Aula 10 parte 3 2008

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    Aula 10 parte 3 2008 - Presentation Transcript

    1. Uso de energia e análise energética nos setores residencial, comercial e de serviços ENE 5703 - Usos finais e demanda de energia 2a parte
    2. Setor residencial 2 ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    3. Roteiro 3 • Socioeconomia • O uso setorial de energia − Principais usos finais − Exemplos − Tendências • Caracterização da demanda − Previsão e análise (usos finais) ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    4. Socioeconomia 4 Fonte: Hugo Altomonte, UN-ECLAC, Chile, 1996 ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    5. 5 Socioeconomia Índice de desenvolvimento humano em 2007 ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    6. A medida da pobreza mundial (1997) 6 Veja algumas novas estatísticas Fonte: UNDP, 1997 ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    7. ENERGIA e SOCIEDADE no Mundo em 2007 7 Consumo de energias “modernas” PIB per capita e consumo de energia ou “comerciais” per capita ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    8. 8 A desigualdade no acesso à energia Fonte: data compiled by UNEP GRID Geneva from UNSTAT 1997 ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    9. O uso setorial de energia 9 Chile Source: Chile Market trends. Waldes-Arrieta, 1993 ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    10. 10 1997 O uso setorial de energia 2001 EUA ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    11. O uso setorial de energia Canadá, 2003 Fonte: Office of Energy Efficiency; Improving Energy Performance in Canada – Report to Parliament Under the Energy Efficiency Act For the Fiscal Year 2004-2005, Canada, 2005. Veja na fonte ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer 11
    12. Austrália, 1998 Fonte: Australia Energy Rating, Australia, 2005. ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer 12
    13. 13 Consumo final de energia por setor Brasil (%) ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    14. Consumo final de energia do setor residencial no Brasil (106 TEP) 14 ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    15. Domicílios sem iluminação elétrica no Brasil por região (mil hab e %) Fonte: PNAD, 2007. ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer 15
    16. Socioeconomia Distribuição de domicílios por combustível utilizado para cocção por classe de rendimento (%) – Brasil 1991 Combustivel Total Classes de rendimento mensal domiciliar nominal (salário mínimo) utilizado para ATÉ 1 >1 a 2 >2 a 3 >3 a 5 >5 a >10 a >15 a >20 a >30 S/ren S/decl cozinhar 10 15 20 30 dim. ar. T OT AL Gás canalizado 2,00 0,17 0,40 0,70 1,20 2,46 5,18 7,80 11,00 16,77 2,89 3,51 Só gás de botijão 70,96 41,50 62,64 76,46 83,95 88,68 89,22 87,88 85,15 79,78 68,64 56,88 Só lenha 10,19 29,56 13,36 5,84 2,61 0,93 0,35 0,25 0,23 0,20 12,66 18,13 Gás de botijão e lenha 13,97 20,78 19,78 15,38 11,45 7,57 5,02 3,80 3,41 3,02 8,55 17,70 Carvão 2,42 7,21 3,32 1,27 0,54 0,17 0,07 0,05 0,03 0,03 2,81 3,36 Outro 0,08 0,16 0,08 0,06 0,04 0,03 0,04 0,06 0,07 0,09 0,31 0,08 Não tinham fogão ou 0,38 0,63 0,41 0,29 0,21 0,17 0,13 0,15 0,10 0,11 4,13 0,34 ogareiro UR BANA Gás canalizado 2,56 0,32 0,57 0,85 1,35 2,63 