perda: 30% 60% Energia
Térmica
PROCESSO DE PRODUÇÃO DE
Combustível
ENERGIA
Consumo
70% Energia
Térmica
PROCESSO DE PRODUÇÃO DE
ENERGIA TÉRMICA
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Potencial da cogeração
US$/kW
Termodinâmico
Técnico
Econômico
De Mercado
MW
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Potencial da cogeração
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Ciclos topping e bottoming
Bottoming Topping
O fluxo de calor do combustível é usado O combustível é usado para gerar energia
para gerar calor de processo a alta elétrica e o calor gerado é utilizado em
temperatura. Na exaustão podem ser processos térmicos.
aproveitados na produção de energia
elétrica ou mecânica.
Vapor A.P En. Elétrica
Eletricidade ou Mecânica
Comb.
N N
Comb.
Caldeira
Vapor
B.P. Processo Vapor
Cald.
Calor
Recup.
Residual
Calor
Residual Vapor
Cald. Processo
Recup. En. Elétrica
ou Mecânica
N
Comb.
Processo
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Ciclos topping e bottoming
Topping
Combustível Perdas
Gases ou
Sistema de Geração Sistema de Uso de
de Eletricidade Vapor Calor de Processo
Trabalho Calor Útil
Bottoming
Combustível Perdas
Gases ou
Sistema de Uso de Sistema de Geração
Calor de Processo Vapor de Eletricidade
Calor Útil Trabalho
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Potenciais usuários
Setor Terciário Indústria
Shopping Centers Química e Petroquímica
Hotéis Perfumaria
Edifícios de Escritório e Apartamentos Têxtil
Universidades Produtos Alimentícios
Hospitais Bebidas
Outras que demandem calor Fumo
Cimento
Produtos Cerâmicos
Outros minerais não metálicos
Metalurgia
Material Elétrico
Celulose e Papel
Borracha
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Requisitos de temperatura de saída
do vapor por ramo industrial
Indústria Temp.Saída (°C)
Química e Petroquímica 200
Perfumaria 200
Têxtil 200
Produtos Alimentícios 200
Bebidas 200
Fumo 200
Cimento 160
Produtos Cerâmicos 160
Outros minerais não metálicos 160
Metalurgia 160
Material Elétrico 160
Celulose e Papel 200
Borracha 200
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Possibilidades
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Possibilidades
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Possibilidades
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Possibilidades
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Possibilidades
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Potencial de eficácia por tipo de
indústria
9
8
Energia Térmica / Energia Elétrica
7 Celulose
Papel e
6
5
Açúcar e
Alcool
4 Química
3
2
1 Alimentos
Têxteis
0
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Estatísticas
Cogeração no Mundo
Capacidade Instalada
País (MW)] Participação Total ()
EUA 60.000,0 7,0
Espanha 210,0 5,0
Portugal 500,0 10,0
Grécia 220,0 4,4
Holanda 6.600,0 35,0
Alemanha 14.000,0 11,0
Itália 10.000,0 11,0
Reino Unido 3.300,0 3,6
Dinamarca 5.400,0 27,0
Fonte: ALCKMIN J.T. - EFEI 1998
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Tecnologia
Produção simultânea de energia (óleo, GN, biomassa)
elétrica e térmica (calor/frio) a partir
de insumos energéticos como: GN,
GLP, Óleos Combustíveis, Diesel,
Caldeira
Gasolina, Biomassa, etc. Rendimento
até 85%
10t/h
Motores a combustão
Gerador
Turbina
Elétrico
Turbina a Combustão 1 MW
Vapor Pressão
(81, 60, 42 kgf/cm2)
Turbina a Vapor
10t/h
Micro-turbina Vapor para
Processo
(7,10,12,
15 kgf/cm2)
Célula combustível
Esquema típico de Cogeração
Ciclos combinados
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Motores a Combustão
• Ciclo otto ou diesel
• Potência até 60 MW
• Primeiras unidades
desenhadas inicialmente para
transporte, convertidas
posteriormente para geração.
• Unidades de grande porte
desenhadas especificamente
para geração
• Utilizados em plantas
industriais para suprir energia
• Na cogeração fornece:
• Água quente a 195° F,
• Vapor a 265° F
• Calor a alta temperatura para
uso em processos através de
gases entre 930 a 1,000° F
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Motor a combustão
diagrama de Sankey
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Turbinas a gás
• Derivadas de turbinas da indústria
aeronáutica produzem energia
elétrica em modo estacionário
• Potência de 1 a 100 MW
• Até 1 MW – micro-turbinas
• 1 a 15 MW – turbinas industriais
• Acima 15 - Geração
• Baixo custo de instalação
• Baixos índices de emissão
• Alta recuperação de calor
• Pouca Manutenção
• Baixa eficiência na produção de
energia elétrica
• Uso frequente na cogeração para
geração na ponta e em ciclos
combinados
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Turbinas a gás
diagrama de Sankey
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Turbinas a Vapor
O acionamento da turbina se
produz pela expansão do vapor
de alta pressão procedente de
uma caldeira convencional. A
energia mecânica gerada pode
receber as mesmas aplicações
que no caso da turbina a gás,
entretanto, o vapor de baixa ou
média pressão procedente das
turbinas somente é utilizável em
um processo industrial quando o
mesmo necessitar de vapor ou
energia térmica a um nível
relativamente baixo de
temperatura, determinado pela
temperatura de saturação do
vapor, que nas condições usuais
é inferior à 200°C.
Fonte: L.A Horta Nogueira e A.R Silva Martins, 1997.
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Micro-turbina
Oferecem possibilidade de
geração até 1MW, sendo
comum encontrarmos micro-
turbinas para valores entre 50
kW e 250 kW
Fonte: Arlindo S. para ENE 5713, 2002..
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Micro-turbinas
Fonte: Arlindo S. para ENE 5713, 2002..
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Micro-turbinas
Fonte: Arlindo S. para ENE 5713, 2002..
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Célula de combustível
Fonte: Arlindo S. para ENE 5713, 2002..
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Célula de combustível
Fonte: Arlindo S. para ENE 5713, 2002..
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Tecnologia
Fonte: Arlindo S. para ENE 5713, 2002..
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Ciclos combinados
Fonte: Arlindo S. para ENE 5713, 2002..
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