AGRONEGÓCIO NO PARANÁ: OPORTUNIDADES E AMEACAS Gilmar Mendes Lourenço Disciplina: Introdução ao Agronegócio Docente: Pery ...
GILMAR MENDES LOURENÇO   Possui graduação em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Paraná (1976) e mestrado em ...
<ul><li>Especular preliminarmente o papel do agronegócio paranaense, notadamente o cooperativista, dentro da nova moldura ...
<ul><li>Fatores estratégicos desencadeadores do processo: </li></ul><ul><ul><li>Acentuação da competição intercapitalista....
<ul><li>Fatores estratégicos desencadeadores do processo no Brasil: </li></ul><ul><ul><li>Abertura comercial. </li></ul></...
<ul><li>Cooperativas agroindustriais buscam a manutenção de sua competitividade, através de: </li></ul><ul><ul><li>Investi...
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/31 Fonte: Ocepar (http://www.ocepar.org.br/ocepar/)
<ul><li>A   Intensificação do deslocamento inter-regional do crescimento de ramos de atividades mais leves – Região Centro...
28/07/11 Agronegócio no Paraná - Oportunidades e ameaças /19
<ul><li>A migração das atividades do agronegócio para o COA, pode ser desmembrada em cinco eixos principais: </li></ul><ul...
<ul><li>3 - Transferência de empresas de calçados do Rio Grande do Sul para a Bahia e o Ceará, viabilizando posição geográ...
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<ul><li>O Paraná sofreu a exaustão das tradicionais bases de crescimento extensivas do complexo rural, devido há:  </li></...
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<ul><li>Diante do quadro de profundas transformações no padrão de funcionamento do agronegócio o Paraná vêm desenvolvendo ...
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Fonte: Ministério dos Transportes (2011).  /31
/31 Fonte: Ministério dos Transportes (2011).
<ul><li>Quais os investimentos, quais as tendências do Agronegócio paranaense?  </li></ul><ul><ul><li>Acentuar a caracterí...
<ul><ul><li>Incorporações (Batavo – Agromilk); </li></ul></ul><ul><ul><li>Abertura de capital (Cocamar); </li></ul></ul><u...
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<ul><li>OBS: 80 Cooperativas Agropecuárias </li></ul><ul><li>Fonte: OCEPAR (2011) </li></ul>/31 Nome Razão social Cidade C...
<ul><li>Participação ativa do estado: </li></ul><ul><ul><li>Aprofundamento da pesquisa agrícola; </li></ul></ul><ul><ul><l...
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/31 O Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) confirmou a estimativa de crescimento de 8,3% d...
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Cap 0 1 agronegocios pr versao final

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Cap 0 1 agronegocios pr versao final

  1. 1. AGRONEGÓCIO NO PARANÁ: OPORTUNIDADES E AMEACAS Gilmar Mendes Lourenço Disciplina: Introdução ao Agronegócio Docente: Pery Francisco Assis Shikida /31
  2. 2. GILMAR MENDES LOURENÇO Possui graduação em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Paraná (1976) e mestrado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina (2002). Atualmente é Diretor Presidente do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (IPARDES) e professor assistente mestre do Centro Universitário Franciscano do Paraná - FAE Business School. Tem experiência na área de Economia, com ênfase em Organização Industrial, Estudos Industriais e Análise de Conjuntura, atuando principalmente nos seguintes temas: economia paranaense, economia regional, economia brasileira, agronegócio e guerra fiscal. /31
