Projeto DPG-04 "Implantar Gestão de Conhecimento na SEFAZ - SP
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Projeto DPG-04 "Implantar Gestão de Conhecimento na SEFAZ - SP

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Primeira etapa do Programa de Gestão do Conhecimento e Inovação. - Dezembro de 2009 ...

Primeira etapa do Programa de Gestão do Conhecimento e Inovação. - Dezembro de 2009

Material de suporte preparado para o evento de lançamento do Portal SEFAZ-SP

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  • 1. Primeira Etapa do Programa de Gestão do Conhecimento e Inovação Anexo III do Relatório Final – Dezembro de 2009 Material de suporte preparado para o evento de lançamento do Portal SEFAZ-SP (Ação 3, item 6.3.3)
  • 2. Gestão do Conhecimento e Inovação Projeto DPG-04 “Implantar Gestão de Conhecimento na SEFAZ-SP” São Paulo, 4 dezembro de 2009
  • 3. Gestão do Conhecimento no Setor Público José Cláudio C. Terra Projeto DPG-04 “Implantar Gestão de Conhecimento na SEFAZ-SP” São Paulo, 4 dezembro de 2009
  • 4. Dados da internet - Brasil Dado Fonte Total de 64,5 milhões Datafolha – Dez/2008 usuários 24,5 milhões (aumento Usuários de 14,7% em realação a Ibope NetRatings – Dez/2008 residenciais 2007) Acesso em centros 49% dos internautas NIC Br (CGI Br) – 2007 públicos de acesso pago Acesso na 15% NIC Br (CGI.br) - 2007 escola
  • 5. Jovens internautas no Brasil Hábitos dos jovens na Internet Pesquisa com 855 internautas no Brasil – Outubro de 2008 – Ong Safernet Dado Redes de 80% relacionamento Comunicadores 72% instantâneos Horas conectados 47% ficam mais de 4 horas por dia Amigos virtuais 79% possuem (37% - mais de 20) Vida sem internet 22% ficaria perdio 2.000 páginas por mês O que a internet é? 26% - meu principal meio de diversão
  • 6. ALGUNS MOMENTOS ADTED
  • 7.  90 mil Lan Houses no país • 100 na Rocinha, • 30 na Cidade de Deus • 150 nas favelas da Maré  2,6 mil livrarias,  2,3 mil salas de cinema Fonte: FGV
  • 8. Dados da internet - Comportamento Dado Fonte Domínios visitados por 54 Datafolha – Dez/2008 internauta 53% já incluiram algum conteúdo na web Outras 26% já publicaram Ibope NetRatings – Dez/2008 informações opiniões 20% já reclamaram de empresas Tempo médio de navegação por pessoa – 22:50h 3º lugar no mundo – atrás da França e Alemanha Fonte – Nielsen Net Ratings - Dezembro/2008
  • 9. São Paulo, 4 dezembro de 2009
  • 10.  Estudo OCDE  Setor Público Federal  Setor Público Estado de São Paulo  Reflexões para debate
  • 11. Estudos Comparativos Ano Estudo Abrangência 2003 OCDE 140 órgãos de governo federal – países da OCDE 2005 IPEA-PUC- 28 Órgãos e Ministérios; 6 Estatais TerraForum 2006 Fundap – FIA - 21 Secretarias de Estado TerraForum 1996- Caso Banco Mundo 2009 Mundial
  • 12. AGENDA  Estudo OCDE  Setor Público Federal  Setor Público Estado de São Paulo  Caso Banco Mundial Reflexões para debate
  • 13. Gestão do Conhecimento nos Governos dos países da OCDE Importantes Fatores que Motivam a Implementação de GC Melhoria de eficiência do trabalho e produtividade Aumento da transparência: agilidade no compartilhamento externo de informações Aumento da horizontalidade e descentralização de autoridade Promoção do conceito de aprendizado contínuo Melhoria dos relacionamentos e confiança dentro da organização e entre diferentes organizações Tornar as organizações públicas mais atrativas para talentos Source: KM Practices in 140 government organizations )Ministires/Departments/Agencies of Central Government), OECD, GOV/PUMA (2003)1, 27th Session of the Public Management Committee, 3-4 April, 2003
  • 14. Gestão do Conhecimento nos Governos dos países da OCDE Efforts made at improving KM (increasing with higher score on the indicator) 22 Swe Group 1 20 Group 2 Fin 18 Kor Can Ice UK Nor Den Fra 16 Irl US Hun Slo Ger Group 3 Gre 14 Pol Bel 12 Por 10 8 10 12 14 16 18 20 Perception of level and quality of KM practices, organisational and cultural change (improving with higher score on the indicator) Source: KM Practices in 140 government organizations )Ministires/Departments/Agencies of Central Government), OECD, GOV/PUMA (2003)1, 27th Session of the Public Management Committee, 3-4 April, 2003
