Acessibilidade em Telecentros1A essibilid deem Te ecentr@s
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Acessibilidade em Telecentros4Para as pessoas com deficiência os telecentros assumem características ainda mais marcantes,...
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Acessibilidade em Telecentros71. IntroduçãoA Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo busc...
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Acessibilidade em Telecentros94. O que é ACESSIBILIDADE DIGITAL?Inegável o papel fundamental das tecnologias da informação...
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Acessibilidade em Telecentros116. Quais as ferramentas básicas deACESSIBILIDADE DIGITAL?Para que um telecentro possa ser a...
Acessibilidade em Telecentros126.3. Softwares de tradução braileProgramas que permitem a codificação do texto digital em b...
Acessibilidade em Telecentros136.6. Softwares leitores de telaProgramas que sintetizam o texto digital em voz, permitindo ...
Acessibilidade em Telecentros146.9. Softwares simuladores de mouse e tecladoProgramas que disponibilizam teclado e mouse d...
Acessibilidade em Telecentros157. O que é ACESSIBILIDADE na Internet?Acesso a notícias, conteúdos educacionais, operações ...
Acessibilidade em Telecentros168. Como deve ser a acessibilidade físicaem um telecentro?No Brasil, a acessibilidade a edif...
Acessibilidade em Telecentros17As dimensões necessárias para a manobra de cadeiras de rodas são:a) para rotação de 90° = 1...
Acessibilidade em Telecentros18Para garantir o alcance e utilização de mesas, estantes e prateleiras,devem ser observadas ...
Acessibilidade em Telecentros19Pelo menos 5% das mesas existentes em um telecentro devem ser acessíveis para pessoas emcad...
Acessibilidade em Telecentros20Os corredores devem ter largura mínima de 0,90 m e, no máximo a cada 15 m, deve haver umesp...
Acessibilidade em Telecentros218.2. Banheiro acessívelDeve estar localizado próximo da área de circulação principal. Para ...
Acessibilidade em Telecentros22Devem ser colocadas barras de apoio horizontais na lateral e no fundo, com comprimento mí-n...
Acessibilidade em Telecentros23A bacia sanitária deve ter uma altura máxima de 0,46 m, contando com o assento, e seu dispo...
Acessibilidade em Telecentros248.3.	 Comunicação e sinalizaçãoA legislação também estabelece as formas de comunicação e si...
Acessibilidade em Telecentros258.4.	 Símbolos internacionaisA indicação de acessibilidade e da disponibilidade de equipame...
Acessibilidade em Telecentros268.5.	 Textos de orientaçãoOs textos contendo regulamentos, normas de conduta, orientações, ...
Acessibilidade em Telecentros278.7.	 Sinalização de emergênciaPara as possíveis situações de emergência, é necessária a in...
Acessibilidade em Telecentros289. Como atender uma pessoacom deficiência?Cada deficiência traz consigo um conjunto de limi...
Acessibilidade em Telecentros299.3.	 Como atender pessoa com mobilidade reduzida?Não toque no ombro enquanto a pessoa esti...
Acessibilidade em Telecentros30Quando a pessoa surda estiver acompanhada de um intérprete de Libras, dirija-se a ela e não...
Acessibilidade em Telecentros319.6.	 Como atender pessoa com surdocegueira?As pessoas com surdocegueira possuem deficiênci...
Acessibilidade em Telecentros329.7.	 Como atender pessoa com deficiência intelectual?Aja naturalmente ao se dirigir a uma ...
Acessibilidade em Telecentros3310. ConclusãoCom as informações e referências contidas nesta cartilha, o Governo do Estado ...
