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  • 1. 1 Macaé – RJ 2011 Projeto Pedagógico do Curso de Graduação Bacharelado em Engenharia de Controle e Automação Macaé – RJ 2011
  • 2. 2 SUMÁRIO 1. DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO 4 1.1. Identificação da mantenedora 1.2. Identificação da instituição mantida 1.3. Corpo dirigente da instituição mantida 1.4. Histórico da instituição 1.5. As atividades principais da mantida 4 4 4 5 10 2. CARACTERIZAÇÃO GERAL DO CURSO 14 2.1.Denominação ........................................................................................................... 2.2.Total de vagas anuais ............................................................................................... 2.3.Regime acadêmico de oferta .................................................................................... 2.4.Carga horária total do curso …................................................................................. 2.5.Integralização do curso …........................................................................................ 2.6.Base legal do curso ….............................................................................................. 2.7.Justificativa da oferta do curso …............................................................................ 2.7.1. Estrutura setorial do emprego …...................................................................... 2.7.2. Estrutura dos rendimentos da mão de obra formalmente ocupada ….............. 14 14 14 14 14 14 15 18 19 3.OBJETIVOS DO CURSO ............................................................................................ 20 3.1.Objetivo geral ............................................................................................................ 3.2.Objetivo específico ................................................................................................... 20 20 4.PERFIL PROFISSIONAL ........................................................................................... 21 4.1.Competências Gerais e Específicas 4.1.1. Competências gerais ….................................................................................... 4.1.2. Competências específicas …............................................................................ 4.2.Área de atuação …........................................................................................................ 21 21 22 22 5.REQUISITOS DE ACESSO AO CURSO ….................................................................. 25 6.ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA …....................................................... 6.1.Da flexibilidade curricular (aproveitamento de estudos) …......................................... 6.2.Organização curricular …............................................................................................. 6.2.1. Matriz curricular …............................................................................................... 6.2.2. Práticas pedagógicas …........................................................................................ 6.2.3. Planos de ensino por componente curricular …................................................... 26 26 27 27 30 31 7. CORPO DOCENTE ….................................................................................................... 7.1.Coordenador do curso ….............................................................................................. 7.2.Descrição do corpo docente …..................................................................................... 7.3.Políticas de Aperfeiçoamento, Qualificação e Atualização Docente do Curso …....... 7.3.1. Plano de carreira docente …................................................................................. 32 32 32 33 34 8. INFRAESTRUTURA 8.1.Infraestrutura física e recursos materiais …................................................................. 8.2.Infraestrutura de acessibilidade às pessoas com necessidades educativas específicas.. 8.3.Infraestrutura de Informática......................................................................................... 8.3.1. Laboratório de software ..................................................................................... 35 35 35 36 36
  • 3. 3 8.4.Infraestrutura de laboratórios específicos à área do curso ......................................... 8.4.1. Laboratório de Eletrônica I …............................................................................... 8.4.2. Laboratório de Eletrônica II …............................................................................. 8.4.3. Laboratório de Máquinas Elétricas e Eletromagnetismo...................................... 8.4.4. Laboratório de Comandos e Proteção ….............................................................. 8.4.5. Laboratório de Física …....................................................................................... 8.4.6. Laboratório de Pneumática e Hidráulica............................................................ 8.4.7. Laboratório de Automação …............................................................................. 8.4.8. Laboratório - Química ….................................................................................... 8.4.9. Laboratório de Sistemas Embarcados …............................................................ 8.4.10. Laboratório de Controle de Processo ….......................................................... 37 37 38 38 38 39 39 40 40 41 41 9. BIBLIOTECA …........................................................................................................... 9.1.Equipe técnica …....................................................................................................... 9.2.Acervo …................................................................................................................... 9.2.1. Quadro resumo do acervo por unidade curricular …........................................ 9.3.Horário de funcionamento …..................................................................................... 9.4.Mecanismo e periodicidade de atualização do acervo …........................................... 42 43 43 43 64 64 10. AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM DO CURSO 10.1.Critérios de aprovação …........................................................................................... 10.2.Verificação do rendimento escolar …........................................................................ 65 65 66 11. POLÍTICA DE AVALIAÇÃO DO CURSO VISANDO A SUA EFICÁCIA E EFICIÊNCIA ....................................................................................................................................... 68 12. PLANO DE ATUALIZAÇÃO TECNOLÓGICA E MANUTENÇÃO DOS EQUIPAMENTOS ............................................................................................................ 69 13. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS À FORMAÇÃO: ESTÁGIO CURRICULAR ....................................................................................................................................... 69 14. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 69 ANEXOS ............................................................................................................................ ANEXO I - Plano de ensino dos componentes curriculares ANEXO II - Normas complementares Estágio Curricular Supervisionado ANEXO III - Normas complementares projeto final de curso 71 LISTA DE FIGURAS Figura 1- Itinerários Formativos no Instituto Federal Fluminense 12 Figura 2 - Mapa com Mesorregiões do Estado do Rio de Janeiro, proposto pela MTE 17 Figura 3 - Mapa dos campi e núcleo avançado do Instituto Federal Fluminense 19 LISTA DE TABELAS Tabela 1 - Estrutura setorial do emprego formal, segundo os grandes setores de atividade econômica do IBGE e as mesorregiões do estado do Rio de Janeiro (2005) 18
  • 4. 4 1. DAINSTITUIÇÃO DE ENSINO 1.1.IDENTIFICAÇÃO DA MANTENEDORA Nome: UNIÃO CNPJ: End.: Cidade: UF: CEP: Fone: Fax: E-mail: 1.2.IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO MANTIDA Nome: INSTITUTO FEDERAL FLUMINENSE CNPJ: 28.965.259/0001-96 End.: Rua Dr. Siqueira, 273 – Dom Bosco Cidade: Campos dos Goytacazes UF: RJ CEP: 28.030-130 Fone: 0xx 22 2733-3244 Fax: 0xx (22) 2733-3079 E-mail: gabinete@IF Fluminense.edu.br 1.3.CORPO DIRIGENTE DA INSTITUIÇÃO MANTIDA Dirigente Principal do Instituto Federal Fluminense Cargo: Reitora Nome: Cibele Daher Botelho Monteiro End.: Rua Olegário Mariano, 318 – Jockey Club Cidade: Campos dos Goytacazes UF: RJ CEP: 28.025-340 Fone: 0xx (22)2724-3850, 0XX (22) 8817-0359 Fax: 0xx (22) 2733-3079 e-Mail: cdaher@iff.edu.br Dirigente Principal do IF Fluminense campus Macaé Cargo: Diretor Geral Nome: Marcelo Fagundes Felix End.: Rua 37 s/n Extensão Serrana Cidade: Rio das Ostras UF: RJ CEP: 28.900-000 Fone: 0xx (22) 2765-6028 Fax: 0xx (22) 2773-6532 e-Mail: fagundes@iff.edu.br Dirigente de Ensino Superior do IF Fluminense campus Macaé Cargo: Diretor de Ensino e Pesquisa Nome: Ivan Costa Silva End.: Rua Nova Iguaçu, 3 quadra 4 lote 4 Cidade: Rio das Ostras UF: RJ CEP: 28.900-000 Fone: 0XX (22) 2796-5016 Fax: 0xx (22) 2773-6532 e-Mail: isilva@iff.edu.br
  • 5. 5 1.4.HISTÓRICO DA INSTITUIÇÃO A História do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense (IF Fluminense) começou a ser construída no início do século passado, com Nilo Peçanha, o então Presidente da República, que criou, por meio do Decreto número 7.566 de 23 de setembro de 1909, as Escolas de Aprendizes e Artífices, com o propósito de educar e proporcionar oportunidades de trabalho para os jovens das classes menos favorecidas. A princípio, o Decreto sancionava a implantação das Escolas de Aprendizes e Artífices nas capitais dos Estados, com maior capacidade de absorção de mão de obra, em atendimento àqueles que buscavam novas alternativas de empregabilidade nos espaços urbanos. Excepcionalmente, a do Estado do Rio de Janeiro seria instalada em Campos, cidade do Norte Fluminense, em janeiro de 1910, devido a articulações político-partidárias à época e, desde esse tempo, assumiu importância significativa para a região. Com o investimento na industrialização no Brasil, as escolas de formação profissional foram alterando seu perfil, e, pelo Decreto nº 4.073 de janeiro de 1942 - Lei Orgânica do Ensino Industrial -, no bojo da “Reforma Capanema”, as Escolas de Aprendizes Artífices passaram a se denominar Escolas Técnicas Industriais. A partir de então, foram equiparadas às de ensino médio e secundário, possibilitando o prosseguimento de estudos no que diz respeito à formação profissional em nível secundário, sem, contudo, favorecer o acesso ao ensino superior. A Escola de Aprendizes Artífices de Campos passou a ser denominada Escola Técnica de Campos em 1945, e, como as demais, se atrela às políticas de desenvolvimento, com interesse voltado para o crescimento e consolidação da indústria. Apesar do amparo legal para disponibilizar os cursos técnicos para a sociedade, muitas escolas, como foi o caso da Escola Técnica de Campos, por um tempo, passaram a oferecer, além do ensino primário, somente o 1º. ciclo do 2º. grau, o que, na verdade, significava cursos industriais básicos. A promulgação da Lei nº 3.552 de 16 de fevereiro de 1959, que dispõe sobre a nova organização escolar e administrativa dos estabelecimentos de Ensino Industrial do Ministério de Educação e Cultura e dá outras providências, confere a essas escolas industriais, segundo o art.16, “personalidade jurídica própria e autonomia didática, administrativa, técnica e financeira” e elas passam a serem reconhecidas como Escolas Técnicas Federais.
  • 6. 6 Como tal, elas intensificaram a formação técnica de segundo ciclo. Em 1966, a Escola Técnica Federal de Campos reestruturou seus currículos, na perspectiva de associar teoria à prática, criando os cursos técnicos de Edificações, Eletrotécnica e Mecânica de Máquinas e, posteriormente, o curso de Estradas. Em 1973, implantou o curso técnico de Química voltado para a indústria açucareira, uma das bases da economia da cidade. Em se tratando das escolas federais, que serviram de motivação para o MEC, seja pela sua função histórica, seja pelo investimento de verbas oriundas do governo federal, o trabalho desenvolvido ganhava cada vez mais credibilidade. Intensificava-se a formação de técnicos, destacando, inclusive, as qualificações de acordo com áreas priorizadas pelo governo com vistas ao desenvolvimento nacional. No ano de 1974, a ETFC passa a oferecer apenas cursos técnicos em seu currículo oficial e põe fim as antigas oficinas. Neste ano, a Petrobrás anuncia a descoberta de campos de petróleo no litoral norte do estado. Notícia que mudaria os rumos da região e influenciaria diretamente na história da instituição. A Escola Técnica Federal de Campos, agora mais do que nunca, representa o caminho para o sonho e passa a ser a principal formadora de mão de obra para as empresas que operam na bacia de Campos. Ressalta-se que a extensão e a distribuição geográfica desta rede de instituições federais conferem singular possibilidade ao governo brasileiro na execução de políticas no campo da qualificação de mão de obra. No caso específico da Escola Técnica Federal de Campos, por se localizar geograficamente em uma região menos favorecida e distante da capital, seu perfil sempre esteve mais próximo das iniciativas que estabeleciam sintonia entre educação e mundo do trabalho, com o compromisso de buscar oportunidades significativas de vida para seus alunos, oriundos de camadas populares em uma proporção aproximada de 80% de sua clientela. A partir deste período, o avanço tecnológico que se evidenciou no mundo da produção gerou outros paradigmas. Descobertas de novos materiais e avanços na microeletrônica e na microbiologia vêm revolucionando todos os aspectos da vida do homem e, conseqüentemente, também do sistema produtivo. O mundo começa a se deparar com uma ameaça crescente de desemprego estrutural, pois as novas tecnologias têm chegado com possibilidade de substituir a mão de obra ou exigido que o trabalhador adquira competências para lidar com nova realidade numa velocidade antes desconhecida.
