Convergencia de tecnologias

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Convergencia de tecnologias

  1. 1. Convergência de Tecnologias FEI – Engenharia de Produção Felipe D. Beckmann 12106401-6 Hétori V. Cestari 12106173-3 Tadeu G. Sasso 12204066-0 14 de Agosto de 2010
  2. 2. Agenda <ul><li>Introdução </li></ul><ul><li>Modelos do Ciberespaço </li></ul><ul><li>Vida Artificial </li></ul><ul><li>Tecnologias Ciberespaço </li></ul><ul><li>Internet </li></ul><ul><li>World Wide Web </li></ul><ul><li>Código Móvel </li></ul><ul><li>Rede Wireless </li></ul><ul><li>Plataforma de Agentes Móveis </li></ul><ul><li>VRML </li></ul><ul><li>Televisão Digital </li></ul>
  3. 3. Introdução <ul><li>Ciberespaço: o ambiente virtual criado pela Internet; </li></ul><ul><li>Cada vez mais passam a integrar a rotina das pessoas; </li></ul><ul><li>Estabelece relações e transmite proximidade entre pessoas e grupos, independente de distâncias físicas. </li></ul>
  4. 4. Modelos do Ciberespaço <ul><li>Dados analógicos – não há manipulação; </li></ul><ul><li>Dados digitais – além de serem capturados e enviados, assim como os analógicos, permitem que haja transformação; </li></ul><ul><li>Os modelos do Ciberespaço fazem a conexão entre as duas realidades, criando uma conexão entre o simbolismo das realidades, independente do tempo. </li></ul>
  5. 5. Modelos do Ciberespaço <ul><li>Definição </li></ul><ul><li>É o estudo de como as pessoas concebem, implementam e usam sistemas de computador </li></ul><ul><li>interativos, e como computadores afetam os indivíduos, as organizações e a sociedade. </li></ul>Interação Humano - Máquina FERNANDES, Jorge Henrique Cabral. Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas
  6. 6. Modelos do Ciberespaço <ul><li>Área de estudo da computação em grande crescimento; </li></ul><ul><li>Cria interfaces simples e objetivas; </li></ul><ul><li>É aplicável a todas as classes de usuários; </li></ul><ul><li>Estimula a padronização de ambientes. </li></ul>Interação Humano - Máquina
  7. 7. Modelos do Ciberespaço <ul><li>Cria linguagens de comando; </li></ul><ul><li>Dispositivos de interação física; </li></ul><ul><li>A melhor interação é aquela que não é notada. </li></ul>Interação Humano - Máquina
  8. 8. Modelos do Ciberespaço <ul><li>A Internet “flexibilizou” o HCI; </li></ul><ul><li>Hoje, computadores também são usados sem um “fim” específico; </li></ul><ul><li>A diversão e a troca de informação constituem uma realidade do HCI. </li></ul>O impacto das redes de computador sobre o HCI
  9. 9. Modelos do Ciberespaço <ul><li>Surgimento de novas tecnologias de HCI; </li></ul><ul><li>TSCS – Trabalho Corporativo suportado pelo computador; </li></ul><ul><li>Foco no elemento humano e grupal. </li></ul>O impacto das redes de computador sobre o HCI
  10. 10. Modelos do Ciberespaço <ul><li>Ponto comum de estudo entre diversas áreas da sociedade, de engenheiros a filósofos; </li></ul><ul><li>Formada por todos os elementos que podem interagir, independente de sua natureza; </li></ul><ul><li>É alimentada pelas interações autônomas, de grupos ou espécies, ou mesmo programas de computador. </li></ul>Vida artificial
  11. 11. Modelos do Ciberespaço <ul><li>Surge no inicio dos anos 90; </li></ul><ul><li>Possui 3 abordagens distintas: </li></ul><ul><ul><li>Sistemas de Wetware </li></ul></ul><ul><ul><li>Sistemas de Software </li></ul></ul><ul><ul><li>Sistemas de Hardware </li></ul></ul>Vida artificial
  12. 12. Modelos do Ciberespaço <ul><li>Emergência da complexidade </li></ul><ul><ul><li>A emergência de complexidade consiste no surgimento de dinâmicas imprevisíveis e persistentes sobre o &quot;todo&quot; de um sistema interativo, como decorrência da atuação de regras simples sobre cada um dos elementos primitivos que formam este sistema; </li></ul></ul><ul><ul><li>Fenômenos emergentes são tratados como sinergéticos. </li></ul></ul>Vida artificial FERNANDES, Jorge Henrique Cabral. Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas
