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Caravana da acessibilidade - Votuporanga / Abril 2013
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Caravana da acessibilidade - Votuporanga / Abril 2013

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Segunda ação de acessibilidade web dos websites das prefeituras do Governo do Estado De São Paulo no evento da Caravana de Acessibilidade realizada mensalmente pela Secretaria dos Direitos da Pessoa …

Segunda ação de acessibilidade web dos websites das prefeituras do Governo do Estado De São Paulo no evento da Caravana de Acessibilidade realizada mensalmente pela Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Governo de São Paulo

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  • 1. Acessibilidade Web A partir de 22 de março, a Caravana da Inclusão, Acessibilidade e Cidadania, uma iniciativada Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, juntamente com a UVESP (Uniãodos Vereadores do Estado de São Paulo), teve o início de sua quarta edição em dez cidades dointerior paulista. A Caravana consiste em uma série de encontros regionais, com o objetivo de conscientizar osparticipantes sobre os direitos das pessoas com deficiência, que incluem: educação inclusiva, trabalho,cidadania, reabilitação, entre outros. A Caravana é aberta ao público, as inscrições são gratuitas e podem ser realizadas na abertura decada evento. O objetivo é fomentar políticas públicas que assegurem a cidadania e os direitos das pessoas comdeficiência. A Caravana também apresenta ao público as ações e programas da Secretaria voltados àspessoas com deficiência. http://www.uvesp.com.br http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br 1
  • 2. Além do fomento a políticas públicas que assegurem a cidadania e os direitos das pessoas comdeficiência, a Caravana é um momento de diálogo, onde a comunidade tem a oportunidade de apresentarseus destaques. É uma grande festa! O segundo município a receber os encontros será Votuporanga. A Caravana consiste em umasérie de encontros regionais, com objetivo de conscientizar os participantes sobre os direitos das pessoascom deficiência, que incluem: educação, trabalho, cidadania, reabilitação, entre outros. Sendo assim, iniciamos o projeto “Meu Site Acessível”, onde a ideia é mostrar ao gestor osbenefícios de ter um site oficial do município acessível a todos. Foi realizada uma avaliação da acessibilidade web dos sites da Secretaria dos Direitos da Pessoacom Deficiência (http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/) em relação ao site da cidade deBebedouro (http://www.votuporanga.sp.gov.br), e explicamos como se adequar a legislação existente. A necessidade deste projeto vem da pesquisa do consorcio internacional W3C, sobre a adoção dospadrões de acessibilidade web mundial, onde que em 2010, verificou que 98% das páginas de governo e95% das páginas de governo federais não eram acessíveis nos padrões de acessibilidade mundial. Em2012, o W3C refez a pesquisa e 95% das páginas de governo e 93% das páginas de governo federaiscontinuavam inacessíveis para as pessoas com deficiência. Importância da Acessibilidade Digital ao seu município. Hoje, o mundo em que vivemos está cada vez mais permeado pelas tecnologias da informação ecomunicação, que impactam a esfera social, política, econômica, educacional, cultural e, sobretudo,pessoal, transferindo diversas atividades e serviços do presencial para o virtual. A desigualdade na utilização das ferramentas digitais e dos conteúdos on-line restringe o potencialde crescimento de um país, pois não permite a apropriação do conhecimento pelas populações de baixarenda e pouca instrução, deixando-as à margem da vida contemporânea. Pela democratização do acesso à informação é possível promover uma distribuição maisequilibrada das oportunidades e benefícios do desenvolvimento econômico, propiciando um modelo decrescimento mais justo e sustentável.http://www.uvesp.com.br http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br 2
  • 3. Este tutorial tem o objetivo de orientar gestores, funcionários e cidadãos os critérios deacessibilidade digital, assim como instruí-los com relação como ampliar o acesso acessível dasinformações às pessoas com deficiência, que, de acordo com os dados do IBGE (Censo 2010),correspondem a 23,91% da população brasileira, ou seja, 45,6 milhões de pessoas no país e 9 milhões noEstado de São Paulo. Nesse cenário, para que não se incorra em exclusão, é fundamental que os sites governamentais,assim como todos os espaços de utilização pública, sejam plenamente acessíveis, cumprindo a lei vigentee, mais importante, seu papel intrínseco de promoção da inclusão. Acessibilidade Digital representa o uso de comandos e mecanismos em hardwares e softwaresque facilitam sua operação por usuários que tenham algum tipo de deficiência. No caso de conteúdosdigitais e da Internet, além da acessibilidade operacional, há a necessidade de se garantir a acessibilidadeàs informações disponibilizadas, por intermédio de sistemas plenamente navegáveis, textos que permitamampliação do tamanho dos caracteres e sua vocalização por programas de leitura, descrição de imagens eaudiodescrição de vídeos. O conteúdo deste tutorial não esgota as informações sobre o tema, mas apresenta linhas gerais ereferências concretas para nortear tanto a construção ou a adaptação de um website acessível. O município deve se preocupar com a questão da acessibilidade digital, primeiramente devido osnúmeros do IBGE em 2010, onde aponta que das cidadãos que residem na cidade de Votuporanga,24.694 cidadãos se declararam com alguma deficiência (quase 28 % da população). Foram 12.754 cidadãos que se declaram com algum tipo de deficiência visual, sendo: 236pessoas cegas, 2.018 pessoas que possuem grande dificuldade para enxergar, e 10.500 pessoas comalguma dificuldade em sua visão. Foram 4.277 cidadãos que se declaram com algum tipo de deficiência auditiva, sendo: 136pessoas surdas, 955 pessoas que possuem grande dificuldade para ouvir, e 3.186 pessoas com algumadificuldade em sua audição. Foram 6.504 cidadãos que se declaram com algum tipo de deficiência motora, sendo: 565pessoas que não se locomove, 2.095 pessoas que possuem grande dificuldade para andar, e 3.844 pessoascom alguma dificuldade em sua locomoção.http://www.uvesp.com.br http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br 3
