Professor Investigador versus Ensino de Biologia
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Apresentação de Conclusão de Curso.

Apresentação de Conclusão de Curso.
Ciências Biológicas - 2009

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    Professor Investigador versus Ensino de Biologia Professor Investigador versus Ensino de Biologia Presentation Transcript

    •  
    • Acadêmicos: Johanna Emile Finger Jonathan Santos da Silveira Orientadora: Profa Dra. Yára Christina Cesário Pereira PROFESSOR INVESTIGADOR versus ENSINO DE BIOLOGIA Universidade do Vale do Itajaí Estágio Supervisionado: Pesquisa da Prática Pedagógica Ciências Biológicas – Licenciatura 2009/1
    • Agradecimentos Profª . Dra. Yára Christina Cesário Pereira Aos professores que fizeram parte de nossa formação acadêmica. Coordenação do Curso de Ciências Biológicas Aos nossos Familiares e amigos “ Eu posso contribuir apenas com uma gota de água para o oceano mas, com a minha gota, ele jamais será o mesmo.” Madre Teresa de Calcutá
    • Se podes olhar vê... Se podes ver repara... José Saramago
      • Pesquisa foi realizada com base na observação e intervenção com o 1° ano do Ensino Médio noturno
      • E.E. B. Nereu Ramos, no município de Itajaí/SC.
      • A problemática foi abordada na importância da inserção de uma docência investigativa no ensino de Biologia.
      • Quantidade de alunos: 20
      • Intervenções: carga horária de 40 h/a
      INTRODUÇÃO fatores extracurriculares 36 h/a
    • LDB PCN ENSINO MÉDIO ENEM EDUCAÇÃO NO BRASIL REALIDADE DO ENSINO MÉDIO Exercício da cidadania Qualificação no trabalho LDB (Lei n.º 9.394/96) BUSCA DA QUALIDADE DE ENSINO
    • ENSINO DE BIOLOGIA Propiciar Estímulos Participação Ativa Relacionar conteúdos com experiência de vida Evitar a separação entre dois mundos: Científico e Prático PCN de Biologia : Reconhecer a biologia como um fazer humano e, portanto, histórico, fruto da conjunção de fatores sociais, políticos, econômicos, culturais, religiosos e tecnológicos . Interação Integração
    • Aluno Mundo Globalizado Experiência de vivências Conceitos prévios PROFESSOR INVESTIGADOR Professor ESPAÇO ESCOLAR SOCIE DADE SUJEITO ALUNO Cidadão efetivo Indivíduo de diferentes realidades Sujeito com pré-conceitos Qualidade de Ensino Aprendizagem Significativa Auto avaliação Relação professor e alunos Adaptações Materiais Aspectos Metodológicos social/cultural/econômica METODOLOGIA
    • Ensina Biologia Permite ao aluno que participe ativamente da investigação, apropria do conhecimento científico interagir de forma argumentativa com o mundo que o rodeia. PROFESSOR INVESTIGADOR Confere aos alunos um poder Emancipatório É o professor capacitado a contribuir para o desenvolvimento profissional de todos os professores e para o desenvolvimento institucional das escolas em que estes se inserem através da pesquisa da prática pedagógica, incluindo a de si próprio.
    • Como está a atuação dos Professores Investigadores?
      • Fundamentar a importância da inserção do professor investigador no EM ;
      • Compreender o professor investigador como sujeito que busca compreender o aluno em seu “próprio mundo”;
      • Propiciar uma dinâmica informativa sobre o ENEM e as possíveis influências no futuro dos alunos;
      • Renovação das práticas pedagógicas desgastadas no ensino médio tradicional;
      • Planejar estratégias de ensino à partir de uma visão integradora ;
      • Vivenciar o estudo dos conteúdos escolares em sala de aula de forma interativa e estimulante ;
      OBJETIVOS
      • Observação das aulas e conhecimento da turma;
      • Idealização de questionário sócio educacional;
      • Elaboração de Plano de ensino;
      • Interdisciplinaridade;
      • Reelaboração de plano de ensino;
      • Elaboração de materiais didáticos;
      • Intervenções em sala de aula;
        • Recursos Audiovisuais: Vídeos e slides
        • Música (Origem das espécies vem ai);
        • Simulado (Questões do ENEM);
      • Auto-avalição.
      • Socializar os resultados da pesquisa
      METODOLOGIA * Características do professor Investigador
      • Trazendo o conteúdo de forma mais contextualizada sem perder a cientificidade.
      X
    • RECURSOS AUDIOVISUAIS
    • Linguagem de Internet ORKUT FILOSÓFICO
    • Linguagem audiovisual Vídeos variados