Acessibilidade em Telecentros34
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Acessibilidade em Telecentro

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Material de divulgação sobre acessibilidade arquitetônica e digital para Telecentros e Projetos de Inclusão Digital

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Acessibilidade em Telecentro

  1. 1. Acessibilidade em Telecentros1A essibilid deem Te ecentr@s
  2. 2. A essibilid deem Te ecentr@s
  3. 3. Acessibilidade em Telecentros3elecentros: muito além da inclusão digitalHoje, o mundo em que vivemos está cada vez mais permeado pelas tecnologias da informaçãoe comunicação, que impactam as esferas social, política, econômica, educacional, cultural e, so-bretudo, pessoal, transferindo diversas atividades e serviços do presencial para o virtual.A desigualdade na utilização das ferramentas digitais e dos conteúdos on-line restringe o po-tencial de crescimento de um país, pois não permite a apropriação do conhecimento pelas popu-lações de baixa renda e pouca instrução, deixando-as à margem da vida contemporânea.Pela democratização do acesso à informação é possível promover uma distribuição mais equi-librada das oportunidades e benefícios do desenvolvimento econômico, propiciando um modelode crescimento mais justo e sustentável.Nesse contexto, os telecentros sempre tiveram um papel fundamental, pois oferecem aos seususuários, além de conexão à Internet, um ambiente propício para a disseminação da cultura tec-nológica, da educação à distância, do empreendedorismo e do entretenimento, em um espaço deinteração comunitária, valorização e promoção da cidadania, da criatividade e da diversidade.As comunidades que dispõem de telecentros se fortalecem e criam oportunidades de capaci-tação, comunicação, negócios e geração de renda, para crianças, jovens e adultos, muitas vezesacelerando transformações tão necessárias para a melhora da qualidade de vida, da identidadecomunitária e da autoestima das pessoas.T
  4. 4. Acessibilidade em Telecentros4Para as pessoas com deficiência os telecentros assumem características ainda mais marcantes,pois, quando acessíveis, além da inclusão digital, podem oportunizar a interação com os demaisfrequentadores, trazendo experiências que enriquecem toda a dinâmica do local.Ou seja, é fundamental que os telecentros – todos os telecentros – ofereçam atendimento capa-citado e sejam plenamente acessíveis, tanto em seus aspectos arquitetônicos e mobiliários quantoà disponibilidade de dispositivos e programas que permitam a utilização dos computadores portodas as pessoas, independentemente de eventuais limitações físicas, sensoriais ou intelectuais.O Governo do Estado, ciente do caráter estratégico dos telecentros, tornou, ao investir na am-pliação do Acessa São Paulo, suas ações de incentivo em políticas públicas permanentes, benefi-ciando milhares de cidadãos. Nossa Secretaria, que tem como missão “garantir o acesso das pes-soas com deficiência a todos os bens, produtos e serviços existentes na sociedade”, trabalha paraestender tais benefícios à toda a população.Esta cartilha tem como objetivo reconhecer a importância dos telecentros e, principalmente,fornecer informações essenciais para que ampliem sua relevância social, não apenas democrati-zando a cultura digital, mas, sobretudo, promovendo a inclusão em seu sentido mais amplo.Prof. Dra. Linamara Rizzo BattistellaSecretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência
  5. 5. Acessibilidade em Telecentros5Índice1. Introdução ............................................................................................................................. 72. O que é ACESSIBILIDADE? .................................................................................................... 83. Quem se beneficia com a ACESSIBILIDADE?......................................................................... 84. O que é ACESSIBILIDADE DIGITAL?...................................................................................... 95. Quem se beneficia com a ACESSIBILIDADE DIGITAL?......................................................... 106. Quais as ferramentas básicas de ACESSIBILIDADE DIGITAL?............................................... 116.1. Softwares de ampliação de tela...................................................................................... 116.2. Monitores de grande dimensão...................................................................................... 116.3. Softwares de tradução braile.......................................................................................... 126.4. Impressoras braile.......................................................................................................... 126.5. Linha braile................................................................................................................... 126.6. Softwares leitores de tela............................................................................................... 136.7. Programas texto-voz...................................................................................................... 136.8. Teclados e mouses alternativos...................................................................................... 136.9. Softwares simuladores de mouse e teclado.................................................................... 146.10. Scanner e OCR (Reconhecimento Óptico de Caracteres) ............................................ 147. O que é ACESSIBILIDADE na Internet?........................................................................... 15
  6. 6. Acessibilidade em Telecentros68. Como deve ser a acessibilidade física em um telecentro?.............................................. 168.1. Acessibilidade para pessoas em cadeiras de rodas......................................................... 168.2. Banheiro acessível......................................................................................................... 218.3 Comunicação e sinalização............................................................................................ 248.4 Símbolos internacionais.................................................................................................. 258.5 Textos de orientação....................................................................................................... 268.6 Piso tátil.......................................................................................................................... 268.7 Sinalização de emergência............................................................................................. 269. Como atender uma pessoa com deficiência?........................................................................ 289.1 Como ajudar?................................................................................................................. 289.2 Como atender pessoa em cadeira de rodas? ................................................................... 289.3 Como atender pessoa com mobilidade reduzida?........................................................... 299.4 Como atender pessoa surda ou com deficiência auditiva?.............................................. 299.5 Como atender pessoa cega ou com deficiência visual?................................................... 309.6 Como atender pessoa com surdocegueira?..................................................................... 319.7 Como atender pessoa com deficiência intelectual?......................................................... 329.8. Como atender pessoa com autismo?.............................................................................. 3210. Conclusão.......................................................................................................................... 32
  7. 7. Acessibilidade em Telecentros71. IntroduçãoA Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo busca, com estapublicação, orientar gestores, funcionários e usuários de telecentros sobre os critérios de acessibi-lidade física e digital, assim como instruí-los em relação ao atendimento às pessoas com deficiên-cia, que, de acordo com os dados do IBGE (Censo 2010), correspondem a 23,91% da populaçãobrasileira, ou seja, 45,6 milhões de pessoas no país e mais de 9 milhões no Estado de São Paulo.Nesse cenário, para que não se incorra em exclusão, é fundamental que os telecentros, assimcomo todos os espaços de utilização pública, sejam plenamente acessíveis, cumprindo a lei vi-gente e, mais importante, seu papel intrínseco de promoção da inclusão.O conteúdo aqui reunido não esgota as informações sobre o tema, mas apresenta linhas geraise referências concretas para nortear tanto a construção ou a adaptação quanto a operação de umtelecentro acessível.Não há mais desculpas! Mãos à obra!
