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Hugo Hoffmann - Identificação de fungos micelianos e dimórficos

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  • 1. Os fungos, organismos heterotróficos, habitam os mais diversos substratos, atuando como saprófitas, parasitas e simbiontes. Em condições adequadas podem tornar-se patogênicos e são chamados de fungos oportunistas, em especial relação com os pacientes imunodeprimidos que são mais suscetíveis a estas infecções.Fonte: SILVA, ENB et al. Pathogenicity characteristicis of filamentous fungi strains isolated from processed oat. Rev. Microbiol., v. 30, n.4, out./dez., 1999. p. 377-380.
  • 2. O primeiro pesquisador a consolidar os fungos em uma ordem sistemática foi Elias Fries (1794-1878), conterrâneo de Lineu e conhecido como o Pai da Micologia. Nos séculos XVIII e XIX apareceram na Europa as primeiras sociedades de micologia iniciada por amadores, cujas coleções foram a base de seus estudos. Entre elas se destacando a Societé Micologicque Française e a British Mycology Society.Fonte: CÂMARA, RN. A patrimonialização de material genético brasileiro. (Dissertação) Mestrado em Museologia e Patrimônio.UNIRIO/MAST. Rio de Janeiro, 2008. p. 46-47.
  • 3. No Brasil, o estudo da micologia teve origem em estrangeiros interessados em nosso patrimônio natural em meados do ano de 1885, como Johannes Rick (1896-1946), padre jesuíta, no Rio Grande do Sul. Silva Araújo é considerado o Pai da Micologia Médica Brasileira, com seus estudos em micoses do homem e de animais. Todavia, Adolph Lutz, na mesma época, realizou estudos valiosos que contribuíram para que houvesse avanços significativos na micologia médica.Fonte: CÂMARA, RN. A patrimonialização de material genético brasileiro. (Dissertação) Mestrado em Museologia e Patrimônio.UNIRIO/MAST. Rio de Janeiro, 2008. p. 46-47.
  • 4. LevedurasMicelianos
  • 5. Dimórficos DimórficosParacoccidioides brasiliensis
  • 6. Blastomyces dermatitidis Coccidioides immitis
  • 7. Histoplasma capsulatum
  • 8. Sporothrix schenckii
  • 9. CaracterísticasMacroscópicasCaracterísticasMicroscópicas
  • 10. A partir de meios de cultivo seletivos para isolamentos de fungos filamentosos (dermatófitos), exemplo: Ágar Sabouraud, Ágar Mycosel, Ágar Batata (PDA).Fonte: SAENZ, JC. Identificación de hongos dermatófitos. In: Guía práctica de identificación y diagnóstico en micología clínica. Rev.Iberoam. Micol., 2001. 11 p. | TAKAHARA, DT. Procedimento operacional padrão para identificação de fungos micelianos, 2010.
  • 11. MICELIANO PATÓGENO NÃO PATÓGENO 6 a 15 dias 2 a 4 dias Características da colôniaFonte: SAENZ, JC. Identificación de hongos dermatófitos. In: Guía práctica de identificación y diagnóstico en micología clínica. Rev. Iberoam.Micol., 2001. 11 p. | TAKAHARA, DT. Procedimento operacional padrão para identificação de fungos micelianos, 2010. | VIDOTTO, V. Manualde micologia médica. Tecmedd, 2004.
  • 12. MICELIANO FEOHIFOMICOSE DERMATÓFITO HIALOHIFOMICOSE Infecções micóticas do homem e mais raramente dos animais, com hifas (micélios) hialinos. Trata-se de um agrupamento arbitrário e, por convenção, absolutamente não taxonômico.Fonte: SAENZ, JC. Identificación de hongos dermatófitos. In: Guía práctica de identificación y diagnóstico en micología clínica. Rev. Iberoam.Micol., 2001. 11 p. | TAKAHARA, DT. Procedimento operacional padrão para identificação de fungos micelianos, 2010. | VIDOTTO, V. Manualde micologia médica. Tecmedd, 2004.