  • 7. 7 A queda vertiginosa dos postos de trabalho, visivelmente observável, motiva, no interior das escolas federais, a necessidade de rever a formação profissional ofertada, pois o feedback dos egressos dessas escolas não era mais tão promissor quanto antes, no que se referia à sua absorção pelas empresas. Na região de Campos dos Goytacazes, porém, essa demanda ficou um pouco embaçada pela descoberta e exploração de petróleo em águas campistas. Este fato, favorável a nossa escola, demandou mão de obra especializada e, enquanto o município de Campos passava a ser pólo de exploração de petróleo (anos de 1980), o trabalho educativo parecia ter sentido e gerava pouco questionamento, pois os egressos da formação profissional de nível médio encontravam campo farto de atuação. Nesse tempo, implantaram-se os Cursos Técnicos de Instrumentação e de Informática e, a seguir, os cursos técnicos de Segurança do Trabalho e de Meio Ambiente, dois cursos coerentes com a defesa da preservação da vida humana e do ecossistema, vertente que perpassa todos os níveis de ensino e se constitui num dos eixos estruturais da proposta institucional. No governo do então Presidente José Sarney, com o Programa de Expansão do Ensino Técnico (PROTEC) adotado pelo governo, a Escola Técnica Federal de Campos ganha a sua primeira Unidade de Ensino Descentralizada em 1993, em Macaé - UNED Macaé -, que contou com verba da Petrobras para a construção do prédio e a Prefeitura Municipal de Macaé concorreu com a doação do terreno. Os primeiros cursos implantados vieram com o objetivo precípuo de capacitar profissionais para o trabalho nas plataformas de petróleo. Em finais dos anos noventa, a realidade mudara significativamente. A obsolescência dos cursos passara a preocupar tanto as escolas quanto o governo e a Escola Técnica Federal de Campos fez-se membro ativo no movimento por uma reformulação curricular que, de fato, pudesse responder às exigências da modernidade. Como partícipe da rede de escolas, e em discussões internas, a Instituição lutou por construir uma proposta curricular mais coerente com a realidade do mundo tecnologizado, sem perder de vista a concepção de educação que concebia a formação humanística, científica e tecnológica, com ângulos convergentes e formadores do cidadão trabalhador, e um trabalho educativo voltado para o desenvolvimento local e regional. Em 1996, alguns fatos de extrema relevância na educação tecnológica, tais como a reforma do ensino resultante da nova lei de diretrizes e bases, a Lei nº 9.394 de 20 de
  • 8. 8 dezembro de 1996, mais toda a legislação posterior referente à reforma do ensino técnico e a transformação de Escola Técnica em Centro Federal de Educação Tecnológica, em 18 de dezembro de 1999, resultaram num crescimento de possibilidades para a Instituição no sentido de atuar com maior autonomia e nos mais diferentes níveis de formação. No segundo semestre de 1998, a Escola implanta o seu primeiro curso superior de tecnologia em Processamento de Dados, posteriormente denominado Informática. A partir de seu reconhecimento pelo MEC, o curso passa a ser denominado Curso Superior de Tecnologia em Desenvolvimento de Software e mais recentemente (2006) Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Estava assegurado à Instituição o direito de atuar nos Cursos Superiores de Tecnologias. Implantam-se assim, a partir de 2000, os Cursos Superiores de Tecnologia com o perfil da indústria, principalmente porque a Instituição possui relação muito próxima e orgânica com a Petrobras no sentido da oferta da formação profissional, denominados Cursos Superiores de Tecnologia em (a) Automação Industrial (2000); (b) em Gerência de Manutenção Industrial (2000). Este, em 2005, quando do reconhecimento passa a denominar- se Curso Superior de Tecnologia em Manutenção Industrial; (c) em Sistemas Elétricos (2002); (d) em Poços de Petróleo (2006). Este na, então, Unidade Descentralizada de Macaé. Enfatiza-se que outros cursos de tecnologia em outras áreas como Telecomunicações, Design Gráfico e Produção Agrícola também foram implantados no, então, Cefet Campos. Com a publicação do Decreto nº 3.462/2000, a Instituição recebe permissão de implantar Cursos de Licenciaturas em áreas de conhecimento em que a tecnologia tivesse uma participação decisiva. Assim, em 2000, optou-se pela Licenciatura em Ciências da Natureza, nas modalidades Biologia, Física e Química, pela carência de profissionais formados na região nestas áreas e pela autorização que lhe foi outorgada. No ano seguinte, criam-se as Licenciaturas em Matemática e Geografia. Ressalta-se que, em 2003, o Cefet Campos começa a oferecer, gratuitamente, à comunidade cursos de Pós-graduação lato sensu, como Produção e Sistemas, Literatura, Memória, Cultural e Sociedade e Educação Ambiental. Em 2004, os Decretos números 5.224 e 5.225, assinados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicados em D.O.U. em 04 de outubro de 2004, referendam o Centro Federal de Educação Tecnológica de Campos como uma instituição de ensino superior - Centro Universitário -. Sua história, porém, bem como a de tantas outras que compõem a rede
  • 9. 9 federal de educação tecnológica, revela que este momento se apresentava como continuidade de um trabalho educativo de quase um século. A partir de 2005, implantam-se os Cursos de (a) Bacharelado em Engenharia de Controle e Automação Industrial (2005) em Campos dos Goytacazes e (2006) no campus Macaé (b) Pós-graduação stricto sensu Profissionalizante em Engenharia Ambiental (2008), atendendo a Campos dos Goytacazes e Macaé. O ano de 2006 trouxe expressiva importância à implementação do Curso de Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo, à adesão do Cefet Campos ao Proeja (Programa de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na modalidade Jovens e Adultos) e à criação de novos cursos de Pós-graduação lato sensu. Ressalta-se, também, que no ano de 2006, o Cefet Campos começa a construir uma outra unidade de ensino descentralizada, no distrito de Guarus, distante da sede apenas cinco quilômetros, mas mergulhada numa realidade de vulnerabilidade social. A referida Unidade representa a opção política da Instituição pelos menos favorecidos e a decisão de ir até onde for preciso para democratizar o conhecimento e concorrer para mudar a realidade local e regional. Com a ampliação das ações extensionistas, no ano de 2006, uma Unidade de Pesquisa e Extensão Agroambiental foi criada no município de Campos dos Goytacazes, na BR-356 Campos-São João da Barra, à margem do rio Paraíba do Sul. O Plano de Expansão da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, implantado pelo governo desde 2006, agregou fortaleza à luta da Instituição em favor da região e, certamente, o diálogo fecundo já existente com os governos locais possibilitou a conquista de mais dois Núcleos Avançados: um na mesorregião Baixadas, com sede na cidade-pólo Cabo Frio e outro na mesorregião Noroeste, cidade-pólo Itaperuna. Os critérios utilizados pelo Governo Federal para definição de locais onde se implantariam as novas unidades reforçam e consolidam a decisão já adotada pelo Cefet Campos em promover ações no sentido de concorrer para o desenvolvimento local e regional. Dando continuidade ao movimento de expansão da Rede Federal de Educação Profissional, o governo federal, por meio da Lei n° 11.892 de 29 de dezembro de 2008, publicada no D.O.U. de 30 de dezembro de 2008, institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e cria o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense mediante transformação do Centro Federal Tecnológica de Campos.
  • 10. 10 Esse novo desenho traz outra dimensão ao trabalho institucional: somos assim um sistema que integra seis campi: (a) na mesorregião Norte Fluminense, os campi Campos- Centro e Campos-Guarus, com sedes no município de Campos dos Goytacazes, e Macaé; (b) na mesorregião das Baixadas, o campus Cabo Frio (região dos Lagos); (c) na mesorregião Noroeste Fluminense, os campi Bom Jesus do Itabapoana e Itaperuna. Em fevereiro de 2010, implanta-se na mesorregião Norte Fluminense, o campus Avançado do IF Fluminense. Para tanto, a Instituição desenvolve uma política permanente de incentivo à capacitação de todo o seu quadro de profissionais docentes e administrativos, o que certamente concorre para a qualidade do trabalho que desenvolve, seja no ensino, na pesquisa e, em especial, na pesquisa aplicada e na extensão. Ao longo do tempo as mudanças promovidas alçaram o IF FLUMINENSE a um crescimento institucional. Ressaltamos, assim, as diversas transformações, a saber: de Aprendizes Artífices para Escola Técnica Industrial; de Escola Técnica Industrial para Escola Técnica Federal; de Escola Técnica Federal para Centro Federal de Educação Tecnológica e de Centro Federal de Educação Tecnológica para Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia. O Instituto Federal Fluminense ressignifica a sua história de luta pela educação profissional e tecnológica pública de qualidade, por meio do fortalecimento da gestão participativa e democrática, e garante o seu papel de agente e de parceiro no desenvolvimento e sustentabilidade local e regional. 1.5.AS ATIVIDADES PRINCIPAIS DA MANTIDA O Instituto Federal Fluminense com base nos princípios filosóficos e teórico- metodológicos gerais que norteiam as práticas acadêmicas considera as demandas regionais e locais da sociedade e do território em que se encontra inserido e reafirma sua missão, norteando suas práticas acadêmicas nos seguintes princípios: compreensão de que educar é um ato político e que nenhuma ação pode estar caracterizada pela neutralidade; integração com a comunidade, contribuindo para inclusão social, com o desenvolvimento local e regional;
  • 11. 11 reconhecimento de que a educação, historicamente, tem sido um meio do qual o poder se apropria para sustentar o processo de dominação, mas que pode, contraditoriamente, concorrer de forma significativa para a transformação social; entendimento da necessidade de superação do caráter compartimentado e dicotômico existente no processo educativo que separa homem/cidadão, teoria/prática, ciência/tecnologia e saber/fazer; adoção do trabalho como princípio educativo norteando as ações acadêmicas; percepção de que é imprescindível um trabalho educativo em que haja a articulação entre ensino, pesquisa e extensão, respeitando o pluralismo de idéias e concepções pedagógicas e a busca da superação das contradições existentes; conscientização de que a pesquisa é hoje, cada vez mais, inerente ao processo de construção do conhecimento e que seus resultados devem retornar à sociedade contribuindo para sua transformação; reconhecimento do saber tácito do aluno e da contribuição que suas experiências podem trazer para o processo de construção e de produção do conhecimento; constatação de que as novas tecnologias da informação constituem ferramentas de democratização do conhecimento; preocupação com a valorização do profissional da educação; atuação dos profissionais nos diversos cursos, de diferentes níveis educacionais, possibilitando uma integração entre as propostas pedagógicas de cursos; participação em Projetos Internacionais que integrem o planejamento educacional da instituição contribuindo para o enriquecimento social, econômico e cultural; busca do estabelecimento de parcerias públicas para fomento às atividades de ensino, pesquisa e extensão. O Instituto Federal Fluminense oportuniza, por meio de percursos formativos diversos, a convivência com a diversidade sociocultural e a pluralidade no campo das idéias e concepções pedagógicas que norteiam os seus diferentes currículos. As possibilidades apresentadas pelo Instituto Federal Fluminense permitem a construção de itinerários formativos (Figura 1) diferenciados de acordo com a elevação de escolaridade alcançada.
  • 12. 12 ENSINO FUNDAMENTAL CURSO TÉCNICO INTEGRADO IFF CURSO TÉCNICO CONCOMITANTE IFF ENSINO MÉDIO IFF 1ªS 2ªS 3ªS ENSINO MÉDIO 1ªS 2ªS 3ªS CURSO TÉCNICO SUBSEQUENTE IFF CURSO DE GRADUAÇÃO IFF CURSO DE POS-GRADUAÇÃO IFF CP CP CP CP ITINERÁRIOS FORMATIVOS Figura 1 - Itinerários Formativos no Instituto Federal Fluminense. Para concluintes do Ensino Fundamental: Cursos Técnicos Integrados ao Ensino Médio e Ensino Médio no Instituto Federal Fluminense com possibilidade de acesso aos Cursos Técnicos Concomitantes, após a conclusão com aprovação da 1ª série do Ensino Médio. Para alunos do Ensino Médio de outras Instituições de Ensino: Cursos Técnicos Concomitantes com possibilidade de obtenção de certificação parcial de acordo com a terminalidade dos módulos. Neste caso alunos do Ensino Médio de outras instituições também podem ingressar nos Cursos Técnicos de Nível Médio do Instituto Federal Fluminense. A instituição possui um Processo de Acesso Diferenciado, conhecido como Concomitância Externa, específico para acesso de alunos da rede pública. Para concluintes do Ensino Médio e de Cursos Técnicos: Cursos Técnicos Subsequentes e
  • 13. 13 Cursos de Graduação. Para concluintes dos Cursos de Graduação: Cursos de Pós-Graduação. Neste contexto o Instituto Federal Fluminense possibilita a verticalização da educação básica à educação profissional e à educação superior, otimizando a sua infraestrutura física, os quadros de pessoal e os recursos de gestão.