  8. 8. Acessibilidade em Telecentros82. O que é ACESSIBILIDADE?ACESSIBILIDADE é definida como a “condição para utilização, com segurança e autonomia,total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviçosde transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa comdeficiência ou com mobilidade reduzida” (Decreto Federal nº 5.296, de 02 de dezembro de 2004).Mas ACESSIBILIDADE vai muito além de servir apenas às pessoas com deficiência, pois trata derecursos que permitem a todas as pessoas, independentemente de suas características particulares,terem direito ao acesso a todos os bens, serviços e produtos presentes na sociedade.3. Quem se beneficia com aACESSIBILIDADE?Todos! Afinal, um mundo mais acessível oferece maior comodidade e usabilidade para todos,além de ser mais justo e igualitário no respeito às diferenças existentes entre as pessoas para selocomoverem e se comunicarem.Para as pessoas com deficiência, contudo, ACESSIBILIDADE é essencial para que possam usu-fruir de seus direitos e participar da vida em sociedade, com dignidade e qualidade de vida.
  9. 9. Acessibilidade em Telecentros94. O que é ACESSIBILIDADE DIGITAL?Inegável o papel fundamental das tecnologias da informação e comunicação no mundo dehoje. O computador, o celular e os aparelhos eletroeletrônicos estão presentes na vida de todos,na escola, no trabalho, no lazer e em praticamente todas as atividades contemporâneas. Quantomais acessíveis seus programas, conteúdos e comandos, mais fácil e produtiva é a utilização paraseus usuários, principalmente quando pensamos na usabilidade desses equipamentos e conteúdosdigitais por pessoas com deficiência.Neste contexto, ACESSIBILIDADE DIGITAL diz respeito ao uso de dispositivos e mecanismosem hardwares e softwares, facilitando sua operação por usuários que tenham algum tipo de de-ficiência. No caso de conteúdos digitais e da Internet, além da acessibilidade operacional, há anecessidade de se garantir a acessibilidade às informações disponibilizadas, por intermédio desistemas plenamente navegáveis, textos que permitam ampliação do tamanho dos caracteres e suavocalização por programas de leitura, descrição de imagens e audiodescrição de vídeos.
  10. 10. Acessibilidade em Telecentros105. Quem se beneficia com a ACESSIBILIDADEDIGITAL?A ACESSIBILIDADE DIGITAL, por se basear nos princípios do Desenho Universal, serve a to-das as pessoas, pois facilita e racionaliza processos desnecessariamente complexos em todos oscampos e atividades humanas.Especificamente com relação às pessoas com deficiência, que necessitam de condições diferen-ciadas para o uso do computador e de outros equipamentos eletrônicos, a ACESSIBILIDADE DIGI-TAL beneficia, principalmente, aqueles com dificuldades de visão, restrições motoras e limitaçõesintelectuais, para quem os sistemas convencionais podem oferecer barreiras intransponíveis.Quem tem dificuldade para enxergar uma tela, usar o mouse e o teclado, ler textos e verimagens, ouvir sons, navegar em programas, aplicativos e na Internet, ou ainda quem está emsituação que limita seus sentidos ou movimentos, pode se valer das facilidades e praticidades daACESSIBILIDADE DIGITAL.Enfim, a ACESSIBILIDADE DIGITAL é necessária para proporcionar o pleno usufruto domundo digital por todas as pessoas, fortalecendo a inclusão e a participação cidadã por meiodo acesso à informação.
