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Apresentação Tic@Algarve 2010 - As  TIC e a Diversidade Cultural
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Apresentação Tic@Algarve 2010 - As TIC e a Diversidade Cultural

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As escolas são hoje, cada vez mais, focos de fenómenos multiculturais, já que ali chegam ano após ano os filhos das marés de imigrantes que cruzam as fronteiras geográficas dos países. A escola vê-se …

As escolas são hoje, cada vez mais, focos de fenómenos multiculturais, já que ali chegam ano após ano os filhos das marés de imigrantes que cruzam as fronteiras geográficas dos países. A escola vê-se confrontada com um novo paradigma: para além da responsabilidade que tem de educar e formar os alunos nacionais, tem agora também de integrar os alunos naturais de outros países, na cultura e na sociedade que os acolhe. Para alcançar a integração cultural no ensino, uma tarefa de extrema importância, é imperativo abordar a educação de uma perspectiva intercultural.
As TIC assumiram um papel fundamental nas sociedades modernas, permitindo desenvolver uma nova forma de aprender, de viver, de trabalhar, de consumir e de se divertir. Nas escolas, as TIC afiguram-se como facilitadoras e motivadoras da aprendizagem dos alunos e podem ser extremamente úteis na sua integração, tanto no contexto escolar, como na sociedade em geral.

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  • As abordagens interculturais transformadoras das culturas escolares, têm em comum:
    currículos relevantes (integrados, organizados e representativos),
    dinâmicas de aula activas (trabalho por projectos, grupos interactivos, ...),
    aprendizagem cooperativa, com interacção entre todos,
    uma perspectiva comunitária, com a implicação de todos os participantes (famílias e comunidade),
    uma organização flexível, na qual seja possível organizar horários, turmas e professores, de forma diferente,
    uma avaliação formativa (portefólios), na qual os professores acompanham os alunos para que estes alcancem os objectivos das tarefas
    uma função docente reflexiva, onde os professores não se limitam a ensinar como habitualmente, mas analisam as suas práticas e as necessidades reais e participam em intercâmbios colaborativos.
  • Transcript

    • 1. Hugo Mártires | Marisa Mártires hmartires@sapo.pt | marisamartires@gmail.com
    • 2. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Agenda • Cultura, Multiculturalidade, Interculturalidade • Educação Intercultural • Integração/Inclusão em Portugal • Ferramentas de Trabalho • Debate As TIC como Ferramentas de Apoio à Diversidade Cultural no Ensino
    • 3. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Cultura Multiculturalidade Interculturalidade
    • 4. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 A Cultura Como e porquê se produz o encontro de culturas?
    • 5. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 A Cultura Ao longo de toda a história, os povos sempre se misturaram entre si, espalhando a sua cultura pelos lugares por onde passavam. Esta movimentação é devida aos mais diversos motivos e hoje em dia é denominada de emigração.
    • 6. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 A Cultura Mudanças Culturais – As pessoas emigram porque buscam uma melhor qualidade de vida: • Novos Territórios; • Melhores Oportunidades; • Outros Recursos; – Os povos espalham a sua cultura pelos lugares onde passam; – As mudanças culturais surgem através do contacto entre os povos.
    • 7. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 A Cultura Mudanças Culturais Pacífica e Voluntária: Busca de Melhor Vida Pacífica e Involuntária Agressiva / Imposta Portugueses e Espanhóis eram povos emigrantes por excelência, espalhando-se por todo o mundo deixando as suas raízes em busca de uma vida melhor. Nativos Africanos que foram levados para outros continentes como escravos. Altura do reino nazi O contacto entre povos trazido pela emigração leva com que haja uma alteração na cultura dos mesmo tanto na dos emigrantes como na dos povos acolhedores
    • 8. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 A Cultura «A História da Expansão Portuguesa ensina-nos que, mesmo no que se pode considerar um sistema de predomínio cultural (no caso, domínio da cultura europeia e das tradições portuguesas) o convívio global, proporcionado pela descompartimentação do mundo, foi feito de influências recíprocas. Os Europeus deixaram as suas marcas no mundo, mas ao interagirem com os povos ultramarinos também sofreram mudanças culturais significativas. É útil salientar que a cultura ocidental contemporânea é ela mesmo fruto de uma mestiçagem, e que as denominadas culturas minoritárias a influenciaram num convívio de troca e não apenas de conflito” (Costa & Lacerda, 2007, p. 12)
    • 9. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 A Cultura Mudanças Culturais Ao longo da História CONTACTO Alteração do Fluxo Alteração da Direcção
    • 10. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 A Cultura Como é Diferente Hoje Redução da Distância TIC Globalização Economia Neoliberal Permite o contacto para além da presença física. Ex: através da internet ou dos media Permite que se percorra uma grande distância em pouco tempo através dos meios de transporte hoje em dia disponíveis. Ex: aviões “low cost” que nos colocam em qualquer parte do mundo rapidamente e a custos acessíveis . CARACTE- RÍSTICAS Reduz as diferenças entre os países. Ex: uniformização da forma de vestir. Elimina o controlo por parte do estado, fazendo com que os ricos se tornem mais ricos e os pobres mais pobres.