  • 14. 14 2. CARACTERIZAÇÃO GERALDO CURSO 2.1.DENOMINAÇÃO Curso de Graduação Bacharelado em Engenharia de Controle e Automação. 2.2.TOTAL DE VAGAS ANUAIS 40 (quarenta) vagas, sendo todas no primeiro semestre de cada ano. 2.3.REGIME ACADÊMICO DE OFERTA São ofertadas 40 vagas com entrada no primeiro semestre. Período integral e matrícula no regime de créditos, obedecendo a matriz de pré-requisitos estabelecida. 2.4.CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO O curso tem 5.100 horas/aula que correspondem á 4250 horas distribuídas entre disciplinas de conteúdos básicos (1700 horas), disciplinas de conteúdos profissionalizantes (900 horas) e disciplinas de conteúdos específicos (1650 horas). Todos os alunos devem cumprir mais 160h/a de Projeto Final I e II, mais 240h/a de disciplinas optativas e mais 240 horas de estágio. 2.5.INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO No curso de Engenharia de Controle e Automação, o aluno deverá concluir a sua formação em, no mínimo, 10 (dez) semestres letivos e, no máximo, em 15 (quinze) semestres letivos, descontados os períodos de trancamento, que são no máximo dois, consecutivos ou não.
  • 15. 15 2.6. BASE LEGAL DO CURSO Portaria/MEC nº 1694/94 normatiza a habilitação Engenharia de Controle e Automação, nos limites da Resolução 48/76/CFE, estabelecendo, no seu Art. 1º., que: “A Engenharia de Controle e Automação é uma habilitação específica que tem sua origem nas áreas Elétrica e Mecânica do Curso de Engenharia. Resolução 427/CONFEA/99 dispõe sobre as atividades dos Engenheiros de Controle e Automação e estabelece, no seu Art. 1º., que: “Compete ao Engenheiro de Controle e Automação, o desempenho das atividades 1 a 18 do art. 1º da Resolução nº.218, de 29 de junho de 1973 do CONFEA, no que se refere ao controle e automação de equipamentos, processos, unidades e sistemas de produção, seus serviços afins e correlatos”. Projeto de Referenciais Nacionais para as Graduações (SESu/MEC – junho de 2009). Parecer CNE/CES nº 1362/2001 que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Engenharia. Resolução CNE/CES 11 de 11/03/2002 que institui as Diretrizes Curriculares de Engenharia. Resolução n°. 001/2005 de 31 de março de 2005 do Conselho Diretor do Cefet Campos, autoriza a oferta do curso na unidade sede Campos-Centro e no campus Macaé. O curso foi autorizado com a denominação “Engenharia de Controle e Automação Industrial”. A partir de 2009, com a publicação dos Referenciais Nacionais dos Cursos de Graduação (SESu/MEC), o IF Fluminense passa a adotar a denominação recomendada nos referenciais, alterando para “Engenharia de Controle e Automação”. 2.7. JUSTIFICATIVA DA OFERTA DO CURSO O controle e automação das atividades industriais é um dos principais requisitos para o desenvolvimento econômico do país e para uma participação mais eficiente no sistema produtivo regional, nacional e internacional. O campus Macaé está localizado no município de Macaé, cidade de grande importância para a economia nacional desde a década de setenta, quando campos gigantes de petróleo começaram a ser descobertos na Bacia de Campos (denominação
  • 16. 16 geológica para uma região que geograficamente se estende da cidade de Cabo Frio ao norte do Espírito Santo). Macaé sedia um importante setor de petróleo a empresa Petróleo Brasileiro S/A (PETROBRAS), a Superintendência de Exploração e Produção de Petróleo da Bacia de Campos, responsável por 80% da produção nacional, com essa produção, a PETROBRAS tem um faturamento elevado. Gravitando em torno da PETROBRAS, existe em Macaé uma série de empresas nacionais e internacionais prestadoras de serviços técnicos para a indústria de petróleo. A PETROBRAS conta com os serviços dessas empresas em várias etapas de seu processo produtivo, desde a fase de exploração com os estudos geológicos e levantamentos sísmicos, passando pelas etapas de perfuração, cimentação e completação de poços, até as etapas de produção propriamente dita e transporte do petróleo. Vale lembrar que a PETROBRAS e muitas prestadoras de serviços são empresas de ponta em seu setor, com níveis de sofisticação tecnológica comparáveis aos altíssimos números de seus faturamentos e, consequentemente, são grandes absorvedoras de mão-de-obra, em quantidade e qualidade. A região norte-fluminense, notadamente pelo desenvolvimento trazido pela extração e produção de petróleo na Bacia de Campos, vem se consolidando pela prestação de serviços de alta tecnologia (região de Campos e Macaé) e pela agricultura (demais regiões), tendo como uma de suas representações educacionais o Instituto Federal Fluminense – campus Macaé, com seus laboratórios de estudos de aplicação de modernas tecnologias de informação, seja de dados gerenciais, seja de dados de variáveis físico-químicas. Os laboratórios existentes no campus Macaé das áreas de conhecimento e aplicação de química e física, especialmente aqueles aplicados nas indústrias de transformação e produção de bens, contam hoje com diversos equipamentos de última geração, permitindo que o sistema de ensino acompanhe de perto as inovações tecnológicas aplicadas no parque industrial. A capacitação técnica dos professores da área tecnológica, principalmente os que possuem títulos de mestre e doutor, assim como os que estão com a formação em curso, foi direcionada para as áreas de produção, materiais, automação e petróleo, permitindo que se estabeleça um corpo docente capacitado para o magistério num curso de engenharia na área tecnológica.
  • 17. 17 O quadro de professores nas áreas de humanas e ciências exatas possui mestres e doutores, bem como outros professores em formação, de forma a complementar as exigências de docentes para implantação de curso de engenharia. Macaé polariza uma região que compreende municípios, identificados nos estudos de mercado, considerando a classificação das micro e mesorregiões (Figura 2) do Estado do Rio de Janeiro, segundo classificação do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), que tem como um de seus objetivos o provimento de dados para a elaboração de estatísticas do trabalho e a disponibilização de informações do mercado de trabalho às entidades governamentais, proposta também adotada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Figura 2 - Mapa com Mesorregiões do Estado do Rio de Janeiro, proposto pela MTE. Fonte: RAIS/MTE (2007).
  • 18. 18 2.7.1. ESTRUTURA SETORIAL DO EMPREGO A análise espacial da estrutura do sistema produtivo no Estado do Rio de Janeiro evidencia: o maior peso relativo das atividades do setor primário nas regiões Noroeste (6,8%) e Norte Fluminense (4,5%), muito superior à média estadual (0,9%); a importância destacada da Construção Civil no Norte Fluminense (7,7%), quando este setor não chega a ocupar 4,0% do pessoal ocupado com carteira ao nível estadual; o perfil pouco industrial da mesorregião Baixadas (6,3%), compensado por sua maior especialização no comércio (24,5%) e serviços (61,9%). Destaca-se, por conseguinte, que são, aproximadamente, 290 mil trabalhadores contratados nas mesorregiões Noroeste, Norte e Baixadas (Tabela 1), ou cerca de apenas 9% da mão de obra formalmente ocupada no Estado, o que indica a presença de grande desafio para um desenvolvimento espacialmente mais equilibrado no Estado, para o qual o fortalecimento das unidades interioranas de abrangência do IF Fluminense (Figura 3) terá notória importância. Tabela 1 - Estrutura setorial do emprego formal, segundo os grandes setores de atividade econômica do IBGE e as mesorregiões do estado do Rio de Janeiro (2005). Fonte: RAIS (MTE).
  • 19. 19 Figura 3 - Mapa dos campi e núcleo avançado do Instituto Federal Fluminense. 2.7.2. ESTRUTURA DOS RENDIMENTOS DA MÃO DE OBRA FORMALMENTE OCUPADA A região Norte Fluminense, em virtude do adensamento da cadeia produtiva do petróleo, é aquela que possui maior percentual de profissionais com rendimentos superiores a 10 (dez) salários mínimos (12,4%), superando largamente a média estadual (8,3%), sustentada pela Região Metropolitana (8,8%). Estender espacialmente estas externalidades positivas da cadeia do petróleo parece ser outro importante desafio para o setor educacional, sem, contudo, perder de vista o aspecto finito desta atividade extrativista que aponta como política responsável para a região à ampliação da diversificação produtiva. Campus Campos-Centro Campus Campos-Guarus campus Macaé campus Bom Jesus do Itabapoana campus Itaperuna Campus Cabo Frio núcleo avançado de São João da Barra campus avançado de Quissamã
  • 20. 20 3. OBJETIVOS DO CURSO 3.1.OBJETIVO GERAL O objetivo geral do Curso de Engenharia de Controle e Automação é formar profissionais, engenheiros, capazes de desempenhar eficientemente suas tarefas, atendendo às exigências atuais do mundo de trabalho. 3.2.OBJETIVOS ESPECÍFICOS Como objetivos específicos do curso de Engenharia de Controle e Automação, elencam- se: • Formar recursos humanos que sejam capazes de atender às demandas do setor produtivo e de aplicar soluções inovadoras; • Estabelecer um canal de integração com o setor produtivo regional; • Formar profissionais para executar, eficientemente, atividades de desenvolvimento de projetos de automação industrial, atualização tecnológica de processos de manufatoras já existentes, gerência de equipes de manutenção e criação de novas empresas voltadas para áreas que utilizam tecnologias de ponta.
  • 21. 21 4. PERFIL PROFISSIONAL O Engenheiro de Controle e Automação deverá ter uma formação multidisciplinar, possibilitando suas atuações nas mais diversas áreas de controle e automação. O Engenheiro de Controle e Automação deverá: ter uma sólida formação em ciências básicas e de engenharia, considerando que a evolução tecnológica se processa com muita rapidez, porém com a compreensão que as tecnologias se fundamentam em princípios científicos básicos; preparar-se para o aperfeiçoamento profissional (educação continuada) e para se desenvolver nas áreas de pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico; ser um cidadão dotado de atitudes críticas, com capacidade de avaliação, julgamento, iniciativa e instrumentalização para o desenvolvimento local e regional, com ética e respeito ao ambiente e ao ser humano. 4.1.COMPETÊNCIAS GERAIS E ESPECÍFICAS 4.1.1. COMPETÊNCIAS GERAIS Visão tecnológica apurada, mas sem perder a dimensão do componente científico utilizado. Capacidade de inovação e prospecção de oportunidades junto à práxis do sistema produtivo com novas demandas geradoras de projetos. Formação multidisciplinar nas áreas de eletricidade, eletrônica, informática, controle e automação, basalisados pelos princípios de gestão e qualidade. Capacidade para elaboração e concepção de planos de instalações de automatização. Capacidade para atualização tecnológica de processos de manufatura já existentes. Exercício para a função de orientar e gestar equipes de manutenção de equipamentos de controle e automação. Capacidade para desenvolver controle automático dos processos industriais e aparelhos eletrônicos para automação. Capacidade para criação de empresas que atuam em áreas que utilizam tecnologias.