5,41 8,08 11,36 17,31 3,55 5,48 Só gás de botijão 85,32 69,10 81,60 87,50 90,31 92,02 91,06 89,12 86,13 80,60 78,21 82,43 Só lenha 2,51 10,38 3,82 1,53 0,66 0,21 0,08 0,06 0,06 0,06 5,61 2,80 Gás de botijão e lenha 7,96 14,02 11,57 9,12 7,19 4,88 3,26 2,52 2,27 1,82 5,70 7,52 Carvão 1,17 5,07 1,85 0,62 0,23 0,06 0,02 0,02 0,02 0,01 1,96 1,27 Outro 0,07 0,20 0,09 0,05 0,03 0,02 0,03 0,05 0,07 0,09 0,33 0,08 Não tinham fogão ou 0,42 0,92 0,50 0,32 0,22 0,17 0,13 0,14 0,09 0,11 4,65 0,43 ogareiro RUR AL Gás canalizado 0,01 0,00 0,00 0,02 0,04 0,07 0,08 0,08 0,00 0,00 0,02 0,01 Só gás de botijão 19,50 10,35 19,01 27,55 34,81 43,55 48,98 53,66 55,08 54,07 26,38 11,61 Só lenha 37,72 51,21 35,32 24,96 17,68 10,62 6,13 5,56 5,32 4,44 43,80 45,29 Gás de botijão e lenha 35,52 28,41 38,69 43,08 44,40 43,87 43,45 39,27 38,68 40,31 21,17 35,75 Carvão 6,91 9,62 6,71 4,14 2,86 1,64 1,11 0,89 0,57 0,76 6,59 7,05 Outro 0,09 0,11 0,08 0,07 0,07 0,10 0,11 0,22 0,09 0,24 0,20 0,08 Não tinham fogão ou 0,25 0,30 0,20 0,18 0,14 0,14 0,12 0,32 0,27 0,18 1,83 0,19 ogareiro Fonte: IBGE, Censo demográfico, 1991, online. ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer 16
    17. TAXA MÉDIA MÓVEL DE CRESCIMENTO (%aa - 5 anos) Fonte: MME, 2007. ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer 17
    18. Indicadores estaduais de energia e socioeconomia no Brasil - 2005 Fonte: MME, 2007. ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer 18
    19. Consumo domiciliar de energia 19 CONSUMO DE GASOLINA EQUIVALENTE POR CONSUMO DE ELETRICIDADE RESIDENCIAL POR DOMICÍLIO UF – BR CICLO OTTO – BR (m3/dom) kWh/dom Fonte: MME, 2007. ENE 5703 2008 ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer Prof. Ildo Luis Sauer
    20. Evolução de preços de energia no Brasil 20 Preços médios correntes Preços médios correntes 1973 / 2006 – US$ / bep 1973 / 2006 – US$ / bep Fonte: MME, 2007. ENE 5703 2008 ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer Prof. Ildo Luis Sauer
    21. Evolução de preços de energia no Brasil 21 Energia elétrica (R$/MWh) GLP (US$/13 kg) Fonte: ANEEL, ANP, vários anos. ENE 5703 2008 ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer Prof. Ildo Luis Sauer
    22. Balanço de energia útil no Brasil 22 Eficiência média por setor (%) Eficiência média por fonte (%) Fonte: MME, 2007. ENE 5703 2008 ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer Prof. Ildo Luis Sauer
    23. 23 Balanço de energia útil ganhos de eficiência pelos efeitos tecnologia e estruturas (pontos percentuais – 1984 a 2004) Eficiência energética física • EFEITO TECNOLOGIA (ex: o fogão a GLP passa de 40% para 50% de eficiência, nas residências) • EFEITO ESTRUTURA ENERGÉTICA (ex: as residências substituem lenha – eficiência de 5%, por GLP) • EFEITO ESTRUTURA SETORIAL (ex: siderurgia – eficiência média de 70%, passa a ter maior participação na estrutura produtiva do país em relação a cerâmica – eficiência média de 50%) Fonte: MME, 2007. ENE 5703 2008 ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer Prof. Ildo Luis Sauer
    24. Evolução da eficiência energética física no Brasil 24 OFERTA CONSUMO PERDAS ENERGIA PERDAS ENERGIA FINAL ÚTIL 1984 100 (-) 10 = 90 (-) 48 = 42 2004 100 (-) 10 = 90 (-) 37 = 53 ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer Fonte: MME, 2007.
