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Estudo dos setores

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  • 1. SERVIÇO DE APOIO AS MICRO E PÉQUENAS EMPRESAS DO ESTADO DO CEARÁ ESTUDO SETORIAL PISCICULTURA 2005 1
  • 2. Índice1 – INTRODUÇÃO ................................................................................................... 3 1.1.– Um breve histórico do Setor ....................................................................... 3 1.2. – O valor do setor ........................................................................................ 3 1.3.– o setor e seus produtos............................................................................. 3 1.4.– O mercado .................................................................................................. 52 – O PROGRAMA setorial do sebrae no CEARÁ ................................................ 18 2.1-– Objetivo ..................................................................................................... 18 2.2- Objetivos Específicos.................................................................................. 18 2.3 - Público-Alvo................................................................................................ 18 2.4– Região geográfica de abrangência do programa e suas características ............................................................................................................................ 183 – OS PROJETOS DO PROGRAMA APIS........................................................... 18 3.1– APIS Metropolitano .........................................Erro! Indicador não definido. 3.2 -APIS Norte e Ibiapaba...................................Erro! Indicador não definido. 3.3 -APIS Sertões Cearense ................................Erro! Indicador não definido.4– DESAFIOS DA APICULTURA CEARENSE ...................................................... 185– MODELO DE GERENCIAMENTO DO PROGRAMA/PROJETO ...................... 196.-Níveis de Gerenciamento................................................................................... 197– ENTIDADES PARCEIRAS ................................................................................ 198– FICHA TÉCNICA DOS PROJETOS.................................................................. 20 2
  • 3. 1 – INTRODUÇÃO 1.1.– Um breve histórico do Setor 1.2. – O valor do setor 1.3.– o setor e seus produtosPISCICULTURA MARINHAA piscicultura marinha, no Brasil, ainda está em fase de pesquisa. A pisciculturamarinha está bem desenvolvida no sudeste asiático, na costa do Mediterrâneo enos Estados Unidos. No Brasil, não existi registro comercial de peixes marinhoscultivados, porém a região sul/sudeste destaca-se por possuir trabalhosexperimentais sobre o cultivo de tainha Mugil platanus no Instituto de Pesca de SãoPaulo. Na UFSC, verificou-se o desenvolvimento da trabalhos na produção dealevinos de robalo Centropomus parallelus e de linguado Paralichthys orbignianus.Outra Universidade que realiza trabalho pioneiro, nesta área, é a FundaçãoUniversidade do Rio Grande (FURG) que estuda várias espécies, entre elas olinguado, a tainha, a corvina (Micropogonias furnieri), o pampo (Trachinotusmarginatus) e o peixe-rei (Odontesthes argentinensis). O peixe rei, hoje, é espécieque mais apresenta trabalhos para o desenvolvimento de um pacote tecnológicopara o cultivo desta espécie. Os trabalhos pioneiros foram realizados por Phonlor eVinagre (1989) que descreveram o processo de obtenção de ovos de peixe-reifertilizados naturalmente, na praia. Esta característica determina um potencialpromissor para esta espécie. Hoje toda a fase de incubação bem como alarvicultura e alevinagem desta espécie estão bem desenvolvidas.O robalo é outra espécie marinha que esta em fase de desenvolvimento bemadiantada, especialmente, pelos estudos de Cerqueira (1995) e Wagner Jr et al(2000), que estudaram o desenvolvimento desta espécie em tanque rede com duasdietas naturais e artificiais.A tilápia Oreochromis niloticus, que tem se tornado uma espécie cultivadamundialmente, também tem mostrado a sua grande versatilidade, mostrando bonsresultados quando criada em água salgada. Ross (2000), citou que diversos 3