  • 15. Gestão do Conhecimento nos Governos dos países da OCDE Efforts made at improving KM (increasing with higher score on the indicator) 19 Group 1 Finance 18 Group 2 Labour Trade & Industry 17 Prime Minister's Justice Health /Social Office 16 Group 3 Affairs Economy Foreign Affairs Interior 15 Education State 14 Reform/Public Administration 13 13 14 15 16 17 Perception of level and quality of KM practices, organisational and cultural change (improving with higher score on the indicator) Source: KM Practices in 140 government organizations )Ministries/Departments/Agencies of Central Government), OECD, GOV/PUMA (2003)1, 27th Session of the Public Management Committee, 3-4 April, 2003
  • 16. AGENDA  Estudo OCDE  Setor Público Federal  Setor Público Estado de São Paulo  Reflexões para debate
  • 17. Órgãos Avaliados e Grau de Priorização da GC Ministérios em que Ministérios em que Estatais em que a GC é definida como a GC não é prioridade a GC é definida como prioridade atual a curto prazo prioridade atual 8 Ministérios 17 Ministérios 6 Estatais • Comando do Exército • Casa Civil, Comando da Aeronáutica, • Banco do Brasil Controladoria Geral da União, • Defesa • Caixa Econômica Federal Agricultura, Ciência e Tecnologia, • Justiça Cultura, Educação, Fazenda, • Eletrosul Centrais Elétricas • Previdência Social Integração Nacional, Cidades, • Correios Desenvolvimento Agrário, • Minas e Energia Desenvolvimento Social e • Petrobrás • Saúde Combate a Fome, Desenvolvimento, • Serpro Indústria e Comércio Exterior, • Meio Ambiente Esportes, Planejamento, • Turismo Orçamento e Gestão, Trabalho e do Emprego, e Transportes
  • 18. Para avaliar o grau de explicitação e formalização da GC, algumas dimensões foram selecionadas para serem alvo da pesquisa... • Dimensões Analisadas – A Introdução do tema GC na Empresa – Apoio dos diferentes níveis da organização – Grau de Formalização – A definição dos objetivos de GC – Escopo das Iniciativas de GC (áreas e tipo de ações) – Alocação de Recursos – Ações em cursos e planejadas – Facilitadores – Obstáculos – Resultados Observados – Monitoramento e Acompanhamento
  • 19. Alguns exemplos das práticas e ferramentas sendo adotadas pelos órgãos e empresas avaliadas..
  • 20. Tendo em vista o Benckmark em cada dimensão, traçou-se o panorama da GC nos três grupos… Ministérios Ministérios Dimensões Benchmark Estatais Pri. Atual Sem Pri. Apoio da Alta Gestão, compartilhada Apoio com gerência e colaboradores Iniciativas de GC já estão incorporadas Grau de Utilização nas rotinas de trabalho Existência de área/grupo formal Grau de Formalização responsável pelas iniciativas de GC Processo de Elaboração Elaboração dos objetivos de GC ligados dos Objetivos diretamente a estratégia Existência de orçamento destinado Alocação de Recursos exclusivamente as iniciativas de GC Ações em Curso e Existência de iniciativas em curso e Planejadas planejadas para a consolidação da GC Ganhos com as iniciativas de GC são Resultados Obtidos visíveis pela empresa Monitoração e Avaliação Existem meios efetivos de monitorar dos Resultados resultados das iniciativas de GC
  • 21. Dentro dos grupos que consideram a GC como prioridade atual, nota-se diferenças quanto ao foco dos objetivos e resultados alcançados… Ministérios em que a GC é Estatais em que a GC é Dimensões prioridade Atual prioridade Atual • Objetivos claros e formalizados, e Formalização dos • Objetivos ainda muito genéricos, compreensão dos resultados que Objetivos discutidos de maneira vaga e abstrata devem ser perseguidos • Inovação • Gestão do Conteúdo • Compartilhamento Foco das Iniciativas de • Desenvolvimento Profissional e GC • Formação de Redes Externas de Pessoal Colaboração • Preservação do Conhecimento Organizacional • Melhoria no acesso a informação • Agilidade na tomada de decisão • Agilidade na tomada de decisões Resultados • Ganho de produtividade e • Capacitação de colaboradores em Observados eliminação de duplicidades competências essenciais • Acordos e compartilhamento de procedimentos • Incremento nos pedidos de patentes
