3.moder postmoder

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Entre a modernidade e a pós-modernidade e

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3.moder postmoder

  1. 1. Cap.II Arte nas Fronteiras1. Moderno- Pós-moderno e os regimes da arte
  2. 2. a. Sociedade Moderna e Sociedade Pós-moderna• Utopia • Ironia• Valores universais • Valores particulares• Idéia de progresso • Progresso valor relativo• Valor da individualidade • Individualismo• Novo, original • “Revival”, copia• Primazia cultural de • Hibridação cultural Ocidente• Idéia de limites entre a arte • Os limites entre ciência e e a ciência arte desvanecem• Contrato de direito • Estratégia de guerra• Sociedade tecnológica – • Sociedade informática – produto conhecimento• Vanguardas • Morte das vanguardas• Estruturalismo • Pós-estruturalismo
  3. 3. Utopia Valores universais Idéia de progressoFernand Léger “O grande rebocador” 1923 Ironia Valores particularesProgresso valor relativoMaurizio Cattelan, a Nona Hora, 1999
  4. 4. Valor da individualidade/autoria Novo, original Primazia cultural de Ocidente Individualismo/co-autoria “Revival”, copia Hibridação culturalMalevich “Quadrado preto evermelho”1915 Adriana Varejão
  5. 5. Idéia de limites entre a arte e a ciência Contrato de direito Os limites entre ciência e arte se desvanecem Estratégia de guerra Eduardo Kac, Brasil, "Alba, aPaul Klee “Rosas heróicas” coelha fluorescente" 1999
  6. 6. Sociedade tecnológica – produto Vanguardas Estruturalismo Sociedade informática – conhecimento Morte das vanguardas Pós-estruturalismoCândido Portinari “Mestiço”1934 Xiao - Yu "Ran" partes de corpos de animais e humanos combinados
  7. 7. o Contexto • Revolução feminina • Resistência juvenil • Guerra Fria • Revolução racial • Cultura visual • Consumo massivo • Comunicação, informação e tecnologiaMaio de 68
  8. 8. 2. Os regimes da arte Arte Moderna: regime do consumo Arte Pós-moderna: regime da comunicação• Esquema linear: produção - • Esquema de rede: interativo, distribuição - consumo. descentralizado, diversidade de conexões mas fechado.• Valoriza as intenções (conteúdo) • Valoriza os papéis e lugares dos atores (continente ou sistema)• Artista exilado da sociedade • O artista/objeto de troca de signos • Bloqueio, saturação e nominação:• Fluido: tudo que produzido se repete, circularidade e consumido (por adesão ou recusa), reversibilidade, se anula a diferença. sempre os mesmos e sempre Produtor-artista: elemento e produto diferentes. da rede-produtor.
  9. 9. • Ruptura com antigo sistema • Circuito: se esta dentro ou de academias sem ruptura fora. com valores de reconhecimento. A vanguarda: possibilidade latente, futuro.• Sociedade do espetáculo e • Sociedade da informação e da sociedade do consumo: comunicação: a velocidade de consome-se signos transmissão gera a espetaculares como se antecipação do signo. fossem produtos.Obra = produto; produto Arte é sistema de signos: industrial = produto estético.Domínio dos sentidos. Domínio da linguagem. • Baudrillard – Sociedade de• Adorno – Indústria cultural : consumo - a maneira como é cultura como bem de consumo inserida a cultura na lógica de – ênfase no conteúdo, consumo - objeto/signo – ênfase preocupação com a no sistema , preocupação com a mercantilização da cultura. estetização (organização semiológica) da cultura.
  10. 10. • Distinção arte/estéticaArte não é mais conteúdo; mas continente. O meio é o mais importante. Não tem valor estético, tem valor de signo, apenas nomeado como arte.• Indistinção dos papéisO artista é um produtor (é quem aponta é que é arte), é o observador e o conservador, marchand, júri. Desaparece o autor (Foucault, Barthes), se retira o sujeito.• Sistema da arteEsvazia o artista e a obra do seu conteúdo emocional e intencional.• A linguagemA arte não é mais retiniana, necessita outro suporte. O título é importante. A importância da linguagem não é a expressão do pensamento mas como pensamento dela própria. Marcel Duchamp “Fonte” 1917
  11. 11. • Abandono da estética Dissocia a arte da beleza, do único, do gosto. • Comunicação Usa os mecanismos da publicidade • Repetição Saturação e repetição efeito publicitário • Paradoxo Despersonalização hiperpersonalizada, Warhol é a obra, uma marca e ao mesmo tempo o produtor e o negociante. Veja um vídeo de Andy Warhol“Brillo Box”, “Heinz box”
  12. 12. WebtecaHistória da arte contemporâneaPara entender a Pós modernidadeAs linguagens pós modernas no BrasilSociedade do Espetáculo de Guy DebordIndustria cultural, revisando Adorno e HorkheimerEntrevista com Gilles LipovetskyBibliografia•CAUQUELIN, A. Arte Contemporânea: uma introdução. São Paulo: Martins, 2005.•DANTO, ARTHUR. After the end of Art. Princetown University Press. 1998.• LYOTARD, JEAN FRANÇOIS. A condição pós-moderna. São Paulo: José Olympio.2002.•LIPOVETSKY, Gilles . La Era del Vacío: ensayos sobre el individualismocontemporáneo. Paris: Gallimard, 1983. Cap. IV e V

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