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Referências de conteúdo
- Site do Tribunal Regional Eleitoral (TRE): http://www.tre-sc.gov.br. Acesso em 4/10/2010;
- Site...
- Perfil oficial do Facebook do candidato a senador Cláudio Vignatti (PT): http://www.facebook.com/Vignatti130Senador. Ace...
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Vencedores nas urnas não vencem nas redes sociais

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Material que traz o resultado da análise realizada pela Humantech nas redes sociais de 108 candidatos nas eleições de 2010.

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  • Muito legal!! Parabéns a todos os envolvidos, em especial ao Jorge Peligrino pelo design que está super bacana.
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  1. 1. Orkut Facebook Twitter YouTube Flickr 1Vencedores nas URNAS não vencem nas redes sociais Alguns minutos na televisão é pouco tempo para conhecer e escolher a pessoa que vai governar nossa cidade, estado ou país. Da mesma forma, os folders e faixas de campanha, estáticos, também não comunicam nada além de um número e meia dúzia de propostas. Nas eleições de 2010 os internautas brasileiros foram surpreendidos nas redes sociais por solicitações de amizade de candidatos que concorriam às vagas de presidente, senador governador e deputado federal e estadual. Aceitá-los como amigos significaria que, pela primeira vez, o eleitor brasileiro poderia ficar por dentro dos principais passos dos candidatos em tempo integral, pelo menos durante o período de sua campanha. Mas como se comportaram os políticos, muitos deles novatos, dentro das redes sociais no período de eleições? O que esses canais representaram para cada um deles, uma plataforma para pedir votos, interagircomoseleitoresousimplesmente para mostrar que são modernos e estão por dentro das tendências on-line? A Humantech, especializada em Gestão do Conhecimento e no monitoramento e análise de redes sociais, avaliou a estratégia e o posicionamento que alguns políticos adotaram antes, durante e depois do período eleitoral em cinco canais: Vencedores nas urnas não vencem nas redes sociais Eleitores ou apenas bons amigos? Fazendo #fails nas redes sociais Orkut foi abandonado por candidatos a senador Candidatos ao governo do estado preferem o Twitter Dilma mantém o eleitor informado Serra aboliu os sites Plínio de Arruda: popularidade pós-eleições Marina perde nas urnas mas vence nas redes O presidente digital E depois das eleições? Um Brasil on-line 1 2 4 6 8 10 11 12 13 14 15 17 Vencedores nas urnas não vencem nas redes sociais Ao total, foram avaliados os 108 candidatos que obtiveram mais de 20 mil votos a deputado estadual e federal, ao senado e ao governo do estado de Santa Catarina, além dos quatro concorrentes à presidência. As análises foram baseadas em perfis mantidos pelos próprios candidatos ou por sua assessoria, portanto, páginas criadas por outros usuários não foram consideradas. Índice
  2. 2. 6.000 7.000 8.000 0 1.000 2.000 3.000 4.000 5.000 Napoleão Bernardes (PSDB) Paulo Bornhausen (DEM) Valdir Colatto (PMDB) 7.826 seguidores 3.788 seguidores 1.865 seguidores Candidatos a deputado federal com mais seguidores no Twitter 2Vencedores nas URNAS não vencem nas redes sociais O Twitter é o campeão de uso entre os candidatos. Dos 108 políticos analisados, 85 mantinham a página e utilizaram o microblog como ferramenta de campanha. Não é possível perceber relação nítida entre o número de seguidores e o número de votos que o candidato recebeu. Foram frequentes os casos de candidatos bem representados no Twitter, com número de seguidores superior ao da média, e que não conseguiram se eleger. Os conteúdos publicados no Twitter podem ser classificados em pedidos de votos, agenda de campanha, apoio aos candidatos do mesmo partido, críticas aos candidatos dos partidos de oposição, links para materiais do candidato em outras redes, mensagens para parabenizar os candidatos eleitos do mesmo partido e agradecimento pelos votos recebidos. Eleitores ou apenas bons amigos? O candidato a deputado federal Valdir Colatto (PMDB - twitter.com/ colattodeputado) foi quem registrou o maior número de seguidores dentre os que concorreram para deputado estadual e federal em Santa Catarina. No entanto, com 7.826 seguidores e 86.725 votos, Colatto não ganhou a eleição.