  3. 3. <ul><li>Especular preliminarmente o papel do agronegócio paranaense, notadamente o cooperativista, dentro da nova moldura do agronegócio brasileiro; </li></ul><ul><li>Para atender os objetivos do artigo verificar-se-á: </li></ul><ul><ul><li>A dinâmica do agronegócio brasileiro na desde a década de 90; </li></ul></ul><ul><ul><li>A influencia da globalização e do reordenamento regional; </li></ul></ul><ul><ul><li>Encaixe do Paraná nesse processo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Desafios a serem enfrentados. </li></ul></ul>/31
  4. 4. <ul><li>Fatores estratégicos desencadeadores do processo: </li></ul><ul><ul><li>Acentuação da competição intercapitalista. </li></ul></ul><ul><ul><li>Rápida modificação e diversificação dos padrões de consumo. </li></ul></ul><ul><ul><li>Passagem de um perfil de demanda massificada para um perfil segmentado, consumidores mais exigentes quanto ao grau de elaboração dos produtos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Grandes empresas passaram a operar em múltiplos e diferenciados mercados alterando o processo de determinação de preços e de margens. </li></ul></ul><ul><ul><li>Maior intercâmbio e cooperação interfirmas. </li></ul></ul>/31
  5. 5. <ul><li>Fatores estratégicos desencadeadores do processo no Brasil: </li></ul><ul><ul><li>Abertura comercial. </li></ul></ul><ul><ul><li>Ampliação do mercado interno – regionalização. </li></ul></ul><ul><ul><li>Estabilidade macroeconômica pós-real. </li></ul></ul><ul><ul><li>Avanço da frente externa em fase com a consolidação do Mercosul - internacionalização. </li></ul></ul><ul><ul><li>Formação de alianças estratégicas ( trading-fusões. Ex: Sadia e Perdigão). </li></ul></ul><ul><ul><li>“ Novos padrões de competitividade estão sendo definidos pelo que tem sido chamado de capitalismo organizado, coletivo e/ou de alianças, etc.” </li></ul></ul><ul><ul><li>(TAUILE, 1992-P.3). </li></ul></ul>/31
  6. 6. <ul><li>Cooperativas agroindustriais buscam a manutenção de sua competitividade, através de: </li></ul><ul><ul><li>Investimentos em modernização e ampliação da capacidade produtiva. </li></ul></ul><ul><ul><li>Implantação e/ou expansão de atividades com maior capacidade de agregação de valor ao processo produtivo. </li></ul></ul><ul><ul><li>Verticalização da produção. </li></ul></ul><ul><ul><li>Produtos com maior valor agregado. </li></ul></ul>/31
  7. 7. /31
  8. 8. /31 Fonte: Ocepar (http://www.ocepar.org.br/ocepar/)
  9. 9. <ul><li>A Intensificação do deslocamento inter-regional do crescimento de ramos de atividades mais leves – Região Centro Oeste Ampliado – COA, se dá por: </li></ul><ul><ul><li>Disponibilidade de grandes extensões de terras e de matéria-prima. </li></ul></ul><ul><ul><li>Baixo custo da mão-de-obra. </li></ul></ul><ul><ul><li>Condições climáticas e regime pluviométrico favoráveis. </li></ul></ul><ul><ul><li>Incentivos fiscais. </li></ul></ul><ul><ul><li>Possibilidade de diminuição dos custos de distribuição (corredores de transportes multimodais). </li></ul></ul>/31
  10. 10. 28/07/11 Agronegócio no Paraná - Oportunidades e ameaças /19
