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OpenSolaris é um projeto de código-aberto criado pela Sun Microsystems para construir uma comunidade de desenvolvedores para a tecnologia do Sistema Operacional Solaris. É voltado ...

OpenSolaris é um projeto de código-aberto criado pela Sun Microsystems para construir uma comunidade de desenvolvedores para a tecnologia do Sistema Operacional Solaris. É voltado
para desenvolvedores, administradores de sistema e usuários que querem desenvolver e melhorar sistemas operacionais.

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  • Introdução OpenSolaris 22 de Setembro de 2008
  • Conteúdo I Sobre essa apostila 3 II Informações Básicas 5 III GNU Free Documentation License 10 IV Introdução OpenSolaris 19 1 Introdução OpenSolaris 20 2 Plano de ensino 21 2.1 Objetivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 2.2 Público Alvo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 2.3 Pré-requisitos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 2.4 Descrição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 2.5 Metodologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 2.6 Cronograma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 2.7 Programa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22 2.8 Avaliação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23 2.9 Bibliografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23 3 Introdução 24 3.1 Introdução e Histórico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24 3.1.1 Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24 3.1.2 Histórico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25 3.2 Vantagens do OpenSolaris . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26 3.2.1 Porque usar o OpenSolaris . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26 4 Instalação na Máquina Virtual 28 4.1 Baixando o VirtualBox e o OpenSolaris . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28 4.1.1 O VirtualBox . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28 4.1.2 Como baixar o VirtualBox . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 4.1.3 Como baixar a imagem ISO do OpenSolaris . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 4.2 Instalando e usando o VirtualBox . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 4.2.1 Como instalar o VirtualBox no sistema Linux . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 4.2.2 Como instalar o VirtualBox no sistema Linux . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31 1
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF 4.2.3 Como iniciar o OpenSolaris 2008.05 usando o VirtualBox . . . . . . . . . . . 32 5 Instalação no computador 34 5.1 Instalação do OpenSolaris 2008.05 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34 5.2 Instalando o OpenSolaris 2008.05 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35 6 Configuração 40 6.1 Instalação de Drivers . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40 6.1.1 Descubra o fabricante e o modelo do Driver . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41 6.1.2 Baixe os drivers na Internet . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41 6.2 Configuração de Rede . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41 6.2.1 Preparação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41 6.2.2 NWAM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42 6.2.3 Console . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42 6.3 Configuração de Idioma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43 6.3.1 Como configurar o teclado no OpenSolaris para utilizar acentos, cedilha, etc (ABNT2) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43 6.3.2 Se você não selecionou o locale brasileiro durante a instalação, ainda é possível adicioná-lo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44 6.4 Instalações adicionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44 6.4.1 Instalando Flash Player . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44 6.4.2 Instalando JAVA (JRE) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45 7 Uso 46 7.1 Interface gráfica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46 7.1.1 GNOME . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46 7.1.2 O que é GNOME . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47 7.1.3 Interface . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47 7.1.4 Nautilus . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47 7.2 Operações no modo texto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 7.2.1 Modo texto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 48 7.2.2 Gerenciamento de Pacotes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52 7.3 Instalação do OpenOffice . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52 7.3.1 Suítes de escritório . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52 7.3.2 OpenOffice.org . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 52 7.3.3 Instalando o OpenOffice.org . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53 2
  • Parte I Sobre essa apostila 3
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF Conteúdo O conteúdo dessa apostila é fruto da compilação de diversos materiais livres publicados na in- ternet, disponíveis em diversos sites ou originalmente produzido no CDTC em http://www.cdtc.org.br. O formato original deste material bem como sua atualização está disponível dentro da licença GNU Free Documentation License, cujo teor integral encontra-se aqui reproduzido na seção de mesmo nome, tendo inclusive uma versão traduzida (não oficial). A revisão e alteração vem sendo realizada pelo CDTC (suporte@cdtc.org.br), desde outubro de 2006. Criticas e sugestões construtivas são bem-vindas a qualquer tempo. Autores A autoria deste conteúdo, atividades e avaliações é de responsabilidade de Filipe Schulz dos Santos (fschulz@cdtc.org.br) . O texto original faz parte do projeto Centro de Difusão de Tecnolgia e Conhecimento, que vem sendo realizado pelo ITI em conjunto com outros parceiros institucionais, atuando em conjunto com as universidades federais brasileiras que tem produzido e utilizado Software Livre, apoiando inclusive a comunidade Free Software junto a outras entidades no país. Informações adicionais podem ser obtidas atréves do email ouvidoria@cdtc.org.br, ou da home page da entidade, através da URL http://www.cdtc.org.br. Garantias O material contido nesta apostila é isento de garantias e o seu uso é de inteira responsabi- lidade do usuário/leitor. Os autores, bem como o ITI e seus parceiros, não se responsabilizam direta ou indiretamente por qualquer prejuízo oriundo da utilização do material aqui contido. Licença Copyright ©2006,Filipe Schulz dos Santos (fschulz@cdtc.org.br) . Permission is granted to copy, distribute and/or modify this document under the terms of the GNU Free Documentation License, Version 1.1 or any later version published by the Free Software Foundation; with the Invariant Chapter being SOBRE ESSA APOS- TILA. A copy of the license is included in the section entitled GNU Free Documentation License. 4
  • Parte II Informações Básicas 5
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF Sobre o CDTC Objetivo Geral O Projeto CDTC visa a promoção e o desenvolvimento de ações que incentivem a dissemina- ção de soluções que utilizem padrões abertos e não proprietários de tecnologia, em proveito do desenvolvimento social, cultural, político, tecnológico e econômico da sociedade brasileira. Objetivo Específico Auxiliar o Governo Federal na implantação do plano nacional de software não-proprietário e de código fonte aberto, identificando e mobilizando grupos de formadores de opinião dentre os servidores públicos e agentes políticos da União Federal, estimulando e incentivando o mercado nacional a adotar novos modelos de negócio da tecnologia da informação e de novos negócios de comunicação com base em software não-proprietário e de código fonte aberto, oferecendo treinamento específico para técnicos, profissionais de suporte e funcionários públicos usuários, criando grupos de funcionários públicos que irão treinar outros funcionários públicos e atuar como incentivadores e defensores de produtos de software não proprietários e código fonte aberto, ofe- recendo conteúdo técnico on-line para serviços de suporte, ferramentas para desenvolvimento de produtos de software não proprietários e de seu código fonte livre, articulando redes de terceiros (dentro e fora do governo) fornecedoras de educação, pesquisa, desenvolvimento e teste de pro- dutos de software livre. Guia do aluno Neste guia, você terá reunidas uma série de informações importantes para que você comece seu curso. São elas: • Licenças para cópia de material disponível • Os 10 mandamentos do aluno de Educação a Distância • Como participar dos fóruns e da wikipédia • Primeiros passos É muito importante que você entre em contato com TODAS estas informações, seguindo o roteiro acima. Licença Copyright ©2006, Filipe Schulz dos Santos (fschulz@cdtc.org.br) . 6
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF É dada permissão para copiar, distribuir e/ou modificar este documento sob os termos da Licença de Documentação Livre GNU, Versão 1.1 ou qualquer versão posterior publicada pela Free Software Foundation; com o Capítulo Invariante SOBRE ESSA APOSTILA. Uma cópia da licença está inclusa na seção entitulada quot;Licença de Docu- mentação Livre GNUquot;. Os 10 mandamentos do aluno de educação online • 1. Acesso a Internet: ter endereço eletrônico, um provedor e um equipamento adequado é pré-requisito para a participação nos cursos a distância. • 2. Habilidade e disposição para operar programas: ter conhecimentos básicos de Informá- tica é necessário para poder executar as tarefas. • 3. Vontade para aprender colaborativamente: interagir, ser participativo no ensino a distân- cia conta muitos pontos, pois irá colaborar para o processo ensino-aprendizagem pessoal, dos colegas e dos professores. • 4. Comportamentos compatíveis com a etiqueta: mostrar-se interessado em conhecer seus colegas de turma respeitando-os e fazendo ser respeitado pelo mesmo. • 5. Organização pessoal: planejar e organizar tudo é fundamental para facilitar a sua revisão e a sua recuperação de materiais. • 6. Vontade para realizar as atividades no tempo correto: anotar todas as suas obrigações e realizá-las em tempo real. • 7. Curiosidade e abertura para inovações: aceitar novas idéias e inovar sempre. • 8. Flexibilidade e adaptação: requisitos necessário a mudança tecnológica, aprendizagens e descobertas. • 9. Objetividade em sua comunicação: comunicar-se de forma clara, breve e transparente é ponto-chave na comunicação pela Internet. • 10. Responsabilidade: ser responsável por seu próprio aprendizado. O ambiente virtual não controla a sua dedicação, mas reflete os resultados do seu esforço e da sua colaboração. Como participar dos fóruns e Wikipédia Você tem um problema e precisa de ajuda? Podemos te ajudar de 2 formas: A primeira é o uso dos fóruns de notícias e de dúvidas gerais que se distinguem pelo uso: O fórum de notícias tem por objetivo disponibilizar um meio de acesso rápido a informações que sejam pertinentes ao curso (avisos, notícias). As mensagens postadas nele são enviadas a 7
