Qualidade e Produtividade

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Qualidade e Produtividade

  1. 1. Gestão da Qualidade conduzindo a qualidade por caminhos seguros AULA 1 Jorge Bruno, MSc Belo Horizonte – MG 2010 Gestão da Qualidade
  2. 2. Gestão da Qualidade conduzindo a qualidade por caminhos seguros Jorge Bruno Roteiro: Aula 1 – Embasamento 1 Aula 2 – Embasamento 2 Aula 3 – Estudo de Caso Aula 4 – Laboratório
  3. 3. VAMOS COMBINAR... Gestão da Qualidade conduzindo a qualidade por caminhos seguros Jorge Bruno
  4. 4. Relatório de atividades Gestão da Qualidade
  5. 6. Gestão da Qualidade Gestão da Qualidade
  6. 7. Nossas Telas Gestão da Qualidade
  7. 8. conceito Gestão da Qualidade
  8. 9. reflita... Gestão da Qualidade
  9. 10. mini-caso Gestão da Qualidade
  10. 11. Jorge Bruno instrumental Gestão da Qualidade
  11. 12. PULO DO GATO Gestão da Qualidade
  12. 13. Passado Presente Gestão da Qualidade
  13. 14. passado
  14. 15. presente
  15. 16. passado
  16. 17. presente
  17. 18. passado
  18. 19. presente
  19. 20. passado
  20. 21. presente
  21. 22. passado
  22. 23. presente
  23. 24. e o futuro... ?
  24. 25. conceito Gestão da Qualidade
  25. 26. reflita... Indicadores do futuro?
  26. 27. Anos 30 Gestão da Qualidade
  27. 28. Praça 7 – anos 30 Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  28. 29. BH – anos 30 Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  29. 30. reflita... Pensadores da Administração ? Empresário de sucesso ? Modelo de trabalho ? Protesto ?
  30. 31. Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  31. 32. conceito Gestão da Qualidade
  32. 33. “ A dificuldade em definir Qualidade é a de traduzir as necessidades futuras do usuário em características mensuráveis , de forma que o produto possa ser projetado e transformado para oferecer SATISFAÇÃO a um preço que o Cliente possa pagar. Isto não é fácil, e assim que se sente razoavelmente bem sucedido nesta tarefa, descobre-se que as necessidades do Cliente mudaram, outros concorrentes entraram no mercado, surgiram novos materiais, alguns melhores que os antigos, outros piores, alguns mais baratos, outros mais apreciados.” Walter A. Shewhart,1931 S = Q _ E Gestão da Qualidade
  33. 34. O experimento de Elton Mayo Gestão da Qualidade
  34. 35. conceito Gestão da Qualidade
  35. 36. Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  36. 37. Satisfação Humana Gestão da Qualidade
  37. 38. conceito Gestão da Qualidade
  38. 39. S = Q _ E Gestão da Qualidade
  39. 40. Fisiológicas Segurança Sociais Auto-estima Auto-realização Hierarquia das Necessidades A. Maslow Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  40. 41. Relacionamento Humano Gestão da Qualidade
  41. 42. FANTASIAS...