  11. 11. <ul><li>A migração das atividades do agronegócio para o COA, pode ser desmembrada em cinco eixos principais: </li></ul><ul><li>1 – Expansão do Milho e da Soja, atingindo produção recorde no Centro-Oeste, acompanhado do complexo carnes (avicultura e suinocultura). </li></ul><ul><li>2 – Cotonicultura, grandes extensões planas de fácil mecanização, estimulando projetos industriais do setor, como de grandes malharias. </li></ul>/31
  12. 12. <ul><li>3 - Transferência de empresas de calçados do Rio Grande do Sul para a Bahia e o Ceará, viabilizando posição geográfica estratégica para plataformas de exportação, além da redução de custos de mão de obra. </li></ul><ul><li>4 – Aproveitamento de uma saída alternativa para o mercado externo e a consolidação do parque têxtil cearense. </li></ul><ul><li>5 – Exploração do serrado maranhense. Exemplo: Batavo. </li></ul>/31
  13. 13. /23
  14. 14. <ul><li>O Paraná sofreu a exaustão das tradicionais bases de crescimento extensivas do complexo rural, devido há: </li></ul><ul><li>Fronteira rural esgotada há três décadas. </li></ul><ul><li>Recuo do volume de recursos para financiamento agrícola. </li></ul><ul><li>Diminuição da intervenção estatal no funcionamento dos mercados. </li></ul><ul><li>Ampliação da atuação reguladora. </li></ul><ul><li>O que precisa ser feito para mudar este quadro? </li></ul><ul><li>R: Buscar a diversificação e modernização das cadeias produtivas. </li></ul>/31
  15. 15. <ul><li>A importância relativa do Paraná no valor adicionado do setor primário nacional, proxy do PIB do segmento, variou de 8,8% a 11,6% (tabela 1), percentuais que poderiam ser ainda mais próximos se não fosse a forte interferência de fatores extraordinários, representados pelas intensas estiagens, nos resultados da produção agrícola no biênio 2005-2006, o que levou a um declínio do peso estadual nos mencionados exercícios. (Nota Técnica Ipardes, Curitiba, n.2, outubro 2010). </li></ul>/31
  16. 16. /31
  17. 17. /31
  18. 18. <ul><li>Diante do quadro de profundas transformações no padrão de funcionamento do agronegócio o Paraná vêm desenvolvendo esforços, particularmente na correção de ineficiências e desperdícios derivados da deterioração do aparato infra-estrutural, especialmente transportes: </li></ul>/31
  19. 19. <ul><li>O que está sendo feito? </li></ul><ul><ul><li>Obras rodoviárias, melhorando a articulação entre pólos regionais do estado. </li></ul></ul><ul><ul><li>Conexões rodoviárias entre o Paraná e o Centro-Oeste brasileiro (ponte de Guaíra, Icaraíma). </li></ul></ul><ul><ul><li>Extensão da Ferroeste até Guaíra e Foz do Iguaçu. </li></ul></ul><ul><ul><li>Reestruturação do sistema portuário, com a ampliação do cais e construção de novos terminais em Paranaguá e revitalização do porto de Antonina, etc. </li></ul></ul>/31
  20. 20. Fonte: Ministério dos Transportes (2011). /31
  21. 21. /31 Fonte: Ministério dos Transportes (2011).
  22. 22. <ul><li>Quais os investimentos, quais as tendências do Agronegócio paranaense? </li></ul><ul><ul><li>Acentuar a característica do produtor como fabricante de alimentos, produto final; </li></ul></ul><ul><ul><li>Modernização da agroindústria; </li></ul></ul><ul><ul><li>Cooperativismo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Verticalização das cadeias agrícola e agroindustrial; </li></ul></ul><ul><ul><li>Alteração no perfil das atividades rurais visando ao suprimento das necessidades de plantas industrias cada vez mais sofisticadas. </li></ul></ul><ul><ul><li>Exemplos: fábricas de açúcar e álcool, de fertilizantes, de amido, de derivados lácteos, fiações e tecelagens, complexos integrados de fabricação de ração e industrialização de carnes, fecularias, etc. </li></ul></ul>/31
