Geovana Reis 1cv1
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  • 1. Data- 22/04/2009 Aluna- Geovana Reis dos Santos Curso de Comunicaçao Visual 01 Era sábado e como no próximo dia eu não teria aula, minha tia me convidou para ir dormir na casa dela. Eu e minha mãe concordamos, então corri e arrumei a minha mochila com as coisas que ia precisar e me dirigi para casa de minha tia. Quando cheguei, eu e alguns dos meus primos começamos a brincar, dançar, resumindo nós fizemos muita folia. O dia passou, foi chegando a hora de cada um ir embora, me despedi de todos e na casa de minha tia só restaram eu, ela e o seu esposo. Como já era noite tomei meu banho, jantei, desejei boa noite e fui para o quarto de hóspedes. Eu estava sem sono, e quando consegui dormir já era tarde, no entanto, não levei tanto tempo dormindo, pois logo acordei e já estava com sede. Como ali não era minha casa tive um pouco de medo de me levantar pra ir beber água, mas logo depois eu vi que era bobagem. Então sentei na cama, calcei minhas sandálias e me dirigi a cozinha. No caminho estava tudo escuro, até porque eu não sabia onde acender a lâmpada, fui me segurando pelas paredes e andando bem devagar. De repente assustei-me com um barulho. Eu não sabia do que se tratava não tive ação de correr, ate porque já nem sabia como voltar para o quarto. Naquele momento comecei a imaginar o que poderia ser aquele barulho, quando novamente o som se repetiu eu entrei em pânico, sai correndo me bati nas paredes sem saber o que fazer tropecei e me bati em alguma coisa. Na minha cabeça imaginei mil coisas, então por um acaso achei um interruptor e acendi a lâmpada. Não quis saber nem onde eu estava e tentei achar o quarto, parei no banheiro e logo depois achei o quarto. Me joguei na cama me cobri com os lençóis, quando mais uma vez ouvi o mesmo barulho só que daquela vez ele parecia estar mais perto de mim, ouvi mais uma vez e dei por mim que era lá no quarto, não sabia o que fazer, só me encontrava debaixo das cobertas tremendo e chorando e cada minuto parecia ser que aquele som se aproximava de mim, eu nem sabia o que fazer, não tinha ação para nada. Quando do nada a luz do quarto se acendeu e sem coragem para ver quem teria feito aquele barulho, continuei debaixo das cobertas, mas logo me encorajei e só com um olho olhei para todo o quarto, não vi absolutamente nada. Dei uma pequena
  • 2. olhada para a janela e percebi que parecia que queria amanhecer, continuei ali no mesmo lugar na mesma posição até ver totalmente a luz do dia. Quando isso aconteceu, corri para o quarto de minha tia e vi que o seu esposo ainda dormia, fui ate a sala de estar e vi que a banca estava caída. Logo vi minha tia tomando café e perguntei se naquela noite ela tinha ouvido ou percebido alguma coisa estranha, então ela respondeu-me que dormiu a noite toda, não viu e nem ouviu nada. Contei-lhe o que tinha acontecido e ela riu muito e me disse que isso não deve ter passado de um sonho, mas eu sabia que não tinha sido só um sonho. Também perguntei a seu esposo e ele me respondeu quase a mesma coisa. Enfim, aquele mistério ficou na minha cabeça por muitos e muitos anos, eu não consegui desvendá-lo e nunca mais tive coragem de dormir naquela casa.