  • 4. Foram 1.159 cidadãos que se declaram com algum tipo de deficiência mental / intelectual. O outro quesito que obriga o município a estabelecer políticas públicas de promoção daacessibilidade web, é devido a legislação constar esta obrigação: Considerando o artigo 5º da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, quemenciona que “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aosbrasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, àigualdade, à segurança e à propriedade, em especial o inciso XXXIII, que todos terão direito a receber dosórgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serãoprestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo sejaimprescindível à segurança da sociedade e do Estado;” Considerando a Lei n.o 10.098, de 19 de Dezembro de 2000, que em seu artigo 2º, alínea d,dispõe sobre barreiras nas comunicações, que qualquer entrave ou obstáculo que dificulte ou impossibilitea expressão ou o recebimento de mensagens por intermédio dos meios ou sistemas de comunicação,sejam ou não de massa; devem ser minimizados. Com ênfase no Capítulo VII (Da Acessibilidade nos Sistemas de Comunicação e Sinalização) emseu artigo 17, que estabelece que o Poder Público promoverá a eliminação de barreiras na comunicação eestabelecerá mecanismos e alternativas técnicas que tornem acessíveis os sistemas de comunicação esinalização às pessoas com deficiência sensorial e com dificuldade de comunicação, para garantir-lhes odireito de acesso à informação, à comunicação, ao trabalho, à educação, ao transporte, à cultura, aoesporte e ao lazer. Considerando o Decreto n.º 5.296 de 2 de Dezembro de 2004, em seu Capítulo VI - Do Acesso àInformação e à Comunicação estabelece que: “Artigo 47: No prazo de até doze meses a contar da data de publicação deste Decreto, seráobrigatória a acessibilidade nos portais e sítios eletrônicos da administração pública na rede mundial decomputadores (internet), para o uso das pessoas portadoras de deficiência visual, garantindo-lhes o plenoacesso às informações disponíveis. § 1 o Nos portais e sítios de grande porte, desde que seja demonstrada a inviabilidade técnica de seconcluir os procedimentos para alcançar integralmente a acessibilidade, o prazo definido no caput seráestendido por igual período. http://www.uvesp.com.br http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br 4
  • 5. § 2 o Os sítios eletrônicos acessíveis às pessoas portadoras de deficiência conterão símbolo querepresente a acessibilidade na rede mundial de computadores (internet), a ser adotado nas respectivaspáginas de entrada. § 3 o Os telecentros comunitários instalados ou custeados pelos Governos Federal, Estadual,Municipal ou do Distrito Federal devem possuir instalações plenamente acessíveis e, pelo menos, umcomputador com sistema de som instalado, para uso preferencial por pessoas portadoras de deficiênciavisual.” “Artigo 48: Após doze meses da edição deste Decreto, a acessibilidade nos portais e sítioseletrônicos de interesse público na rede mundial de computadores (internet), deverá ser observada paraobtenção do financiamento de que trata o inciso III do art. 2o.” Reconhecendo a importância da acessibilidade aos meios de informação e comunicação, parapossibilitar às pessoas com deficiência o pleno gozo de todos os direitos humanos e liberdadesfundamentais, o artigo 9º, alínea “g”; da Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas comDeficiência, a fim de promover o acesso de pessoas com deficiência a novos sistemas e tecnologiasda informação e comunicação, inclusive à Internet. O artigo 21, alínea “c”, menciona a necessidade de urgir as entidades privadas que oferecemserviços ao público em geral, inclusive por meio da Internet, a fornecer informações e serviços emformatos acessíveis, que possam ser usados por pessoas com deficiência; Considerando a aprovação, nos termos do § 3º do art. 5º da Constituição Federal, do texto daConvenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e de seu Protocolo Facultativo, assinados emNova Iorque, em 30 de março de 2007, pelo Decreto Legislativo n.º 186, de 09 de Julho de 2008, que foipromulgado pelo Decreto n.º 6.949, de 25 de Agosto de 2009. Considerando o Decreto n.º 7.185, de 27 de Maio de 2010, que dispõe sobre o padrão mínimo dequalidade do sistema integrado de administração financeira e controle, no âmbito de cada ente daFederação, nos termos do art. 48, parágrafo único, inciso III, da Lei Complementar n.º 101, de 4 deMaio de 2000, destinado ao governo federal. Que em seu Artigo 4.o relata da exigência de características adicionais no âmbito de cada ente daFederação, na disponibilização ao cidadão de informações de todos os Poderes e órgãos do ente daFederação de modo consolidado, permitindo o armazenamento, a importação e a exportação de dados; e http://www.uvesp.com.br http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br 5