  • 13. MICELIANO FEOHIFOMICOSE DERMATÓFITO HIALOHIFOMICOSE Infecção micótica, cutânea ou disseminada, causada por diversas espécies de fungos pertencentes às demaceáceas de cor preta, com hifas septadas e com uma parede celular escura.Fonte: SAENZ, JC. Identificación de hongos dermatófitos. In: Guía práctica de identificación y diagnóstico en micología clínica. Rev. Iberoam.Micol., 2001. 11 p. | TAKAHARA, DT. Procedimento operacional padrão para identificação de fungos micelianos, 2010. | VIDOTTO, V. Manualde micologia médica. Tecmedd, 2004.
  • 14. MICELIANO FEOHIFOMICOSE DERMATÓFITO HIALOHIFOMICOSE Infecção cutânea provocada, no homem e animais, por fungos capazes de colonizar, enquanto queratinófilos como unhas, cabelos e a camada córnea da epiderme.Fonte: SAENZ, JC. Identificación de hongos dermatófitos. In: Guía práctica de identificación y diagnóstico en micología clínica. Rev. Iberoam.Micol., 2001. 11 p. | TAKAHARA, DT. Procedimento operacional padrão para identificação de fungos micelianos, 2010. | VIDOTTO, V. Manualde micologia médica. Tecmedd, 2004.
  • 15. Esta doença caracteriza-se por uma consequência da reação do hospedeiro aos produtos metabólicos do fungo, mesmo no nível da derme, e, em geral, sem apresentar invasão dos tecidos subepidérmicos por parte do parasita. Tal reação manifesta-se com uma reação inflamatória local, com formação de vesículas confluente, exsudatos e crostas, causando prurido, bem como reação alérgica.Fonte: SAENZ, JC. Identificación de hongos dermatófitos. In: Guía práctica de identificación y diagnóstico en micología clínica. Rev. Iberoam.Micol., 2001. 11 p. | TAKAHARA, DT. Procedimento operacional padrão para identificação de fungos micelianos, 2010. | VIDOTTO, V. Manualde micologia médica. Tecmedd, 2004.
  • 16. Com base nas estruturas de reprodução e resistência (clamidósporos, microconídeos e macroconídeos) desenvolvida pelo fungo quando exposto à condições nutritivas adversas (Técnica de Ridell). E. floccosum M. canis T. tonsurans M. gypseumFonte: SAENZ, JC. Identificación de hongos dermatófitos. In: Guía práctica de identificación y diagnóstico en micología clínica. Rev. Iberoam.Micol., 2001. 11 p. | TAKAHARA, DT. Procedimento operacional padrão para identificação de fungos micelianos, 2010. | VIDOTTO, V. Manualde micologia médica. Tecmedd, 2004.
  • 17. Meio de Cultura Massa fúngica Algodão umedecido (Ágar Fubá ou Aveia) com água estéril Lâmina Lamínula Placa de Petri Suporte de vidro ou madeiraFonte: SAENZ, JC. Identificación de hongos dermatófitos. In: Guía práctica de identificación y diagnóstico en micología clínica. Rev. Iberoam.Micol., 2001. 11 p. | TAKAHARA, DT. Procedimento operacional padrão para identificação de fungos micelianos, 2010. | VIDOTTO, V. Manualde micologia médica. Tecmedd, 2004.
  • 18. a-f > macroconídeos g-j > microconídeos k-m > clamidosporos n-p > hifasFonte: SAENZ, JC. Identificación de hongos dermatófitos. In: Guía práctica de identificación y diagnóstico en micología clínica. Rev. Iberoam.Micol., 2001. 11 p. | TAKAHARA, DT. Procedimento operacional padrão para identificação de fungos micelianos, 2010. | VIDOTTO, V. Manualde micologia médica. Tecmedd, 2004.