    • 11. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 A Cultura Identidade Cultural Identidade Cultural Sistema Educativo Identidade Nacional Difunde Modela Uniformiza Culturas Minoritárias Internas Culturas Novas Externas Surge da interacção entre a cultura oficial e a cultura comum. Deriva das relações produzidas entre os diversos povos ao longo da história. Nações apoiam-se na cultura oficial que é a imposta pelo estado.
    • 12. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 A Multiculturalidade e Interculturalidade Assimilação TolerânciaIntegração / Inclusão Admissão de Outras Culturas Posições Perante a Diversidade Cultural Imposição Cultural - Quando a cultura oficial é imposta, e as culturas minoritárias menosprezadas. Conceito de multiculturalidade (coexistência cultural) Quando se reconhece a existência de várias culturas sem que se faça algo para que interagem umas com as outras. Vivem em conjunto mas não se misturam. Conceito de interculturalidade (Interacção simétrica entre culturas) Quando se verifica a interacção entre todas as culturas de forma a haver harmonia. A declaração universal dos direitos humanos pode ser considerada como o limite da interculturalidade pois é estabelecida por todos para todos.
    • 13. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Educação Intercultural
    • 14. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Educação Intercultural Práticas Pontuais Campanhas Aplicação de Material Inclusão de Temas no Currículo Unidades Didácticas Ocasionais Experiência Formativa e Experimental Integração no Projecto Educativo Curricular Sensibilização Integração
    • 15. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Educação Intercultural “O Estado promove a democratização da educação e as demais condições para que a educação, realizada através da escola e de outros meios formativos, contribua para a igualdade de oportunidades, a superação das desigualdades económicas, sociais e culturais, o desenvolvimento da personalidade e do espírito de tolerância, de compreensão mútua, de solidariedade e de responsabilidade, para o progresso social e para a participação democrática na vida colectiva. Todos têm direito ao ensino com garantia do direito à igualdade de oportunidades de acesso e êxito escolar.” (Constituição da Republica Portuguesa, Art. 73 e 74)
    • 16. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Integração/Inclusão em Portugal
    • 17. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Integração/Inclusão • Integração – processo pelo qual um indivíduo, ou grupo de indivíduos se adapta a uma sociedade ou cultura – derivada de fenómenos de migração e da rapidez com que ocorrem – responsabilidade compartida entre o indivíduo e a sociedade – escola como instituição organizada dispõe dos recursos de transmissão de esquemas linguísticos e do pensamento
    • 18. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Integração/Inclusão • Inclusão – resposta à diversidade de alunos – assenta no pressuposto de que apesar das singularidades de cada aluno, todos os alunos podem aprender e têm direito às mesmas oportunidades – estruturas escolares adaptadas aos vários estilos e ritmos de aprendizagem: princípios da equidade e da qualidade – se não caminhar no sentido da transformação de culturas, não passa da promoção da cultura de puzzle na escola
    • 19. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010
    • 20. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Integração/Inclusão em Portugal • Direito ao ensino – garantido pela constituição – responsabilidade do estado • “j) Assegurar aos filhos dos imigrantes apoio adequado para efectivação do direito ao ensino” (Constituição da Républica Portuguesa, Artº 74, nº2) • Medidas assimiladoras – Grupos étnicos minoritários sem competência para inserção na sociedade – Até aos anos 90
    • 21. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Integração/Inclusão em Portugal • Projectos de educação multicultural – Falta de formação de professores em educação multicultural – Início dos anos 90 – Secretariado coordenador dos programas de educação multicultural (1991) • dar particular atenção à realidade multicultural que crescia nas escolas (por vezes geradoras de confrontos étnicos e culturais) • formação de professores • Projecto de Educação Intercultural (1993)
    • 22. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Integração/Inclusão em Portugal • Projecto de Educação Intercultural – Nasceu de: • confluência de experiências nas escolas • reflexão e acção pedagógica em torno da multiculturalidade social e escolar • consciência da necessidade de formação dos agentes educativos, numa perspectiva intercultural • consciência de que a multiculturalidade é uma característica geral das escolas • apoio governamental ao longo do projecto
