COLETÂNEA DELEGISLAÇÃO EJURISPRUDÊNCIAAGRÁRIA ECORRELATATOMO IICOLETÂNEADELEGISLAÇÃOEJURISPRUDÊNCIAAGRÁRIAECORRELATAMinist...
TOMO IICOLETÂNEA DELEGISLAÇÃO EJURISPRUDÊNCIAAGRÁRIA ECORRELATAMDABrasília, 2007ORGANIZADORESJOAQUIM MODESTO PINTO JUNIORV...
Luiz Inácio Lula da SilvaPresidente da RepúblicaGuilherme CasselMinistro de Estado doDesenvolvimento AgrárioMarcelo Cardon...
TOMO IICOLETÂNEA DELEGISLAÇÃO EJURISPRUDÊNCIAAGRÁRIA ECORRELATADECRETOS
Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA)www.mda.gov.brOrganizadores:Joaquim Modesto Pinto JuniorValdez FariasCoordenaçã...
5APRESENTAÇÃOMinistério do Desenvolvimento AgrárioNOTA EXPLICATIVA À PRESENTE EDIÇÃODECRETOSDECRETO DE 25 DE NOVEMBRO DE 1...
6 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATADECRETO Nº 79, DE 23 DE AGOSTO DE 1892Determina que todas as...
7DECRETO Nº 55.891, DE 31 DE MARÇO DE 1965Regulamenta o Capítulo I do Título I e a Seção III do Capítulo IV doTítulo II da...
8 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATAoutras providências. (Lançamento e cobrança do Imposto Terri...
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10 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATADECRETO Nº 87.040, DE 17 DE MARÇO DE 1982Especifica áreas in...
11DECRETO Nº 578, DE 24 DE JUNHO DE 1992Dá nova regulamentação ao lançamento dos Títulos da Dívida Agrária.DECRETO Nº 1.29...
12 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATADECRETO Nº 4.886, DE 20 DE NOVEMBRO DE 2003Institui a Polít...
13APRESENTAÇÃOA obra intitulada Coletânea de Legislação e JurisprudênciaAgrária e Correlata reúne o principal da legislaçã...
14 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATATribunais Regionais Federais, do Superior Tribunal de Justi...
15wCOLETÂNEA DELEGISLAÇÃO EJURISPRUDÊNCIAAGRÁRIA ECORRELATA
16 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATA
17NOTA EXPLICATIVA À PRESENTE EDIÇÃOEm idos da década de 1980, o Governo Federal, por iniciativado então Ministério Extrao...
18 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATAPortanto, esta edição da coletânea não pretende ser senãoaq...
19Alguns dos novos diplomas agregados à coletânea – e.g. a Leinº 5.709/71, o Decreto nº 433/92, a Lei nº 8.629/93, a Lei C...
20 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATADe modo geral, a atual reedição da coletânea vem dividida e...
DECRETOS
23DECRETOSDECRETO DE 25 DE NOVEMBRO DE 1808Permite a concessão de sesmarias aos es-trangeiros residentes no Brasil.Sendo c...
24 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATADECRETO Nº 1.318, DE 30 DE JANEIRO DE 1854Manda executar a ...
25DECRETOSArt. 3º Compete à Repartição Geral de Terras Públicas:§ 1º Dirigir a medição, divisão e descrição das terras dev...
26 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATA§ 3º Participar ao Diretor-Geral as faltas cometidas por qu...
27DECRETOSCAPÍTULO IIDa Medição da Terras PúblicasArt. 10. As Províncias, onde houver terras devolutas, serão divididas em...
28 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATAsofrerem. Não obstante continuará a medição; e ultimada ela...
29DECRETOS§ 3º As que, achando-se em poder do primeiro ocupante até a data da publi-cação do presente Regulamento, tiverem...
30 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATApor posses sujeitas à legitimação, ou por sesmarias, ou out...
31DECRETOSefetiva, e morada habitual como determina o art. 6º da Lei nº 601, de 18 desetembro de 1850.Art. 41. Se dentro d...
32 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATAem que poderá concordar com o de qualquer dos antecedentes ...
33DECRETOSArt. 52. Das decisões do Presidente da Província dá-se recurso para o GovernoImperial. Este recurso será interpo...
34 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATAArt. 60. Os possuidores, que estiverem nas circunstâncias d...
35DECRETOSArt. 67. Resolvido pelo Governo Imperial que a venda se faça em hasta pública,e estabelecido o preço mínimo, pre...
36 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATAto o Governo Imperial, por ato especial, não lhes conceder ...
37DECRETOSCAPÍTULO VIIDas Terras Devolutas Situadas nos Limites do Impériocom Países EstrangeirosArt. 82. Dentro da zona d...
38 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATAlançado fogo, procederão imediatamente ex officio contra os ...
39DECRETOSArt. 97. Os Vigários de cada uma das Freguesias do Império são os encarrega-dos de receber as declarações para o...
40 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATAArt. 106. Os possuidores de terras que fizerem declarações f...
41DECRETOSDECRETO N° 3.453, DE 26 DE ABRIL DE 1865Manda observar o Regulamento para execu-ção da Lei n° 1.237, de 24 de se...
42 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATA§ 3° O número e qualidade dos livros que devem servir no re...
43DECRETOSN. 1. Protocolo, com 600 folhas.N. 2. Inscrição especial, com 600 ditas.N. 3. Inscrição geral, com 600 ditas.N. ...
44 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATANo segundo espaço, se escreverá a inscrição de cada uma das...
45DECRETOSO espaço da transcrição será dividido em tantas colunas formadas por linhasperpendiculares quantos são os requis...
46 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATA§ 4º Profissão.§ 5º Referências aos números de ordem e págin...
47DECRETOSExcetua-se desta disposição o caso dos arts. 62 e 63.Art. 45. Logo que qualquer título for apresentado para ser ...
48 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATAArt. 56. Se, porém os extratos, conformes entre si, não for...
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A obra intitulada Coletânea de Legislação e Jurisprudência Agrária e Correlata reúne o principal da legislação agrária, incluindo jurisprudências – abrangendo súmulas e acórdãos – da Justiça Federal, documentos históricos e normativos institucionais, e se constitui em relevante contribuição para pesquisadores, profissionais e público em geral interessado na questão agrária. Sua elaboração, envolvendo a compilação e organização de toda a legislação, resultou de um trabalho conjunto de várias estruturas do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) – Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural (MDA), Assessoria Parlamentar e Consultoria Jurídica –, além da Procuradoria Federal Especializada do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

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Coletânea de Legislação e Jurisprudência Agrária e Correlata - Tomo II 2007

  1. 1. COLETÂNEA DELEGISLAÇÃO EJURISPRUDÊNCIAAGRÁRIA ECORRELATATOMO IICOLETÂNEADELEGISLAÇÃOEJURISPRUDÊNCIAAGRÁRIAECORRELATAMinistério doDesenvolvimento Agrário TOMO II
  2. 2. TOMO IICOLETÂNEA DELEGISLAÇÃO EJURISPRUDÊNCIAAGRÁRIA ECORRELATAMDABrasília, 2007ORGANIZADORESJOAQUIM MODESTO PINTO JUNIORVALDEZ FARIAS
  3. 3. Luiz Inácio Lula da SilvaPresidente da RepúblicaGuilherme CasselMinistro de Estado doDesenvolvimento AgrárioMarcelo Cardona RochaSecretário-executivo do Ministériodo Desenvolvimento AgrárioRolf HackbartPresidente do Instituto Nacional deColonização e Reforma Agrária – IncraAdoniram PeraciSecretário de Agricultura FamiliarDino Sandro Borges de CastilhosSecretário de Reordenamento Agrário, SubstitutoJosé Humberto OliveiraSecretário de Desenvolvimento TerritorialCaio Galvão de FrançaCoordenador-geral do Núcleo de EstudosAgrários e Desenvolvimento Rural – NEAD/MDAAdriana L. LopesCoordenadora-executiva do Núcleo de EstudosAgrários e Desenvolvimento Rural – NEAD/MDA
  4. 4. TOMO IICOLETÂNEA DELEGISLAÇÃO EJURISPRUDÊNCIAAGRÁRIA ECORRELATADECRETOS
  5. 5. Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA)www.mda.gov.brOrganizadores:Joaquim Modesto Pinto JuniorValdez FariasCoordenação Técnica:Moema Bonelli Henrique de FariaEquipe Técnica:Eduardo ChavesVanessa Vieira LacerdaJoão Daniel Cardoso de LimaGislene Ferreira da SilvaProjeto gráfico, capa e diagramaçãoCaco Bisol Produção Gráficacaco@cacobisol.com.brRevisãoChico VilelaDistribuição:Núcleo de Estudos Agrários eDesenvolvimento Rural – NEAD/MDASCN Quadra 1 - Bloco C,Edifício Trade Center,5º andar, sala 501CEP 70711-902 - Brasília/DFTelefone: (61) 3328-8661www.nead.org.br© Todos os direitos reservados. A reprodução ou tradução de qualquer parte destapublicação será possível com prévia permissão escrita dos editores.1aedição: 2007. (NEAD Especial; 7).B823c Brasil. Ministério do Desenvolvimento Agrário.Coletânea de legislação e jurisprudência agrária e correlata / OrganizadoresJoaquim Modesto Pinto Junior, Valdez Farias. -- Brasília : Ministério doDesenvolvimento Agrário, Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural,2007. (NEAD Especial; 7).3v. ; 15,5 x 22,5 cm.ISBN 978-85-60548-14-9Conteúdo: T. 1. Dispositivos constitucionais, Leis Complementares, LeisOrdinárias, Medidas Provisórias, Decretos-lei. T. 2. Decretos. T. 3. NormasHistóricas, Normativos MDA/STN, Normas Conexas, Súmulas, Jurisprudências.1. Direito agrário - história - Brasil. 2. Reforma agrária - aspectosconstitucionais - Brasil. 3. Terra – regulamentação – Brasil. I. Título II. PintoJunior, Joaquim Modesto. III. Farias, Valdez.CDD 343.07600981PCT MDA/IICA - Apoio às Políticas e à Participação Socialno Desenvolvimento Rural Sustentável
  6. 6. 5APRESENTAÇÃOMinistério do Desenvolvimento AgrárioNOTA EXPLICATIVA À PRESENTE EDIÇÃODECRETOSDECRETO DE 25 DE NOVEMBRO DE 1808Permite a concessão de sesmarias aos estrangeiros residentes noBrasil.DECRETO Nº 1.318, DE 30 DE JANEIRO DE 1854Manda executar a Lei nº 601, de 18 de setembro de 1850.(Terras Devolutas do Império)DECRETO Nº 3.453, DE 26 DE ABRIL DE 1865Manda observar o Regulamento para execução da Lei nº 1.237,de 24 de setembro de 1864, que reformou a legislação hipotecária.DECRETO Nº 3.272, DE 5 DE OUTUBRO DE 1885Altera diversas disposições referentes às execuções civis e comerciais.DECRETO Nº 169-A, DE 19 DE JANEIRO DE 1890Substitui as Leis nº 1.237, de 24 de setembro de 1864, e nº 3.272,de 5 de outubro de 1885. (Registros Públicos).DECRETO Nº 370, DE 2 DE MAIO DE 1890Manda observar o regulamento para execução do Decreto nº 169-A,de 19 de janeiro de 1890, que substituiu as Leis nº 1.237, de 24 desetembro de 1864, e nº 3.272, de 5 de outubro de 1885, e do Decreto165-A, de 17 de janeiro de 1890, sobre operações de crédito móvel.(Registros Públicos).DECRETO Nº 451-B, DE 31 DE MAIO DE 1890Estabelece o registro e transmissão de imóveis peloSistema Torrens.SUMÁRIO2324417780951431317
  7. 7. 6 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATADECRETO Nº 79, DE 23 DE AGOSTO DE 1892Determina que todas as pessoas habilitadas para a vida civil podempassar procuração particular do próprio punho.(Exigência do reconhecimento de firmas em documentos particulares).DECRETO Nº 2.543-A, DE 5 DE JANEIRO DE 1912Estabelece medidas destinadas a facilitar e desenvolver a cultura daseringueira, do caucho, da maniçoba e da mangabeira e a colheita ebeneficiamento da borracha extraída dessas árvores e autoriza o PoderExecutivo não só a abrir os créditos precisos à execução de taismedidas, mas ainda a fazer as operações de crédito que para issoforem necessárias.(Discriminação e reconhecimento das posses das terras do TerritórioFederal do Acre).DECRETO Nº 9.521, DE 17 DE ABRIL DE 1912Aprova o regulamento para a execução das medidas e serviçosprevistos na Lei nº 2.543-A, de 5 de janeiro de 1912, concernente àdefesa econômica da borracha, excetuados os acordos com os Estadosque a produzem, a discriminação e legalização das posses de terras noTerritório do Acre e a revisão e consolidação dos regulamentos damarinha mercante de cabotagem.(Regulamenta o Decreto nº 9.521/1912).DECRETO Nº 10.105, DE 5 DE MARÇO DE 1913Aprova o novo regulamento de terras devolutas da União.DECRETO Nº 10.320, DE 7 DE JULHO DE 1913Modifica os arts. 1º e 3º do regulamento aprovado pelo Decreto nº10.105, de 5 de março de 1913.DECRETO Nº 11.485, DE 10 DE FEVEREIRO DE 1915Suspende o regulamento de terras devolutas da União, a que sereferem os Decretos nºs10.105, de 5 de março de 1913, e 10.320, de7 de julho do mesmo ano.DECRETO Nº 22.785, DE 31 DE MAIO DE 1933Veda o resgate dos aforamentos de terrenos pertencentes no domínioda União, e dá outras providências.DECRETO Nº 24.643, DE 10 DE JULHO DE 1934Decreta o Código de Águas.DECRETO Nº 4.857, DE 9 DE NOVEMBRO DE 1939Dispõe sobre a execução dos serviços concernentes aos registrospúblicos estabelecidos pelo Código Civil.(Títulos I, V e IX).157158163189211212213215248
