8.cap3 newmedia bioart
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8.cap3 newmedia bioart Presentation Transcript

  • 1. Cap. III No extremo da história 2. New Media Art e Bio Art
  • 2. Midias (tecnologias)digitais:Ciberinstalações,cibercenários,ambientes imersivos,sistemasmultiusuarios,telepresença,instalações eperformances digitais,net-arte,robótica,vida artificial,arte transgênica,propostas comcomunicação sem fio,trabalhos on-line e off-line Analivia Cordeiro, Unsquare Dance, 2007
  • 3. Lucas Bambozzi, Pendulo, 2011
  • 4. Um enigma, uma história que somente o visitante pode reconstituir“Hipótese de ColeçãoSem informação uma obra dearte não é senão um objeto entreos outros, e provavelmente é porisso que você esta lendo estanota. A arte é para começar, umjogo de comunicação e aconversação é sem dúvida ummeio da arte hoje da mesmamaneira que é o título daexposição.. [...] a ambição doCercle Ramo Nash com sua BlackBox não é nada menos que decolocar a hipótese de um artistaartificial (Sowana). ”M.W.Maria Wutz, Paul Devautour Cercle Ramo Nash, Black Box, 1998
  • 5. 1- Die cubo de Tony Smith de 183 x183 cm. Uma história do Minimal Art, uma história dentro da História da Arte 2- Georges Didi Huberman sobre Die “O que vemos, o que nos olha”: “o objeto em todo caso não é mais virtual; Tony Smith, Black Box, 1962 se converteu numa imagem muito concreta da arte”“Em todos os domínios de atividade, o conceito substitui o objeto. A informação setornou hoje o mecanismo central da economia assim como na pratica artística. Noseio deste universo, a arte continua produzindo objetos, e paradoxalmente, muitosmais objetos. Mas estes objetos são conhecidos, realizados e distribuídos comoprodutos derivados de intercâmbios de informação.”“Se admitimos que é suficiente que um robô de dialogo tenha um ar de inteligênciapara que seja efetivo, aceitaremos considerar que uma proposição tenha o ar deproposição artística para que seja verdadeira? E como fazem os artistas para queos objetos, gestos ou idéias que não tem o esse ar sejam reconhecidos?” PaulDevautour
  • 6. Maurice Benayoun ‘O túnel sob o Atlântico” 1995
  • 7. Nelson Felix, O Grande Budha, 1986, Acre 10º S, 70º W
  • 8. • As duas grandes questões da fotografia: saber fazer e saber ver• Reflexões conceituais entre a fotografia analógica e digital• “Fotograficidade”: articulação do irreversível e do inacabável Sam Taylor-Wood, O Último Século, 2005 http://www.youtube.com/watch?v=BGXWfTElwJo&feature=related
  • 9. Luis González Palma, Guatemala
  • 10. Asas, 1988Luis González Palma
  • 11. Maria Magdalena Campos-Pons, Cordas Umbilicais,1991, Cuba
  • 12. Mariko Mori, “Empty Dreams”, 1995, cibacrome print
  • 13. FernandoGutierrez. Peru“Número 2”,2009
  • 14. Yasumasa Morimura, estúdio de Daniel Lee, China "Judgment" , Juiz nº 6Vermeer “espelho”, vídeo, 2002 espírito de leopardo, 1994, impressão digital
  • 15. Bill Viola, ‘The Crossing, water and fire” 1996http://www.youtube.com/watch?v=fHqhaH6m9pY&feature=related
  • 16. Bill Viola, “O Quinteto dos comovidos”, vídeo, 2000 Ver vídeos de Bill Viola
  • 17. Rosãngela Rennó, Vera Cruz, vídeo 2000
  • 18. Sandra Kogut, Videocabines são caixas pretas, Rio deJaneiro 1990
  • 19. Joaquin Sánchez, Tecidos, 2003Tony Oursler, "Junk" 2003, escultura em fibra Narda Fabiola Alvarado, Politeísta,de vidro com projeção de DVD Eclético, Fiestero Eterno Cotidiano, 2009
  • 20. Jun Nguyen Hatsushiba - Vietman “In Memorial Project Nha Trang,Vietnam: Toward the Complex-For the Courageous, the Curious,and the Cowards “ 2001
  • 21. McLuhan - “Vivemos no mundo do re-play instantâneo, ao redor domundo todos os eventos estão sendo não só registrados, mas vistos denovo. E o mais surpreendente do re-play é que permite formas de re-conhecimento (recognition). A primeira vez é cognição (conhecimento) ea segunda é re-cogniçao (reconhecimento) (...) de tal maneira que o re-play oferece níveis mais profundos de consciência que a primeira vez(...) temos entrado no lugar em que os efeitos destes novos ambienteseletrônicos afetam o homem e sua autoconsciência” (1970)Lev Malovich a sociedade do software: o software forma a cultura e acultura forma o software. Ele tem um papel importante na formação doselementos materiais como imateriais que formam a cultura.Sterlac – O corpo como ele é, é obsoleto, a tecnologia é a novaextensão do corpo: ciborg.