    • 23. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Integração/Inclusão em Portugal • Projecto de Educação Intercultural – Decorreu ao longo de 4 anos lectivos (1993-1997) – existência de problemas de integração sócio-pedagógica dos alunos de minorias étnicas – constatava-se a desadaptação do sistema escolar às realidades da multiculturalidade
    • 24. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Integração/Inclusão em Portugal • Projecto de Educação Intercultural – Matriz de intervenção em três frentes: • Criação de equipas intra e inter-escolas e a sua formação pedagógica • Apoio à construção em cada escola de projectos interculturais • Desenvolvimento curricular intercultural
    • 25. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Integração/Inclusão em Portugal • Projecto de Educação Intercultural – Conclusões: • Adaptação da aprendizagem cooperativa a contextos multiculturais – “A experiência demonstrou (...) que grande parte da mudança no sistema de ensino e no clima da escola (incluindo a disciplina) pode ser introduzida por esta via” (Martins I. F., 1998, p. 79) • Comprometimento dos professores – formação de equipas de trabalho, no desenvolvimento de actividades – elaboração de materiais pedagógicos interculturais, invenção e renovação das metodologias, no sentido de introduzir aprendizagens significativas e estratégias de aprendizagem cooperativa – “estas exigem do professor uma grande capacidade de accionar saberes, de justificar actos pedagógicos e de reflectir sobre os processos de ensino- aprendidagem” (Martins I. F., 1998, p. 80)
    • 26. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Integração/Inclusão em Portugal • Projecto de Educação Intercultural – Conclusões: • Gestão escolar – alterações profundas nas formas de estrutura e organização do sistema educativo – revisão das zonas escolares e a distribuição dos alunos por turmas (escolas de excelência / escolas segregadas) • Revisão dos programas curriculares – Para que diversidade étnica e cultural minoritárias não sejam tratadas de forma descriminada, mas sim evidenciadas positivamente • Estruturas administrativas – capacidade de apoio e acompanhamento às escolas – fundamental para o sucesso de um projecto de educação intercultural de excelência
    • 27. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Integração/Inclusão em Portugal • Dados estatísticos – Alunos estrangeiros em Portugal • Dados de Fevereiro de 2006: – “informação sobre os alunos matriculados por “grupo cultural/ nacionalidade” para os anos lectivos 2000/01, 2001/02, 2002/03 e 2003/04” – Educação Pré-Escolar, Ensino Básico e Ensino Secundário Nota: Por “grupo cultural/nacionalidade” deve entender-se o conjunto dos alunos de nacionalidade estrangeira ou de nacionalidade portuguesa cujos ascendentes pertençam a um determinado “grupo cultural/nacionalidade” Fonte: Gabinete de Informação e Avaliação do Sistema Educativo (GIASE) do Ministério da Educação
    • 28. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Integração/Inclusão em Portugal
    • 29. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Integração/Inclusão em Portugal
    • 30. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Integração/Inclusão em Portugal Algarve
    • 31. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Integração/Inclusão em Portugal Algarve
    • 32. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Integração/Inclusão em Portugal Algarve • População Estrangeira – Ano 1998: 23 105 – Ano 2005: 87 552 (aumento de 378,9%) Fonte: Delegação Regional do Algarve do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras Nota Todos os cidadãos residentes com posse dos seguintes: • autorizações de residência permanente e temporária; • prorrogações de permanência; • acordo luso-brasileiro; • vistos sujeitos a consulta previa
    • 33. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Integração/Inclusão em Portugal Algarve
    • 34. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Integração/Inclusão em Portugal • Programa Português para Todos (PPT) – ano de 2008 “A iniciativa, dirigida à população imigrante, visa facilitar a aprendizagem da língua portuguesa, favorecendo uma inclusão social e profissional mais adequadas”. – disponibilizar à população imigrante adulta: • cursos de formação de português técnico • cursos de português certificados – maior igualdade de oportunidades para todos, facilitando, também, o exercício da cidadania
    • 35. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Integração/Inclusão em Portugal • Cenário de Imigração – sociedade portuguesa cada vez mais pluralista – as escolas são um reflexo da sociedade “como resultado de migrações de vária natureza, as sociedades actuais caracterizam-se por uma crescente diversidade, traduzida pela presença num mesmo espaço social, de vários grupos étnicos, distintos da sociedade maioritária quer pela sua ancestralidade, quer pela aparência física, quer pela língua, quer, ainda, pelas normas e regras de conduta por que se regem” (Rocha-Trindade, M. ,1995) – prioritário estabelecer politicas educativas com vista a desenvolver um sistema de ensino integrador, que responda a toda a sociedade e não apenas a parte dela