  11. 11. Acessibilidade em Telecentros116. Quais as ferramentas básicas deACESSIBILIDADE DIGITAL?Para que um telecentro possa ser acessível a diferentes grupos de usuários, em diferentes con-textos, é necessário que possua algumas ajudas técnicas (equipamentos, softwares) básicas, quepermitam e/ou facilitem a interação usuário/computador. Seguem algumas dessas tecnologias6.1. Softwares de ampliação de telaProgramas que ampliam todo o conteúdo da tela do computador, conforme a necessidadedo usuário, permitindo, entre outras possibilidades, controle do tamanho da fonte, do con-traste das cores e da iluminação. Alguns exemplos são o Zoom Text (da AI Squared), o Ma-gic (da Freedom Scientific) e o Magical Glass, este último disponível gratuitamente no sitehttp://download.cnet.com/Magical-Glass/3000-2056_4-10405059.html.6.2. Monitores de grande dimensãoMonitores de 19, 21 e mais polegadas, para facilitar a visualização por pessoas comdificuldades de visão.
  12. 12. Acessibilidade em Telecentros126.3. Softwares de tradução braileProgramas que permitem a codificação do texto digital em braile para posterior impres-são. Para sua utilização, é necessário que o “transcritor” (profissional responsável pelautilização deste software) conheça o sistema braile, para melhor explorar suas funções.No Brasil, o mais usado é o Braille Fácil, que pode ser baixado gratuitamente no sitehttp://intervox.nce.ufrj.br/brfacil/.6.4. Impressoras braileEquipamentos que permitem a impressão de textos eletrônicos em braile. Alguns modelos po-dem ser usados de forma autônoma por cegos, pois têm painel marcado em braile e comandoscom voz digitalizada.6.5. Linha brailePeriférico composto por uma sequência de células braile, em alto relevo, que reproduzemcada caractere do texto visualizado na tela do computador. É uma alternativa ao leitor detela, ou um complemento deste, pois alivia os usuários com deficiência visual de ouvirema voz sintetizada por muitas horas seguidas. Para pessoas surdocegas, a linha braile é umequipamento imprescindível.
  13. 13. Acessibilidade em Telecentros136.6. Softwares leitores de telaProgramas que sintetizam o texto digital em voz, permitindo seu acesso por pessoas com de-ficiência visual. Alguns exemplos são o JAWS, a partir da versão 10, o VIRTUA VISION e osgratuitos NVDA, a partir da versão 2011.2, www.nvda-project.org/wiki/Download, e DOSVOX,a partir da versão 4.1., http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox/, todos esses para ambiente Windows.Já para o sistema Linux, existem os gratuitos e de código aberto F123, http://f123.org/visual, eOrca, que já vem instalado no Linux UBUNTU, https://live.gnome.org/Orca/DownloadInstall.6.7. Programas texto-vozConhecidos como TTS (Text to Speech) são tecnologias que, como os leitores de tela, tam-bém utilizam sintetizadores de voz, porém são muito mais simples, baratos e fáceis de usar.Destacam o texto enquanto leem e podem ser uma boa ajuda para pessoas com baixa visão,dislexia ou problemas cognitivos e de comunicação. Alguns exemplos são o Kurzwell 3000e o gratuito TextAloud, http://textaloud.softonic.com.br/.6.8. Teclados e mouses alternativosExistem no mercado mouses controlados por movimentos das mãos, da cabeça, dos olhos,por sopro e acionados com os pés, entre outros. Quanto aos teclados, existem várias opçõesde tamanho e formato, de acordo com as incapacidades de cada usuário. Bastante comumé o dispositivo chamado “colmeia” (chapa transparente, com furos coincidentes com as te-clas, para facilitar a localização e evitar o acionamento involuntário de mais de uma tecla).
  14. 14. Acessibilidade em Telecentros146.9. Softwares simuladores de mouse e tecladoProgramas que disponibilizam teclado e mouse digitais, na tela do computador. As opçõessão iluminadas, uma após a outra, até que o usuário dê um comando de voz, com os olhos,com mouse ou outro periférico, para selecionar o que deseja. Dois bons exemplos são osgratuitos Microfênix V 2.0, disponível no site http://intervox.nce.ufrj.br/microfenix/, e Head-mouse, que permite controlar o cursor através de movimentos da cabeça captados por umawebcam, http://robotica.udl.cat/.6.10. Scanner e OCR (Reconhecimento Óptico de Caracteres)Scanners são equipamentos utilizados para digitalizar textos impressos, criando imagens es-táticas dos documentos, que necessitam de um software OCR para transformá-los em arqui-vo digital, passível de ser lido por leitor de tela, podendo ser convertidos para vários forma-tos (Word, Power Point e Excel, entre outros), como o Open Book e o gratuito FineReader,http://abbyy-finereader.softonic.com.br/download.Além dos softwares específicos, os próprios sistemas operacionais (Windows, Linux, Apple)dos computadores convencionais já vêm com ferramentas de acessibilidade para a amplia-ção de letras, ícones e cursores, alteração de contraste e de cor, lupa, troca de sinalizaçãosonora por visual, teclado virtual, diminuição da velocidade do mouse, leitores de tela e co-mandos de voz, entre outros. Vale a pena consultar os manuais e tutoriais dos equipamentosantes de adquirir novos programas.