  13. 13. Vida artificial Modelos do Ciberespaço <ul><ul><li>Edgar Morin é um antropólogo, sociólogo e filósofo francês. Pesquisador emérito do CNRS (Centre National de la Recherche Scientifique). Formado em Direito, História e Geografia, realizou estudos em Filosofia, Sociologia e Epistemologia. </li></ul></ul><ul><ul><li>É considerado um dos principais pensadores contemporâneos e um dos principais teóricos da complexidade. </li></ul></ul><ul><li>Edgar Morin </li></ul>
  14. 14. Vida artificial Modelos do Ciberespaço <ul><li>Edgar Morin </li></ul><ul><ul><li>Morin afirma que diante dos problemas complexos que as sociedades contemporâneas hoje enfrentam, apenas estudos de caráter inter-poli-transdisciplinar poderiam resultar em análises satisfatórias de tais complexidades. </li></ul></ul><ul><ul><li>No livro Os sete saberes necessários à educação do futuro , Morin apresenta o que ele mesmo chama de inspirações para o educador ou os saberes necessários a uma boa prática educacional. </li></ul></ul><ul><li>Erro e ilusão </li></ul><ul><li>O conhecimento pertinente </li></ul><ul><li>Ensinar a condição humana </li></ul><ul><li>Identidade terrena </li></ul><ul><li>Enfrentar as incertezas </li></ul><ul><li>Ensinar a compreensão </li></ul><ul><li>Ética do gênero humano </li></ul>
  15. 15. Modelos do Ciberespaço <ul><li>Problemas investigados em Vida Artificial: </li></ul><ul><ul><li>Inteligência Artificial Corporificada ou Inteligência Artificial Baseada no Comportamento; </li></ul></ul><ul><ul><li>Ecossistemas Artificiais. </li></ul></ul>Vida artificial
  16. 16. Modelos do Ciberespaço <ul><li>Inteligência Artificial Corporificada: </li></ul><ul><ul><li>observa a dinâmica de agentes físicos - robôs autônomos, implementados em hardware - controlados por mecanismos sensores e atuadores, e tenta identificar o surgimento de fenômenos emergentes úteis, tais como cognição e comportamentos grupais, resultantes da interação entre os agentesentre si e com o meio físico. </li></ul></ul>Vida artificial FERNANDES, Jorge Henrique Cabral. Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas
  17. 17. Modelos do Ciberespaço <ul><li>Ecossistemas Artificiais: </li></ul><ul><ul><li>Constituem-se normalmente de simulações de ambientes interativos em software, onde uma grande quantidade de agentes autônomos interage durante vários ciclos ou gerações, normalmente observa a dinâmica de agentes físicos - robôs autônomos, implementados em hardware - controlados por mecanismos sensores e atuadores, e tenta identificar o surgimento de fenômenos emergentes úteis, tais como cognição e comportamentos grupais, resultantes da interação entre os agentes entre si e com o meio físico. </li></ul></ul>Vida artificial FERNANDES, Jorge Henrique Cabral. Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas
  18. 18. Vida Artificial O Second Life é um ambiente virtual e tridimensional que simula em alguns aspectos a vida real e social do ser humano FERNANDES, Jorge Henrique Cabral. Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas
  19. 19. Modelos do Ciberespaço <ul><li>Algoritmos genéticos: </li></ul><ul><ul><li>Criados em 1975, por John Holland, colocam à disposição do simulador de ecossistemas uma poderosa ferramenta de busca em espaços complexos, que permite encontrar estratégias que apresentam desempenho otimizado, enquanto se adaptam dinamicamente às condições atuais do sistema. </li></ul></ul>Vida artificial FERNANDES, Jorge Henrique Cabral. Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas
  20. 20. Modelos do Ciberespaço <ul><li>A partir da compreensão dos fenômenos que acontecem na interação humano máquina, os construtores do ciberespaço podem prover soluções, aplicando estratégias de sobrevivência. </li></ul>Vida artificial e a construção do Ciberespaço