  8. 8. 7DECRETO Nº 55.891, DE 31 DE MARÇO DE 1965Regulamenta o Capítulo I do Título I e a Seção III do Capítulo IV doTítulo II da Lei nº 4.504, de 30 de novembro de 1964 -Estatuto da Terra.(Princípios e Definições, Zoneamentos e Cadastros).DECRETO Nº 56.792, DE 26 DE AGOSTO DE 1965Regulamenta o Capítulo I do Título III da Lei nº 4.504, de 20 denovembro de 1964 – Estatuto da Terra.(Tributação da Terra).DECRETO Nº 57.020, DE 11 DE OUTUBRO DE 1965Dispõe sobre a concessão de terra ao trabalhador rural da lavouracanavieira, e dá outras providências.DECRETO Nº 58.197, DE 15 DE ABRIL DE 1966Regulamenta a criação e funcionamento das Cooperativas Integraisde Reforma Agrária - Cira, instituídas pelo art. 79. (Seção V doCapítulo III do Título III da Lei nº 4.504, de 30 de novembro de 1964 -Estatuto da Terra).DECRETO Nº 59.428, DE 27 DE OUTUBRO DE 1966Regulamenta os Capítulos I e II do Título II, o Capítulo II do Título III, eos arts. 81, 82, 83, 91, 109, 111, 114, 115 e 126 da Lei nº 4.504, de 30de novembro de 1964; o art. 22 do Decreto-lei nº 22.239, de 19 dedezembro de 1932; e os arts. 9, 10, 11, 12, 22 e 23 da Lei nº 4.947, de6 de abril de 1966.(Colonização e outras formas de acesso à propriedade. Desmembramentode Imóveis Rurais. Remembramento de Minifúndios)DECRETO Nº 59.443, DE 1º DE NOVEMBRO DE 1966Regulamenta a emissão dos Títulos da Dívida Agrária, autorizados peloartigo 105 da Lei nº 4.504, de 30 de novembro de 1964.DECRETO Nº 59.456, DE 4 DE NOVEMBRO DE 1966Aprova os Planos Nacional e Regionais de Reforma Agrária, e dá outrasprovidências.DECRETO Nº 59.566, DE 14 DE NOVEMBRO DE 1966Regulamenta as Seções I, II e III do Capítulo IV do Título III da Lei nº4.504, de 30 de novembro de 1964 – Estatuto da Terra,o Capítulo III da Lei nº 4.947, de 6 de abril de 1966, e dá outrasprovidências.(Arrendamento e Parceria).DECRETO Nº 59.900, DE 30 DE DEZEMBRO DE 1966Regulamenta o Decreto-lei nº 57, de 18 de novembro de 1966, e dáSUMÁRIO272292317319326352359373393
  9. 9. 8 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATAoutras providências. (Lançamento e cobrança do Imposto TerritorialRural e Arrecadação da Dívida Ativa).DECRETO Nº 61.435, DE 3 DE OUTUBRO DE 1967Regulamenta o disposto na Seção III do Capítulo III, Título III, artigos 84a 86 da Lei nº 4.504, de 30 de novembro de 1964.DECRETO Nº 62.504, DE 8 DE ABRIL DE 1968Regulamenta o art. 65 da Lei nº 4.504, de 30 de novembro de 1964;art. 11 e parágrafos do Decreto-lei nº 57, de 18 de novembro de 1966,e dá outras providências.(Desmembramento de Imóveis Rurais).DECRETO Nº 63.058, DE 30 DE JULHO DE 1968Regulamenta o artigo 65 e seus parágrafos da Lei nº 4.504, de 30 denovembro de 1964, combinado com o artigo 11 do Decreto-lei nº 57,de 18 de novembro de 1966.(Concessão de financiamentos a herdeiros e legatários).DECRETO Nº 68.153, DE 1º DE FEVEREIRO DE 1971Aprova o Regulamento Geral do Instituto Nacional de Colonização eReforma Agrária - INCRA.DECRETO Nº 68.524, DE 16 DE ABRIL DE 1971Dispõe sobre a participação da iniciativa privada na implantação deprojetos de colonização nas zonas prioritárias para a Reforma Agrária,nas áreas do Programa de Integração Nacional e nas terras devolutasda União na Amazônia Legal.DECRETO Nº 69.246, DE 21 DE SETEMBRO DE 1971Regulamento o Decreto-lei nº 1.179, de 6 de julho de 1971.(Proterra).DECRETO Nº 70.430, DE 17 DE ABRIL DE 1972Estabelece a assistência às pessoas domiciliadas na área dosplanos de desenvolvimento agropecuário financiadospor incentivos fiscais e, em área pioneiras, por estabelecimentosoficiais de crédito.DECRETO Nº 70.677, DE 6 DE JUNHO DE 1972Dispõe sobre a execução do Decreto-lei nº 1.179, de 6 junho de 1971,que institui o Proterra.(Proterra/Funterra).DECRETO Nº 71.615, DE 22 DE DEZEMBRO DE 1972Regulamenta o Decreto-lei nº1.164, de 1º de abril de 1971, alteradopelo Decreto-lei nº 1.243, de 30 de outubro de 1972, e fixa as normas398399402404433435436437439
  10. 10. 9para a implantação de projetos de colonização, concessão de terras eestabelecimento ou exploração de indústrias de interesse da segurançanacional nas terras devolutas localizadas ao longo de rodovias, naAmazônia Legal.DECRETO Nº 72.106, 18 DE ABRIL DE 1973Regulamenta a Lei nº 5.868, de 12 de dezembro de 1972, que instituio Sistema Nacional de Cadastro Rural, e dá outras providências.DECRETO Nº 74.965, DE 26 DE NOVEMBRO DE 1974Regulamenta a Lei nº 5.709, de 7 de outubro de 1971, que dispõesobre a aquisição de imóvel rural por estrangeiro residente no País, oupessoa jurídica estrangeira autorizada a funcionar no Brasil.DECRETO Nº 76.694, DE 28 DE NOVEMBRO DE 1975Dispõe sobre a execução do Decreto-lei nº 1.414, de 18 de agosto de1975, e dá outras providências.DECRETO Nº 80.511, DE 7 DE OUTUBRO DE 1977Regulamenta a Lei nº 6.431, de 11 de julho de 1977, que autoriza adoação de porções de terras devolutas a municípios incluídos na regiãoda Amazônia Legal, para os fins que especifica, e dá outrasprovidências.DECRETO Nº 82.935, DE 26 DE DEZEMBRO DE 1978Dispõe sobre o dimensionamento do módulo rural para efeito deenquadramento sindical, e dá outras providências.DECRETO Nº 83.785, DE 30 DE JULHO DE 1979Dispõe sobre a adoção de medidas iniciais na execução do ProgramaNacional de Desburocratização.DECRETO Nº 83.936, DE 6 DE SETEMBRO DE 1979Simplifica exigências de documentos, e dá outras providências.DECRETO Nº 84.516, DE 28 DE FEVEREIRO DE 1980Cria o Grupo Executivo para a Região do Baixo Amazonas, e dá outrasprovidências.DECRETO Nº 84.685, DE 6 DE MAIO DE 1980Regulamento a Lei nº 6.746, de 10 de dezembro de 1979, que trata doImposto sobre a Propriedade Territorial Rural - ITR, e dá outrasprovidências.DECRETO Nº 85.064, DE 26 DE AGOSTO DE 1980Regulamenta a Lei nº 6.634, de 2 de maio de 1979, que dispõe sobrea Faixa de Fronteira.SUMÁRIO441455461464467468470473475483
  11. 11. 10 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATADECRETO Nº 87.040, DE 17 DE MARÇO DE 1982Especifica áreas indispensáveis à segurança nacional insuscetíveis deusucapião especial, e dá outras providências.DECRETO Nº 87.457, DE 16 DE AGOSTO DE 1982Institui o Programa Nacional de Política Fundiária, dispõe sobre asatribuições do Ministro de Estado Extraordinário para AssuntosFundiários, e dá outras providências.DECRETO Nº 87.620, DE 21 DE SETEMBRO DE 1982Dispõe sobre o procedimento administrativo para o reconhecimento daaquisição, por usucapião especial, de imóveis rurais compreendidosem terras devolutas.DECRETO Nº 87.649, DE 24 DE SETEMBRO DE 1982Dispõe sobre a vinculação do Instituto Nacional de Colonização eReforma Agrária ao Ministro de Estado Extraordinário para AssuntosFundiários, e dá outras providências.DECRETO Nº 87.700, DE 12 DE OUTUBRO DE 1982Regulamenta o Programa Nacional de Política Fundiária, define asatribuições do Ministro de Estado Extraordinário para AssuntosFundiários, e dá outras providências.DECRETO Nº 88.060, DE 25 DE JANEIRO DE 1983Regulamenta o Decreto-lei nº 1.963, de 14 de outubro de 1982, quedispõe sobre recursos do Programa Nacional de Política Fundiária,sobre financiamento de projetos de construção de casa para otrabalhador rural, e dá outras providências.DECRETO Nº 99.274, DE 6 DE JUNHO DE 1990Regulamenta a Lei nº 6.902, de 27 de abril de 1981, e aLei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, que dispõem,respectivamente, sobre a criação de Estações Ecológicas e Áreas deProteção Ambiental e sobre a Política Nacional do Meio Ambiente,e dá outras providências.DECRETO Nº 433, DE 24 DE JANEIRO DE 1992Dispõe sobre a aquisição de imóveis rurais, para fins de reformaagrária, por meio de compra e venda.(TEXTO ORIGINAL)DECRETO Nº 433, DE 24 DE JANEIRO DE 1992Dispõe sobre a aquisição de imóveis rurais, para fins de reformaagrária, por meio de compra e venda.(TEXTO CONSOLIDADO COM ALTERAÇÕES POSTERIORES)494495497499500504507521527
  12. 12. 11DECRETO Nº 578, DE 24 DE JUNHO DE 1992Dá nova regulamentação ao lançamento dos Títulos da Dívida Agrária.DECRETO Nº 1.298, DE 27 DE OUTUBRO DE 1994Aprova o Regulamento das Florestas Nacionais e dá outras providências.DECRETO Nº 2.250, DE 11 DE JUNHO DE 1997Dispõe sobre a vistoria em imóvel rural destinado à reforma agrária edá outras providências.DECRETO Nº 2.614, DE 3 DE JUNHO DE 1998Altera a redação do Decreto nº 433, de 24 de janeiro de 1992, quedispõe sobre a aquisição de imóveis rurais, para fins de reformaagrária, por meio de compra e venda.DECRETO Nº 2.680, DE 17 DE JULHO DE 1998Altera a redação e acresce dispositivo ao Decreto nº 433, de 24 dejaneiro de 1992, que dispõe sobre a aquisição de imóveis rurais, parafins de reforma agrária, por meio de compra e venda.DECRETO Nº 3.179, DE 21 DE SETEMBRO DE 1999Dispõe sobre a especificação das sanções aplicáveis às condutas eatividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências.DECRETO Nº 3.420, DE 20 DE ABRIL DE 2000Dispõe sobre a criação do Programa Nacional de Florestas - PNF, e dáoutras providências.DECRETO Nº 3.725, DE 10 DE JANEIRO DE 2001Regulamenta a Lei nº 9.636, de 15 de maio de 1998, que dispõe sobrea regularização, administração, aforamento e alienação de bensimóveis de domínio da União, e dá outras providências.DECRETO Nº 3.942, DE 27 DE SETEMBRO DE 2001Dá nova redação aos arts. 4º, 5º, 6º, 7º, 10 e 11 do Decreto nº99.274, de 6 de junho de 1990.DECRETO Nº 4.340, DE 22 DE AGOSTO DE 2002Regulamenta artigos da Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000, quedispõe sobre o Sistema Nacional de Unidades de Conservação daNatureza - SNUC, e dá outras providências.DECRETO Nº 4.449, DE 30 DE OUTUBRO DE 2002Regulamenta a Lei nº 10.267, de 28 de agosto de 2001, que alteradispositivos das Leis nºs. 4.947, de 6 de abril de 1966; 5.868, de 12 dedezembro de 1972; 6.015, de 31 de dezembro de 1973; 6.739, de 5 dedezembro de 1979; e 9.393, de 19 de dezembro de 1996, e dá outrasprovidências.SUMÁRIO531534536537541542555559568573582
  13. 13. 12 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATADECRETO Nº 4.886, DE 20 DE NOVEMBRO DE 2003Institui a Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial - PNPIR, edá outras providências.DECRETO Nº 4.887, DE 20 DE NOVEMBRO DE 2003Regulamenta o procedimento para identificação, reconhecimento,delimitação, demarcação e titulação das terras ocupadas porremanescentes das comunidades dos quilombos de que trata o art. 68do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.DECRETO Nº 4.892, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2003Regulamenta a Lei Complementar nº 93, de 4 de fevereiro de 1998,que criou o Fundo de Terras e da Reforma Agrária, e dá outrasprovidências.DECRETO Nº 5.051, DE 19 DE ABRIL DE 2004Promulga a Convenção nº 169 da Organização Internacional doTrabalho - OIT, sobre Povos Indígenas e Tribais.587593599609
