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   Construídas sobre REA.      Vai para além do Acesso livre para arquiteturas abertas de aprendizagem.      Foco: apre...
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ConclusãoAtualmente, o Movimento REA tem tido uma evolução, assinalada principalmente pelaprodução, uso e reutilização de ...
Johnstone, Sally M. (2005). Open Educational Resources Serve the World. EDUCAUSEQuarterly Magazine, Volume 28, Number 3, 2...
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O desenvolvimento de práticas educativas suportadas por Recursos Educativos Abertos como modelo educativo para a Sociedade do Conhecimento.

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Com a crescente implementação e consolidação de projetos relacionados com Recursos Educativos Abertos, que visam aumentar o acesso ao conhecimento e às oportunidades educativas através da partilha de recursos educativos, surge a necessidade de se transitar do paradigma do acesso livre, a utilização e produção desses recursos, para uma nova fase em que se promova o desenvolvimento de Práticas Educativas Abertas, onde a integração dos REA resultem na inovação e melhoria da qualidade do Ensino em todo o Mundo. Este artigo retrata exatamente esta perspetiva de mudança, com o objetivo de se promover novos modelos de aprendizagem na Sociedade do Conhecimento.

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O desenvolvimento de práticas educativas suportadas por Recursos Educativos Abertos como modelo educativo para a Sociedade do Conhecimento.

  1. 1. O desenvolvimento de práticas educativas suportadas por Recursos Educativos Abertos como modelo educativo para a Sociedade do Conhecimento. Hugo Domingos Mestrando na Universidade Aberta hugodmg@gmail.comResumoCom a crescente implementação e consolidação de projetos relacionados com RecursosEducativos Abertos, que visam aumentar o acesso ao conhecimento e às oportunidadeseducativas através da partilha de recursos educativos, surge a necessidade de se transitar doparadigma do acesso livre, a utilização e produção desses recursos, para uma nova fase emque se promova o desenvolvimento de Práticas Educativas Abertas, onde a integração dosREA resultem na inovação e melhoria da qualidade do Ensino em todo o Mundo. Este artigoretrata exatamente esta perspetiva de mudança, com o objetivo de se promover novos modelosde aprendizagem na Sociedade do Conhecimento.Palavras-chave: Recursos Educativos Abertos, Práticas Educativas Abertas, Sociedade doConhecimento, Acesso Livre.IntroduçãoNuma altura em que a tecnologia se implantou de forma definitiva na sociedade e nasinstituições de ensino, não há como nos alienarmos dela. Com projetos mais ou menosaudazes e eficazes, o computador e a educação digital entraram nas escolas e universidades eno dia a dia do cidadão comum. O rápido desenvolvimento e o aparecimento constante denovas tecnologias e novos métodos de criação de conhecimento, têm conduzido a uma rápida Página 1
  2. 2. desatualização do conhecimento, o que vem acentuar, de forma urgente, a necessidade e odesafio de transitar, criar e/ou alterar paradigmas educacionais: "da educação e formação paraum emprego ao longo da vida, para o novo paradigma da aprendizagem ao longo da vida"(Forsyth, 1996). Surge, assim, a necessidade de desenvolver novos modelos e estratégias deensino e aprendizagem, que possam responder às exigências da Educação para a Sociedade doConhecimento em cíclica evolução e mudança, onde cada ciclo dá origem a novos ciclos,novas estratégias e novas ferramentas da aprendizagem. É este o contexto da Sociedade doConhecimento, em permanente mudança, exigindo da comunidade educativa mundial orepensar urgente e o renovar das suas práticas letivas e onde os REA surgem como oparadigma de excelência.O termo Recursos Educacionais Abertos foi adotado no Forum on the Impact of OpenCourseware for Higher Education in Developing Countries organizado pela UNESCO, em2002, para referir-se à disponibilização de recursos educativos, disponíveis através dastecnologias da informação e comunicação, para consulta, utilização e adaptação por umacomunidade de utilizadores, para fins não comerciais. Os participantes expressaram a "suavontade de desenvolver em conjunto recursos educativos universais que poderiam serdisponibilizados para toda a humanidade" e "a esperança