    25. Caracterização da demanda 25  Variável explicativa – número de famílias  Determinantes  Econômicos  Sociais  Culturais  Tecnológicos  Ambientais  As fontes e intensidade do consumo energético são afetados por:  Disponibilidade  Preços  Custo dos equipamentos associados a cada fonte  Renda familiar  Tamanho da família  O consumo é associado a:  Nível de renda  Preço da energia  Padrão sócio-cultural  Padrão climático ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    26. Caracterização da demanda 26  Tempos de substituição de edifícios e equipamentos Uso-Final Tempo de vida médio (anos) Aquecimento Central (elétrico) 23 Condicionador de ar 15 Condicionador de ar central 12 Bomba de calor 14 Aquecimento de água (elétrico/gás) 13 Refrigerador 19 Freezer 21 Secadora de roupa 18 Geladeira 17 Iluminação 15 Lavadora de Roupa 12.6 Lavadora de Pratos 14.1 Diversos 15 Edifícios – encanamentos, fiação, etc. 30 Edifício unifamiliar 98 Edifício multifamiliar 89 Casas móveis (trailers, etc.) 33.8 ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    27. Caracterização da demanda Particularidades metodológicas 27  Definição de módulos homogêneos  População total residencial rural residencial urbana cidades grandes cidades pequenas AR MR BR  Fontes comumente utilizadas  Lenha, solar, gás natural, GLP, carvão vegetal, eletricidade  Usos mais significativos  Cocção, aquecimento de água, refrigeração, iluminação... ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    28. Caracterização da demanda Esquematicamente (recordando) 28 Setor residencial urbano Litoral Interior Central Cid. grande Cid. pequena Cid. grande Cid. pequena Cid. grande Cid. pequena Estrato 1 Estrato 1 Estrato 1 Estrato 1 Estrato 1 Estrato 1 Estrato 2 Estrato 2 Estrato 2 Estrato 2 Estrato 2 Estrato 2 Estrato 3 Estrato 3 Estrato 3 Estrato 3 Estrato 3 Estrato 3 ....... ....... ....... ....... ....... ....... ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    29. 29 BRASIL 2007 Consumo final por uso final na carga residencial do Brasil – participação dos eletrodomésticos Região Sudeste Fonte: Eletrobrás/PROCEL, 2007. ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer 29
    30. BRASIL 2007 Consumo final por uso final na carga residencial das grandes regiões – participação dos eletrodomésticos Região Norte Região Centro-Oeste Fonte: Eletrobrás/PROCEL, 2007. Região Sul Região Nordeste ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer 30
    31. 31 Usos finais de energia elétrica no Brasil e regiões no setor residencial Fonte: Eletrobrás/PROCEL, 2007. ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer 31
    32. 32 BRASIL 2007 Curva de carga diária média no Brasil por uso final Fonte: Eletrobrás/PROCEL, 2007. ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer 32
    33. Curva de carga diária média região Norte região Nordeste Fonte: Eletrobrás/PROCEL, 2007. ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer 33
    34. Curva de carga diária média região Centro-Oeste região Sudeste Fonte: Eletrobrás/PROCEL, 2007. ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer 34
    35. Curva de carga diária média região Sul Fonte: Eletrobrás/PROCEL, 2007. ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer 35
    36. Curva de carga setor residencial faixa de consumo 0 – 50 kWh/mês 36 Guayaquil Quito ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    37. Curva de carga setor residencial faixa de consumo 51 – 200 kWh/mês 37 Guayaquil Quito ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    38. Curva de carga setor residencial faixa de consumo > 1000 kWh/mês 38 Guayaquil Quito ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    39. Curva de carga setor residencial TOTAL 39 Guayaquil Quito ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    40. O uso setorial de energia Consumo de energia no setor residencial de Boa Vista por uso final Consumo médio por estrato, comparação entre o cadastro e o questionário. Fonte: Sauer, 2001. ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer 40