  14. 14. 13APRESENTAÇÃOA obra intitulada Coletânea de Legislação e JurisprudênciaAgrária e Correlata reúne o principal da legislação agrária, incluindojurisprudências – abrangendo súmulas e acórdãos – da Justiça Fede-ral, documentos históricos e normativos institucionais, e se constituiem relevante contribuição para pesquisadores, profissionais e públicoem geral interessado na questão agrária.Sua elaboração, envolvendo a compilação e organização de todaa legislação, resultou de um trabalho conjunto de várias estruturas doMinistério do Desenvolvimento Agrário (MDA) – Núcleo de EstudosAgrários e Desenvolvimento Rural (MDA), Assessoria Parlamentar eConsultoria Jurídica –, além da Procuradoria Federal Especializada doInstituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).O empenho e envolvimento direto do ex-Ministro Miguel Ros-setto foi fundamental para a concretização da Coletânea, garantindoa interação entre as equipes de trabalho e a constituição de parceriacom o Senado Federal para sua publicação.A Coletânea apresenta um rico trabalho de sistematização ins-pirado em estudos anteriores já publicados. Iniciativa similar data de1978, quando o Incra, em parceria com o Senado Federal, publicouo Vade Mecum Agrário, obra composta por sete volumes sobre nor-mas agrárias brasileiras abrangendo os períodos Colonial, Império eRepública. Alguns anos depois, na década de 80, foi publicada, tam-bém por meio de parceria dessas instituições, a obra Coletânea:Legislação Agrária – Legislação de Registros Públicos – Jurispru-dência, elaborada pela Dra. Maria Jovita Wolney Valente, com cola-borações de Luiz Pinto de Souza, Marlene A. E. Martins de Paula eMaria Alves Rodrigues, e Osmar Rodrigues.Essa publicação foi a base a partir da qual o presente trabalhofoi desenvolvido. Somaram-se ao conteúdo anterior as súmulas dos
  15. 15. 14 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATATribunais Regionais Federais, do Superior Tribunal de Justiça (STJ) edo Supremo Tribunal Federal (STF), resoluções do Conselho Nacionaldo Meio Ambiente (Conama) e jurisprudências inovadoras, manten-do e acrescentando àquela publicação algumas normas históricas eoutras revogadas.Faz-se necessário expressar aqui meus cumprimentos a todose todas que se envolveram neste grande trabalho, com persistênciae competência. Registro, em particular, a dedicação do Dr. JoaquimModesto, Dr. Valdez Farias e Moema Bonelli.Esta nova coletânea deverá constituir-se em referência obriga-tória para os operadores e operadoras do Direito Agrário. Contribuirá,também, para que os diversos atores sociais interfiram, de maneiramais qualificada, tanto no processo de elaboração de novas normasjurídicas bem como de aplicação das já existentes. Ressalte-se aindao enriquecimento de conteúdo que representará para acervos debibliotecas, instituições de pesquisa e entidades pelas quais o públicointeressado terá acesso à obra de tal importância.Guilherme CasselMinistro de Estado do Desenvolvimento Agrário
  16. 16. 15wCOLETÂNEA DELEGISLAÇÃO EJURISPRUDÊNCIAAGRÁRIA ECORRELATA
  17. 17. 16 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATA
  18. 18. 17NOTA EXPLICATIVA À PRESENTE EDIÇÃOEm idos da década de 1980, o Governo Federal, por iniciativado então Ministério Extraordinário para Assuntos Fundiários, preten-dendo criar utilidade aos que vivenciavam problemas agrários deconotação jurídica, a quem coubesse dirimir dissídios tais, e aos es-tudiosos do Direito Agrário em geral, deliberou editar uma coletâneade legislação agrária, registral e jurisprudências correlatas.Cabendo a tarefa de elaboração à Dra. Maria Jovita WolneyValente, com colaborações dos servidores Luiz Pinto de Souza, Mar-lene A. E. Martins de Paula e Maria Alves Rodrigues, auxiliados porOsmar Rodrigues, surgiu obra referencial, tanto para os neófitos notema, quanto para os iniciados, porquanto reuniu méritos de contem-plar diplomas legislativos antigos e novos, aliando concomitantemen-te o acesso ao conhecimento da norma positivada e à interpretaçãojurisprudencial então correntia a respeito.Durante os anos que se seguiram, e mesmo atualmente, refe-rida obra tem exemplarmente servido de inestimável fonte de subsí-dios a operadores jurídicos engajados na aplicação do Direito Agrário.Contudo, distanciando-se no tempo o admirável esforço de reuniãodesses subsídios, a coletânea veio sendo colhida pelo processo ine-xorável da desatualização, porquanto o Direito é decorrência doprocesso social, cuja dinâmica evidencia-se particularmente intensanos contextos agrários.Daí a já antiga necessidade de submeter a obra a um esforçode atualização, a molde não só de mantê-la na condição de referencialde excelência, posição que decerto jamais deixará de ocupar, comoainda, enaltecendo-a, propiciar que sua reedição reverencie – aindaque com certo atraso – os 40 anos do Estatuto da Terra (Lei nº4.504/64), trazido a lume aos 30 de novembro de 1964.
  19. 19. 18 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATAPortanto, esta edição da coletânea não pretende ser senãoaquela mesma obra dos idos de 1980, contendo todas as normas emorigem ali reunidas, todas as chamadas de rodapé, indicações detextos revogados ou alterados (e da legislação revogadora ou altera-dora), e as mesmas correlações entre dispositivos legais, aos quaishão de continuar aplicando-se as mesmíssimas observações e ressal-vas contidas na nota explicativa à edição original, dela apenas tendosido suprimidos alguns arestos de jurisprudência, porquanto supera-dos por subseqüentes entendimentos dos Tribunais.Contudo, esta nova edição da coletânea vem atualizada comparte do amplo acervo legislativo produzido desde a edição de suapredecessora, reunindo, a par das normas e jurisprudências agráriase correlatas, também súmulas dos Tribunais Regionais Federais, doSuperior Tribunal de Justiça e do Supremo Tribunal Federal, resoluçõesdo Conama e jurisprudências inovadoras, escolhidas por pertinênciatemática com assuntos jusagraristas ou conexos.Manteve-se e se acresceu à obra algumas normas históricas eoutras revogadas. Objetiva-se, agora, como antes, possibilitar ao con-sulente acesso a conhecimento indispensável à resolução de questõesengendradas durante a vigência das referidas normas, situação mui-to corriqueira no Direito Agrário.Aos atualizadores da obra não faltou a percepção da importân-cia do histórico da formação territorial do Brasil, desde as bulas papaisprecedentes ao Tratado de Tordesilhas, até os principais tratados dedivisas, imbricando paralelismos com a cronologia do regime sesma-rial importado de Portugal, passando pela Lei de Terras do Império,até culminar no art. 64 da Constituição Republicana de 1891, fonteprimaz da atual dualidade de jurisdição sobre as terras devolutas.Por esse motivo, embora se haja optado por não incorporar àobra os textos dos tratados de divisas, houve a preocupação de incor-porar à coletânea alguns dos diplomas referidos ao regime sesmarialbrasileiro, com foco nos limites quantitativos de área e nos procedi-mentos a que se subordinava essa via de acesso à propriedade pri-vada, dado a respeito ainda eclodirem – vez ou outra – discussõesferrenhas nos Tribunais.
  20. 20. 19Alguns dos novos diplomas agregados à coletânea – e.g. a Leinº 5.709/71, o Decreto nº 433/92, a Lei nº 8.629/93, a Lei Comple-mentar nº 76/93 - vêm acompanhados de tabelas, nelas ora se com-parando os respectivos textos com seus decretos regulamentadores,ora os comparando com leis correlatas, anotando-se ali tudo o que oalcance cognitivo dos atualizadores verificou ser pertinente para umarápida intelecção das implicâncias endógenas e exógenas dos coman-dos normativos que instrumentalizam.Também na linha do que foi exposto, a nova coletânea agregatabela comparativa entre a Lei Imperial de Terras do Império (Lei nº601, de 18 de setembro de 1850) e seu respectivo decreto regulamen-tador (Decreto nº 1.318, de 30 de janeiro de 1854), porém com focoapenas no que atualmente pareceu aos atualizadores avultar comoprimordial para compreensão de institutos de direito agrário e paraformação de juízos sobre legitimidade de direitos invocados à luzdaquela legislação.Em outros casos, além da inclusão das tabelas, a orientaçãodos atualizadores veio permeada da preocupação de consolidar tex-tos legislativos significativamente alterados por inovações normativasrecentes, do que são exemplos o texto anotado da Lei nº 4.771/65(Código Florestal Brasileiro), o da própria Lei nº 8.629/93, e o da LeiComplementar nº 76/93.Outrossim, a par do que a respeito dispõem artigos específicosdo Estatuto da Terra e da Lei nº 8.629/93, a nova edição da coletâneareúne o que de mais basilar existe para a compreensão do regimedos títulos da dívida agrária, colmatando uma lacuna renitente nasobras do gênero.Além disso, a equipe de atualização considerou pertinenteacrescer várias normas correlatas, com ênfase para as de naturezaambiental. Tal se pensa ser necessário, pois a conservação dos recur-sos naturais renováveis é um dos elementos básicos do Direito Agrá-rio positivo brasileiro, e tão importante que faz parte das premissasque o legislador constitucional e infraconstitucional estatuiu para quea terra cumpra sua função social1.1. SODERO, Fernando. Curso de Direito Agrário. Pg. 36.NOTA EXPLICATIVA À PRESENTE EDIÇÃO
  21. 21. 20 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATADe modo geral, a atual reedição da coletânea vem dividida emduas partes, estando sistematizada da seguinte forma:Parte I – Contém normas agrárias e correlatas, criterizadasmediante separação por espécie normativa, dispostas em cada grupoem ordem cronológica.Parte II – Contém, além das Súmulas, jurisprudências do Su-premo Tribunal Federal, do Superior Tribunal de Justiça, do extintoTribunal Federal de Recursos e de alguns Tribunais Regionais Federais(a maioria em ementas, porém algumas na íntegra), em regra rela-cionadas com as normas coletadas, igualmente dispostas em cadagrupo segundo a respectiva ordem cronológica.A presente publicação, portanto, pretende continuar sendo,modestamente, fonte de consulta de todos os profissionais que mili-tam no Direito Agrário, no seu mister de buscar a efetivação dasnormas constitucionais e legais a ele afetas, em especial os membrosda advocacia pública federal.Não é, contudo, como alertado na nota explicativa à edição pio-neira, obra que esgote todas as referências sobre o tema. Mas justa-mente porque resulta ser apenas a continuação de um trabalho pionei-ro, deve por justiça ser consignado que todos os méritos e créditosdesta coletânea sejam atribuídos, antes, como agora, à equipe pionei-ra referida anteriormente, imputando-se à equipe atualizadora todosos eventuais lapsos, imperfeições e desacertos, pelos quais nos peni-tenciamos antecipadamente perante o público a que se destina.Valdez FariasProcurador FederalProcurador-chefe daPFE/IncraJoaquim ModestoAdvogado da UniãoCoordenador-geral daCGAPJP/Conjur/MDA
  22. 22. DECRETOS
  23. 23. 23DECRETOSDECRETO DE 25 DE NOVEMBRO DE 1808Permite a concessão de sesmarias aos es-trangeiros residentes no Brasil.Sendo conveniente ao meu real serviço e ao bem público, aumentar a lavourae a população, que se acha muito diminuta neste Estado; e por outros motivosque me foram presentes: hei por bem que aos estrangeiros residentes no Brasilse possam conceder datas de terras por sesmarias pela mesma forma, comque segundo as minhas reais ordens se concedem aos meus vassalos, semembargo de quaisquer leis ou disposições em contrário. A mesa do Desembar-go do Paço o tenha assim entendido e o faça executar. Palácio do Rio de Janei-ro em 25 de novembro de 1808.Com a rubrica do Príncipe Regente Nosso Senhor.