  • 6. possuir mecanismos que possibilitem a integridade, confiabilidade e disponibilidade da informaçãoregistrada e exportada. Além da utilização, preferencialmente, aos padrões de arquitetura e-PING – Padrões deInteroperabilidade de Governo Eletrônico (Artigo 5.º) e a disponibilização das informações em meioeletrônico de acesso público ao conjunto de recomendações para acessibilidade dos sítios e portais dogoverno brasileiro, o e-MAG - Modelo de Acessibilidade de Governo Eletrônico (Artigo 6.º). Considerando a Lei n.º 12.527, de 18 de Novembro de 2011, que dispõe sobre os procedimentosa serem observados pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios, com o fim de garantir o acesso ainformações ao cidadão previsto no inciso XXXIII do art. 5o, no inciso II do § 3º do art. 37 e no § 2º doart. 216 da Constituição Federal, que em seu artigo 8 § 3o “Os sítios de que trata o § 2o deverão, na formade regulamento, atender, entre outros, aos seguintes requisitos: III - adotar as medidas necessárias para garantir a acessibilidade de conteúdo para pessoas comdeficiência, nos termos do art. 17 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000, e do art. 9o da Convençãosobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, aprovada pelo Decreto Legislativo no 186, de 9 de julhode 2008. Sendo assim, baseado no artigo 31 da Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas comDeficiência que estabelece a formulação e implementação de políticas públicas destinadas a colocar emprática a presente convenção, auxiliamos o Gestor do Município na aplicabilidade das questões daacessibilidade web, com uma analise virtual e de forma automática do site oficial do município emrelação a acessibilidade web: Abaixo a descrição completa da análise da acessibilidade web da cidade de Votuporanga: Figura 1: Site da cidade de Votuporangahttp://www.uvesp.com.br http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br 6
  • 7. No quesito da Acessibilidade Web, utilizando o validador brasileiro DaSilva (WCGA 1.0),onde é possível analisar a acessibilidade web de qualquer site. Lembramos que DaSilva utiliza como resultado a quantidade de erros e avisos em cada uma dastrês prioridades, sendo que para um site ter êxito em sua validação, precisa ter zero (0) erros nas trêsprioridades (1,2 e 3), resultando um selo de acessibilidade para o referido site, conforme a imagem 2 dosite da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência. A Prioridade 1, são os pontos que os criadores de conteúdo Web devem satisfazer inteiramente. Senão o fizerem, um ou mais grupos de usuários ficarão impossibilitados de acessar as informações contidasno documento. A satisfação desse tipo de pontos é um requisito básico para que determinados grupospossam acessar documentos disponíveis na Web. A Prioridade 2, são os pontos que os criadores de conteúdos na Web deveriam satisfazer. Se não ofizerem, um ou mais grupos de usuários terão dificuldades em acessar as informações contidas nodocumento. A satisfação desse tipo de pontos promoverá a remoção de barreiras significativas ao acesso enavegação de documentos disponíveis na Web. A Prioridade 3, são os pontos que os criadores de conteúdos na Web podem satisfazer. Se não ofizerem, um ou mais grupos poderão se deparar com algumas dificuldades em acessar informaçõescontidas nos documentos. A satisfação deste tipo de pontos irá melhorar o acesso a documentosarmazenados na Web. Todos os testes do DaSilva têm a sua fundamentação nos antigos padrões WCAG 1.0 do W3C. Figura 2: Analise do Site da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência pelo DaSilva.http://www.uvesp.com.br http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br 7
  • 8. O site da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência passou na validação e obteve o Selode Acessibilidade Web pela ferramenta DaSilva. Ao analisar a acessibilidade web do site da cidade de Votuporanga, temos como resultado queo site ainda não é acessível, pois o mesmo nos retorna 28 erros na Prioridade 1, 155 erros naPrioridade 2 e 4 erros na Prioridade 3. Figura 3: Erros de Acessibilidade Web pelo DaSilva A prioridade 1 apresenta 1 erro no código “Html” do site, oriundos da falta de identificação doidioma principal do site e 27 erros pela falta da identificação textual de cada imagem (representaçõesgráficas do texto, incluindo símbolos, GIFs animados, imagens utilizadas como sinalizadores de pontosde enumeração, espaçadores e botões gráficos), na utilização do atributo "alt" ou "longdesc" em cadaimagem e para os scripts deve-se utilizar noscript. Figura 4: Falta de legendas nas imagens do site A prioridade 2 apresenta 55 erros no código “Html” do site, oriundos da falta do uso de unidadesrelativas ("em", "ex" ou em porcentagem); utilizar elementos de cabeçalho de forma lógica, organizandoo conteúdo de acordo com uma hierarquia; 1 erro de utilizar o elemento "label" juntamente com oatributo "id" para associar os rótulos aos respectivos controles dos formulários. Assim, os leitores de telahttp://www.uvesp.com.br http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br 8
