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Contrastes De Desenvolvimento Sida
 

Contrastes De Desenvolvimento Sida

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Trabalho de pesquisa realizado por grupo de alunos do 9ºAno de Geografia

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    Contrastes De Desenvolvimento Sida Contrastes De Desenvolvimento Sida Presentation Transcript

    • “ A olhar o Mundo” Contrastes de desenvolvimento A SIDA no mundo
    • Introdução
      • O que é o vírus da SIDA? Porque existem cada vez mais infectados com este vírus? Quantos são? Como é que este problema se reflecte no desenvolvimento dos países?
      • São estas as perguntas que com o nosso trabalho vamos procurar esclarecer.
    • O que é o vírus da SIDA?
      • A SIDA é provocada pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH), que penetra no organismo por contacto com uma pessoa infectada. A transmissão pode acontecer de três formas: relações sexuais; contacto com sangue infectado; de mãe para filho, durante a gravidez ou o parto e pela amamentação.
      • O VIH é um vírus bastante poderoso que, ao entrar no organismo, dirige-se ao sistema sanguíneo, onde começa de imediato a duplicar-se, atacando o sistema imunológico, destruindo as células defensoras do organismo e deixando a pessoa infectada (seropositiva), mais debilitada e sensível a outras doenças, as chamadas infecções oportunistas que são provocadas por micróbios e que não afectam as pessoas cujo sistema imunológico funciona convenientemente. Também podem surgir alguns tipos de tumores (cancros).
      • Entre essas doenças, encontram-se a tuberculose; a pneumonia por Pneumocystis carinii; a candidose, que pode causar infecções na garganta e na vagina; o citomegalovirus um vírus que afecta os olhos e os intestinos; a toxoplasmose que pode causar lesões graves no cérebro; a criptosporidiose, uma doença intestinal; o sarcoma de Kaposi, uma forma de cancro que provoca o aparecimento de pequenos tumores na pele em várias zonas do corpo e pode, também, afectar o sistema gastrointestinal e os pulmões.
      • A SIDA provoca ainda perturbações como perda de peso, tumores no cérebro e outros problemas de saúde que, sem tratamento, podem levar à morte. Esta síndrome manifesta-se e evolui de modo diferente de pessoa para pessoa.
    • Quais os contrastes dos níveis de SIDA no mundo?
    •  
      • Como se pode observar nestes últimos gráficos e segundo a UNAIDS (“Joint United Nations Programme on HIV/AIDS” ou programa de combate ao VIH/SIDA das Nações Unidas ), estima-se que no ano de 2005:
      • Cerca de 40.3 milhões de pessoas viviam com a infecção pelo VIH; destes, 17.5 milhões são mulheres e 2.3 milhões são crianças com idade inferior a 15 anos;
      • Cerca de 4.9 milhões adquiriram a infecção, tendo morrido 3.1 milhões de pessoas devido a esta infecção durante o mesmo ano;
      • Ocorreram cerca de 14 000 novas infecções por dia;
      • Mais de 95% ocorreram em países em desenvolvimento;
      • Quase 2000 ocorreram em crianças com menos de 15 anos;
      • Cerca de 12 000 ocorreram em pessoas com idades compreendidas entre os 15 e os 49 anos, das quais cerca de 50% entre os 15 e os 24 anos e quase 50% em mulheres.
      • Antes de 2007:
      • O número de pessoas com infecção VIH tem vindo a aumentar ao longo dos anos em todo o Mundo. Nos anos de 2003 e 2004 assistiu-se a um aumento da incidência da infecção mais acentuado na Ásia Oriental (aumento de cerca de 50%, atribuído largamente ao crescimento da epidemia na China) e na Europa de Leste e Ásia Central (aumento de 40%, para o qual contribuíram maioritariamente o número de casos na Ucrânia e na Federação Russa). A única região do Mundo onde não se verificou aumento da prevalência da infecção em 2005, comparativamente a 2003, é as Caraíbas.