  24. 24. 24 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATADECRETO Nº 1.318, DE 30 DE JANEIRO DE 1854Manda executar a Lei nº 601, de 18 de setem-bro de 1850.(Terras Devolutas do Império)Em virtude das autorizações concedidas pela Lei nº 601, de 18 de setembro de1850, hei por bem que, para execução da mesma Lei, se observe o Regulamen-to que com este baixa, assinado por Luiz Pedreira do Coutto Ferraz, do meuConselho, Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império, que assimo tenha entendido, e faça executar. Palácio do Rio de Janeiro em trinta de janei-ro de mil oitocentos e cinqüenta e quatro, trigésimo terceiro da Independênciae do Império. Com a Rubrica de Sua Majestade o Imperador.Luiz Pedreira do Couto FerrasREGULAMENTO PARA EXECUÇÃO DA LEI Nº 601, DE 18 DE SETEMBRODE 1850, A QUE SE REFERE O DECRETO DESTA DATA.CAPÍTULO IDa Repartição Geral das Terras PúblicasArt. 1º A Repartição Geral das Terras Públicas, criada pela Lei nº 601, de 18de setembro de 1850, fica subordinada ao Ministro e Secretário de Estado dosNegócios do Império, e constará de um Diretor-Geral das Terras Públicas, Che-fe da Repartição, e de um Fiscal.A Secretaria se comporá de um Oficial Maior, dois Oficiais, quatro Amanuen-ses, um Porteiro, e um Contínuo.Um Oficial e um Amanuense serão hábeis em desenho topográfico, podendoser tirados dentre os Oficiais do Corpo de Engenheiros, ou do Estado Maior de1ª Classe.Art. 2º Todos estes Empregados serão nomeados por Decreto Imperial, excetoos Amanuenses, Porteiro, e Contínuo, que serão por Portaria do Ministro e Secre-tário de Estado dos Negócios do Império; e terão os vencimentos seguintes:Diretor Geral, quatro contos de réis 4.000$000Fiscal, dois contos e quatrocentos mil réis 2.400$000Oficial Maior, três contos e duzentos mil réis 3.200$000Oficiais (cada um), dois contos e quatrocentos mil réis 2.400$000Amanuenses (cada um), um conto e duzentos mil réis 1.200$000Porteiro, um conto de réis 1.000$000Contínuo, seiscentos mil réis 600$000
  25. 25. 25DECRETOSArt. 3º Compete à Repartição Geral de Terras Públicas:§ 1º Dirigir a medição, divisão e descrição das terras devolutas, e prover sobrea sua conservação.§ 2º Organizar um Regulamento especial para as medições, no qual indique omodo prático de proceder a elas, e quais as informações que devem conteros memorais de que trata o art. 16 deste Regulamento.§ 3º Propor ao Governo as terras devolutas, que deverão ser reservadas: 1º,para colonização dos indígenas; 2º, para a fundação de Povoações, aberturade estradas, e quaisquer outras servidões, e assento de EstabelecimentosPúblicos.§ 4º Fornecer ao Ministro da Marinha todas as informações, que tiver acercadas terras devolutas, que em razão de sua situação, e abundância de madei-ras próprias para a construção naval, convenha reservar para o dito fim.§ 5º Propor a porção de terras medidas, que anualmente deverão ser vendidas.§ 6º Fiscalizar a distribuição das terras devolutas, e a regularidade das opera-ções da venda.§ 7º Promover a colonização nacional e estrangeira.§ 8º Promover o registro das terras possuídas.§ 9º Propor ao Governo a fórmula, que devem ter os títulos de revalidação ede legitimação de terras.§ 10. Organizar e submeter à aprovação do Governo o Regulamento, que devereger a sua Secretaria e as de seus Delegados nas Províncias.§ 11. Propor finalmente todas as medidas, que a experiência for demonstrandoconvenientes para o bom desempenho de suas atribuições e melhor execuçãoda Lei nº 601, de 18 de setembro de 1850, e deste Regulamento.Art. 4º Todas as ordens da Repartição Geral das Terras Públicas relativas amedição, divisão e descrição das terras devolutas nas Províncias; a sua con-servação, venda e distribuição; a colonização nacional e estrangeira serãoassinadas pelo Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império edirigidas aos Presidentes das Províncias. As informações, porém, que foremnecessárias para o regular andamento do serviço a cargo da mesma Repar-tição, poderão ser exigidas pelo Diretor-Geral de seus Delegados, ou requisi-tadas das Autoridades, incumbidas por este Regulamento do registro dasterras possuídas, da medição, divisão, conservação, fiscalização e venda dasterras devolutas e da legitimação, ou revalidação das que estão sujeitas aestas formalidades.Art. 5º Compete ao Fiscal:§ 1º Dar parecer por escrito sobre todas as questões de terras, de que trata aLei nº 601, de 18 de setembro de 1850, e em que estiverem envolvidos di-reitos e interesses do Estado e tiver de intervir a Repartição Geral das TerrasPúblicas, em virtude deste Regulamento, ou por ordem do Governo.§ 2º Informar sobre os recursos interpostos das decisões dos Presidentes dasProvíncias para o Governo Imperial.
  26. 26. 26 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATA§ 3º Participar ao Diretor-Geral as faltas cometidas por quaisquer Autoridades,ou Empregados, que por este Regulamento têm de exercer funções concer-nentes ao registro das terras possuídas, a conservação, venda, medição,demarcação, e fiscalização das terras devolutas, ou que estão sujeitas à reva-lidação, e legitimação pelos arts. 4º e 5º, da Lei nº 601, de 18 de setembrode 1850.§ 4º Dar ao Diretor-Geral todos os esclarecimentos e informações, que foremexigidos para o bom andamento do serviço.Art. 6º Haverá nas Províncias uma Repartição Especial das Terras Públicasnelas existentes. Esta Repartição será subordinada aos Presidentes das Pro-víncias e dirigida por um Delegado do Diretor-Geral das Terras Públicas; teráum Fiscal, que será o mesmo da Tesouraria; os Oficiais e Amanuenses, queforem necessários, segundo a afluência do trabalho e um Porteiro servindode Arquivista.O Delegado e os Oficiais serão nomeados por Decreto Imperial; os Amanuen-ses e o Porteiro por Portaria do Ministro e Secretário de Estado dos Negóciosdo Império. Estes empregados perceberão os vencimentos, que forem marca-dos por Decreto, segundo a importância dos respectivos trabalhos.Art. 7º O fiscal da Repartição Especial das Terras Públicas deve:§ 1º Dar parecer por escrito sobre todas as questões de terras, de que trata aLei nº 601, de 18 de setembro de 1850, e em que estiverem envolvidos in-teresses do Estado e tiver de intervir a Repartição Especial das Terras Públi-cas, em virtude da Lei, Regulamento e ordem do Presidente da Província.§ 2º Participar ao Delegado do Chefe da Repartição Geral, a fim de as fazersubir ao conhecimento do Presidente da Província e ao do mesmo Chefe, asfaltas cometidas por quaisquer Autoridades, ou Empregados da respectivaProvíncia, que por este Regulamento têm de exercer funções concernentesao registro das terras possuídas, a conservação, venda, medição, demarca-ção e fiscalização das terras devolutas, ou que estão sujeitas à revalidação elegitimação pelos arts. 4º e 5º da Lei nº 601, de 18 de setembro de 1850.§ 3º Prestar ao Delegado do Chefe da Repartição Geral todos os esclareci-mentos e informações, que forem por ele exigidos para o bom andamentodo serviço.Art. 8º O Governo fixará os emolumentos, que as partes têm de pagar pelascertidões, cópias de mapas e quaisquer outros documentos passados nas Se-cretarias das Repartições Geral e Especiais das Terras Públicas. Os títulos, po-rém, das terras, distribuídas em virtude da Lei nº 601, de 18 de setembro de1850, somente pagarão o imposto fixado no art. 11 da mesma Lei.Os emolumentos e imposto serão arrecadados como renda do Estado.Art. 9º O Diretor-Geral das Terras Públicas, nos impedimentos temporários,será substituído pelo Oficial Maior da Repartição; e os Delegados por um dosOficiais da respectiva Secretaria, designado pelo Presidente da Província.
  27. 27. 27DECRETOSCAPÍTULO IIDa Medição da Terras PúblicasArt. 10. As Províncias, onde houver terras devolutas, serão divididas em tantosdistritos de medição, quantos convier, compreendendo cada distrito parte deuma Comarca, uma ou mais Comarcas e ainda a Província inteira, segundo aquantidade de terras devolutas aí existentes e a urgência de sua medição.Art. 11. Em cada distrito haverá um Inspetor-Geral das medições, ao qual serãosubordinados tantos Escreventes, Desenhadores e Agrimensores, quantosconvier. O Inspetor-Geral será nomeado pelo Governo, sob proposta do Diretor-Geral. Os Escreventes, Desenhadores e Agrimensores serão nomeados peloInspetor-Geral, com aprovação do Presidente da Província.Art. 12. As medições serão feitas por territórios, que regularmente formarãoquadrados de seis mil braças de lado, subdivididos em lotes, ou quadrados dequinhentos braças de lado, conforme a regra indicada no art. 14 da Lei nº 601,de 18 de setembro de 1850, e segundo o modo prático prescrito no Regulamen-to Especial, que for organizado pela Repartição Geral das Terras Públicas.Art. 13. Os Agrimensores trabalharão regularmente por contrato, que farãocom o Inspetor de cada distrito e no qual se fixará o seu vencimento por braçade medição, compreendidas todas as despesas com picadores, homens decorda, demarcação, etc., etc.O preço máximo de cada braça de medição será estabelecido no RegulamentoEspecial.Art. 14. O Inspetor é o responsável pela exatidão das medições; o trabalho dosAgrimensores lhes será portanto submetido; e sendo por ele aprovado, proce-derá a formação dos mapas de cada um dos territórios medidos.Art. 15. Destes mapas fará extrair três cópias, uma para a Repartição Geral dasTerras Públicas, outra para o Delegado da Província respectiva e outra que devepermanecer em seu poder: formando afinal um mapa geral do seu distrito.Art. 16. Estes mapas serão acompanhados de memoriais, contendo as notasdescritivas do terreno medido e todas as outras indicações, que deverão serfeitas em conformidade do Regulamento Especial das Medições.Art. 17. A medição começará pelas terras que se reputarem devolutas e quenão estiverem encravadas por posses, anunciando-se por editais e pelos jor-nais, se os houver no distrito, a medição que se vai fazer.Art. 18. O Governo poderá, contudo, se julgar conveniente, mandar proceder àmedição das terras devolutas contíguas, tanto as terras que se acharem no domí-nio particular, como as posses sujeitas à legitimação, e sesmarias, e concessõesdo Governo sujeitas à revalidação, respeitando os limites de umas e outras.Art. 19. Neste caso, se os proprietários, ou posseiros vizinhos se sentirem pre-judicados, apresentarão ao Agrimensor petição em que exporão o prejuízo que
  28. 28. 28 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATAsofrerem. Não obstante continuará a medição; e ultimada ela, organizados peloInspetor o memorial e mapa respectivos será tudo remetido ao Juiz Municipal,se o peticionário prejudicado for possuidor, ou sesmeiro não sujeito à legitima-ção, ou revalidação e ao Juiz Comissário criado pelo art. 30 deste Regulamento,se o dito peticionário for possuidor ou sesmeiro sujeito à revalidação, ou legiti-mação. Tanto o Juiz Municipal como o Comissário darão vista aos opoentes porcinco dias para deduzirem seus embargos, que serão decididos, os deduzidosperante o Juiz Comissário nos termos e com o recurso do art. 47; e os deduzidosperante o Juiz Municipal na forma das Leis existentes e com recurso para asAutoridades judiciárias competentes.Art. 20. As posses estabelecidas depois da publicação do presente Regulamen-to não devem ser respeitadas. Quando os Inspetores e Agrimensores encon-trem semelhantes posses, o participarão aos Juízes Municipais para providen-ciarem na conformidade do art. 2º da Lei supracitada.Art. 21. Os Inspetores não terão ordenado fixo, mas sim gratificações pelasmedições que fizerem, as quais serão estabelecidas sob proposta do Diretor-Geral das Terras Públicas, com atenção às dificuldades, que oferecerem asterras a medir.CAPÍTULO IIIDa Revalidação e Legitimação das Terras e Modo Prático de Extremaro Domínio Público do ParticularArt. 22. Todo possuidor de terras, que tiver título legítimo da aquisição do seudomínio, quer as terras que fizerem parte dele, tenham sido originariamenteadquiridas por posses de seus antecessores, quer por concessões de sesmariasnão medidas, ou não confirmadas, nem cultivadas, se acha garantido em seudomínio, qualquer que for a sua extensão, por virtude do disposto no § 2º doart. 3º da Lei 601, de 18 de setembro de 1850, que exclui do domínio públicoe considera como não devolutas todas as terras, que se acharem no domínioparticular por qualquer título legítimo.Art. 23. Estes possuidores, bem como os que tiverem terras havidas por ses-marias, e outras concessões do Governo Geral, ou Provincial, não incursas emcomisso por falta de cumprimento das condições de medição, confirmação, ecultura, não têm precisão de revalidação, nem de legitimação, nem de novostítulos para poderem gozar, hipotecar, ou alienar os terrenos, que se acham noseu domínio.Art. 24. Estão sujeitas à legitimação:§ 1º As posses que se acharem em poder do primeiro ocupante, não tendooutro título senão a sua ocupação.§ 2º As que, posto se achem em poder de segundo ocupante, não tiverem sidopor este adquiridas por título legítimo.