  15. 15. Acessibilidade em Telecentros157. O que é ACESSIBILIDADE na Internet?Acesso a notícias, conteúdos educacionais, operações bancárias, serviços públicos, compra deprodutos, entretenimento e trabalho, entre tantas outras atividades, passam pelo uso da Internet. Aimpossibilidade de utilizar de forma plena essa importante ferramenta digital significa, nos dias dehoje, estar alijado do dinamismo e da gama de oportunidades disponíveis no mundo contemporâneo.Para as pessoas com deficiência, não ter acesso à Internet representa um alijamento ainda maisprofundo, tendo em vista, em muitos casos, a dificuldade ou a incapacidade de realizarem tais ati-vidades pessoalmente, presencialmente, tanto pelas limitações impostas pela deficiência como pelafalta de acessibilidade nos transportes, nas vias urbanas e nos estabelecimentos públicos e privados.Assim, tão importante quanto mobiliários, computadores e periféricos adaptados, é o desenvolvi-mento de sites de acordo com diretrizes de ACESSIBILIDADE DIGITAL, que possibilitem visualiza-ção e navegação pelo ambiente virtual, bem como acesso a todo o conteúdo disponibilizado. Paraconhecer os critérios de construção de um site acessível, recomenda-se consulta ao e-MAG (Modelode Acessibilidade em Governo Eletrônico), www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/e-MAG,onde podem ser encontrados os requisitos básicos de programação segundo a legislação nacional,assim como links para programas que avaliam o nível de acessibilidade de páginas e conteúdosdigitais. Outra referência importante é o W3C (World Wide Web Consortium), www.w3c.br, or-ganização global especializada em ACESSIBILIDADE DIGITAL.
  16. 16. Acessibilidade em Telecentros168. Como deve ser a acessibilidade físicaem um telecentro?No Brasil, a acessibilidade a edificações, mobiliários, espaços e equipamentos urbanos é regu-lada pelo Decreto Federal nº 5.296, de 02 de dezembro de 2004, que tornou obrigatória a obser-vância à norma técnica NBR 9050, estabelecida pela Associação Brasileira de Normas Técnicas,http://www.centroruibianchi.sp.gov.br/usr/share/documents/ABNTNBR9050_2004Vc_2005.pdf.Outra norma aplicável é a ABNT NBR 15599, sobre acessibilidade na comunicação e prestação deserviços, http://www.centroruibianchi.sp.gov.br/usr/share/documents/ABNTNBR15599_2008Ed1.pdf.8.1. Acessibilidade para pessoas em cadeiras de rodasEstas são as dimensões referenciais para cadeiras de rodas manuais ou motorizadas, que de-vem ser consideradas para a adequação da largura de corredores, medidas de mesas, estantese prateleiras, entre outros mobiliários, em um telecentro ou qualquer outro ambiente acessível.Vista frontal Aberta Vista frontal fechada Vista lateral
  17. 17. Acessibilidade em Telecentros17As dimensões necessárias para a manobra de cadeiras de rodas são:a) para rotação de 90° = 1,20 m x 1,20 m;b) para rotação de 180° = 1,50 m x 1,20 m;c) para rotação de 360° = diâmetro de 1,50 m.a) Rotação de 90º b) Rotação de 180º c) Rotação de 360º
  18. 18. Acessibilidade em Telecentros18Para garantir o alcance e utilização de mesas, estantes e prateleiras,devem ser observadas as seguintes dimensões:
  19. 19. Acessibilidade em Telecentros19Pelo menos 5% das mesas existentes em um telecentro devem ser acessíveis para pessoas emcadeiras de rodas, com uma altura livre do chão ao tampo não inferior a 0,73 m e profundidadede pelo menos 0,50 m para acomodação das pernas. Recomenda-se, ainda, que pelo menosoutros 10% das mesas sejam adaptáveis para acessibilidade. Além disso, os balcões de serviçosdevem estar localizados em rotas acessíveis, com largura de no mínimo 0,90 m e altura de nomáximo 0,90 do piso.Vista Lateral Vista Superior
  20. 20. Acessibilidade em Telecentros20Os corredores devem ter largura mínima de 0,90 m e, no máximo a cada 15 m, deve haver umespaço que permita a manobra de cadeiras de rodas.Vista Lateral Vista SuperiorAs portas de todos os ambientes devem possuir largura mínima de 0,80 m e ter pelo menos2,10 m de altura, com condições de serem abertas com um único movimento, possuindo maça-neta do tipo alavanca, localizada a uma altura entre 0,90 m e 1,10 m.Quando houver necessidade de instalação de rampas, estas devem ter largura de no mínimo1,20 m e ter sua inclinação calculada através da equação i = (h x 100)/c onde:- i é a inclinação, em porcentagem;- h é a altura do desnível;- c é o comprimento da projeção horizontal.