  • 4. pesquisadores comprovaram a tolerância à água salina, tendo mostrado boaresposta de crescimento nesta situação, tornando este peixe, viável para o seucultivo em água salgada. Este fato demonstra a versatilidade deste peixe emdiversos ambientes, sendo possível o seu cultivo em água salgada.Brandini et al (2000) apontaram para outro recurso que tem espaço para crescer noBrasil, a produção em massa de peixes ornamentais marinhos, para o mercado deaquariofilia. Estes recursos ainda são extraídos sem controle dos bancos de coraise de ambientes rochosos, que causam impactos imensuráveis nos recursosnaturais.PISCICULTURA EM TANQUESA piscicultura em tanque-rede é uma técnica relativamente barata e simples, secomparada à piscicultura tradicional em viveiros de terra. Essa técnica pode serutilizada para aproveitar uma grande variedade de ambientes aquáticos,dispensando o alagamento de novas terras e reduzindo os gastos com aconstrução de viveiros. No Brasil, a despeito do grande potencial que representamos seus quase seis milhões de hectares de águas represadas nos açudes egrandes reservatórios, construídos principalmente com a finalidade de geração deenergia hidroelétrica, e, com seu imenso recurso hídrico natural disponível, aprodução comercial de peixes em tanques-redes está apenas começando.Incentivando-se a implantação e o desenvolvimento dessa atividade através do usode tanques-redes poderá haver um grande incremento na produção brasileira depescado, criando-se aí as condições para instalar a fase de industrialização quepoderá fazer do Brasil um exportador de peixes de água doce. Mas para o sucessodo empreendimento, informações básicas sobre o crescimento das diferentesespécies de importância econômica tornam-se necessárias, a fim de se verificarquais são as mais produtivas em um sistema economicamente viável eambientalmente seguro, pois além da necessidade de se desenvolver um sistemade cultivo adequado à região, é preciso conhecer as espécies mais promissoraspara este sistema. Entre os peixes do Ceará, muitos apresentam característicaszootécnicas, organolépticas e mercadológicas bastante atrativas para a 4
  • 5. piscicultura. Além disso, um dos aspectos mais importantes a serem consideradosna implantação da piscicultura é a viabilidade econômica do projeto a serimplantado. Atualmente, o cultivo intensivo de peixes, quando realizado de formaadequada, é uma das melhores alternativas de investimento em criação animal evem ganhando muitos adeptos. 1.4.– O mercado Para entender por que a piscicultura se transformou na menina dos olhosdo setor produtivo é preciso olhar para fatores que estão dentro e fora doBrasil. Internamente, há uma disposição do poder público em diminuir a pescaextrativa, cujo impacto no meio ambiente é grande e que resultou nadiminuição significativa dos estoques de peixes nos rios do país. Um exemplodesta disposição está no conteúdo das leis ambientais (federal e dos estados),que impõe restrições severas à quantidade de peixe que pode ser capturadanos rios. No cenário mundial, há um esgotamento da capacidade da pesca nosoceanos, apesar do crescimento da demanda por alimentos de origemaquática. A FAO (órgão das Nações Unidas para a alimentação) já apontouesta realidade em seus relatórios. Segundo o organismo internacional, a captura anual de 100 milhões detoneladas de peixe nos oceanos representa o limite da atividade e apiscicultura é o setor capaz de viabilizar a equação oferta/demanda de peixes. Amplos mercados – Este horizonte mercadológico, somado à necessidadede diminuir a pressão sobre o meio ambiente, é, segundo o pesquisador FlávioNascimento, da Embrapa Pantanal, uma das explicações para odesenvolvimento da piscicultura. "Atualmente o governo brasileiro gasta mais de US$ 350 milhões/ano, coma importação de mais de 50% do pescado consumido no país em decorrênciada diminuição da captura pesqueira de 1,2 milhão para apenas 600.000toneladas. Conseqüentemente, a piscicultura vem ocupando um espaço cada vezmaior no cenário mundial e também no Brasil, como a alternativa mais viávelpara suprir essa demanda", explica o pesquisador, que está diretamenteenvolvido com o projeto do núcleo de pesquisa. 5