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF todos participantes. Assim, se o monitor ou algum outro participante tiver uma informação que interesse ao grupo, favor postá-la aqui. Porém, se o que você deseja é resolver alguma dúvida ou discutir algum tópico específico do curso, é recomendado que você faça uso do Fórum de dúvidas gerais que lhe dá recursos mais efetivos para esta prática. . O fórum de dúvidas gerais tem por objetivo disponibilizar um meio fácil, rápido e interativo para solucionar suas dúvidas e trocar experiências. As mensagens postadas nele são enviadas a todos participantes do curso. Assim, fica muito mais fácil obter respostas, já que todos podem ajudar. Se você receber uma mensagem com algum tópico que saiba responder, não se preocupe com a formalização ou a gramática. Responda! E não se esqueça de que antes de abrir um novo tópico é recomendável ver se a sua pergunta já foi feita por outro participante. A segunda forma se dá pelas Wikis: Uma wiki é uma página web que pode ser editada colaborativamente, ou seja, qualquer par- ticipante pode inserir, editar, apagar textos. As versões antigas vão sendo arquivadas e podem ser recuperadas a qualquer momento que um dos participantes o desejar. Assim, ela oferece um ótimo suporte a processos de aprendizagem colaborativa. A maior wiki na web é o site quot;Wikipé- diaquot;, uma experiência grandiosa de construção de uma enciclopédia de forma colaborativa, por pessoas de todas as partes do mundo. Acesse-a em português pelos links: • Página principal da Wiki - http://pt.wikipedia.org/wiki/ Agradecemos antecipadamente a sua colaboração com a aprendizagem do grupo! Primeiros Passos Para uma melhor aprendizagem é recomendável que você siga os seguintes passos: • Ler o Plano de Ensino e entender a que seu curso se dispõe a ensinar; • Ler a Ambientação do Moodle para aprender a navegar neste ambiente e se utilizar das ferramentas básicas do mesmo; • Entrar nas lições seguindo a seqüência descrita no Plano de Ensino; • Qualquer dúvida, reporte ao Fórum de Dúvidas Gerais. Perfil do Tutor Segue-se uma descrição do tutor ideal, baseada no feedback de alunos e de tutores. O tutor ideal é um modelo de excelência: é consistente, justo e profissional nos respectivos valores e atitudes, incentiva mas é honesto, imparcial, amável, positivo, respeitador, aceita as idéias dos estudantes, é paciente, pessoal, tolerante, apreciativo, compreensivo e pronto a ajudar. 8
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF A classificação por um tutor desta natureza proporciona o melhor feedback possível, é crucial, e, para a maior parte dos alunos, constitui o ponto central do processo de aprendizagem.’ Este tutor ou instrutor: • fornece explicações claras acerca do que ele espera, e do estilo de classificação que irá utilizar; • gosta que lhe façam perguntas adicionais; • identifica as nossas falhas, mas corrige-as amavelmente’, diz um estudante, ’e explica por- que motivo a classificação foi ou não foi atribuída’; • tece comentários completos e construtivos, mas de forma agradável (em contraste com um reparo de um estudante: ’os comentários deixam-nos com uma sensação de crítica, de ameaça e de nervosismo’) • dá uma ajuda complementar para encorajar um estudante em dificuldade; • esclarece pontos que não foram entendidos, ou corretamente aprendidos anteriormente; • ajuda o estudante a alcançar os seus objetivos; • é flexível quando necessário; • mostra um interesse genuíno em motivar os alunos (mesmo os principiantes e, por isso, talvez numa fase menos interessante para o tutor); • escreve todas as correções de forma legível e com um nível de pormenorização adequado; • acima de tudo, devolve os trabalhos rapidamente; 9
  • Parte III GNU Free Documentation License 10
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF (Traduzido pelo João S. O. Bueno através do CIPSGA em 2001) Esta é uma tradução não oficial da Licençaa de Documentação Livre GNU em Português Brasileiro. Ela não é publicada pela Free Software Foundation, e não se aplica legalmente a dis- tribuição de textos que usem a GFDL - apenas o texto original em Inglês da GNU FDL faz isso. Entretanto, nós esperamos que esta tradução ajude falantes de português a entenderem melhor a GFDL. This is an unofficial translation of the GNU General Documentation License into Brazilian Por- tuguese. It was not published by the Free Software Foundation, and does not legally state the distribution terms for software that uses the GFDL–only the original English text of the GFDL does that. However, we hope that this translation will help Portuguese speakers understand the GFDL better. Licença de Documentação Livre GNU Versão 1.1, Março de 2000 Copyright (C) 2000 Free Software Foundation, Inc. 59 Temple Place, Suite 330, Boston, MA 02111-1307 USA É permitido a qualquer um copiar e distribuir cópias exatas deste documento de licença, mas não é permitido alterá-lo. INTRODUÇÃO O propósito desta Licença é deixar um manual, livro-texto ou outro documento escrito quot;livrequot;no sentido de liberdade: assegurar a qualquer um a efetiva liberdade de copiá-lo ou redistribui-lo, com ou sem modificações, comercialmente ou não. Secundariamente, esta Licença mantém para o autor e editor uma forma de ter crédito por seu trabalho, sem ser considerado responsável pelas modificações feitas por terceiros. Esta Licença é um tipo de quot;copyleftquot;(quot;direitos revertidosquot;), o que significa que derivações do documento precisam ser livres no mesmo sentido. Ela complementa a GNU Licença Pública Ge- ral (GNU GPL), que é um copyleft para software livre. Nós fizemos esta Licença para que seja usada em manuais de software livre, por que software livre precisa de documentação livre: um programa livre deve ser acompanhado de manuais que provenham as mesmas liberdades que o software possui. Mas esta Licença não está restrita a manuais de software; ela pode ser usada para qualquer trabalho em texto, independentemente do assunto ou se ele é publicado como um livro impresso. Nós recomendamos esta Licença prin- cipalmente para trabalhos cujo propósito seja de introdução ou referência. APLICABILIDADE E DEFINIÇÕES Esta Licença se aplica a qualquer manual ou outro texto que contenha uma nota colocada pelo detentor dos direitos autorais dizendo que ele pode ser distribuído sob os termos desta Licença. 11
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF O quot;Documentoquot;abaixo se refere a qualquer manual ou texto. Qualquer pessoa do público é um licenciado e é referida como quot;vocêquot;. Uma quot;Versão Modificadaquot;do Documento se refere a qualquer trabalho contendo o documento ou uma parte dele, quer copiada exatamente, quer com modificações e/ou traduzida em outra língua. Uma quot;Seção Secundáriaquot;é um apêndice ou uma seção inicial do Documento que trata ex- clusivamente da relação dos editores ou dos autores do Documento com o assunto geral do Documento (ou assuntos relacionados) e não contém nada que poderia ser incluído diretamente nesse assunto geral (Por exemplo, se o Documento é em parte um livro texto de matemática, a Seção Secundária pode não explicar nada de matemática). Essa relação poderia ser uma questão de ligação histórica com o assunto, ou matérias relaci- onadas, ou de posições legais, comerciais, filosóficas, éticas ou políticas relacionadas ao mesmo. As quot;Seções Invariantesquot;são certas Seções Secundárias cujos títulos são designados, como sendo de Seções Invariantes, na nota que diz que o Documento é publicado sob esta Licença. Os quot;Textos de Capaquot;são certos trechos curtos de texto que são listados, como Textos de Capa Frontal ou Textos da Quarta Capa, na nota que diz que o texto é publicado sob esta Licença. Uma cópia quot;Transparentequot;do Documento significa uma cópia que pode ser lida automatica- mente, representada num formato cuja especificação esteja disponível ao público geral, cujos conteúdos possam ser vistos e editados diretamente e sem mecanismos especiais com editores de texto genéricos ou (para imagens compostas de pixels) programas de pintura genéricos ou (para desenhos) por algum editor de desenhos grandemente difundido, e que seja passível de servir como entrada a formatadores de texto ou para tradução automática para uma variedade de formatos que sirvam de entrada para formatadores de texto. Uma cópia feita em um formato de arquivo outrossim Transparente cuja constituição tenha sido projetada para atrapalhar ou de- sencorajar modificações subsequentes pelos leitores não é Transparente. Uma cópia que não é quot;Transparentequot;é chamada de quot;Opacaquot;. Exemplos de formatos que podem ser usados para cópias Transparentes incluem ASCII sim- ples sem marcações, formato de entrada do Texinfo, formato de entrada do LaTex, SGML ou XML usando uma DTD disponibilizada publicamente, e HTML simples, compatível com os padrões, e projetado para ser modificado por pessoas. Formatos opacos incluem PostScript, PDF, formatos proprietários que podem ser lidos e editados apenas com processadores de texto proprietários, SGML ou XML para os quais a DTD e/ou ferramentas de processamento e edição não estejam disponíveis para o público, e HTML gerado automaticamente por alguns editores de texto com finalidade apenas de saída. A quot;Página do Títuloquot;significa, para um livro impresso, a página do título propriamente dita, mais quaisquer páginas subsequentes quantas forem necessárias para conter, de forma legível, o material que esta Licença requer que apareça na página do título. Para trabalhos que não tenham uma página do título, quot;Página do Títuloquot;significa o texto próximo da aparição mais proe- minente do título do trabalho, precedendo o início do corpo do texto. 12