  • 22. 22 Capacidade de atualização tecnológica em áreas emergentes com aplicação direta no setor produtivo. Desenvolvimento e gerenciamento empreendedor. Visão sistêmica para integração de tecnologias de controle e automação respeitando às normas de segurança no trabalho e de preservação do meio ambiente. 4.1.2. COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS A proposta pedagógica de curso ora implantado possibilita aos egressos o desenvolvimento de competências e habilidades para: conceber, especificar, configurar e instalar sistemas automatizados; projetar e reformar máquinas e processos automatizados; avaliar o desempenho e otimização de sistemas automatizados em operação; realizar análise de segurança e manutenção dos sistemas de controle e automação; integrar sistemas automatizados isolados (ilhas de automação), concebendo uma automação completa, desde os sistemas de produção até os sistemas de gestão empresarial; desenvolver produtos, serviços e software para controle e automação industrial; gerenciar sistemas produtivos e de informações; atuar em setores industriais, comerciais e de serviços, sendo responsável pela modernização, automação e otimização desses processos; atuar em empresas de engenharia, projetando e integrando sistemas computacionais para automação industrial. 4.2. ÁREA DE ATUAÇÃO A área de engenharia é uma das responsáveis pelo desenvolvimento tecnológico, pela qualidade do meio ambiente e pela eficiência e produtividade da indústria de qualquer país, em que o conhecimento passa a ser o maior bem do setor produtivo, quesito indispensável ao desenvolvimento social e econômico. O curso de Engenharia de Controle e Automação se apresenta como um curso com ênfase industrial, especificamente no projeto de sistemas de controles automáticos para
  • 23. 23 indústrias diversas, e possibilita o concluinte a construir os conhecimentos relacionados com automação de sistemas de manufatura, atendendo às empresas de transformação que trabalham com operações mecanizadas e seqüenciais (indústria aeroespacial, automobilística, de açúcar, alimentícias e mobília), além daqueles necessários para atender a demanda de sistemas automáticos nas empresas de produção (indústria de álcool, petróleo, petroquímica, celulose, cimento, siderurgia e nuclear). No setor de petróleo, a automação é ferramenta fundamental para a otimização da produção. O profissional de controle e automação desempenha um papel importante para garantir a competitividade das empresas exploradoras de petróleo e gás, um mercado que movimenta, internacionalmente, cerca de 250 bilhões de dólares por ano. O Engenheiro de Controle e Automação tem espaço de trabalho em toda e qualquer empresa. Desde a produção de insumos básicos aos mais complexos, é absolutamente necessário manter, o mais uniforme possível, tanto as características do ambiente (pressão, temperatura, pH e outros) quanto aquelas do produto (espessura, forma, cor, volume, peso, dentre outros). Isto se obtém com mais eficiência por meio do controle automático dos processos. Este profissional também tem espaço em indústrias que buscam melhoria de processos e maior produtividade por meio da implementação de processos automáticos que maximizam a produção industrial, mantendo ou ainda aumentando a qualidade do produto final. As empresas que oferecem oportunidades de trabalho para este profissional são variadas e, dentre outras, destacam-se aquelas que podem ser clientes em potencial das técnicas de controle e automação, bem como aquelas que fornecem os serviços de controle e automação, integração de sistemas e as que vendem e desenvolvem equipamentos para automação. Além do que, devido ao perfil abrangente do profissional e à diversidade de aplicação da automação, o egresso poderá tornar-se um empresário, desenvolvendo e gerenciando seu próprio negócio. Outro campo de atuação do Engenheiro de Controle e Automação encontra-se nas áreas científicas e de desenvolvimento tecnológico, incluindo a área de controle de processos industriais: novas estruturas computacionais para controle de fabricação de aço, fabricação de autopeças e outros produtos; controle de tratamento de minérios, de destilação de petróleo, de vôo em aeronaves, de suspensão e de motores de automóveis. Nessa perspectiva, o curso de Engenharia de Controle e Automação no IF Fluminense
  • 24. 24 campus Macaé busca formar engenheiros envolvidos com o processo produtivo e com a geração e adaptação de tecnologia na área de controle e automação, tendo como atribuições no exercício da função, aspectos que vão desde a humanização do ambiente, reduzindo a atividade laboral em setores insalubres e/ou de maior risco ao trabalhador e a especificação e documentação técnica dos projetos de automação das novas instalações industriais, até o projeto e implementação de sistemas de controle avançados para a otimização das malhas de controle já existentes, passando pela coordenação e supervisão de equipes de automação formadas por técnicos de automação e demais profissionais.
  • 25. 25 5. REQUISITOS DE ACESSO AO CURSO O acesso ao curso dar-se-á em conformidade com a Constituição Federal do Brasil, com a LDBEN n° 9394/96, com o Parecer nº. 95/98, com os Decretos nº. 5.224/2004 e 5.773/2006 e também com a Lei n°. 11.892 de 29 de dezembro de 2008 que criou os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, e mediante processo seletivo de igualdades de oportunidades para acesso e permanência na instituição, garantindo o princípio da eqüidade, bem como a conclusão do ensino médio ou equivalente. O acesso ao curso dar-se-á semestralmente, por meio do processo seletivo de caráter classificatório e eliminatório - Concurso Vestibular e também pelos seguintes mecanismos: mediante processo seletivo em consonância com os dispositivos legais em vigência e edital que regulamenta as normas do concurso; ENEM (SISU) – mediante edital, contendo normas, rotinas e procedimentos que orientam o Processo Seletivo utilizando o Sistema de Seleção Unificada (SiSU) do Ministério da Educação; por transferência externa - para alunos regularmente matriculados em instituições, em cursos de áreas afins, sendo obrigatório o cumprimento mínimo de 50% do currículo do Curso; por transferência interna desde que o candidato esteja matriculado em curso de mesma área oferecido em outro campus do IF Fluminense (processo regulado por edital específico); por portadores de diploma. Para candidatos com graduação concluída, em curso autorizado ou reconhecido pelo MEC, com oferta de 10% adicionado ao total de vagas ofertadas em cada curso Esta modalidade será oferecida após o curso ser submetido ao processo de reconhecimento. O processo seletivo tem suas normas, rotinas e procedimentos fixados e publicados em Edital próprio, o qual rege todo processo. O curso de graduação em Engenharia de Controle e Automação tem suas estruturas e diretrizes curriculares estabelecidas pelas coordenações específicas e fóruns competentes, ouvindo-se os setores interessados da sociedade e obedecendo-se aos mínimos estabelecidos nas diretrizes curriculares nacionais. O Edital apresenta os critérios de validação do processo, requisitos de inscrição, oferta de vagas nos diferentes cursos, data, horário e local de realização das provas, critérios de
  • 26. 26 classificação, reclassificação e eliminação do candidato, resultado das provas e sua divulgação, adoção de recursos, prazos e condições de matrícula e outros requisitos necessários à condução satisfatória do processo. A realização do processo seletivo fica a cargo de uma Comissão Central, vinculada à Reitoria do IF Fluminense e nomeada por meio de Portaria da Reitora, a quem cabe planejar, coordenar e executar todo o processo.
  • 27. 27 6. ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA O Curso de Engenharia de Controle e Automação no IF Fluminense campus Macaé se propõe à formação, a partir do diálogo crítico e criativo com a realidade, generalista e humanista do egresso/profissional, capacitando-o a absorver e desenvolver novas tecnologias em sistemas automatizados, no que se refere ao desenvolvimento, gerenciamento, análise e aperfeiçoamento de projetos tecnológicos, bem como à conscientização do impacto social e ambiental dessas tecnologias em atendimento as demandas da sociedade. A busca da unidade entre teoria e prática e conseqüentemente a capacidade de intervir na realidade constitui o eixo norteador do trabalho educativo que fundamenta o Ensino apontando para a concepção da aprendizagem em que o currículo do curso em tela se apresenta construído por (a) um núcleo de conteúdos básicos, com cerca de 30% da carga horária mínima, (b) um núcleo de conteúdos profissionalizantes, com aproximadamente 15% da carga horária mínima, (c) um núcleo de conteúdos específicos que se constitui em extensões e aprofundamentos dos conteúdos do núcleo profissionalizante. Este núcleo se constitui em conhecimentos científicos, tecnológicos e instrumentais necessários para a definição da modalidade e garantia do desenvolvimento das competências e habilidades estabelecidas. 6.1.DA FLEXIBILIDADE CURRICULAR (APROVEITAMENTO DE ESTUDOS) O aproveitamento de conhecimentos e experiências dar-se-á desde que haja correlação com o perfil de conclusão do curso em questão, e que tenha sido adquirido em: componentes curriculares cursados em instituições de nível superior, desde que nos últimos cinco anos; qualificações profissionais adquiridas em cursos de nível superior; processos formais de certificação profissional. Assim sendo, o aluno deverá cumprir, no mínimo, 50% da carga horária total prevista para o curso no IF Fluminense campus Macaé. Para que o aluno tenha aproveitamento de estudos em um componente curricular, é necessária a compatibilidade de conteúdo e de carga horária, de, no mínimo, 75%. Os casos omissos serão encaminhados ao colegiado do curso para análise.
  • 28. 28 6.2.ORGANIZAÇÃO CURRICULAR O Engenheiro de Controle e Automação é um profissional com uma formação multidisciplinar baseada nas áreas de eletrônica, mecânica, informática e processos, além de conhecimentos sólidos nas áreas básicas tais como física e matemática. O curso está caracterizado por um modelo pedagógico flexível distribuído ao longo de seus períodos. 6.2.1. Matriz Curricular Períodos Componentes Curriculares Carga Horária Semanal Carga Horária (h/a) 1º Núcleo Básico Álgebra Linear I 4 80 Cálculo I 4 80 Física I 4 80 Física Experimental I 2 40 Gestão Ambiental 2 40 Lógica Matemática 2 40 Química 4 80 Núcleo Profissionalizante Introdução à Engenharia 2 40 Algoritmos e Técnicas de Programação 4 80 Sub total 28 560 2 2º Núcleo Básico Álgebra Linear II 4 80 Cálculo II 4 80 Desenho Técnico para a Engenharia 4 80 Física II 4 80 Física Experimental II 2 40 Introdução a Ciências dos Materiais 4 80 Probabilidade e Estatística I 2 40 Núcleo Específico Programação de Computadores 4 80 Subtotal 28 560 3º Núcleo Básico Cálculo III 4 80 Filosofia 2 40 Física III 4 80 Física Experimental III 2 40 Matemática Discreta 4 80 Probabilidade e Estatística II 2 40 Núcleo Profissionalizante Cálculo Numérico 4 80 Mecânica Geral I 4 80 Estrutura de Dados 4 80 Sub total 30 600 4 Núcleo Básico Cálculo IV 4 80
  • 29. 29 4º Física IV 4 80 Física Experimental IV 2 40 Núcleo Profissionalizante Mecânica Geral II 4 80 Eletrônica I 4 80 Fund. Matemáticos para Controle 4 80 Núcleo Específico Técnicas e Sistemas Digitais I 4 80 Circuitos Elétricos I 4 80 Sub total 30 600 5 5º Núcleo Básico Fenômenos de Transporte 4 80 Núcleo Profissionalizante Introdução à Arquitetura e Fundamentos de Computadores 4 80 Instrumentação Industrial 4 80 Introdução à Engenharia do Petróleo 2 40 Núcleo Específico Eletricidade Industrial 4 80 Controle I 4 80 Eletrônica II 4 80 Circuitos Elétricos II 4 80 Sub total 30 600 6 6º Núcleo Básico Introdução à Mecânica dos Sólidos 4 80 Metodologia Científica 2 40 Núcleo Específico Microcontroladores e Microprocessadores 4 80 Processos de Engenharia do Petróleo 4 80 Comunicação de Dados 4 80 Controle II 4 80 Técnicas e Sistemas Digitais II 4 80 Sistemas de Transdução 3 60 Sub total 29 580 7 7º Núcleo Básico Direito e Legislação 2 40 Teoria Geral da Administração 2 40 Núcleo Profissionalizante Informática Industrial 4 80 Núcleo Específico Pesquisa Operacional 4 80 Protocolos de Redes Industriais 4 80 Sistemas Pneumáticos para Automação 4 80 Controle Digital 4 80 Controle Avançado 4 80 Subtotal 28 560 8 8º Núcleo Básico Expressão Oral e Escrita 2 40 Economia 4 80 Administração de Recursos Humanos 2 40 Núcleo Específico Sistemas Supervisórios de Processos Industriais 4 80 Laboratório de Controle e Automação I 4 80 Robótica 4 80 Acionamento Hidráulico p/ Controle e Automação 4 80 Sub total 24 480 9 9º Núcleo Básico Programação Econômica e Financeira 4 80 Núcleo Profissionalizante Aspectos Econômicos e Sociais da Automação 2 40 Núcleo Específico Aspectos de Segurança Intrínseca 4 80
  • 30. 30 Projeto Final de Curso I 4 80 Laboratório de Controle e Automação II 4 80 Sub total 18 360 10º Núcleo Básico Novas Formas Organizacionais 2 40 Núcleo Profissionalizante Gestão da Produção e Operações 2 40 Segurança e Higiene no Trabalho 2 40 Núcleo Específico Projeto Final de Curso II 4 80 Sub total 10 200 Núcleo Optativo Períodos Componentes Curriculares Carga Horária Semanal Carga Horária (h/a) - Sistemas Automáticos de Árvores de Natal 4 80 - Controles de Máquinas Elétricas 4 80 - Elementos Finitos 4 80 - Introdução à Economia do Petróleo 4 80 - Inteligência Artificial 4 80 - Hidráulica Avançada 4 80 - Processos Químicos e Petroquímicos 4 80 - Programação Orientada a Eventos 4 80 Tópicos Especiais em Desenho Técnico Avançado 2 40 - Interligações Submarinas 4 80 - Valoração Econômica Ambiental 2 40 - Geoprocessamento 4 80 - Libras 2 40 Subtotal 22 480 Integralização Curricular: 5.100 h/a Projeto Final – 160 h/a Estágio Curricular – 240 h/a Optativa – 240 h/a Total: 5.580 h/a 6.2.2. Práticas Pedagógicas A metodologia de ensino do Curso Superior em Engenharia de Controle e Automação do IF Fluminense campus Macaé incorpora métodos que permitem ao aluno o desafio de aliar teoria e prática. Busca-se não somente o cumprimento dos programas, mas o envolvimento
  • 31. 31 dos alunos, sua participação ativa no processo de construção do conhecimento, oportunizando assim o desenvolvimento de novas competências e habilidades. As práticas pedagógicas se orientam para atividades que conduzem o aluno, em cada componente curricular, para o perfil de profissional esperado e para a formação da cidadania. Dentre essas práticas evidenciam-se: I. Participação em atividades acadêmicas curriculares extensionistas, tais como: feiras, cursos, palestras, seminários, visitas técnicas, mantendo o aluno em sintonia com a realidade e acompanhando a modernização do setor. II. Participação em Projetos Institucionais, tais como: projetos de pesquisa, monitoria, apoio tecnológico e extensão. III. Aulas expositivas, utilizando-se de multimeios de informação e comunicação – a introdução das ferramentas computacionais da tecnologia educacional busca ampliar as possibilidades de construção interativa entre o aluno e o contexto instrucional em que se realiza a aprendizagem. IV. O aprender a aprender, sempre de forma contínua e autônoma, através da interação com fontes diretas (observação e coletas de dados) e fontes indiretas (diversos meios de comunicação, divulgação e difusão: relatórios técnico-científicos, artigos periódicos, livros, folhetos, revistas técnicas, jornais, arquivos, mídia eletroeletrônica e outras, da comunidade científica ou não). Estão previstas, no planejamento das práticas pedagógicas, a integração das atividades dos componentes curriculares, a saber: Aulas: o aluno participa de aulas com exposição dialogada, envolvendo e desenvolvendo atividades em grupo, incluindo-se oficinas e workshops. Pesquisa / Projeto: o aluno é incentivado a realizar pesquisas em campo, bem como mediante os livros, jornais e revistas, internet e outros meios, além de vincular o projeto à prática em si. Exercícios: os alunos são estimulados a realizar exercícios com o objetivo de fixar as bases tecnológicas e científicas, tanto em sala de aula como fora dela, em todo o percurso formativo, bem como no uso de laboratórios, no sentido de incrementar a interrelação teoria-prática.