    • 36. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Integração/Inclusão em Portugal • Cenário de Imigração – Integração cultural da perspectiva de: • Alunos imigrantes • Alunos nacionais – alvos da pressão multicultural nas escolas onde predominam vivências sócio-culturais diferentes • Educação promovida de forma equitativa – reconhecendo todas as culturas e dando as mesmas oportunidades a todos os alunos “para se ter consciência da multiculturalidade na sala de aulas, é preciso estar-se sensível para observar, para ouvir e para investigar os alunos com que se trabalha” (Rocha-Trindade, M. ,1995)
    • 37. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Integração/Inclusão em Portugal Integração / Inclusão Aprendizagem da língua Portuguesa Dinâmicas de aula activas Aprendizagem cooperativa Perspectiva comunitária Organização flexível Avaliação formativa Função docente reflexiva Aptidões e capacidades herdadas da cultura de origem Experiências de vidaIdioma de origem
    • 38. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 “A globalização, tal como definida por pessoas ricas como nós, é uma coisa muito agradável ... fala-se sobre a Internet, fala-se sobre telemóveis, fala-se de computadores. Isto não afeta dois terços da população do mundo.” Jimmy Carter eInclusão
    • 39. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 eInclusão • eInclusão (i2010 - sociadade da informação) – Inclusão das TIC – Utilização das TIC para alcançar objectivos de inclusão – Inclusão digital como um objectivo politico estratégico – População migrante na europa • 50 milhões de estrangeiros (10% da população) • Contribuem para o crescimento económico e para a diversidade cultural
    • 40. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 eInclusão • eInclusão (i2010 - sociadade da informação) – 3 grandes objectivos: • atender às necessidades dos idosos, aumentando a sua qualidade de vida, autonomia e segurança • melhorar a literacia digital e as competências dos grupos em risco de exclusão (desempregados, imigrantes, pessoas com baixa escolaridade, pessoas com deficiência, idosos e jovens marginalizados) • promoção da diversidade cultural através da utilização das TIC para melhorar as possibilidades de participação económica e social, assim como a integração, a criatividade e o empreendedorismo dos imigrantes e das minorias, estimulando a sua participação na sociedade da informação
    • 41. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 eInclusão 2007 Digital Divide 2010 Fosso entre as pessoas com um acesso efectivo às TIC e TD, e as pessoas com muito pouco ou nenhum acesso (fisíco ou de falta de competência)
    • 42. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Ferramentas de Trabalho
    • 43. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Ferramentas de Trabalho
    • 44. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 • Google Maps / Google Earth Ferramentas de Trabalho
    • 45. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 • Google Maps / Google Earth – Mapas interactivos na www – Conhecer a origem dos alunos, bem como as referencias geográficas dos seu pais – Promover a cultura geral da turma e a possibilidade do aluno partilhar curiosidades geográficas do seu pais http://maps.google.pt/ Ferramentas de Trabalho
    • 46. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 • Google Teclado Virtual Ferramentas de Trabalho
    • 47. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 • Google Teclado Virtual – Permite inserir exactamente os termos de pesquisa, independentemente das teclas do teclado físico, permitindo escrever em diferentes idiomas http://www.google.xx/ Ferramentas de Trabalho
    • 48. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Ferramentas de Trabalho
    • 49. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 • Google Translate – Tradutor entre vários idiomas – Permite estabelecer uma primeira comunicação com o aluno no seu idioma – Permite ao aluno um primeiro contacto com o Português – Tradução de páginas Web do pais de origem para o Português – Traduções com 1 clique a partir da barra de ferramentas do browser (instalação) http://translate.google.pt Ferramentas de Trabalho
    • 50. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Ferramentas de Trabalho
    • 51. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 • Google Transliteration – Tradução da escrita fonética nos símbolos do idioma nativo – basta escrever as palavras tal como são pronunciadas (em Inglês) para as ver surgir de forma “automágica" no respectivo script nativo – transliteração automática que converte os caracteres romanos nos caracteres utilizados em: • amárico, árabe, bengalês, grego, guzerate, hindi, canada, Malayalam, Marathi, Nepali, persa, Punjabi, Russo, Sânscrito, Sérvio, Tamil, Telugu, Tigrinya e urdu http://www.google.com/transliterate/ Ferramentas de Trabalho