  • 6. O CastanhãoAs primeiras idéias de engenharia para a construção do Açude do Castanhãoforam divulgadas em 1910 pelo engenheiro norte-americano Roderic Crandal,então consultor da antiga Inspetoria de Obras Contra as Secas (IOCS), criada em1909, que se transformou, em 1919, em Inspetoria Federal de Obras Contras asSecas (IFOCS) e que deu origem, em 1945, ao Dnocs.Em 1980, o Governo Federal, por meio do então Departamento Nacional de Obrasde Saneamento (DNOS), contratou os projetos básico e executivo da barragemcom o consórcio formado pelas empresas Hidroservice e Noronha. O Dnocsassumiu os projetos com a extinção do DNOS, em março de 1990.A bacia do Castanhão abrange a área ocupada pela antiga sede municipal deJaguaribara, cujos oito mil habitantes foram transferidos para a Nova Jaguaribara -construída pelo Governo do Ceará, que investiu mais de R$ 60 milhões, sendo aprimeira cidade do Estado urbanisticamente planejada, com sistema deabastecimento d´água e esgotamento sanitário, avenidas e ruas pavimentadas comparalelepípedo, todas as suas 1.145 edificações pontos de telefone e energiaelétrica, estação de retransmissão de TV, centro social urbano, escolas, liceu deartes e ofício e áreas de lazer. A antiga igreja-matriz teve uma réplica construída nocentro da nova cidade, conforme o desejo dos moradores.A barragem do Açude Castanhão, localizado no município de Alto Santo, 253 kmao sul de Fortaleza, no sertão cearense. A bacia do reservatório ocupa áreas deoutros três municípios - Jaguaribara, Jaguaribe e Jaguaretama. O Castanhão seráo maior açude do Brasil, com capacidade para represar 6,7 bilhões de metroscúbicos de água, duas vezes o volume da Baía da Guanabara.As águas da barragem do Castanhão terão múltiplo uso: a irrigação de 43 milhectares (ha) de terras férteis das chapadas do Castanhão e do Apodi (no limite doCeará com o Rio Grande do Norte) e do projeto Tabuleiro de Russas; oabastecimento d´água da Região Metropolitana de Fortaleza; o controle das cheiasdo Rio Jaguaribe; a produção de 4 mil toneladas por ano de pescado, somenteutilizando a bacia do açude; a geração de 22,5 megawatts de energia; a instalação 6
  • 7. de uma unidade de piscicultura, com capacidade de 35 milhões alevinos por ano ea criação de um pólo turístico na região.Complexo - A construção da barragem do Castanhão envolve todo um complexode providências, projetos e execução de obras ao seu redor: desapropriação de 62mil ha nas áreas rural e de 1.030 edificações urbanas na antiga cidade deJaguaribara; transferência da população da antiga cidade; realocação dapopulação rural, com a construção de 1.100 casas populares; desmatamento de 30mil ha de terras inundáveis; construção de uma estrada variante da BR-116, de 27quilômetros (km) de extensão, em função da inundação do trecho pela bacia doaçude; construção de três estações climatológicas, três estações sismológicas euma estação ecológica; implantação dos projetos de irrigação Alagamar, Curupati eMandacaru, que ocupam uma área de 1.785 hectares; e ligação asfáltica de 7 kmde extensão entre a BR-116 e a nova cidade.Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), para a construção deuma estação de piscicultura, com investimento de R$ 1,5 milhão. A nova unidadedo Dnocs para a criação de peixes produzirá, quando pronta, até dezembropróximo, 35 milhões de alevinos por ano, e usará a estrutura do canteiro de obrasdo açude. Esse aproveitamento implicará uma economia de R$ 4,5 milhões noinvestimento.FICHA TÉCNICAAçude Castanhão • Capacidade máxima de acumulação: 6,7 bilhões de m³ d´água • Rio barrado: Jaguaribe • Localização: Alto Santo, Jaguaribara, Jaguaretama e Jaguaribe. • Distância de Fortaleza: 253 km pela BR-116Barragem principal: • Tipo: terra homogênea e concreto compactado a rolo (CCR) • Coroamento: cota máxima de 111 m e largura de 7 m (metros) • Extensão pelo coroamento: 3,45 km • Altura máxima do maciço acima da função: 60 m • Volume do maciço: CCR 934,6 mil m³; solo: 3,9 milhões de m³ 7