  21. 21. Modelos do Ciberespaço <ul><li>Partimos de um pressuposto de que todos os elementos autônomos possuem inteligência </li></ul><ul><li>Definição </li></ul><ul><ul><li>Existência de uma espaço no qual elementos autônomos representam, manipulam e trocam informações e conhecimento, demonstrando uma capacidade cognitiva relativamente elevada, quando comparados, por exemplo, a moléculas, vegetais e vermes. </li></ul></ul>Agentes Inteligentes FERNANDES, Jorge Henrique Cabral. Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas
  22. 22. Modelos do Ciberespaço <ul><li>Agentes físicos: </li></ul><ul><ul><li>Autonomia </li></ul></ul><ul><ul><li>Habilidade social </li></ul></ul><ul><ul><li>Reatividade </li></ul></ul><ul><ul><li>Pró-atividade </li></ul></ul><ul><ul><li>Mobilidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Continuidade temporal </li></ul></ul>Agentes Inteligentes
  23. 23. Modelos do Ciberespaço <ul><li>Agentes Inteligentes em software: </li></ul><ul><ul><li>Um agente é uma entidade que executa um conjunto de operações que lhes foram incumbidas por um usuário ou outro programa, com algum grau de independência ou autonomia e, executando estas operações, emprega algum conhecimento dos objetivos ou desejos do usuário. </li></ul></ul>Agentes Inteligentes
  24. 24. Modelos do Ciberespaço <ul><li>Agentes Inteligentes em software: </li></ul><ul><ul><li>Inteligência: grau de raciocínio e aprendizagem; </li></ul></ul><ul><ul><li>Agência: grau de autonomia e autoridade; </li></ul></ul><ul><ul><li>Mobilidade: capacidade de tráfego pela rede. </li></ul></ul>Agentes Inteligentes
  25. 25. Modelos do Ciberespaço <ul><li>Construtivismo Cognitivo: </li></ul><ul><ul><li>Explorado por Jean Piaget; </li></ul></ul><ul><ul><li>Aspecto principal é a descrição dos estágios de desenvolvimento cognitivo da criança: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>sensório motor, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>pré-operacional, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>operações concretas e </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>operações formais. </li></ul></ul></ul>Construcionismo distribuído
  26. 26. Modelos do Ciberespaço <ul><li>Construtivismo Cognitivo: </li></ul><ul><ul><li>O trabalho de Piaget ressalta que o desenvolvimento cognitivo é um aspecto social, embora seus recursos já estejam internalizados nas pessoas. </li></ul></ul>Construcionismo distribuído
  27. 27. Modelos do Ciberespaço <ul><li>Construtivismo social: </li></ul><ul><ul><li>Enfatiza a importância da comunidade no aprendizado; </li></ul></ul><ul><ul><li>Segue a lógica reversa, da sociedade para o indivíduo. </li></ul></ul>Construcionismo distribuído
  28. 28. Modelos do Ciberespaço <ul><li>Seymour Papert, um psicólogo que foi trabalhar no Laboratório de Inteligência Artificial do MIT, adaptou os princípios do Construtivismo Cognitivo de Piaget e construiu um conjunto de premissas a serem usadas quando aplicando a tecnologia de computadores como auxiliar ao processo de construção de conhecimento. </li></ul>Construcionismo
  29. 29. Modelos do Ciberespaço <ul><li>Em síntese, segundo a visão de Papert, o aprendizado é: </li></ul><ul><li>auto-motivado; </li></ul><ul><li>ricamente conectado à cultura popular; </li></ul><ul><li>com foco em projetos de interesse pessoal; </li></ul><ul><li>baseado em comunidades que suportam a atividade; </li></ul><ul><li>uma atividade que reúne pessoas de todas as idades; </li></ul><ul><li>localizado em uma comunidade que estimula o aprendizado; </li></ul><ul><li>onde especialistas e noviços são todos vistos como aprendizes. </li></ul>Construcionismo
  30. 30. Modelos do Ciberespaço <ul><li>Em síntese, segundo a visão de Papert, o aprendizado é: </li></ul><ul><li>auto-motivado; </li></ul><ul><li>ricamente conectado à cultura popular; </li></ul><ul><li>com foco em projetos de interesse pessoal; </li></ul><ul><li>baseado em comunidades que suportam a atividade; </li></ul><ul><li>uma atividade que reúne pessoas de todas as idades; </li></ul><ul><li>localizado em uma comunidade que estimula o aprendizado; </li></ul><ul><li>onde especialistas e noviços são todos vistos como aprendizes. </li></ul>Construcionismo