de que o conjunto destes recursosabertos pudesse mobilizar toda a comunidade mundial de educadores no futuro" (UNESCO,2002). Este sentimento identifica-se com o espírito da UNESCO que apoia a Sociedade doConhecimento. No prefácio do primeiro Relatório Mundial da UNESCO - Rumo àsSociedades do Conhecimento (UNESCO World Report: Towards Knowledge Societies), oDiretor Geral, Koïchiro Matsuura, afirmou que "para permanecerem humanas e habitáveis, associedades do conhecimento terão que ser sociedades de conhecimento partilhado"(UNESCO, 2005). Esta afirmação está diretamente relacionada com o objetivo principal dodesenvolvimento e partilha dos REA, ou seja, a partilha mundial do conhecimento. Página 2
  3. 3. A implementação de Projetos REAA comunidade académica sempre partilhou conhecimento. O método científico e os processosde revisão por seus pares são baseados nesta abordagem. No entanto, a disponibilidade deconteúdos em formato digital facilita significativamente a partilha, assim como a suaatribuição a uma licença aberta (exemplo: Licenças Creative Commons -http://creativecommons.org) facilita a adaptação, localização e tradução. Isso significa que osmateriais educativos podem tornar-se amplamente disponíveis. O estudo da OCDE GivingKnowledge for Free: the emergence of Open Educational Resources constatou “que mais de3.000 cursos foram disponibilizados em 2007, a partir de mais de 300 universidades em todoo mundo” (OECD, 2007). O MIT OpenCourseWare (http://ocw.mit.edu) e o ConsórcioOpenCourseWare (http://www.ocwconsortium.org/), com mais de 100 instituições, estãoentre os exemplos mais conhecidos. Embora a maioria das iniciativas tenha sido empreendidapelas instituições tradicionais, as Universidades Abertas também começaram a explorar osREA. A Open University do Reino Unido (http://www.open.ac.uk) criou o OpenLearnpermitindo o livre acesso a alguns dos seus materiais, e a Open University da Holanda(http://www.ou.nl/) disponibiliza os seus conteúdos para o estudo autónomo.Este número crescente de iniciativas levou à emergência do movimento dos REA, ummovimento que visa aumentar o acesso ao conhecimento e a oportunidades educativas atravésda partilha de recursos educativos. Se o conhecimento, como os REA, é para ser partilhado, énecessário existirem mudanças.Em 2005, o International Institute for Educational Planning - IIEP da UNESCO retomou odesafio de enfrentar um dos principais entraves ao uso dos REA, a falta de informação. Aexistência de informações adequadas e acessíveis sobre as opções disponíveis é elementoessencial para o planeamento, desenvolvimento, exploração e avaliação da utilidade potencialdos recursos para qualquer das partes interessadas na Educação. Página 3
  4. 4. Numa sociedade progressivamente mais competitiva, onde o protagonismo individual e abusca do sucesso social estão cada vez mais institucionalizados, os REA e a utilização deFLOSS (Free Libre Open Source Software) surgem como uma alternativa prática,democrática e inteligente, capaz de colocar alguma igualdade no sistema social, em contextosespecíficos. Assim, valores como a cooperação, a partilha, o espírito de comunidade, elevam,não só o grau de conhecimento, mas também, o crescimento social.Pesquisadores e educadores, de uma forma gradual, têm vindo a apostar na ideia da criação,utilização e reutilização de diferentes recursos educativos, de uma forma livre, utilizandoInternet como plataforma de excelência. No entanto, a disponibilização destes recursos visatambém os contextos formais de aprendizagem, não só no acesso a recursos educativos mastambém a publicações de estudos de caso e artigos de investigação. Numa vertente maisoperacional, importa referir a importância das comunidades de prática na disponibilização derecursos e na reflexão sobre esta temática. Os REA incluem todo o tipo de recursoseducativos, normalmente em formato digital, como por exemplo: objetos de aprendizagem,material de leitura, simulações, experiências, demonstrações, assim como, guias deaprendizagem, estratégias de ensino, etc.Segundo Johnstone (2005), os REA podem ser caracterizados em três grandes grupos:  Recursos de aprendizagem (courseware, módulos de aprendizagem, objetos de aprendizagem, ferramentas de avaliação, comunidades de aprendizagem online).  Recursos de suporte à aprendizagem (ferramentas e materiais de suporte que permitam aos professores criar, adaptar e usar os REA).  Recursos que fomentem a qualidade do ensino e das práticas educacionais.A importância dos REA tem sido largamente documentada e demonstrada recentemente.Desde conferências e declarações dedicadas ao apoio dos REA, ao desenvolvimento derepositórios de recursos e outros serviços, tem ocorrido um despertar da comunidade Página 4