  • 8. Dique fusível: • Extensão: 75 m • Cota do coroamento: 110 m • Largura da crista: 10 m • Altura máxima do maciço: 5 mTomada d´água; • Tipo: torre-galeria • Altura: 64,5 m • Cumprimento galeria: 194 m • Tubulações: duas, com diâmetros de 3,7 m • Válvulas: quatro de 1.500 milímetros de diâmetro • Descarga máxima: 100 m³ por segundoVertedouro • Tipo: superfície com perfil creager • Cota: 95 m; largura: 153 m • Tipo de comporta: segmento, com 12 unidades. • Dimensões: 10 m de altura por 11,55 m de altura • Capacidade: 12.345 m³ por segundo Tabela 01 - Principais Açudes CearensesAçude Município B. Hidrogr. Capacidade (m³) % (m³)Pacajus Pacajus Metropolitanas 240.000.000 3,0%Diamante Coreaú Coreaú 13.200.000 0,2%Jaburu I Ubajara Parnaíba 210.000.000 2,6%São Domingos Caridade Curu 2.060.000 0,0%Gangorra Granja Coreaú 62.500.000 0,8%Angicos Coreaú Coreaú 56.049.999 0,7%Desterro Caridade Curu 5.010.000 0,1%Sucesso Tamboril Parnaíba 10.000.000 0,1%S. Ant. de Aracat. Sobral Litoral 24.340.000 0,3%Cauhipe Caucaia Metropolitanas 12.192.000 0,2%Espírito Santo Parambu Alto Jaguaribe 3.390.000 0,0%Premuoca Uruoca Coreaú 5.200.000 0,1%Cachoeira Aurora Salgado 34.330.002 0,4%Sobral Sobral Acaraú 4.675.000 0,1%São Vicente Santana do Acaraú Acaraú 9.840.000 0,1%Barra Velha Independência Parnaíba 99.500.000 1,2% 8
  • 9. Caracas Canindé Curu 9.630.000 0,1%Cipoada Morada Nova Banabuiú 86.089.996 1,1%Forquilha II Tauá Alto Jaguaribe 3.000.000 0,0%Joaquim Távora Jaguaribe Médio Jaguaribe 24.100.000 0,3%Poço da Pedra Campos Sales Alto Jaguaribe 52.000.000 0,7%Pompeu Sobrinho Choró Metropolitanas 143.000.000 1,8%Potiretama Potiretama Médio Jaguaribe 6.330.000 0,1%S. Ant. de Russas Russas Baixo Jaguaribe 27.700.001 0,3%S. Maria de Aracat. Sobral Litoral 8.200.000 0,1%Souza Canindé Curu 30.840.000 0,4%Várzea do Boi Tauá Alto Jaguaribe 51.910.000 0,7%Araras Varjota Acaraú 860.900.024 10,8%Orós Orós Alto Jaguaribe 1.940.000.000 24,3%Pacoti Horizonte Metropolitanas 380.000.000 4,8%Banabuiú Banabuiú Banabuiú 1.601.000.000 20,1%Trussu Iguatu Alto Jaguaribe 260.570.007 3,3%Pentecoste Pentecoste Curu 395.630.005 5,0%Edson Queiroz Santa Quitéria Acaraú 250.500.000 3,1%Ayres de Souza Sobral Acaraú 104.430.000 1,3%Fogareiro Quixeramobim Banabuiú 118.820.000 1,5%Itaúna Chaval Coreaú 77.500.000 1,0%Sitios Novos Caucaia Metropolitanas 123.230.003 1,5%Quixeramobim Quixeramobim Banabuiú 54.000.000 0,7%Trapiá I Caridade Curu 2.010.000 0,0%Estrema Lavras da Mangabeir Salgado 2.900.000 0,0%Do Coronel Antonina do Alto Jaguaribe 1.770.000 0,0%Madeiro Pereiro Médio Jaguaribe 2.810.000 0,0%Salão Canindé Curu 6.040.000 0,1%Jatobá Milhã Banabuiú 1.070.000 0,0%Cupim Independência Parnaíba 4.550.000 0,1%Bonito Ipú Acaraú 6.000.000 0,1%Rosário Lavras da Mangabeir Salgado 47.200.001 0,6%Carnaubal Crateús Parnaíba 87.690.002 1,1%General Sampaio General Sampaio Curu 322.200.012 4,0%Quandú Itapipoca Litoral 4.000.000 0,1%São Mateus Canindé Curu 10.330.000 0,1%Gomes Mauriti Salgado 2.390.000 0,0%São José I Boa Viagem Banabuiú 7.670.000 0,1%Patos Sobral Litoral 7.550.000 0,1%Frios Umirim Curu 33.020.000 0,4%S. Pedro Timbaúba Miraíma Litoral 19.250.000 0,2%Total 7.970.117.052 100,0% 9
  • 10. UNIDADES DE PISCICULTURA CONSTRUÍDAS E MANTIDAS PELO DNOCS NO NORDESTE: 1. Estação de Piscicultura “Adhemar Braga”, localizada no perímetro irrigado Caldeirão, Piripiri-Piauí; 2. Estação de Piscicultura “Osmar Fontenele”, localizada no perímetro irrigado São Vicente, Sobral-Ceará; 3. Estação de Piscicultura “Valdemar Carneiro de França”, localizada à jusante do açude Amanarí, Maranguape-Ceará; 4. Estação de Piscicultura “Pedro de Azevedo”, localizada no perímetro irrigado Lima Campos, Icó-Ceará; 5. Estação de Piscicultura “Estevão de Oliveira”, localizada à jusante do açude Itans, em Caicó-RN; 6. Estação de Piscicultura “Bastos Tigre”, localizada no perímetro irrigado Moxotó, Ibimirim-PE 7. Estação de Piscicultura “Oceano Atlântico Línhares”, localizada à jusante do açude Jacurici, Itiúba-BA; 8. Centro de Pesquisas em Carcinicultura, localizado na praia de Iracema, Fortaleza- Ceará; 9. Centro de Pesquisas em Aqüicultura “Rodolpho von Ihering” localizado à jusante do açude Pereira de Miranda, Pentecoste-Ceará. PRODUÇÃO DE PESCADO EM QUILOGRAMA, POR ESPÉCIES, POR COORDENADORIAS ESTADUAIS, EM 90 AÇUDES CONTROLADOS PELO DNOCS. 2002ESPÉCIES PI CE BA RN PB TOTALAPAIARI 1.143 29.497 6.372,00 652 10.098,61 47.762,61CAMARÃO 15.542 334.664 114.379,00 45.699 46.950,00 557.234,00CARPA 77 - 3.628,00 - - 3.705,00CURIMATÃ PACU - 757 - 271 - 1.028,00PESCADA CACUNDA 2.827 17.410 - - - 20.237,00PESCADA DO PIAUÍ 21.356 152.111 33.947,00 14.546 16.615,00 238.575,00PIAU VERDADEIRO - 6.970 - - 199 10.446,00 10