  3. 3. 3Vencedores nas URNAS não vencem nas redes sociais A candidata à deputada federal Romanna Remor (DEM) também se destacou entre os candidatos com redes sociais bem estruturadas. Romanna (twitter.com/RomannaRemor) manteve 1.638 seguidores até o dia seguinte à eleição no seu Twitter, e o número passou para 1.696 um mês depois da votação. No YouTube, Romanna publicou o último vídeo no dia 1º de outubro, no período de campanha eleitoral. Contudo, com 59.672 votos, Romanna ficou como suplente e não conseguiu se eleger. Em contrapartida, há casos como o do candidato a deputado federal Odacir Zonta (PP - twitter.com/deputadozonta) que, mesmo com o número baixo de 87 seguidores e 50 postagens até o dia 4 de outubro, se elegeu com 103.965 votos. Edinho Bez (PMDB), que concorreu ao cargo de deputado federal e foi eleito com 99.613 votos, não tinha conta no Twitter. Notou-se também que a quantidade de postagens e a qualidade desses conteúdos não são determinantes para a vitória nas urnas. Um dia depois das eleições do primeiro turno, o candidato a deputado federal Napoleão Bernardes (PSDB - twitter.com/NapoleaoPSDB) contabilizava 2.977 tuítes e era o candidato a deputado em Santa Catarina com mais publicações. Napoleão foi também um dos mais ativos nas redes sociais durante e depois da campanha. Os seus canais continuam sendo atualizados mesmo depois das eleições. No YouTube, por exemplo, Napoleão tem 297 vídeos publicados, com 2.621 visualizações e a última publicação feita no dia 3 de novembro. Nas urnas, entretanto, os 55.817 votos que recebeu não o elegeram. José Paulo Serafim (PT), candidato a deputado estadual, tem cinco perfis no Orkut, que comportam 3.207 amigos ao total. Sua última atualização é recente e o número alto de recados em todos os perfis mostra que Serafim continua interagindo, porém, esse sucesso não se transferiu para as urnas. Jailson Lima da Silva (PT) mantém seis perfis no Orkut e 5.297 amigos, e assim como Serafim aparenta manter contato por meio de recados, mas conseguiu ser eleito deputado estadual.
  4. 4. Na segunda-feira, dia 4 de outubro, Mariani não postou nenhum tuíte.Voltou apenas no dia 7 com o prometido tuíte de agradecimento e, desde então, se mantém ativo no Twitter, com muitas interações e publicações sobre a sua agenda. “ ” 160.000 180.000 200.000 0 20.000 40.000 60.000 80.000 100.000 120.000 140.000 Paulo Bornhausen (DEM) Esperidião Amin (PP) Mauro Mariani (PMDB) 186.733 votos 166.524 votos 143.976 votos Candidatos mais votados a deputado federal 4Vencedores nas URNAS não vencem nas redes sociais Fazendo #fails nas redes sociais Esquecendo que tudo o que era publicado ficava registrado no Twitter, alguns candidatos fizeram promessas que não foram cumpridas. O deputado federal eleito com a maior quantidade de votos no estado, Mauro Mariani (PMDB), publicou dois dias antes da eleição: E se Deus quiser, retorno na segunda ao Twitter para comemorar o resultado dessa campanha intensa a federal. Conto com o seu voto... (twitter.com/mauro_mariani)
  5. 5. 5Vencedores nas URNAS não vencem nas redes sociais Serra e show,sem duvida votarei no 45,porque amo o Brasil e quero o melhor,para meus filhos,e netos (twitter.com/dirce15234) Dirce não se elegeu, mas acabou ficando como suplente. As postagens que fez depois das eleições tratam de assuntos mais pessoais, assim como um dos últimos tuítes do suplente José Aluísio Vieira (PR), o doutor Xuxo, que fez questão de alongar uma de suas postagens para reclamar do barulho de uma boate: A boate Ivyx em Joinville esta impossível. Não t vedação de som adequada e mantém a vizinhança acordada ate as 5 da manha. Aonde esta a fiscalização . (twitter.com/drxuxo) A candidata a deputada estadual Dirce Heiderscheidt (PMDB) também não prezava muito pela correção gramatical. Com poucas postagens e seguidores, disparava tuítes do tipo: O deputado estadual eleito Altair Guidi (PPS) anunciou em um tuíte que voltaria no dia seguinte para falar sobre a Campanha do Voto Regional. Nada foi postado em 28 de outubro, mas no dia 29 o tuíte estava lá: Fiquei devendo aqui no Twitter a minha opinião sobre a Campanha do Voto Regional. Penso