  • 9. associarão os elementos do formulário de forma correta. Usando o comando "label" as pessoas que usamleitores de tela não terão problemas ao ler o formulário. Caso haja grupos de informação, controles, etc, aestes devem estar devidamente diferenciados, seja por meio de espaçamento, localização ou elementosgráficos; 1 erro de incluir caracteres pré-definidos de preenchimento nas caixas de edição e nas áreas detexto, até que os navegadores tratem corretamente os controles vazios; 98 erros em programasinterpretáveis, especificando respostas a eventos, preferindo as rotinas dependentes de dispositivos(mouse, teclado, etc). A prioridade 3 apresenta 4 erros no código “Html” do site, oriundos da utilização de elementosconsiderados ultrapassados pelo W3C. Realizamos a mesma validação dos sites, em uma ferramenta da Comunidade Europeia que jáutiliza os novos padrões da W3C para acessibilidade web: WCGA 2.0, denominada Access Monitor. Lembramos que Access Monitor utiliza como resultado um índice, que é uma unidade demedida utilizada em todos os testes do validador e cujo resultado final sintetiza e quantifica o nível deacessibilidade alcançado. O índice está representado numa escala de 1 a 10, representando o valor 10uma adoção plena da boa prática induzida pelo AccessMonitor. O índice é um indicador que se destina ao uso exclusivo dos criadores do sítio Web, sendo quepara um site ter êxito em sua validação, precisa ter zero erros nos três critérios (A, AA e AAA). Figura 5: Analise do Site da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência pelo AcessMonitor em Março de 2013.http://www.uvesp.com.br http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br 9
  • 10. Figura 6: Analise do Site da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência pelo AcessMonitor em Abril de 2013. O site da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência obteve como resultado final daacessibilidade web, o índice 7.8, tendo êxito na validação da prioridade AA e AAA. Sendo que houveuma evolução da acessibilidade referente ao mês passado (Figura 6) em 0.4 pontos, com 1 erro amenos na prioridade A. Na prioridade A, o site teve 2 erros, sendo:  Links para contornar blocos de informação: Apresentou 1 erro neste quesito, onde o site possui 56 links que não estão de acordo com o Item G123 do WCGA 2.0. O objetivo deste item é disponibilizar um mecanismo que permita ignorar um bloco de informação, passando para o fim do bloco. O primeiro link do bloco, ou o link imediatamente antes do bloco, move o foco para o conteúdo imediatamente a seguir ao bloco. Ao ativar o link, o foco do teclado avança para o bloco. Quando existirem vários blocos para ignorar, o usuário passa de bloco em bloco através destes links.  Marcação de formulários: Apresentou 1 erro neste quesito, sendo que o formulário de Busca do site não está de acordo com o Item H71 do WCGA 2.0. O objetivo deste item é que os controles de formulário podem ser agrupados, de acordo com a sua afinidade, através do elemento <fieldset>. O primeiro elemento dentro do <fieldset> deve ser o <legend>, o qual serve de etiqueta ou descrição para o grupo de campos.http://www.uvesp.com.br http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br 10
  • 11. Já ao validar o site da cidade de Votuporanga, obteve como resultado final, o índice 3.1, nãotendo êxito na validação de nenhuma prioridade (A e AA). Figura 6: Erros de Acessibilidade Web pelo Acess Monitor. Na prioridade A, o site teve 14 erros, sendo:  Texto alternativo em imagens: Apresentou 1 erro neste quesito, sendo que o site possui 30 imagens sem texto alternativo e 18 imagens com texto alternativo incorreto, estando em desacordo com o Item F65 do WCGA 2.0. O objetivo deste item é que as imagens devem ter equivalentes alternativos textuais que descrevam o propósito das imagens.  Inserção de Multimedia (embed, object, iframe, applet): Apresentou 2 erros neste quesito, sendo que o site possui 4 elementos “embed” e 4 elementos sem o “noembed”, estando em desacordo com o Item H46 do WCGA 2.0. Quando utilizamos o elemento <embed>, devemos disponibilizar um conteúdo alternativo equivalente no elemento<noembed>. O elemento noembed apenas é executado se o elemento embed não for suportado. Também apresentou 3 elementos “object” e 3 elementos “object” sem textos alternativos”, estando em desacordo com o Item H27 do WCGA 2.0. Quando utilizamos o elemento <object> , devemos disponibilizar um equivalente alternativo no corpo do elemento.  Uso de Javascript: Apresentou 2 erros neste quesito, sendo que o site possui 107 elementos manipuladores de eventos, sendo 6 elementos manipuladores de eventos não redundantes, estando em desacordo com o Item SCR20 do WCGA 2.0. Algumas funções do mouse possui uma correspondência lógica para com as funções do teclado, devendo serhttp://www.uvesp.com.br http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br 11
  • 12. disponibilizado manipuladores de eventos de teclado, que executem a mesma função executada pelos manipuladores de eventos do mouse. Também apresentou 107 manipuladores de eventos, sendo 99 eventos associados a elementos não interativos, estando em desacordo com o Item F59 do WCGA 2.0. Quando utilizamos elementos genéricos como <div> e <span> não possuem um papel pré-definido. Quando se faz uso destes elementos genéricos para criar controles de interface de utilizador em HTML, as tecnologias de apoio não dispõem de informação suficiente para descrever e interagir com os controles.  Marcação de cabeçalhos: Apresentou 1 erro neste quesito, sendo que o site não possui cabeçalhos marcados na página, estando em desacordo com o Item H42 do WCGA 2.0. O objetivo de utilizar os elementos de marcação do HTML e XHTML para identificar os cabeçalhos de um conteúdo, é dar ao código um valor semântico. Em todas as páginas devemos marcar, pelo menos, um cabeçalho de nível 1, o qual marca o texto que se identifica como sendo o que serve de título. É igualmente boa prática marcar os textos que se identificam como sendo as seções com cabeçalhos de nível 2.  Marcação de links, menus e texto dos links: Apresentou 2 erros neste quesito, sendo que o site possui 22 links em que o conteúdo é composto apenas por conteúdo não textual, sendo 1 link em que a imagem está com <alt> nulo, estando em desacordo com o Item F89 do WCGA 2.0. O objetivo de não se utilizar conteúdo não textual, tal como uma imagem, é que o conteúdo não textual se encontra implementado de tal forma que poderá ser ignorado pela tecnologia de apoio. Quando a imagem é o único conteúdo existente no link, é absolutamente indispensável que essa imagem tenha uma legenda. Também apresentou 3 itens de lista utilizados fora das listas, estando em desacordo com o Item H48 do WCGA 2.0. Quando utilizamos elementos <li>, são para definir itens de uma lista. As listas não ordenadas (<ul>) e as listas ordenadas (<ol>) são compostas por sequências de elementos <li>.  