  • 11. PIRARUCÚ 80 - - - - 80TAMBAQUI 646 281 - - - 927TILÁPIA DO CONGO 199 44.274 89.623,00 89.623,00 34.523,38 182.947,38TILAPIA DO NILO 13.373 1.208.767 143.654,00 143.654,00 28.152,55 1.617.558,55TUCUNARÉ COMUM 5.833 212.209 9.568,00 9.568,00 29.793,28 265.420,28TUCUNARÉ PINIMA - 797 6.442,00 6.442,00 2.054,27 9.611,27TOTAL 60.996 2.007.817 407.613,00 407.613,00 171.464,09 2.955.532,09REGIONAISBEIRU OU BRANQUINHA 1.181 15.351 1.000,00 943 - 18.475,00CURIMATÃ COMUM 9.129 225.751 9.610,00 32.033 27.749,99 304.272,99PIAU COMUM 4.706 10.966 205 2.479 2.200,00 20.556,00PIRAMBEBA 613 36.485 - - - 37.098,00PIRANHA 762 215 98 - - 1.075,00SARDINHA - 10.370 - - 447 10.817,00TRAÍRA 16.367 180.604 42.023,00 14.847 25.774,44 279.615,44DIVERSOS 3.593 106.860 14.500,00 310 3.572,00 128.835,00TOTAL 36.351 586.602 67.436,00 50.612 59.743,43 800.744,43TOTAL GERAL 97.347 2.594.419 475.049,00 358.254 231.207,52 3.756.276,52FONTE: Coordenadorias Estaduais do DNOCS 11
  • 12. ESPÉCIES ACLIMADAS E REGIONAIS QUE MAIS CONTRIBUIRAM NA PRODUÇÃO DO PESCADO NOS AÇUDES CONTROLADOS PELO DNOCS 2002 ESPÉCIES QUANTIDADE (t)01- Tilápia do Nilo (aclimada, procedente da Africa) 1.617,5602 - Camarão (aclimada, procedente do rio Amazonas) 557,2303 - Curimatã comum (regional) 304,2704 - Traíra (regional) 279,6205 - Tucunaré comum (aclimada, procedente do rio Amazonas) 265,4206 – Pescada do Piauí (aclimada, prodecente do rio Parnaíba) 238,58Fonte: Coordenadorias Estaduais do DNOCS. TABELA 3.3 PRODUÇÃO EM QUILOGRAMA NOS TANQUES-REDE NOS AÇUDES DO DNOCS. PRODUÇÃO DO AÇUDE PRODUÇÃO DOS TANQUES- NOME DO AÇUDE TOTAL EM kg REDE EM kgAYRES DE SOUZA 162.235 659.375 821.610CAXITORÉ 30.448 113.405 143.853FRIOS 4.623 28.190 32.813SERAFIM DIAS 35.898 360 36.258TOTAL GERAL 233.204 801.330 1.034.534Fonte: CPAmc Gráfico 01 – PRODUÇÃO EM QUILOGRAMA NOS TANQUES-REDE NOS AÇUDES DO DNOCS. 82,29% PRODUÇÃO DO AÇUDE 69,57% PRODUÇÃO DOS TANQUES 14,15% 3,52% 0,04% 13,06% 15,39% 1,98% AYRES DE SOUZA CAXITORÉ FRIOS SERAFIM DIAS 12
  • 13. TABELA 3.3 INDICADORES DA PISCICULTURA NO ESTADO DO CEARÁ 1999-2004 INDICADORES DE PISCICULTURA - TILÁPIA INDICADORES 1999 2000 2001 2002 2003 2004Produção (t) 4.710 5.652 6.280 7.850 14.130 17.973Produtividade média (t/ha) 314,00 0,06 0,05 0,04 0,02 0,02Valor da Produção (R$) 14.130 16.956 18.840 23.550 42.390 53.920Valor da Produção (R$/ha) 942 942 942 942 942 942Empregos Diretos (empregos) 75 90 100 125 225 286Empregos Diretos 5 5 5 5 5 5(empregos/ha) TABELA 3.3 PROJEÇÃO PARA OS INDICADORES DA PISCICULTURA NO ESTADO DO CEARÁ 2005-2010 INDICADORES DE PISCICULTURA - TILÁPIA 2005 2006 2007 2008 2009 2010 INDICADORES (Projeção (Projeção (Projeção (Projeção (Projeção (Projeção ) ) ) ) ) ) Produção (t) 25.163 35.228 40.512 46.589 53.577 61.614 Produtividade média 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 (t/ha) Valor da Produção (R$) 75.488 105.683 121.536 139.766 160.731 184.841 Valor da Produção 984 995 930 870 813 760 (R$/ha) Empregos Diretos 384 531 653 804 989 1.216 (empregos) Empregos Diretos 5 5 5 5 5 5 (empregos/ha) Exportações (t) 154 539 744 998 1.312 1.698 Exportações (US$ mil) 539 1.887 2.604 3.494 4.592 5.941 13
  • 14. Gráfico 01 - Produção de Tilápia 1999-2005 Produção (t) de Tilápia 1999-200530.000 25.16325.00020.000 17.973 14.13015.00010.000 7.850 5.652 6.280 4.710 5.000 0 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 (Projeção) Empregos Diretos (empregos) 1999 - 2010 1.400 1.200 1.216 1.000 989 800 804 600 653 531 400 384 200 225 286 75 90 100 125 - 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 (Projeção) (Projeção) (Projeção) (Projeção) (Projeção) (Projeção) 14
  • 15. Contrato e Concessão e Cessão do uso do Espelho D’água noCearáDe acordo com a Instrução Normativa Interministerial nº 09 de 11 de abril de 2001,os interessados na prática de Aqüicultura nos bens da União, listados no Art. 1º doDecreto nº 2869 de 09 de dezembro de 1998, passou a competência ao Ministérioda Agricultura e do Abastecimento, através de consulta prévia, na forma do Anexonº 01, desta Instrução Normativa.Conforme a resolução nº 193, de 02 de setembro de 2002, da Agência Nacional deÁguas, delegou atribuições a (ANA ), para outorga dos múltiplos usos dos recursoshídricos, conforme previsão da lei nº 9984 de 2000.RELAÇÃO DE AÇUDES COM CONTRATO DE CONCESSÃO E CESSÃO DEUSO DE ESPELHO D´ÁGUA:1 - AÇUDE ROBERTO COSTA ( TRUSSU )- ASSOCIAÇÃO DOS PESCADORES DO AÇUDE TRUSSU2 – AÇUDE SERAFIM DIASASOCIAÇÃO DPS PRODUTORES DE MOMBAÇA3 – AÇUDE FOGAREIROASSOCIAÇÃO DOS AQUICULTORES DE QUIXARAMOBIMASSOCIAÇÃO N.S. APARECIDA DA VILA UNIÃO4 - AÇUDE AYRES DE SOUSA ( JAIBARAS )ASSOCIAÇÃO DOS PESCADORES DE JAIBARASASSOCIAÇÃO MÃE NATUREZAJOSÉ EVERASMO DE OLIVEIRACOOPERATIVA INTEGRADA DE ATIVIDADES E SERVIÇOSMÚLTIPLOS (SEVCOOOPER)5 – AÇUDE PAULO SARASATE ( ARARAS )ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DA FAZENDA SERROTAASSOCIAÇÃO DOS PRODUTORES DE PEIXE DA VARJOTAASSOCIAÇÃO DOS CRIADORES DE PEIXES DO AÇUDE PAULO SARASATEASSOCIAÇÃO DPS PRODUTORES DE PEIXE DA FAZENDA TRANSVAL 15
