TECNOLOGIA EM
MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS
TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA
AULA -1
1Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino
Me. Henrique dos Prazeres Marcelino
Currículo Lates CNPq - http://lattes.cnpq.br/1568731614702535
(Conselho Nacional de De...
Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 3
Contato com o Professor
henriquepm@umc.br
henrypm@terra.com.br
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Avaliações
M1 = (P1 x 0,8) + (E1 x 0,2)  Peso 1 na MS (Média Semestral)
ND = ...
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Critérios de Aprovação e Reprovação:
Freqüência < 75% (~20 faltas)  Reprovado...
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Temas para os Trabalhos
1 – Pesquisa e escolha de pelo menos 1 artigo científi...
Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 7
Sugestões de fontes para pesquisa
A Scientific Electronic Library Online - SciELO constitui-se em um modelo para a gestão e
operação de publicação eletrônic...
No ano de 1994, uma comissão organizadora, constituída por docentes, funcionários e alunos do Departamento de
Engenharia d...
O Google Acadêmico fornece uma maneira simples de pesquisar literatura
acadêmica de forma abrangente. Você pode pesquisar ...
A Sociedade Brasileira de Pesquisa Operacional (SOBRAPO) foi fundada em
1969, após a realização, em 1968, do I Simpósio de...
http://www.abepro.org.br/
A ABEPRO é a instituição representativa de docentes, discentes e
profissionais de Engenharia de ...
Ao se cadastrar no portal da
ABEPRO, consegue-se ter
acesso aos anais do ENEGEP
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Periódicos CAPES
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Periódicos CAPES
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http://www.doaj.org/doaj?uiLanguage=pt
DOAJ
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http://www.simpoi.fgvsp.br/
DOAJ
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Estrutura dos Trabalhos
 Os artigos escolhidos devem obrigatoriamente ter pe...
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Estrutura dos Trabalhos
 O prazo para seleção/escolha dos temas e definição ...
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Estrutura dos Trabalhos
 A não participação de qualquer dia do seminário, ac...
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LIVROS:
MOURA, R. A. Sistemas e técnicas de movimentação e armazenamento de m...
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Plano de Ensino
Ementa:
- Evolução, conceitos e princípios fundamentais da mo...
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Plano de Ensino
Objetivos da disciplina:
- Apresentar os conceitos e equipame...
Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 26
Plano de Ensino
Conteúdo Programático:
1) Introdução à movimentação e armazen...
Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 27
Plano de Ensino
Conteúdo Programático (continuação...):
9) Segurança na movim...
Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 28
Logística - Escopo
(FONTES, 2012)
Fonte: http://www.youtube.com/watch?NR=1&fe...
Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 29
Moderna definição de logística
(GASNIER, 2002)
Logística é o processo de plan...
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Introdução à Movimentação e
Armazenagem de Materiais
(MOURA, 2010)
A transfor...
Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 31
Introdução à Movimentação e
Armazenagem de Materiais
(MOURA, 2010)
Na maioria...
Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 32
Introdução à Movimentação e
Armazenagem de Materiais
(MOURA, 2010)
Salvo em p...
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Introdução à Movimentação e
Armazenagem de Materiais
(MOURA, 2010)
Os grandes...
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Introdução à Movimentação e
Armazenagem de Materiais
(MOURA, 2010)
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Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 35
• Na aula passada vimos a definição de logística
segundo Gasnier.
• Quais def...
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Introdução à Movimentação e
Armazenagem de Materiais
(MOURA, 2010)
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Introdução à Movimentação e
Armazenagem de Materiais
(MOURA, 2010)
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Armazenagem de Materiais
(MOURA, 2010)
Esse cenár...
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Armazenagem de Materiais
(MOURA, 2010)
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Armazenagem de Materiais
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Armazenagem de Materiais
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Análise do...
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Historicamente podemos ob...
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Materiais
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Evolução da Movimentação de
Materiais
(MOURA, 2010)
Os primeiros registros da...
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Evolução da Movimentação de
Materiais
Fonte: http://www.pucrs.br/edipucrs/oeg...
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Materiais
(MOURA, 2010)
“O museu do Cairo exibe o...