Links para contornar blocos de informação: Apresentou 1 erro neste quesito, onde o site possui 22 links que não estão de acordo com o Item G1 do WCGA 2.0. O objetivo deste item é disponibilizar um mecanismo que permita contornar blocos de informações que se repetem em múltiplas páginas Web, passando diretamente para o conteúdo principal. O primeiro item interativo da página Web deve ser um link que nos conduza ao início do conteúdo principal. Também apresentou 22 links para contornar blocos de conteúdo, estando em desacordo com o Item G123 do WCGA 2.0. O objetivo da utilização dos blocos de conteúdo, é dehttp://www.uvesp.com.br http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br 12
  • 13. disponibilizar um mecanismo que permita contornar blocos de material, saltando para o fim desses mesmos blocos.  Marcação de formulários: Apresentou 2 erros neste quesito, onde o site possui formulários sem o botão de envio, estando em desacordo com o Item H32 do WCGA 2.0. O objetivo de disponibilizar um mecanismo que permita aos usuários efetuar explicitamente um pedido de mudança de assunto. Para cada formulário, verifique que o mesmo dispõe de um botão de envio (<input type="submit" ... >, <input type="image" ...>, ou <button type="submit" ...>). Também apresentou 1 controle de formulário associado a uma etiqueta (<label>) associadas e sem atributo <title>, estando em desacordo com o Item H65 do WCGA 2.0. O objetivo dos elementos <label> associados aos elementos <input> asseguram que a informação relacionada com os campos é lida pelos leitores de tela sempre que os campos de edição recebem o foco. O atributo <title> pode ser usado sempre que seja difícil, em termos de design, acomodar a <label> ou quando a mesma possa causar confusão.  Elementos e atributos de apresentação/obsoletos: Apresentou 1 erro neste quesito, sendo que o site possui 21 atributos (X)HTML para controle da apresentação visual, estando em desacordo com o Item G140 do WCGA 2.0. O objetivo destes atributos são para separar as camadas de estrutura, funcionalidade e apresentação, permitindo induzir a semântica através de um formato que pode ser programaticamente determinável através da camada estrutural. Também foi constatado que o site não há elementos para utilização do controle visual da apresentação, estando em desacordo com o Item G115 do WCGA 2.0. O objetivo destes elementos, são que para cada parte de texto que tenha uma função semântica, deve-se existir correspondência semântica na linguagem de marcação, tendo assim o conteúdo marcado corretamente.  Marcação do idioma principal da página: Apresentou 1 erro neste quesito, sendo que não foi constatado no site, a utilização do atributo <xml:lang>, estando em desacordo com o Item H57 do WCGA 2.0. O objetivo deste atributo, é a identificação do idioma predefinido de um documento através dos atributos <lang> e/ou <xml:lang> do elemento<HTML>. Na prioridade AA, o site teve 2 erros, sendo:  Uso de unidades absolutas: Apresentou 2 erros neste quesito, sendo que o site possui 6 casos de falta de definição de tamanho de letra em unidades de medida absoluta, estando em desacordo com o Item C12 do WCGA 2.0. O objetivo deste item é ter os tamanhos dehttp://www.uvesp.com.br http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br 13
  • 14. letra definidos em unidades absolutas, tais como pontos ou pixéis, os comandos do menu Tamanho de Letra existentes no Internet Explorer 7 ou superior não terão quaisquer efeitos sobre os tamanhos de letra da página. Também apresentou 8 casos de falta de definição de unidades de medida absoluta em (X) HTML, estando em desacordo com o ITEM G146 do WCGA 2.0. O objetivo deste item é ser capaz de apresentar o conteúdo sem a necessidade de introduzir barras de rolamento horizontais, usando técnicas de layout que permitem adaptar os conteúdos ao espaço disponível. O próximo passo foi validar os sites conforme o Modelo de Acessibilidade de GovernoEletrônico (e-MAG), e que consiste em um conjunto de recomendações a ser considerado para que oprocesso de acessibilidade dos sítios e portais do governo brasileiro seja conduzido de forma padronizadae de fácil implementação. A primeira versão do e-MAG foi disponibilizada para consulta pública em 18 de janeiro de 2005 ea versão 2.0 já com as alterações propostas, em 14 de dezembro do mesmo ano. Em 2007, a Portaria nº 3,de 7 de maio, institucionalizou o e-MAG no âmbito do Sistema de Administração dos Recursos deTecnologia da Informação – SISP, tornando sua observância obrigatória nos sítios e portais do governobrasileiro, sendo que atualmente esta na terceira versão e-MAG. Para a elaboração da versão 2.0 foi realizado um estudo das regras de acessibilidade através de ummétodo comparativo entre as normas adotadas por diversos países. Também foi realizada uma análisedetalhada das regras e pontos de verificação do órgão internacional WAI/W3C, presentes na WCAG 1.0.Já na versão 3.0 do e-MAG, foi abolido a divisão das recomendações de acessibilidade em níveis deprioridade, sendo que todas as recomendações são igualmente relevantes. Utilizamos uma extensão para o navegador Google Chrome denominado eScanner (ElectronicScanner), que verifica automaticamente o nível de acessibilidade de uma página Web segundo o Modelode Acessibilidade de Governo Eletrônico, o e-MAG em sua versão 3.0, sendo sua versão atual 2.2 edesenvolvido por Victor Adriel Oliveira. Como resultado desta avaliação, é retornado a quantidade de erros e de alertas. Todas asrecomendações que dependem da avaliação manual do usuário da extensão são emitidas como alertas. Játodas as recomendações que podem ser verificadas apenas a partir da análise automática do código fontesão classificadas como erros.http://www.uvesp.com.br http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br 14