  42. 43. AFINIDADE Gestão da Qualidade
  43. 44. Gestão da Qualidade
  44. 45. JBruno Gestão da Qualidade
  45. 46. Anos 40 Gestão da Qualidade
  46. 47. Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  47. 48. Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  48. 49. Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  49. 50. Gestão Gestão da Qualidade
  50. 51. conceito Gestão da Qualidade
  51. 52. Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  52. 53. maior agilidade maior integração maior sinergia maior resultado menor custo Gestão da Qualidade
  53. 54. Gestão da Qualidade Gestão da Qualidade
  54. 55. Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  55. 56. Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  56. 57. maior agilidade maior integração maior sinergia maior resultado menor custo Gestão da Qualidade
  57. 58. Processos início meio fim início meio fim início meio início meio fim início meio fim início meio fim início meio fim início início meio fim início meio fim início meio fim início meio fim fim início meio fim meio fim início meio fim início meio fim início meio fim início meio fim início meio início meio fim início meio fim início meio fim meio fim início meio fim início meio fim início fim início meio fim início meio fim início meio fim início meio fim início meio fim início meio fim Sistema Gestão da Qualidade
  58. 59. Fim Início Meio Fim Início Início Meio Processo Sistema Início Meio Fim Início Meio Fim Início Meio Fim Gestão da Qualidade
  59. 60. reflita... PROCESSO SISTEMA Melhoria de Sistema Quais processos ? Melhoria de Processos
  60. 61. Processo Crítico Gestão da Qualidade
  61. 62. Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  62. 63. Caminhando Futuro Gestão da Qualidade
  63. 64. Gestão da Qualidade
  64. 65. Gestão da Qualidade conduzindo a qualidade por caminhos seguros AULA 2 Jorge Bruno, MSc Ipatinga – MG 2010 Gestão da Qualidade
  65. 66. Revisão <ul><li>Indicadores do Futuro </li></ul><ul><li>Qualidade... </li></ul><ul><li>Satisfação... </li></ul><ul><li>Relacionamento </li></ul><ul><li>Processos </li></ul><ul><li>Sistema </li></ul><ul><li>Melhoria de Sistema </li></ul><ul><li>Cultura Organizacional </li></ul><ul><li>SUN TZU </li></ul><ul><li>Ciclo da Mudança </li></ul><ul><li>Gestão da Mudança – Conner </li></ul><ul><li>Mudança de Paradigma </li></ul><ul><li>Crise </li></ul>
  66. 67. VAMOS FAZER UM TESTE Gestão da Qualidade
  67. 68. RESPONDA SINCERAMENTE Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  68. 69. CULTURA DO CONTROLE x Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  69. 70. reflita... O que podemos concluir?
  70. 71. Cultura Organizacional
  71. 72. vamos descontrair... Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  72. 73. Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  73. 74. Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  74. 75. Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  75. 76. CULTURA INDUSTRIAL ? Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  76. 77. Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  77. 78. Feitor de Escravos O digníssimo Sr. Barão de Saracuruna vem tornar público e notória a carência de um bom Feitor de Escravos para a Fazenda Nossa Sra. da Dores. O referido candidato deve atender aos seguintes quesitos: Ser branco ou mestiço, robusto de corpo conhecer bem a região de Tabatinga, ser leal e fiel ao seu senhor, severo com os escravos e bom manejo do chicote Gazeta Vespertina, 1856 Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  78. 79. Conceito Tipos de Cultura organizacional Jorge Bruno
  79. 80. Tipos de cultura TECNOCRATA Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  80. 81. BUROCRATA Tipos de cultura Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  81. 82. SOCIOCRATA Tipos de cultura Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  82. 83. PULO DO GATO Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  83. 84. Evolução das Organizações Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  84. 85. CUIDADO! IMAGENS VIOLENTAS PERIGO Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  85. 86. Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  86. 87. Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  87. 88. Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  88. 89. O Princípio de Sun Tzu Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  89. 90. Conceito O Princípio de Sun Tzu Jorge Bruno
  90. 91. O PRINCÍPIO DE SUN TZU ... “ Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas...” 500 AC Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  91. 92. VOCÊ SE CONHECE ? Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  92. 93. Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  93. 94. Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  94. 95. O Ciclo da Mudança Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  95. 96. PROBLEMA SOLUÇÃO MUDANÇA Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  96. 97. Conceito Zona de Conforto Jorge Bruno
  97. 98. Zona de conforto Jorge Bruno Zona de esforço Zona de medo Gestão da Qualidade
  98. 99. O Desafio da Mudança Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  99. 100. Gestão da Qualidade
  100. 101. A Mudança nas Organizações Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  101. 102. Conceito Gerenciando Processos de Mudança? <ul><li>Puberdade </li></ul><ul><li>Perda... </li></ul><ul><li>Casamento </li></ul><ul><li>Separação </li></ul>Jorge Bruno
  102. 103. Tempo Passiva Ativa Relação NEGATIVA Segundo Conner Barganha Aceitação Depressão Teste Imobilização Raiva Negação Gestão da Qualidade
  103. 104. Temas Instrumentais Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  104. 105. Jorge Bruno instrumental Gestão da Qualidade
  105. 106. Partes Interessadas Jorge Bruno Empregados Fornecedores Acionistas Clientes Comunidade Gestão da Qualidade
  106. 107. serrote escada Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  107. 108. cadeia de valor Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  108. 109. Jorge Bruno Projeto Desenvolvimento Produção Comercialização Produto Serviço Identificação das Necessidades, expectativas e requisitos Cliente Satisfação Cliente Gestão da Qualidade
  109. 110. níveis de planejamento Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  110. 111. Níveis de Planejamento Estratégico Tático Operacional Gestão da Qualidade
  111. 112. Tipo de Planejamento Nível PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Estratégico Tático Planejamento de produção Operacional Pl. capacidade de produção Pl. controle qualidade Pl. de estoques Pl. uso da mão de obra Pl. expedição de produtos Planejamento mercadológico Plano de preço/produto Plano de promoções Plano de vendas Plano de distribuição Plano pesq. mercado Planejamento financeiro Plano de despesas Plano de investimentos Plano de compras Plano de fluxo de caixa Plano orçamentário
  112. 113. Tipo de Planejamento Nível PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Estratégico Tático Operacional Planejamento organizacional Pl. diretor de sistemas Pl. estrutura organizacional Pl. de rotinas administrativas Pl. de inform. gerenciais Pl. de comunicações Planejamento de RH recrutamento seleção Pl. treinamento Pl. cargos e salários Pl. promoções Pl. capacit. interna MUITO TRABALHO!