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Evolução da Movimentação de
Materiais
(MOURA, 2010)
“Na Roma antiga, a arte c...
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(MOURA, 2010)
• 1436 – venezianos estab...
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  1. 1. TECNOLOGIA EM MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA AULA -1 1Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino
  2. 2. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino Currículo Lates CNPq - http://lattes.cnpq.br/1568731614702535 (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) http://lattes.cnpq.br/ • Mestrado em Processos Industrias – IPT – SP • Pós-Graduado em Gerenciamento de Projetos – UMC – SP • Graduado em Tecnologia Mecânica (Processos de Produção) – Fatec – SP • 14 anos de Experiência na Indústria Automobilística - ênfase em “lean manufacturing” e desenvolvimento de processos); • Professor Universitário  2 anos • Técnico Mecânica – ETE Martin Luther King; • Ferramenteiro de Corte Dobra e Repuxo – SENAI • Ajustador Mecânico - SENAI 2Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino
  3. 3. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 3 Contato com o Professor henriquepm@umc.br henrypm@terra.com.br
  4. 4. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 4 Avaliações M1 = (P1 x 0,8) + (E1 x 0,2)  Peso 1 na MS (Média Semestral) ND = (P2 x 0,8) + (E2 x 0,2) M2 = (ND X 0,7) + (PI X 0,3)  Peso 2 na MS (Média Semestral) Onde: M1 = média 1° bimestre; P1 = prova 1° bimestre; E1 = Definição, Aprovação e Resumo do Artigo sobre o Tema escolhido pelo Grupo; ND = média 2° bimestre sem Prova Integrada (Nota da Disciplina); M2 = média 2° bimestre com a Prova Integrada; P2 = prova 2° bimestre; E2 = Seminário – apresentação do Artigo escolhido + Participação nas aulas (exercícios. Interação, etc); PI = prova integrada. MS = [M1 + (2 x M2)]/3 Onde: MS = Média Semestral.
  5. 5. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 5 Critérios de Aprovação e Reprovação: Freqüência < 75% (~20 faltas)  Reprovado; MS < 3,00  Reprovado; MS ≥ 5,00  Aprovado; 3,00 > MS > 5,00  Necessário realizar Prova de Recuperação (PR). MF = (MS + PR)/2 Onde: MF = Média Final. MF ≥ 5,00  Aprovado; MF < 5,00  Reprovado; Avaliações Link para acesso a planilha de cálculo da MF
  6. 6. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 6 Temas para os Trabalhos 1 – Pesquisa e escolha de pelo menos 1 artigo científico sobre os assuntos descritos no plano de ensino da disciplina 2 – Os artigos devem obrigatoriamente ser validados pelo professor da disciplina antes do início da elaboração do trabalho.
  7. 7. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 7 Sugestões de fontes para pesquisa
  8. 8. A Scientific Electronic Library Online - SciELO constitui-se em um modelo para a gestão e operação de publicação eletrônica em rede cooperativa de coleções de periódicos científicos de qualidade crescente em acesso aberto com ênfase nos países em desenvolvimento e emergentes. SciELO tem como objetivo específico aumentar de forma sustentável a visibilidade, acessibilidade, qualidade, uso e impacto dos periódicos que publica. http://www.scielo.org/php/index.php SCIELO
  9. 9. No ano de 1994, uma comissão organizadora, constituída por docentes, funcionários e alunos do Departamento de Engenharia de Produção da UNESP (Universidade Estadual Paulista) - Câmpus de Bauru, realizou o 1° SIMPEP - Simpósio de Engenharia de Produção. Desde então, o Evento foi se perfeiçoando, tornando-se um dos mais relevantes congressos de Engenharia de Produção do Brasil, pela qualidade dos seus “referees”, dos conferencistas e pela expressão científica dos trabalhos apresentados. A comissão científica do SIMPEP é formada, unicamente, por professores doutores pesquisadores na área de Engenharia de Produção, pertencentes às universidades de diferentes estados do