  5. 5. educativa em todo o Mundo. Em comunidades de REA, "o impacto da inovação é maiorquando partilhado: os utilizadores revelam livremente o seu conhecimento e, com isso,trabalham cooperativamente" (Larsen e Vincent-Lancrin, 2005). Segundo um estudo de Kansae Ashley (2005), “apenas 27% de artigos de investigação são publicados e que apenas 5% dapesquisa é partilhada”. Segundo esses autores, a exposição desses artigos à comunidadeaumenta 10 vezes com abordagens de acesso livre. Também é possível compreender osbenefícios dos REA quando observamos o impacto nas comunidades suportadas por REA.Para os autores, a publicação livre permite o acesso a uma audiência mais vasta, pois os seusartigos são citados mais frequentemente. Para os leitores, o acesso livre permite a consultailimitada de trabalhos de investigação. Para os editores, o acesso livre permite uma maiordisseminação dos artigos por eles publicados e as universidades obtêm maior visibilidade.Estes “benefícios alcançáveis por cada um destes atores trazem valor acrescentado a toda acomunidade educativa, aumentando o valor dos recursos individualmente e criando maiordinâmica entre a comunidade” (Downes, 2006).No entanto, a abundância de REA pode levar os utilizadores a despenderem muito tempo napesquisa de um recurso que se enquadre nas suas necessidades, e prevê-se que o volume deREA irá aumentar. Repositórios de REA e as ferramentas para pesquisar e filtrar recursosprecisam de melhorar as suas funcionalidades para que possam ajudar os educadores e alunosa navegar na imensidão de conteúdos abertos. Parte deste processo é avaliar a credibilidadedos recursos e prevê-se que surjam novos mecanismos que respondam a esta necessidade. Atécerta extensão, parcerias têm surgido para preencher este papel de avaliadores, permitindo queprofessores em escolas e universidades possam selecionar recursos a partir de coleçõesrevistaa de REA. No entanto, a questão da validação de REA ainda é um dos temas mais emfoco na comunidade educativa em todo o mundo. Página 5
  6. 6. Necessidade de desenvolvimento de Práticas Educativas AbertasEmbora os REA estejam em alta na agenda de políticas sociais e de inclusão, a sua utilizaçãono Ensino Superior e Educação de Adultos ainda não alcançou o impacto desejado. Isto tem aver com o facto que o corrente foco em REA é maioritariamente em expandir o acesso aconteúdos digitais, sem levar em conta se suportam práticas educativas e se promovem aqualidade e inovação no ensino e aprendizagem. Analisando as iniciativas atuais, Stacey(2010) indica que o foco das principais iniciativas de REA está centrado na criação epublicação de REA. O uso e reutilização ainda estão menos representados e que aspetosestratégicos, tais como modelos de negócio ou estratégias de incentivo para a criação ereutilização, não são promovidos adequadamente. Neste contexto, é necessário um modeloque promova e influencie a criação, uso, partilha e reutilização de REA por indivíduos eorganizações. Esse modelo tem que “promover a mudança em que o foco não seja apenas oacesso livre desses recursos, mas sim atingir o objetivo que os REA sejam incorporados empráticas de ensino e aprendizagem” (Ehlers, 2011). O movimento REA tem sido bemsucedido em promover a ideia que o conhecimento é um bem público, expandindo asaspirações das organizações e indivíduos em publicarem REA. No entanto, o potencial dosREA para transformar práticas educativas ainda não foi materializado. Existe a necessidade deformas inovadoras que suportem a criação e avaliação de REA, assim como, uma evidênciaempírica sobre a eficiência dos REA. Investigação sobre REA levanta questões em comoabordar a reutilização, design e avaliação dos esforços internacionais e como trabalhar comrecursos disponíveis para livre utilização e modificação. "Os REA não são apenas fascinantespelo seu desenvolvimento tecnológico e potencial como ferramentas educativas. Eles tambémdiluem a fronteira entre a aprendizagem formal e informal e expandem a possibilidade deatividades entre culturas. Levantam questões relacionadas com a propriedade intelectual,validação do conhecimento e com conceitos como o altruísmo e bens coletivos. Oferecem Página 6