  • 15. Os erros são mostrados em vermelho na janela principal e representam as recomendações quepodem ser verificadas diretamente a partir da análise do código fonte. Por exemplo, todas as imagens nocódigo HTML, segundo as especificações do e-MAG, precisam ter uma descrição através do atributo alt.A ausência ou ocorrência deste atributo nos elementos imagem pode ser facilmente detectada no códigofonte, logo essa recomendação é classificada como um erro na abordagem utilizada. Ao analisar o site da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência, tivemos comoconclusão preliminar que o site possui 2 erros baseados no e-MAG 3.0, sendo eles:  Não abrir novas instâncias sem a solicitação do usuário (Recomendação 9): A decisão de utilizar novas instâncias é do cidadão. Assim, não devem ser utilizadas pop-ups ou abertas novas abas e/ou janelas, por exemplo, que não tenham sido solicitadas pelo usuário. Obs: A função alert do javascript não gera um pop-up, mas uma mensagem que pode ser lida por leitores de tela.  Agrupar campos de formulário (Recomendação 44): Deverão ser agrupados os controles de formulário utilizando-se o elemento fieldset. Para cada fieldset, é possível fornecer uma legenda que explica claramente o propósito ou natureza dos agrupamentos. Na analise do site da cidade de Votuporanga, tivemos como conclusão preliminar que o sitepossui 7 erros baseados no e-MAG 3.0, sendo eles:  Garantir que os objetos programáveis sejam acessíveis (Recomendação 10): Uso do elemento <script> sem <noscript>. O script deve ser desenvolvido tomando-se o cuidado para que seja acessível, e o elemento <noscript> deve ser utilizado para abranger os casos em que scripts não são suportados.  Identificar o idioma principal da página (Recomendação 16): Ausência do atributo <lang>. Deve-se identificar o principal idioma utilizado nos documentos. Essa identificação é feita por meio do atributo lang do HTML e, para documentos XHTML, é utilizado o atributo <xml:lang>.  Fornecer alternativa em texto para as imagens do sítio (Recomendação 20): Ausência do atributo <alt>. Deve ser fornecida uma descrição sintética para as imagens da página, utilizando-se o atributo alt. Imagens que não transmitem conteúdo, ou seja, imagens decorativas, devem ser inseridas por CSS.  Fornecer alternativa em texto para as zonas ativas de mapa de imagem (Recomendação 21): Ausência do atributo <alt>. Para mapas de imagem do lado do cliente, devem ser fornecidas descrições através do atributo alt para cada uma das zonashttp://www.uvesp.com.br http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br 15
  • 16. ativas delimitadas pelo atributo coords, ou seja, para cada um dos links que receberá o foco.  Fornecer alternativa em texto para os botões de imagem de formulários (Recomendação 38): Ausência do atributo <alt>. Ao serem utilizados botões do tipo imagem (input type=image), que servem para o mesmo propósito do botão do tipo submit, deve ser fornecida uma descrição textual para o botão através do atributo alt.  Em tabelas, utilizar títulos e resumos de forma apropriada (Recomendação 23): Ausência do elemento <caption> em tabela. O título da tabela deve ser definido pelo elemento <caption> e deve ser o primeiro elemento utilizado após a declaração do elemento <table>.  Em tabelas, utilizar títulos e resumos de forma apropriada (Recomendação 23): Ausência do atributo <summary>. Em casos de tabelas extensas, deve ser fornecido um resumo de seus dados através do atributo <summary> que deve ser declarado no elemento table. Para ampliar a metodologia, realizamos a validação dos códigos dos sites, em especial a Folhade Estilo – CSS e a Marcação do código. Uma folha de estilos é um conjunto de regras que informa a um programa, responsável pelaformatação de um documento, como organizar a página, como posicionar e expor o texto e, dependendode onde é aplicada, como organizar uma coleção de documentos, isto é, oferece aos desenvolvedores umamaneira fácil e eficiente de definir o layout e embelezar uma página com elementos de design, comocores, cantos arredondados, gradientes e animação. Utilizamos uma ferramenta online desenvolvida pela W3C para validação de folha de Estilo( http://jigsaw.w3.org/css-validator/#validate_by_uri), sendo que a intenção é que nos retorne .comoresultado, nenhum erro de validação, possibilitando a utilização do selo de validação de CSS do W3C. O site da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência foi validado com êxito (nenhumerro apresentado), possibilitando a utilização do selo.http://www.uvesp.com.br http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br 16
  • 17. Figura 7: Analise do CSS do site da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência. O site da cidade de Votuporanga, apresentou 79 erros em sua validação de folha de estilo,oriundo da utilização valores negativos (Erro de valor : padding-left -10px) em sua estrutura. Figura 8: Analise do CSS do site da cidade de Bebedouro. Já a Marcação é como as páginas da web são escritas em HTML, isto é, uma linguagem deprogramação que informa os navegadores como estruturar e apresentar conteúdo em uma página,fornecendo blocos básicos de construção da web. Utilizamos uma ferramenta online desenvolvida pela W3C para validação da Marcação:http://validator.w3.org/#validate_by_uri. Ao analisar o site da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência foi encontrados 3 errosdurante a validação, sendo eles:  Erro de utilização do Atributo "target": Você usou este atributo em seu documento, mas o tipo de documento que você está usando não suporta esse atributo para essehttp://www.uvesp.com.br http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br 17