Brasil. Apesar de não ser um evento itinerante, por ocorrer sempre na Faculdade de Engenharia da UNESP, campus de Bauru, os trabalhos enviados e as inscrições junto ao SIMPEP, caracterizam a abrangência nacional do Simpósio. Desde 2010, com ilustres participações de conferencistas internacionais, vindos da Suécia, da Espanha e de Portugal, o SIMPEP passou a ser também como um evento internacional, propiciando o avanço da capacitação científica através das conferências, das mesas redondas com propostas de discussões de temas atuais, bem como a divulgação dos resultados de pesquisas junto às diferentes áreas temáticas do Simpósio: Gestão da Produção; Gestão da Qualidade; Gestão Econômica; Ergonomia e Segurança do Trabalho; Gestão do Produto; Pesquisa Operacional; Gestão Estratégica e Organizacional; Gestão do Conhecimento Organizacional; Gestão Ambiental; Educação em Engenharia de Produção; Engenharia de Produção, Sustentabilidade e Responsabilidade Social. http://www.simpep.feb.unesp.br/anais_simpep.php?e=5 SIMPEP
  10. 10. O Google Acadêmico fornece uma maneira simples de pesquisar literatura acadêmica de forma abrangente. Você pode pesquisar várias disciplinas e fontes em um só lugar: artigos revisados por especialistas (peer-rewiewed), teses, livros, resumos e artigos de editoras acadêmicas, organizações profissionais, bibliotecas de pré-publicações, universidades e outras entidades acadêmicas. O Google Acadêmico ajuda a identificar as pesquisas mais relevantes do mundo acadêmico. http://scholar.google.com.br/schhp?hl=pt-BR Google Acadêmico
  11. 11. A Sociedade Brasileira de Pesquisa Operacional (SOBRAPO) foi fundada em 1969, após a realização, em 1968, do I Simpósio de Pesquisa Operacional, realizado no ITA, em São José dos Campos, SP. A SOBRAPO mantém sua própria revista, que entra em seu 38º ano de publicação sob o título Pesquisa Operacional, e que é indexada nos International Abstracts in Operations Research da IFORS e desde 2002 ao SciELO. A SOBRAPO organiza, ainda, Simpósios anuais, este ano já em sua 41ª edição tendo uma média de 500 participantes por evento. As comunicações submetidas, aceitas após criteriosa avaliação pelos pares, se apresentadas no Simpósio são publicadas nos Anais do SBPO. http://www.xliiisbpo.iltc.br/tc.html SOBRAPO/SBPO
  12. 12. http://www.abepro.org.br/ A ABEPRO é a instituição representativa de docentes, discentes e profissionais de Engenharia de Produção. A associação atua há mais de 20 anos assumindo as funções: de esclarecer o papel do Engenheiro de Produção na sociedade e em seu mercado de atuação, ser interlocutor junto às instituições governamentais relacionadas à organização e avaliação de cursos (MEC e INEP) e de fomento (CAPES, CNPq , FINEP e órgãos de apoio à pesquisa estaduais), assim como em organizações privadas, junto ao CREA , CONFEA, SBPC, ABENGE e outras organizações não governamentais que tratam a pesquisa, o ensino e a extensão da engenharia.
  13. 13. Ao se cadastrar no portal da ABEPRO, consegue-se ter acesso aos anais do ENEGEP
  14. 14. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 14 Periódicos CAPES
  15. 15. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 15 Periódicos CAPES
  16. 16. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 16 http://www.doaj.org/doaj?uiLanguage=pt DOAJ
  17. 17. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 17 http://www.simpoi.fgvsp.br/ DOAJ
  18. 18. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 18 Estrutura dos Trabalhos  Os artigos escolhidos devem obrigatoriamente ter pelo menos os seguintes tópicos: 1. Resumo; 2. Abstract; 3. Palavras Chave; 4. Introdução; 5. Revisão Bibliográfica; 6. Metodologia 7. Exemplo (s) de Aplicação / Resultados / Discussão; 8. Conclusão; 9. Referências. Obs.: Trata-se apenas de uma orientação para garantir a qualidade dos artigos e também o uso de material com embasamento acadêmico e metodológico.
