Cap. III No extremo da história1. Neo- conceitual e feminista
Alimentado por:•-pós-estruturalismo -Guy Debord, Jean Baudrillard, J. F. Lyotard, GillesDeleuze, Felix Guattari, Jacques D...
Mary Garrard (1982): um dos lugares maisfrutíferos para encontrar as marcas dadiferença entre a percepção de artistashomen...
IroniaUso de meiosmassivosDesconstrução“A História é o texto dosmortos ditado aos vivos,através de uma voz quenão pode fal...
“Repete comigoQue a dúvida tempera acrença com sanidade. [...]que a noção de direitoshumanos deve incluir aopressão das mu...
Para Beuys o espírito esta no inconsciente á diferença de Kaprow paraquem a arte é uma consciência do dia a dia, a arte de...
Desconstrução, usode meios massivos enovas tecnologias                      JennyHolzer
Ativismo, desconstrução, diffèrance, hibridismo         Mona Hatoum Roadworks,1985
Colaboração              Gilbert and George
ColaboraçãoDesconstruçãoEntre-lugarNarrativasREPOHistory, sinais no ano da comemoração dos 500 anos dodescobrimento de Amé...
Complexidade, subjetividade, significado     Tunga, “Semeando Sereias” performance, Costa Brava (RJ) 1988“ Meu propósito e...
Excessos, sensorial        Leda Catunda, Duas bocas, 1994
ExcessoAndres Serrano, PissChrist1987   Oleg Kulik, Escurecendo, fotografia,                                 1999
Excessos, sensorial, não negação, visualidade fotográfica        Pipilotti Rist, Atmosfera e Instinto 1998
Louis Bourgeois, Olhos e espelhos, 1989-93
Década de 1990      Exposições importantes como Aperto 93 na Bienal de Veneza,      Fuzzy em 1993 e Sensation em 1997 (YBA...
Chapman BrothersMarcus Harvey, Myra(retrato de Myra Hindely)1997
Tracy Amin, “Todos oshomens com quem eu dormi”
Rachel Whiteread, Cem espaços, 1997
A pintura conceitualYve-Alain Boi argumenta sobre a ideia de uma pintura conceitual: a obra só se reconheceno plano formal...
Roman Opalka, De 1 à infinidade
Marcin Maciejowski,Wokulski 1, 2007
“1024 cores”, 1974Gerhard Richter, “Betty “ , óleo s/tela , 1988
Para Hubert Damish a pintura no contexto                                                 contemporâneo tem que valer a pen...
Martin Assig,encáustica s/madeira, 2010Frage, 2010, encáustica s/madeira
Max Neuman, 1998
Karen Kilimnik, A praga negra   Leiko Ikemura, joven no seu lado,                                1997
GravuraThomas Kilpper, “Estado de Controle”, gravura em linóleo no chão do Ministério da Segurança,história da vigilância ...
•     Webteca•     Cindy Sherman, Pulitzer Foundation for the Arts (em inglés)•     Cindy Sherman e seus retratos históric...
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

7.neoconceitual

570

Published on

Arte neoconceitual e Arte feminista

Published in: Education
0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
570
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1
Actions
Shares
0
Downloads
7
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