  • 18. elemento. Este erro é geralmente causado pelo uso incorreto do tipo de documento "Strict" com um documento que usa quadros (por exemplo, você deve usar o tipo de documento "Transição" para obter o atributo "target"), ou usando extensões de fornecedor proprietários como " marginheight "(isto é, normalmente fixada usando CSS para atingir o efeito desejado em vez disso).  Erro de utilização do Atributo "border": Você usou este atributo em seu documento, mas o tipo de documento que você está usando não suporta esse atributo para esse elemento. Este erro é geralmente causado pelo uso incorreto do tipo de documento "Strict" com um documento que usa quadros (por exemplo, você deve usar o tipo de documento "Transição" para obter o atributo "target"), ou usando extensões de fornecedor proprietários como " marginheight "(isto é, normalmente fixada usando CSS para atingir o efeito desejado em vez disso). Estes erros também podem ocorrer se o elemento em si não é compatível com o tipo de documento que você está usando, como um elemento indefinido não terá atributos suportados, neste caso, consulte o elemento indefinido mensagem de erro para mais informações. Como corrigir: verificar a ortografia e caso do elemento e atributo, (Lembre-se XHTML é todo em minúsculas) e / ou verificar que ambos estão permitidos no tipo de documento escolhido, e / ou usar CSS em vez de este atributo. Se você recebeu este erro ao usar o elemento <embed> para incorporar mídia flash em uma página da Web, consulte aqui.  Uso da tag final de "img" omitido, e a tag OMITTAG não foi especificado: Você pode ter esquecido de fechar um elemento, ou talvez você quis dizer com "auto-fechar" um elemento, isto é, terminando com "/>" em vez de ">". Figura 9: Analise da Marcação de página do site da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência.http://www.uvesp.com.br http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br 18
  • 19. Ao analisar o site da cidade de Votuporanga, foi constatado 168 erros na validação damarcação de página do site. Figura 10: Analise da Marcação de página do site da cidade de Votuporanga. Para finalizar as validações, utilizamos a ferramenta online GTmetrix, que é uma ferramentamuito útil para saber como está o desempenho de seu site, analisando diversos fatores, comoproblemas com o CSS, Javascript, imagens, cache e compactação das páginas entre outros, que podeminfluenciar no aumento do tempo de carregamento do site quando os visitantes o acessam. Também apresenta alguns detalhes que podem ajudar os desenvolvedores a solucionar diversosproblemas nos sites, sendo que o usuário poderá utilizar um equipamento antigo, conexão discada e atédispositivos movéis. Como resultado a ferramenta utiliza um índice que vai da letra “A” até “F”, sendo a letra “A” oideal para os sites estarem validados, tanto a respeito do tempo de carregamento e performance do site aousuário. Ao analisar o site da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência, tivemos comoresultado de Desempenho de velocidade “E” e de Desempenho de carregamento da página “C”. O tempo gasto de carregamento da primeira página foi de 3.64 segundos; o tamanho total dapágina é de 790 KB, com necessidade de fazer 33 requisições do servidor principal para obter todos oselementos da página principal.http://www.uvesp.com.br http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br 19
  • 20. Figura 11: Analise do Desempenho Virtual do site da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Ao analisar o site da cidade de Votuporanga, tivemos como resultado de Desempenho develocidade “F” e de Desempenho de carregamento da página “C”. O tempo gasto de carregamento da primeira página foi de 6.38 segundos; o tamanho total dapágina é de 745 KB, com necessidade de fazer 67 requisições do servidor principal para obter todos oselementos da página principal. Figura 12: Analise do Desempenho Virtual do site da cidade de Votuporanga.http://www.uvesp.com.br http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br 20
  • 21. Conclusão: Levando em consideração cada validação acima, a nosso ver preliminarmentepoderíamos falar que o site da cidade de Votuporanga pode ser corrigido (dificuldade média) para setornar acessível e ideal como referência aos demais sites governamentais, lembrando que em uma visãode validação automática. Sendo válido utilizar a metodologia acima para avaliar de forma simples, rápida e sem gastos osquesitos de acessibilidade e usabilidade de um site. Mas o ideal e recomendado a validação de especialista, realizado tanto por pessoas comdeficiência, desenvolvedores e usuários leigos, para os mesmos ampliarem esta pequena visão deacessibilidade. Motivação e legislação foram os temas da Caravana da Inclusão em 2013. Fernando Galvão, prefeito municipal de Bebedouro, emocionou-se ao se dirigir a mais de 500pessoas, entre autoridades, servidores públicos, educadores, sociedade civil e pessoas com deficiência naprimeira etapa da “4ª Caravana da Inclusão, Acessibilidade e Cidadania”, realizada no último dia 22. O primeiro seminário deu o tom do que será este ano a série de 10 eventos nas regiõesadministrativas do estado. “A deficiência é só um detalhe. A vida é que é importante”, disse a deputadaCélia Leão, que participou da mesa ao lado do deputado Rafael Silva. O atleta Odair Ferreira dos Santos, deficiente visual e integrante