  23. 23. <ul><ul><li>Incorporações (Batavo – Agromilk); </li></ul></ul><ul><ul><li>Abertura de capital (Cocamar); </li></ul></ul><ul><ul><li>Ampliação, modernização e diversificação da capacidade produtiva; </li></ul></ul><ul><ul><li>Fusões e parcerias (Sadia-Perdigão); </li></ul></ul><ul><ul><li>Ampliação da área de atuação e das escalas de suprimento e de produção (Campal – Copol). </li></ul></ul><ul><ul><li>Investimentos em Marketing dos produtos (Nestlé, Parmalat, Paulista, Batavo, etc); </li></ul></ul>/31
  24. 24. /31 Nome Razão social Cidade AGRARIA COOPERATIVA AGRÁRIA AGROINDUSTRIAL GUARAPUAVA AGROPAR COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL DO MÉDIO OESTE DO PARANÁ ASSIS CHATEAUBRIAND AURORA ALIMENTOS COOPERATIVA CENTRAL OESTE CATARINENSE SÃO JOSÉ DOS PINHAIS BATAVO BATAVO COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL CARAMBEÍ BOM JESUS COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL BOM JESUS LAPA C.VALE C.VALE COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL PALOTINA CAMDUL COOPERATIVA AGRIC. MISTA DUOVIZINHENSE LTDA DOIS VIZINHOS CAMISC COOPERATIVA AGRIC. MISTA SÃO CRISTÓVÃO LTDA MARIÓPOLIS CAMP COOPERATIVA AGRIC. MISTA PRUDENTÓPOLIS PRUDENTÓPOLIS CAPAL CAPAL COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL ARAPOTI CAPEG COOPERATIVA AGROPEC. GUARANY LTDA PATO BRANCO CASB COOPERATIVA AGRICICOLA. SUL BRASIL DE LONDRINA LTDA ASSAÍ CASTROLANDA COOPERATIVA AGROPECUÁRIA CASTROLANDA CASTRO CATIVA COOPERATIVA AGROPECUÁRIA DE LONDRINA LTDA LONDRINA CCLPL COOPERATIVA CENTRAL DE LATICÍNIOS DO PARANÁ LTDA CARAMBEÍ CLAC COOPERATIVA DE LATICÍNIOS CURITIBA LTDA. SÃO JOSÉ DOS PINHAIS CM3 CM3 COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL PARANAVAÍ COABIL COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL DE BITURUNA BITURUNA COAC COOPERATIVA AGRICOLA CAETÊ CURIÚVA COACAN COOPERATIVA AGROPECUÁRIA CANDÓI CANDÓI COAFAG COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL DOS AGRICULTORES FAMILIARES DO CENTRO SUL GUAMIRANGA
  25. 25. /31 COAGEL COAGEL COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL GOIOERE COAGRO COAGRO COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL CAPANEMA COAGRU COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL UNIÃO UBIRATÃ COAMIG COOPERATIVA AGROPEC. MISTA DE GUARAPUAVA LTDA GUARAPUAVA COAMIL COOPERATIVA AGRIC. MISTA E INDUSTRIAL SANTA REGINA LTDA LARANJEIRAS DO SUL COAMO COAMO AGROINDUSTRIAL COOPERATIVA CAMPO MOURÃO COASUL COASUL COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL SÃO JOÃO COAVE COAVE - COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL AVÍCOLA UNIÃO NOVA AURORA COCAFE COOPERATIVA AGRIC. DE ASTORGA LTDA ASTORGA COCAMAR COCAMAR COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL MARINGÁ COCAMP COOPERATIVA AGRÍCOLA DOS CAMPOS PALMENSES PALMAS COCARI COCARI - COOPERATIVA AGROPECUÁRIA E INDUSTRIAL MANDAGUARI COCEAL COOPERATIVA CENTRAL DE ALGODÃO LTDA IBIPORÃ CODAGRI CODAGRI - COOPERATIVA DE DESENVOLVIMENTO AGROINDUSTRIAL CHOPINZINHO CODEPA COOPERATIVA DE DESENVOLVIMENTO E PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA MANGUEIRINHA COFERCATU COFERCATU COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL PORECATU COLARI COOPERATIVA DE LATICÍNIOS DE MANDAGUARI LTDA MANDAGUARI CONFEPAR CONFEPAR AGRO-INDUSTRIAL COOPERATIVA CENTRAL LONDRINA CONPCARNES COOPERATIVA DE OVINOS E NOVILHOS PRECOCES DE CARNES NOBRES DO NOROESTE DO PARANÁ UMUARAMA COOAVISUL COOPERATIVA DOS AVICULTORES DO SUDOESTE DO PARANÁ DOIS VIZINHOS COOCAROL COOPERATIVA AGRO-INDUSTRIAL DE PRODUTORES DE CANA DE RONDON LTDA RONDON Nome Razão social Cidade