  • 22. Gráfico 7: Estágio de Implantação das práticas - todas as organizações Portais / intranets / extranets Comunidades de prática Foruns / Listas de discussão Gestão Eletrônica de Documentos (GED) Inteligência organizacional Sistemas de w orkflow Memória organizacional Mapeamento do conhecimento Melhores práticas Educação corporativa Benchmarking Banco competências individuais Banco competências organizacionais Gestão de conteúdo Gestão por competências Data w arehouse Data mining Mentoring Narrativas Coaching Balanced Scorecard (BSC) Decision Support Systems (DSS) Gestão do capital intelectual Key Performance Indicators (KPI) Customer Relationship Management (CRM) Universidade corporativa Enterprise Resource Planning (ERP) 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Implantado Em implantação / planejado
  • 23. Fatores identificados como críticos para a efetiva implementação de iniciativas de GC • Alinhamento organizacional e estratégia de conhecimento – Alta prioridade dada às iniciativas no nível mais alto da organização; – Clara identificação da base de conhecimento organizacional relevante a empresa • Acesso a conhecimento externo – Acesso a apoio especializado. – Busca de externa de melhores práticas e benchmarking; – Acesso a recursos bibliográficos impressos e eletrônicos sobre o tema • Infra-estrutura computacional, sistemas de Informática que apóiem os processos de GC.
  • 24. Principais Obstáculos para a implementação de iniciativas de GC - I • Compreender melhor o que significa Gestão do Conhecimento e o impacto que esta pode ter – Baixa compreensão sobre Gestão do Conhecimento na Organização – Deficiência de capacitação do pessoal – Pouca propensão para investimentos em tecnologias voltadas essencialmente para facilitação de aprendizado e colaboração – Receio que outros órgãos / publico em geral poderiam ter acesso a informações sigilosas / confidenciais – Resistência de certos grupos de funcionários / cultura organizacional de resistência a mudanças
  • 25. AGENDA  Estudo OCDE  Setor Público Federal  Setor Público Estado de São Paulo  Caso Banco Mundial  Reflexões para debate
  • 26. Objetivos do Projeto • Sensibilizar gestores e servidores sobre os benefícios da Gestão do Conhecimento e da Inovação (GCI) • Estimular o debate sobre as práticas da Administração Pública relacionadas ao tema • Realizar diagnóstico amplo e identificar boas práticas relacionadas à Gestão do Conhecimento e da Inovação (GCI) em secretarias e órgãos do Governo do Estado de São Paulo • Elaborar Relatos de Caso sobre as práticas de destaque identificadas • Desenvolver diretrizes para a adoção sustentada da Gestão do Conhecimento e da Inovação no Governo do Estado de São Paulo • Formatar Programas de Capacitação para melhoria da Gestão Pública do Estado
  • 27. Metodologia • Palestras internacionais para sensibilização Preparação – Etienne Wenger e Karl Wiig • Avaliação de Maturidade do Governo do Estado em Gestão do Conhecimento e Inovação Diagnóstico (21 secretarias do Governo do Estado de São Paulo) • Seleção de Boas Práticas Estudos • Elaboração de Relatos dos Casos de Casos e • Produção de Audiovisuais Audiovisuais • Proposição de Diretrizes Diretrizes
  • 28. Metodologia • Avaliação de Maturidade:  Participação de profissionais de 21 secretarias e órgãos do Governo do Estado  Sessões de discussão estruturada apoiadas por software  Duas rodadas de avaliação por sessão: os próprios profissionais avaliaram realidade de suas secretarias com base no Modelo de Maturidade em Gestão do Conhecimento e Inovação (GCI) • Identificação de Boas Práticas: a partir dos argumentos relatados nas sessões de avaliação
  • 29. Metodologia: Modelo de Maturidade A adoção de um Modelo de Maturidade proporciona: • Uma plataforma para discussões estruturadas • Um referencial para identificar e diagnosticar os fatores influenciadores • Um referencial para identificar e diagnosticar as práticas inovadoras • Critérios para direcionar estratégias e esforços de desenvolvimento
  • 30. Modelo de Maturidade O Modelo de Maturidade utilizado contem seis dimensões 1. Governança 2. Cultura 3. Gestão da Informação 4. Redes de Colaboração 5. Aprendizado 6. Métricas