  • 32. 32 Debates: são realizados debates com objetivo de avaliar o grau de aquisição das competências respectivas dos alunos, bem como para medir habilidades e o aperfeiçoamento de vivências. Trabalhos Práticos: são aplicados trabalhos práticos, de acordo com os objetivos previstos, para acompanhamento das práticas profissionais. Seminários: para melhor fixação dos conteúdos propostos, são realizados seminários e palestras sobre assuntos pertinentes ao perfil profissional e ao conjunto de bases tecnológicas do período, com opiniões de outros profissionais do meio, além de os alunos poderem observar e acompanhar os avanços tecnológicos específicos na área profissional. Atividades Extraclasses: são realizadas visitas técnicas em empresas da região, eventos, feiras e congressos, entre outros, de modo a complementar os conhecimentos adquiridos, como também simulações situacionais do cotidiano de trabalho. Ao término de cada atividade extraclasse, os alunos apresentarão relatórios e/ou meios de discussão sobre o evento e a sua interação com o trabalho em si. Avaliações: a avaliação do desempenho do aluno deverá ser contínua e cumulativa, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos ao longo de cada um dos dez semestres, considerando que a avaliação deve ser entendida como um processo continuado e constante na obtenção de informações, de análise e de interpretação da ação educativa, visando ao aprimoramento do trabalho acadêmico. Essas práticas didático- pedagógicas são desenvolvidas também em ambientes de laboratórios, onde os alunos vivenciam procedimentos operacionais. 6.2.3. Planos de Ensino por componente curricular ANEXO I
  • 33. 33 7. CORPO DOCENTE 7.1. COORDENADOR DO CURSO CURRICULUM VITAE (CV) Dados Pessoais Nome: Robson da Cunha Santos End.: Rua Pastor Paulo Manhard, 58B – Praia Grande Cidade: Arraial do Cabo UF: RJ CEP: 28930-000 Fone: 0xx (22) 2622-4420 Fax: 0xx (22) 2733-3079 e-mail: rcunha@iff.edu.br CPF: 004.306.387-01 RG: 93102240-2 CREA/RJ Regime de trabalho: 40 horas Data de contratação: 30/12/2008 Titulação Formação Descrição Graduação Engenharia Elétrica – ênfase em Sistemas de Potência – UCP Mestrado Ciência da Computação – UFF/RJ 7.2. DESCRIÇÃO DO CORPO DOCENTE Nome Titulação Adriano Jorge Figueira Mestrado Alexandre Nunes Barreto Mestrado Amaro Evaldo de Deus Especialista Ana Paula Lopes Siqueira Mestrado André Bellieny Roberto da Silva Mestrado Angélica da Cunha dos Santos Mestrado Antônio Carlos Nascimento da Rosa Especialista Augusto Eduardo Miranda Pinto Mestrado Claudio Marques de Oliveira Especialista Clayton Wagner Silva Gusmão Especialista Clério Carneiro Junior Mestrado Dalson Ribeiro Nunes Especialista Edson Barros de Menezes Mestrado Fernanda Costa Demier Doutorado Heraldo dos Santos - substituto Especialista Ivan Costa Silva Doutorado Jader Lugon Junior Doutorado
  • 34. 34 José Augusto Ferreira Silva Doutorado Lenilson Guimarães da Fonseca Junior Especialista Luciana Pinheiro de Oliveira – substituto Especialista Luciano Braga de Lacerda Mestrado Luiz Alberto Oliveira Lima Roque Mestrado Luiz Carvalho Braga Mestrado Marcelo Fagundes Felix Doutorado Marcelo Rocha da Silva Mestrado Marcos Antônio Cruz Moreira Doutorado Margarida Lourenço Castelló Mestrado Maria Inês Paes Ferreira Doutorado Marques Fredman Mescolin Mestrado Nelma Ferreira dos Santos Mestrado Paulo Rogério Nogueira de Souza Doutorado Phillipe Araujo Leboeuf Mestrado Roberta Braga Torres Mestrado Robson da Cunha Santos Mestrado Selene Dias Ricardo de Andrade Mestrado Sérgio Augusto da Silva Tenório Especialista Slavson Silveira Motta Mestrado Valdeci Donizeti Gonçalves Doutorado 7.3. POLÍTICAS DE APERFEIÇOAMENTO, QUALIFICAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DOCENTE DO CURSO A política de capacitação do IF Fluminense, onde o campus Macaé encontra-se inserido, vem sendo desenvolvida nos últimos anos destacando a importância do desenvolvimento dos recursos humanos como condição indispensável para aprimorar a eficiência da administração pública e a qualidade dos serviços prestados à sociedade. O IF Fluminense oferece aos seus servidores (docentes e técnico-administrativos), programas de incentivo à Pós-graduação Stricto Sensu e Lato Sensu; Graduação e Atualização, objetivando
  • 35. 35 ampliar o nível de qualificação com vista a atender ao desenvolvimento do ensino, da pesquisa e da extensão desde o nível básico à pós-graduação. Para tanto, elaborou-se uma normativa de incentivo e regulamentação da atualização. 7.3.1. Plano de Carreira Docente Os servidores ocupantes do cargo de Professor deste Instituto estão enquadrados na Carreira de Magistério do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico, criada a partir da edição da medida provisória nº 431 de 14/05/2008, convertida na Lei 11.784 de 22/09/2008, publicada no D.O.U. de 23/09/2008. Quanto ao regime de trabalho, o artigo 112 da referida lei estabelece três tipos de regime, a saber: 1. tempo parcial de 20 (vinte) horas semanais de trabalho; 2. tempo integral de 40 (quarenta) horas semanais de trabalho, em 2 (dois) turnos diários completos; ou 3. dedicação exclusiva, com obrigação de prestar 40 (quarenta) horas semanais de trabalho em 2 (dois) turnos diários completos e impedimento do exercício de outra atividade remunerada, pública ou privada.
  • 36. 36 8. INFRAESTRUTURA 8.1. INFRAESTRUTURA FÍSICA E RECURSOS MATERIAIS Dependências Quantidade m2 Sala de Direção 1 59,66 Sala de Coordenação 2 76,00 Sala de Professores 1 44,08 Sanitários 12 183,19 Pátio Coberto / Área de Lazer / Convivência 3 426,00 Setor de Atendimento 1 27,30 Praça de Alimentação 1 400,00 Auditórios 1 330,00 Sala de Áudio/ Vídeo / Projeção / Apoio 6 271,80 Sala de Leitura/Estudos 1 15,40 Setor Médico e Enfermaria 1 27,23 Outros 1 2088,10 8.2. INFRAESTRUTURA DE ACESSIBILIDADE ÀS PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECÍFICAS O IF Fluminense avalia constantemente se a Instituição atende às pessoas com necessidades educativas específicas no que tange ao convívio e ao cumprimento da Portaria Ministerial nº. 1679/99, facilitando a acessibilidade dos portadores de deficiências físicas e garantindo, no projeto arquitetônico do IF Fluminense, a construção de rampas e passarelas interligando todos os pisos e diferentes blocos; construção de lavatórios com portas amplas e banheiros adaptados com portas largas e barras de apoio, lavabos e bebedouros acessíveis aos usuários de cadeiras de roda; identificação de salas em braile, reserva de vaga no estacionamento para desembarque e embarque de pessoas com necessidades educativas especiais. A legislação vigente considera a acessibilidade como possibilidade e condições de alcance para utilização, com segurança e autonomia, dos espaços, mobiliário e equipamentos urbanos, das edificações, dos transportes e dos sistemas e meios de comunicação por pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida (BRASIL, 1994; BRASIL, 1998). Considerando as demandas existentes o IF Fluminense campus Macaé vem nos últimos anos viabilizando e implementando adequações arquitetônicas (rampas de acesso a
  • 37. 37 todos os ambientes, corrimão e banheiros adaptados) que possibilitem não apenas o acesso, mas também a permanência das pessoas com necessidades educacionais específicas. Compreende-se que eliminando as barreiras físicas, capacitando o pessoal docente e técnico para atuar com essa clientela e executando ações de conscientização com todo o corpo social do IF Fluminense, pode-se eliminar preconceitos e oportunizar a colaboração e a solidariedade entre colegas. 8.3 INFRAESTRUTURA DE INFORMÁTICA 8.3.1 LABORATÓRIO DE SOFTWARE Laboratório 01 Área (m2 ) Capacidade (nº de alunos) m2 por aluno 46 40 1,15 Qtde. Especificações 24 Microcomputadores interligados a rede local e Internet 24 Estabilizadores 16 Mesas com capacidade para 3 alunos 01 Quadro branco para caneta pincel 01 Caixa de som 02 Aparelhos de ar condicionado com 18000 btus Laboratório 02 Área (m2 ) Capacidade (nº de alunos) m2 por aluno 46 40 1,15 Qtde. Especificações 24 Microcomputadores interligados a rede local e Internet 24 Estabilizadores 16 Mesas com capacidade para 3 alunos 01 Quadro branco para caneta pincel 01 Caixa de som 02 Aparelhos de ar condicionado com 18000 btus Micródromo Área (m2 ) Capacidade (nº de alunos) m2 por aluno 46 40 1,15 Qtde. Especificações 20 Microcomputadores interligados a rede local e Internet 01 Impressora 16 Mesas com capacidade para 3 alunos 01 Quadro branco para caneta pincel 01 Caixa de som 02 Aparelhos de ar condicionado com 18000 btus
  • 38. 38 Laboratório Banco de Dados / Programação Área (m2 ) Capacidade (nº de alunos) m2 por aluno 36 20 1,80 Qtde. Especificações 16 Microcomputadores interligados a rede local e Internet 12 Estabilizadores 01 Bancada para professor 10 Bancadas com capacidade para 2 alunos 01 Quadro branco para caneta pincel 01 Switch com 24 portas 01 Ventilador Laboratório de Geomática Área (m2 ) Capacidade (nº de alunos) m2 por aluno 45 20 2,25 Qtde. Especificações 12 Microcomputadores interligados a rede local e Internet 09 Bancadas com capacidade para 2 alunos 01 Quadro branco para caneta pincel 01 Switch com 24 portas 01 Scanner Cartográfico 02 Aparelhos de ar condicionado 12000 btus 01 No break 01 Projetor multimídia 8.4. INFRAESTRUTURA DE LABORATÓRIOS ESPECÍFICOS À ÁREA DO CURSO 8.4.1. LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA I Laboratório – Eletrônica I Área (m2 ) Capacidade (nº de alunos) m2 por aluno 43,43 28 1,55 Qtde. Especificações 04 Bancada com capacidade para 7 alunos 04 Osciloscópio 20MHZ com dois canais 04 Fontes de alimentação tensão contínua regulável de 0 a 30 Vcc 04 Osciloscópio digital 25MHZ com dois canais tela colorida 04 Multímetro digital portátil 04 Gerador de função digital 04 Frequêncimetro 04 Multímetro analógico portátil