  • 22. Xiao - Yu "Ran" partes de corpos deanimais e humanos combinados Sterlac
  • 23. Patricia Piccinini
  • 24. Matthew Barney, Cremaster Cycle, 1994-2002Cremaster 4 -1 Cremaster 4 – 2 Cremaster 4 - 3 Cremaster 4 - 4
  • 25. Escultura, performance, vídeo, livro, fotografia, desenho
  • 26. Win Delvoye, “Cloaca”, 2000Vídeo de matéria sobre Cloaca
  • 27. Eduardo Kac, História Natural Eduardo Kac, Brasil, "Alba, ado Enigma, Edunia, 2003- 2008 coelha fluorescente" 1999
  • 28. Ken Goldberg, Telegarden, 1995-2004 Char Davis, Osmose, realidade virtual inmersiva e interativa, 1995 Web de Char Davis
  • 29. Diana Domingues,INSN (H) AK (R) S, sistema robótico interativo, 1999
  • 30. BibliografiaCANTON, KATIA. Temas da Arte Contemporânea. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes. 2009.BOURRIAUD, N. Estética Relacional. Martins Fontes 2009. p. 91-109___________,__. Pós-produção: Como a arte reprograma o mundo contemporâneo. São Paulo:Martins. 2009b. p. 36-78.BAUDRILLARD, JEAN. El Complot del Arte: Ilusión y Desilusión Estética. Buenos Aires: Amorrortu.2006.COTTON, C. A fotografia como Arte Contemporânea. Martins Fontes, 2010CORDEIRO, A. Expressão e Tecnologia na Linguagem Corporal. Em Arte e Tecnologia: paracompreender o momento atual e pensar o contexto futuro da arte. 7º Encontro Internacional deArte e Tecnologia. Brasília: IdA, UnB. 2008.KAC, E. Biopoetry, Cybertext Yearbook 2002-03, Edited by Markku Eskelinen & Raine Koskimaa,University of Jyvaskyla, Finland. 184-185. 2003.LEVY, P. Cibercultura. São Paulo. Editora 34. 1999, p. 145-155.MANOVICH, L. The Language of the Media. Cambridge, Mass./London: The MIT Press. 2001.FRANCO, E. Bioarte e perspectivas Pós-humanas. Em Arte e Tecnologia: para compreender omomento atual e pensar o contexto futuro da arte. 7º Encontro Internacional de Arte eTecnologia. p. 90-96.NUNES, J.F.I. Estética da Interface Computacional. Em Arte e Tecnologia: para compreender omomento atual e pensar o contexto futuro da arte. 7º Encontro Internacional de Arte eTecnologia. p. 152-158.BARTHES, R. Image, Music, Text. London: Fontana. 1977.DrFallon YouTube. Fr. Patrick Peyton Interviews Marshall McLuhan part 1, 1970, 10:07, geradoem 23 de janeiro de 2008. Encontrado em: http://www.youtube.com/watch?v=1uZYR3jmMngultimo acesso 04/05/2009;
  • 31. WebtecaO fantástico mundo de Matthew BarneyIntrodução ao pensamento de Jean BaudrillardIlusión y desilusión estética, Jean Baudrillard (espanhol com muitas imagens)Conversation series: Wim Delvoye, e Gerardo MosqueraBaumgarten Maria, Sociedade e Conhecimento- ordem, caos e complexidadeO Paradigma da complexidadeEdgar Morin, complexidade, transdisciplinaridade e incertezaIntrodução ao pensamento de Inteligência Coletiva de Pierre LevyPierre Levy fala sobre Inteligência ColetivaEduardo Kac História Natural do EnigmaSerá o Pós-humano? Ciberarte e Perspectivas Pós-biológicas, Edgar FrancoEduardo Kac webWhite Cube, site de Arte ContenporâneaWeb de Char DavisVárias matérias, Canal ContemporâneoDiana Domingues, Itaú CulturalGrupo de Pesquisa ArtecnoO Outro, Suzete VentureliEntrevista com Paul Virilo sobre os motores e a percepção humana