    41. Setor de Serviços 41 ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    42. Setor de serviços 42 Roteiro • Economia mundial • Conceitos e similaridade dos serviços • Caracterização • Principais subsetores − Indicadores − Ações − Barreiras ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    43. Consumo Mundial de Energia e Emissões de Dióxido de Carbono por região, 1990-2025 43 Energy Consumption Carbon Dioxide Emissions (Quadrillion Btu) (Million Metric Tons Carbon Equivalent) Region 1990 2001 2010 2025 1990 2001 2010 2025 Industrialized Countries 182.8 211.5 240.1 288.3 2,844 3,179 3,572 4,346 EE/FSU 76.3 53.3 65.9 82.3 1,337 856 1,038 1,267 Developing Countries 89.3 139.2 174.7 269.6 1,691 2,487 3,075 4,749 Asia 52.5 85.0 110.1 174.6 1,089 1,640 2,075 3,263 Middle East 13.1 20.8 25.0 36.0 231 354 420 601 Africa 9.3 12.4 14.4 20.0 179 230 261 361 Central and South America 14.4 20.9 25.2 39.0 192 263 319 523 Total World 348.4 403.9 480.6 640.1 5,872 6,522 7,685 10,361 Sources: 1990 and 2001: Energy Information Administration (EIA), International Energy Annual 2001, DOE/EIA-0219(2001) (Washington, DC, February 2003), web site www.eia.doe.gov/iea/. 2010 and 2025: EIA, System for the Analysis of Global Energy Markets (2003). Fonte: Banco Mundial, 2003 ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    44. International Energy Outlook 2003 World Gross Domestic Product by Selected Countries and Regions, 1970-2025 (Billion 1997 U.S. Dollars) 44 Average Annual History Projections Percent Change 1970- 2001- Region 1970 1990 2001 2010 2015 2020 2025 2001 2025 Industrialized Countries North America 4,068 7,723 10,588 14,192 16,645 19,246 22,218 3.1 3.1 United States 3,646 6,836 9,394 12,497 14,566 16,770 19,285 3.1 3.0 Canada 276 555 742 978 1,112 1,253 1,406 3.2 2.7 Mexico 145 332 452 717 967 1,223 1,528 3.7 5.2 Western Europe 4,506 7,597 9,460 11,694 13,125 14,724 16,395 2.4 2.3 France 751 1,299 1,593 1,974 2,214 2,497 2,781 2.5 2.3 Germany 1,149 1,879 2,274 2,780 3,100 3,450 3,811 2.2 2.2 Industrialized Asia 1,815 4,054 4,920 5,891 6,512 7,153 7,828 3.3 2.0 Japan 1,608 3,673 4,376 5,164 5,662 6,162 6,680 3.3 1.8 EE/FSU Former Soviet Union 625 1,009 654 957 1,152 1,360 1,600 0.1 3.8 Eastern Europe 236 348 390 561 689 853 1,044 1.6 4.2 Developing Countries Asia 472 1,739 3,525 5,856 7,528 9,513 11,752 6.7 5.1 China 106 427 1,201 2,191 2,949 3,935 5,085 8.2 6.2 India 113 268 521 832 1,077 1,390 1,775 5.1 5.2 Middle East 172 379 581 808 970 1,154 1,359 4.0 3.6 Africa 206 405 617 862 1,027 1,216 1,426 3.6 3.6 Central and South America 586 1,136 1,505 1,983 2,446 3,040 3,811 3.1 3.9 Total World 12,687 24,392 32,239 42,804 50,095 58,259 67,434 3.1 3.1 Sources: Global Insight, Inc., World Economic Outlook, Vol. 1 (Lexington, MA, Third Quarter 2002), and Energy Information Administration, System for the Analysis of Global Energy Markets (2003). Fonte: Banco Mundial, 2003 ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    45. 45 SETORES ECONÔMICOS: % PARTICIPAÇÃO NO SERVIÇOS: % PARTICIPAÇÃO NO PIB E PIB E NA ENERGIA DO BRASIL (2006) NA ENERGIA DO BRASIL (2006) Fonte: MME, 2007. ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    46. ESTRUTURA DE ENERGIA E PIB NO BRASIL (%) Fonte: MME, 2007. ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer 46