  113. 114. Ciclo de vida Produto/Serviço Organizações Gestão da Qualidade
  114. 115. Tempo Desempenho Jorge Bruno Introdução Crescimento Maturidade Declínio Gestão da Qualidade
  115. 116. DIMENSÕES DA QUALIDADE Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  116. 117. DIMENSÕES DA QUALIDADE Jorge Bruno Sobrevivência - competitividade Qualidade e Produtividade <ul><li>Qualidade Intrínseca </li></ul><ul><li>Atendimento </li></ul><ul><li>Custo x Benefício </li></ul><ul><li>Clima - Ambiência </li></ul><ul><li>SMS </li></ul>Gestão da Qualidade
  117. 118. Gestão da Qualidade conduzindo a qualidade por caminhos seguros AULA 3 Jorge Bruno, MSc Belo Horizonte – MG 2010 Gestão da Qualidade
  118. 119. REVISÃO Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  119. 120. Revisão <ul><li>Indicadores do Futuro </li></ul><ul><li>Qualidade... </li></ul><ul><li>Satisfação... </li></ul><ul><li>Relacionamento </li></ul><ul><li>Processos </li></ul><ul><li>Sistema </li></ul><ul><li>Melhoria de Sistema </li></ul><ul><li>Cultura Organizacional </li></ul><ul><li>SUN TZU </li></ul><ul><li>Ciclo da Mudança </li></ul><ul><li>Gestão da Mudança – Conner </li></ul><ul><li>Mudança de Paradigma </li></ul><ul><li>Crise </li></ul>
  120. 121. Revisão <ul><li>Gestão da Diversidade </li></ul><ul><li>Partes Interessadas </li></ul><ul><li>Desempenho Serrote </li></ul><ul><li>Desempenho Escada </li></ul><ul><li>Ciclo PDCA </li></ul><ul><li>Kaizen X Karyo </li></ul><ul><li>Cadeia de Valor </li></ul><ul><li>Ciclo de Vida </li></ul><ul><li>Estudo de Caso </li></ul>http://www.hcconsultoria.com.br/sgi.html
  121. 122. ESTUDO DE CASO Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  122. 123. VIDEO CONFERÊNCIA Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  123. 125. Vídeo conferência AGUARDE
  124. 126. Vídeo conferência - CARREGANDO
  125. 127. Vídeo conferência - -
  126. 128. Vídeo conferência - - - CARREGANDO
  127. 129. Vídeo conferência - - - -
  128. 130. Vídeo conferência - - - - - CARREGANDO
  129. 131. Vídeo conferência - - - - - -
  130. 132. Vídeo conferência - - - - - - CARREGANDO
  131. 133. Vídeo conferência - - - - - - -
  132. 134. Vídeo conferência CARREGANDO - - - - - - -
  133. 135. Vídeo conferência - - - - - - - -
  134. 136. Vídeo conferência - - - - - - - - - CARREGANDO
  135. 137. Vídeo conferência - - - - - - - - - -
  136. 138. Vídeo conferência - - - - - - - - - - - CARREGANDO
  137. 139. Vídeo conferência - - - - - - - - - - - -
  138. 140. Vídeo conferência - - - - - - - - - - - - CARREGANDO
  139. 141. Vídeo conferência - - - - - - - - - - - - -
  140. 142. Vídeo conferência - - - - - - - - - - - - - - - - CARREGANDO
  141. 143. Vídeo conferência - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
  142. 144. Vídeo conferência - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - CARREGANDO
  143. 145. Vídeo conferência - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
  144. 146. Vídeo conferência - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - CARREGANDO
  145. 147. Vídeo conferência - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
  146. 148. 10
  147. 149. 9
  148. 150. 8
  149. 151. 6
  150. 152. 5
  151. 153. 4
  152. 154. 3
  153. 155. 2