que essa questão precisa ser observada sob 2 enfoques (twitter.com/altair_guidi) Apesar de eleito, o deputado não abandonou o Twitter e agora está utilizando o microblog como uma ferramenta de relacionamento. A frequência com que o deputado federal eleito Marco Tebaldi (PSDB) tuita pode ser verificada no número de postagens do seu Twitter até a primeira semana de novembro: 1.555. Às vésperas das eleições e na semana seguinte à votação, as publicações eram voltadas a retuítes, agradecimentos, respostas, links para materiais de campanha e críticas ao partido de oposição do candidato, nesse caso o Partido dos Trabalhadores (PT). Erros ortográficos e a falta de pontuação adequada também eram prática comum: Eles sao incompetentes e só choram o povo deu a resposta nas urnas (twitter.com/mtebaldi) Tebaldi se elegeu deputado federal com 100.839 votos. “ “ “ “ ” ” ” ” Ter uma quantidade significativa de seguidores é importante, mas é claro, desde que esses seguidores tenham real interesse no que está sendo dito e possam contribuir com o candidato de forma espontânea. Valter Gallina (PMDB - twitter.com/valtergallina), agora suplente, não levou isso em consideração e divulgou em seus dois últimos tuítes (de 13 e 25 de outubro) o link do #MaisFollowers, cujo nome dispensa explicações a respeito do serviço do site.
  6. 6. 1.600.000 1.800.000 0 200.000 400.000 600.000 800.000 1.000.000 1.200.000 1.400.000 Cláudio Vignatti (PT) Paulo Bauer (PSDB) Luiz Henrique da Silveira (PMDB) 1.784.019 votos 1.588.403 votos 1.219.700 votos Candidatos a senador mais votados em Santa Catarina A todos vocês deixo aqui o meu muito obrigado. Um forte abraço e vamos à vitória! 6Vencedores nas URNAS não vencem nas redes sociais Orkut foi abandonado por candidatos a senador No senado federal, Santa Catarina elegeu Luiz Henrique da Silveira (PMDB) com 1.784.019 milhões de votos. Com 1.036 seguidores, o último tuíte de Luiz Henrique (twitter.com/lhs155) é de 2 de outubro, um dia antes das eleições: O canal que mantinha no YouTube durante o período de campanha (youtu- be.com/lhs155) também não está mais no ar um mês depois das eleições do primeiro turno. No Facebook, o último material publicado é de três meses atrás. No Orkut, o senador possui uma comu- nidade com 722 membros, mas sem atu- alizações recentes. “ ”
  7. 7. 0 200 500 1000 1.500 2.000 2.500 Luiz Henrique da Silveira (PMDB)Cládio Vignatti (PT) Paulo Bauer (PSDB) 2.377 amigos 2.088 amigos 598 amigos Popularidade dos candidatos a senador mais votados no Facebook (amigos) 7Vencedores nas URNAS não vencem nas redes sociais OconcorrenteaosenadoCláudioVignatti (PT) continua atualizando seu perfil no Twitter (twitter.com/vignattisenador) de 1.717 seguidores com frequência, interagindo, postando links de fotos e dando retuítes. No Orkut, no entanto, a última atualização em seus dois perfis foi feita há um mês. Vignatti ainda está ativo no Facebook, mas graças à integração que fez com a sua conta no Twitter. Poucos dos candidatos analisados haviam feito essa integração, o que pode demonstrar uma falta de domínio da ferramenta. O candidato também não priorizou muito a divulgação de fotos: seu canal no Flickr conta com cinco fotos datadas de junho de 2009. O Orkut, aliás, foi a rede social mais abandonada pelos candidatos principalmente depois das eleições, sem considerar interações como recados e postagem de tópicos em comunidades. Entre os 99 candidatos à câmara e à assembleia analisados na pesquisa, apenas 12 atualizaram com fotos seus perfis após as eleições de 3 de outubro. Outros 34 sequer possuem presença nesta rede. O Facebook, imagina-se, não está tão abandonado por receber atualizações de outras redes – quando estão integradas. O Orkut não está, por exemplo, entre as redes divulgadas no site do candidato ao Senado Paulo Bauer (PSDB). Lá estão somente dois links, que levam ao Twitter e Flickr. Bauer continua usando o número de campanha em seu nome de usuário no Twitter (twitter.com/ paulobauer45), porém, tuita mensagens de conteúdo mais pessoal. O canal do YouTube, esquecido pelo site do candidato, foi atualizado pela última vez antes do primeiro turno das eleições.