  • 39. 39 8.4.2. LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA II Laboratório – Eletrônica II Área (m2 ) Capacidade (nº de alunos) m2 por aluno 45,36 35 1,29 Qtde. Especificações 07 Bancada com capacidade para 5 alunos 07 Osciloscópio Digital 25MHZ com dois canais tela colorida 06 Fontes de alimentação tensão contínua regulável de 0 a 30 Vcc 06 Gerador de Função 07 Multímetro digital portátil 03 Multímetro analógico portátil 04 Frequêncimetro 8.4.3. LABORATÓRIO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS E ELETROMAGNETISMO Laboratório – Maq.Elétrica e Eletromagnetismo Área (m2 ) Capacidade (nº de alunos) m2 por aluno 52,00 35 1,48 Qtde. Especificações 03 Bancada com capacidade para 5 alunos 20 Carteira estudantil 03 Osciloscópio Digital 25MHZ com dois canais tela colorida 03 Fontes de alimentação tensão contínua regulável de 0 a 30 Vcc 03 Multímetro digital portátil 02 Feedback System Frame 91-200 06 Feedback Serie 61 01 Feedback Serie 60 01 Feedback Serie 91 01 Feedback Serie 476 03 Conjunto 2 motores 01 Servo Trainer 01 Painel solar 8.4.4. LABORATÓRIO DE COMANDOS E PROTEÇÃO Laboratório – Comandos e Proteção Área (m2 ) Capacidade (nº de alunos) m2 por aluno 52,00 12 4,33 Qtde. Especificações 02 Bancada lateral com capacidade para 6 alunos 04 Osciloscópio Digital 25MHZ com dois canais tela colorida 02 Fontes de alimentação tensão contínua regulável de 0 a 30 Vcc 04 Multímetro digital portátil 05 Motor trifásico 01 Conjunto 2 motores
  • 40. 40 8.4.5. LABORATÓRIO DE FÍSICA Laboratório - Física Área (m2 ) Capacidade (nº de alunos) m2 por aluno 49,00 30 1,63 Qtde. Especificações 05 Bancada com capacidade para 6 alunos 03 Osciloscópio Digital 20MHZ com dois canais 02 Fontes de alimentação tensão contínua regulável de 0 a 24 Vcc 02 Fontes de alimentação tensão contínua regulável de 0 a 15 Vcc 01 Painel de forças 04 Conjunto carro colchão de ar 04 Gerador de fluxo de ar 01 Banco ótico linear 06 Conjunto dinamômetro tubular 02 Espectrumtube 01 Gerador de Van Der Graph 03 Paquímetro 10 Micrômetros 02 Painel para hidrostática 02 Lanterna três fachos 02 Lanterna laser 01 Kit interferometria 06 Multímetro digital portátil 02 Centelhador 02 Kit óptica 02 Gerador de ondas mecânica acculab 01 Kit eletricidade-magnetismo 01 Conjunto acústica Shuller 01 Balança bi volt 01 Cronometro 8.4.6. LABORATÓRIO DE PNEUMÁTICA E HIDRÁULICA Laboratório – Pneumática e Hidráulica Área (m2 ) Capacidade (nº de alunos) m2 por aluno 60,00 35 1,71 Qtde. Especificações 03 Sistema didático para treinamento da Festo compostos por circuitos atuadores pneumáticos, válvulas pneumáticas, direcionais, de bloqueio e pressão por ar comprimido composto de: gabinete para montagem, conjunto básico de componentes de automação por ar comprimido, conjunto básico de componentes de automação por ar comprimido acionados eletricamente, cabos elétricos, fonte de alimentação 01 Tanque de limpeza 01 Prancheta de desenho 35 Carteira estudantil
  • 41. 41 8.4.7. LABORATÓRIO DE AUTOMAÇÃO Laboratório – Automação Área (m2 ) Capacidade (nº de alunos) m2 por aluno 35,50 12 2,95 Qtde. Especificações 01 Ar Condicionado 21000 BTU 02 Armário 23 Cadeira 13 Carteira Estudantil - Computador 04 AMD Athlon 64 3500+ (2.33 GHz) 02 AMD Athlon MP (1.1GHz) 04 AMD Duron (1.1 GHz) 05 Dual core E5300 (2.6 GHz) 05 Core 2 duo E4500 ( 2.2 GHz) 02 Core 2 duo E7200 (2.53 GHz) 01 Estabilizador 02 Filtro de linha (3 tomadas) 01 Filtro de linha (4 tomadas) 05 Filtro de linha (6 tomadas) 01 Fonte DC 03 Hub 06 Kit ITS PLC (Software + PLC Schneider Twido + Modulo de aquisição de dados) 05 Kit Lego Mindstorm NXT1 03 Kit Lego Mindstorm NXT2 12 Pilha Recarregável 04 PLC Allen Bradley MicroLogix 1000 01 PLC Allen Bradley SLC500 01 Quadro Branco 8.4.8. LABORATÓRIO – QUÍMICA Laboratório – Química Área (m2 ) Capacidade (nº de alunos) m2 por aluno 49,00 20 2,45 Qtde. Especificações 01 Balança analítica fechada 02 Balança analítica aberta 02 Capelas 01 Bomba de vácuo 10 Suporte universal 10 Argolas 05 Tela de amianto 02 Manta de aquecimento 02 Placa de aquecimento 01 Phmêtro 02 Termômetro digital 01 Estufa 12 Funil 12 Condensador
  • 42. 42 12 Erlenmeyer 12 Proveta 12 Becker 12 Pipeta 12 Bureta 24 Tubo de ensaio 12 Ampola de decantação 12 Balcão volumétrico 15 Reagentes 12 Garras e mufas 01 Balança analítica fechada 8.4.9. LABORATÓRIO DE SISTEMAS EMBARCADOS Laboratório – Sistemas Embracados Área (m2 ) Capacidade (nº de alunos) m2 por aluno 35,6 20 1,78 Qtde. Especificações 11 Microcomputadores 01 Quadro branco para caneta pincel 04 Bancadas para microcomputador com capacidade para 18 alunos ao todo 09 Placas didáticas KIT microcontrolador 16F877A - Cerne 03 Placas gravadoras de PIC ICD2USB - Cerne 08 Placas didáticas PICMASTER 18F452 - Cerne 07 Placas didáticas KIT microcontrolador PIC MASTER 18F4550 - Cerne 08 Placas didáticas KIT microcontrolador ARMlab - Cerne 08 Placas didáticas KIT microcontrolador 8051 MASTER – Cerne 04 Placas didáticas KIT microcontrolador DSPCILAB - Cerne 01 Osciloscópio Instek GDS-1022 04 Fonte AC/DC 110/220V FTG 01 Gerador de funções Minipa MGF-4200 01 Multímetro digital Minipa ET2042C 8.4.10. LABORATÓRIO DE CONTROLE DE PROCESSO Laboratório – Controle de Processo Área (m2 ) Capacidade (nº de alunos) m2 por aluno 53,90 25 2,16 Qtde. Especificações 1 Planta didática SMAR para controle de nível, temperatura e vazão 4 Kit didático Minipa para controle de servomotor 2 Kit didático Feedback para controle de servomotor (analógico) 1 Kit didático Feedback para controle de servomotor (digital) 6 Kit Lego para robótica 2 Osciloscópio digital 2 Gerador de forma de onda 1 Fonte de alimentação 1 Estação de solda 8 Microcomputador 3 Braço robot - Mentor 1 Placa Solar - Solarex 1 Placa Solar – ASE
  • 43. 43 2 Aparelho para testar manômetros - Record
  • 44. 44 9. BIBLIOTECA A Biblioteca, órgão ligado às Diretorias de Ensino, é a responsável por todo o acervo e tem como objetivo prover de informações o ensino, a pesquisa e a extensão do Instituto. Tem capacidade para receber 74 pessoas simultaneamente e disponibiliza 01 espaço, distribuído em 205,72m2 destinados a: a) Armazenamento do acervo bibliográfico b) Estudo individual c) Estudo em grupo. (possibilidade de 02 grupos com 08 pessoas) d) Tratamento técnico e restauração e) Atendimento ao público. A Biblioteca tem convênio com: a rede COMUT - que permite a obtenção de cópias de documentos técnico-científicos disponíveis nos acervos das principais bibliotecas brasileiras e em serviços de informação internacionais; o Portal de Periódico da CAPES - que oferece acesso aos textos completos de artigos selecionados de mais de 15.475 revistas internacionais, nacionais e estrangeiras, e 126 bases de dados com resumos de documentos em todas as áreas do conhecimento. Inclui também uma seleção de importantes fontes de informação acadêmica com acesso gratuito na Internet; a Biblioteca Nacional. Consórcio Eletrônico de Bibliotecas - que objetiva apoiar o desenvolvimento dos projetos de automação bibliográfica no Brasil, permitindo às bibliotecas brasileiras, por meio do compartilhamento dos recursos de catalogação on line da Biblioteca Nacional, a formação de bases de dados locais ou de redes de bases regionais; o Programa de Compartilhamento de Bibliotecas entre Instituições de Ensino Superior - que visa estabelecer parcerias para a utilização de recursos entre bibliotecas do estado do Rio de Janeiro, com a finalidade de promover a racionalização do uso desses recursos e, também, o melhor atendimento aos usuários dessas bibliotecas. O sistema de classificação é o CDD, a catalogação segue o AACR2-Anglo-American Cataloguing Rules e Tabela de Cutter-Sanborn. Todos os documentos estão preparados com
  • 45. 45 etiqueta de lombada e disponíveis para empréstimo, segundo regulamento aprovado pela direção. A consulta ao catálogo de todo acervo é disponibilizada através da Internet e dos terminais localizados na própria biblioteca. Contamos com câmeras de segurança e sistema antifurto que facilitam o controle de saída e segurança do acervo. 9.1. EQUIPE TÉCNICA Na realização dos serviços, contamos com 01 bibliotecária, 04 assistentes administrativos, 01 recepcionista terceirizados e 15 bolsistas de trabalho. 9.2. ACERVO O acervo da Biblioteca é constituído de: a) livros técnico-científicos e literários - um acervo de 3.085 títulos nacionais e estrangeiros; b) 502 exemplares de livros de referência (enciclopédia, dicionário, Atlas, mapas, biografias, anuários, dados estatísticos, almanaques); c) Uma coleção especial (monografias) com 43 exemplares; d) periódicos (revistas, jornais, boletins) de títulos técnico-científicos, nacionais e estrangeiros, destinados a todos os cursos do Instituto. Reúne aproximadamente 5.000 fascículos. 9.2.1. QUADRO RESUMO DO ACERVO POR UNIDADE CURRICULAR Unidade Curricular Referências de Títulos/Periódicos Álgebra Linear I Básica BOLDRINI, Jose Luiz et al. Álgebra linear. 3. ed. amp. e rev. São Paulo: Harbra, 1986. COIMBRA, Alberto Luiz. Álgebra linear aplicada: vetores: lições e exemplos. Rio de Janeiro: Didática e Científica, 1991. CALLIOLI, Carlos A. (Carlos Alberto); DOMINGUES, Hygino Hugueros; COSTA, Roberto Celso Fabrício. Álgebra linear e aplicações. 6. ed. São Paulo: Atual, 1998.