  154. 156. 1
  155. 157. 0
  156. 159. FALHA TÉCNICA
  157. 162. FALHA TÉCNICA
  158. 165. FALHA TÉCNICA
  159. 168. FALHA TÉCNICA
  160. 171. FALHA TÉCNICA
  161. 174. FALHA TÉCNICA
  162. 176. ESTUDO DE CASO Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  163. 177. Temas Instrumentais Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  164. 178. MATRIZ BCG Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  165. 179. Geradores de caixa Abacaxis Estrela Oportunidade Participação de mercado Maior Menor Taxa de Crescimento Menor Maior Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  166. 180. Valor para o CLIENTE Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  167. 181. Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  168. 182. VALOR PARA O CLIENTE Jorge Bruno <ul><li>Segundo Albrecht, o valor para o cliente tem uma hierarquia compreendida de quatro níveis: </li></ul><ul><ul><li>Básico </li></ul></ul><ul><ul><li>Esperado </li></ul></ul><ul><ul><li>Desejado </li></ul></ul><ul><ul><li>Inesperado </li></ul></ul><ul><ul><li>Karl Albrecht e Ron Zemke </li></ul></ul>Gestão da Qualidade
  169. 183. VALOR PARA O CLIENTE Jorge Bruno <ul><li>Básico: este valor compreende os componentes essenciais exigidos do negócio. </li></ul><ul><li>Esperado: aquilo que os clientes normalmente esperariam de um determinado negócio. </li></ul><ul><ul><li>Karl Albrecht e Ron Zemke </li></ul></ul>Gestão da Qualidade
  170. 184. VALOR PARA O CLIENTE Jorge Bruno <ul><li>Desejado: valor adicional que os clientes conhecem e apreciam, mas não esperam. </li></ul><ul><li>Inesperado: aspectos que surpreendem e vão além das expectativas e desejos que o cliente tem ao fazer o negócio. </li></ul><ul><ul><li>Karl Albrecht e Ron Zemke </li></ul></ul>Gestão da Qualidade
  171. 185. VALOR FORNECIDO Jorge Bruno Valor fornecido ( - ) Valor Percebido Produto Serviços Pessoal Imagem Preço Valor monetário Custos de tempo Energia Desgaste psicológico Desempenho Recursos Confiabilidade Conformidade Manutenibilidade Estética Distribuição Instalação Treinamento ao consumidor Consultoria Reparos Outros serviços Competência Cortesia Credibilidade Confiabilidade Prontidão no atendimento Comunicação Símbolos propaganda atmosfera eventos Gestão da Qualidade
  172. 186. Exercício Empresários na sala Consultoria grátis Valor fornecido Valor Percebido Produto Serviços Pessoal Imagem Desempenho Recursos Confiabilidade Conformidade Manutenibilidade Estética Distribuição Instalação Treinamento ao consumidor Consultoria Reparos Outros serviços Competência Cortesia Credibilidade Confiabilidade Prontidão no atendimento Comunicação Símbolos propaganda atmosfera eventos Gestão da Qualidade
  173. 187. Gestão da Qualidade conduzindo a qualidade por caminhos seguros AULA 4 Jorge Bruno, MSc Belo Horizonte – MG 2010 Gestão da Qualidade
  174. 188. Sistema de Gestão da QUALIDADE Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  175. 189. Responsabilidade da administração Gestão de recursos Realização do produto Medição, análise e melhoria PRODUTO Melhoria contínua do sistema de gestão da qualidade O Sistema de Gestão da Qualidade Requisitos Cliente Satisfação Cliente Gestão da Qualidade
  176. 190. Sonhe o Futuro mas...