  29. 29. 29DECRETOS§ 3º As que, achando-se em poder do primeiro ocupante até a data da publi-cação do presente Regulamento, tiverem sido alienadas contra a proibiçãodo art. 11 da Lei nº 601, de 18 de setembro de 1850.Art. 25. São títulos legítimos todos aqueles que segundo o direito são aptos paratransferir o domínio.Art. 26. Os escritos particulares de compra e venda, ou doação, nos casos emque por direito são aptos para transferir o domínio de bens de raiz, se conside-ram legítimos, se o pagamento do respectivo imposto tiver sido verificadoantes da publicação deste Regulamento: no caso porém de que o pagamentose tenha realizado depois dessa data, não dispensarão a legitimação, se asterras transferidas houverem sido adquiridas por posse, e o que as transferirtiver sido o seu primeiro ocupante.Art. 27. Estão sujeitas à revalidação as sesmarias, ou outras concessões doGoverno Geral, ou Provincial que, estando ainda no domínio dos primeirossesmeiros, ou concessionários, se acharem cultivadas, ou com princípio decultura, e morada habitual do respectivo sesmeiro, ou concessionário, ou dequem o represente, e que não tiverem sido medidas, e demarcadas.Excetuam-se porém aquelas sesmarias, ou outras concessões do Governo Ge-ral, ou Provincial, que tiverem sido dispensadas das condições acima exigidaspor ato do poder competente; e bem assim as terras concedidas à Companhiapara estabelecimento de Colônias, e que forem medidas e demarcadas dentrodos prazos da concessão.Art. 28. Logo que for publicado o presente Regulamento os Presidentes dasProvíncias exigirão dos Juízes de Direito, dos Juízes Municipais, Delegados,Subdelegados, e Juízes de Paz informação circunstanciada sobre a existência,ou não-existência em suas Comarcas, Termos e Distritos de posse sujeitas àlegitimação, e de sesmarias, ou outras concessões do Governo Geral, ou Pro-vincial, sujeitas à revalidação na forma dos arts. 24, 25, 26 e 27.Art. 29. Se as Autoridades, a quem incumbe dar tais informações, deixaremde o fazer nos prazos marcados pelos Presidentes da Províncias, serão punidaspelos mesmos Presidentes com a multa de cinqüenta mil réis, e com o dobronas reincidências.Art. 30. Obtidas as necessárias informações, os Presidentes das Provínciasnomearão para cada um dos Municípios, em que existirem sesmarias, ou ou-tras concessões de Governo Geral, ou provincial, sujeitos à revalidação, ouposses sujeitas à legitimação, um Juiz Comissário de medições.Art. 31. Os nomeados para este emprego, que não tiverem legítima escusa, ajuízo do Presidente da Província, serão obrigados a aceitá-lo, e poderão sercompelidos a isso por multas até a quantia de cem mil réis.Art. 32. Feita a nomeação dos Juízes Comissários das medições, o Presidenteda Província marcará o prazo em que deverão ser medidas as terras adquiridas
  30. 30. 30 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATApor posses sujeitas à legitimação, ou por sesmarias, ou outras concessões, queestejam por medir, e sujeitas à revalidação, marcando maior ou menor prazo,segundo as circunstâncias do Município, e o maior ou menor número de pos-ses, e sesmarias sujeitas à legitimação, e revalidação, que aí existirem.Art. 33. Os prazos marcados poderão ser prorrogados pelos mesmos Presiden-tes, se assim o julgarem conveniente; e neste caso a prorrogação aproveita atodos os possuidores do Município para o qual for concedida.Art. 34. Os Juizes Comissários das medições são os competentes:1º) Para proceder à medição, e demarcação das sesmarias, ou concessõesdo Governo Geral, ou Provincial, sujeitas à revalidação, e das posses sujeitasà legitimação;2º) Para nomear os seus respectivos Escrivães, e os Agrimensores, que comeles devem proceder às medições, e demarcações.Art. 35. Os Agrimensores serão pessoas habilitadas por qualquer escola nacio-nal, ou estrangeira, reconhecida pelos respectivos Governos, e em que se en-sine topografia. Na falta de título competente serão habilitados por examefeito por dois Oficiais do Corpo de Engenheiros, ou por duas pessoas, que te-nham o curso completo da Escola Militar, sendo os Examinadores nomeadospelos Presidentes das Províncias.Art. 36. Os Juízes Comissários não procederão à medição alguma sem prece-der requerimento de parte: o requerimento deverá designar o lugar, em que ésita a posse, sesmaria, ou concessão do Governo e os seus confrontantes.Art. 37. Requerida a medição, o Juiz Comissário, verificando a circunstânciada cultura efetiva, e morada habitual, de que trata o art. 6º da Lei nº 601, de18 de setembro de 1850, e que não são simples roçados, derribadas, ou quei-mas de matos e outros atos semelhantes, os que constituem a pretendidaposse, marcará o dia, em que a deve começar, fazendo-o público com antece-dência de oito dias, pelo menos, por editais, que serão afixados nos lugares decostume na freguesia, em que se acharem as possessões, ou sesmarias, quehouverem de ser legitimadas, ou revalidadas; e fazendo citar os confrontantespor carta de editos.Art. 38. No dia assinado para a medição, reunidos no lugar o Juiz Comissário,Escrivão e Agrimensor, e os demais empregados na medição, deferirá o Juizjuramento ao Escrivão, e Agrimensor, se já o não tiverem recebido; e fará lavrartermo, do qual conste a fixação dos editais, e entrega das cartas de citação aosconfrontantes.Art. 39. Imediatamente declarará aberta a audiência, e ouvirá a parte, e osconfrontantes, decidindo administrativamente, e sem recurso imediato, osrequerimentos tanto verbais, como escritos, que lhe forem apresentados.Art. 40. Se a medição requerida for de sesmaria, ou outra concessão do Go-verno, fará proceder a ela de conformidade com os rumos, e confrontaçõesdesignadas no título de concessão; contanto que a sesmaria tenha cultura
  31. 31. 31DECRETOSefetiva, e morada habitual como determina o art. 6º da Lei nº 601, de 18 desetembro de 1850.Art. 41. Se dentro dos limites da sesmaria, ou concessão, encontrarem possescom cultura efetiva, e morada habitual, em circunstâncias de serem legitima-das, examinarão se essas posses têm em seu favor alguma das exceções cons-tantes da segunda parte do § 2º do art. 5º da Lei nº 601, de 18 de setembrode 1850; e verificada alguma das ditas exceções, em favor das posses, deverãoelas ser medidas, a fim de que os respectivos posseiros obtenham a sua legiti-mação, medindo-se neste caso para o sesmeiro, ou concessionário o terreno,que restar da sesmaria, ou concessão, se o sesmeiro não preferir o rateio, deque trata o § 3º do art.5º da Lei.Art. 42. Se porém as posses, que se acharem nas sesmarias, ou concessões,não tiverem em seu favor alguma das ditas exceções, o Juiz Comissário faráproceder à avaliação das benfeitorias, que nelas existirem; e entregue o seuvalor ao posseiro, ou competentemente depositado, se este o não quiser rece-ber, as fará despejar, procedendo à medição de conformidade com o título dasesmaria, ou concessão.Art. 43. A avaliação das benfeitorias se fará por dois árbitros nomeados, um pelosesmeiro, ou concessionário, e outro pelo posseiro; e se aqueles discordarem naavaliação, o Juiz Comissário nomeará um terceiro árbitro, cujo voto prevalecerá,e em que poderá concordar com um dos dois, ou indicar novo valor, contantoque não esteja fora dos limites dos preços arbitrados pelos outros dois.Art. 44. Se a medição requerida for de posses não situadas dentro de sesma-rias, ou outras concessões, porém em terrenos, que se achassem devolutos, etiverem sido adquiridos por ocupação primária, ou havidas sem título legítimodo primeiro ocupante, devem ser legitimadas, estando cultivadas, ou com prin-cípio de cultura, e morada habitual do respectivo posseiro, ou de quem o repre-sente, o Juiz Comissário fará estimar por árbitros os limites da posse, ou seja,em terras de cultura, ou em campos de criação; e verificados esses limites, ecalculada pelo Agrimensor a área neles contida, fará medir para o posseiro oterreno, que tiver sido cultivado, ou estiver ocupado por animais, sendo terrasde criação, e outro tanto mais de terreno devoluto, que houver contíguo; con-tanto que não prejudique a terceiro, e que em nenhum caso a extensão totalda posse exceda a uma sesmaria para cultura, ou criação igual às últimas con-cedidas na mesma Comarca, ou na mais vizinha.Art. 45. Se a posse que se houver de medir for limitada por outras, cujos pos-seiros possam ser prejudicados com a estimação de terreno ocupado, cada umdos posseiros limítrofes nomeará um árbitro, os quais, unidos ao nomeado peloprimeiro, cujo terreno se vai estimar, procederão em comum à estimação doslimites de todas, para proceder-se ao cálculo de suas áreas, e ao rateio segundoa porção, que cada um posseiro tiver cultivado, ou aproveitado. Se os árbitrosnão concordarem entre si, o Juiz nomeará um novo, cujo voto prevalecerá, e
  32. 32. 32 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATAem que poderá concordar com o de qualquer dos antecedentes árbitros, ouindicar novos limites; contanto que estes não compreendam, em cada posse,áreas maiores ou menores do que as compreendidas nos limites estimadospelos anteriores árbitros.Art. 46. Se porém a posse não for limitada por outras, que possam ser prejudi-cadas, a estimação do terreno aproveitado, ou ocupado por animais se fará pordois árbitros, um nomeado pelo posseiro, e outro pelo Escrivão, que serviráneste caso de Promotor do Juízo; e se discordarem estes, o Juiz nomeará umterceiro árbitro, que poderá concordar com um dos dois primeiros, ou fixarnovos limites; contanto que sejam dentro do terreno incluído entre os limitesestimados pelos outros dois.Art. 47. Nas medições, tanto de sesmarias, e outras concessões do GovernoGeral e Provincial, sujeitas à revalidação, como nas posses sujeitas à legitima-ção, as decisões dos árbitros, aos quais serão submetidas pelo Juiz Comissáriotodas as questões, e dúvidas de fato, que se suscitarem, não serão sujeitas arecurso algum; as dos Juizes Comissários porém, que versarem sobre o direitodos sesmeiros, ou posseiros, e seus confrontantes, estão sujeitas a recurso parao Presidente da Província, e deste para o Governo Imperial.Art. 48. Estes recursos não suspenderão a execução: ultimada ela, e feita ademarcação, escritos nos autos todos os termos respectivos, os quais serãotambém assinados pelo Agrimensor, organizará este o mapa, que a deve escla-recer; e unidos aos autos todos os requerimentos escritos, que tiver havido, etodos os documentos apresentados pelas partes, o Juiz Comissário a julgará porfinda; fará extrair um traslado dos autos para ficar em poder do Escrivão, eremeterá os originais ao Presidente da Província, ainda quando não tenha ha-vido interposição de recurso.Art. 49. Recebidos os autos pelo Presidente, e obtidos por ele todos os esclareci-mentos, que julgar necessários, ouvirá o parecer do Delegado Diretor Geral dasTerras Públicas, e este ao Fiscal respectivo, e dará a sua decisão, que será publi-cada na Secretaria da Presidência, e registrada no respectivo Livro da porta.Art. 50. Se o Presidente entender que a medição foi irregular, ou que se nãoguardou às partes o seu direito, em conformidade da Lei nº 601, de 18 de setem-bro de 1850, e do presente Regulamento, mandará proceder à nova medição,dando as instruções necessárias, à correção dos erros, que tiver havido; e seentender justo, poderá condenar o Juiz Comissário, o Escrivão e Agrimensor aperderem os emolumentos que tiverem percebido pela medição irregular.Art. 51. Se o julgamento do Presidente aprovar a medição, serão os autos re-metidos ao Delegado do Diretor-Geral das Terras Públicas para fazer passar emfavor do posseiro, sesmeiro, ou concessionário o respectivo título de sua pos-sessão, sesmaria, ou concessão, depois de pagos na Tesouraria os direitos deChancelaria, segundo a taxa do art. 11 da Lei nº 601, de 18 de setembro de1850. Os títulos serão assinados pelo Presidente.