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF FAZENDO CÓPIAS EXATAS Você pode copiar e distribuir o Documento em qualquer meio, de forma comercial ou não comercial, desde que esta Licença, as notas de copyright, e a nota de licença dizendo que esta Licença se aplica ao documento estejam reproduzidas em todas as cópias, e que você não acres- cente nenhuma outra condição, quaisquer que sejam, às desta Licença. Você não pode usar medidas técnicas para obstruir ou controlar a leitura ou confecção de cópias subsequentes das cópias que você fizer ou distribuir. Entretanto, você pode aceitar com- pensação em troca de cópias. Se você distribuir uma quantidade grande o suficiente de cópias, você também precisa respeitar as condições da seção 3. Você também pode emprestar cópias, sob as mesmas condições colocadas acima, e também pode exibir cópias publicamente. FAZENDO CÓPIAS EM QUANTIDADE Se você publicar cópias do Documento em número maior que 100, e a nota de licença do Documento obrigar Textos de Capa, você precisará incluir as cópias em capas que tragam, clara e legivelmente, todos esses Textos de Capa: Textos de Capa da Frente na capa da frente, e Textos da Quarta Capa na capa de trás. Ambas as capas também precisam identificar clara e legivelmente você como o editor dessas cópias. A capa da frente precisa apresentar o titulo com- pleto com todas as palavras do título igualmente proeminentes e visíveis. Você pode adicionar outros materiais às capas. Fazer cópias com modificações limitadas às capas, tanto quanto estas preservem o título do documento e satisfaçam a essas condições, pode ser tratado como cópia exata em outros aspectos. Se os textos requeridos em qualquer das capas for muito volumoso para caber de forma legível, você deve colocar os primeiros (tantos quantos couberem de forma razoável) na capa verdadeira, e continuar os outros nas páginas adjacentes. Se você publicar ou distribuir cópias Opacas do Documento em número maior que 100, você precisa ou incluir uma cópia Transparente que possa ser lida automaticamente com cada cópia Opaca, ou informar, em ou com, cada cópia Opaca a localização de uma cópia Transparente completa do Documento acessível publicamente em uma rede de computadores, a qual o público usuário de redes tenha acesso a download gratuito e anônimo utilizando padrões públicos de protocolos de rede. Se você utilizar o segundo método, você precisará tomar cuidados razoavel- mente prudentes, quando iniciar a distribuição de cópias Opacas em quantidade, para assegurar que esta cópia Transparente vai permanecer acessível desta forma na localização especificada por pelo menos um ano depois da última vez em que você distribuir uma cópia Opaca (direta- mente ou através de seus agentes ou distribuidores) daquela edição para o público. É pedido, mas não é obrigatório, que você contate os autores do Documento bem antes de redistribuir qualquer grande número de cópias, para lhes dar uma oportunidade de prover você com uma versão atualizada do Documento. 13
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF MODIFICAÇÕES Você pode copiar e distribuir uma Versão Modificada do Documento sob as condições das se- ções 2 e 3 acima, desde que você publique a Versão Modificada estritamente sob esta Licença, com a Versão Modificada tomando o papel do Documento, de forma a licenciar a distribuição e modificação da Versão Modificada para quem quer que possua uma cópia da mesma. Além disso, você precisa fazer o seguinte na versão modificada: A. Usar na Página de Título (e nas capas, se houver alguma) um título distinto daquele do Do- cumento, e daqueles de versões anteriores (que deveriam, se houvesse algum, estarem listados na seção quot;Histórico do Documentoquot;). Você pode usar o mesmo título de uma versão anterior se o editor original daquela versão lhe der permissão; B. Listar na Página de Título, como autores, uma ou mais das pessoas ou entidades responsá- veis pela autoria das modificações na Versão Modificada, conjuntamente com pelo menos cinco dos autores principais do Documento (todos os seus autores principais, se ele tiver menos que cinco); C. Colocar na Página de Título o nome do editor da Versão Modificada, como o editor; D. Preservar todas as notas de copyright do Documento; E. Adicionar uma nota de copyright apropriada para suas próprias modificações adjacente às outras notas de copyright; F. Incluir, imediatamente depois das notas de copyright, uma nota de licença dando ao público o direito de usar a Versão Modificada sob os termos desta Licença, na forma mostrada no tópico abaixo; G. Preservar nessa nota de licença as listas completas das Seções Invariantes e os Textos de Capa requeridos dados na nota de licença do Documento; H. Incluir uma cópia inalterada desta Licença; I. Preservar a seção entitulada quot;Históricoquot;, e seu título, e adicionar à mesma um item dizendo pelo menos o título, ano, novos autores e editor da Versão Modificada como dados na Página de Título. Se não houver uma sessão denominada quot;Históricoquot;no Documento, criar uma dizendo o título, ano, autores, e editor do Documento como dados em sua Página de Título, então adicionar um item descrevendo a Versão Modificada, tal como descrito na sentença anterior; J. Preservar o endereço de rede, se algum, dado no Documento para acesso público a uma cópia Transparente do Documento, e da mesma forma, as localizações de rede dadas no Docu- mento para as versões anteriores em que ele foi baseado. Elas podem ser colocadas na seção quot;Históricoquot;. Você pode omitir uma localização na rede para um trabalho que tenha sido publicado pelo menos quatro anos antes do Documento, ou se o editor original da versão a que ela se refira der sua permissão; K. Em qualquer seção entitulada quot;Agradecimentosquot;ou quot;Dedicatóriasquot;, preservar o título da 14
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF seção e preservar a seção em toda substância e fim de cada um dos agradecimentos de contri- buidores e/ou dedicatórias dados; L. Preservar todas as Seções Invariantes do Documento, inalteradas em seus textos ou em seus títulos. Números de seção ou equivalentes não são considerados parte dos títulos da seção; M. Apagar qualquer seção entitulada quot;Endossosquot;. Tal sessão não pode ser incluída na Versão Modificada; N. Não reentitular qualquer seção existente com o título quot;Endossosquot;ou com qualquer outro título dado a uma Seção Invariante. Se a Versão Modificada incluir novas seções iniciais ou apêndices que se qualifiquem como Seções Secundárias e não contenham nenhum material copiado do Documento, você pode optar por designar alguma ou todas aquelas seções como invariantes. Para fazer isso, adicione seus títulos à lista de Seções Invariantes na nota de licença da Versão Modificada. Esses títulos preci- sam ser diferentes de qualquer outro título de seção. Você pode adicionar uma seção entitulada quot;Endossosquot;, desde que ela não contenha qual- quer coisa além de endossos da sua Versão Modificada por várias pessoas ou entidades - por exemplo, declarações de revisores ou de que o texto foi aprovado por uma organização como a definição oficial de um padrão. Você pode adicionar uma passagem de até cinco palavras como um Texto de Capa da Frente , e uma passagem de até 25 palavras como um Texto de Quarta Capa, ao final da lista de Textos de Capa na Versão Modificada. Somente uma passagem de Texto da Capa da Frente e uma de Texto da Quarta Capa podem ser adicionados por (ou por acordos feitos por) qualquer entidade. Se o Documento já incluir um texto de capa para a mesma capa, adicionado previamente por você ou por acordo feito com alguma entidade para a qual você esteja agindo, você não pode adicionar um outro; mas você pode trocar o antigo, com permissão explícita do editor anterior que adicionou a passagem antiga. O(s) autor(es) e editor(es) do Documento não dão permissão por esta Licença para que seus nomes sejam usados para publicidade ou para assegurar ou implicar endossamento de qualquer Versão Modificada. COMBINANDO DOCUMENTOS Você pode combinar o Documento com outros documentos publicados sob esta Licença, sob os termos definidos na seção 4 acima para versões modificadas, desde que você inclua na com- binação todas as Seções Invariantes de todos os documentos originais, sem modificações, e liste todas elas como Seções Invariantes de seu trabalho combinado em sua nota de licença. O trabalho combinado precisa conter apenas uma cópia desta Licença, e Seções Invariantes Idênticas com multiplas ocorrências podem ser substituídas por apenas uma cópia. Se houver múltiplas Seções Invariantes com o mesmo nome mas com conteúdos distintos, faça o título de 15
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF cada seção único adicionando ao final do mesmo, em parênteses, o nome do autor ou editor origianl daquela seção, se for conhecido, ou um número que seja único. Faça o mesmo ajuste nos títulos de seção na lista de Seções Invariantes nota de licença do trabalho combinado. Na combinação, você precisa combinar quaisquer seções entituladas quot;Históricoquot;dos diver- sos documentos originais, formando uma seção entitulada quot;Históricoquot;; da mesma forma combine quaisquer seções entituladas quot;Agradecimentosquot;, ou quot;Dedicatóriasquot;. Você precisa apagar todas as seções entituladas como quot;Endossoquot;. COLETÂNEAS DE DOCUMENTOS Você pode fazer uma coletânea consitindo do Documento e outros documentos publicados sob esta Licença, e substituir as cópias individuais desta Licença nos vários documentos com uma única cópia incluida na coletânea, desde que você siga as regras desta Licença para cópia exata de cada um dos Documentos em todos os outros aspectos. Você pode extrair um único documento de tal coletânea, e distribuí-lo individualmente sob esta Licença, desde que você insira uma cópia desta Licença no documento extraído, e siga esta Licença em todos os outros aspectos relacionados à cópia exata daquele documento. AGREGAÇÃO COM TRABALHOS INDEPENDENTES Uma compilação do Documento ou derivados dele com outros trabalhos ou documentos se- parados e independentes, em um volume ou mídia de distribuição, não conta como uma Ver- são Modificada do Documento, desde que nenhum copyright de compilação seja reclamado pela compilação. Tal compilação é chamada um quot;agregadoquot;, e esta Licença não se aplica aos outros trabalhos auto-contidos compilados junto com o Documento, só por conta de terem sido assim compilados, e eles não são trabalhos derivados do Documento. Se o requerido para o Texto de Capa na seção 3 for aplicável a essas cópias do Documento, então, se o Documento constituir menos de um quarto de todo o agregado, os Textos de Capa do Documento podem ser colocados em capas adjacentes ao Documento dentro do agregado. Senão eles precisarão aparecer nas capas de todo o agregado. TRADUÇÃO Tradução é considerada como um tipo de modificação, então você pode distribuir traduções do Documento sob os termos da seção 4. A substituição de Seções Invariantes por traduções requer uma permissão especial dos detentores do copyright das mesmas, mas você pode incluir traduções de algumas ou de todas as Seções Invariantes em adição às versões orignais dessas Seções Invariantes. Você pode incluir uma tradução desta Licença desde que você também in- clua a versão original em Inglês desta Licença. No caso de discordância entre a tradução e a 16