  • 16. COOPERATIVA DE PRODUÇÃO E ASSISTÊNCIA TÉCNICA ECOMERCIALIZAÇÃO DONÚCLEO DE EMPREENDEDORES EM IRRIGAÇÃO ( COOPANEI )6 – AÇUDE FORQUILHA- ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA SÃO PEDRO DOS PESCADORES- GERALDO JOSÉ DIAS DE LOIOLA7 – AÇUDE CACHOEIRO- ASSOCIAÇÃO DOS VAZANTEIROS DO AÇUDE CACHOEIRO8 – AÇUDE ACARAÚ-MIRIM- ASSOCIAÇÃO RURAL DO SALGADINHO- ASOCIAÇÃO COMUNITÁRIA FRANCISCO CAMILO MENESES- ASSOCIAÇÃO DOS MORADORES E PESCADORES DE IPAGUASSÚ-MIRIM9 – AÇUDE VARZEA DA VOLTA- COOPERATIVA DE PESCA CEARENSE10- AÇUDE MUNDAÚASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DO SÍTIO BAIXA GRANDE11- AÇUDE SÃO PEDRO DE TIMBAÚBAASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA SÃO PEDRO DE TIMBAÚBA12- AÇUDE GENERAL SAMPAIOASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DOS MORADORES DO SAQUINHO13- AÇUDE TEJESSUOCAASSOCIAÇÃO DOS IRRIGANTES DA FAZENDA DOIS CORAÇÕES14- AÇUDE SERROTAASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DOS MORADORES CONJ. N. SEBASTIÃOAGREU15- AÇUDE PEREIRA DE MIRANDAASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA ILHA DO CANTO VERDE16- AÇUDE CAXITORÉASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DE CAXITORÉASSOCIAÇÃO BENEFICIENTE MORADORES DAS AROEIRAS17- AÇUDE FRIOS 16
  • 17. ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DOS PESCADORES DO AÇUDE FRIOSASSOCIAÇÃO COMINITÁRIA BENEFICINTE DAMIÃO MARTINS CAVALCANTEMARCUS VINÍCIUS NOGUEIRA BORGESCOOPERATIVA DE PRODUÇÃO, ASSISTÊNCIA TÉCNICA ECOMERCIALIZAÇÃO DO NÚCLEO DE EMPREENDEDORES EM IRRIGAÇÃO (COOPANEI ) 17
  • 18. 2 - O PROGRAMA setorial do sebrae no CEARÁ2.1 - Objetivo2.2 - Objetivos Específicos2.3 - Público-Alvo2.4– Região geográfica de abrangência do programa e suascaracterísticasMunicípios atendidos:3 – OS PROJETOS DO PROGRAMA4– DESAFIOS 18
  • 19. 5– MODELO DE GERENCIAMENTO DO PROGRAMA/PROJETODimensões do Gerenciamento de Projetos6.-Níveis de GerenciamentoNível LocalNúcleo Gestor – constituído por representantes das entidades parceirasfinanciadoras , responsáveis pela orientação do projeto, análise dosresultados, discussão dos problemas de execução e identificação de suassoluções.Gestor do Projeto – executivo, com dedicação integral, responsável pelaimplementação do projeto, integração das ações, negociação com parceiros eobtenção dos resultados.Responsável pela Execução – atuante em cada parceiro, responsável pelaimplementação das ações sob a responsabilidade de sua instituição, emarticulação com o gerente do projeto.Nível EstadualGestor Estadual – executivo, com dedicação integral, responsável pelacoordenação estadual do programa, que além de integrar esforços daorganização para apoiar tecnicamente e financeiramente o programa,colaborar para o bom relacionamento institucional com os demais parceiros.7 – ENTIDADES PARCEIRAS 19
  • 20. 8 – FICHA TÉCNICA DOS PROJETOS Piscicultura Cooperativa no CastanhãoPúblico Alvo Padrão dePiscicultores organizados em grupos no Açude OrganizaçãoCastanhão. GrupoObjetivo GeralElevar o padrão de gestão dos negócios, agregando valor aos produtos e sub-produtos da piscicultura, fortalecendo a organização associativa e a geraçãosustentável de ocupação e renda. Desafios Título Forma de Superação1 - Tornar as cooperativas organizadas Desenvolver programas deem torno da atividade de piscicultura. sensibilização e organização dos grupos, tornando-os autosustentáveise com elevado senso social e ecológico.2 - Aumentar o valor agregado do peixe Capacitar os piscicultores, repassandoproduzido no Castanhão. tecnologias de processamento, bem como buscando parceria com empresas do ramo com vistas ao aproveitamento do peixe produzido pelos grupos.3 - Aumentar a ocupação da população Gerar conhecimento tecnológico delocal nas atividades de piscicultura. cultivo e processamento do pescado e subprodutos dopeixe. Resultados Finalísticos Indicador Resultado1 - Renda Média Mensal Aumento da renda do público alvo do projeto em 20% até 2006 e 40% até dezembro de 2007.2 - Ocupações Aumentar o número de pessoas ocupadas em 15% até dezembro de 2007. Ações Ação Descrição 20