  • 46. 46 Complementar LIPSCHUTZ, Seymour. Álgebra linear: resumo da teoria, 600 problemas resolvidos, 524 problemas propostos. 2. ed. rev. - São Paulo: McGraw-Hill, 1972. Cálculo I Básica ANTON, Howard. Cálculo: um novo horizonte. Tradução de Cyro de Carvalho Patarra, Márcia Tamanaha. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2000. Vol.1 LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. Tradução de Cyro de Carvalho Patarra. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994. v. 1 GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2001. v. 1 Complementar MUNEM, Mustafa A; FOULIS, David J. Cálculo. Tradução de André Lima Cordeiro ... [et al.]; supervisão de Mario Ferreira Sobrinho. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1982. v. 1 STEWART, James. Cálculo; Vol.1 6. ed. Editora Pioneira, 2009. Física I Básica RESNICK, Robert; HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S. Física 1. 5. ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2003. v.1 NUSSENZVEIG, H. M. (Herch Moyses). Curso de física básica: 1- mecânica. 4. ed., rev. São Paulo: E. Blucher, 2002. v. 1 HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c1996. Complementar RODITI, Itzhak. Dicionário Houaiss de física. Ilustração de Verônica Françoise Teicher. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005. TIPLER, Paul Allen. Física. Tradução de Horácio Macedo. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1984. Física Experimental I Básica CAMPOS, JOSÉ ADOLFO S. de. Introdução às ciências físicas 1. 5. ed Rio de Janeiro: Fundação CECIERJ, 2011. v.3 SOUZA, CARLOS FARINA DE.; PINTO, Marcus Venicius Cougo; SOARES FILHO, Paulo Carrilho. Física 1A. Rio de Janeiro: Fundação CECIERJ, 2009. v.1 e 2. Complementar RODITI, Itzhak. Dicionário Houaiss de física. Ilustração de Verônica Françoise Teicher. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005 HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física: mecânica. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996. 4 v. NUSSENZVEIG, H. M. (Herch Moyses). Curso de física básica: 1- mecânica. 4.ed., rev. São Paulo: E. Blucher, 2002. 4v. TIPLER, Paul Allen. Física. Tradução de Horácio Macedo. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1984. 2v
  • 47. 47 Gestão Ambiental Básica BRAGA, Benedito et al. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. MAY, Peter H. (Org.); LUSTOSA, Maria Cecília (Org.); VINHA, Valéria da (Org.). Economia do meio ambiente: teoria e prática. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. BAIRD, Colin; GRASSI, Marco Tadeu (Consult.). Química ambiental. Tradução de Maria Angeles Lobo Recio, Luiz Carlos Marques Carrera. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2002. Complementar WILSON, Edward Osbone. Diversidade da vida. Tradução de Carlos Afonso Malferrari. São Paulo: Companhia das Letras, 1994. FELLENBERG, Gunter. Introdução aos problemas da poluição ambiental. São Paulo: EPU, 1980. Lógica Matemática Básica ALENCAR FILHO, Edgard de. Iniciação à lógica matemática. São Paulo: Nobel, 1975. MACHADO, Nilson Jose et al. Matemática por assunto. São Paulo: Scipione, 1988-1995. CASTRUCCI, Benedito. Introdução à lógica matemática. 5. ed São Paulo: Nobel, 1982. Complementar HEGENBERG LEÔNIDAS. Lógica: o cálculo dos predicados. São Paulo: Herder SAVULESCU, Savu Crivat. Grafos, dígrafos e redes elétricas: aplicações na pesquisa operacional. São Paulo: IBEC, 1980. Química Básica RUSSELL, John Blair; BROTTO, Maria Elizabeth (Coord.). Química geral. Tradução e revisão técnica Márcia Guekezian. 2. ed São Paulo: Makron Books do Brasil, c1982-1994. v. 2 ALLINGER, Norman L et al. Química orgânica. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c1976 BRADY, James E; HUMISTON, Gerard E. Química geral. Tradução de Cristina Maria Pereira dos Santos. 2. ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1986. v.1. Complementar ATKINS, P.W. (Peter William); JONES, Loretta. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. Tradução de Ricardo Bicca de Alencastro. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. FONSECA, Martha Reis Marques da. Química: química geral. São Paulo: Ed. FTD, 1992. Introdução à Engenharia Básica BAZZO, Walter Antonio; PEREIRA, Luz Teixeira do Vale. Introdução à engenharia: conceitos, ferramentas e comportamento. 2. ed. Florianópolis: Ed. UFSC, 2010. MORAES, Cícero Couto de; CASTRUCCI, Plinio. Engenharia de automação industrial. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2007. THOMAS, José Eduardo (Org.). Fundamentos de engenharia de petróleo. Rio de Janeiro: Interciência, 2001.
  • 48. 48 Complementar ROSA, Adalberto José; CARVALHO, Renato de Souza; XAVIER, José Augusto Daniel. Engenharia de reservatórios de petróleo. Rio de Janeiro: Interciência, 2006. BRAGA, Benedito et al. Introdução à engenharia ambiental. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. Algoritmos e Técnicas de Programação Básica SCHILDT, Herbert. C, completo e total. Tradução e revisão técnica Roberto Carlos Mayer. 3. ed. rev. e atual. São Paulo: Makron Books, 1997. VAREJÃO, Flávio. Linguagens de programação: java, C e ++ e outras : conceitos e técnicas. Rio de Janeiro: Elsevier: Campus, 2004. MANZANO, José Augusto N. G. Estudo dirigido: linguagem C. 2.ed. São Paulo: Livros Érica, 1998.. Complementar KERNIGHAN, Brian W; RITCHIE, Dennis M. C: a linguagem de programação. Porto Alegre: EDISA, 1986. HERGERT, Douglas; VEIGA, Edna Emi Onoe (Tradu.). O ABC do turbo C. Revisão técnica Roberto Carlos Mayer. São Paulo: McGraw-Hill Book, 1991. GOTTFRIED, BYRON S.; PARRA, Ana Beatriz Correa da Costa (Tradu.). Programando em C. Revisão técnica Edison Raymundi Junior. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1993. LAFORE, Robert. The Waite group's turbo C: programming for the pc. EUA: Howard W. Sams & Co, 1987. LOPES, Anita; GARCIA, Guto. Introdução à programação: 500 algoritmos resolvidos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2002. Álgebra Linear II Básica COIMBRA, Alberto Luiz. Álgebra linear aplicada: vetores: lições e exemplos. Rio de Janeiro: Didática e Científica, 1991. CALLIOLI, Carlos A. (Carlos Alberto); DOMINGUES, Hygino Hugueros; COSTA, Roberto Celso Fabrício. Álgebra linear e aplicações. 6. ed. São Paulo: Atual, 1998 BOLDRINI, Jose Luiz et al. Álgebra linear. 3. ed. amp. e rev. São Paulo: Harbra, 1986. Complementar LIPSCHUTZ, Seymour. Álgebra linear: resumo da teoria, 600 problemas resolvidos, 524 problemas propostos. 2. ed. rev. - São Paulo: McGraw-Hill, 1972. Cálculo II Básica LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. Tradução de Cyro de Carvalho Patarra. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994. v. 2 MUNEM, Mustafa A; FOULIS, David J. Cálculo. Tradução de André Lima Cordeiro ... [et al.]; supervisão de Mario Ferreira Sobrinho. Rio de Janeiro: Guanabara, 1982. v. 2 GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2001. v. 2 Complementar ANTON, Howard. Cálculo: um novo horizonte. Tradução de Márcia Tamanaha, Cyro de Carvalho Patarra. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2000. v. 2 STEWART, James; Cálculo; Vol.I; Editora Pioneira; 4. edição.
  • 49. 49 Desenho Técnico para a Engenharia Básica FRENCH, Thomas E; VIERCK, Charles J. Desenho técnico e tecnologia gráfica. Tradução de Eny Ribeiro Esteves ... [et al.]. 8. ed. São Paulo: Globo, 2005. PEREIRA, Aldemar. Desenho técnico básico. 9ed Rio de Janeiro: F. Alves, 1990. DEL MONACO, Gino; RE, Vittorio. Desenho eletrotécnico e eletromecânico: para técnicos, engenheiros, estudantes de Engenharia e Tecnologia Superior e para todos os interessados no ramo. Tradução, revisão e notas Edson Bini; supervisão de Maxim Behar. São Paulo: Hemus, 2004. Complementar MAGUIRRE, D. E.; SIMMONS, C.H. Desenho técnico. Tradução de Luiz Roberto Godoi de. Vidal. São Paulo: Hemus, 1982. DEHMLOW, M.; KIEL, E. Desenho mecânico. São Paulo: EDUSP, 1974. 48 p. v.2 Física II Básica RESNICK, Robert; HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S. Física 2. 5.ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2003. NUSSENZVEIG, H. M. (Herch Moyses). Curso de física básica: 2- fluidos, oscilações e ondas, calor. 4. ed São Paulo: E. Blucher, 2002. v. 2 WALKER, Jearl. Fundamentos de física: gravitação, ondas e termodinâmica. Tradução de Amy Bello Barbosa de..[et al.] Oliveira; revisão técnica Gerson Bazo Costamilan. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996. v.2 Complementar RODITI, Itzhak. Dicionário Houaiss de física. Ilustração de Verônica Françoise Teicher. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005. TIPLER, Paul Allen. Fisica. Tradução de Horácio Macedo. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1984. 2v Física Experimental II Básica CAMPOS, JOSÉ ADOLFO S. de. Introdução às ciências físicas 1. 5.ed Rio de Janeiro: Fundação CECIERJ, 2011. v.3 SOUZA, CARLOS FARINA DE.; PINTO, Marcus Venicius Cougo; SOARES FILHO, Paulo Carrilho. Física 1A. Rio de Janeiro: Fundação CECIERJ, 2009. v.1 e 2. Complementar RODITI, Itzhak. Dicionário Houaiss de física. Ilustração de Verônica Françoise Teicher. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005 HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física: mecânica. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1996. 4 v. NUSSENZVEIG, H. M. (Herch Moyses). Curso de física básica: 1- mecânica. 4. ed., rev. São Paulo: E. Blucher, 2002. 4v. TIPLER, Paul Allen. Física. Tradução de Horácio Macedo. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1984. 2v
  • 50. 50 Introdução às Ciências dos Materiais Básica VAN VLACK, Lawrence H. Princípios de ciência e tecnologia dos materiais. Tradução de Edson Monteiro. Rio de Janeiro: Campus, 1984. CALLISTER, William D. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. Tradução de Sérgio Murilo Stamile Soares; revisão técnica José Roberto Moraes D' Almeida. 7. ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2008. PARETO, Luis. Resistência e ciência dos materiais: tração e compressão; flexão e cisalhamento; torção; resistência composta; ferros e aços; os metais e suas ligas; materiais não metálicos, ... Tradução de Joshuah de Bragança Soares. São Paulo: Hemus, 2003. Complementar CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia mecânica: estrutura e propriedades das ligas metálicas. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1986. v. 1 FREIRE, J. M. Tecnologia Mecânica. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1976. Probabilidade e Estatística I Básica MONTGOMERY, Douglas C.; RUNGER, George C. Estatística aplicada e probabilidade para engenheiros. Tradução de Verônica Calado. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2003. COSTA NETO, Pedro Luiz de Oliveira. Estatística. 2. ed. rev. atual Sao Paulo: E. Blucher, 2002. OSTA, Sérgio Francisco. Introdução ilustrada à estatística. Ilustração de Maria Paula Santo. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1998. Complementar HAZZAN, Samuel. Fundamentos de matemática elementar 5: combinatória, probabilidade. 7. ed São Paulo: Atual, 2010. MEYER, Paul L. Probabilidade: aplicações à estatística. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1974. Programação de Computadores Básica SCHILDT, Herbert. C, completo e total. Tradução e revisão técnica Roberto Carlos Mayer. 3. ed. rev. e atual. São Paulo: Makron Books, 1997. VAREJÃO, Flávio. Linguagens de programação: java, C e ++ e outras : conceitos e técnicas. Rio de Janeiro: Elsevier: Campus, 2004. TENENBAUM, Aaron M; LANGSAM, Yedidyah; AUGENSTEIN, Moshe J. Estruturas de dados usando C. Tradução de Teresa Cristina Felix de Souza. Sao Paulo: Makron Books, 1995. MANZANO, José Augusto N. G. Estudo dirigido: linguagem C. 2.ed. São Paulo: Livros Érica, 1998. Complementar KERNIGHAN, Brian W; RITCHIE, Dennis M. C: a linguagem de programacao. Porto Alegre: EDISA, 1986. HERGERT, Douglas; VEIGA, Edna Emi Onoe (Tradu.). O ABC do turbo C. Revisão técnica Roberto Carlos Mayer. São Paulo: McGraw-Hill Book, 1991. GOTTFRIED, BYRON S.; PARRA, Ana Beatriz Correa da Costa (Tradu.). Programando em C. Revisão técnica Edison Raymundi Junior. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1993. LAFORE, Robert. The Waite group's turbo C: programming for the pc. EUA: Howard W. Sams & Co, 1987. LOPES, Anita; GARCIA, Guto. Introdução à programação: 500 algoritmos resolvidos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2002.