  26. 26. /31 Nome Razão social Cidade COODETEC COODETEC - COOPERATIVA CENTRAL DE PESQUISA AGRÍCOLA CASCAVEL COONAGRO COOPERATIVA NACIONAL AGROINDUSTRIAL CURITIBA COOPAGRICOLA COOPERATIVA AGRIC. MISTA DE PONTA GROSSA PONTA GROSSA COOPAVEL COOPAVEL COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL CASCAVEL COOPCANA COOPERATIVA AGRIC. REGIONAL DE PRODUTORES DE CANA LTDA PARAÍSO DO NORTE COOPERALIANÇA COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL ALIANÇA DE CARNES NOBRES VALE DO JORDÃO GUARAPUAVA COOPERANTE COOPERATIVA AGRÍCOLA CAMPO DO TENENTE CAMPO DO TENENTE COOPERCARNES COOPERATIVA DOS PRODUTORES DE CARNES NOBRES DO SUDOESTE DO PARANÁ FRANCISCO BELTRÃO COOPERINE COOPERATIVA AGRÍCOLA MISTA DE RIO NEGRO - COOPERINE RIO NEGRO COOPERLATE-VIDA COOPERATIVA DE PRODUÇÃO DE LEITE DE CORONEL VIVIDA CORONEL VIVIDA COOPERMIBRA COOPERATIVA MISTA AGROPECUÁRIA DO BRASIL CAMPO MOURÃO COOPERNOBRE COOPERNOBRE - COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL DE PRODUTORES DE CARNES TOLEDO COOPERPONTA COOPERATIVA AGRÍCOLA PONTAGROSSENSE PONTA GROSSA COOPERSUI COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL DA LAPA LAPA COOPERTRADIÇÃO COOPERATIVA AGROPECUÁRIA TRADIÇÃO PATO BRANCO COOPERVAL COOPERVAL COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL VALE DO IVAI LTDA JANDAIA DO SUL COOPLEITE COOPERATIVA CENTRAL DE CAPTAÇÃO DE LEITE LONDRINA COOPRAMIL COOPERATIVA REGIONAL AGRIC. MISTA DE CAMBARA LTDA CAMBARÁ COOVICAPAR COOP.DOS PRODUTORES DE OVINOS E CAPRINOS DO OESTE DO PR TOLEDO COPACOL COPACOL - COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL CONSOLATA CAFELÂNDIA COPAGRA COPAGRA - COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL DO NOROESTE PARANAENSE NOVA LONDRINA
  27. 27. <ul><li>OBS: 80 Cooperativas Agropecuárias </li></ul><ul><li>Fonte: OCEPAR (2011) </li></ul>/31 Nome Razão social Cidade COPAGRIL COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL COPAGRIL MARECHAL CÂNDIDO RONDON COPERCACHACA COOPERATIVA DOS PRODUTORES DE CACHAÇA ARTESANAL DO OESTE DO PARANÁ ASSIS CHATEAUBRIAND COPERCANA COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL DE CANA DE AÇUCAR DE NOVA AURORA NOVA AURORA COPERGRÃO COOPERATIVA DE PRODUTORES DE GRÃOS LARANJEIRAS DO SUL COPLAR COOPERATIVA DOS PRODUTORES DE LEITE DO ALTO RIBEIRA ADRIANÓPOLIS COPROSSEL COOPERATIVA DE PRODUTORES DE SEMENTES COPROSSEL LARANJEIRAS DO SUL COROL COROL COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL ROLÂNDIA COTRIGUAÇU COTRIGUAÇU COOPERATIVA CENTRAL CASCAVEL CRPL COOPERATIVA REGIONAL DE PRODUTORES DE LEITE GUARAPUAVA FRIMESA FRIMESA - Frimesa Cooperativa Central MEDIANEIRA INTEGRADA INTEGRADA COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL LONDRINA LAR COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL LAR MEDIANEIRA MARIA MACIA COOPERATIVA MARIA MACIA COOPERATIVA MISTA AGROPECUÁRIA CAMPO MOURÃO NOVA PRODUTIVA COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL NOVA PRODUTIVA ASTORGA PRIMATO PRIMATO COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL TOLEDO UNICASTRO COOPERATIVA AGRIC. UNIÃO CASTRENSE LTDA CASTRO VALCOOP COOPERATIVA AGROPEC. VALE DO TIBAGI LTDA LONDRINA WITMARSUM COOPERATIVA MISTA AGROPEC. WITMARSUM LTDA PALMEIRA