  177. 191. transforme em realidade...
  178. 193. Objetivo Metas Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  179. 194. Tempo Melhoria METAS OBJETIVO PLANEJADO Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  180. 195. Tempo Melhoria METAS REALIZADO OBJETIVO Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  181. 196. PASSO A PASSO Jorge Bruno Gestão da Qualidade
  182. 197. <ul><li>Os princípios da Qualidade </li></ul><ul><li>Foco no Cliente </li></ul><ul><li>Liderança </li></ul><ul><li>Envolvimento das pessoas </li></ul><ul><li>Abordagem de processo </li></ul><ul><li>Abordagem Sistêmica </li></ul><ul><li>Melhoria Contínua </li></ul><ul><li>Tomada de decisão baseada em </li></ul><ul><li>fatos e dados </li></ul><ul><li>Parceria com Fornecedor </li></ul>PASSO A PASSO Gestão da Qualidade
  183. 198. ESTRUTURA DA QUALIDADE <ul><li>Objetivo – SOBREVIVENCIA </li></ul><ul><li>Recurso – Qualidade </li></ul><ul><li>Dimensões – QCAMS </li></ul><ul><li>qualidade intrínseca </li></ul><ul><li>Custo </li></ul><ul><li>Atendimento </li></ul><ul><li>Moral </li></ul><ul><li>Segurança </li></ul>Gestão da Qualidade
  184. 199. ROTEIRO DE IMPLEMENTAÇÃO 1 - Criar a Missão e Visão (AA) 2 - Criar a Política da Qualidade (AA) <ul><li>3 - Criar o Programa da Qualidade Empresa TAL ( Q CAMS) </li></ul><ul><li>Explicar o guarda-chuva (política-programas-projetos-ações) </li></ul><ul><li>3.1 Projeto Qualidade Intrínseca </li></ul><ul><li>Identificar produtos e/ou serviços </li></ul><ul><li>Identificar Clientes e Fornecedores </li></ul><ul><li>Montar o Macrofluxo da Empresa TAL </li></ul><ul><li>Requisitos do Cliente para cada produto e/ou serviço </li></ul><ul><li>Desenhar os macro-processos de produção </li></ul><ul><li>Criar os indicadores de desempenho </li></ul><ul><li>Medir desempenho atual (Foto atual) </li></ul><ul><li>Estabelecer meta de desempenho por produto/serviço </li></ul><ul><li>Criar a sistemática de gerenciamento (deixe para o final) </li></ul>0 - Compromisso da Alta Administração (AA) Gestão da Qualidade
  185. 200. <ul><li>3 - Criar o Programa da Qualidade empresa TAL (Q C AMS) </li></ul><ul><li>3.2 Projeto Custo x Benefício </li></ul><ul><li>Identificar produtos e/ou serviços </li></ul><ul><li>Utilizar a Matriz BCG para diferenciar os produtos/serviços </li></ul><ul><li>Estrelas – investir neles </li></ul><ul><li>Vaca leiteira – manutenção </li></ul><ul><li>Oportunidades – aproveitá-las </li></ul><ul><li>Abacaxis – prepare-se para livrar-se deles </li></ul><ul><li>c) Criar planilha de custo de cada produto/serviço </li></ul><ul><li>d) Crie o indicador de custo global </li></ul><ul><li>e) Crie os indicadores de custo por produto/serviço </li></ul><ul><li>f) Medir desempenho atual (Foto atual) </li></ul><ul><li>d) Estabelece metas de desempenho – Global e individual </li></ul><ul><li>e) Criar a sistemática de gerenciamento (deixe para o final) </li></ul>ROTEIRO DE IMPLEMENTAÇÃO Gestão da Qualidade
  186. 201. <ul><li>3 - Criar o Programa da Qualidade empresa TAL (QC A MS) </li></ul><ul><li>3.3 Projeto Atendimento e Relacionamento com Clientes </li></ul><ul><li>Identificar interfaces com o Cliente </li></ul><ul><li>Identificar os Processos Críticos </li></ul><ul><li>Criar os indicadores de desempenho Atendimento </li></ul><ul><li>Telefônico </li></ul><ul><li>Balcão </li></ul><ul><li>Pré-venda </li></ul><ul><li>Entrega do produto/serviço </li></ul><ul><li>Pós-venda e/ou assistência técnica </li></ul><ul><li>Criar o instrumento de medição - questionário </li></ul><ul><li>Medir a Satisfação do Cliente (Foto atual) </li></ul><ul><li>Estabelecer metas de desempenho </li></ul><ul><li>g) Criar a sistemática de gerenciamento (deixe para o final) </li></ul>ROTEIRO DE IMPLEMENTAÇÃO Gestão da Qualidade
