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Explicar o conceito de diferenciação...

Explicar o conceito de diferenciação
Justificar porque é que a diferenciação pedagógica tem de ser planificada
Enumerar e descrever estratégias de diferenciação
Explorar os modelos teóricos que informam as práticas de diferenciação
Sugerir atividades de diferenciação

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    Diferenciação pedagógica Diferenciação pedagógica Presentation Transcript

    • Diferenciação pedagógica 1MODELO ÚNICO? JÁ FOI! Idalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • Objectivos da sessão 2 Explicar o conceito de diferenciação Justificar porque é que a diferenciação pedagógica tem de ser planificada Enumerar e descrever estratégias de diferenciação Explorar os modelos teóricos que informam as práticas de diferenciação Sugerir atividades de diferenciaçãoIdalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • Competências a desenvolver 3 Compreender a necessidade da diferenciação na sala de aula em termos de conteúdos/processos/produtos. Identificar as diferenças entre a sala de aula para o aluno médio e a sala de aula diferenciada, em termos de planificação, gestão, organização do espaço, avaliação, interesses e estilos cognitivos. Analisar as inter-relações das componentes identificadas. Elencar estratégias de instrução decorrentes da análise das componentes e das suas relações. Compreender o papel da auto-regulação na gestão da aprendizagem, numa aula diferenciadora. Reflectir sobre o potencial das TIC numa estratégia sistemática e concertada de diferenciação da aprendizagem: a nível dos conteúdos, processos e produtos. Reflectir criticamente sobre a importância estratégica de uma aula diferenciadora, em termos de auto-capacitação e de inclusão social.Idalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • Diagnosticar e avaliar 4 Quem são os nossos estudantes? Como (se é que) estamos a proporcionar-lhes a melhor educação possível? Porque é que temos de proporcionar-lhes a melhor educação possível? Que práticas e mentalidades temos de mudar para garantirmos uma boa educação para todos?Idalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • Neurociência e instrução 5 A investigação sobre o funcionamento do cérebro confirma o que qualquer professor@ experiente percebe: Cada estudante tem uma forma única de aprender Um ambiente da aprendizagem pode não ser favorável a todos os estudantes Temos de ensinar os alunos a serem autónomosIdalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • O que faz um@ professor@ eficaz? 6 Apresenta poucos conteúdos de cada vez Orienta a prática d@s estudantes com problemas Dá tempo aos estudantes para apreenderem os novos conteúdos Verifica se tod@s @s estudantes compreenderam Evita que @s estudantes desenvolvam ideias/ conceitos erradosIdalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • O que significa diferenciar? 7 Atender às necessidades d@s estudantes Reconhecer que cada estudante tem a sua história de vida, uma experiência académica e a sua forma de aprender Como é que podemos responder às diferentes necessidades d@s estudantes?Idalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • Diferenciar, porquê? 8Todas as pessoas são diferentes: No estilo de aprendizagem (inteligências múltiplas de Gardner) Nas capacidades e competências Nos conhecimentos e experiências anteriores Na motivação A diferenciação é a resposta educativa para as diferentes necessidades dos alunosIdalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • Caraterísticas d@s estudantes com dificuldades 9 Dificuldades de memorização Maior lentidão a realizar as tarefas escolares Impulsividade Distratibilidade Dificuldades de generalização Faltam-lhes estratégias de resolução de problemas Menos capazes de selecionar as estratégias mais eficazes Faltam-lhes estratégias de automonitorização Sentimentos de baixa auto-eficácia Estilo atribucional (…)Idalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • Onde podemos diferenciar?Conteúdos Processos Produtos Ambiente de aprendizagem De acordo com: A preparação Os interesses O perfil de aprendizagem d@s estudantes Adaptado de The Differentiated Classroom: Responding to the Needs of All Learners (Tomlinson, 1999) 10 Idalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • Tipos de adaptações 11 Idalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • Reconhecer, avaliar e variar 12 Reconhecer a diversidade nos modos de aprender Reconhecer que os estudantes têm necessidades de aprendizagem diferentes. Avaliar os conhecimentos e competências prévias dos estudantes e incorporá-los no diálogo cognitivo Variar as formas de ensinar e de avaliar para responder às diferenças individuaisIdalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • Reconhecer, avaliar, criar oportunidades 13 Reconhecer que @s estudantes não necessitam todos do mesmo trabalho e das mesmas atividades Diagnosticar as necessidades d@s estudantes e planificar atividades que lhes correspondam Criar oportunidades para que @s estudantes escolham as suas atividades Conceber atividades diferentes para corresponder às necessidades de aprendizagem d@s estudantes Conceber estratégias justas e equitativas de avaliaçãoIdalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • Os quatro princípios do modelo de ensino diferenciado 14 1) A definição clara dos conhecimentos e competências essenciais de cada área curricular; 2) A adequação das estratégias às diferenças individuais dos alunos, sejam elas devidas a diferentes competências, conhecimentos prévios ou estilos de aprendizagem; 3) A articulação entre o ensino e a avaliação; 4) O constante ajustamento dos conteúdos e dos processos, de forma a responder aos níveis de conhecimento e competências de partida, e aos estilos individuais de aprendizagem.Idalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • Diferenciação 15 Idalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • Estratégias de diferenciação 161. Condensar a informaçãoo Variar os organizadores da