  8. 8. 800.000 1.000.000 1.200.000 1.400.000 0 200.000 400.000 600.000 1.600.000 1.800.000 2.000.000 Ideli Salvatti (PT) Angela Amin (PP) Raimundo Colombo (DEM) 1.815.304 votos 857.698 votos 754.223 votos Candidatos a governador mais votados em Santa Catarina 8Vencedores nas URNAS não vencem nas redes sociais Candidatos ao governo do estado preferem o twitter O governo do estado ficou com Raimundo Colombo (DEM). No Twitter, na semana seguinte à eleição, Colombo (twitter.com/raimundocolombo) tinha 8.675 seguidores. Ele continuou tuitando frequentemente nas semanas seguintes, principalmente para apoiar o candidato do seu partido à presidência, José Serra (PSDB). Na primeira semana de novembro o número de seguidores de Colombo era de 8.864. No entanto, o canal de vídeos do candidato no YouTube não registra nenhum novo envio desde o material com a gravação do primeiro discurso de Colombo como eleito, logo após as eleições de 3 de outubro. Atualmente, o Twitter continua sendo o canal mais forte de Colombo. Ele tuíta com frequência, sendo que uma de suas últimas publicações inclui o link do site que está utilizando para o período de transição de governo.
  9. 9. 0 200 500 1.000 1.500 2.000 2.500 Luiz Henrique da Silveira (PMDB)Cláudio Vignatti (PT) Paulo Bauer (PSDB) 2.219 amigos 1.717 amigos 1.034 amigos Popularidade dos candidatos a senador mais votados no Twitter (seguidores) 2.000 2.500 3.000 3.500 0 500 1.000 1.500 Ideli Salvatti (PT) Angela Amin (PP) Raimundo Colombo (DEM) 3.350 amigos 2.902 amigos não tem Popularidade dos candidatos a governador mais votados no Facebook (amigos) 0 4.000 3.000 2.000 1.000 5.000 6.000 7.000 8.000 9.000 Angela Amin (PP) Ideli Salvatti (PT) Raimundo Colombo (DEM) 8.963 amigos 3.520 amigos 3.405 amigos Popularidade dos candidatos a governador mais votados no Twitter (seguidores) 9Vencedores nas URNAS não vencem nas redes sociais A candidata não-eleita Ideli Salvatti (PT) não está presente no Orkut nem no Facebook, mas está no Twitter (twitter.com/idelisalvatti), YouTube e principalmente no Flickr, onde possui uma conta “pro“ com quase três mil fotos e postagens recentes. Os tuítes pararam pela primeira vez no dia 2 de outubro, quando se dizia confiante de estar no segundo turno. Após a derrota, Ideli voltou a tuitar em 8 de outubro. A última notícia que deu a seus 3.459 seguidores no Twitter, nesse mesmo dia, foi a de que havia reassumido sua vaga no Senado. No Flickr, a última imagem publicada data de 2 de outubro: uma mensagem anunciando que as postagens seriam interrompidas em função da legislação eleitoral, que proíbe propagandas no dia da eleição. Ideli, assim como vários outros candidatos, talvez tenha utilizado esse aviso mais como um pretexto para suspender suas atividades na rede. Outra concorrente ao governo do estado, Angela Amin (PP), continua atualizando o site que estava no ar na época de campanha com notícias. É ativa no Twitter (twitter.com/ angelaamin), com 3.410 seguidores e 1.234 tuítes. O conteúdo das publicações denuncia que é ela mesma quem faz as atualizações, sem o apoio de uma assessoria. O Flickr contabiliza mais de 9 mil fotos, uma conta “pro“ e sem atualizações recentes.