  33. 33. 33DECRETOSArt. 52. Das decisões do Presidente da Província dá-se recurso para o GovernoImperial. Este recurso será interposto em requerimento apresentado ao Secre-tário da Presidência, dentro de dez dias, contados da data da publicação dadecisão na Secretaria; e sendo assim apresentado, suspenderá a execução dadecisão, enquanto pender o recurso, que será remetido oficialmente por inter-médio do Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império.Art. 53. Os concessionários de sesmarias que, posto tenham sido medidas,estão sujeitos à revalidação por falta do cumprimento da condição de confir-mação, a requererão aos Presidentes das Províncias, os quais mandarão expe-dir o competente título pelo Delegado do Diretor-Geral das Terras Públicas, seda medição houver sentença passada em julgado.Art. 54. Os concessionários de sesmarias que, posto tenham sido medidas, nãotiverem sentença de medição passada em julgado deverão fazer proceder à me-dição nos termos dos arts. 36 e 40 para poderem obter o título de revalidação.Art. 55. Os Presidentes das Províncias, quando nomearem os Juízes Comissáriosde medições, marcarão os salários e emolumentos, que estes, seus Escrivães eAgrimensores deverão receber das partes pelas medições que fizerem.Art. 56. Findo o prazo marcado pelo Presidente para medição das sesmarias,e concessões do Governo sujeitas à revalidação, e das posses sujeitas à legiti-mação, os Comissários informarão os Presidentes do estado das medições, edo número das sesmarias, e posses, que se acharem por medir, declarando ascausas, que houverem inibido a ultimação das medições.Art. 57. Os Presidentes à vista destas informações deliberarão sobre a justiça,e conveniência da concessão de novo prazo; e resolvendo a concessão, a co-municarão aos Comissários para prosseguirem nas medições.Art. 58. Findos os prazos, que tiverem sido concedidos, os Presidentes farãodeclarar pelos Comissários aos possuidores de terras, que tiverem deixado decumprir a obrigação de as fazer medir, que eles têm caído em comisso, e per-dido o direito a serem preenchidos das terras concedidas por seus títulos, oupor favor da Lei nº 601, de 18 de setembro de 1850, e desta circunstância farãoas convenientes participações ao Delegado do Diretor-Geral das Terras Públicas,e este ao referido Diretor, a fim de dar as providências para a medição dasterras devolutas, que ficarem existindo em virtude dos ditos comissos.CAPÍTULO IVDa Medição das Terras que se Acharem no Domínio Particular porQualquer Título LegítimoArt. 59. As posses originariamente adquiridas por ocupação, que não estão su-jeitas à legitimação por se acharem atualmente no domínio particular por títulolegítimo, podem ser contudo legitimadas, se os proprietários pretenderem obtertítulo de sua possessão, passado pela Repartição Geral das Terras Públicas.
  34. 34. 34 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATAArt. 60. Os possuidores, que estiverem nas circunstâncias do artigo anteceden-te, requererão aos Juízes Municipais medição das terras, que se acharem no seudomínio por título legítimo: e estes à vista do respectivo título a determinarão,citados os confrontantes. No processo de tais medições guardar-se-ão as Leis eRegulamentos existentes, e de conformidade com suas disposições se darãotodos os recursos para as Autoridades judiciárias existentes.Art. 61. Obtida a sentença de medição, e passada em julgado, os proprietáriospoderão solicitar com ela dos Presidentes de Província o título de suas posses-sões; e estes o mandarão passar pela maneira declarada no art. 51.Art. 62. Os possuidores de sesmarias, que, posto não fossem medidas, nãoestão sujeitas à revalidação por não se acharem já no domínio dos concessio-nários, mas sim no de outrem com título legítimo, poderão igualmente obternovos títulos de sua propriedade, feita a medição pelos Juízes Municipais nostermos dos artigos antecedentes.Art. 63. Os Juízes de Direito, nas correições que fizerem, indagarão se os JuízesMunicipais são ativos, e diligentes em proceder às medições, de que trata esteCapítulo, e que lhes forem requeridas; e achando-os em negligência, lhes po-derão impor a multa de cem a duzentos mil réis. Esta multa, bem como a dosartigos antecedentes, serão cobradas executivamente como dívidas da FazendaPública, e para este fim as Autoridades que as impuserem farão as necessáriasparticipações aos Inspetores das Tesourarias.CAPÍTULO VDa Venda das Terras PúblicasArt. 64.Àmedidaqueseforverificandoamedição,edemarcaçãodosterritórios,em que devem ser divididas as terras devolutas, os Delegados do Diretor-Geraldas Terras Públicas remeterão ao dito Diretor os mapas da medição, e demarca-ção de cada um dos ditos territórios, acompanhados dos respectivos memoriais,e de informação de todas as circunstâncias favoráveis, ou desfavoráveis ao terri-tóriomedido,edovalordecadabraçaquadrada,comatençãoaospreçosfixadosno § 2º do art. 14 da Lei nº 601, de 18 de setembro de 1850.Art. 65. O Diretor-Geral, de posse dos mapas, memoriais, e informações, pro-porá ao Governo Imperial a venda das terras, que não forem reservadas paraalguns dos fins declarados no art. 12 da Lei nº 601, de 18 de setembro de 1850,tendo atenção à demanda, que houver delas em cada uma das Províncias, eindicando o preço mínimo da braça quadrada, que deva ser fixado na confor-midade do disposto no § 2º do art. 14 da citada Lei.Art. 66. Ao Governo Imperial compete deliberar, como julgar conveniente, seas terras medidas e demarcadas devem ser vendidas; quando o devem ser; ese a venda se há de fazer em hasta pública, ou fora dela; bem como o preçomínimo, pelo qual devam ser vendidas.
  35. 35. 35DECRETOSArt. 67. Resolvido pelo Governo Imperial que a venda se faça em hasta pública,e estabelecido o preço mínimo, prescreverá o mesmo Governo o lugar em quea hasta pública se há de verificar; as Autoridades perante quem há de ser feita,e as formalidades que devem ser guardadas; contanto que se observe o dispos-to no § 2º do art. 14 da Lei nº 601, de 18 de setembro de 1850.Art. 68. Terminada a hasta pública, os lotes, que andarem nela, e não foremvendidos por falta de licitantes, poderão ser posteriormente vendidos fora dela,quando apareçam pretendentes. As ofertas para esse fim serão dirigidas aoTribunal do Tesouro Nacional na Província do Rio de Janeiro, e aos Inspetoresdas Tesourarias nas outras Províncias do Império.Art. 69. O Tribunal do Tesouro Nacional, recebidas as ofertas, convocará o Di-retor-Geral das Terras Públicas, e com sua assistência fará a venda pelo preçoque se ajustar, não sendo menor do que o mínimo fixado para cada braçaquadrada, segundo sua qualidade e situação.Art. 70. Se as ofertas forem feitas aos Inspetores das Tesourarias nas outrasProvíncias do Império, estes a submeterão aos respectivos Presidentes paradeclararem se aprovam ou não a venda; e no caso afirmativo convocarão oDelegado do Diretor-Geral das Terras Públicas, e com sua assistência ultima-rão o ajuste, verificando-se a venda de cada um dos lotes nos termos do arti-go antecedente.Art. 71. Quando o Governo Imperial julgue conveniente fazer vender fora dahasta pública algum, ou alguns dos territórios medidos, a venda se verificarásempre perante o Tesouro Nacional nos termos do art. 69.CAPÍTULO VIDas Terras DevolutasArt. 72. Serão reservadas terras devolutas para colonização, e aldeamento deindígenas nos distritos, onde existirem hordas selvagens.Art. 73. Os Inspetores e Agrimensores, tendo notícia da existência de tais hor-das nas terras devolutas, que tiverem de medir, procurarão instruir-se de seugênio e índole, do número provável de almas, que elas contêm, e da facilidade,ou dificuldade, que houver para o seu aldeamento; e de tudo informarão o Di-retor-Geral das Terras Públicas, por intermédio dos Delegados, indicando o lu-gar mais azado para o estabelecimento do aldeamento, e os meios de o obter;bem como a extensão de terra para isso necessária.Art. 74. À vista de tais informações, o Diretor-Geral proporá ao Governo Impe-rial a reserva das terras necessárias para o aldeamento, e todas as providênciaspara que este as obtenha.Art. 75. As terras reservadas para colonização de indígenas, e por eles distri-buídas, são destinadas ao seu usufruto; e não poderão ser alienadas, enquan-
  36. 36. 36 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATAto o Governo Imperial, por ato especial, não lhes conceder o pleno gozo delas,por assim o permitir o seu estado de civilização.Art. 76. Os mesmos Inspetores e Agrimensores darão notícia, pelo mesmointermédio, dos lugares apropriados para a fundação de Povoações, aberturade estradas, e quaisquer outras servidões, bem como para assunto de Estabe-lecimentos Públicos; e o Diretor-Geral das Terras Públicas proporá ao GovernoImperial as reservas que julgar convenientes.Art. 77. As terras reservadas para fundação das Povoações serão divididas,conforme o Governo julgar conveniente, em lotes urbanos e rurais, ou somen-te nos primeiros. Estes não serão maiores de 10 braças de frente e 50 defundo. Os rurais poderão ter maior extensão, segundo as circunstâncias oexigirem, não excedendo porém cada lote de 400 braças de frente sobre ou-tras tantas de fundo.Depois de reservados os lotes que forem necessários para aquartelamentos,fortificações, cemitérios (fora do recinto das Povoações), e quaisquer outrosestabelecimentos e servidões públicas, será o restante distribuído pelos povoa-dores a título de aforamento perpétuo, devendo o foro ser fixado sob propostado Diretor-Geral das Terras Públicas, e sendo sempre o laudêmio, em caso devenda, a quarentena.Art. 78. Os lotes, em que devem ser divididas as terras destinadas à fundaçãode Povoações, serão medidos com frente para as ruas, e praças, traçadas comantecedência, dando o Diretor-Geral das Terras Públicas as providências neces-sárias para a regularidade, e formosura das Povoações.Art. 79. O foro estabelecido para as terras assim reservadas, e o laudêmio pro-veniente das vendas delas serão aplicados ao calçamento das ruas, e seu afor-moseamento, à construção de chafarizes, e de outras obras de utilidade dasPovoações, incluindo a abertura e conservação de estradas dentro do distritoque lhes for marcado. Serão cobrados, administrados, e aplicados pela formaque prescrever o Governo quando mandar fundar a Povoação, e enquanto estanão for elevada à categoria de Vila. Neste caso a Municipalidade proverá sobrea cobrança e administração do referido foro, não podendo dar-lhes outra apli-cação, que não seja a acima mencionada.Art. 80. A requisição para a reserva de Terras Públicas, destinadas à construçãonaval, será feita pelo Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Marinha,depois de obtidos os esclarecimentos, e informações necessárias, seja da Re-partição Geral das Terras Públicas, seja de Empregados da Marinha ou departiculares.Art. 81. As terras reservadas para o dito fim ficarão sob a administração daMarinha, por cuja Repartição se nomearão os Guardas, que devem vigiar naconservação de suas matas, e denunciar aos Juízes Conservadores do art. 87,aqueles que, sem legítima autorização, cortarem madeiras, a fim de serempunidos com as penas do art. 2º da Lei nº 601, de 18 de setembro de 1850.