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF versão original em Inglês desta Licença, a versão original em Inglês prevalecerá. TÉRMINO Você não pode copiar, modificar, sublicenciar, ou distribuir o Documento exceto como expres- samente especificado sob esta Licença. Qualquer outra tentativa de copiar, modificar, sublicen- ciar, ou distribuir o Documento é nula, e resultará automaticamente no término de seus direitos sob esta Licença. Entretanto, terceiros que tenham recebido cópias, ou direitos de você sob esta Licença não terão suas licenças terminadas, tanto quanto esses terceiros permaneçam em total acordo com esta Licença. REVISÕES FUTURAS DESTA LICENÇA A Free Software Foundation pode publicar novas versões revisadas da Licença de Documen- tação Livre GNU de tempos em tempos. Tais novas versões serão similares em espirito à versão presente, mas podem diferir em detalhes ao abordarem novos porblemas e preocupações. Veja http://www.gnu.org/copyleft/. A cada versão da Licença é dado um número de versão distinto. Se o Documento especificar que uma versão particular desta Licença quot;ou qualquer versão posteriorquot;se aplica ao mesmo, você tem a opção de seguir os termos e condições daquela versão específica, ou de qualquer versão posterior que tenha sido publicada (não como rascunho) pela Free Software Foundation. Se o Documento não especificar um número de Versão desta Licença, você pode escolher qualquer versão já publicada (não como rascunho) pela Free Software Foundation. ADENDO: Como usar esta Licença para seus documentos Para usar esta Licença num documento que você escreveu, inclua uma cópia desta Licença no documento e ponha as seguintes notas de copyright e licenças logo após a página de título: Copyright (c) ANO SEU NOME. É dada permissão para copiar, distribuir e/ou modificar este documento sob os termos da Licença de Documentação Livre GNU, Versão 1.1 ou qualquer versão posterior publicada pela Free Soft- ware Foundation; com as Seções Invariantes sendo LISTE SEUS TÍTULOS, com os Textos da Capa da Frente sendo LISTE, e com os Textos da Quarta-Capa sendo LISTE. Uma cópia da li- cença está inclusa na seção entitulada quot;Licença de Documentação Livre GNUquot;. Se você não tiver nenhuma Seção Invariante, escreva quot;sem Seções Invariantesquot;ao invés de dizer quais são invariantes. Se você não tiver Textos de Capa da Frente, escreva quot;sem Textos de Capa da Frentequot;ao invés de quot;com os Textos de Capa da Frente sendo LISTEquot;; o mesmo para os Textos da Quarta Capa. Se o seu documento contiver exemplos não triviais de código de programas, nós recomenda- mos a publicação desses exemplos em paralelo sob a sua escolha de licença de software livre, 17
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF tal como a GNU General Public License, para permitir o seu uso em software livre. 18
  • Parte IV Introdução OpenSolaris 19
  • Capítulo 1 Introdução OpenSolaris OpenSolaris é um projeto de código-aberto criado pela Sun Microsystems para construir uma comunidade de desenvolvedores para a tecnologia do Sistema Operacional Solaris. É voltado para desenvolvedores, administradores de sistema e usuários que querem desenvolver e melho- rar sistemas operacionais. Neste curso, faremos uma introdução ao uso desse sistema operacio- nal GNU/Linux. 20
  • Capítulo 2 Plano de ensino 2.1 Objetivo Capacitar o usuário para o uso autônomo do sistema operacional OpenSolaris, instalando e configurando o sistema para o uso diário. 2.2 Público Alvo Usuários finais ou novatos que desejam experimentar ou apenas conhecer o projeto de sis- tema operacional livre OpenSolaris da Sun Microsystems. 2.3 Pré-requisitos Os usuários deverão ser, necessariamente, funcionários públicos e ter conhecimentos básicos para operar um computador. 2.4 Descrição O curso será realizado na modalidade Educação a Distância e utilizará a Plataforma Moodle como ferramenta de aprendizagem. Ele será dividido em tópicos e cada um deles é composto por um conjunto de atividades (lições, fóruns, glossários, questionários e outros) que deverão ser executadas de acordo com as instruções fornecidas. O material didático está disponível on-line de acordo com as datas pré-estabelecidas em cada tópico. Todo o material está no formato de lições, e estará disponível ao longo do curso. As lições poderão ser acessadas quantas vezes forem necessárias. Aconselhamos a leitura de quot;Ambien- tação do Moodlequot;, para que você conheça o produto de Ensino a Distância, evitando dificuldades advindas do quot;desconhecimentoquot;sobre o mesmo. Ao final de cada semana do curso será disponibilizada a prova referente ao módulo estudado anteriormente que também conterá perguntas sobre os textos indicados. Utilize o material de cada semana e os exemplos disponibilizados para se preparar para prova. Os instrutores estarão a sua disposição ao longo de todo curso. Qualquer dúvida deve ser disponibilizada no fórum ou enviada por e-mail. Diariamente os monitores darão respostas e esclarecimentos. 21
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF 2.5 Metodologia O curso está dividido da seguinte maneira: 2.6 Cronograma • Lição 1 - Introdução; • Lição 2 - Instalação na Máquina Virtual; • Lição 3 - Instalação no computador; • Lição 4 - Configuração; • Lição 5 - Uso. As lições contém o conteúdo principal. Elas poderão ser acessadas quantas vezes forem necessárias, desde que estejam dentro da semana programada. Ao final de uma lição, você receberá uma nota de acordo com o seu desempenho. Responda com atenção às perguntas de cada lição, pois elas serão consideradas na sua nota final. Caso sua nota numa determinada lição for menor do que 6.0, sugerimos que você faça novamente esta lição. Ao final do curso será disponibilizada a avaliação referente ao curso. Tanto as notas das lições quanto a da avaliação serão consideradas para a nota final. Todos os módulos ficarão visíveis para que possam ser consultados durante a avaliação final. Aconselhamos a leitura da quot;Ambientação do Moodlequot;para que você conheça a plataforma de Ensino a Distância, evitando dificuldades advindas do quot;desconhecimentoquot;sobre a mesma. Os instrutores estarão a sua disposição ao longo de todo curso. Qualquer dúvida deverá ser enviada no fórum. Diariamente os monitores darão respostas e esclarecimentos. 2.7 Programa O curso Introdução OpenSolaris oferecerá o seguinte conteúdo: • Histórico e introdução ao sistema OpenSolaris: como surgiu, características; • Instalação na máquina virtual como meio de experimentar o sistema de forma temporária; • Instalação do sistema no disco rígido do computador (instalação completa); • Configuração dos itens básicos do sistema para funcionamento normal; • Uso das ferramentas características do OpenSolaris; • Instalação da suíte de escritório OpenOffice.org. 22
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF 2.8 Avaliação Toda a avaliação será feita on-line. Aspectos a serem considerados na avaliação: • Iniciativa e autonomia no processo de aprendizagem e de produção de conhecimento; • Capacidade de pesquisa e abordagem criativa na solução dos problemas apresentados. Instrumentos de avaliação: • Participação ativa nas atividades programadas. • Avaliação ao final do curso. • O participante fará várias avaliações referente ao conteúdo do curso. Para a aprovação e obtenção do certificado o participante deverá obter nota final maior ou igual a 6.0 de acordo com a fórmula abaixo: • Nota Final = ((ML x 7) + (AF x 3)) / 10 = Média aritmética das lições • AF = Avaliações 2.9 Bibliografia • Site oficial: http://www.opensolaris.com • Site oficial da comunidade OpenSolaris: http://opensolaris.org/os/ • Site oficial da comunidade OpenSolaris(brasil): http://br.opensolaris.org/ • Viva o Linux - comunidade brasileira de usuários de software livre: http://www.vivaolinux.com.br/ • Site oficial do OpenOffice.org: http://www.openoffice.org/ 23
  • Capítulo 3 Introdução Nesse primeiro capítulo, faremos uma introdução ao OpenSolaris, falando de seu histórico, surgimento, e suas principais características. 3.1 Introdução e Histórico 3.1.1 Introdução Figura 1 - Site oficial do OpenSolaris OpenSolaris é um projeto de código-aberto criado pela Sun Microsystems para construir uma comunidade de desenvolvedores para a tecnologia do Sistema Operacional Solaris. É voltado para desenvolvedores, administradores de sistema e usuários que querem desenvolver e melho- rar sistemas operacionais. Em Junho de 2007, mais de 60.000 membros estavam registrados na comunidade OpenSolaris.org, e por volta de 2.000 já foram empregados pela Sun Microsystems. A ativa comunidade de usuários OpenSolaris está se espalhando pelo mundo todo, e dezenas de grupos e projetos estão sendo iniciados no OpenSolaris.org. 24