      • A África Subsaariana permanece a região do Mundo mais atingida com 25.8 milhões de pessoas infectadas no final de 2005, cerca de mais um milhão comparativamente a 2003. Cerca de dois terços dos infectados com VIH vivem na África Subsaariana, assim como 77% das mulheres infectadas.
      • A epidemia na África Subsaariana parece estar a estabilizar, com uma taxa de prevalência de cerca de 7.2% em toda a região. No entanto, dada a grande heterogeneidade das várias regiões da África Subsaariana, existem locais onde a prevalência está a diminuir e outros onde aumenta assustadoramente. Por outro lado, a estabilidade da prevalência da infecção significa que o número de pessoas que adquirem a infecção de novo é semelhante ao número de pessoas que morrem como resultado da infecção. Estima-se que, durante os anos de 2005, tenham morrido 2.4 milhões de pessoas com infecção pelo VIH nesta região, enquanto cerca de 3.2 milhões contraíram a infecção durante o mesmo ano.
      • Na Europa Ocidental e Central e na América do Norte a maioria das infecções VIH foram adquiridas por via homossexual ou pelo uso de drogas injectáveis. No entanto, nos últimos anos uma proporção cada vez maior das infecções é adquirida através de contacto heterossexual sem utilização de preservativo. Nos 12 países da Europa Ocidental com dados sobre infecções VIH diagnosticadas de novo, o diagnóstico de infecções adquiridas por via heterossexual aumentou em 122% entre 1997 e 2002. Uma grande percentagem destes novos diagnósticos é efectuada em pessoas oriundas de países com grande incidência da infecção, principalmente países da África SubSaariana. O diagnóstico de novas infecções em homossexuais do sexo masculino aumentou em 22% na Europa Ocidental entre 2001 e 2002.
      • Desde 2002, o número global anual de novas infecções em homossexuais do sexo masculino na Europa Ocidental diminuiu ligeiramente (de 5453 em 2002 para 5075 em 2004). No entanto, na Bélgica, Dinamarca, Portugal e Suiça houve um ligeiro, e na Alemanha um significativo, aumento.
      • Embora o uso de drogas injectáveis seja responsável por um número decrescente de novas infecções na maioria dos países da Europa Ocidental, permanece um factor epidemiológico importante em países como Itália, Portugal e Espanha e em algumas cidades de outros países. No entanto, em Portugal o número de novas infecções em toxicodependentes diminuiu de 2400 em 2000 para 1000 em 2004. Cerca de 50% dos casos diagnosticados em 2002 em Portugal foi em toxicodependentes, enquanto em mais de 40% o comportamento de risco foi heterossexual.
      • Continua a verificar-se um aumento da proporção de mulheres infectadas. Em 2005, 17.5 milhões de mulheres vivem com esta infecção – um milhão mais do que em 2003. Treze milhões e meio destas mulheres vivem na África Subsaariana. O crescente impacto da epidemia nas mulheres também é aparente no Sul e Sudeste asiático (onde existem quase dois milhões de mulheres infectadas), assim como na Europa de Leste e na Ásia Central. A maioria das mulheres no Mundo é infectada devido ao comportamento de risco do seu parceiro sexual sobre o qual têm pouco ou nenhum controlo.
      • Em 2007:
      • Este é o último relatório da UNAIDS com os números de 2007, referentes a todo o mundo:
      • 33,2 milhões de pessoas vivem com o VIH/SIDA;
      • 2,5 milhões foram infectadas, só, em 2007 e 2,1 milhões, morreram. Destes números:
      • 2,5 milhões são crianças que vivem com o VIH/SIDA;
      • 420 mil crianças foram infectadas em 2007 e 330 mil crianças morreram.
      • A região da África Subsaariana é a mais afectada com 22,5 milhões de infectados, ou seja, 68 por cento da população mundial infectada. No Sul e Sudeste asiático são 4 milhões. Nesta região a Indonésia apresenta o mais rápido crescimento da epidemia.