  187. 202. <ul><li>3 - Criar o Programa da Qualidade empresa TAL (QCA M S) </li></ul><ul><li>3.4 Projeto Ambiência </li></ul><ul><li>Identificar os Processos Internos </li></ul><ul><li>Identificar os Clientes e Fornecedores Internos </li></ul><ul><li>Criar o Indicador Ambiência </li></ul><ul><li>Liderança </li></ul><ul><li>Relacionamento interno </li></ul><ul><li>Remuneração e recompensa </li></ul><ul><li>Crescimento profissional e pessoal </li></ul><ul><li>Motivação </li></ul><ul><li>d) Criar o instrumento de medição - questionário </li></ul><ul><li>Medir a Ambiência (Foto atual) </li></ul><ul><li>Estabelecer metas de desempenho </li></ul><ul><li>g) Criar a sistemática de gerenciamento (deixe para o final) </li></ul>ROTEIRO DE IMPLEMENTAÇÃO Gestão da Qualidade
  188. 203. <ul><li>3 - Criar o Programa da Qualidade empresa TAL (QCAM S ) </li></ul><ul><li>3.5 Projeto SMS </li></ul><ul><li>Identificar os Processos Internos </li></ul><ul><li>Analisar os PI sob a ótica SMS </li></ul><ul><li>Segurança Industrial </li></ul><ul><li>Meio-ambiente </li></ul><ul><li>Saúde Ocupacional </li></ul><ul><li>Criar os Indicadores de SMS </li></ul><ul><li>Criar o instrumento de medição – Check list </li></ul><ul><li>Medir SMS atual (Foto atual) </li></ul><ul><li>Estabelecer metas de desempenho </li></ul><ul><li>g) Criar a sistemática de gerenciamento (deixe para o final) </li></ul>ROTEIRO DE IMPLEMENTAÇÃO Gestão da Qualidade
  189. 204. <ul><li>3 - Criar o Programa da Qualidade empresa TAL (QCAM S ) </li></ul><ul><li>3.6 Monte o seu painel de bordo </li></ul><ul><li>Indicadores e instrumentos de medição </li></ul><ul><li>Qualidade Intrínseca </li></ul><ul><li>Custo x Benefício </li></ul><ul><li>Atendimento e relacionamento com Clientes </li></ul><ul><li>Ambiência </li></ul><ul><li>SMS </li></ul><ul><li>Prepare-se para a 1ª medição </li></ul><ul><li>Prepare-se para a 1ª reunião de gerenciamento do SGQ </li></ul>ROTEIRO DE IMPLEMENTAÇÃO Gestão da Qualidade
  190. 205. <ul><li>3 - Criar o Programa da Qualidade empresa TAL (QCAM S ) </li></ul><ul><li>3.7 Padronização </li></ul><ul><li>Detalhe o seu Macrofluxo (Sistema) </li></ul><ul><li>Identifique seus processos críticos </li></ul><ul><li>Cliente Externo </li></ul><ul><li>Cliente Interno </li></ul><ul><li>Elabore os procedimentos descrevendo cada processo </li></ul><ul><li>Crítico - Rastreabilidade </li></ul>ROTEIRO DE IMPLEMENTAÇÃO Gestão da Qualidade
  191. 206. <ul><li>3 - Criar o Programa da Qualidade empresa TAL (QCAM S ) </li></ul><ul><li>3.8 Sistemática de Gerenciamento do SGQ </li></ul><ul><li>Escolha um local para ser o QG da Qualidade </li></ul><ul><li>Coloque um quadro com os Indicadores de Desempenho </li></ul><ul><li>– gráficos zerados </li></ul><ul><li>c) Estabeleça uma periodicidade para as medições </li></ul><ul><li>– por indicador </li></ul><ul><li>d) Estabeleça a periodicidade para as reuniões do SGQ </li></ul><ul><li>e) Monte a Equipe de Coordenação do SGQ </li></ul><ul><li>f) Criar juntos a sistemática de Auditorias Internas </li></ul><ul><li>Verificar o cumprimento dos procedimentos </li></ul><ul><li>Identificar não-conformidades </li></ul><ul><li>Periodicidade </li></ul>ROTEIRO DE IMPLEMENTAÇÃO Gestão da Qualidade