    • Composição Musical O cara é Darwin, Evoluiiiiiiiiiiiiiiiiiiir Origem das espécies vem ai! 1831 Charles Darwin foi viajar Durante cinco anos, morou em alto mar Abordo do veleiro chamado “Beagle” Sul da América foi mapear Ô Darwin, foi-se embora pesquisar Ao chegar lá em Galápagos Viu 13 espécies de pardais Os bicos eram diferentes, habitat e muito mais Porém muito tinham em comum Pareciam ser iguais Ô Darwin, eles eram ancestrais Durante a viajem ele coletou fósseis, plantas e animais Juntou seus achados e levou pra casa, pra uma teoria começar 22 anos se passaram e o darwinismo se fez Seleção natural e evolução, canta aquela parte outras vez! O Darwinismo tem 3 afirmações Que agora vamos citar A vida era bem antiga, de milhões de anos atrás Os organismos eram bem mais simples, evoluíram pra ficar Seleção natural, Charles Darwin é demais! Música: “Origem das Espécies vem ai” Compositores: Jonathan Santos da Silveira Linguagem Musical REFRÃO REFRÃO REFRÃO
    •  
      • Visita técnica ao Santuário Rã-bugio
      • Localização: Guaramirim (SC)
      Núcleo de educação ambiental para conservação da biodiversidade da floresta a atlântica
      • Evolução de espécies fauna e flora
      • Contato com o objeto de estudo
      • Adaptações indivíduo x ambiente
      • Seleção Natural
      • Biodiversidade
      Buscando incentivar a capacidade de observação e reflexão, raciocínio lógico
    • 1° ANO ENSINO MÉDIO - REALIZAÇÃO DE SIMULADO Intervenções
      • Simulado Biologia
      2. Número de acertos por aluno 3. Número de acertos por disciplina
    • Considerações
      • Ressaltamos nesse trabalho, a busca da efetivação das leis em benefício à uma real qualidade de ensino, assim como as necessidades de mudanças .
      • O Exame Nacional do Ensino Médio ( ENEM ) destaca-se como um possível articulador na prática do processo investigativo .
      • O professor investigador e as tarefas de desenvolvimento curricular necessitam ser voltadas e adaptadas para o progresso dos alunos.
      • Sendo assim, a inovação, adaptação , reavaliação das metodologias usadas para essa nova gama de estudantes é fundamental, pelo fato das questões relacionadas à área de Biologia constantemente estarem sendo atualizadas e compreendidas .
      • Destacamos que o “inovar” nas aulas não requer grandes recursos , mas sim o empenho na atuação do professor por meio do processo investigativo.
    • “ O professor medíocre conta. O bom professor explica. O professor superior demonstra. O grande professor inspira.” Cimar Correa
      • ALARCÃO, Isabel. Professor-investigador: Que sentido? Que formação? Universidade de Aveiro. Porto: Porto Editora, 2001.
      • ARAÚJO, Inês Lacerda. Comunicação & política , v.25, nº2, p.057-077
      • CANDEIAS, António, Educar de outra forma – A escola nº 1 de Lisboa 1905-1930, Instituto de Inovação educacional. Lisboa,1994.
      • CNE/CEB - Conselho Nacional de Educação - Câmara de Educação Básica.
      • Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/rceb001_05.pdf
      • Acesso em: 20/06/2009
      • COSTA, Claudio Fernandes da. A indução dos pressupostos do ENEM nas políticas educacionais locais: Mecanismos e Processos de assimilação/disseminação e a centralidade curricular da noção de competências. UERJ. Rio de Janeiro.
      • DEWEY, J. (1959). Como pensamos (Vol. I). São Paulo: Companhia Editora Nacional.
      • FREIRE, Paulo. “Educação e Mudança". Paz e Terra, Rio de Janeiro, RJ, 1983.
      • HERNÁNDEZ, F.; VENTURA, M. A organização do currículo por projetos de trabalho: o conhecimento é um caleidoscópio . 5 ed. Porto Alegre: Artmed, 1998 a.
      • OLIVEIRA, Isolina; SERRAZINA, Lurdes. A reflexão e o professor como investigador.
      • OLIVEIRA, Ramon de. O ensino médio em questão: a análise de uma história recente . R. Educ. Prof., Rio de Janeiro, v.34, n.1, jan./abr. 2007.
      • PIRES, Célia M. C. Currículos de matemática: da organização linear à idéia de rede . São Paulo: FTD, 2000.
      • OLIVEIRA, P. A investigação do professor, do matemático e do aluno: uma discussão epistemológica . (tese de mestrado). Lisboa: DEFCUL, 2002.
      • STENHOUSE, L. An introduction to curriculum research and development. London: Heinemann, 1975.
      • MARTINS Sueli Terezinha Ferreira. Educação Científica e Atividade Grupal na Perspectiva Sócio-Histórica . Ciência & Educação, v. 8, n. 2. São Paulo, 2002.
      • MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO – ENEM
      • Disponível em: http://www.enem.inep.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=12&Itemid=34. Acesso: 31/05/2009
      • Presidência da República
      • Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/l9394.htm - Acesso: 22/06/2009
      • BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais – terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental: Introdução aos Parâmetros Curriculares Nacionais . Brasília, 1998.
      • ________ Governo Federal. Lei 9.394/96: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional , de 20 de dezembro de 1996. Ministério da Educação Brasília, 1999.
      • ________ Parâmetros curriculares nacionais: Ensino Médio . Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Brasília, 1999.
      Referências
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