      • Na Europa Oriental e Ásia Central são já 1,6 milhões os infectados, sendo que 90 por cento destes vive na Ucrânia e na Rússia. Com 1,6 milhões de infectados está igualmente a América Latina.
      • Não muito abaixo destes números está a América do Norte com 1,3 milhões.
      • Mas por todo o mundo o VIH/SIDA é uma realidade em regiões como as Caraíbas, a Europa Ocidental, o Médio Oriente e Norte de Africa os números são expressivos.
      • Em 2007 os números indicam alguma tendência decrescente relativamente a 2006, tendência que, como revela o relatório da UNAIDS, se deve a uma maior prevenção e ao aumento de mais de dois milhões de pessoas com acesso a retrovirais. A prevenção parece ser a melhor arma de combate à doença. Um combate que passa em primeiro lugar pela mudança de hábitos, como seja, o uso do preservativo.
      • As lágrimas são de quem vive com o VIH/SIDA, mas também por aqueles que morrem vítimas desta epidemia.
      • Mortes pelo VIH/SIDA que a UNAIDS nos dá em números:
      • À cabeça temos a Africa Subsaariana com 1 milhão e 600 mil de mortes em 2007;
      • 270 mil no Sul e Sudeste asiático;
      • 58 mil na América Latina;
      • 55 mil na Europa Oriental e Ásia Central;
      • 32 mil na Ásia Oriental:
      • 25 mil no Médio Oriente e Norte de África;
      • Milhares que se espalham pela América do Norte, Europa Ocidental e Central, pelas Caraíbas e Oceânia.
    • A influência da SIDA nos países em desenvolvimento
      • A epidemia da SIDA é o maior factor de declínio dos indicadores globais de desenvolvimento humano, estando hoje mais pobres do que há 10 anos os cidadãos "médios" de 46 países, segundo a ONU. A SIDA matará 70 milhões de pessoas em todo o mundo até 2020 se não for descoberta uma vacina, pelo que destacados peritos mundiais preconizam um programa de choque com esse único objectivo. No caso de Angola, por exemplo, a Associação Justiça, Paz e Democracia diz que o país está perante um problema transversal a toda sociedade e que requer que as opções políticas delineadas tenham imediata tradução pratica.
      • O impacto da doença, que se sente especialmente nas nações menos desenvolvidas, é evidente no Relatório anual do Desenvolvimento Humano, lançado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
      • O Índice do Desenvolvimento Humano (IDH) contabilizado pelo PNUD demonstra que a SIDA contribuiu para reduzir a esperança média de vida para menos de 40 anos, em oito países da região da África Subsaariana (Angola, República Centro-Africana, Lesoto, Moçambique, Serra Leoa, Suazilândia, Zâmbia e Zimbabué).
      • O IDH mostra ainda que vinte países - 13 dos quais na África Subsaariana - sofreram regressões no seu desenvolvimento desde 1990. Nas décadas anteriores, praticamente nenhum país sofreu uma descida na classificação. Em 46 países, 20 dos quais na África Subsaariana, os cidadãos médios são mais pobres hoje do que eram há uma década e em 25 países, 11 dos quais na mesma região africana, há mais pessoas com fome do que há uma década.
      • Os cinco países com níveis mais baixos de desenvolvimento humano nas classificações globais deste ano são o Burundi, Mali, Burkina Faso, Níger e Serra Leoa, que está na cauda da tabela do PNUD há sete anos consecutivos. A tabela do PNUD enumera 55 países com um nível de desenvolvimento humano elevado (IDH de 0,800 ou mais), 86 países com um nível médio (IDH de 0,500 a 0,799), e 36 países com um nível baixo (IDH de menos de 0,500).
    • Trabalho elaborado por:
      • Carolina Silva nº4
      • Miguel Duarte nº 16
      • Miguel Pinto nº 17