  10. 10. 10Vencedores nas URNAS não vencem nas redes sociais dilma mantém o Eleitor informado Em seus tempos de candidata, Dilma Rousseff (PT) utilizava em seu site o domínio ”dilma13.com.br”. Depois de eleita, passou para apenas ”dilma. com.br”, e o conteúdo condiz com a iniciativa: o site é atualizado com frequência mesmo depois do período de eleições, principalmente com notícias sobre a agenda de Dilma. A página do Facebook, com quase 27 mil fãs, também é atualizada quase que diariamente com notícias replicadas de outros sites e blogs. As interações da presidente com os seus amigos e seguidores não são comuns, imagina-se que pelo excesso de demandas. Dilma não atualiza seu Twitter (twitter. com/dilmabr) desde o dia 1° de novembro, quando fez um tuíte de agradecimento por ter sido eleita presidente da república. No Flickr, as últimas fotos postadas, de comemoração pela vitória, são de 3 de novembro. não necessariamente são replicados nas outras. A comunidade, com quase 32 mil membros, é atualizada diariamente por meio de tópicos deixados pelos participantes no fórum. No YouTube, a última postagem da presidente foi o vídeo com o seu discurso em Brasília após o anúncio do resultado oficial. A publicação foi feita em 31 de outubro, mesmo dia em que o material foi captado. No Orkut, Dilma aparentemente mantém apenas um perfil já com mil amigos, onde continua postando apenas frases com links de notícias relacionadas ao governo atual. A última foto foi publicada em 20 de setembro, ou seja, os materiais postados em uma rede
  11. 11. 11Vencedores nas URNAS não vencem nas redes sociais serra aboliu os sites O candidato à presidência José Serra (PSDB) também se manteve ativo no Twitter (twitter.com/joseserra_) para continuar a campanha no segundo turno. A campanha no YouTube continua para alavancar o segundo momento. O último vídeo publicado é de propa- ganda eleitoral, do dia 29 de outubro. Serra criou seu canal de vídeos para a campanha, em junho deste ano. Os sites que utilizava durante a campanha (“serra45.com.br“ e “joseserra.com. br”) aparentemente não existem mais, e o perfil do Facebook, apesar de não receber muitas atualizações recentes, soma 4.876 amigos, e a página, mais de 38 mil fãs. As atualizações feitas pelo candidato na época de campanha, ao que tudo indica, eram muito bem aceitas pelos seus contatos. Cada postagem tem registrado um número significativo de pessoas que curtiram o conteúdo, e geravam muitas participações também por meio de comentários.
  12. 12. 12Vencedores nas URNAS não vencem nas redes sociais Plínio de Arruda: popularidade pós-eleições Navegando nas redes de Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), a impressão que se tem é que o candidato se fortaleceu na internet quando não estava mais concorrendo à presidência. A partir do dia 4 de outubro, Plínio começou a usar as redes, principalmente Twitter (twitter.com/pliniodearruda) e YouTube, para postar análises em vídeo que fazia dos debates entre os dois presidenciáveis que continuavam na empreitada. Um dos principais recursos que ele utilizou foi a Twitcam, recurso do Twitter que permite exibir vídeos em tempo real. Cada exibição de Plínio contabilizava entre 8 e 10 mil usuários conectados, o que pode ter ajudado perfil a conquistar mais seguidores. Atualmente, são mais de 68 mil. O seu canal do YouTube conservou o nome de usuário dos tempos de campanha (voteplinio50), e os vídeos que Plínio posta agora são relacionados aos candidatos que concorreram à presidência, como discursos oficiais e um vídeo no qual avalia a vitória de Dilma. Ou seja, o candidato prosseguiu utilizando as redes como uma forma de se posicionar e até como um canal para expressão, principalmente com relação ao período eleitoral e notícias sobre política. Plínio até possui conta em outras redes como o Facebook, mas a atividade é mais intensa mesmo no Twitter e no YouTube.
  13. 13. 13Vencedores nas URNAS não vencem nas redes sociais Marina perde nas urnas mas vence nas redes As redes de Dilma estavam bem cuidadas, mas exemplares mesmo são os perfis da candidata Marina Silva (PV), que apesar de não ter nem participado do segundo turno fez uma campanha de sucesso no meio digital. Seus perfis nas redes estavam sempre atualizadosparamanterorelacionamento com os contatos, que no Facebook somavam quase 80 mil e no Twitter (twitter.com/silva_marina), 341.770. Na comunidade do Orkut, com pouco mais de 55 mil membros, é anunciado um aplicativo que podia ser utilizado por usuários que quisessem colaborar de forma espontânea com a campanha de Marina. No Twitter, a atividade continua mesmo após o dia 3 de outubro. Depois da eleição de Dilma e de um tuíte parabenizando a nova presidente, Marina prossegue postando diariamente infor- mações sobre ações no meio ambiente. No Flickr, onde a última atualização data de 4 de outubro, as postagens parecem ter sido interrompidas, assim como no YouTube, no qual o último vídeo data de 1° de outubro.