  37. 37. 37DECRETOSCAPÍTULO VIIDas Terras Devolutas Situadas nos Limites do Impériocom Países EstrangeirosArt. 82. Dentro da zona de dez léguas contíguas aos limites do Império comPaíses estrangeiros, e em terras devolutas, que o Governo pretender povoar,estabelecer-se-ão Colônias Militares.Art. 83. Para o estabelecimento de tais Colônias não é necessário que precedaà medição; porém esta deverá ser feita, logo que for estabelecida a Colônia, porInspetores e Agrimensores Especiais, a quem serão dadas instruções particula-res para regular a extensão que devem ter os territórios que forem medidosdentro da zona de dez léguas, bem como a extensão dos quadrados, ou lotes,em que hão de ser subdivididos os territórios medidos.Art. 84. Deliberado o estabelecimento das colônias Militares, o Governo mar-cará o número de lotes, que hão de ser distribuídos gratuitamente aos Colonos,e aos outros povoadores nacionais e estrangeiros; as condições dessa distribui-ção, e as Autoridades, que hão de conferir os títulos.Art. 85. Os Empresários que pretenderem fazer povoar quaisquer terras devo-lutas compreendidas na zona de dez léguas nos limites do Império com Paísesestrangeiros, importando para elas, à sua custa, colonos nacionais ou estrangei-ros, deverão dirigir suas propostas ao Governo Imperial, por intermédio doDiretor-Geral das Terras Públicas, sob as bases: 1º, da concessão aos ditosEmpresários de dez léguas em quadro ou o seu equivalente para cada Colôniade mil e seiscentas almas, sendo as terras de cultura, e quatrocentas sendocampos próprios para criação de animais; 2º, de um subsídio para ajuda daempresa, que será regulado segundo as dificuldades que ela oferecer.Art. 86. As terras assim concedidas deverão ser medidas à custa dos Empresá-rios pelos Inspetores e Agrimensores, na forma que for designada no ato daconcessão.CAPÍTULO VIIIDa Conservação das Terras Devolutas e AlheiasArt. 87. Os Juízes Municipais são os Conservadores das terras devolutas. OsDelegados e Subdelegados exercerão também as funções de Conservadoresem seus distritos, e, como tais, deverão proceder ex officio contra os quecometerem os delitos de que trata o artigo seguinte, e remeter, depois depreparados, os respectivos autos ao Juiz Municipal do Termo para o julgamen-to final.Art. 88. Os Juízes Municipais, logo que receberem os autos mencionados noartigo antecedente, ou chegar ao seu conhecimento, por qualquer meio, quealguém se tem apossado de terras devolutas, ou derribado seus matos, ou neles
  38. 38. 38 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATAlançado fogo, procederão imediatamente ex officio contra os delinqüentes,processando-os pela forma por que se processam os que violam as PosturasMunicipais, e impondo-lhes as penas do art. 2º da Lei nº 601, de 18 de setem-bro de 1850.Art. 89. O mesmo procedimento terão, a requerimento dos proprietários,contra os que se apossarem de suas terras, e nelas derribarem matos, oulançarem fogo; com tanto que os indivíduos que praticarem tais atos nãosejam heréus confinantes. Neste caso somente compete ao heréu prejudicadoa ação civil.Art. 90. Os Juízes de Direito, nas correições que fizerem, investigarão se osJuízes Municipais põem todo o cuidado em processar os que cometerem taisdelitos; e os Delegados e Subdelegados em cumprir as obrigações que lhesimpõe o art. 87; e farão efetiva a sua responsabilidade, impondo-lhes, no casode simples negligência, multa de cinqüenta a duzentos mil réis, e, no caso demaior culpa, prisão até três meses.CAPÍTULO IXDo Registro das Terras PossuídasArt. 91. Todos os possuidores de terras, qualquer que seja o título de sua pro-priedade, ou possessão, são obrigados a fazer registrar as terras, que possuí-rem, dentro dos prazos marcados pelo presente Regulamento, os quais secomeçarão a contar, na Corte e Província do Rio de Janeiro, da data fixada peloMinistro e Secretário de Estado dos Negócios do Império e, nas Províncias, dafixada pelo respectivo Presidente.Art. 92. Os prazos serão 1º, 2º, e 3º: o 1º de dois anos, o 2º de um ano, e o3º de seis meses.Art. 93. As declarações para o registro serão feitas pelos possuidores, que asescreverão, ou farão escrever por outrem em dois exemplares iguais, assinan-do-os ambos, ou fazendo-os assinar pelo indivíduo, que os houver escrito, seos possuidores não souberem escrever.Art. 94. As declarações para o registro das terras possuídas por menores, ín-dios, ou quaisquer Corporações, serão feitas por seus Pais, Tutores, Curadores,Diretores, ou encarregados da administração de seus bens e terras. As declara-ções de que trata este e o artigo antecedente não conferem algum direito aospossuidores.Art. 95. Os que não fizerem as declarações por escrito nos prazos estabelecidosserão multados pelos encarregados do registro na respectiva Freguesia: findoo primeiro prazo em vinte e cinco mil réis, findo o segundo em cinqüenta, efindo o terceiro em cem mil réis.Art. 96. As multas serão comunicadas aos Inspetores da Tesouraria, cobradasexecutivamente, como dívidas da Fazenda Nacional.
  39. 39. 39DECRETOSArt. 97. Os Vigários de cada uma das Freguesias do Império são os encarrega-dos de receber as declarações para o registro das terras, e os incumbidos deproceder a esse registro dentro de suas Freguesias, fazendo-o por si, ou porescreventes, que poderão nomear, e ter sob sua responsabilidade.Art. 98. Os vigários, logo que for marcada a data do primeiro prazo, de quetrata o art. 91, instruirão a seus fregueses da obrigação, em que estão, de faze-rem registrar as terras que possuírem, declarando-lhes o prazo em que o de-vem fazer, as penas em que incorrem, e dando-lhes todas as explicações quejulgarem necessárias para o bom cumprimento da referida obrigação.Art. 99. Estas instruções serão dadas nas Missas conventuais, publicadas portodos os meios que parecem necessários para o conhecimento dos respectivosfregueses.Art. 100. As declarações das terras possuídas devem conter: o nome do pos-suidor; designação da Freguesia em que estão situadas; o nome particular dasituação, se o tiver; sua extensão, se for conhecida; e seus limites.Art. 101. As pessoas, obrigadas ao registro, apresentarão ao respectivo Vigárioos dois exemplares de que trata o art. 93; e sendo conferidos por ele, achando-os iguais e em regra, fará em ambos uma nota, que designe o dia de sua apre-sentação; e assinando as notas de ambos os exemplares, entregará um delesao apresentante para lhe servir de prova de haver cumprido a obrigação doregistro, guardando o outro para fazer esse registro.Art. 102. Se os exemplares não contiverem as declarações necessárias, os Vi-gários poderão fazer aos apresentantes as observações convenientes a instruí-los do modo por que devem ser feitas essas declarações, no caso de que lhespareçam não satisfazer elas ao disposto no art. 100, ou de conterem errosnotórios; se porém as partes insistirem no registro de suas declarações pelomodo por que se acharem feitas, os Vigários não poderão recusá-las.Art. 103. Os Vigários terão livros de registro por eles abertos, numerados, ru-bricados e encerrados. Nesses livros lançarão por si ou por seus escreventes,textualmente, as declarações que lhes forem apresentadas, e por esse registrocobrarão do declarante o emolumento correspondente ao número de letrasque contiver um exemplar, a razão de dois reais por letra, e do que receberemfarão notas em ambos os exemplares.Art. 104. Os exemplares que ficarem em poder dos Vigários serão por elesamassados, e numerados pela ordem que forem recebidos, notando em cadaum a folha do livro em que foi registrado.Art. 105. Os Vigários, que extraviarem alguma das declarações, não fizerem oregistro,ounelecometeremerros,quealterem,outornemininteligíveisosnomes,designação, extensão, e limites, de que trata o art. 100 deste Regulamento, serãoobrigados a restituir os emolumentos que tiverem recebido pelos documentos,que se extraviarem de seu poder, ou forem mal registrados, e além disto sofrerãoa multa de cinqüenta a duzentos mil réis, sento tudo cobrado executivamente.
  40. 40. 40 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATAArt. 106. Os possuidores de terras que fizerem declarações falsas sofrerão amulta de cinqüenta a duzentos mil réis; e conforme a gravidade da falta tam-bém poderá lhes ser imposta a pena de um a três meses de prisão.Art. 107. Findos os prazos estabelecidos para o registro, os exemplares emas-sados se conservarão no Arquivo das Paróquias, e os livros de registro serãoremetidos ao Delegado do Diretor-Geral das Terras Públicas da Província res-pectiva, para em vista deles formar o registro geral das terras possuídas naProvíncia, do qual se enviará cópia ao supradito Diretor para a organização doregistro geral das terras possuídas no Império.Art. 108. Todas as pessoas que arrancarem marcos e estacas divisórias, ou des-truírem os sinais, números e declarações que se gravarem nos ditos marcos, ouestacas, e em árvores, pedras nativas, etc. serão punidas com a multa de duzen-tos mil réis, além das penas a que estiverem sujeitas pelas leis em vigor.Palácio do Rio de Janeiro, em 30 de Janeiro de 1854.Luiz Pedreira do Coutto Ferraz
  41. 41. 41DECRETOSDECRETO N° 3.453, DE 26 DE ABRIL DE 1865Manda observar o Regulamento para execu-ção da Lei n° 1.237, de 24 de setembro de1864, que reformou a legislação hipotecária.1Usando da atribuição que me confere o art. 102, § 2°, da Constituição, e paraexecução da Lei n° 1.237, de 29 de setembro de 1864, que reformou a legis-lação hipotecária:Hei por bem ordenar que se observe o regulamento que com este baixa, assi-nado por Francisco José Furtado, do Meu Conselho, Presidente do Conselho deMinistros, Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Justiça, que assim otenha entendido e faça executar.Palácio do Rio de Janeiro, em vinte e seis de abril de mil oitocentos e sessentae cinco, quadragésimo quarto da Independência e do Império.Com a Rubrica de Sua Majestade o Imperador.Francisco José FurtadoREGULAMENTO HIPOTECÁRIOTÍTULO IDo Registro GeralCAPÍTULO IDa Instalação do Registro GeralArt. 1º O registro geral, decretado na Lei nº 1.237, de 24 de setembro de 1864,será instalado em todas as comarcas do Império três meses depois da datadeste regulamento.1Art. 2º Desde a instalação do registro geral, cessará o atual registro das hipo-tecas, e começarão os efeitos resultantes do registro dos títulos, que pela lei sãosujeitos a esta formalidade, para que possam valer contra os terceiros.Art. 3º A instalação do registro geral será precedida de editais do Juiz de Direi-to, e celebrada com assistência dele, que mandará lavrar um auto da instalaçãoespecificando:§ 1º O título com que serve o oficial do registro.§ 2º O número e qualidade dos livros do extinto registro das hipotecas, os quaisficarão servindo somente para as averbações relativas às hipotecas nelesinscritas (art. 316).
  42. 42. 42 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATA§ 3° O número e qualidade dos livros que devem servir no registro geral pelaforma que este regulamento prescreve.Art. 4º O auto da instalação será escrito no livro – Protocolo – (art. 25), napágina imediatamente seguinte à do termo de abertura.Art. 5º Se por algum motivo imprevisto, no tempo marcado para instalação doregistro não estiver designado o respectivo oficial, ou não estiverem prontos oslivros, a instalação não será adiada.O Juiz de Direito nomeará interinamente para oficial do registro um dos Tabe-liães ou Escrivães.O registro se fará provisoriamente em tantos cadernos legalizados conforme oart. 15 quantos são os livros exigidos pelo art. 13.Logo que os livros chegarem, para eles será transmitido o registro que se tiverfeito nos cadernos, que ficarão inutilizados.Art. 6º Uma cópia do auto de instalação será logo remetida ao Governo daCorte, e Presidentes nas Províncias.CAPÍTULO IIDos Oficiais do Registro GeralArt. 7° O registro geral fica encarregado, conforme o art. 7º, § 3°, da Lei:§ 1º Aos Tabeliães especiais que existem atualmente ou forem criados peloGoverno nas capitais das Províncias, que ainda não os têm (Decreto n° 482de 1846, art. 1º).§ 2º Ao Tabelião da cidade ou vila principal de cada comarca, que for designa-do pelos Presidentes das Províncias, precedendo informação do Juiz de Di-reito. (Decreto citado art. 1°).Art. 8º Os sobreditos Tabeliães, para se distinguirem dos demais, terão a deno-minação de oficiais do registro geral.Art. 9º Estes oficiais são exclusivamente sujeitos aos Juízes de Direito.Art. 10. Os ofícios do registro geral são por sua natureza privativos, únicos eindivisíveis.Art. 11. Todavia, os oficiais do registro geral poderão ter os escreventes jura-mentados que forem necessários para o respectivo serviço.Art. 12. Estes escreventes juramentados que serão denominados suboficiais - fi-cam habilitados para escreverem todos os atos do registro geral, contanto queos ditos atos sejam subscritos pelo oficial, com exceção porém da escrituraçãoe numeração de ordem do livro – Protocolo – que, exclusiva e pessoalmente,incumbem ao mesmo oficial.CAPÍTULO IIIDos Livros do Registro GeralArt. 13. Os livros que o registro geral deve ter são os seguintes:
  43. 43. 43DECRETOSN. 1. Protocolo, com 600 folhas.N. 2. Inscrição especial, com 600 ditas.N. 3. Inscrição geral, com 600 ditas.N. 4. Transcrição das transmissões, com 900 ditas.N. 5. Transcrição dos ônus reais, com 600 ditas.N. 6. Transcrição do penhor de escravos, com 600 ditas.N. 7. Indicador real, com 600 ditas.N. 8. Indicador pessoal, com 600 ditas.Art. 14. Além dos livros referidos no artigo antecedente, haverá dois livrosauxiliares: um do livro nº 2, e outro do livro nº 4 (arts. 31 e 32).Art. 15. Os referidos livros serão de grande formato; abertos, numerados, ru-bricados e encerrados pelo Juiz de Direito, ou pela pessoa a quem ele confiareste trabalho.Art. 16. Estes livros serão isentos do selo excetuando porém o Protocolo.Art. 17. Os mesmos livros serão em todas as comarcas do Império uniformese regulados pelos modelos anexos a este regulamento.Art 18. Outrossim, os livros referidos no art. 13 serão por uma vez somente for-necidos pelo Governo na Corte e Presidentes, nas Províncias, aos oficiais do re-gistro os quais indenizarão o seu custo à repartição, pela qual forem distribuídos.Art. 19. Findos os livros fornecidos pelo Governo, serão eles substituídos poroutros semelhantes; comprados e preparados pelos oficiais do registro, logo,que estiverem escritos dois terços das folhas dos mesmos livros.Art. 20. Os livros do registro terão três classes que se distinguirão pelo númerode folhas que devem ter conforme se determina no artigo seguinte.§ 1º Os da 1ª classe serão para a Corte e capitais das Províncias, onde houverTabeliães especiais.§ 2° Os da 2º classe pertencem às comarcas de 2ª e 3ª entrâncias.§ 3º Os da 3ª classe servirão para as comarcas de entrância.Art. 21. Os livros da 1ª classe terão o número das folhas designadas no art. 13,os da 2ª classe, metade dessas folhas; e o da 3ª classe, um terço delas.Art. 22. Logo que cada livro se findar, o imediato conservará o mesmo núme-ro com a adição sucessiva das letras do alfabeto. Assim:Livro nº 1-A. Livro nº 1-B.Art. 23. Os números de ordem de cada livro não serão interrompidos por elese findar, mas continuados infinitamente nos livros seguintes.Art. 24. A página imediata à do termo de abertura assim como todas as seguin-tes serão cortadas na parte superior por três linhas horizontais que formemdois espaços.No primeiro espaço, se escreverá o título do livro e o ano em que se faz oserviço.