  31. 31. Tecnologias Ciberespaço <ul><li>Tecnologias criam suporte material para a construção do Ciberespaço atual e futuro; </li></ul><ul><li>Evoluindo rapidamente após criação de redes de computadores de larga escala. </li></ul>FERNANDES, Jorge Henrique Cabral. Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas
  32. 32. Internet <ul><li>Rede de diferentes sistemas ligados através de uma família de protocolos básica chamada TCP/IP; </li></ul><ul><li>Sistema cliente/servidor que é distribuído a praticamente o mundo todo. </li></ul>
  33. 33. Internet <ul><li>Aplicações da Internet: </li></ul><ul><ul><li>Correio eletrônico (e-mail); </li></ul></ul><ul><ul><li>Terminal remoto (telnet); </li></ul></ul><ul><ul><li>Transferência de arquivos (ftp). </li></ul></ul>FERNANDES, Jorge Henrique Cabral. Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas
  34. 34. World Wide Web (www) <ul><li>Facilidade de visualização e de instalações das interfaces hipermídia; </li></ul><ul><li>Em pouco anos de criação, passou-se a aumentar o número de usuários e provedores de informações. </li></ul>
  35. 35. Tim Berners-Lee World Wide Web (www) <ul><li>Londres, 8 de junho de 1955 </li></ul><ul><li>Engenheiro, Cientista da computação e Professor da MIT </li></ul><ul><li>Primeira proposta para sua criação do WWW em março de 1989 </li></ul>
  36. 36. World Wide Web (www) <ul><li>Diretor do World Wide Web Consortium </li></ul><ul><li>Fundador da Fundação World Wide Web </li></ul><ul><li>Pesquisador sênior e titular e fundador da cadeira </li></ul><ul><li>de 3Com </li></ul><ul><li>Diretor da Web Science Research Initiative(WSRI) </li></ul><ul><li>Venceu o Millennium Technology Prize </li></ul>
  37. 37. World Wide Web (www) <ul><li>Rede de interação social e disseminação de conhecimento. </li></ul><ul><li>Internet e a Web crescem a cada dia em todos os segmentos sociais. </li></ul>FERNANDES, Jorge Henrique Cabral. Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas
  38. 38. <ul><li>Elementos que definem a tecnologia WWW: </li></ul><ul><li>URL (Universal Resource Locator) - endereço universal que serve para localizar recursos na Web; </li></ul><ul><li>HTML (Hypertext Markup Language) – Descreve de modo abstrato a estrutura de documentos compostos por várias mídias de informação (textos , imagens, sons). </li></ul>World Wide Web (www) FERNANDES, Jorge Henrique Cabral. Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas
  39. 39. <ul><li>HTTP (Hypertext Transfer Protocol) – Protocolo de comunicação entre servidor e cliente; </li></ul><ul><li>CGI (Commom Gateway Interface) - Recurso de comunicação entre o Servidor Web e alguns de seus recursos que são programas de computador. </li></ul>World Wide Web (www) FERNANDES, Jorge Henrique Cabral. Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas
  40. 40. <ul><li>Formulários HTML – Permite que o usuário faça entrada de dados textuais dentro de uma página HTML. </li></ul>World Wide Web (www) FERNANDES, Jorge Henrique Cabral. Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas
  41. 42. Código Móvel <ul><li>Denomina-se um conjunto de tecnologias de linguagem e plataforma de sistemas distribuídos que suportam a construção de programas de computador que são: </li></ul><ul><ul><li>instalados em computadores servidores; </li></ul></ul><ul><ul><li>transferidos sob demanda para computadores clientes e; </li></ul></ul><ul><ul><li>automaticamente executados, da forma mais segura possível, sobre a plataforma dos computadores clientes. </li></ul></ul>FERNANDES, Jorge Henrique Cabral. Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas
  42. 43. Código Móvel <ul><li>Características </li></ul><ul><li>Apresenta interface gráfica multimídia; </li></ul><ul><li>Manipular sons; </li></ul><ul><li>Efetuar animações; </li></ul><ul><li>Tecnologias de Código Móvel mais utilizadas: </li></ul><ul><ul><li>JavaScript, ActiveX, Obliq e Telescript. </li></ul></ul>FERNANDES, Jorge Henrique Cabral. Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas
  43. 44. Rede Wireless <ul><li>Conceito de redes sem fio </li></ul><ul><li>Através da utilização portadoras de rádio ou infravermelho, há comunicação de dados entre os pontos da rede. Os dados são transmitidos através de ondas eletromagnéticas. </li></ul><ul><li>Múltiplas portadoras de rádio podem existir num mesmo meio, sem que uma interfira na outra. Para extrair os dados, o receptor sintoniza numa freqüência específica e rejeita as outras. </li></ul>
  44. 45. Rede Wireless <ul><li>Tipos de redes sem fio </li></ul><ul><li>Redes sem fio de longa distância (WWANs) </li></ul><ul><li>Redes sem fio metropolitanas (WMANs) </li></ul><ul><li>Redes sem fio locais (WLANs) </li></ul><ul><li>Redes sem fio pessoais (WPANs) </li></ul>
  45. 46. Rede Wireless <ul><li>Aplicações </li></ul><ul><li>Usuários de celulares podem usar seus aparelhos para acessar emails. </li></ul><ul><li>Os viajantes com computadores portáteis podem se conectar à Internet através de estações de base instaladas em aeroportos, estações ferroviárias e outros locais públicos. </li></ul><ul><li>Em casa, os usuários podem conectar dispositivos em seus computadores de mesa para sincronizar dados e transferir arquivos </li></ul>
  46. 47. Rede Wireless <ul><li>Limitações </li></ul><ul><li>Bloqueio de sinal </li></ul><ul><li>Segurança da informação </li></ul><ul><li>Padrões diferentes </li></ul><ul><li>Largura de banda baixa e alta </li></ul><ul><li>Infra-estrutura </li></ul><ul><li>Custo do serviço </li></ul>
  47. 48. Rede Wireless <ul><li>Características </li></ul><ul><li>Conexão de computadores </li></ul><ul><li>Monitoramento remoto e aquisição de dados </li></ul><ul><li>Solução para ambientes em que os fios não podem ser a melhor aplicação. </li></ul>
  48. 49. Rede Wireless <ul><li>Virtual Workplace </li></ul><ul><li>Locais de trabalho que são interligados no aspecto tecnológico, deixando de lado os limites geográficos. </li></ul><ul><li>Reduz custos </li></ul><ul><li>Integra processos tecnológicos </li></ul><ul><li>Maior fluxo de informação, interação. </li></ul>
  49. 50. Plataforma de Agentes Móveis em Software <ul><li>Plataformas de agentes móveis em software suportam a criação de processos computacionais autônomos e assíncronos, capazes de execução e migração continuada entre computadores em rede; </li></ul><ul><li>O modelo computacional de agentes móveis pode ser considerado um caso particular de tecnologia de código móvel. </li></ul>FERNANDES, Jorge Henrique Cabral. Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas
  50. 51. Plataforma de Agentes Móveis em Software <ul><li>Biblioteca arquitetural de classes ( framework); </li></ul><ul><li>Programas de suporte implementados em Java; </li></ul><ul><li>Pode ser livremente utilizado sem fins comerciais; </li></ul><ul><li>Utiliza-se da capacidade multiplataforma de Java para criar uma arquitetura simples, que suporta a migração e execução de código entre computadores hosts interligados através da Internet. </li></ul>Aglets Workbench FERNANDES, Jorge Henrique Cabral. Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas
  51. 52. Plataforma de Agentes Móveis em Software Aglets Workbench
  52. 53. <ul><li>O grande potencial de interação de modelos e tecnologias de agentes móveis em software só pode ser plenamente realizado através do uso intensivo da capacidade de migração e interação social que os agentes teoricamente apresentam. </li></ul>Plataforma de Agentes Móveis em Software Plataformas de Agentes Móveis e o Ciberespaço FERNANDES, Jorge Henrique Cabral. Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas
  53. 54. <ul><li>Fatores negativos para interação: </li></ul><ul><li>Diversidade de modelos e tecnologias; </li></ul><ul><li>Segurança; </li></ul><ul><li>Desconhecimento. </li></ul>Plataforma de Agentes Móveis em Software Plataformas de Agentes Móveis e o Ciberespaço FERNANDES, Jorge Henrique Cabral. Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas