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF 3.1.2 Histórico O OpenSolaris é a versão open source do Solaris. Um Sistema Operacional baseado em UNIX desenvolvido pela Sun Microsystems. As primeiras versões do Solaris (baseadas no có- digo do BSD) foram chamadas SunOS, tendo o seu nome alterado para Solaris 2 quando passou a ser baseado no Unix System V. O planejamento para o OpenSolaris começou no começo de 2004. Um time multi-disciplinar foi formado para considerar todos os aspectos do projeto: licença, modelo de negócios, governa- bilidade, procedimentos de desenvolvimento, análise de código-fonte, gerenciamento de código- fonte, ferramentas, marketing, design de aplicações web e comunidades de desenvolvimento. O programa piloto foi formado em Setembro de 2004 com 18 pessoas fora da comunidade da Sun e funcionou por 9 meses, expandindo a um total de 145 participantes. A abertura do código-fonte do Solaris tem sido um processo gradual. A primeira parte do código a ser aberta foi o Solaris Dynamic Tracing (Rastreamento Dinâmico Solaris - conhecido como DTrace), uma ferramenta de rastreamento para administradores e desenvolvedores que ajuda a configurar e ajustar o sistema para otimizar a performance. O DTrace foi lançado em 25 de Janeiro de 2005. Nesse período, a Sun também lançou a primeira fase do site opensolaris.org, anunciando que o código-fonte do OpenSolaris seria lançado sob a licença CDDL (Common De- velopment and Distribution License - Licença de Distribuição e Desenvolvimento Comum), anun- ciando também a intenção de formar um Conselho Comunitário de Consultoria (CAB - Community Advisory Board). O dia de lançamento, em que a maior parte do código-fonte do Solaris foi aberto, foi 14 de junho de 2005. Ainda há algumas partes do sistema cujo código não foi aberto, e estão disponíveis apenas em arquivos binários. O código do OpenSolaris representa, em sua maioria, as mais recentes melhorias do código do Solaris. O cinco membros do CAB foram anunciados em 4 de Abril de 2005: dois foram eleitos pelos membros do projeto piloto, dois foram indicados pela Sun e um foi indicado pela ampla comuni- dade de desenvolvedores da Sun. O Conselho Comunitário de Consultoria 2005/06 do OpenSo- laris foi formado por Roy Fielding, Al Hopper, Rich Teer, Casper Dik e Simon Phipps. Em 10 de Fevereiro de 2006, a Sun assinou o Contrato OpenSolaris, tornando a comunidade OpenSolaris um grupo independente sob a liderança do Conselho Administrativo OpenSolaris (OGB - Open- Solaris Governing Board). Os membros do antigo CAB formaram o primeiro OGB, com a tarefa de criar e administrar as regras de administração da Comunidade OpenSolaris até 30 de Junho de 2006. A criação do documento de administração (ou quot;Constituiçãoquot;) foi encabeçada pelo OGB com a ajuda de três membros convidados: Stephen Hahn e Keith Wesolowski (desenvolvedores Solaris da Sun), e Ben Rockwood, um proeminente membro da Comunidade OpenSolaris. Em 19 de Março de 2007, a Sun fez o anúncio surpresa da contratação de Ian Murdock, fun- dador do Debian, para encabeçar o quot;Projeto Indianaquot;. Murdock revelou mais tarde que o projeto consistia em aplicar sua experiência com os sistemas operacionais Linux ao OpenSolaris. Em 8 de Maio de 2008, o OpenSolaris 2008.05 foi lançado. Pode ser inicializado como um LiveCD ou instalado diretamente na máquina. Usa o GNOME como ambiente de trabalho, possui um sistema próprio de gerenciamento de pacotes baseado na rede (para instalar e atualizar pacotes usando como fonte um repositório na internet) e inclui o sistema de arquivos ZFS (sistema desenvolvido com exclusividade pela Sun). 25
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF 3.2 Vantagens do OpenSolaris 3.2.1 Porque usar o OpenSolaris Preço Uma das razões pela qual o OpenSolaris conseguiu popularidade foi o seu preço: R$0 para qualquer pessoa, qualquer uso (comercial e não comercial), em qualquer máquina (com as plataformas SPARC e x86). Recursos de núcleo Outra razão da popularidade do sistema operacional OpenSolaris é a grande quantidade de recursos que ele oferece: • Solaris Zones: Proporciona a capacidade de partição de uma máquina em várias máquinas virtuais, uma isolada da outra. • DTrace: Uma ferramenta abrangente de rastreio dinâmico para examinar o comportamento do sistema, com segurança em máquinas de produção. • Nova pilha IP: Oferece desempenho amplamente elevado. • ZFS: Um sistema de arquivos avançado de 128 bits, com verificação e correção total, uma interface simples de linha de comando e capacidade de armazenamento virtualmente ilimi- tada. Compatibilidade com versões anteriores É especialmente importante para os desenvolvedo- res de software comercial, pois a manutenção correponde geralmente ao maior gasto associado a um software. Com a garantia de compatibilidade com versões anteriores, os fornecedores de software sabem que o software construído para Solaris N será executado corretamente no Solaris N+1 e nas versões subseqüentes. Neutralidade da plataforma de hardware O OpenSolaris é um sistema operacional multi- plataformas OSO, que oferece suporte às arquiteturas SPARC e x86 (o desenvolvimento para PowerPC também está nos planos). O OpenSolaris também oferece suporte a aplicativos de 32 bits e 64 bits em ambas as plataformas. Ferramentas de desenvolvimento Disponível gratuitamente para download no site http://developers.sun.com, o software Sun Studio é um conjunto de ferramentas e compiladores profissionais. Tal conjunto inclui compiladores C, C++ e FORTRAN, ferramentas de análise de código, o ambiente de desenvolvimento integrado (IDE), um depurador de código e diversos edi- tores. 26
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF Figura 2 - Tela inicial do Sun Studio 27
  • Capítulo 4 Instalação na Máquina Virtual Para os usuários que apenas desejam experimentar o OpenSolaris sem instalá-lo no compu- tador, apresentamos a opção de criar uma máquina virtual para usar o sistema de forma prática e rápida. 4.1 Baixando o VirtualBox e o OpenSolaris 4.1.1 O VirtualBox Figura 1 - Tela de boas vindas do VirtualBox O VirtualBox funciona como uma aplicação no seu sistema operacional, provendo um ambi- ente chamado de máquina virtual, que possibilita a instalação de outros sistemas operacionais, conhecidos como guests (convidados), dentro da máquina virtual. O VirtualBox oferece suporte aos seguintes sistemas operacionais: 28
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF Sistemas operacionais Versões suportadas Windows Windows XP – todos os service packs Windows Server 2003 Windows Vista – 32-bit e 64-bit Linux em sistemas 32-bits e 64-bit Debian GNU/Linux 3.1 Fedore Core 4 Gentoo Linux Redhat Enterprise Linux 3 SuSE Linux 9 OpenSuSE 10.1 Ubuntu 5.10 Mandriva 2007.1 e 2008.0 Apple Mac OS X (Intel) Todas Antes de rodar o OpenSolaris dentro do seu sistema operacional, você precisa instalar o Vir- tualBox. Depois de instalar o VirtualBox com sucesso em seu computador, você pode rodar a imagem ISO do OpenSolaris ou o Live CD como um guest. Importante - É recomendado um mínimo de 10 Gb disponíveis em seu sistema operacional para instalar o VirtualBox e o OpenSolaris dentro do VirtualBox. 4.1.2 Como baixar o VirtualBox O VirtualBox está disponível no Sun Download Center (Centro de downloads da Sun): 1. Entre em xVM VirtualBox e clique em Download Sun xVM VirtualBox 1.6 2. Selecione a plataforma da sua máquina no menu correspondente. 3. Marque a caixa de aceitação da licença do VirtualBox e clique em Continue. 4. Clique no link para o virtualbox_1.6. 5. Salve o arquivo no desktop ou em outro local do disco. 6. Quando o download estiver pronto, feche o navegador. 4.1.3 Como baixar a imagem ISO do OpenSolaris Você pode acessar OpenSolaris.com e baixar a imagem ISO do OpenSolaris 2008.05 ou en- comendar o Live CD OpenSolaris 2008.05 gratuitamente. Os passos a seguir descrevem a opção pelo download. Importante - A imagem ISO requer cerca de 685 Mb disponíveis em seu disco rígido. 1. Acesse o site http://www.opensolaris.com/get/ 2. Clique no link para fazer o download do arquivo imagem do OpenSolaris 2008.05 Importante - Nesse site, você pode escolher entre a instalação completa com todas as linguagens disponíveis, ou uma versão mais quot;levequot;, com linguagens selecionadas e tempo menor de instalação. 29
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF 3. Salve o arquivo imagem do OpenSolaris em seu computador Por conveniência, faça o download no mesmo disco ou partição onde você baixou o Virtual- Box. Dependendo da velocidade da sua conexão de Internet, o download pode demorar alguns minutos. 4.2 Instalando e usando o VirtualBox 4.2.1 Como instalar o VirtualBox no sistema Linux Importante - Baixe a última versão 1.6 do VirtualBox como indicado previamente, mesmo se a sua distribuição Linux tenha uma versão do VirtualBox previamente instalada. Normalmente, essa versão previamente instalada é a OSE (Open Source Edition - Edição de Código Aberto), que provavelmente não suportará a instalação do OpenSolaris 2008.05. 1. Abra uma sessão do Terminal como root. 2. Navegue até a pasta onde você baixou o arquivo de instalação do VirtualBox. 3. Dependendo da sua distribuição Linux, o processo para iniciar a instalação pode seguir um dos caminhos a seguir: (a) Em sistemas baseados em rpm, como Fedora, SuSE ou Red Hat, digite o seguinte: ÖÔÑ ¹ Ú ÒÓÑ Ó ÖÕÙ ÚÓ (b) Em sistemas baseados em deb, como Debian ou Ubuntu, digite o seguinte: Ô ¹ ÒÓÑ Ó ÖÕÙ ÚÓ Substitua nomedoarquivo pelo nome do arquivo de instalação baixado. 4. Adicione o usuário atual ao grupo de usuário do VirtualBox. (a) No terminal (como root), digite: ×Ù Ó Ù× ÖÑÓ ¹ Ú ÓÜÙ× Ö× ¹ Ù×Ù Ö Ó Substitua usuario pelo nome do usuário atual. (b) Feche a seção do usuário e entre novamente para efetuar as mudanças. 5. Abra uma sessão do Terminal, digite VirtualBox e tecle Enter para iniciar o VirtualBox 6. Aceite a licença de uso. 30
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF 4.2.2 Como instalar o VirtualBox no sistema Linux Figura 2 - Tela principal do VirtualBox com a máquina virtual OpenSolaris 1. Inicie o VirtualBox - abra uma sessão no Terminal, digite VirtualBox e tecle Enter. 2. Na primeira vez que iniciar o VirtualBox, entre com suas informações para registro e clique em Confirm. A janela principal do VirtualBox aparece. 3. Clique no ícone NOVO na esquerda, e clique em PRÓXIMO na janela pop-up. 4. Digite um nome para a máquina virtual e selecione o OpenSolaris na lista de sistemas operacionais abaixo. Clique em PRÓXIMO. 5. Selecione a quantidade de memória RAM alocada para o OpenSolaris utilizar dentro do VirtualBox. Clique em PRÓXIMO. Importante - 512 Mb é a quantidade mínima recomendada. Se você possui 2 Gb ou mais de memória em sua máquina, é recomendado destinar 1 GB para a performance ótima. 6. Adicione uma Imagem Virtual de Disco (Virtual Disk Image - VDI), selecionando uma da lista ou adicionando um novo nome à lista. Para a instalação inicial, siga os passos a seguir: (a) Selecione NOVO e clique em PRÓXIMO. (b) Aceite o padrão Imagem Dinamicamente Expansível e clique em PRÓXIMO. (c) Aceite o nome padrão ou digite um novo nome, e selecione o tamanho da imagem. (d) Quando tiver completado as configurações, clique em PRÓXIMO. 31