    • 52. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Ferramentas de Trabalho
    • 53. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 • Google Translator Toolkit! – Permite traduzir documentos em segmentos e editar as traduções directamente a partir do original – Útil para os alunos poderem realizar trabalhos em vários idiomas – Guardar várias traduções na conta de utilizador – Partilhar traduções com vários alunos – Trabalhar de forma colaborativa na tradução http://translate.google.com/toolkit Ferramentas de Trabalho
    • 54. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 – Course Management System (CMS) – Plataforma de eLearning – Permite criar disciplinas online para • Disponibilizar recursos • Realizar testes • Entrega de trabalhos • Questionários • … Ferramentas de Trabalho
    • 55. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 • QuestGarden - Ferramenta de edição online, comunidade e serviço de alojamento. - Facilita a criação de WebQuests. - Não requer conhecimentos de edição web, nem o upload de documentos. http://questgarden.com/ http://questgarden.com/103/38/0/100508111923/ Ferramentas de Trabalho
    • 56. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Actividades Execução Recursos  Definir com a turma; grupos/culturas minoritárias;  Recolher informações sobre os grupos para elaborar uma descrição detalhada;  Analisar como é que esses grupos, por vezes, são forçados a esquecerem a sua cultura para se integrarem numa cultura dominante  Promover o debate sobre diferentes formas de desenvolvimento ;  Preparação de campanhas de sensibilização com recursos multimédia • Criação de blogs temáticos; • Angariação de “seguidores” nas redes sociais (Facebok, MySpace, ...) • Edicação e publicação de vídeos para disponibilizar no Youtube; • Produção de cartazes informativos (Publisher) • Produção de diapositivos de sensibilização (PowerPoint) Anunciar a diferença Encorajar os alunos a apreciarem diferentes caminhos para o desenvolvimento e que os indivíduos, grupos e as sociedades tem o direito de escolher os seus próprios caminhos e serem respeitados pelos outros.
    • 57. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Actividades Execução Recursos  Encorajar os alunos a desenvolverem as suas capacidades de produção de conteúdos, sabendo que estes serão vistos por toda a comunidade  Promoção de actividades da escola e da comunidade  Divulgação de noticias do mundo, preparadas por alunos de todo o mundo  Fonte de divulgação de cultura de diversos países, passando pela música, a arte, o cinema ...  Partilha de conteúdos com familiares e amigos no pais de origem • Conta num site de streaming de vídeo (Ex: www.ustream.tv, www.justin.tv, www.freedocast.com) • Câmera de Vídeo para gravar os conteúdos • Sala isolada para produção Web-TV Captar a atenção da comunidade local e de vários participantes para um canal de televisão online que disponibilizará conteúdos preparados por vários alunos.
    • 58. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Actividades Execução Recursos  Contactar com turmas de outros países.  Encorajar a comunicação com outras culturas. • Acesso à internet. • E-mail, MSN, Skype, etc. • Acesso a uma turma num país estrangeiro. • Poemas escritos na língua desse país de contacto. Ponte entre Culturas Encorajar os alunos a tentarem traduzir um poema que não está na sua língua, com o auxílio de uma turma noutro país que fala a língua do poema.
    • 59. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 • Bénard Costa, A.; Leitão, F.; Morgado, J. & Pinto Vaz, J. (2006) Promoção da educação inclusiva em Portugal, fundamentos e sugestões. Lisboa • Calleja, José; Monteiro, Ana (2004): Bordieu e sua fundamentação da função de integração cultural da escola. Revista Iberoamericana de Educación, nº 33/6 • COSTA, J. P., & LACERDA, T. (2007). A Interculturalidade na Expansão Portuguesa. Lisboa: Alto Comissariado para a Imigração e Minorias Étnicas. • Constituição da Republica Portuguesa, Art. 73 e 74 • Martins, I. F. (1998). Projecto de educação intercultural: relatório de execução. Lisboa: Secretariado coordenador dos programas de educação multucultural, Ministério da Educação • Plano Regional de Acção para a Inclusão do Algarve 2007-2009 • Pozuelos, F. (2008). Curriculum e interculturalidad: aportaciones para una educación transformadora. In Hernández, A.S.; Díaz M.R. (Ed.)(2008) Integración de menores migrantes en contextos educativos plurales (pp. 75-92). Espanha: ACCEM • POZUELOS, F. J. (2007): Curriculum e Interculturalidade: Aportaciones para una Educación Trasformadora. Universidad de Huelva. • Rocha-Trindade, M. (1995). Sociologia das Migrações. Lisboa: Universidade Aberta. • http://ec.europa.eu/information_society/eeurope/i2010 Referências
    • 60. Hugo Mártires | Marisa Mártires 2010 Debate