  • 31. Nível de Maturidade do Governo do Estado de SP Governança Cultura Gestão da Informação Redes de Colaboração Aprendizado Métricas A Gestão do Conhecimento Processos de 5 A Gestão do Conhecimento e da Inovação (GCI) está O portal corporativo está As redes colaborativas aprendizagem e inovação O modelo de gestão da e da Inovação (GCI) está incorporada aos valores desenvolvido com perfis bem formais são estratégicas e são tratados como vitais organização incorpora estruturada, com fundamentais da definidos, acesso fácil a extrapolam a própria para a organização. métricas claramente responsabilidades organização. documentos, e é a principal organização, envolvendo Pensamento sistêmico e associadas à Gestão do definidas e claramente Líderes da organização fonte de informação dos outras organizações, visão de learning Conhecimento, da vinculada aos objetivos e suportam ativamente a GCI, funcionários para o dia-a-dia parceiros, clientes, organization permeiam as Inovação e do Capital processos estratégicos da a aprendizagem de trabalho. fornecedores. decisões e as práticas Intelectual organização. organizacional e a inovação. gerenciais Gestão do Conhecimento e Os conceitos e práticas de Comunidades de prática Aprendizado e melhoria Avaliação de 4 da Inovação (GCI) é GCI estão amplamente Há processos definidos e estão alinhadas aos contínua gerados nos desempenho dos disciplina para organizar, formalizada com disseminados. principais objetivos projetos e processos de colaboradores está classificar e avaliar conteúdos abrangência corporativa, Falta de transparência e estratégicos da trabalho estão claramente associada à e documentos ao nível das com responsabilidades, compartilhamento não são organização e têm uma sistematizados e são GCI e aos processos de equipes, departamentos e da metas e recursos bem comportamentos aceitos na governança formal incorporados por toda a aprendizagem individuais organização como um todo. definidos. organização. dedicada. organização. e organizacionais Compartilhamento de Algumas redes e Avaliações quantitativas e 3 A GCI tem processos e/ou conhecimentos acontece em comunidades de Sistemas de informação, qualitativas formais são responsabilidades Há processos contínuos redes de aprendizagem e diversos projetos ou aprendizagem estão realizadas de forma instituídos formalmente, para a Gestão de Conteúdo compartilhamento de atividades. formalizadas e apoiadas regular, e incluem com alcance limitado a e de Documentos adotados conhecimentos fazem Aprendizagem coletiva pela organização critérios relacionados à uma área ou a questões em algumas áreas. parte do aprendizado de ocorre de forma estruturada (inclusivamente aprendizagem e táticas / operacionais indivíduos e equipes. com apoio da organização. tecnologicamente) inovação. Avaliações quantitativas e 2 O tema Gestão do qualitativas formais são Conhecimento e da Algumas ações de Existem algumas redes Aprendizado é Alguns tipos de informação realizadas em alguns Inovação (GCI) começa a compartilhamento e e comunidades estruturado a partir de (ex: Políticas, Normas, projetos, e consideram aparecer em formas de aprendizado estabelecidas na modelo de documentos oficiais, etc.) critérios de comunicados e além da “sala de aula” são organização para troca competências, estão centralizados e bem aprendizagem, documentos oficiais e/ou apoiadas pela de informações e combinando sala de organizados. compartilhamento de em projetos ou organização. experiências. aula e outras atividades. conhecimentos e processos isolados inovação. Avaliações de 1 Gestão do Conhecimento e desempenho são da Inovação (GCI) ainda é Informação tem informais e sem “Conhecimento é poder”. um assunto disperso na gerenciamento pouco Aprendizado é limitado regularidade. Aprendizagem é apenas Prevalecem as redes de organização, sem estruturado e está dispersa aos treinamentos Aprendizagem, individual, com foco contatos informais. responsabilidades nos arquivos e computadores providos pela área de RH compartilhamento de operacional e de curto prazo definidas e desvinculado dos indivíduos ou áreas conhecimentos e dos objetivos estratégicos inovação não são considerados.