do Time São Paulo, conclamou atodos para que não façam de sua deficiência um motivo de deixar de lutar. “Precisei perder a visão paraencontrar forças e me destacar no esporte paralímpico”. A presença do atleta faz parte da meta do projeto Time São Paulo que é apoiar clubes esportivosparalímpicos nos municípios. A meta do governador Geraldo Alckmin é fomentar essa prática esportivanos municípios paulistas. Participaram da abertura solene, com a presença da guarda de honra formada por atiradores doTiro de Guerra, o prefeito Fernando Galvão, vice-prefeito, Dr. Romulo Cesar Camelion, Juliano Cesar(diretor da Uvesp e representante da Camara Municipal), deputado federal Marco Ubiali, MarcoPellegrini, secretário adjunto da secretaria dos direitos da pessoa com deficiência, Carlos Ortiz secretárioda Secretaria Estadual do Emprego e Relações do Trabalho, Sebastião Misiara, presidente da Uvesp,professora Maria Elizabeth da Costa, coordenadora da CGBE da Secretaria Estadual da Educação, Dr.http://www.uvesp.com.br http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br 21
  • 22. Flávio Correa de Toledo, representante do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, Onivaldo CunhaJunior, presidente do Conselho Municipal para Assuntos da Pessoa com Deficiência, Leandro Cardoso,representante do Conselho estadual da Pessoa com Deficiência, Odair Santos, campeão paralímpico deatletismo, Carlos cruz, diretor da Associação Paulista de Municípios. O deputado federal Marco Ubiali, presidente da Federação das APAES do Estado de São Paulo,confirmou sua presença em todas as caravanas. “Quero unir-me a essa causa, pois lutando juntosatingiremos nosso objetivo”. O secretário Carlos Ortiz lembrou que esse ano foi destacado pela 22ª Cúpula Iberoamericana,como Ano Iberamericano para Inclusão das pessoas com deficiência no Mercado de Trabalho, vemsomar-se aos parceiros dessa importante caravana “cujos frutos já sentimos em todo o nosso estado”. A manifestação do secretário Ortiz representa não só a presença do PADEF, que é o programa deapoio ao emprego, mas o “Mutirão do Trabalho”, que disponibiliza, durante o seminário, carteiras detrabalho, cadastro para vagas de emprego e encaminhamento para processo seletivo. O desfile de modas inclusiva, a presença de Denise Daniela, Rainha da Laranja de Bebedouro2012, deficiente auditiva e demonstração de sapateado por pessoas deficientes mostraram que a inclusão épossível. O secretário Marco Pellegrini emocionado disse que a caravana começa com o indicativo de que asociedade civil e as autoridades municipais estão juntas no processo de inclusão e de respeito aos direitosdas pessoas com deficiência. O próximo evento da Caravana, acontece em Votuporanga, dia 11 de Abril. Educação inclusiva entre os objetivos da caravana em Votuporanga Tornar a escola um ambiente justo e solidário para as pessoas com deficiência é um dos objetivosda Caravana da Acessibilidade, Inclusão e Cidadania, em sua quarta edição, que acontecerá no dia 11 deabril em Votuporanga. O evento é coordenado pela Uvesp – União dos Vereadores do Estado de SãoPaulo e promovido pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Na opinião da secretária Linamara Rizzo Battistella, que analisou uma pesquisa feita junto à redeescolar pública, “é preciso criar um projeto educacional para a inclusão escolar do aluno – com ou semdeficiência – de forma natural”. Destaca que é preciso conexão entre todos os alunos das redes de ensino.http://www.uvesp.com.br http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br 22
  • 23. O evento tem como público alvo, prefeitos, vereadores, secretários municipais, profissionais daeducação, assistência social, emprego e renda, e é gratuito, com certificado de participação. O presidente da Uvesp, Sebastião Misiara, diz que “já foi o tempo em que as pessoas comdeficiência eram ignoradas pelos direitos constitucionais. Agora o programa de Ação Mundial para asPessoas com Deficiência é respeitado, em muito no Estado de São Paulo, graças à capilaridade que estásendo construída pela Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência”. Segundo o presidente daUvesp lembra que nosso estado tem cerca de 4,9 milhões de pessoas com deficiência e mobilidadereduzida. Em sua opinião, respeitar os direitos da pessoa com deficiência é não privá-los de sua liberdadepor não terem uma cadeira de rodas, um rampa para atingir um local público ou um transporte adaptado.“Mais ainda: oportunidade escolar e acesso ao mercado de trabalho. Para o mercado de trabalho, a grande novidade é a presença do “Mutirão do Emprego” paracadastrar interessados em vagas e empresas que têm interesse em cumprir a lei de cotas e contratarpessoas com deficiência. A Uvesp e a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência estão realizando uma pesquisapara analisar as expectativas das pessoas com deficiência. As últimas pesquisas apontam paradificuldades no ir e vir dessas pessoas pela falta de acessibilidade nas calçadas e nos meios de transportepúblico. O prefeito Junior Marão e o presidente da Câmara Eliezer Casali estão apoiando o evento,reunindo entidades e mostrando a importância que a cidade dá ao tema.Serviço: 4ª Caravana da Inclusão, Acessibilidade e CidadaniaData: 11 de Abril – quinta-feiraHorário – das 09h às 13hLocal: Centro de Convenções – Avenida dos Bancários, nº3299- Vale do Sol - VotuporangaInscrições: gratuitas, no localMais informações, favor entrar em contato com Silvia Melo – Diretora de Comunicação UVESP –(11) 3884.6661 /3884.6746 – www.uvesp.com.br / imprensa@uvesp.com.br.http://www.uvesp.com.br http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br 23
  • 24. http://www.uvesp.com.br http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br 24