  21. 21. Acessibilidade em Telecentros218.2. Banheiro acessívelDeve estar localizado próximo da área de circulação principal. Para a instalação da baciasanitária, é preciso prever áreas de transferência lateral, perpendicular e diagonal conformefiguras a seguir:
  22. 22. Acessibilidade em Telecentros22Devem ser colocadas barras de apoio horizontais na lateral e no fundo, com comprimento mí-nimo de 0,80 m e a 0,75 m de altura do piso. A distância entre o eixo da bacia e a face da barralateral ao vaso deve ser de 0,40 m, estando esta posicionada a uma distância mínima de 0,50 m daborda frontal da bacia. A barra da parede do fundo deve estar a uma distância máxima de 0,11 mde sua face externa à parede e estender-se no mínimo a 0,30 m além do eixo da bacia, em direçãoà parede lateral, conforme figuras:
  23. 23. Acessibilidade em Telecentros23A bacia sanitária deve ter uma altura máxima de 0,46 m, contando com o assento, e seu dispo-sitivo de acionamento deve estar a uma altura de 1,00 m do seu eixo ao piso, sendo de alavancaou automático.Os lavatórios (pias) devem ter sua borda superior a uma distância entre 0,78 m e 0,80 m dopiso, respeitando uma altura mínima de 0,73 m abaixo de sua parte inferior frontal. O sifão e atubulação devem estar situados a no mínimo 0,25 m da face externa frontal e ter dispositivo deproteção do tipo coluna suspensa. A torneira deve ser acionada por alavanca ou sensor eletrônico,localizada a no máximo 0,50 m da face externa frontal do lavatório. Ao redor do lavatório devemser instaladas barras de apoio, na altura do mesmo.
  24. 24. Acessibilidade em Telecentros248.3. Comunicação e sinalizaçãoA legislação também estabelece as formas de comunicação e sinalização que devem ser adota-das, divididas em visuais (textos ou figuras), táteis (caracteres em relevo ou em braile) e sonoras,permanentes, direcionais, de emergência e temporárias, a serem aplicadas conforme tabela abai-xo, ressaltando-se que as informações essenciais devem ser apresentadas nas três formas:Visual Tátil SonoraEdificação /Espaço/EquipamentosPermanente X XDirecional X X(no piso)De emergência X X XTemporária X X(no piso)MobiliárioPermanente X X XTempóraria X
  25. 25. Acessibilidade em Telecentros258.4. Símbolos internacionaisA indicação de acessibilidade e da disponibilidade de equipamentos e serviços para pessoascom deficiência motora, visual e auditiva deve ser feita por meio do símbolo internacional deacesso referente a cada deficiência. Sua representação consiste em imagem branca sobre fundoazul (referência Munsell 10B5/10 ou Pantone 2925 C), imagem branca sobre fundo preto ouimagem preta sobre fundo branco, a serem afixadas em locais visíveis ao público e próximas aosrecursos acessíveis existentes.
  26. 26. Acessibilidade em Telecentros268.5. Textos de orientaçãoOs textos contendo regulamentos, normas de conduta, orientações, instruções de uso de áreas,objetos e equipamentos devem ser de fácil compreensão, preferivelmente com mensagens curtas,diretas, na forma ativa e afirmativa, não negativa. Importante dispor de textos adequados parapessoas com baixa visão, utilizando fonte tamanho 16 e algarismos arábicos, na cor preta sobrefundo branco. As informações em braile podem conter caracteres especiais e figuras em relevo,com texto descritivo posicionado logo abaixo.8.6. Piso tátilO piso deve conter sinalização tátil, em cor contrastante, que pode ser sobreposta ou integradaao piso do local. São dois os tipos a serem utilizados, respectivamente, sinalização tátil direcional(com largura entre 20 cm e 60 cm), que orienta o trajeto a ser feito, e sinalização tátil de alerta(com largura entre 25 cm e 60 cm), que deve ser instalada no início e no término de escadas erampas, em frente às portas de elevadores, em rampas de acesso às calçadas, antes de um obstá-culo e para indicar mudança de direção no trajeto, com dimensões em milímetros, como segue:
  27. 27. Acessibilidade em Telecentros278.7. Sinalização de emergênciaPara as possíveis situações de emergência, é necessária a instalação de alarmes visuais lumi-nosos e alarmes sonoros, em sincronia e intermitentes, que produzam luminescência e ruído emintervalos de tempo fixos, idealmente de 1 a 3 segundos. Os equipamentos de emergência devemconter informações táteis e visuais, representadas por símbolos de fácil compreensão.