  • 32. Diagnóstico Geral • Pouca interação estruturada entre os órgãos, limitando o compartilhamento do conhecimento • Esforços embrionários de disseminação de aprendizados, práticas e melhorias • Falta de diretrizes e responsabilidades claras relativas à Gestão do Conhecimento e à Inovação • Cultura predominante não privilegia o compartilhamento de conhecimentos, as iniciativas de melhorias ou a colaboração em redes • Identificação de alguns processos de gestão da informação para promover acesso e compartilhamento de conhecimentos e práticas • Falta de métricas de avaliação relacionadas à criação, compartilhamento e aplicação do conhecimento, visando à eficácia e à inovação
  • 33. ...mas há muita coisa boa acontecendo também
  • 34. Boas Práticas Identificadas SECRETARIA PRÁTICAS IDENTIFICADAS Economia e Planejamento Gestão de Informação: integração de informações de PPA e Orçamento. Redes: grupos setoriais de planejamento. Administração Diretrizes de informatização, Gestão de Unidades Prisionais Penitenciária (Governança); Reuniões de integração (Cultura); Rodízio de funcionários, Treinamento Contínuo e EAD (Aprendizado); Portal de integração de processos das unidades prisionais, Centralização de Emissão de Documentos (Gestão da Informação) Assistência e Planos Regionais de Assistência Social (CULTURA); Rede Social São Desenvolvimento Social Paulo (REDES) Agricultura e Apta / Grupos de Gestão Estratégica, TI, Ação Estratégica Abastecimento (GOVERNANÇA e REDES); Codasp / Plano Anual de Treinamento (APRENDIZADO) Casa Civil Prêmio Mario Covas; Prêmio Gestão (Aprendizado e Redes); Siap - sistema com dados funcionais de todos os servidores; Portal do Acervo Artístico e Cultural (Gestão da Informação e Redes) Transportes Comitê de Gestão com reuniões radiais (Governança e Redes). Habitação Sistema de Gestão Documental (GOVERNANÇA) / Implantação do PIC (Portal de Inteligência Corporativa) com informações de produção e da área financeira (CULTURA) / Reformulação do Portal Intranet, com informações aos colaboradores da CDHU (CULTURA) / Sistema de Contratações (REDES)
  • 35. Boas Práticas Identificadas SECRETARIA PRÁTICAS IDENTIFICADAS Fazenda Programa de Modernização (GOVERNANÇA) / Existe a Coordenadoria de Planejamento Estratégico e Modernização Fazendária (GOVERNANÇA)/ Prêmio de Melhores Práticas da Fiscalização (CULTURA) / Jornal da CAT (CULTURA) / Estruturas como Controle de Documentos (GDOC) e Datawahouse (DW) (GESTÂO DA INFORMAÇÃO) / FAZESP (Escola Fazendária) (APRENDIZADO) Emprego e Relações do Comissões Municipais de Emprego, que envolvem troca de informações e Trabalho experiências para a capacitação da população em um determinado município (REDES) / Redes vivas estruturadas em programas como Banco do Povo (REDES) Justiça e Defesa da Programa CIC (Centros de Integração do Cidadão) governança, cultura e Cidadania redes. Energia e Recursos Câmaras Técnicas (como Câmaras de Saneamento, SIGRH -Sistema de Hídricos e Saneamento Gestão Integrada de Recursos Hídricos) são exemplos de comunidades de prática e aprendizagem. Verificar Órgãos ou Empresas ligadas à Secretaria. Educação Núcleos de Tecnologia, Oficina Pedagógica (distribuição de conhecimento disciplinar), Rede do Saber e Rede dos assistentes do planejamento (REDES). SIE - Sistema de Informação Escolar (Gestão da Informação).