  19. 19. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 19 Estrutura dos Trabalhos  O prazo para seleção/escolha dos temas e definição dos grupos é: 22/08/13  Os trabalhos deverão apresentados em Power Point em seminário com datas a serem definidas pelo professor da disciplina. A apresentação deverá ser de no máximo 20 minutos seguidos de 10 minutos de discussão (com perguntas elaboradas por um dos grupos sorteado pelo professor no momento da apresentação) – E2.  Tanto a qualidade da apresentação quanto a qualidade das perguntas elaboradas serão avaliadas para compor a nota E2;  Obrigatoriamente todos os membros dos grupos participantes da discussão devem elaborar e também responder pelo menos uma pergunta sobre o tema discutido;  Grupos diferentes não podem abordar o mesmo tema, desde que, os artigos escolhidos sejam diferentes e previamente aprovados pelo professor da disciplina  O Resumo do artigo deverá ser entregue pelo grupo até o dia da prova M1 e deve ser elaborado de acordo com o manual trabalhos acadêmicos da UMC (E1);
  20. 20. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 20 Estrutura dos Trabalhos  A não participação de qualquer dia do seminário, acarretará em perda proporcional na da respectiva nota de exercício referente a ND (M2).  Fica a critério do professor da disciplina, incluir mais condições ou até mesmo alterar as definidas até o momento com o objetivo de oferecer o melhor método possível para que a disciplina seja assimilada pelos alunos.  Não será permitido a edição de apresentações no dia do seminário, portanto fica restrito o uso de notebooks (dentro da sala onde as apresentações estão sendo realizadas) somente para os alunos que estarão apresentando os trabalhos.  Os artigos escolhidos e aprovados deverão ser entregues tanto eletronicamente (no dia da validação) quanto fisicamente (no dia da respectiva apresentação) para o professor.
  21. 21. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 21 LIVROS: MOURA, R. A. Sistemas e técnicas de movimentação e armazenamento de materiais. São Paulo: IMAM, 2010. GASNIER, D. G. A dinâmica dos estoques: guia prático para planejamento, gestão de materiais e logística. São Paulo: IMAM, 2011. BERTAGLIA, P. R. Logística Empresarial: transporte, administração de materiais e distribuição física. São Paulo: Saraiva, 2006. Bibliografia
  22. 22. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 22
  23. 23. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 23
  24. 24. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 24 Plano de Ensino Ementa: - Evolução, conceitos e princípios fundamentais da movimentação de materiais; - Analisar a amplitude e complexidade do mercado atual de equipamentos de movimentação; - Padronização, unitização e codificação de materiais bem como suas relações com um fluxo eficiente e eficaz; - Ergonomia e as norma regulamentadoras - Aspectos de sustentabilidade aplicada à movimentação de materiais
  25. 25. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 25 Plano de Ensino Objetivos da disciplina: - Apresentar os conceitos e equipamentos utilizados para a movimentação de materiais; - Apresentar como esses equipamentos devem ser utilizados de forma eficiente e produtiva ao longo da cadeia de suprimentos; - Com o intuito de gerar oportunidades de melhoria na qualidade da movimentação e redução de custos.
  26. 26. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 26 Plano de Ensino Conteúdo Programático: 1) Introdução à movimentação e armazenagem de materiais; 2) A logística e a movimentação de materiais 3) Princípios básicos da movimentação de materiais; 4) A armazenagem e a movimentação de materiais; 5) A embalagem e a movimentação de materiais; 6) A carga utilizada e a movimentação de materiais; 7) Análise da movimentação e armazenagem de materiais 8) Qualidade e produtividade na movimentação e armazenagem de materiais;
  27. 27. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 27 Plano de Ensino Conteúdo Programático (continuação...): 9) Segurança na movimentação e armazenagem de materiais 10) Indicadores de desempenho na movimentação de materiais; 11) Tendências da movimentação e armazenagem de materiais.