  28. 28. Acessibilidade em Telecentros289. Como atender uma pessoacom deficiência?Cada deficiência traz consigo um conjunto de limitações e incapacidades específicas, quedevem ser entendidas e levadas em consideração quando do atendimento e orientação à pessoacom deficiência, como segue:9.1. Como ajudar?Sempre que necessário, ofereça ajuda e espere sua oferta ser aceita antes de fazê-lo. Mas nãose ofenda se o seu oferecimento for recusado. Nem sempre as pessoas com deficiência precisamde auxílio.9.2. Como atender pessoa em cadeira de rodas?Procure sentar-se, para que vocês fiquem com os olhos no mesmo nível. Nunca se encoste ou seapoie na cadeira de rodas, que é parte do espaço corporal da pessoa, uma extensão de seu corpo.Ao ajudá-la a descer uma rampa inclinada ou degraus altos, é preferível que faça isso de marcha-ré.Ao descer de frente, mantenha a cadeira empinada para evitar que o cadeirante perca o equilíbrio ecaia. Durante o trajeto, fique sempre atento à existência de barreiras e obstáculos que possam causarquedas e/ou danificar a cadeira de rodas.Schwarz, A. e Haper, J., Atendendo bem pessoas com deficiência, Coleção FEBRABAN de InclusãoSocial, FEBRABAN, 2006.http://www.febraban.org.br/arquivo/cartilha/cartilha_arquivos/cartilha_atendimento.pdf
  29. 29. Acessibilidade em Telecentros299.3. Como atender pessoa com mobilidade reduzida?Não toque no ombro enquanto a pessoa estiver andando, para que ela não se atrapalhe, percao equilíbrio e caia. Não a empurre ou puxe pela mão. As muletas, bengala ou andador devem es-tar sempre ao alcance de suas mãos. Ao descer uma escada, fique na frente, ao subir, posicione-seatrás, para apoiá-la caso se desequilibre.Gabrilli, M., Manual de Convivência: Pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida, 2ª edição, 2010.http://www.vereadoramaragabrilli.com.br/files/manual_web.pdf9.4. Como atender pessoa surda ou com deficiência auditiva?Procure falar de maneira clara, pronunciando bem as palavras, posicionando-se bem à frenteda pessoa, permitindo a leitura labial. Use a sua velocidade normal de fala, a não ser que lhe pe-çam para falar mais devagar. Procure se posicionar em um lugar iluminado, evitando ficar contraa luz, o que pode dificultar a visualização de seu rosto.Seja expressivo ao falar, pois as expressões faciais, os gestos e o movimento do seu corpo serãoexcelentes indicações do que você quer dizer. Mantenha sempre contato visual, pois o desvio deolhar pode significar para a pessoa com deficiência auditiva que a conversa terminou. Caso issoaconteça, faça um gesto, sinalize educadamente ou toque de leve seu braço, para que ela volte aficar atenta a você.Nem sempre a pessoa surda tem uma boa dicção. Caso tenha dificuldade para compreender oque ela está dizendo, não se acanhe em pedir para que repita e, se for necessário, comunique-seatravés de bilhetes, utilizando frases curtas e objetivas, sem vocabulário complexo, pois muitasdelas têm dificuldade com o português escrito.