7.neoconceitual

  1. 1. Cap. III No extremo da história1. Neo- conceitual e feminista
  2. 2. Alimentado por:•-pós-estruturalismo -Guy Debord, Jean Baudrillard, J. F. Lyotard, GillesDeleuze, Felix Guattari, Jacques Derrida, Michael Foucault•-semiótica -Umberto Eco•-estudos feministas -Lucy Lippard, Griselda Pollock, Arlene Raven•-estudos culturais e pós-coloniais –Stuart Hall•-psicanálise -Lacan, Julia Kristeva Conceitos: Características Desconstrução Excessos Diffèrance Não negação Subjetividade, Intersubjetividade Revival, apropriação Complexidade Estrutura aberta Simulacro Uso de novas tecnologias Bricolage Arte como pesquisa Interatividade Domínio da fotografia e do vídeo Colaboração Peça, objeto de arte Significado Sensorial Hibridismo Ativista micro políticas Entre –lugar Narrativas Perfil do artista muda mais do que a obra em si
  3. 3. Mary Garrard (1982): um dos lugares maisfrutíferos para encontrar as marcas dadiferença entre a percepção de artistashomens e de artistas mulheres está naforma de tratar temas tradicionaisDiffèranceIdentidadeSimulacroApropriação Série de Film Still # 21, 1978 Série de Retratos Históricos # 225, 1990 Cindy Sherman
  4. 4. IroniaUso de meiosmassivosDesconstrução“A História é o texto dosmortos ditado aos vivos,através de uma voz quenão pode falar por simesma. O ventríloquoque balança o corpo nosjoelhos, que da fala aosilêncio e transformaossos e sangue emreminiscências não éoutro que o historiador.O guardião do texto. Ocontador da história. Otrabalhador de bocasmudas”. (Barbara KrugerRemote Control, MITPress, 1993) Barbara Kruger
  5. 5. “Repete comigoQue a dúvida tempera acrença com sanidade. [...]que a noção de direitoshumanos deve incluir aopressão das mulheres.[...]Que é hora de questionar oque é “normal”, “moral”,“comunidade”, “standards”,“limites”, “valores”,“objetividade”, “vanguarda”e o prefixo pós na frente dequalquer coisa. Que ostemas de dinheiro, sexo,poder, diferença racial sãoinseparáveis. [..] Que ofeminismo sugere diversasformas de viver a vida e quecontinuam questionando osarranjos convencionais dopoder e os clichês deoposições binárias. 1992”(Kruger, Remote Control,1994) Barbara Kruger, Repeat After me, 1985-94
  6. 6. Para Beuys o espírito esta no inconsciente á diferença de Kaprow paraquem a arte é uma consciência do dia a dia, a arte de Kaprow não temprofundidade inconsciente. A arte de Beuys busca a transformação dasociedade, a cura de sim e do seu povo-luta por uma transcendênciapor médio da própria transformação –Kaprow nivela a arte com a vidaaté o ponto em que não possa se dizer mais que a arte é uma atividadetransformadora. O neo-conceitual intelectualiza.A tragédia da situação dos 80 é a dissociação ou separação entrepensamento e sentimento.O caráter problemático do ‘eu’ self, é a questão mais urgente nos anos80: Cindy Sherman o papel da mulher na sociedade, Schnabel o statussocial do artista, o racismo em Basquiat, etc.É a arte que muda a realidade ou a realidade que muda a arte?“Pensar mais do que nada é ver e falar. Mas só com a condição de queo olho não fique nas coisas, senão que se eleve ás visibilidades e que alinguagem não fique nas palavras ou as frases mas que se elevem aosenunciados [...](Deleuze, 1996)
  7. 7. Desconstrução, usode meios massivos enovas tecnologias JennyHolzer
  8. 8. Ativismo, desconstrução, diffèrance, hibridismo Mona Hatoum Roadworks,1985
  9. 9. Colaboração Gilbert and George
  10. 10. ColaboraçãoDesconstruçãoEntre-lugarNarrativasREPOHistory, sinais no ano da comemoração dos 500 anos dodescobrimento de América, N.Y. 1992
  11. 11. Complexidade, subjetividade, significado Tunga, “Semeando Sereias” performance, Costa Brava (RJ) 1988“ Meu propósito era reconhecer o rotundo objeto. Um frisson magnético correuminha pele. O objeto que encontrara era minha própria cabeça decepada. Apesar do escabroso do fato, achei conveniente dali retirá-la. A tarefa mostrou-seum tanto árdua. Meus cabelos naquela cabeça haviam crescido enormementee, enxaguados e imersos como estavam, constituíam imensa carga”.
  12. 12. Excessos, sensorial Leda Catunda, Duas bocas, 1994
  13. 13. ExcessoAndres Serrano, PissChrist1987 Oleg Kulik, Escurecendo, fotografia, 1999
  14. 14. Excessos, sensorial, não negação, visualidade fotográfica Pipilotti Rist, Atmosfera e Instinto 1998
  15. 15. Louis Bourgeois, Olhos e espelhos, 1989-93
  16. 16. Década de 1990 Exposições importantes como Aperto 93 na Bienal de Veneza, Fuzzy em 1993 e Sensation em 1997 (YBA) Damien Hirst, Some Comfort Gained from theCris Ofili, Santa Virgem Maria, 1996 Acceptance of the inherent Lies in Everything, 1996
  17. 17. Chapman BrothersMarcus Harvey, Myra(retrato de Myra Hindely)1997
  18. 18. Tracy Amin, “Todos oshomens com quem eu dormi”
  19. 19. Rachel Whiteread, Cem espaços, 1997
  20. 20. A pintura conceitualYve-Alain Boi argumenta sobre a ideia de uma pintura conceitual: a obra só se reconheceno plano formal e da linguagem. O caráter conceitual está em potência no meio específicoda pintura, A pintura é conceitual quando em sua auto- referencialidade e auto-críticaaponta a qualidade material da mesma maneira que à gramática simbólica da linguagem,não quando descansa de maneira acrítica sobre um conhecimento tradicional do meio. Alex Katz, Ada, Ada. 1991, óleo s/tela
  21. 21. Roman Opalka, De 1 à infinidade
  22. 22. Marcin Maciejowski,Wokulski 1, 2007
  23. 23. “1024 cores”, 1974Gerhard Richter, “Betty “ , óleo s/tela , 1988
  24. 24. Para Hubert Damish a pintura no contexto contemporâneo tem que valer a pena, tem que demonstrar que não poderia ser feito de outra maneira Joaquin Sánchez, retrato como SãoYang Shaobin, sem título, óleo s/tela, 2000 Miguel Arcângelo, óleo s/tela , 2005
  25. 25. Martin Assig,encáustica s/madeira, 2010Frage, 2010, encáustica s/madeira
  26. 26. Max Neuman, 1998
  27. 27. Karen Kilimnik, A praga negra Leiko Ikemura, joven no seu lado, 1997
  28. 28. GravuraThomas Kilpper, “Estado de Controle”, gravura em linóleo no chão do Ministério da Segurança,história da vigilância da Alemanha Oriental desde o período Nazi até o presente digital . 2009
  29. 29. • Webteca• Cindy Sherman, Pulitzer Foundation for the Arts (em inglés)• Cindy Sherman e seus retratos históricos (em ingés)• Barbara Kruger, Remote Control, Power, Cultures and the World of Appearances. Google Books• Pipilotti Rist vídeos, Dailymotion• BISHOP, CLAIRE. Antagonism and Relational Aesthetics. Magazine and Massachusetts Institute of Tec Bibliografia DELEUZE,GILES. La vida como obra de arte In: Conversaciones con Deleuze(1972-1990). Tradução J.L.Pardo. Valencia: Pre-Textos, 1996, pp.133-189. ECO, UMBERTO. Semiótica e Filosofia da Linguagem. São Paulo: Ática. 1991. LYOTARD, JEAN FRANÇOIS. A condição pós-moderna. São Paulo: José Olympio. 2002.
  1. A particular slide catching your eye?

    Clipping is a handy way to collect important slides you want to go back to later.

×