informaçãoo Mapas conceptuais, tabelas, esquemaso Utilizar textos variadoso Materiais suplementares variadoso Conceber atividades de reforçoo Grupos de trabalho/estudo Idalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • Estratégias de diferenciação 172. Modificações (individuais / grupo) Estudo Independente Aulas diferenciadas Assuntos diferenciados Produtos diferenciados Ensino em pequenos grupos (trabalho de pares, de nível, heterogéneos) Grupo de pesquisa Conceber formas complementares de estudar um tema Contratos de aprendizagemIdalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • Estratégias de diferenciação 183. Estratégias de Aceleração Permitir que @s estudantes explorem assuntos do s/ interesse Permitir que @s estudantes formem grupos de interesse (pesquisa) Fornecer materiais /recursos variados Complexificar o ensino Propor atividades suplementares (menos estruturadas)Idalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • O que faz um@ professor@ eficaz? 19 Evita que @s estudantes desenvolvam Verifica se ideias/ tod@s @s conceitos alun@s errados Dá tempo aos estudantes compreenderam para Orienta a apreenderem prática d@s os novos alun@s com conteúdos problemas Apresenta poucos conteúdos de cada vezIdalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • 20 Association for Supervision and Curriculum Development. Consultado em 9 de abril de 2011 em: http://www.ascd.org Hall, T., Strangman, N., & Meyer, A. (2003). Differentiated Instruction and Implications for UDL Implementation. National Center on Accessing the General Curriculum. Consultado em 9 de abril de 2011 em: http://www.k8accesscenter.org/training_resources/udl/diffi nstruction.asp. http://www.rcps.org/RCPS/misc/Differentiated%20Instructi on.ppt Tomlinson, C.A. (1999). How to Differentiate Instruction in Mixed-Ability Classrooms. Idalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • Caso 1: A Lídia 21 A Lídia frequenta o 8º. Ano de escolaridade .Distrai- se com muita facilidade. Concentra-se por períodos muito curtos. Quando a tarefa é mais demorada, não consegue concluí-la. A Lídia não é uma aluna comportamental, mas quando lhe dou uma tarefa, faz normalmente metade. Contudo, vejo que compreendeu o essencial da tarefa. Qual a adaptação mais adequada para esta aluna? QuantidadeIdalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • Caso 2: O João 22 O João é um aluno muito trabalhador e preocupa-se bastante com as notas escolares. Está sempre atento e concentrado, demonstra compreensão dos conteúdos, mas não consegue acabar as tarefas no tempo de aula que eu planifiquei para a sua realização. TempoIdalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • Caso 3: O Luís 23 O Luís frequenta o 5º. Ano; tem grandes dificuldades de concentração, sobretudo em aulas de apresentação de conteúdos à turma, em que a cabeça não lhe pára quieta e em que está constantemente a mexer nos materiais da colega de carteira. O pai compra-lhe imensos gadgets que ainda o desconcentram mais. Tenho que lhe dar uma atividade que o mantenha concentrado. O que é que ele pode fazer numa aula de apresentação das cores? ParticipaçãoIdalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • Caso 4: A Rita 24 A Rita tem síndrome de Down e um atraso de desenvolvimento acentuado. Foi incluída numa turma de 20 alunos e tem um currículo adaptado. Numa aula em que estamos a estudar as partes da casa, o que é que a Rita pode fazer? Pode, por exemplo ter um puzzle em que tem de escolher a legenda para cada parte da casa. Adaptações curricularesIdalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • Caso 5: O Artur 25 O Artur é um estudante com dificuldades de aprendizagem. A memorização de longo prazo é fraca e tem dificuldade de processamento da informação. Adora a Floribela e sabe de cor as danças e as canções. Que adaptações curriculares são recomendáveis? Grau de dificuldadeIdalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • Caso 6: O Ricardo 26 O Ricardo vê muito mal, tem dificuldade em ler textos, consultar mapas e quadros. A que adaptações posso recorrer para garantir que o Ricardo apreende os conteúdos? Aumentar texto, trabalhar com exemplos mais concretos, incluir o Artur num grupo, utilizar apoios visuais diferentes…Idalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • Caso 7: A Sara 27 A escrita não é o forte da Sara, mas a Sara verbaliza muito bem. Se lhe pedir que explique o que acabou de ler, demonstra que compreendeu o que lhe ensinei. A Sara é muito criativa; gosta de construir modelos e tem jeito para desenhar e pintar. O que é que eu faço??? Em vez de responder por escrito, deixo que a Sara participe mais na oralidade, avalio-a com exercícios de matching, permito que a aluna demonstre os conhecimentos adquiridos através de outros produtos. Diferenciar nos produtosIdalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • Caso 8: Maria João 28 A Maria João é a *****estrelas da companhia. Inteligente, autónoma, responsável, não brinca em serviço. Ainda os outros mal começaram, poisa a caneta e olha-me, desafiadora: E agora? O que é que eu faço com ela? Nível de apoioIdalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • Caso 9: A Teresa 29 A Teresa não vai apreender todos os conteúdos da Unidade sobre o Simple Present: A inversão do sujeito nas frases interrogativas, a conjugação do verbo auxiliar, a distinção entre a 3ª pessoa do singular e as outras nas frases afirmativas. Tenho que fazer opções. Adaptação de objetivosIdalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt
    • 30 Association for Supervision and Curriculum Development. Consultado em 9 de abril de 2011 em: http://www.ascd.org Hall, T., Strangman, N., & Meyer, A. (2003). Differentiated Instruction and Implications for UDL Implementation. National Center on Accessing the General Curriculum. Consultado em 9 de abril de 2011 em: http://www.k8accesscenter.org/training_resources/udl/ diffinstruction.asp. Tomlinson, C.A. (1999). How to Differentiate Instruction in Mixed-Ability Classrooms.Idalina Jorge; ifjorge@ie.ul.pt