  28. 28. <ul><li>Participação ativa do estado: </li></ul><ul><ul><li>Aprofundamento da pesquisa agrícola; </li></ul></ul><ul><ul><li>Disseminação de técnicas de produção mais atualizadas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Minimização das restrições de infra-estrutura física; </li></ul></ul><ul><ul><li>Disponibilização de recursos de longo prazo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Implementação de políticas comerciais mais ativas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Medidas compensatórias aos subsídios internacionais; </li></ul></ul><ul><ul><li>Maior rigor no controle e nas providências fitossanitárias. </li></ul></ul>/31
  29. 29. <ul><li>Trabalho em conjunto público e privado: </li></ul><ul><ul><li>Novo arcabouço institucional: definição de estratégias de crédito, câmbio e preços mínimos elevação da renda dos produtores, e acesso ao mercado de capitais para toda a cadeia produtiva; </li></ul></ul><ul><ul><li>Ampliar o crédito e avançar na frente de redução do Custo Brasil pela rota tributária (Lei Kandir - ICMS); </li></ul></ul><ul><ul><li>Avanços genéticos e biotecnológicos – maior potencialização: Embrapa, Coodetec, Parque Tecnológico Agroindustrial do Oeste, Centro de Melhoramento Genético de Suínos, Iapar, etc; </li></ul></ul><ul><ul><li>Superação das deseconomias externas: correção de ineficiências e desperdícios derivados da deterioração do aparato infra-estrutural. </li></ul></ul>/31
  30. 30. <ul><li>Trabalho em conjunto público e privado: </li></ul><ul><ul><li>Equacionar os problemas de disponibilização de recursos financeiros internos para alavancagem do orçamento total dos empreendimentos do agronegócio (BNDES e Fundo de Aval); </li></ul></ul><ul><ul><li>Necessidade de contínua construção de conhecimento da dinâmica das diferentes cadeias do agronegócio brasileiro; </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenho de ações públicas direcionadas à melhoria do grau de aceitação dos produtos agroindustriais brasileiros no exterior (certificações, controle sanitários, etc). </li></ul></ul>/31
  31. 31. /31 O Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) confirmou a estimativa de crescimento de 8,3% do Produto Interno Bruto (PIB) paranaense em 2010. O dado foi calculado na esteira da atualização, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da taxa de crescimento do PIB nacional, que foi de 7,5%. O diretor-presidente do Ipardes, Gilmar Mendes Lourenço, disse que, embora superior à média nacional, o crescimento do PIB paranaense no ano passado deve ser visto com cautela, levando-se em conta a perda de dinamismo estrutural da economia regional nos últimos anos. O diretor-presidente do Ipardes afirmou também que as taxas de crescimento do PIB registradas em 2010 não devem se repetir este ano, em função, entre outros fatores, da elevação da taxa Selic e dos cortes orçamentários anunciados pelo governo federal. &quot;É razoável supor forte desaceleração do ritmo de crescimento dos níveis de atividade em 2011&quot;, afirma. Disponível em: http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=62381&tit=Ipardes
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