    47. Brasil – consumo final no setor comércio e serviços 47  Consumo por fonte (%) Fonte: MME/BEN, 2007, ano base 2006. ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    48. Conceitos e similaridade dos serviços 48  Cenários de Demanda  Análise será mais eficiente quando é feita por setores (desagregação)  Módulos Homogêneos (Usos)  Determinantes/Variáveis Explicativas  Evolução dos Determinantes e dos Módulos Local Residencial Comércio e Serv. Industrial Agricultura Transportes Estrato n Estrato 3 Estrato 2 Atividade 1 Universidades Atividade 2 Govêrno … Atividade n Escritórios Estrato 1 Modalidade Estrato n Estrato n Estrato n Capacidade ENE 5703 2008 Estrato 3 Estrato 3 Estrato 3 Estrato 2 Estrato 2 Estrato 2 Estrato 1 Prof. Ildo Luis Sauer Estrato 1 Estrato 1
    49. Caracterização 49 – As características de consumo se alteram em função: • Zona Climática • Tipo de atividade Comercial/Serviços • Características do Projeto • Tamanho das edificações Cenários Módulos Homogêneos Base de Horizonte Dados Caracterização Energética Variáveis Perspectivas Físicas Consumo Descrição Evolução Energético ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    50. Caracterização 50 – Principais tipos de atividades: • Serviço Público • Hospitais • Aeroportos • Escolas/Universidades • Hotéis • Igrejas • Mercados • Armazens • Alimentação • Serviços gerais • outros ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    51. Caracterização 51 – Serviços Energéticos a serem analisados para o setor comercial • Condicionamento Ambiental • Calefação • Refrigeração • Ventilação • Aquecimento de água • Refrigeração de Alimentos • Cocção • Iluminação • Etc. ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    52. Caracterização 52 – Principais Indicadores para atividades: • Sócio-econômicos: – m2 por funcionário – Faturamento por funcionário • Relativos a energia: – Consumo por atividade – Consumo por m2 – Consumo por funcionário ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    53. Caracterização 53 Pesquisa de Usos Finais Boa Vista Fonte: SAUER et all, 2001 ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    54. Caracterização 54 Pesquisa de Usos Finais Boa Vista Fonte: SAUER et all, 2001 ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    55. Caracterização 55 Fonte: SAUER et all, 2001 ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    56. 56 Caracterização Fonte: SAUER et all, 2001 ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    57. Caracterização 57 Curvas de Carga de Atividades em Boa Vista Fonte: SAUER et all, 2001 ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    58. Curva de carga setor comercial faixa de consumo 501 – 1000 kWh/mês 58 Guayaquil Quito ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    59. Principais subsetores Chilers a absorção e Aquecedores a GN para ar- condicionado e aquecimento 59 • Edifícios Comerciais Materiais de baixo impacto e reaproveitamento de água  Ações possíveis:  Plano diretor (Zoneamento) Painéis fotovoltaícos para  Normas e padrões construtivos cogeração  Exigência de demonstração de atendimento aos padrões de eficiência energética para o tipo de edificação  Programas de Incentivos a adoção de melhorias na edificação: Iluminação natural (janelas)  Descontos para adoção de soluções mais eficientes  Etc.  Operação e manutenção Software de Automação predial Uso de Energia em Edifícios Novos Outros; 11% Aquecimento água; 9% Iluminação; 30% Cogeração com aproveitamento Equipamentos; do calor para aquecimento e 16% refrigeração Localização e partido Condicionament o ar; 34% arquitetônico ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    60. Edifícios Comerciais: Pontos Importantes 60  Visão do Projeto e objetivos do projeto adequados às diretrizes do planejamento urbano em questão  Análise completa das alternativas de implantação para minimizar impactos ao ambiente  Utilização de computação como auxiliar nas decisões  Análise de alternativas para determinação dos impactos das alternativas nas funções e no desenho do edifício  Avaliação do entorno e análise de interações  Avaliação das tecnologias de energia renováveis passíveis de serem utilizadas no projeto no momento ou no futuro para sua incorporação