  7. 7. uma nova abordagem na partilha do conhecimento, numa altura em que o uso eficaz doconhecimento é visto como uma chave para o sucesso económico para indivíduos eorganizações" (OECD 2007).O acesso livre a cursos tornou-se um movimento extenso entre várias universidades quedecidiram adotar esta abordagem. No entanto, os diversos projetos de REA ainda nãoreceberam a devida atenção por parte de investigadores para que se possa estabelecer estamudança entre o acesso livre para utilização eficaz de REA. A UNESCO (2002) identificou 4elementos que tem que ser considerados quando se fala de REA:  Uma visão para o serviço: Acesso livre ao recurso, com a permissão para adaptação.  O método de fornecimento: possível através das tecnologias de informação e comunicação.  O grupo alvo: Uma comunidade diversa de utilizadores.  O propósito: fornecer um recurso educativo não comercial.A partir da atual investigação no campo dos REA, é possível deduzirmos que o principal focotem sido na construção de infraestruturas, ferramentas e repositórios para o acesso a REA.Neste contexto, “pode-se concluir que os REA encontram-se na fase 1 focada na criação deREA e acesso livre” (Ehlers, 2011). A fase seguinte consiste no uso de REA numa forma emque experiências educativas possam ser melhoradas e cenários educativos possam serinovados. É uma nova fase em que observamos o desenvolvimento de REA com o objetivo deserem integrados em práticas educativas, e não serem apenas recursos de acesso livre. Paratal, é necessário combinar o uso de REA e infraestruturas de acesso livre com novosambientes e estratégias de aprendizagem que permitam às organizações desenvolveremoportunidades para uma aprendizagem autónoma e centrada nos alunos. Esta nova abordagemé caracterizada pelos seguintes aspetos (Ehlers, 2011): Página 7
  8. 8.  Construídas sobre REA.  Vai para além do Acesso livre para arquiteturas abertas de aprendizagem.  Foco: aprendizagem como construção + partilha  Melhoria da qualidade através de validação externa.  Mudanças de culturas educacionais.Podemos assim definir " Práticas Educativas Abertas (PEA) como práticas que suportam areutilização e produção de REA através de políticas institucionais, promovem modelospedagógicos inovadores e que permitem aos alunos serem coprodutores da sua aprendizagemao longo da vida" (Ehlers, 2011). Uma base de dados ou repositório de REA não é uma PEA.A utilização de REA num ambiente de aprendizagem tradicional fechada, instrutiva e focadapara exames também não uma PEA. No entanto, se os REA são utilizados para criaratividades educativas que são mais centradas no aluno, que envolvam os alunos na criação deoutros recursos que são considerados pelos professores como produtos do percurso deaprendizagem, levando os professores de um tipo de ensino centrado no conteúdo para umtipo suportado pela valorização dos recursos e competências dos alunos, aí sim estamos ementrar no domínio das PEA. Se os percursos de aprendizagem dos alunos são vistos processosprodutivos e os recursos por eles produzidos vistos como artefactos que merecem serpartilhados e debatidos, melhorados e reutilizáveis, então os REA podem melhorar o processode aprendizagem e deste modo caminhamos para as PEA. As PEA representam uma práticacolaborativa, na qual recursos são partilhados e disponibilizados livremente, e as práticaseducativas que os suportam são sustentadas em interações sociais, criação coletiva deconhecimento, aprendizagem por pares e atividades de aprendizagem colaborativas. O grau deimplementação e difusão de PEA varia consoante a abertura das instituições de ensino paraapoiar e divulgar estas práticas. Embora possam variar no seu impacto, formato e modelo,estas iniciativas suportadas por REA devem ser reforçadas dentro da comunidade educativa Página 8