  14. 14. 14Vencedores nas URNAS não vencem nas redes sociais O Presidente Digital A estratégia utilizada por Marina tem ações muito parecidas com as utilizadas por Barack Obama no período de eleições para presidente nos Estados Unidos, em 2008, na qual conseguiu mobilizar os internautas para que se engajassem em sua campanha de forma espontânea on e off-line. Naquela época, um fato que contribuiu bastante foi a forte presença da população norte-americana também no meio digital. Ao invés de usar as redes sociais para pedir votos de forma fria e impessoal, Obama utilizou-as para deixar de ser um “mito“ e se aproximar dos eleitores, mobilizando a população a promover ações no mundo off-line para colaborar com sua campanha. Mais de 200 mil eventos foram organi- zados pelos internautas colaboradores da campanha por meio do site utilizado por ele nas eleições, mybarackobama. com, o qual recebeu o cadastro de mais de 2 milhões de pessoas interessadas em participar ativamente da campanha. Aliás, o endereço do site de Marina é praticamente uma versão em português: minhamarina.org.br. O engajamento dos internautas em prol da candidatura de Obama rendeu a arrecadação de mais de 750 milhões de dólares, sendo que 67% das doações foram feitas pela internet. Outra investida do presidente norte-americano foi a entrada em mais de 16 redes sociais on- line, para disseminar suas ideias a pessoas de vários comportamentos diferentes. O sucesso da campanha de Obama é traduzido em números: naquelas eleições houve um número recorde de eleitores, de 130 milhões – isso sem esquecer que o voto nos Estados Unidos não é obrigatório. Vale lembrar que o fator principal que levou Obama a ter sucesso na estratégia digital e nas urnas foi a cultura e o engajamento dos norte-americanos nas redes sociais. Segundo dados da pesquisa Nielsen Online, na época o candidato falava na internet para mais de 223 milhões de eleitores. No Brasil, são 67,9 milhões de usuários conectados, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) de 2009, divulgada pelo IBGE.
  15. 15. 0 2.000 1.500 1.000 500 2.500 3.000 3.500 Edison Andrino (PMDB) Kennedy Nunes (PP) Renato Hinnig (PMDB) 3.229 seguidores 3.099 seguidores 1.738 seguidores Candidatos a deputado estadual com mais seguidores no Twitter 15Vencedores nas URNAS não vencem nas redes sociais E depois das eleições? O próprio endereço dos candidatos nas redes sociais já denunciava o abandono das redes depois das eleições. Muitos dos candidatos mantinham nomes de usuários com seu número para votação. Mesmo sendo possível alterar o nome de usuário da rede depois de sua criação, é nítido que os canais foram criados apenas para a campanha eleitoral e muitos deles nem existem mais. A essas alturas não se sabe o que é pior: procurar por um candidato na internet e nas redes sociais e não encontrá- lo, ou se deparar com perfis vazios ou materiais desatualizados, dando, inclusive, uma impressão de desleixo por parte do seu dono? Mesmo com a diminuição do número de postagens de alguns candidatos depois das eleições, o Twitter parece ser a rede que ainda permanece fortalecida depois das eleições. Isso porque muitos perfis já existiam, mesmo antes do período eleitoral e eram contas pessoais dos candidatos. As postagens, então, continuaram sendo frequentes já que não se tratava de uma ferramenta pensada exclusivamente para a campanha. Um exemplo é o perfil no Twitter do deputado estadual eleito Kennedy Nunes (PP). Ele foi um dos primeiros políticos a usar o Twitter no Brasil. Foi, inclusive, tema de reportagem na Folha de São Paulo quando sorteou um DVD entre os seguidores.Temtrêsmilseguidores posta mensagens de relacionamento e agenda.