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF (e) Clique em TERMINAR para criar a imagem de disco. 7. Quando a tela inicial do Gerente de Discos Virtuais aparecer, com o seu novo arquivo vdi selecionado, clique em PRÓXIMO. 8. Na última tela de resumo, clique em TERMINAR. A janela principal do VirtualBox aparece. Sua máquina virtual OpenSolaris é mostrada no painel da esquerda, e está pronta para ser usada. 9. Clique no link de CD/DVD-ROM no lado direito, na aba DETALHES. 10. Marque Montar Drive de CD/DVD e escolha um dos seguintes: (a) Se você está usando o Live CD OpenSolaris, selecione ’Drive de CD/DVD do Hospe- deiro’ e feche a tela de configurações. Pule o passo 11. (b) Se você está usando uma imagem ISO do OpenSolaris, selecione ’Arquivo de Imagem ISO’ e vá para o passo 11. 11. Na lista que aparece, selecione a imagem ISO OpenSolaris baixada. Se a imagem ISO não estiver na lista, faça o seguinte: (a) Clique no ícone SELECIONAR à direita da lista. (b) Clique na aba Imagens CD/DVD. (c) Clique no ícone ADICIONAR. (d) Navegue até a imagem ISO OpenSolaris baixada e clique em ABRIR. (e) Clique em SELECIONAR e feche a tela de configurações. (f) Feche a tela de configurações. 4.2.3 Como iniciar o OpenSolaris 2008.05 usando o VirtualBox 1. Caso você tenha fechado o VirtualBox, inicie-o pelo Terminal como ensinado previamente ou pelo sistema gráfico - selecione o VirtualBox no menu ’Ferramentas de sistema’ (GNOME) ou no menu ’Sistema’ (KDE). 2. Clique duas vezes no ícone da máquina virtual ou selecione-o e clique em INICIAR. O menu de boot GRUB é mostrado com 3 opções. Selecione a primeira. A mensagem de Release do SunOS é mostrada. Finalmente, uma lista de linguagens aparece. 3. Quando a lista de layouts de teclado aparecer, tecle ENTER para aceitar o padrão ameri- cano ou entre com o número correspondente ao seu teclado e tecle ENTER. Importante - Quando você clica dentro do VirtualBox rodando sua máquina virtual, o cursor do mouse é quot;capturadoquot;pelo desktop virtual. Use a ’Tecla Host’ para liberar o cursor. A Tecla Host é indicada no canto direito inferior da janela do VirtualBox. Por padrão, a Tecla Host no Linux é a tecla Ctrl (Control) direita. 4. Quando a lista de linguagens do desktop aparecer, tecle ENTER para aceitar o padrão inglês ou entre com o número correspondente a outra linguagem e tecle ENTER. 5. Leia e feche a licença de uso. O sistema leva um ou dois minutos para carregar. Quando a tela de desktop aparecer, você quot;está dentroquot;, rodando o OpenSolaris 2008.05 32
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF 6. Para instalar o OpenSolaris 2008.05 no seu dísco rígido virtual, clique no ícone quot;Instalar OpenSolarisquot;no desktop. Os detalhes da instalação serão dados no próximo capítulo. 33
  • Capítulo 5 Instalação no computador Mostraremos passo a passo a instalação completa do OpenSolaris no disco rígido do compu- tador, tirando eventuais dúvidas que possam surgir durante o processo. 5.1 Instalação do OpenSolaris 2008.05 Figura 1 - Tela de boot pelo Live CD do OpenSolaris Essa versão do OpenSolaris fornece uma instalação do sistema operacional a partir do CD interativo. Use o procedimento seguinte para mais instalações. Se você estiver usando o VirtualBox, leia antes a lição anterior. 34
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF 5.2 Instalando o OpenSolaris 2008.05 Antes de instalar o OpenSolaris OS, consulte os requisitos do sistema e as limitações descri- tas na lição anterior. As configurações padrão seguintes são usadas nesta versão: • A instalação usa uma partição fdisk do Solaris criada anteriormente para criar um pool de armazenamento ZFS. Se um segundo disco estiver disponível, você poderá adicioná-lo ao ZFS para criar uma configuração espelhada. • Esta versão instala um sistema OpenSolaris que se conecta automaticamente à rede usando DHCP com resolução de nomes DNS. • O daemon nwam é ativado por padrão. nwam introduz uma instância alternativa do serviço SMF de rede/físico, que permite a configuração automática da rede. Para obter mais informações, consulte a página principal em nwam(1) ou emOpenSolaris nwam. A página principal nwam(1) fornece instruções sobre como desativar ou ativar a instância nwam. • IPv6 está desativado. • O domínio DNS e os endereços IP do servidor são recuperados a partir do servidor DHCP. • O domínio NFSv4 é derivado dinamicamente. • Kerberos está desativado. 1. Para iniciar o instalador a partir da área de trabalho do CD interativo, selecione o ícone do instalador na área de trabalho do CD interativo. Observação - Se você for solicitado a fazer logon, o nome de usuário e a senha são “jack”. A senha de root é “opensolaris”. Um prompt de texto permite que você selecione um idioma do instalador antes que ele se inicie. O idioma padrão é inglês. O instalador se inicia. 2. Complete quaisquer seleções adicionais dos painéis de instalação preliminares. CUIDADO: Observe as seguintes considerações importantes: • A instalação sobrescreve o layout do disco inteiro, se uma das condições abaixo for verdadeira: – A tabela do disco não pode ser lida. – O disco foi particionado anteriormente. • Se uma partição fdisk do Solaris estiver em um sistema de inicialização múltipla, e o usuário não fizer modificações nas partições existentes, a instalação sobrescreve somente a partição fdisk do Solaris. As outras partições existentes não são alteradas. 3. No painel Disco, selecione o disco e o local da partição do OpenSolaris OS. 35
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF (a) Na parte superior do painel Disco, selecione o disco em que o OpenSolaris OS será instalado. A partição superior desse painel exibe os discos internos, os discos externos e as unidades de estado sólido que estão disponíveis no sistema. Esse painel também exibe o tamanho de cada disco em gigabytes. Observação - Para serem reconhecidos pelo instalador, os discos e as unidades de estado sólido devem ser conectados antes que o instalador se inicie. O tamanho recomendado e o tamanho mínimo da instalação do OpenSolaris OS são exibidos. Os discos muito pequenos para uma instalação bem-sucedida são indicados como tal. O tamanho recomendado é de pelo menos 10 Gbytes. (b) Na parte inferior do painel Disco, clique em Usar o disco inteiro ou Particionar o disco. A parte inferior deste painel exibe o particionamento de disco existente. CUIDADO: Se a tabela da partição existente não puder ser lida, é exibido um aviso, e o painel exibe o particionamento sugerido. Nesse caso, todos os dados do disco são destruídos. • Se você optar por particionar o disco, consulte as diretrizes de particionamento seguintes, em seguida, revise as configurações do painel de particionamento, se necessário. – Somente uma partição do Solaris é permitida. Se uma partição existente do Solaris estiver disponível, ela será o destino da instalação. Ou, se não houver uma partição existente do Solaris, você pode alterar qualquer partição exis- tente para uma partição do Solaris. – Você pode redimensionar as partições existentes, excluir as partições e criar novas partições nesse painel. Para essa opção, uma partição existente do So- laris deve estar disponível como o destino da instalação. CUIDADO: As partições são exibidas em ordem fisicamente seqüencial, con- forme são feitas no disco. Redimensionar uma partição do Solaris destrói os dados dessa partição e todas as partições fisicamente subseqüentes. Os da- dos existentes não são movidos para que haja conformidade com o layout de uma nova partição. Entretanto, redimensionar a última partição ou anexar uma nova partição não afeta os dados que já existem em outras partições. As par- tições não-Solaris não podem ser redimensionadas. CUIDADO: Para disponibilizar espaço adicional, você pode alterar uma parti- ção existente para Não usada. Entretanto, se você alterar uma partição exis- tente para Não usada, todas as partições não-Solaris subseqüentes também são alteradas para Não usada. – Se você usou uma ferramenta de particionamento de terceiros como a GPar- ted, então o painel Disco exibe uma partição chamada Linux swap, na qual você pode instalar o OpenSolaris OS. IMPORTANTE: Nesse painel, use a lista suspensa do nome da partição Linux swap para alterar o nome da partição para Solaris. – O tamanho de partição recomendado do OpenSolaris OS é de pelo menos 10 Gbytes. Observação - O controle manual do layout do sistema de arquivos do OpenSola- ris não é aceito. Durante a instalação, a partição fdisk do Solaris é reformatada com um layout padrão do sistema de arquivos ZFS. Todos os sistemas de arquivos existentes na partição do Solaris são destruídos. 36
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF A instalação usa uma partição fdisk do Solaris para criar um pool de armazena- mento ZFS. Se um segundo disco estiver disponível, você pode, após a inicialização do sis- tema instalado, adicioná-lo ao ZFS para criar uma configuração espelhada. Para criar uma configuração espelhada, use o comando attach do ZFS para adicionar um segundo disco ao pool de armazenamento. Por exemplo: ÞÔÓÓÐ ØØ ÖÔÓÓÐ ¼Ø¾ ¼×¼ ¼Ø ¼ O exemplo seguinte ilustra uma configuração do sistema de arquivos ZFS com uma configuração não-redundante: ÁÒ Ò ¹ Ù Ð ÞÔÓÓÐ ×Ø ØÙ× ÔÓÓÐ ÑÝÔÓÓÐ ×Ø Ø ÇÆÄÁÆ × ÖÙ × ÖÙ ÓÑÔÐ Ø Û Ø ¼ ÖÖÓÖ× ÓÒ Ï Ë Ô ¾ ¾¿ ½ ¼ ¾¼¼ ÓÒ Æ Å ËÌ Ì Ê ÏÊÁÌ ÃËÍÅ ÑÝÔÓÓÐ ÇÆÄÁÆ ¼ ¼ ¼ ÇÆÄÁÆ ¼ ¼ ¼ ¿Ø¼ ¼×¼ ÇÆÄÁÆ ¼ ¼ ¼ ÖÖÓÖ× ÆÓ ÒÓÛÒ Ø ÖÖÓÖ× • No mesmo painel, você pode optar por instalar o OpenSolaris OS no disco inteiro. CUIDADO: Essa opção apaga o disco existente. O disco inteiro é sobregravado com o novo OpenSolaris OS. Quando você tiver revisado o particionamento, clique em Próximo. 4. Complete as configurações de fuso horário, data e hora. O próximo painel permite que você insira o fuso horário, a data e a hora corretos do sistema a ser instalado. A metade superior do painel exibe uma mapa-múndi com as cidades prin- cipais marcadas. A metade inferior do painel fornece as seleções suspensas. Você pode escolher o fuso horário no mapa ou na lista suspensa. • Se você selecionar o fuso horário no mapa, clique em uma cidade ou clique em qual- quer lugar no mapa. Se você clicar no mapa, mas não em uma cidade, o mapa ampliará automaticamente essa área. Você pode clicar em um local na área ampliada. Você pode arrastar o cursor para mover a área ampliada para um local diferente no mapa. Quando você seleciona um local no mapa, as seleções suspensas preenchem automaticamente o fuso horário, a data e a hora atual da seleção do mapa. Você pode clicar com o botão direito do mapa para cancelar a ampliação. • Em vez de usar o mapa, você pode fazer as suas seleções nos campos suspensos. Selecione a região e o local. Finalmente, selecione o fuso horário. As opções de cada menu suspenso são determinadas pela seleção feita no menu suspenso anterior. Observação - Você pode editar a data e a hora padrão fornecidas. Quando as configurações estiverem corretas, clique em Próximo. 37