  • 21. 1 - Aquisição de outorga dágua Realizar consultoria e acompanhamento para o processo de obtenção da outorga para cada grupo.2 - Organização associativa dos grupos Sensibilizar, capacitar e organiazar o publico alvo do projeto.3 - Consultoria tecnológica Realizar consultoria tecnológica para repasse dos conhecimentos técnicos necessários para a atividade de manejo das pisciculturas.4 - Treinamentos Gerenciais Realizar a capacitação gerencial dos grupos..5 - Formalização da entidade Legalizar a entidaderepresentativa representativa/associativa em termos de legalização e estruturação administrativa e gerencial.6 - Ações de abertura e ampliação de Realizar missões/caravanas comerciais,mercado dos piscicultores acesso a feiras e prospecção de exportação.7 - Apoio no acesso a serviços Acompanhar o processo definanceiros cadastramento junto ao Banco e elaboração das propostas de financiamento.8 - Estudo da Cadeia Produtiva Realizar diagnóstico da cadeia produtiva da piscicultura e realização de seminário para discussão das alternativas e elaboração de um plano de ação com os representantes da cadeia produtiva.9 - Festival da degustação Apoiar a realização de feiras e festivais de degustação de produtos do setor.99 - Outras Ações - SIORC Outras Ações - Incluidas para o processo de orçamentação100 - Capacitação Tecnológica Capacitar tecnologicamente o público alvo do projeto.101 - Capacitação Gerencial Promover cursos de capacitação sobre empreendedorismo e gerenciamento dos negócios rurais para o público alvo do projeto.102 - Oficinas de Integração Oficinas de integração associativa com 21
  • 22. grupos de piscicultores visando seu maior envolvimento com a proposta do projeto e o cresciemnto das relações interpessoais.103 - Realização de Intercâmbio Consiste em proporcionar aosTecnológico(dia de campo) piscicultores a troca de experiências com outros grupos de piscicultores com objetivo de melhorar o nível de informações técnicas e gerenciais.104 - Firmar Termo de Ajuste de Compreende desenvolver esforçosConduta - TAC técnicos e institucionais com vistas a firmar o TAC para tornar o processo de produção provisoriamente legal frente aos orgãos de fiscalização ambiental.105 - Pesquisa de Mercado Consiste na realização de um conjunto de ações que possibilite prospectar o mercado emergente para os produtos da pisicultura, bem como favorecer o escoamento da produção programada e conhecer melhor a atual estrutura produtiva no estado.106 - Acesso a Feiras e Eventos Consiste em proporcioar que representantes dos segmentos da Cadeia Produtiva, piscicultores e representantes o segmento possam participar de eventos como o PEC Nordeste, Congresso de Eng. de Pesca, dentre outros.107 - Missões e Rodadas de Negócios Compreende viabilizar a participação dos piscicultores, representantes do segmento e da cadeia produtiva em Missões e Rodadas de Negócios visando divulgar os produtos e efetivar negócios.108 - Criação de Site de Apoio a Compreende disponibilizar um site deComercialização apoio a comercialização onde se possa ter informações da produção, qualidade do produto e capacidade de oferta, para que se possa efetivar negócios.109 - Consultoria Gerencial Compreende a realização de horas de consultorias gerenciais com vistas a dar 22
  • 23. suporte aos produtores nas questões organizacionais e de gerenciamento. Visa ainda, acompanhar e monitorar os resultados do projeto.110 - Plano de Marketing Consiste na estruturação de um Plano de Marketing que visa orientar aos grupos organizados quanto a forma e procedimentos de acessar e manter-se de forma competitiva no mercado.111 - Software da Piscicultura Efetivar a conclusão do software da piscicultura voltado para a gestão das áreas de produção, bem como sua implanta-ção e capacitação dos usuários.112 - Promoção e Divulgação do Projeto Consiste em desenvolver um conjunto de instrumentos de marketing voltados para a divulgação do projeto da piscicultura(folders,banners,etc).113 - Suporte Operacional Compreende a realização de pesquisa inicial com o público alvo do projeto bem como um apoio técnicoe de assessoria à coordenação nas ações de construção