  192. 207. <ul><li>3 - Criar o Programa da Qualidade empresa TAL (QCAM S ) </li></ul><ul><li>3.8 Sistemática de Gerenciamento do SGQ </li></ul><ul><li>Criar juntos a sistemática de Melhoria Contínua </li></ul><ul><li>Resultado das auditorias internas </li></ul><ul><li>Tratamento das não-conformidades </li></ul><ul><li>Análise crítica do SGQ </li></ul><ul><li>Melhorias (Kaizen e Karyo) </li></ul>ROTEIRO DE IMPLEMENTAÇÃO Gestão da Qualidade
  193. 208. <ul><li>4 – Lançamento do Programa da Qualidade Empresa TAL </li></ul><ul><li>4.1 Crie uma Identidade Visual para o SGQ </li></ul><ul><li>4.2 Prepare uma apresentação PPT caprichada </li></ul><ul><li>Embasamento sobre Qualidade </li></ul><ul><li>Missão e Visão da empresa </li></ul><ul><li>Macrofluxo </li></ul><ul><li>Processos Críticos </li></ul><ul><li>Indicadores </li></ul><ul><li>Painel de bordo </li></ul><ul><li>Apresente a Equipe de Coordenação </li></ul><ul><li>Sistemática de Gerenciamento do SGA </li></ul><ul><li>4.3 Organize um evento para o lançamento </li></ul><ul><li>A palavra da Alta Administração – compromisso público </li></ul><ul><li>Sua apresentação </li></ul><ul><li>Confraternização </li></ul>ROTEIRO DE IMPLEMENTAÇÃO Gestão da Qualidade
  194. 209. <ul><li>5 - Início de funcionamento do SGQ </li></ul><ul><li>5.1 1ª Medição </li></ul><ul><li>Realize a 1ª medição dos Indicadores </li></ul><ul><li>Tabule os resultados e prepare os gráficos </li></ul><ul><li>Coloque os gráficos no quadro do QG SGQ </li></ul><ul><li>5.2 Crie a Sistemática de Gerenciamento do SGQ (Proposta) </li></ul><ul><li>Gerenciamento do Desempenho </li></ul><ul><li>Auditorias Internas </li></ul><ul><li>Tratamento de não conformidades </li></ul><ul><li>Melhoria Contínua </li></ul><ul><li>5.3 Procedimentos </li></ul><ul><li>Treine as pessoas na elaboração de procedimento </li></ul><ul><li>Elabore os procedimentos </li></ul><ul><li>Valide os procedimentos </li></ul><ul><li>Inicie a utilização dos procedimentos </li></ul>ROTEIRO DE IMPLEMENTAÇÃO Gestão da Qualidade
  195. 210. <ul><li>6 - Gerenciamento do SGQ </li></ul><ul><li>6.1 Primeiras reuniões de Gerenciamento do SGQ </li></ul><ul><li>Reunião 1 </li></ul><ul><li>Validar sua proposta da Sistemática de Gerenciamento </li></ul><ul><li>Analisar os resultados dos Indicadores – 1ª medição </li></ul><ul><li>Negociar as metas de desempenho para cada indicador </li></ul><ul><li>Estabelecer a periodicidade das medições </li></ul><ul><li>Montar o roteiro de trabalho para as próximas reuniões </li></ul><ul><li>Reunião 2 </li></ul><ul><li>Treinar os Coordenadores do SGQ em elaboração de </li></ul><ul><li>procedimentos </li></ul><ul><li>Combinar a elaboração dos procedimentos </li></ul><ul><li>Reunião 3 </li></ul><ul><li>Validar os procedimentos </li></ul><ul><li>Reunião n... </li></ul>ROTEIRO DE IMPLEMENTAÇÃO Gestão da Qualidade
  196. 211. <ul><li>7 - Estabelecimento da Rotina do SGQ </li></ul><ul><li>7.1 Gerenciamento do SGQ </li></ul><ul><li>Análise crítica junto com a Alta Administração </li></ul><ul><li>Auditorias Internas </li></ul><ul><li>Tratamento de não-conformidades </li></ul><ul><li>Solução de problemas </li></ul><ul><li>Elaboração dos Planos de Ação para melhoria dos Indicadores </li></ul><ul><li>Parceria com os Fornecedores </li></ul><ul><li>Criação de vantagens competitivas </li></ul><ul><li>Aprendizado e Crescimento </li></ul><ul><li>..... </li></ul><ul><li>SUCESSO!!!! </li></ul>ROTEIRO DE IMPLEMENTAÇÃO Gestão da Qualidade