  • 19. Fonte: SAENZ, JC. Identificación de hongos dermatófitos. In: Guía práctica de identificación y diagnóstico en micología clínica. Rev. Iberoam.Micol., 2001. 11 p. | TAKAHARA, DT. Procedimento operacional padrão para identificação de fungos micelianos, 2010. | VIDOTTO, V. Manualde micologia médica. Tecmedd, 2004.
  • 20. Fonte: SAENZ, JC. Identificación de hongos dermatófitos. In: Guía práctica de identificación y diagnóstico en micología clínica. Rev. Iberoam.Micol., 2001. 11 p. | TAKAHARA, DT. Procedimento operacional padrão para identificação de fungos micelianos, 2010. | VIDOTTO, V. Manualde micologia médica. Tecmedd, 2004.
  • 21. Crescimento lento, marrom-esverdeada ou superfície cáqui, aspecto de camurça, muitas vezes elevado e dobrado no centro, o reverso é marrom-amarelada.Fonte: SAENZ, JC. Identificación de hongos dermatófitos. In: Guía práctica de identificación y diagnóstico en micología clínica. Rev. Iberoam.Micol., 2001. 11 p. | TAKAHARA, DT. Procedimento operacional padrão para identificação de fungos micelianos, 2010. | VIDOTTO, V. Manualde micologia médica. Tecmedd, 2004.
  • 22. Macroconídios lisos de paredes finas e septados, formato de “rabo de castor”, muitas vezes em grupos. Não são formados microconídios.Fonte: SAENZ, JC. Identificación de hongos dermatófitos. In: Guía práctica de identificación y diagnóstico en micología clínica. Rev. Iberoam.Micol., 2001. 11 p. | TAKAHARA, DT. Procedimento operacional padrão para identificação de fungos micelianos, 2010. | VIDOTTO, V. Manualde micologia médica. Tecmedd, 2004.
  • 23. • Perfuração de cabelo in vivo (ectotrix e endotrix); • Perfuração de cabelo in vitro; • Prova da Urease (T. rubrum - | T. mentagrophytes +); • Teste do Arroz (M. canis e M. audouinii); • Ágar Glicosado de Batata – PDA (favorece esporulação); • Sistema de identificação de Kane/Fisher (fisiologia); • Ensaios nutricionais (especificidade alimentar);Fonte: SAENZ, JC. Identificación de hongos dermatófitos. In: Guía práctica de identificación y diagnóstico en micología clínica. Rev. Iberoam.Micol., 2001. 11 p.
  • 24. Os agentes de dermatofitose são dos seguintes gêneros: Epidermophyton, Microsporum e Trichophyton. Cerca de 40 espécies estão incluídas nestes gêneros, todavia, 30 espécies são de verdadeiros dermatófitos. Devido a variabilidade geográfica, climática e socioeconômica, apenas 10 espécies são isoladas nas maiorias dos laboratórios de micologia médica, representando 99% de culturas positivas.Fonte: SAENZ, JC. Identificación de hongos dermatófitos. In: Guía práctica de identificación y diagnóstico en micología clínica. Rev. Iberoam.Micol., 2001. 11 p.
  • 25. Os dermatófitos isolados mais frequentemente são: M. canis Microsporum M. gypseum M. audouinii Epidermophyton E. floccosum T. rubrum T. mentagrophytes Trichophyton T. tonsurans T. verrucosum T. violaceum T. schoenleiniiFonte: SAENZ, JC. Identificación de hongos dermatófitos. In: Guía práctica de identificación y diagnóstico en micología clínica. Rev. Iberoam.Micol., 2001. 11 p.
  • 26. Os dermatófitos isolados mais frequentemente são: M. canis M. gypseum Apenas estas seis são E. floccosum responsáveis por mais de 90% dos casos de T. rubrum dermatofitoses T. mentagrophytes T. tonsuransFonte: SAENZ, JC. Identificación de hongos dermatófitos. In: Guía práctica de identificación y diagnóstico en micología clínica. Rev. Iberoam.Micol., 2001. 11 p.