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Estratégias da Comissão Representativa do Estado de Israel na Míni-ONU
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Estratégias da Comissão Representativa do Estado de Israel na Míni-ONU

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Transcript

  • 1. Estado de Israel Estratégias contra o Eixo do Mal
  • 2. Como falar
    • Presidente (qualquer que seja): Excelentíssimo Senhor (a).
    • Ministro de Relações Exteriores e demais ministros: Senhor (a).
    • Ser agressivo com o Eixo do Mal ( Irã, Venezuela ) e, nesse caso, sempre atacar primeiro, não esperando a reação do próximo.
  • 3. Conflito árabe-israelense
    • Devemos começar tratando do conflito árabe-israelense, procurando anulá-lo desde já a partir do diálogo – coisa simples mas que até hoje não existiu em função da falta de cooperação maioria da Liga Árabe, talvez por crença excessiva no islamismo por parte dos árabes. Além disso, o interesse pela paz deve ser embasado citando a o histórico de perseguições contra os judeus, o Holocausto, o lema do povo judeu e etimologia do nome Jerusalém, que demonstram o real interesse israelense em cessar o conflito .
  • 4. Armamento nuclear
    • Caso surja, durante as negociações, torpezas do tipo “Ah! Israel tem bomba atômica; por que não nós?” , deve-se anulá-las o mais rápido possível. Primeiro que o Ministério de Relações Exteriores de Israel jamais comentou sobre isso: não afirmou nem negou ; logo, só existem suposições. Também nunca assinou o TNP enquanto Irã e Venezuela assinaram. Ao passo que se fala isso, é importante que se exija provas , pois, desse jeito, o adversário não terá escapatória e terá ponto negativo.
  • 5. Armamento nuclear
    • Poderão citar, também, que embora não tenha armamento nuclear, Israel tem um Exército tão bem equipado que pode dominar a região, caso quisesse; e que o Irã só tenta melhorar o seu Exército, mas sem bombas. Mentira: a Comunidade Internacional não desconfia de Israel porque este é um Estado laico e democrático, onde todas as medidas políticas adotadas giram em torno da Carta Universal dos Direitos Humanos , ao passo que o Irã é uma teocracia onde seu líderes radicais – o aiatolá Khomeini e o Presidente Mahmoud Ahmadinejad – lideram o cenário político e podem impor suas ideologias anti-semitas e anti-americanas facilmente, estimulando o povo; povo que anda bem insatisfeito com as últimas eleições presidencias , que foram evidentemente forjadas , com manifestações pela internet (blogues e Twitter), visto haver censura contra o povo e a imprensa iraniana. Entretanto, deve haver um abrandamento nesta parte do discurso.
  • 6. Fatores históricos
    • Negar o Holocausto é uma estratégia de negar o Movimento Sionista – que deu origem ao Estado de Israel, na década de 1940 – e, portanto, negar o Estado de Israel. Desse modo, fica mais explícito ainda o interesse do Irã de tirar Israel do mapa. Expor provas da existência do Holocausto – e que sensibilizem o público – é uma boa dica.
    • O espírito anti-americano adotado pelo Irão se fundamenta no seguinte: os Estados Unidos financiaram um golpe que eliminou um Presidente tendencioso ao radicalismo (ligado à URSS), na primeira metade do século XX, e, depois, instalou um ditador com tendências ocidentais , levando o Irã ao progresso econômico, mas à insatisfação popular (povo muito crente no islamismo) e às perdas de identidade cultural, cujo estopim foi a Revolução Islâmica , que derrubou tal ditador imposto pelos EUA e instalou a teocracia, levando o Irã de volta às suas mais primordiais crenças/estágio , orientalizando o Irã.
  • 7. Fatores históricos
    • Israel jamais começou um conflito; na verdade, sempre contra-atacou .
    • Entretanto, os contra-ataques foram sempre muito sérios e, de certa forma, exagerados. Nesse momento, deve-se afirmar que a ação foi necessária pelo espírito de jihad com o qual vivem muitos árabes e que, se não fosse um contra-ataque sério, poderia levar à sucessão dos mesmos acontecimentos.
    • Aqui, comentar-se-á que a origem de tanta discórdia foi o estabelecimento de Israel naquela região na década de 1940. Mentira: o povo israelense sempre se preocupou em habitar a Terra Prometida – perímetro que hoje corresponde a Israel –, que lhes foi dada há 3.500 anos, quando sequer os árabes existiam . Mas não citem a Torá como fator responsável.
  • 8. Fatores históricos
    • Provavelmente irão apelar comentando acerca dos bruscos contra-ataques militares israelenses novamente; não se preocupe: se o quesito for morte de gente inocente, cite que o governo iraniano comprovadamente financia grupos de extermínio dos muçulmanos sunitas (contra os principais políticos, que são muçulmanos xiitas) no Irã , é contra a diversidade cultural-religiosa-sexual os grupos terroristas Hammas e Hezbollah nas adjacências de Israel – para atacar Israel e próprio povo palestino – e ainda participou do ataque promíscuo e impiedoso ao World Trade Center – WTC –, em Nova Iorque, EUA, em 11/09/2001.
  • 9. Fatores históricos
    • O Brasil foi o maior responsável pela fundação do Estado de Israel: a reunião da ONU que legalizou o maior intuito do Movimento Sionista – a fundação de Israel – foi o diplomata brasileiro Oswaldo Aranha .