  28. 28. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 28 Logística - Escopo (FONTES, 2012) Fonte: http://www.youtube.com/watch?NR=1&feature=endscreen&v=efX429kLcPA (aula do Professor Rogério Fontes acesso em 17/12/13) apud Robson e Copacino 1994
  29. 29. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 29 Moderna definição de logística (GASNIER, 2002) Logística é o processo de planejar, executar e controlar o fluxo e a armazenagem, de forma eficaz e eficiente em termos de tempo, qualidade e custos, de matérias- primas, materiais em elaboração, produtos acabados e serviços, bem como das informações correlatas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo (cadeia de abastecimento), como o propósito de assegurar o atendimento das exigências de todos os envolvidos, isto é, clientes, fornecedores, acionistas, governo, sociedade e meio ambiente.
  30. 30. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 30 Introdução à Movimentação e Armazenagem de Materiais (MOURA, 2010) A transformação de matéria-prima em produtos acabado só é possível caso obrigatoriamente pelo menos um dos três elementos básicos de produção se movimentarem: • Homem; • Máquina; • Material. Sem movimentação não existe produção
  31. 31. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 31 Introdução à Movimentação e Armazenagem de Materiais (MOURA, 2010) Na maioria dos processos industriais, o material é o elemento que mais se movimenta. http://www.mercedes- benz.com.br/Interna.aspx?categoria=10&conteudo=11640 http://www.intelog.net/site/default.asp?TroncoID=907492&SecaoI D=508074&SubsecaoID=818291&Template=../artigosnoticias/user_ exibir.asp&ID=077474
  32. 32. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 32 Introdução à Movimentação e Armazenagem de Materiais (MOURA, 2010) Salvo em produção de aviões, navios ou equipamentos pesados em que o homem e máquina convergem para o material que permanece parado durantes as etapas de fabricação http://www.iplay.com.br/Imagens/Divertidas/04gE/Fabrica_De _Boeing_Veja_Passo_A_Passo_Como_E_Feita_As_Aeronaves http://jardimgrandearora.blogspot.com.br/2011/01/est aleiro-eisa-e-construcao-do-segundo.html
  33. 33. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 33 Introdução à Movimentação e Armazenagem de Materiais (MOURA, 2010) Os grandes atuais desafios das organizações são: • Produzir produtos com qualidade • Reduzir os Custos Operacionais Com o objetivo de gerar LUCRO
  34. 34. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 34 Introdução à Movimentação e Armazenagem de Materiais (MOURA, 2010) As tecnologias atuais relacionadas a Movimentação de Materiais estão alinhadas em busca de atender a esse desafios. Em uma fábrica tradicional, a movimentação de materiais corresponde: • 25% de todos os empregados; • 55% de todo o espaço da fábrica; • 87% de tempo de produção.
  35. 35. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 35 • Na aula passada vimos a definição de logística segundo Gasnier. • Quais definições de logística vocês encontraram? Aula passada
  36. 36. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 36 Introdução à Movimentação e Armazenagem de Materiais (MOURA, 2010) Em relação aos custos, estima-se que a movimentação de materiais representa entre 15% a 20% do custos totais para fabricação. Devido a essa condição, a movimentação de materiais sempre é um dos principais focos dos programas de redução de custo (Melhoria Contínua).
  37. 37. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 37 Introdução à Movimentação e Armazenagem de Materiais (MOURA, 2010) Tratando-se de melhoria em termos de qualidade, a movimentação de materiais também uma grande importância. Estudos indicam que entre 3% a 5% dos materiais movimentados são danificados Uma grande evidência disso são os arranhões e riscos nas paredes e pisos das instalações de manufatura ocasionadas pela movimentação descuidada dos materiais.
  38. 38. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 38 Introdução à Movimentação e Armazenagem de Materiais (MOURA, 2010) Esse cenário leva a crer que a solução para esse problema competitivo seria: • A minimização ou até a eliminação da Movimentação de Materiais Consequentemente a economia gerada nos custos de mão de obra, equipamentos e também de qualidade seriam enormes, pois quanto menos os produtos forem movimentados, menores seriam: • Custos relacionados a movimentação; • Riscos ou probabilidade de danificá-los.