  54. 55. VRML <ul><li>Linguagem de descrição de cenas ou mundos 3D; </li></ul><ul><li>Usada para criar ambientes tridimensionais; </li></ul><ul><li>Transmitidos através de redes de computador, como a Internet; </li></ul><ul><li>Foi o formato de compartilhamento de descrições tridimensionais mais difundido na Internet. </li></ul>Virtual Reality Modelling Language FERNANDES, Jorge Henrique Cabral. Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas
  55. 56. <ul><li>A Televisão digital, usa um modo de modulação e compressão digital para enviar vídeo, áudio e sinais de dados aos aparelhos compatíveis com a tecnologia, proporcionando assim transmissão e recepção de maior quantidade de conteúdo por uma mesma freqüência (canal) podendo obter imagem de alta qualidade (alta definição). </li></ul>Televisão digital Conceito FERNANDES, Jorge Henrique Cabral. Ciberespaço: Modelos, Tecnologias, Aplicações e Perspectivas
  56. 57. <ul><li>Inicia-se nos anos 1970, quando a direção da rede pública de TV do Japão Nippon Hoso Kyokai (NHK) juntamente com um consórcio de cem estações comerciais, dão carta branca aos cientistas do NHK Science & Technical Research Laboratories para desenvolver uma TV de alta definição (que seria chamada de HDTV). </li></ul>Televisão digital História
  57. 58. <ul><li>Qualidade técnica de imagem e som </li></ul><ul><li>Resolução de imagem </li></ul><ul><li>Qualidade do som </li></ul><ul><li>Sintonia do Sinal sem fantasmas </li></ul>Televisão digital Inovações tecnológicas da TV Digital
  58. 59. <ul><li>Interatividade </li></ul><ul><li>Interatividade Local </li></ul><ul><li>Interatividade com Canal de Retorno Não-Dedicado </li></ul><ul><li>Interatividade com Canal de Retorno Dedicado </li></ul>Televisão digital Inovações tecnológicas da TV Digital
  59. 60. <ul><li>Acessibilidade </li></ul><ul><li>Facilidades para Gravação de Programas </li></ul><ul><li>Gravadores Digitais Incluídos nos Receptores ou Conversores </li></ul><ul><li>Múltiplas Emissões de Programas </li></ul>Televisão digital Inovações tecnológicas da TV Digital
  60. 61. <ul><li>Terrestre –Transmitido por ondas de radiofrequência, os sinais digitais são transmitidos no ar e necessitam de antenas e receptores apropriados para a sua recepção. Este é provavelmente o meio mais aguardado da televisão digital já que seu custo econômico é o mais baixo </li></ul>Televisão digital Meios de transmissão
  61. 62. <ul><li>Satélite – Já em uso no Brasil desde 1996 através das TVs por assinatura de banda Ku (SKY, Tecsat e DirecTV) este sistema permite a captação do sinal digital pelos utilizadores residentes em regiões remotas. Desde 1997 existe um satélite público da Embratel transmitindo sinais digitais </li></ul>Televisão digital Meios de transmissão
  62. 63. <ul><li>Cabo - Utiliza redes de cabo convencionais para transmitir os sinais digitais que chegam à casa do assinante via operadoras de televisão por assinatura. Implantado em 2004 em grandes cidades brasileiras como São Paulo e Rio de Janeiro este meio de transmissão para televisão digital é atualmente o mais difundido em todo o mundo. </li></ul>Televisão digital Meios de transmissão
  63. 64. <ul><li>O Brasil foi o único país emergente onde emissoras e indústrias de equipamentos financiaram testes para comparar a eficiência técnica dos padrões tecnológicos existentes em relação à transmissão e recepção dos sinais. </li></ul><ul><li>A TV Digital no Brasil chegou às 20h48min do dia 2 de dezembro de 2007. Inicialmente na Grande São Paulo, pelo padrão japonês com algumas adaptações. A RedeTV! foi a primeira rede de televisão a exibir em São Paulo a sua programação em formato digital de televisão. </li></ul>Televisão digital Progresso da implementação da TV Digital
  64. 65. OBRIGADO !

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