do projeto e acompanhamento e monitoramento nas atividades operacionais.114 - Pesquisa Público Alvo Pesquisa público alvo Prioridades Estratégicas do Sistema SEBRAE3 - Promover a educação 4 - Promover o acesso à tecnologia e aempreendedora e a cultura da ampliação da capacidade de inovaçãocooperação5 - Promover o acesso a mercados 6 - Atuar, prioritariamente em ações coletivas, com foco em arranjos produtivos locais, através de soluções integradas Prioridades Estratégicas do SEBRAE/CE2 - Atuar em setores de uso intensivo de 3 - Atuar em regiões e municípios demão-de-obra baixo IDH5 - Intensificar as acões de catálise nas 7 - Atuar em sintonia com o Planoredes institucionais de apoio as MPE Plurianual - PPA dos governos federal, 23
  • 24. estadual e municipal Piscicultura Coopeativa na Região NortePúblico Alvo Padrão dePiscicultores organizados nos açudes Jaibaras e OrganizaçãoCasinhas no Município de Sobral e açude Boqueirão em GrupoSolonópoles.Objetivo GeralDinamizar a atividade de culivo de peixe, promovendo a organização dos grupos ea geração de forma sustentável de ocupação e renda. Desafios Título Forma de Superação1 - Promover a organização associativa Desenvolver programas dedos grupos. sensibilização para o cooperativismos, tornando os grupos autosustentáveis.2 - Aumentar o valor agregado do peixe Capacitar os piscicultores comproduzido nesta região. tecnologias de processamento, buscar parceiros com emmpresas do ramo com vistas ao aproveitamento do peixe produzido pelos grupos.3 - Elevar a capacidade gerencial e Desenvolver ações de capacitaçãoempreendedora dos grupos atendidos. estímulo ao empreendedorismo. Resultados Finalísticos Indicador Resultado1 - Renda média mensal Aumento da renda do público alvo do projeto em 20% até 2006 e 40% até dezembro de 2007.2 - Ocupações Aumentar o número de pessoas ocupadas em 15% até dezembro de 2007. Ações Ação Descrição 24
  • 25. 1 - Aquisição da outorga d´água Realizar consultoria e acompanhamento para o processo de obtenção da outorga d´água para cada grupo.2 - Organização associativa dos grupos Sensibilizar, capacitar e organizar de forma associativa o público alvo do projeto.3 - Consultoria Tecnológica Realizar consultoria tecnológica para repasse dos conhecimentos técnicos necessários para a atividade de manejo das pisciculturas.4 - Treinamentos Gerenciais Realizar a capacitação gerencial do grupo.5 - Formalização da entidade Legalizar a entidaderepresentativa representativa/associativa em termos de legalização e estruturação administrativa e gerencial.6 - Ações de abertura e ampliação de Realizar missões/caravanas comerciais,mercado dos piscicultores acesso a feiras e prospecção de exportação.7 - Apoio no acesso a serviços Acompanhar o processo definanceiros cadastramento junto ao Banco e elaboração das propostas de financiamento.8 - Treinamento de Comercialização Desenvolver cursos como vender mais e melhor.9 - Festival da degustação Apoiar a realização de feiras a festivais de degustação de produtos do setor.99 - Outras Ações - SIORC Outras Ações - Incluidas para o processo de orçamentação100 - Treinamentos tecnológicos Ações de aperfeiçoamento produtivo, inovações de processo e aumento de produtividade101 - Misssâo Irtecâmbio de experiências exitosas, contatos com fornecedores, consumidores e parceiros.102 - Suporte operacional Açoes de de coordenação, planejamento e acompanhamento do projeto 25
  • 26. 103 - Aceso a feira Proporcionar aos piscicultores o contato direto com o consumidor, estimular o consumo de tilápia e ampliarmercados.104 - Consultoria~gerenciais Aperfeiçoar o modelo de gestão ads empresas e implantação de controles financeiros e de produção. Prioridades Estratégicas do Sistema SEBRAE3 - Promover a educação 4 - Promover o acesso à tecnologia e aempreendedora e a cultura da ampliação da capacidade de inovaçãocooperação5 - Promover o acesso a mercados 6 - Atuar, prioritariamente em ações coletivas, com foco em arranjos produtivos locais, através de soluções integradas Prioridades Estratégicas do SEBRAE/CE2 - Atuar em setores de uso intensivo de 4 - Dinamizar as acões nas regiões emão-de-obra municípios com maior potencial de crescimento econômico7 - Atuar em sintonia com o Plano Plurianual - PPA dos governos federal, estaduale municipal 26

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