  30. 30. Acessibilidade em Telecentros30Quando a pessoa surda estiver acompanhada de um intérprete de Libras, dirija-se a ela e nãoao seu intérprete. Nunca utilize a expressão “surdo-mudo”, pois muitas pessoas surdas não falamporque não aprenderam a falar. Algumas fazem a leitura labial, outras não.Vidal, V.L., Camara, N., Como lidar com pessoas com deficiência auditiva e/ou surdez, Informativo“Na Luta”, 2011http://www.paralamasforever.com/NaLuta/cartilha_surdos.pdf9.5. Como atender pessoa cega ou com deficiência visual?Primeiro, identifique-se e faça-a perceber que está falando com ela, se necessário dê um levetoque em seu braço. Para guiá-la no ambiente, aproxime-se e espere que segure o seu braço, pois,desta forma, ao começar a caminhar ela acompanhará o movimento de seu corpo. Avise-a sobredegraus ou obstáculos que estejam pelo caminho. Chegando ao local desejado, coloque sua mãono braço ou encosto do móvel e deixe-a sentar-se sozinha.Quando for ausentar-se do local em que a deixou, lembre-se sempre de avisá-la. Não levantea voz ou exceda em contatos físicos para se fazer entender ou ser ouvido. Nem todas as pessoas,com ou sem deficiência, apreciam ser tocadas enquanto conversam com pessoas conhecidas oucom aquelas que acabaram de conhecer. Caso a pessoa com deficiência visual esteja acompanha-da de cão-guia, evite acariciar ou distrair o animal com gestos e brincadeiras.Felippe, J. A. M, Caminhando Juntos: Manual das Habilidades Básicas de Orientação e Mobilidade,LARAMARA, 2001.http://deficienciavisual2.com.sapo.pt/txt-caminhandojuntos.htm
  31. 31. Acessibilidade em Telecentros319.6. Como atender pessoa com surdocegueira?As pessoas com surdocegueira possuem deficiência auditiva e visual, o que restringe muitosuas atividades e capacidade de comunicação, fazendo com que limitem sua circulação ao am-biente doméstico e a locais especializados nesse tipo de atendimento. Mesmo assim, é importantesaber como interagir com essas pessoas, caso necessitem fazer uso de um telecentro. Em geral, osurdocego está acompanhado de pessoa que sabe como se comunicar com ele e pode servir deintérprete no atendimento.De qualquer forma, se necessário, para comunicar sua presença, dê um leve toque no braçoda pessoa com surdocegueira. Caso precise dizer-lhe algo, escreva na palma da sua mão com odedo indicador, utilizando letras maiúsculas, traços, setas e números. Quando for guiá-lo, deixeque segure o seu braço e utilize toques simples para avisá-lo da presença de escadas, rampas ououtros obstáculos. Ao se ausentar do local, mesmo que por um curto período de tempo, avise-o.Serpa, X., Comunicação para pessoas surdocegas, Instituto Nacional para Cegos, Bogotá, Colômbia,2002, tradução Oliveira, M. X., 2004.http://www.ahimsa.org.br/centro_de_recursos/projeto_horizonte/COMUNICACAO_PARA_PESSO-AS_SURDOCEGAS.pdf
  32. 32. Acessibilidade em Telecentros329.7. Como atender pessoa com deficiência intelectual?Aja naturalmente ao se dirigir a uma pessoa com deficiência intelectual. Trate-a com respeito econsideração, de acordo com sua faixa etária, sem infantilizar quem não está mais na infância. Paraorientá-la, fale devagar e com pausas, para que ela possa processar a informação. Caso necessário,utilize objetos, imagens, expressão corporal e facial para se fazer entender. Deixe que ela faça ou tentefazer sozinha tudo o que puder. Ajude apenas quando for realmente preciso. As pessoas com deficiên-cia intelectual levam mais tempo para aprender, mas podem adquirir muitas habilidades. Deficiênciaintelectual não deve ser confundida com doença mental.Ribeiro, L., Cartilha de orientação a pessoas com deficiência e seus familiares, Centro de Estudos ePesquisas “Dr. João Amorim” – CEJAM, 2007.http://www.deficientesaudavel.com.br/adm/direcionamento_pdf/1294938501.pdf9.8. Como atender pessoa com autismo?As pessoas com autismo possuem limitações em sua capacidade de comunicação e socializa-ção, fazendo com que, muitas vezes, sejam confundidas com pessoas com deficiência intelectualou até surdas. Procure usar termos simples e ser objetivo, pois costumam ser muito literais. Nãoolhe fixamente para elas, pois isso pode causar-lhes insegurança. Evite exageros, como aperto demão muito forte e tapinhas nas costas, pois as pessoas com autismo podem ter hipersensibilidadetátil, gerando reações inesperadas. Procure deixar que tenham alguma iniciativa de contato.Defensoria Pública do Estado de São Paulo e Movimento Pró-Autista, Direitos das Pessoas comAutismo, 2011.http://www.defensoria.sp.gov.br/dpesp/repositorio/34/figuras/DireitosPessoasAutismo_Leitura.pdf
  33. 33. Acessibilidade em Telecentros3310. ConclusãoCom as informações e referências contidas nesta cartilha, o Governo do Estado de São Paulo,por intermédio das ações sistemáticas da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com De-ficiência, espera sensibilizar gestores de telecentros e toda a sociedade quanto à premência decontarmos com plena acessibilidade física, digital e, primordialmente, atitudinal, permitindo mu-danças estruturais e comportamentais, que possibilitem a utilização desses importantes centros deconvivência por todos os cidadãos.Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com DeficiênciaGoverno do Estado de São PauloAvenida Auro Soares de Moura Andrade, 564 - Barra FundaSão Paulo - SP - Brasil - 01156-001Telefone: 55 11 5212-3700ouvidoria.sedpcd@sp.gov.brinfo.sedpcd@sp.gov.brwww.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br
  34. 34. Acessibilidade em Telecentros34

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