  16. 16. 62.000 61.000 63.000 64.000 65.000 66.000 Valdir Vital Cobalchini (PMDB) Cesar Souza Junior (DEM) Gelson Luiz Merisio (DEM) 65.551 votos 63.723 votos 62.465 votos Candidatos mais votados a deputado estadual 16Vencedores nas URNAS não vencem nas redes sociais O Twitter (twitter.com/deputado kennedy) é pessoal. A assessoria possui perfil próprio. O microblog e o site são bem administrados e são seus únicos canais on-line de relacionamento. Diante dos números coletados nos perfis, é possível concluir que a utilização das redes pouco adiantou na conquista de votos. Um exemplo disso foi o desempenho dos políticos Gelson Luiz Merisio (PMDB), Cesar Souza Junior (DEM) e Valdir Vital Cobalchini (PMDB), os três mais votados a deputado estadual em Santa Catarina, que não tiveram o mesmo destaque nas redes sociais. Parecem ter criado as redes, gerando uma nova demanda de trabalho para a assessoria, sem ter previsto que precisaria de um bom tempo para o fortalecimento dessas redes. Com isso, têm perfis fantasmas, que pouco ou nada contribuem para a eleição. Outro fator que determina se o candidato entrou nas redes por modismo ou não é a avaliação da base eleitoral de cada um. Exemplo: o candidato a deputado estadual Nilson Gonçalves (PSDB) tem grande votação das pessoas da classe média baixa, que, com certeza, não são usuárias do Twitter, onde ele criou uma conta durante a campanha eleitoral.
  17. 17. 17Vencedores nas URNAS não vencem nas redes sociais UM BRASIL ON-LINE Na última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) divulgada pelo IBGE, referente ao ano de 2009 e divulgada em 2010, a análise sobre o uso da internet no país apontou que em um ano o número de usuários aumentou 12 milhões. Segundo a PNAD, os quase 70 milhões de internautas brasileiros em 2009 são representativos de um crescimento de 21,5% na comparação com 2008. Os números são aindamais expressivos quando o período analisado vai de 2005 a 2009. Há cinco anos, éramos 31,9 milhões de usuários. Isso significa que se algum político fosse investir numa campanha voltada para a internet naquele período, além de não ter como benefício as redes sociais, que ainda engatinhavam na época, teria também que explorar um nicho de usuários 112,9 % menor do que o que temos hoje. Apesar do maior número de acessos entre 2005 e 2009 se concentrar nos jovens de 15 a 17 anos – 71,1% -, logo em seguida a idade que aparece na pesquisa é de potenciais eleitores – 68,7% dos acessos concentram-se na faixa etária dos 18 e 19 anos. Até mesmo o contingente de usuários que menos acessa a rede aumentou significativamente: 15,2 % dos inter- nautas tem 50 anos ou mais, o que equivale a um crescimento de 138%, na comparação com 2005. Nas redes sociais, também somos muitos. De acordo com pesquisa divulgada em outubro deste ano pelo Google Ad Planner, somos 160 milhões no Orkut, 31 milhões no Facebook, 26 milhões no Twitter e 5,5 milhões no Flickr. Talvez a tão esperada revolução na campanha eleitoral de 2010 por meio das redes sociais não tenha vindo da maneira esperada no Brasil. O que vimos foram perfis de políticos criados no começo da campanha e desativados logo após as eleições, canais fantasmas com atualizações esporádicas e nada estratégicas, publicações com erros gramaticais e ortográficos, interações agressivas com candidatos dos partidos da oposição. Um tuiteiro de plantão classificaria a movimentação como uma coleção de #fails sem igual. No entanto, ainda que um pouco desastrosamente, estreamos em 2010 uma propaganda política que dessa vez acontecia não só nos santinhos distribuídos aos ventos e nas placas e outdoors um tanto quanto invasivos. Por maisqueacampanhapolíticadigitaltenha se mostrado por meio de estratégias sem sucesso, não podemos negar que o fato dos políticos considerarem, pela primeira vez, a força dessas ferramentas conta pontos positivos para posicionamentos mais acertados no futuro. Em 2010, abriu-se um caminho em que pelo menos houve a discussão da questão do engajamento on-line. É o que estamos fazendo aqui e foi o que fizeram centenas de reportagens, artigos e entrevistas sobre o assunto. É um primeiro passo apenas. Olhares monitorando as redes nas próximas eleições em 2012 não faltarão e, até lá, os candidatos terão bastante tempo para contabilizar os erros e acertos cometidos em 2010.