  44. 44. 44 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATANo segundo espaço, se escreverá a inscrição de cada uma das colunas forma-das por linhas perpendiculares, as quais variam em razão da forma especial decada livro. Assim:Art. 25. O livro n° 1 – Protocolo – é a chave do registro geral e servirá para oapontamento de todos os títulos apresentados diariamente para serem inscri-tos, transcritos, prenotados ou averbados.Este livro determinará a quantidade e qualidade dos títulos apresentados, assimcomo a data da sua apresentação e o seu número de ordem (art. 46).Art. 26. O livro nº 2 – Inscrição especial – é destinado para a inscrição dashipotecas especiais ou especializadas e será escriturado pela forma seguinte:Cada inscrição terá a largura do verso de uma folha, e mais a face da folha se-guinte.Este espaço será dividido em duas partes iguais, das quais uma, que ocuparátoda a largura do verso da folha antecedente, será riscada por linhas perpendi-culares necessárias para formar tantas colunas quantos são os requisitos dainscrição (art. 218) e a outra parte, que ocupará a face da folha seguinte, ficaráem branco para nela se lançarem as averbações.Onde findar a inscrição se traçará uma linha horizontal que a divida da inscri-ção seguinte.Art. 27. O livro n° 3 – Inscrição geral – é privativo para inscrição das hipotecasgerais dos menores, interditos e mulheres casadas.Este livro conterá em cada página tantas inscrições quantas couberem, dividi-das por uma linha horizontal.Cada inscrição terá tantas colunas formadas por linhas perpendiculares quantossão os requisitos da mesma inscrição (art. 213).Art. 28. O livro nº 4 – Transcrição das transmissões – é para a transcrição datransmissão dos imóveis suscetíveis de hipoteca (art. 8º da lei).Este livro será escriturado pelo modo seguinte:Cada transcrição terá por espaço todo o verso de uma folha e toda a face dafolha seguinte.Este espaço será dividido em tantas colunas, formadas por linhas perpendicu-lares, quantos são requisitos da transcrição (art. 269).Art. 29. O livro nº 5 – Transcrição dos ônus reais – será escriturado pela formaseguinte:Cada transcrição terá a mesma largura que para cada inscrição exige o art. 26,e onde findar a transcrição será traçada uma linha horizontal que a dividirá datranscrição seguinte.1865. Protocolo 1865. ProtocoloNúmero de ordemNome doapresentante Averbações Número de ordemNome doapresentante Averbações
  45. 45. 45DECRETOSO espaço da transcrição será dividido em tantas colunas formadas por linhasperpendiculares quantos são os requisitos determinados pelo art. 270.Art. 30. O livro nº 6 – Transcrição do penhor dos escravos – servirá para trans-crição do penhor de escravos pertencentes às propriedades agrícolas celebra-das com a cláusula – Constitui – (art. 6°, § 6º da lei).Este livro será escriturado como o livro nº 5, sendo as colunas, em que se eledivide, correspondentes aos quesitos exigidos pelo art. 271.Art. 31. O livro auxiliar do n° 2 é destinado para as hipotecas gerais ou privi-legiadas anteriores à execução da lei, especializadas e inscritas conforme esteregulamento (arts. 321 e 326).Este livro será escriturado como o livro nº 2.Art. 32. O livro auxiliar do livro nº 4 será escriturado como são os livros denotas dos Tabeliães, havendo porém entre as transcrições um espaço, formadopor duas linhas horizontais para nele se escreverem o número de ordem datranscrição e a referência ao número de ordem e página do livro nº 4, de ondeconsta a mesma transcrição por extrato (art. 8º da lei).Art. 33. O livro nº 7 – Indicador real – é o repertório de todos os imóveis quedireta ou indiretamente figuram nos livros nºs2, 4, 5 e 6.As folhas deste livro serão com igualdade repartidas pelas freguesias que secompreendem na comarca.Cada indicação terá por espaço um quarto da página do livro, e cada espaçotantas colunas, formadas por linhas perpendiculares, quantos são os requisitosseguintes:1°) Número de Ordem;2°) Denominação do imóvel se for rural; a rua e o seu número se for ur-bano;3º) O nome do proprietário;4º) Referências aos números de ordem e páginas dos livros 2, 4, 5 e 6;5º) Anotações.No primeiro espaço, formado por linhas horizontais, de que trata o art. 24, emvez do título do livro se escreverá a freguesia. Assim:1865 - Candelária 1865 - CandeláriaArt. 34. O livro n° 8 – Indicador pessoal – será dividido alfabeticamente e nelee na letra respectiva será escrito por extenso o nome de todas as pessoas queativa ou passivamente, só ou coletivamente figuram nos livros do registro geral.As páginas deste livro serão cortadas por linhas perpendiculares necessáriaspara os seguintes requisitos:§ 1º Número de ordem.§ 2º Nome das pessoas.§ 3º Domicílio.
  46. 46. 46 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATA§ 4º Profissão.§ 5º Referências aos números de ordem e páginas dos outros livros.§ 6º Anotações.O espaço de cada indicação será de um oitavo de cada página.Art. 35. Se o mesmo imóvel ou a mesma pessoa já estiverem no – Indicadorreal ou pessoal – somente se fará, na coluna das referências, uma referênciaao número de ordem e página do livro em que se fizer a nova inscrição outranscrição.Art. 36. Se na mesma inscrição ou transcrição figurar mais de uma pessoa ouativa ou passivamente, o nome de cada uma será lançado distintamente no– Indicador pessoal – com referência recíproca na coluna das anotações.Art. 37. As indicações do – Indicador real ou pessoal – terão seu número deordem especial, sendo o número de ordem dos imóveis em relação à freguesiaem que são situados, e o número de ordem das pessoas em relação à respec-tiva letra do alfabeto.Art. 38. Esgotadas as folhas destinadas a uma freguesia no – Indicador real – oua uma letra do alfabeto no – Indicador pessoal – o registro continuará no livroseguinte, averbando-se o transporte no livro antecedente.Art. 39. No caso do artigo antecedente caberá na distribuição das folhas do li-vro seguinte maior número à freguesia ou letra do alfabeto, cujas folhas se ti-verem esgotado antes das distribuídas às outras letras ou freguesias.Art. 40. Os livros do registro, salvo o caso de força maior, não sairão do escri-tório respectivo, por nenhum motivo ou pretexto.Todas as diligências judiciais ou extrajudiciais que exijam a apresentação dequalquer livro terão lugar no mesmo escritório.Art. 41. Todos os dias, ao fechar das horas do registro, o oficial guardará debaixode chave em lugar seguro os livros Protocolo, Indicadores real e pessoal, e bemassim os documentos apresentados, mas não registrados no mesmo dia.Art. 42. No caso de que a transcrição (livro nº 4) compreenda mais de umimóvel (arts. 226 e 277) o espaço marcado no art. 28 será duplicado ou tripli-cado, conforme o número dos imóveis e seus requisitos, e em atenção à pro-babilidade de maior número de averbações.CAPÍTULO IVDa Ordem do Serviço e Processo do RegistroArt. 43. O serviço do registro começará às 6 horas da manhã e terminará às 6horas da tarde, em todos os dias não feriados.Art. 44. São nulos os registros tomados antes ou depois das sobreditas horas,e os oficiais responsáveis civilmente pelas perdas e danos além das penas cri-minais em que incorrerem.
  47. 47. 47DECRETOSExcetua-se desta disposição o caso dos arts. 62 e 63.Art. 45. Logo que qualquer título for apresentado para ser inscrito, transcrito,prenotado, ou averbado, o oficial do registro tomará no Protocolo a data da suaapresentação e o número de ordem que em razão dela lhe compete, reprodu-zindo no mesmo título a dita data e número de ordem.Assim:Número tal ... do ProtocoloPágina tal ... do ProtocoloApresentado no dia tal, das 6 às 12 ou 12 às 6:O oficial F ...Art. 46. O número de ordem do Protocolo é que determina a prioridade dotítulo, ainda que os outros títulos sejam por alguma razão especial (art. 152)anteriormente registrados.Art. 47. Quando duas ou mais pessoas concorrerem no mesmo tempo, os tí-tulos apresentados terão o mesmo número de ordem.Art. 48. O mesmo tempo quer dizer de manhã das 6 às 12 horas, e de tardedas 12 às 6 horas.Art. 49. Não se dá prioridade entre os títulos que têm o mesmo número deordem.Quanto, porém, às transcrições que tiverem o mesmo número de ordem,preferirá aquela cujo título for mais antigo em data.Art. 50. Se a mesma pessoa apresentar mais de um título diverso, os títulosterão números seguidos.Art. 51. Se mais de um título for apresentado pela mesma pessoa relativo aomesmo objeto, o número de ordem será o mesmo adicionado nos outros títu-los com as letras A, B e C.Art. 52. Tomada a data da apresentação, e o número de ordem no Protocolo,e reproduzidas a mesma data e número de ordem no título apresentado, ooficial procederá ao registro pelo modo seguinte.Art. 53. A pessoa que requerer a inscrição ou transcrição de qualquer títulodeverá apresentar ao oficial do registro:§ 1º O título.§ 2° O extrato do mesmo título em duplicata, contendo todos os requisitos quepara inscrição e transcrição este regulamento exige, e pela mesma ordem,em que são exigidos.Estes extratos serão assinados pela parte ou por seu advogado ou procurador.Art. 54. Sempre que o título apresentado for escrito particular, no caso em queé admissível (art. 8° da lei), deverá ser apresentado em duplicata para que umdos exemplares fique arquivado no registro.Art. 55. Sendo os extratos conformes um com o outro, e além disto suficientes(art. 53 § 2º), o oficial fará a inscrição ou transcrição à vista dos mesmos extratos.
  48. 48. 48 COLETÂNEA DE LEGISLAÇÃO E JURISPRUDÊNCIA AGRÁRIA E CORRELATAArt. 56. Se, porém os extratos, conformes entre si, não forem suficientes, ooficial fará o registro, suprindo pelo título o que for omisso no extrato.Art. 57. Feito o registro, o oficial procederá assim:§ 1º Fará no Protocolo a nota de registrado no livro tal, número tal, página tal.§ 2º Indicará no Indicador real os imóveis inscritos ou transcritos (art. 33).§ 3º Indicará no Indicador pessoal as pessoas que figuram na inscrição outranscrição (art. 34).Art. 58. Tomadas as notas antecedentes e reproduzida no título a nota de – re-gistrado no livro tal, número tal, página tal – o oficial entregará à parte o mes-mo título e um dos extratos, numerando e rubricando as folhas respectivas deum e outro.Art. 59. Outro extrato com o outro título, se o título for escrito particular (art.54), serão arquivados conforme o art. 79.Art. 60. No caso de averbação, o oficial procederá na forma dos arts. 57 § 1°,58 e 59.Art. 61. Sendo a hora de fechar-se o registro, nenhum ato mais poderá serpraticado.O oficial no livro – Protocolo –, no lugar onde terminar o serviço do dia, passa-rá certidão do encerramento.Art. 62. Se todavia ao chegar a hora do encerramento, se não tiver acabado al-gum registro começado, será a hora prorrogada até esse registro se concluir.Art. 63. Durante a prorrogação, porém, nenhuma nova apresentação seráadmitida.Art. 64. Todos os títulos que em tempo forem apresentados e não puderemser registrados antes da hora do encerramento, ficam reservados para o diaseguinte e serão os primeiros que devem ser registrados.Art. 65. Os atos da inscrição, transcrição ou averbação, salvos os casos expres-sos neste regulamento, não podem ser praticados pelos oficiais do registro exofficio senão a requerimento das partes.Art. 66. Em geral e salvas as disposições especiais deste regulamento (arts. 234e 268), são partes legítimas para requererem o registro aqueles que transmitemou adquirem algum direito por virtude dos títulos apresentados, assim comoas pessoas que os sucedem ou representam.Art. 67. Consideram-se terceiros no sentido da lei todos os que não forempartes no contrato, ou seus herdeiros.Art. 68. Os oficiais do registro não podem examinar a legalidade dos títulos apre-sentados antes de tomarem nota da sua apresentação e de lhes conferirem onúmero de ordem que lhes compete em razão da data da mesma apresentação.Art. 69. Tomada a nota da apresentação, e conferido o número de ordem, ooficial, duvidando da legalidade do título, pode recusar o seu registro, entregan-

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