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF 5. Selecione o idioma e a localidade, em seguida, clique em Próximo. O próximo painel permite que você selecione um idioma e uma localidade. Essas seleções determinam o suporte a idioma, a data e a hora padrão, e outros formatos de dados do sistema instalado. • Você pode aceitar a seleção de idioma padrão ou alterá-la. • É necessária a seleção de um idioma. Você pode selecionar “sem suporte ao idioma padrão. • O idioma escolhido automaticamente determina as localidades disponíveis na caixa suspensa. Somente uma localidade pode ser selecionada. Observação - Toda vez que faz logon no sistema instalado, você pode alterar a localidade durante essa sessão específica ou a localidade padrão por meio do botão Opções na caixa de diálogo Logon. 6. Complete as configurações do usuário e clique em Próximo. Para o painel Usuários, consulte as seguintes diretrizes: • A senha de root e a conta do usuário são opcionais. Entretanto, para melhor segu- rança, complete estes campos. Se a senha de root não for definida, será exibido um lembrete quando você clicar em Próximo. Se não quiser definir uma senha de root, você pode prosseguir. • Uma conta de usuário requer somente um nome de logon para que seja válida. Entre- tanto, para uma melhor segurança, preencha todos os campos. Se as informações da conta do usuário não forem válidas, será exibido um lembrete quando você clicar em Próximo. Se não quiser definir uma conta de usuário, você pode prosseguir. • Insira um nome de computador ou aceite o padrão. O nome do computador não pode ficar em branco. 7. No painel de instalação, revise e confirme as especificações da instalação. CUIDADO: A instalação se inicia quando você clica em Instalar. Não interrompa uma insta- lação em andamento. Durante a instalação, é exibida uma barra de progresso. O painel final exibe as mensagens de conclusão. Você pode consultar os logs de instalação nesse painel. Você pode sair ou reinicializar a partir desse painel. • Depois de uma instalação bem sucedida, para iniciar o sistema instalado, selecione Reinicializar. O processo de reinicialização deve levar alguns minutos. Observação - Retire o CD interativo quando a nova inicialização se iniciar. Ou, seleci- one a opção quot;Inicializar do disco rígidoquot;no menu GRUB. • Para sair, selecione Sair e encerre o sistema. 38
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF Figura 2 - Instalação do OpenSolaris em andamento 39
  • Capítulo 6 Configuração Configuração dos componentes básicos do sistema para funcionamento normal: vídeo, som, métodos de entrada (linguagem e padrão do teclado) e rede. 6.1 Instalação de Drivers Figura 1 - Tela de Logon do OpenSolaris Após a instalação, normalmente o OpenSolaris reconhece automaticamente os drivers de Vídeo, Som e Rede. Caso contrário, algumas medidas podem ser tomadas: 40
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF 6.1.1 Descubra o fabricante e o modelo do Driver Há alguns comandos que você pode utilizar para isto. /usr/X11/bin/scanpci -v é uma boa fonte de informações. Também há prtconf -v, procure informações sobre o dispositivo em questão. Outra possibilidade é o dmesg, que imprime informações do sistema e pode conter informa- ções sobre dispositivos para os quais não há drivers instalados. 6.1.2 Baixe os drivers na Internet Existe diversos sites onde você pode encontrar drivers, comece pela Comunidade de Drivers do OpenSolaris. Você encontra alguns drivers na seção de Arquivos. A Comunidade de Laptop tem uma seção chamada Wireless Networking. Lá você encontra alguns drivers e boas dicas sobre OpenSolaris e laptops. Caso você não encontre o driver para o seu dispositivo, entre na Comunidade de Drivers do OpenSolaris. A lista de emails é o lugar para buscar informações desta natureza. Se realmente não há drivers para o seu dispositivo, a solução é escrever um você mesmo. Parece muito difícil? Não se assuste, é mais acessível do que parece. Você tem todos os recursos que a comu- nidade OpenSolaris pode oferecer, estamos aqui para ajudar no que for possível. Você pode começar lendo este artigo: Introdução para Drivers no OpenSolaris. Uma outra possibilidade é utilizar o NDIS Wrapper Toolkit, que permite a utilização de drivers de interfaces de rede para Windows em ambientes Solaris. 6.2 Configuração de Rede Se sua rede é DHCP, provavelmente você já terá sua rede funcionando, se não, há duas for- mas de configurá-la. Via NWAM, utilitário criado para ajudar a configuração de rede e o bom e velho console. 6.2.1 Preparação Crie o arquivo resolv.conf dentro de /etc contendo o ip do seu servidor DNS, como no exemplo abaixo. 41
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF nameserver 10.1.1.1 nameserver 200.165.132.154 Crie o hostname da sua placa como no exemplo abaixo. $ echo quot;opensolaris» /etc/hostname.rtls0 Substituindo rtls0 pela sua interface. Edite o arquivo /etc/hosts deixando da forma abaixo: 127.0.0.1 localhost # seu ip hostname 10.1.1.5 opensolaris loghost Edite o arquivo /etc/netmask adicionando as informações correspondentes, como no exemplo abaixo: # rede - máscara de rede 10.1.1.0 255.0.0.0 Edite o arquivo /etc/nsswitch, deixando a linha começada por hosts assim: hosts: files dns Pronto, agora podemos configurar a interface. 6.2.2 NWAM Para configurar a rede usando o nwam é só editar o arquivo /etc/nwam/llp da seguinte forma: <interface><tab><tipo><tab><endereço/máscara> rtls0 static 10.1.1.5/8 rtls0 dhcp 6.2.3 Console Para quem gosta do console: ifconfig <interface> <ip> netmask <máscara de rede> # ifconfig rtls0 10.1.1.5 netmask 255.0.0.0 Se sua rede ainda não estiver com acesso, adicione o gateway: 42
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF route add default <gateway> # route add default 10.1.1.1 6.3 Configuração de Idioma 6.3.1 Como configurar o teclado no OpenSolaris para utilizar acentos, cedilha, etc (ABNT2) Se você não quiser (ou não for conveniente, por exemplo no modo live-cd) gerar um xorg.conf, você pode utilizar o aplicativo setxkbmap para reconfigurar seu teclado diretamente no X, sem ter que reinicializar ou rodar um xorfcfg. Inicialmente, confirme que você selecionou o idioma quot;brazilian portuguesequot;(opção 9 na esco- lha de idiomas) na inicialização ou instalação. Senão, mude o idioma, conforme explicado nesse FAQ. Então, abra um terminal com o seu usuário e digite: $ setxkbmap -rules /usr/X11/lib/X11/xkb/rules/xorg $ setxkbmap -model abnt2 br Se você possui um teclado us-intl: $ setxkbmap -model pc105 us intl Pronto, o teclado deve estar configurado. O problema desse método é que ele é user-specific, ou seja, funciona para cada usuário que rodar os comandos. Então para uma configuração global, o ideal ainda é utilizar o xorg.conf. Porém, se você rodar, como root, os seguintes comandos, o seu teclado estará configurado (para todos os usuários, pois /etc/profile não é user-specific) assim que você logar no ambiente JDS (mas na tela de login do GDM ainda não): Ó × ØÜ Ñ Ô ¹ÖÙÐ × »Ù×Ö» ½½»Ð » ½½»Ü »ÖÙÐ ×»ÜÓÖ » Ø »ÔÖÓ Ð Ó × ØÜ Ñ Ô ¹ÑÓ Ð Òؾ Ö » Ø »ÔÖÓ Ð Repare que: 1. São dois > >. Se você colocar somente um > pode estragar o seu /etc/profile 2. Isso é um hack 3. No futuro, pode não ser necessário rodar o primeiro comando que configura o arquivo de quot;rulesquot;. Por enquanto, se você não rodar esse comando, você receberá uma mensagem de erro quot;Couldn’t find rules file (xorg)quot; 43
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF 6.3.2 Se você não selecionou o locale brasileiro durante a instalação, ainda é pos- sível adicioná-lo O Solaris Express utiliza o utilitáio localeadm para administrar locales. Para instalar o brasi- leiro, insira o CD de instalação no drive e digite localeadm -a lam. Este comando instala todos os locales latino-americanos, inclusive o brasileiro. Após a instalação, reinicie o computador. 6.4 Instalações adicionais 6.4.1 Instalando Flash Player Primeiramente é necessário fazer o download do plugin no site da Adobe. Nesse tutorial iremos instalar a versão 9 do Flash Player (flash_player_9_solaris_x86.tar.bz2). Essa instalação fará com que o plugin fique disponível para qualquer usuário da máquina. Abra um terminal e digite o seguinte comando dentro da pasta que você salvou o arquivo: × ¹¿º¾° Þ Ô¾ ¹ Ð × ÔÐ Ý Ö ×ÓÐ Ö × Ü ºØ Öº Þ¾ Ø Ö ÜÚ ¹ Na tela surgirá o seguinte resultado: Ð × ÔÐ Ý Ö ×ÓÐ Ö × Ö½¾ Ü ¸ ¼ ÝØ ×¸ ¼ Ø Ô ÐÓ × Ð × ÔÐ Ý Ö ×ÓÐ Ö × Ö½¾ Ü » Ð × ÔÐ Ý ÖºÜÔظ ÝØ ×¸ ¾ Ø Ô ÐÓ × Ð × ÔÐ Ý Ö ×ÓÐ Ö × Ö½¾ Ü »Ð Ð × ÔÐ Ý Öº×Ó¸ ¿¿ ÝØ ×¸ ½¿½ ¾ Ø Ô ÐÓ × Se você listar a pasta novamente irá notar que foi criada uma nova pasta com 2 arquivos dentro: × ¹¿º¾° Ð× Ð × ÔÐ Ý Ö ×ÓÐ Ö × Ö½¾ Ü × ¹¿º¾° Ð × ÔÐ Ý Ö ×ÓÐ Ö × Ö½¾ Ü » × ¹¿º¾° Ð× Ð × ÔÐ Ý ÖºÜÔØ Ð Ð × ÔÐ Ý Öº×Ó Agora, o que precisamos fazer é copiar os dois arquivos para a pasta do Firefox, porém, é necessário estar como root: × ¹¿º¾° Ô Ü ×Ù ¹ ËÙÒ Å ÖÓ×Ý×Ø Ñ× ÁÒ º ËÙÒÇË º½½ ×ÒÚ Â ÒÙ ÖÝ ¾¼¼ ¹ × ¹¿º¾ ÑÚ Ð Ð × ÔÐ Ý Öº×Ó »Ù×ֻР» Ö ÓÜ»ÔÐÙ Ò ¹ × ¹¿º¾ ÑÚ Ð × ÔÐ Ý ÖºÜÔØ »Ù×ֻР» Ö ÓÜ»ÔÐÙ Ò Pronto! Reinicie o Firefox, e se quiser se certificar da instalação, digite about:plugins na barra de endereços do navegador. 44
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF 6.4.2 Instalando JAVA (JRE) Primeiramente é necessário fazer o download da última versão no site da Sun. Nesse tutorial iremos instalar a versão 1.6.07 (jre-6u7-solaris-i586.sh). Essa instalação fará com que o JRE fique disponível para qualquer usuário da máquina. Abra um terminal e copie o arquivo baixado para a pasta /usr/java: × ¹¿º¾° Ô Ü Ô Ö ¹ Ù ¹×ÓÐ Ö ×¹ º× »Ù×Ö» Ú Agora temos que dar a permissão correta para executar a instalação: × ¹¿º¾° ÔÛ »Ù×Ö» Ú × ¹¿º¾°Ô Ü ÑÓ ·Ü Ö ¹ Ù ¹×ÓÐ Ö ×¹ º× Com a permissão certa, só falta instalar × ¹¿º¾°Ô Ü º» Ö ¹ Ù ¹×ÓÐ Ö ×¹ º× Aperte ESPAÇO até chegar à pergunta se você aceita os termos. Coloque quot;yquot;e dê um enter. Ao final da instalação você pode listar o diretório e verificar que tem uma nova pasta quot;jre1.6.0_07quot; Agora precisamos atualizar o plugin do Firefox com a nova versão: Entre na pasta de plugin do Firefox × ¹¿º¾° »Ù×ֻР» Ö ÓÜ»ÔÐÙ Ò× Remova o plugin atual, ou se preferir renomeie × ¹¿º¾°Ô Ü ÖÑ Ð Ú ÔÐÙ Ò Ó º×Ó ou × ¹¿º¾°Ô Ü ÑÚ Ð Ú ÔÐÙ Ò Ó º×Ó Ð Ú ÔÐÙ Ò Ó º×ÓºÇÄ Crie um link do novo plugin × ¹¿º¾°Ô Ü ÐÒ ¹× »Ù×Ö» Ú » Ö ½º º¼ ¼ »ÔÐÙ Ò» ¿ »Ò× »Ð Ú ÔÐÙ Ò Ó º×Ó 45
  • Capítulo 7 Uso Veremos as opções que o OpenSolaris apresenta ao usuário para o uso diário do computa- dor, como interface gráfica, modo texto, gerenciamento de pacotes, além da instalação da suíte de escritório OpenOffice.org 7.1 Interface gráfica 7.1.1 GNOME Figura 1 - Desktop do OpenSolaris 46