  18. 18. Gerente de conteúdo digital Henrique Puccini - @hpuccini Analistas de conteúdo Ronaldo Santos - @ronaldovsantos Eva Croll - @evainthesky Camila Prochnow - @camilaprochnow Coordenador de arte Adoni Eder Wesolowski - @adonieder Designer Jorge Peligrino - @georgefloresta A Humantech Gestão do Conhecimento é uma empresa privada, pluralista, sem filiação partidária e que trabalha dentro dos melhores princípios da democracia representativa. O material desenvolvido e apresentado pela equipe de especialistas da Humantech é um estudo e mapeamento factual que não expressa a opinião de seus sócios e diretores. website: www.humantech.com.br e-mail: comercial@humantech.com.br telefone: (47) 3028-3113 twitter: @humantech_ endereço: Rua São Paulo, 31 - bairro Bucarein Joinville - SC CEP: 89202-200 Informe institucional equipe envolvida no projeto 18Vencedores nas URNAS não vencem nas redes sociais
  19. 19. Referências de conteúdo - Site do Tribunal Regional Eleitoral (TRE): http://www.tre-sc.gov.br. Acesso em 4/10/2010; - Site oficial do candidato a senador Paulo Bauer (PSDB): http://www.paulobauer.com.br. Acesso em 15/11/2010; - Site oficial da candidata a governadora Angela Amin (PP): http://www.angelaamin.com.br. Acesso em 15/11/2010; - Sites oficiais do candidato a presidente José Serra (PSDB): http://www.serra45.com.br e http://www.joseserra.com.br. Acesso em 11/10/2010; - Sites oficiais da candidata a presidente Dilma Rousseff (PT): http://www.dilma13.com.br e http://www.dilma.com.br. Acesso em 15/11/2010; - Site oficial da candidata a presidente Marina Silva (PV): http://www.minhamarina.org.br. Acesso em 5/10/2010; - Site oficial do presidente norte-americano Barack Obama: http://www.mybarackobama.com. Acesso em 11/11/2010; - Site oficial do deputado a estadual Kennedy Nunes (PP): http://www.knunes.com.br. 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Acesso em 5/10/2010; - Twitter oficial do candidato a deputado federal Napoleão Bernardes (PSDB): http://www.twitter.com/NapoleaoPSDB. Acesso em 7/10/2010; - Twitter oficial do candidato a deputado federal Odacir Zonta (PP): http://www.twitter.com/deputadozonta. Acesso em 6/10/2010; - Twitter oficial da candidata a deputada federal Romanna Remor (DEM): http://www.twitter.com/RomannaRemor. Acesso em 7/10/2010; - Twitter oficial do candidato a deputado federal Mauro Mariani (PMDB): http://www.twitter.com/mauro_mariani. Acesso em 5/10/2010; - Twitter oficial do candidato a deputado estadual Altair Guidi (PPS): http://www.twitter.com/altair_guidi. Acesso em 6/10/2010; - Twitter oficial do candidato a deputado federal Marco Tebaldi (PSDB): http://www.twitter.com/mtebaldi. Acesso em 7/10/2010; - Twitter oficial da candidata a deputada estadual Dirce Heiderscheidt (PMDB): http://www.twitter.com/dirce15234. 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Acesso em 30/11/2010; - Vidro quebrado (páginas 4 e 5): retirada do site http://www.applegazette.com/apple-inc/buy-sell-wait-are-you-still-there-iphone-selling-to-fortune-100-compa- nies. Acesso em 30/11/2010; - Os desenhos dos avatares (páginas 1, 6 e 8), os ícones das redes (página 1) e o mapa (página 17) foram produzidos pela equipe da Humantech; - As imagens dos perfis dos candidatos nas redes são print screens produzidos pela equipe da Humantech; - Os gráficos, listados abaixo, foram produzidos pela equipe da Humantech: “Candidatos a deputado federal com mais seguidores no Twitter” (página 2); “Candidatos mais votados a deputado federal” (página 4); “Candidatos a senador mais votados em Santa Catarina” (página 6); “Popularidade dos candidatos a senador mais votados no Facebook (amigos)” (página 6); “Candidatos a governados mais votados em Santa Catarina” (página 8); “Popularidade dos candidatos a senador mais votados no Twitter (seguidores)” (página 9); “Popularidade dos candidatos a governador mais votados no Facebook (amigos)” (página 9); “Popularidade dos candidatos a governador mais votados no Twitter (seguidores)” (página 9); “Candidatos a deputado estadual com mais seguidores no Twitter” (página 15); “Candidatos mais votados a deputado estadual” (página 16). 20Vencedores nas URNAS não vencem nas redes sociais

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