  9. 9. internacional, como modelo de desenvolvimento para a Sociedade do Conhecimento. Ehlers(2011) apresenta no seu estudo três importantes conclusões que visam apontar uma direçãopara o movimento dos REA para uma realidade atual, onde as instituições de ensinoimplementem PEA como estratégias de inovação na educação sustentáveis. Essas conclusõessão:  Prolongar as iniciativas suportadas por REA, devidamente apoiadas por políticas regionais e nacionais, desenvolvendo modelos que suportem Práticas Educativas Abertas.  Estabelecer modelos nos quais REA são inseridos em conceitos gerais de inovação e qualidade no ensino. A utilização, reutilização, partilha e criação não são os objetivos finais, sendo necessário apontar para a sua implementação em práticas educativas concretas e experiências educativas centradas no aluno. Abordagens inovadoras são a base para as PEA e devem ser orientadas para a realidade da aprendizagem para todos e ao longo da vida e no desenvolvimento das instituições de ensino e dos indivíduos.  Desenvolver arquiteturas de aprendizagem aberta (open learning) que suportem a aprendizagem ao longo da vida de forma autónoma. A aprendizagem ao longo da vida pode ser melhorada se PEA tornarem-se realidade, para tal é necessária uma arquitetura quer permita essa autonomia e estimule a divulgação e partilha dessas mesmas práticas. Página 9
  10. 10. ConclusãoAtualmente, o Movimento REA tem tido uma evolução, assinalada principalmente pelaprodução, uso e reutilização de recursos digitais, acesso a coursewares e repositórios deacesso livre que permitem a divulgação e partilha do conhecimento. No entanto, é chegada aaltura de assumir uma estratégia mais orientada para as práticas educativas suportadas pelosREA. As Práticas Educativas Abertas visam desenvolver a inovação e a qualidade no ensino,acompanhando diretivas e modelos de desenvolvimento social para a Sociedade doConhecimento. Cabe às instituições de ensino e governos promoverem e sustentarem estaspráticas, para que a aprendizagem ao longo da vida e a autonomia no processo de ensino eaprendizagem se tornem verdadeiros pilares para uma sociedade mais justa e baseada na livrepartilha do conhecimento.Referências BibliográficasDownes, Stephen (2006). Models for Sustainable Open Educational Resources.Interdisciplinary Journal of Knowledge and Learning Objects 3 29-44 February 27, 2007, em:http://ijklo.org/Volume3/IJKLOv3p029-044Downes.pdfEDUCAUSE (2010). 7 Things You Should Know About Open Educational Resources, em:http://www.educause.edu/Resources/7ThingsYouShouldKnowAboutOpenE/205913Ehlers, U. (2011). From Open Educational Resources to Open Educational Practices,eLearning Papers, em: http://www.elearningeuropa.info/pt/node/71328Forsyth, I. (1996). Teaching and Learning Materials and the Internet. London: Kogan Page,p.181. Página 10
  11. 11. Johnstone, Sally M. (2005). Open Educational Resources Serve the World. EDUCAUSEQuarterly Magazine, Volume 28, Number 3, 2005, em:http://www.educause.edu/ir/library/pdf/EQM0533.pdfKansa, Eric and Ashley, Michael (2005). Embedding Open Content in Instruction andResearch.Utah: 2005 Open Education Conference, em:http://cosl.usu.edu/media/presentations/opened2005/OpenEd2005-Kansa.pptLarsen, Kurt and Vincent-Lancrin, Stéphan (2005). The impact of ICT on tertiary education:advances and promises. Washington: OECD/NSF/U, em:http://advancingknowledge.com/drafts/Larsen-The%20impact%20of%20ICT%20on%20tertiary%20education%20-%20AKKE.docOECD (2007), Giving knowledge for free – the emergence of open educational resources,Centre for educational research and innovation, em:http://www.oecd.org/dataoecd/35/7/38654317.pdfStacey, P. (2010). Foundation Funded OER vs. Tax Payer Funded OER - A Tale of TwoMandates. Open ED 2010 Proceedings. Barcelona, em:http://openaccess.uoc.edu/webapps/o2/handle/10609/5241UNESCO (2010). Open Educational Resources Open Content for Higher Education – FinalForum Report, em:http://portal.unesco.org/ci/en/files/21713/11438000259OER_Forum_Final_Report.pdf/OER%2BForum%2BFinal%2BReport.pdfUNESCO (2002). Forum on the impact of open courseware for higher education indeveloping countries: final report. Paris: UNESCO, em:http://unesdoc.unesco.org/images/0012/001285/128515e.pdf.UNESCO (2005). Towards knowledge societies. UNESCO world report. Paris: UNESCO,p.5, em: http://unesdoc.unesco.org/images/0014/001418/141843e.pdf.WikiEducator: Free Online Content. The Center for Open and Sustainable Learning (COSL) –OER Handbook, em: http://wikieducator.org/OER_HandbookWiley, D. (2006) On the Sustainability of Open Educational Resource Initiatives in HigherEducation, em: http://www.oecd.org/edu/oerTexto escrito conforme o Acordo Ortográfico - convertido pelo Lince. Página 11

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