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF O OpenSolaris 2008.05 faz uso do GNOME como interface gráfica. O GNOME (GNU Network Object Model Environment) é um ambiente gráfico disponível sob a licença GPL. 7.1.2 O que é GNOME Usuários mais experientes de sistemas operacionais baseados em Unix, têm prática na uti- lização de comandos digitados (o chamado quot;modo textoquot;) para executar tarefas no computador, mesmo porque, em alguns casos, somente isso é necessário. No entanto, se você quer ver ima- gens, vídeos, utilizar o mouse e aplicações gráficas, é necessário o uso de um ambiente gráfico. Para essa finalidade, utiliza-se ferramentas que tornam possíveis a existência de um modo gráfico. Os mais conhecidos são os sistemas gráficos Xfree86 e X.Org, este último mais atual. Falando a grosso modo, esses softwares permitem que um ambiente gráfico funcione no sistema operacional. Os sistemas gráficos não trabalham sozinhos. É necessário complementá-los com gerencia- dores de janelas (ou window managers), que são ferramentas que permitem controlar o tamanho de janelas, botões, cores, ícones, efeitos visuais, entre outros. É neste ponto que o GNOME entra. Além de trabalhar com todos os recursos gráficos, o GNOME também oferece um ambiente de desktop completo, isto é, disponibiliza aplicativos para diversas finalidades (como jogos, editores de texto, planilhas, gerenciadores de arquivos, manipu- ladores de imagens, ferramentas para redes, etc), controla recursos do computador, entres outros. 7.1.3 Interface A interface do GNOME é totalmente personalizável. Tanto, que muitos usuários o alteram de tal forma que é impossível encontrar uma área de trabalho igual. O usuário pode alterar cores, tamanho de fonte, o quot;desenhoquot;das janelas, a disposição dos ícones, a posição de menus, o papel de parede, a proteção de tela, enfim. Além disso, é possível instalar temas, alterar o idioma, acrescentar aplicativos otimizados para o GNOME, etc. Por este ser um artigo de apresentação do GNOME, estas possibilidades não serão explica- das aqui, embora não seja nenhum segredo: a personalização do GNOME é muito fácil, bastando clicar sobre uma barra para ver as opções de alteração, por exemplo. Além disso, o GNOME oferece as ferramentas GNOME Control Center (Centro de Controle GNOME) e GConf, que per- mitem a configuração de uma série de itens. 7.1.4 Nautilus O Nautilus é um intuitivo gerenciador de arquivos. Usuários do Windows o entenderão como o Windows Explorer do GNOME. Ele permite não só a navegação entre diretórios, como a vi- sualização de arquivos em miniaturas e a possibilidade de copiar ou mover pastas e arquivos. Além disso, o Nautilus oferece algumas funcionalidades interessantes, como a criação de CDs, a 47
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF alteração de permissões de arquivos com o uso do mouse, opção de busca de arquivos, enfim. O Nautilus também associa determinados tipos de arquivos a programas, de forma que basta clicar em um arquivo de música no formato Ogg Vorbis, por exemplo, para ele acionar um soft- ware que o execute. Além disso, a ferramenta também é capaz de acessar diretórios através de FTP, Samba, entre outros. 7.2 Operações no modo texto 7.2.1 Modo texto Figura 2 - Terminal rodando no OpenSolaris Para quem prefere ter mais domínio sobre as operações do sistema operacional em modo texto, o OpenSolaris tem suporte ao console (terminal). A seguir, alguns comandos básicos do console do OpenSolaris. 48
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF Nome Comando Copiar cp Esse comando serve para copiar arquivos/pastas de um lugar para outro (de um diretório para outro). As permissões do quot;novoquot;arquivo serão dadas para o usuário que está copiando. Exemplo: × ¹¿º¼¼° Ô Ø ×Ø ºÓ × » ÓÑ » Ó ÙÑ ÒØ×» Essa linha copiou o arquivo quot;teste.odsquot;, que está na pasta atual, para a pasta Documents dentro de home. × ¹¿º¼¼° Ô » ÓÑ » Ó ÙÑ ÒØ×»Ø ×Ø ºÓ × º Essa linha copiou o arquivo que está na pasta Documents para a pasta atual. × ¹¿º¼¼° Ô ¹Ê » ÓÑ » Ó ÙÑ ÒØ× O -R (recursivo), faz com que a pasta Documents e todos seus subdiretórios sejam copiados para a pasta atual. Nome Comando Mover mv Esse comando serve para mover arquivos/pastas de um lugar para outro (de um diretório para outro). As permissões do arquivo movido são mantidas. Exemplo: × ¹¿º¼¼° ÑÚ Ø ×Ø ºÓ × » ÓÑ » Ó ÙÑ ÒØ× Essa linha moveu o arquivo teste.ods, que está na pasta atual, para a pasta Documents dentro de home. × ¹¿º¼¼° ÑÚ » ÓÑ » Ó ÙÑ ÒØ×»Ø ×Ø ºÓ × Essa linha moveu o arquivo teste.ods, que está dentro da pasta Documents, para a pasta atual. × ¹¿º¼¼° ÑÚ » ÓÑ » Ó ÙÑ ÒØ×»¶ Essa linha moveu todo o conteúdo da pasta Documents para a pasta atual. × ¹¿º¼¼° ÑÚ Ó ÙÑ ÒØ× » ÓÑ »Ø ×Ø Essa linha move a pasta Documents, que está na pasta atual, para a pasta teste. 49
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF Nome Comando Apagar rm Esse comando serve para apagar arquivos ou pastas, desde que você tenha permissão. Exemplo: × ¹¿º¼¼° ÖÑ Ø ×Ø ºÓ × Essa linha apagou o arquivo quot;teste.odsquot;, que está na pasta atual, para a pasta Documents dentro de home. × ¹¿º¼¼° ÖÑ » ÓÑ » Ó ÙÑ ÒØ×»Ø ×Ø ºÓ × Você também pode apagar arquivos que estejam em outras pastas diferentes da que você está. Essa linha apagou o arquivos quot;teste.odsquot;que estava no diretorio Documents × ¹¿º¼¼° ÖÑ ¹Ê » ÓÑ » Ó ÙÑ ÒØ× O -R (recursivo), faz com que a pasta Documents e todos seus subdiretórios sejam apagados. Nome Comando Renomear mv Esse comando serve para renomear arquivos/pastas, desde que você tenha permissão. Exem- plo: × ¹¿º¼¼° ÑÚ Ø ×Ø ºÓ × Ø ×Ø ½ºÓ × Essa linha renomeou o arquivo Nome Comando Listar ls Esse comando serve para listar o conteúdo de uma pasta. Exemplo: × ¹¿º¼¼° Ð× Irá listar todos os arquivos/pastas do diretório atual. × ¹¿º¼¼° Ð× » ÓÑ » Ó ÙÑ ÒØ× Irá listar todo o conteúdo da pasta Documents. × ¹¿º¼¼° Ð× ¹ÐØÖ Irá listar todo o conteúdo da pasta atual em 8 colunas: Permissão, owner, grupo, tamanho, última modificação, nome do arquivo. 50
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF Nome Comando Procurar | grep Esse comando irá procurar algo, o arquivo ou pasta especificado. Exemplo: × ¹¿º¼¼° Ð× ¹ÐØ Ö Ô Ø ×Ø ºÓ × Se o arquivo teste.ods estiver no diretório atual a listagem irá trazer somente ele como res- posta do comando. × ¹¿º¼¼° Ð× ¹ÐØ » ÓÑ » Ó ÙÑ ÒØ× Ö Ô ¹ Ø ×Ø Irá listar qualquer arquivo que tenha os caracteres quot;testequot;no diretório Documents. (o -iquot;ignora maiúsculas e minúsculas) Nome Comando Mudar de diretório cd Esse comando fará você mudar de diretório. Exemplo: × ¹¿º¼¼° ºº Vai para o diretório acima. × ¹¿º¼¼° » ÓÑ » Ó ÙÑ ÒØ×»Ì ×Ø × Vai para o diretório Testes dentro de /home/Documents × ¹¿º¼¼° ¹ Volta para o diretório anterior (como se fosse o comando voltar). Nome Comando Verificar diretório pwd Esse comando lhe mostrará o diretório que você está. Exemplo: × ¹¿º¼¼° ÔÛ » ÓÑ » Ó ÙÑ ÒØ× 51
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF 7.2.2 Gerenciamento de Pacotes O OpenSolaris 2008.05 usa o Image Packaging System (IPS - Sistema de Empacotamento de Imagens) para gerenciar pacotes. A seguir, uma tabela comparativa entre os comandos do IPS e do apt-get, gerenciador de pacotes mais comum entre as distribuições Linux. Tarefa IPS apt-get Criar uma imagem pkg image-create dpkg –build Instalar um novo pacote pkg install apt-get install Procurar um pacote pkg search apt-cache search Atualizar todos os pacotes de uma imagem pkg image-update pkg image-update Informações sobre o status de um pacote pkg list dpkg –list Verificar a instalação de um pacote pkg verify debsums Informações sobre um pacote pkg info apt-cache showpkg Listar o conteúdo de um pacote pkg contents dpkg –contents Remover um pacote pkg uninstall apt-get remove 7.3 Instalação do OpenOffice 7.3.1 Suítes de escritório Um dos usos mais comuns dos computadores atualmente são as suítes de escritório. Essas suítes são pacotes de aplicações (programas) com a função de criar e editar documentos tradici- onais de escritórios: documentos de texto, planilhas, apresentações de slides. No OpenSolaris 2008.05, a ausência mais sentida é justamente a de uma suíte de escritório completa. Apesar de vir com um visualizador de documentos, não há na instalação do sistema nenhuma aplicação para criar/ editar esses documentos. Para isso, apresentaremos a seguir a instalação do OpenOffice.org, um conjunto de aplicativos desenvolvidos para esse fim, livre e gratuito. 7.3.2 OpenOffice.org O OpenOffice.org (conhecido como OO.o ou OOo) é uma suíte de aplicativos de escritório multiplataforma disponível para vários sistemas operacionais. Ele tem suporte ao ODF (Open Document Format - Formato Aberto de Documento), além de outros formatos como os usados pelo Microsoft Office. O OpenOffice.org originalmente é derivado do StarOffice, uma suíte desenvolvida pela Star- Division, que foi comprada pela Sun Microsystems em 1999. O código-fonte da suíte foi liberado em Julho de 2000 com o objetivo de reduzir a parcela dominante de mercado do Microsoft Office por prover uma alternativa livre, aberta, e de alta qualidade. O OpenOffice.org está disponível sob a licença LPGL. 52
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF O projeto e o software normalmente são chamados de OpenOffice, mas esse termo é uma marca registrada de posse de uma outra companhia, levando o projeto a adotar o nome OpenOf- fice.org como seu nome formal e oficial. No OpenOffice.org estão disponíveis as seguintes ferramentas: Writer - editor de texto visual Calc - gerador de planilhas Impress - ferramenta para apresentações de slides Base - um sistema para criar e gerenciar bancos de dados simples Draw - aplicação de desenho vetorial Math - editor de fórmulas matemáticas que podem ser inseridas nas outras aplica- ções do OpenOffice.org 7.3.3 Instalando o OpenOffice.org Instalar o OpenOffice.org no OpenSolaris é simples e prático. Basta usar o IPS, pois o Ope- nOffice.org está presente no repositório oficial do OpenSolaris. - Abra uma seção do Terminal e registre-se como root (entre com quot;su -quot;, confirme com EN- TER, entre com a senha de root que você escolheu durante a instalação do sistema e confirme com ENTER). - Digite quot;pkg install openofficequot;e confirme com ENTER O IPS se responsabiliza por buscar o pacote requerido no repositório, baixá-lo para seu com- putador e instalá-lo no sistema. Dependendo da velocidade da sua conexão, o download pode demorar. Não se preocupe se o progresso mostrado na tela não andar muito, pois a taxa de atualização é baixa, mas se ouver algum problema no download, o Terminal exibirá alguma men- sagem de erro. 53
  • CDTC Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento Brasília/DF Após o término do download, o próprio IPS instalará o OpenOffice.org no computador, e ter- minada a instalação, basta acessar a ferramenta desejada pelo menu quot;Aplicações > Escritório >quot; 54