    • Lula apóia o programa nuclear iraniano, disse; mas desde que seja para fins pacíficos – e está provado que não tem tais fins.
    • Israel vai transferir tecnologia de segurança ao Brasil durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.
    • Foi com o Brasil que Israel recebeu o impulso necessário à massificação de tecnologias aplicadas à agricultura (EMBRAPA) . Por isso a agricultura avançada israelense vive seu auge.
    • A Venezuela – aliada do Irã – recentemente invadiu a Escola Hebraica de Caracas pela segunda vez em 2009 sob o pretexto de que houvesse armas de destruição em massa, mas nada encontrando ; é evidente, assim, a parceria entre Venezuela e Irã no Eixo do Mal e que eles tentam contra o pudor dos justos judeus agora para, em breve, tentar contra o pudor de todos outros povos, o que fere a Declaração Universal de Direitos Humanos e até mesmo a Constituição desses países.
  • 10. Fatos históricos
    • O povo judeu – hoje constituído por aproximadamente 14 milhões de pessoas – detém as elites intelectual e financeira do mundo . Logo, é evidente que, junto aos EUA, podemos fazer boas negociações , pautadas sobretudo na transferência de tecnologia.
    • Talvez nos aleguem que Israel gasta 7% de seu PIB com sua Defesa . Entretanto, isso não é motivo para angústia : Israel é um dos maiores pólos tecnológicos do mundo – lá foram criados a maioria dos semicondutores Intel, a plataforma de mensagens instantâneas Windows Live Messenger (no deserto de Negev, ao Sul de Israel) e muitos outros –, possui a segunda maior esperança de vida escolar da Ásia – junto com o Japão –, a maior taxa de alfabetização da Ásia, a maior concentração de profissionais com Ph.D. do mundo e a maior concentração de leitores ativos do mundo. Assim, não falta tecnologia. Peres – atual Presidente israelense –, em visita ao Brasil, disse que o Brasil tem o recurso humano, e Israel, o recurso científico.
  • 11. Objetivos
    • Esclarecer o intuito de paz de Israel – nem que seja necessário a fundação da Palestina nos moldes pretendidos da Comunidade Internacional.
    • Buscamos a paz ; não a guerra.
    • Toda a guerra é de culpa árabe e até agora não cessou definitivamente, mas quando cessar, vai finalizar por onde devia ter começado: a paz. Chega de autoritarismo e intolerância por parte das lideranças políticas de alguns países árabes , como Irã e Autoridade Palestina (não citar Egito e Jordânia, que são exceções e bem convivem com Israel). Precisamos aceitar o convívio de todos os povos e todas as nações, por mais diferentes que sejam.
    • Não devemos nos esquecer do passado; devemos, sim, analisá-lo para não continuar no erro e construirmos um futuro melhor e repleto de coisas boas pros nossos descendentes.
  • 12. Negociações
    • Negociações de paz com complexos países da Liga Árabe, como a Autoridade Palestina (que não necessariamente um País).
    • Transferência de tecnologia de ponta com seu devido barateamento possível, principalmente no setor de segurança pública e de entretenimento.
    • Fornecimento de produtos farmacêuticos com tecnologia de ponta com devido barateamento.
    • Fornecimento de artigos agriculturáveis israelenses, como tâmaras, tomates, limões e outras frutas/verduras/legumes (grãos); alimentos processados; carne.
    • Exportação de diamantes com devido barateamento.
    • OBSERVAÇÃO: AS MEDIDAS DE NEGOCIAÇÃO DEVEM SER TOMADAS EM SINCRONIA COM A DLEGAÇÃO DOS EUA.
  • 13. URLs
    • Nossas negociações devem estar pautadas nas necessidades de importação de países como Brasil, Rússia e China. A responsabilidade não é do Primeiro-Ministro; logo, leiam e procurem fazê-lo. As URLs a seguir podem estar em mau português por estarem associadas ao Google Tradutor.
    • BRASIL: http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://internationaltrade.suite101.com/article.cfm/brazils_top_exports_imports&ei=UUsQS9u6OcqluAemrd23CQ&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=1&ved=0CA4Q7gEwAA&prev=/search%3Fq%3DBrazil%2Bimports%26hl%3Dpt-BR
    • RÚSSIA: http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://internationaltrade.suite101.com/article.cfm/top_russian_exports_imports&ei=PksQS9LpDMuZuAft_LS8DA&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=1&ved=0CAsQ7gEwAA&prev=/search%3Fq%3DRussian%2Bimports%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DX
    • CHINA: http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&langpair=en|pt&u=http://internationaltrade.suite101.com/article.cfm/top_chinese_exports_imports&prev=/translate_s%3Fhl%3Dpt-BR%26q%3Dhttp://internationaltrade.suite101.com/article.cfm/top_chinese_exports_imports%26sl%3Dpt%26tl%3Den
    • FRANÇA: http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://international-trade-leaders.suite101.com/article.cfm/top_french_exports_imports&ei=dEsQS_H-B8SSuAfQ0rm4CQ&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=1&ved=0CAkQ7gEwAA&prev=/search%3Fq%3DFrench%2Bimports%26hl%3Dpt-BR