  • 36. Boas Práticas Identificadas SECRETARIA PRÁTICAS IDENTIFICADAS Meio Ambiente Sistema Ecoturismo, Comitês de Gestão Estratégica, de Capacitação, de Gestão de Informática (Governança); Plano de Capacitação Bianual, Comitês de Capacitação com compartilahmento de aprendizado (Aprendizado); CetesbNet (Gestão da Informação); Redes de Gerenciamento Costeiro, Licenciamento Ambiental, Guarani, Matas Ciliares etc; Fóruns Eletrônicos (Redes); Cetesb: avaliação de capacitação, aplicabilidade, manutenção de competências (Métricas). Procuradoria Geral do Portal da Procuradoria (Gestão da informação); Modelo de gestão da Estado Secretaria (Governança). Turismo Jornada de Desenvolvimento do Turismo Paulista, Criação de Macrorregiões, com Conselhos Regionais (Governança) Saúde Portal do Conhecimento em Saúde, Portal dos Medicamentos, Portal Corporativo da Saúde (Gestão da Informação); Biblioteca SES (Aprendizado); Programa de Saúde da Família (Redes). Cultura GED, redes do governo, integração das informações de museus (Gestão da Informação); grupos e comissões temáticos (dança, cinema, teatros, literatura etc) (Governança).
  • 37. Boas Práticas Identificadas SECRETARIA PRÁTICAS IDENTIFICADAS Segurança Pública Modelo de gestão (Governança e Redes); Integração PMESP e Polícia Civil (gestão da Informação); Programas de Educação PMESP (Aprendizado e Métricas). Transportes Intranet e portal Metrô (Gestão da Informação); Grupos formais e informais Metropolitanos para compartilhamento de conhecimento e experiências (Redes e Aprendizado); Comitê de Grandes Operadoras de Metros (COMET), Associacção Latino Americana de Metros y Suterraneos (Alamys), União Internacional de Transporte Publico (UITP), Grupo de Software do GETIC, Grupo tecnico de Teleprocessamento, Observatório da Demanda (Redes e Gesão da Informação).
  • 38. AGENDA  Estudo OCDE  Setor Público Federal  Setor Público Estado de São Paulo  Caso Banco Mundial Reflexões para debate
  • 39. World Bank (1/7)  “We have been in the business of researching and disseminating the lessons of development for a long time”.  “But the revolution in information technology increases the potential value of these efforts by vastly extending their reach”.  “To capture this potential, we need to invest in the necessary systems, in Washington and worldwide, that will enhance our ability to gather development information and experience, and share it with our clients”. James Wolfensohn, 1996 World Bank Chairman
  • 40. World Bank (2/7)  Compartilhar Conhecimento é um dos pilares estratégicos do World Bank desde de 1996  Algumas práticas adotadas:  Comunidades de Prática: Grupos temáticos de discussão e troca de conhecimento  Storrytelling: Captura de narrativas para explicitar conhecimento tácito  Knowledge Brokering  Compartilhamento de Conhecimento com Clientes e Parceiros
  • 41. World Bank (3/7)  Uma das principais práticas do World Bank está vinculada as Comunidades de Prática ou TGs  Existem mais de 70 comunidades ativas com temas estratégicos para o World Bank  Alguns dos temas discutidos: transporte, meio ambiente, desenvolvimento rural, desenvolvimento da iniciativa privada, mineração, desenvolvimento urbano, água e saneamento básico.
  • 42. World Bank (4/7)  O Knowledge Brokering conta com um portal estruturado chamado Development Gateway  A missão dele é: The tools on this website bring together people and organizations around the globe who are working to improve life in developing countries.  Conta com comunidades virtuais com 36,000 membros de mais de 200 países  A base de documentos e melhores práticas conta com mais de 60,000 itens criados pelas comunidades  O Portal articula informações de países, projetos de apoio ao desenvolvimento
  • 43. World Bank (5/7)  O Global Development Learning Network é um site para estimular o aprendizado colaborativo sobre desenvolvimento em escala global  Conta com:  Mais de 90,000 pessoas em 80 países  Articula mais de 120 centros de aprendizado  Organiza mais de 1000 videoconferência para troca de conhecimento por ano
  • 44. World Bank (6/7)  O Ayuda Urbana é um site para estimular a interação entre os praticantes envolvidos com desenvolvimento de várias cidades do mundo