ao desenho do projeto  Desenho esquemático  Integração dos projetos arquitetônico e de energia para melhoria da performance do edifício do ponto de vista energético  Avaliação e escolha de materiais  Incorporação de soluções passivas de energia solar para iluminação e condicionamento de ar, diminuindo a carga necessária para suportar estes serviços apenas através de EE ou Gás  Re-avaliação de alternativas através de simulação em computador  Documentação  Especificações claras e objetivas nas especificações do projeto  Detalhamento da performance dos ambientes e sua necessidade de serviços energéticos  Características previstas de ocupação  Auditoria de todos sistemas antes da ocupação  Pós-Ocupação  Verificação de todos os sistemas após a ocupação  Avaliação do relacionamento do edifício com seu entorno  Avaliação do uso de tecnologia de energia renovável para detecção de problemas e melhorias futuras  Desenhos esquemáticos  Minimizar sistemas mecânicos e elétricos substituindo-os por sistemas passivos de tecnologia solar quando possível  Desenvolvimento do Projeto  Documentos da construção  Definição da performance esperada em cada ambiente ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    61. Principais subsetores Iluminação Natural 61 Ventilação Natural • Shopping Centers  Ações possíveis:  Minimização das trocas de calor por convecção Painéis fotovoltaícos para em áreas de passagem cogeração  Eficiência na iluminação com utilização de lâmpadas fluorescentes e halógenas  Software de automação dos serviços energéticos básicos  Aumento do conforto através de correta operação Cogeração com aproveitamento e manutenção de sistemas de ar-condicionado e do calor para aquecimento e de ventilação refrigeração Uso de Energia em Shopping Centers Software de Automação predial Outros; 17% Estratégia de projeto Aquecimento Iluminação; 37% água; 6% arquitetônico para obtenção de condicionamento ambiental com o mínimo uso de equipamentos artificiais Condicionament o ar; 40% ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    62. Principais subsetores Aquecimento dágua através de sistema solar 62 Ventilação Natural • Hospitais  Ações possíveis:  Minimização das trocas de calor por convecção em áreas de passagem Painéis fotovoltaícos para  Eficiência na iluminação com utilização de cogeração lâmpadas fluorescentes e halógenas  Software de automação dos serviços energéticos básicos  Aumento do conforto através de correta operação Desenho de vedos e aberturas para iluminação natural. e manutenção de sistemas de ar-condicionado e Utilização de iluminação eficiente de ventilação para os ambientes Software de Automação predial Uso de Energia em Hospitais Outros; 27% Aquecimento água; 28% Cogeração para pico e emergências de EE, aquecimento dágua e ar-condicionado. Diminuição dos custos e aumento Equipamentos; da qualidade ambiental para 6% pacientes Iluminação; 16% Condicionament o ar; 27% ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    63. Cenários de Demanda 63 – Aspectos Adicionais • Projeção de Demanda de Serviços: – Manter serviços uniformes nos cenários – Projeção influencia oportunidades de eficiência • Recursos de Eficiência: – Usar custos marginais ao nível de cada medida – Incluir Custos Administrativos dos programas – Considerar limitação das taxas de penetração – Análise de sensibilidade de custo, conservação, taxa de desconto • Recursos de Oferta: – Custos Marginais – Soluções de área se possível ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer
    64. Cenários de demanda 64 – Experiência Americana • Retrofit: – Auditorias – Programas de Informação – Medidas Implementadas • Novas Edificações • Equipamentos (descontos): – Geladeiras – Ar condicionado – Bombas de calor – etc. • Iluminação: – CF – Etc. ENE 5703 2008 Prof. Ildo Luis Sauer

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