  197. 212. Geradores de caixa Abacaxis Estrela Oportunidade Participação de mercado Maior Menor Taxa de Crescimento Menor Maior e a b c voltar Gestão da Qualidade
  198. 213. É a definição que é dada para apresentar ao mercado, aos funcionários, acionistas e parceiros de negócio para que a Empresa existe, qual é sua finalidade. É a razão de ser da organização. missão voltar Gestão da Qualidade
  199. 214. A missão promove a unidade. Focalizar no propósito mais importante da organização promove a clareza das expectativas. A missão ajuda a alocação de recursos. Com uma missão bem-definida, a alocação de recursos financeiros, materiais, humanos e ambientais é realizada, racionalmente, tornando-se justificável. A missão colabora para transformar idéias em ações. Ela é básica para o desenvolvimento de objetivos, metas, indicadores de avaliação em todos os níveis de uma organização, coletiva e individualmente. A missão estabelece uma cultura organizacional. É um instrumento valioso para quebrar a resistência às mudanças. voltar
  200. 215. Organiza-se uma oficina com a participação de técnicos da organização em questão, de representantes da Sociedade Civil Organizada, de ONG e outros parceiros. Nesta oficina devem ser discutidas as 5 perguntas fundamentais para a formulação da missão: (1) O quê? (2) Para quem? (3) Onde? (4) Por quê? (5) Como faremos? Como elaborar uma Missão voltar Gestão da Qualidade
  201. 216. Fundação Getúlio Vargas (FGV) Avançar nas fronteiras do conhecimento na área de Ciências Sociais afins, produzindo e transmitindo idéias, dados e informações, além de conserválas e sistematizá-las, de modo a contribuir para o desenvolvimento socioeconômico do País, para a melhoria dos padrões éticos nacionais, para uma governança responsável e compartilhada e para a inserção do País no cenário internacional. Exemplo de Missão voltar Gestão da Qualidade
  202. 217. Fundação Oswaldo Aranha - (FOA) Formar para a vida com ensino superior de excelência. Exemplo de Missão voltar Gestão da Qualidade
  203. 218. <ul><li>A visão é um sonho, um sonho estratégico, compartilhado e supostamente alcançável. </li></ul><ul><li>A visão compartilhada é construída por um processo participativo de visualização que responde às seguintes perguntas: </li></ul><ul><li>O que queremos ser? </li></ul><ul><li>O que temos de fazer para ser o que queremos ser? </li></ul><ul><li>Até onde queremos ir? </li></ul><ul><li>O que queremos fazer? </li></ul><ul><li>Com quem queremos trabalhar? </li></ul><ul><li>Como queremos trabalhar? </li></ul><ul><li>O que faremos para ter apoio? </li></ul>visão voltar Gestão da Qualidade
  204. 219. Pode-se reunir um grupo representativo e solicitar que cada um expresse como se vê como instituição no futuro. Em seguida, realiza-se uma discussão sobre os pontos divergentes e de comum acordo, o grupo vai construindo sua visão (como se vê no futuro). Para a redação da visão, deve-se utilizar o verbo no presente, conforme exemplos a seguir. Como elaborar uma Visão voltar Gestão da Qualidade
  205. 220. Instituto Ethos - visão: Somos uma empresa socialmente responsável o que significa: - Ser agente de nova cultura empresarial e de mudança social. - Produzir valor para todos: colaboradores, acionistas, comunidade. - Ser diferenciada e ter maior potencial de sucesso e de longevidade. Exemplo de Visão voltar Gestão da Qualidade

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