  • 45. World Bank (7/7)  O Development Marketplace é uma competição global  Acontece desde 1998  Já investiu mais de US$ 30 milhões  Beneficiou mais de 800 projetos  Utiliza um blog para discutir os projetos e o andamento da competição
  • 46. AGENDA  Estudo OCDE  Setor Público Federal  Setor Público Estado de São Paulo  Caso Banco Mundial Reflexões para debate
  • 47. Considerações Finais TI Conteúdo Visível Invisível Governança Cultura Organizacional e Valores Visão de mundo: papel da colaboração e informação para a competitividade
  • 48. Obrigado! José Cláudio C. Terra
  • 49. Programa de Capacitação e Implantação da Gestão de Conhecimento DPG-04 “Implantar Gestão de Conhecimento na SEFAZ-SP” Plano de Divulgação e de Sensibilização para a Gestão de Conhecimento Avaliação de Maturidade de Gestão de Conhecimento na SEFAZ-SP São Paulo, 4 dezembro de 2009
  • 50. Carlos Franco, sócio da TerraForum e consultor FIA  Especialista em Portais Corporativos  Experiência com mídia interativa e negócios digitais no Grupo UOL e Organizações Globo  Pela TerraForum, gerenciou projetos ligados a implementação de portais no SEBRAE-SP, Ministério da Fazenda, HSBC, Vale, Chocolates Garoto, TAM, MPX, FNQ, FIEP, ABNT, Bradesco, Sadia, Petrobras, Banco Real e Secretaria da Fazenda do Estado de SP, entre outros  Co-autor do livro Gestão de Conteúdo 360º - Integrando Negócios, Design e Tecnologia São Paulo, 4 dezembro de 2009 52
  • 51. Em pouco tempo, as pessoas “aprenderam” a inserir diversos conteúdos no computador, para todo mundo São Paulo, 4 dezembro de 2009
  • 52. O resultado? Um gigantesco depósito de informações impossíveis de encontrar! São Paulo, 4 dezembro de 2009
  • 53. Gerenciamento estratégico de conteúdo Uma boa gestão de conteúdo ajuda a empresa a entregar a informação certa para as pessoas certas no momento certo.  Conteúdo Páginas e seções    Público Fonte: Bob Boiko, Metatorial Services Inc.* São Paulo, 4 dezembro de 2009
  • 54. Como começou a Gestão de Conteúdo em Portais Corporativos? • Movimento 1: “Vamos digitalizar e disponibilizar na intranet tudo o que temos arquivado” São Paulo, 4 dezembro de 2009
  • 55. Ou seja: esse esforço inicial causou mais problemas do que resolveu • Movimento 2: “Vamos tornar o processo menos insano e com resultados mais produtivos” São Paulo, 4 dezembro de 2009
  • 56. E agora chega o 3º movimento... São Paulo, 4 dezembro de 2009
  • 57. São Paulo, 4 dezembro de 2009
  • 58. Conteúdo gerado pelo usuário São Paulo, 4 dezembro de 2009
  • 59. São Paulo, 4 dezembro de 2009
  • 60. Como sobreviver neste novo contexto? São Paulo, 4 dezembro de 2009
  • 61. “O valor competitivo das empresas nesta nova era da internet reside em sua habilidade de entender que os usuários adicionam valor às informações e serviços que provêm, e de encorajá-los que o façam.” Tim O’Reilly São Paulo, 4 dezembro de 2009
  • 62. Mas apenas a tecnologia não resolve o problema • Para gerenciar efetivamente o conteúdo, precisamos entendê-lo bem. E o que precisamos saber para entendê-lo bem? – Onde a informação está armazenada e em qual formato? – Como a informação está descrita em relação a assunto, formato e termos específicos de negócio da empresa? – Como a informação é mantida e qual o seu ciclo de vida? – Por que essa informação existe? Como ela é usada hoje e quais são suas audiências atuais e futuras? São Paulo, 4 dezembro de 2009
  • 63. Lições aprendidas – Gestão do Conteúdo • Publicação de Conteúdo tem muito mais a ver com qualidade do que com quantidade Informação correta... 2 ...para a pessoa correta  ...na hora certa  São Paulo, 4 dezembro de 2009
  • 64. Lições aprendidas – Gestão do Conteúdo • Desenvolver uma estratégia de publicação é essencial para sanar a “sobrecarga de informação” São Paulo, 4 dezembro de 2009
  • 65. Lembre que nem sempre você precisa da solução mais sofisticada... São Paulo, 4 dezembro de 2009
  • 66. Porque comprar isso... São Paulo, 4 dezembro de 2009
  • 67. ... Se tudo o que você precisa é disso ! São Paulo, 4 dezembro de 2009
  • 68. Obrigado! carlos@terraforum.com.br Twitter: @terraforum Youtube:www.youtube.com/terraforum www.terraforum.com.br www.terraforum.ca www.terraforum.com.br/inove www.terraforum.com.br/governo