  39. 39. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 39 Introdução à Movimentação e Armazenagem de Materiais (MOURA, 2010) Mas simplesmente eliminar os movimentos de materiais não é uma resposta satisfatória e possível em todos os casos. Dessa forma a Logística é o método pelo qual os custos totais de manufatura são reduzidos, por meio de: • Inventários reduzidos; • Segurança melhorada; • Furtos reduzidos; • Controles melhorados
  40. 40. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 40 Introdução à Movimentação e Armazenagem de Materiais (MOURA, 2010) A simples operação de dobrar uma chapa é geralmente realizada em segundos. “Entretanto, a movimentação do material e da peça pode tornar essa operação complexa, demandando a permanência excessiva de materiais no piso da fábrica.”
  41. 41. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 41 Introdução à Movimentação e Armazenagem de Materiais (MOURA, 2010) Análise do Tempo Total na Manufatura Convencional
  42. 42. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 42 Evolução da Movimentação de Materiais (MOURA, 2010) Historicamente podemos observar que o homem sempre procurou desenvolver maneiras para transportar os materiais que serviam para sua existência. Ao longo dos anos o homem aprendeu a aplicar os seguintes princípios para facilitar o seu trabalho durante a movimentação de materiais (fácil seguro e rápido): • Alavanca; • Roda; • Polias; • Planos inclinados.
  43. 43. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 43 Evolução da Movimentação de Materiais (MOURA, 2010)
  44. 44. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 44 Evolução da Movimentação de Materiais (MOURA, 2010) Os primeiros registros das atividades de Movimentação de Materiais são baseados no murais do Antigo Egito ilustrando os movimentos de pesados blocos de pedra e estátuas. Mas infelizmente, as representações primitivas, não confirmam exatamente como os egípcios ergueram aqueles obeliscos ou estátuas gigantes
  45. 45. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 45 Evolução da Movimentação de Materiais Fonte: http://www.pucrs.br/edipucrs/oegitoantigo.pdf Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_do_Egito
  46. 46. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 46 Evolução da Movimentação de Materiais (MOURA, 2010) “O museu do Cairo exibe o carrinho mais antigo que se conhece, construído 3.500 a.C., encontrado em uma tumba de Tutankamon.”
  47. 47. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 47 Evolução da Movimentação de Materiais (MOURA, 2010) “Na Roma antiga, a arte contemporânea e as escrituras contêm várias ilustrações, das quais a maior parte é sobre a Movimentação dos Materiais.” “A construção de pirâmides e edifícios, a mineração, o movimento de pedras para estátuas, o transporte de água para obras, a construção de navios e o embarque de cagas forçaram o desenvolvimento de guindastes, roldanas, carrinhos de mão e mecanismos similares.”
  48. 48. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 48 Evolução da Movimentação de Materiais (MOURA, 2010) • 1436 – venezianos estabeleceram a primeira linha progressiva de montagem para construção de navios; • 1445 a 1516 – Registros de São Gallo mostram como as colunas eram erguidas e as cargas içadas; • 1500 – a movimentação é aplicada para fabricação de armas e roupas; • 1600 – a indústria de produção em série surgi na Inglaterra com o desenvolvimento das fundições de ferro e das máquinas que transformavam algodão em tecidos;
  49. 49. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 49 Evolução da Movimentação de Materiais (MOURA, 2010) • 1780 – Oliver Evans instala um sistema de correias transportadoras para o transporte contínuo em suas industrias (Philadelphia – EUA); • A partir dos desenvolvimento dos processos de manufatura, as atividades relacionadas a movimentação também desenvolveram-se; Apesar do desenvolvimento ao longo dos tempos, a Movimentação de Materiais foi reconhecida como uma parte vital e estratégica ao processo industrial somente nas ultimas duas ou três décadas.
  50. 50. Prof. Me. Henrique dos Prazeres Marcelino 50 Evolução da Movimentação de Materiais (MOURA, 2010) Resumo da evolução da Movimentação de Materiais: • No passado – homens e animais transportavam os materiais com o seu próprio esforço. • No presente – homens movem os materiais utilizando-se de equipamentos para reduzir seus esforços. • Concepção moderna – materiais em movimento automático entre processos automáticos de fabricação.

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