  • 51. 51 Cálculo III Básica GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5. ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2002. v. 3 e 4. ANTON, Howard. Cálculo: um novo horizonte. Tradução de Márcia Tamanaha, Cyro de Carvalho Patarra. 6. ed. Porto Alegre: Bookman, 2000. v. 2 BOYCE, William E.; DIPRIMA, Richard C. Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno. Tradução de Valeria de Magalhães Iorio. 7 ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2002. LEITHOLD, Louis. O cálculo com geometria analítica. Tradução de Cyro de Carvalho Patarra. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1994. v. 2 Complementar STEWART, J. Cálculo. São Paulo: Ed. Pioneira, 2001 (4ª edição). THOMAS, George. Cálculo – Vol.3. 11 ed. São Paulo: Pearson / Prentice Hall2008. MUNEM, Mustafa A; FOULIS, David J. Cálculo. Tradução de André Lima Cordeiro ... [et al.]. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1982. v. 2 Filosofia Básica LUCKESI, Cipriano Carlos; PASSOS, Elizete Silva. Introdução à filosofia: aprendendo a pensar. 5. ed São Paulo: Cortez, 2004. CHAUÍ, Marilena de Souza. Convite à filosofia. 13. ed São Paulo: Ática, 2006 TELES, Antonio Xavier. Introdução ao estudo de filosofia. 17. ed. São Paulo: Ática, 1980. Complementar ARANHA, Maria Lúcia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à filosofia. 3. ed. rev. São Paulo: Moderna, 2007. CORDI, Cassiano et al. Para filosofar. 4. ed São Paulo: Scipione, 2000. Física III Básica RESNICK, Robert; HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S. Física 3. 5.ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2004. v.3 NUSSENZVEIG, H. M. (Herch Moyses). Curso de física básica: 3 - eletromagnetismo. São Paulo: E. Blucher, 1997. LUZ, Antonio Maximo Ribeiro da; ALVARENGA, Beatriz Gonçalves de. Curso de física. 5. Ed. São Paulo: Scipione, 2000. 3 v. Complementar TIPLER, Paul Allen. Física. Tradução de Horácio Macedo. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1984. 2v. Física Experimental III Básica RESNICK, Robert; HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S. Física 3. 5.ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2004. v. 3 NUSSENZVEIG, H. M. (Herch Moyses). Curso de física básica: 3 - eletromagnetismo. São Paulo: E. Blucher, 1997. LUZ, Antonio Maximo Ribeiro da; ALVARENGA, Beatriz Gonçalves de. Curso de física. 5. Ed. São Paulo: Scipione, 2000. 3 v. Complementar TIPLER, Paul Allen. Física. Tradução de Horácio Macedo. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1984. 2v. SOUZA, CARLOS FARINA DE.; PINTO, Marcus Venicius Cougo; SOARES FILHO, Paulo Carrilho. Física 1A. Rio de Janeiro: Fundação CECIERJ, 2009. v.1
  • 52. 52 Matemática Discreta Básica LIPSCHUTZ, Seymour; LIPSON, Marc Lars. Teoria e problemas de matemática discreta. Tradução de Heloisa Bauzer Medeiros. 2 ed. Porto Alegre: Bookman, 2004. MENEZES, Paulo Blauth. Matemática discreta para computação e informática. 2. ed. Rio Grande do Sul: Ed. da UFRGS, 2005. HOPCROFT, J. E. Introdução à teoria dos autômatos linguagem e computação. Rio de Janeiro: Campus, 2003. Complementar TENENBAUM, Aaron M; LANGSAM, Yedidyah; AUGENSTEIN, Moshe J. Estruturas de dados usando C. Tradução de Teresa Cristina Felix de Souza. Sao Paulo: Makron Books, 1995. SAVULESCU, Savu Crivat. Grafos, dígrafos e redes elétricas: aplicações na pesquisa operacional. São Paulo: IBEC, 1980. Probabilidade e Estatística II Básica MONTGOMERY, Douglas C.; RUNGER, George C. Estatística aplicada e probabilidade para engenheiros. Tradução de Verônica Calado. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2003. COSTA, Sérgio Francisco. Introdução ilustrada à estatística. Ilustração de Maria Paula Santo. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1998. COSTA NETO, Pedro Luiz de Oliveira. Estatística. 2. ed. rev. atual São Paulo: E. Blucher, 2002. Complementar HAZZAN, Samuel. Fundamentos de matemática elementar 5: combinatória, probabilidade. 7. ed São Paulo: Atual, 2010. v.5. MEYER, Paul L. Probabilidade: aplicações à estatística. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1974. Cálculo Numérico Básica SPERANDIO, Décio; MENDES, João Teixeira; SILVA, Luiz Henry Monken e. Cálculo numérico: características matemáticas e computacionais dos métodos numéricos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2003. RUGGIERO, Márcia A. Gomes; LOPES, Vera Lúcia da Rocha. Cálculo numérico: aspectos teóricos e computacionais. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1997. Complementar DORN, WILLIAM S.; MCCRACKEN, Daniel D. Cálculo numérico com estudos de casos em Fortran IV. São Paulo: Universidade de São Paulo, 1989. BARROSO, Leônidas Conceição et al. Cálculo numérico: (com aplicações). 2. ed. São Paulo: Harbra, c1987 Mecânica Geral I Básica BEER, Ferdinand Pierre; JOHNSTON, E. Russell (Elwood Russell). Mecânica vetorial para engenheiros: estática. 5. ed. rev. São Paulo: Makron Books, 1994. 2 v. MERIAM, J. L. (James L.); KRAIGE, L. G. (L. Glenn). Mecânica para engenharia. Tradução e revisão técnica José Luis da Silveira. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2009. GRUPO DE REELABORAÇÃO DO ENSINO DE FÍSICA. Física 1: mecânica. 5. ed. São Paulo: EDUSP, 1999. Complementar PROVENZA, Francesco. Mecânica aplicada. São Paulo: F. Provenza, 1991. v.1
  • 53. 53 Estrutura de Dados Básica ENENBAUM, Aaron M; LANGSAM, Yedidyah; AUGENSTEIN, Moshe J. Estruturas de dados usando C. Tradução de Teresa Cristina Felix de Souza. São Paulo: Makron Books, 1995. CORMEN, Thomas H. Algoritmos: teoria e prática. Tradução de Vandenberg Dantas de Souza; revisão técnica Jussara Pimenta Matos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2002. CELES, Waldemar; CERQUEIRA, Renato; RANGEL, José Lucas. Introdução a estruturas de dados: com técnicas de programação em C. Rio de Janeiro: Elsevier: Campus, 2004 KERNIGHAN, Brian W; RITCHIE, Dennis M. C: a linguagem de programação. Porto Alegre: EDISA;, 1986. Complementar SCHILDT, Herbert. C, completo e total. Tradução e revisão técnica Roberto Carlos Mayer. 3. ed. rev. e atual. São Paulo: Makron Books, 1997. LAFORE, Robert. The Waite group's turbo C: programming for the pc. EUA: Howard W. Sams & Co, 1987. LOPES, Anita; GARCIA, Guto. Introdução à programação: 500 algoritmos resolvidos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2002. Cálculo IV Básica EDWARDS JUNIOR, C. H.; PENNEY, David E. Equações diferenciais elementares com problemas de contorno. Tradução de Celso Wilmer; revisão técnica Paulo Viana. 3. ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 1995. BOYCE, William E.; DIPRIMA, Richard C. Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno. Tradução de Valeria de Magalhães Iorio. 7 ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2002. Complementar GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo. 5.ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2002. v.4 STEWART, J. Cálculo, 4. ed. São Paulo: Pioneira, 2001. Física IV Básica HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; KRANE, Kenneth S. Fisica 4. Tradução de D.Sc. (et al.) Pedro Manuel Calas Lopes Pacheco. 5.ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2004. v.4 NUSSENZVEIG, H. M. (Herch Moyses). Curso de física básica: 4 - ótica, relatividade, física quântica. São Paulo: E. Blucher, c1998. v.4 EISBERG, Robert M; RESNICK, Robert; SILVEIRA, Enio Frota da. Física quântica: átomos, moléculas, sólidos, núcleos e partículas. Tradução de Paulo Costa Ribeiro. Rio de Janeiro: Campus, 1979. Complementar HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c1996. v. 4 EINSTEIN, Albert; INFELD, Leopold. A evolução da física. Tradução de Giasone Rebuá. Rio de Janeiro: J. Zahar, 2008.
  • 54. 54 Física Experimental IV Básica HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; KRANE, Kenneth S. Fisica 4. Tradução de D.Sc. (et al.) Pedro Manuel Calas Lopes Pacheco. 5. Ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2004. v.4 NUSSENZVEIG, H. M. (Herch Moyses). Curso de física básica: 4 - ótica, relatividade, física quântica. São Paulo: E. Blucher, c1998. v.4 EISBERG, Robert M; RESNICK, Robert; SILVEIRA, Enio Frota da. Física quântica: átomos, moléculas, sólidos, núcleos e partículas. Tradução de Paulo Costa Ribeiro. Rio de Janeiro: Campus, 1979. CAMPOS, JOSÉ ADOLFO S. de. Introdução às ciências físicas 1. 5. ed Rio de Janeiro: Fundação CECIERJ, 2011. v.3 Complementar ALMEIDA, MARIA ANTONIETA T. de. Introdução às ciências físicas 1. 3. ed Rio de Janeiro: Fundação CECIERJ, 2011. v.2 SOUZA, CARLOS FARINA DE.; PINTO, Marcus Venicius Cougo; SOARES FILHO, Paulo Carrilho. Física 1B: módulo 3. Rio de Janeiro: Fundação CECIERJ, 2011. CAMPOS, JOSÉ ADOLFO S. de. Introdução às ciências físicas 1. 5. ed Rio de Janeiro: Fundação CECIERJ, 2011. v. 3 Mecânica Geral II Básica BEER, Ferdinand Pierre; JOHNSTON, E. Russell (Elwood Russell). Mecânica vetorial para engenheiros: cinemática e dinâmica. 5. ed. rev. São Paulo: Makron Books, 1994. 2v. MERIAM, J. L. (James L.); KRAIGE, L. G. (L. Glenn). Mecânica para engenharia. Tradução e revisão técnica José Luis da Silveira. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2009. 2 v SANTOS, Ilmar Ferreira. Dinâmica de sistemas mecânicos: Modelagem - Simulação - Visualização - Verificação. São Paulo: Makron Books, 2001. Complementar GRUPO DE REELABORAÇÃO DO ENSINO DE FÍSICA. Física 1: mecânica. 5. ed. São Paulo: EDUSP, 1999. RESNICK, Robert; HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S. Física 1. 5. ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2003. v.1 Eletrônica I Básica BOYLESTAD, Robert L; NASHELSKY, Louis. Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos. 5. ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 1994. MALVINO, Albert Paul. Eletrônica. Tradução de José Lucimar do Nascimento. 4. ed. São Paulo: Makron Books, c1997. 2 v. SEDRA, Adel S; SMITH, Kenneth C. Microeletrônica. Tradução e revisão técnica Wilhelmus Adrianus Maria van ... [ et al.] Noije. 5. ed São Paulo: Prentice Hall do Brasil, 2000-2007. Complementar MILLMAN, Jacob; HALKIAS, Christos. Eletrônica: dispositivos e circuitos. São Paulo: McGraw-Hill Book, 1981. LIMA, Norberto de Paula. Curso completo de eletrônica. Tradução de Márcio Pugliesi. São Paulo: Hemus, 1976.
  • 55. 55 Fundamentos Matemáticos para Controle Básica OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. Tradução de Paulo Alvaro Maya; revisão técnica Fabrizio Leonardi ... [et al.]. 4. ed. São Paulo: Prentice Hall do Brasil, 2003. EDWARDS JUNIOR, C. H.; PENNEY, David E. Equações diferenciais elementares com problemas de contorno. Tradução de Celso Wilmer; revisão técnica Paulo Viana. 3. ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 1995. BOYCE, William E.; DIPRIMA, Richard C. Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno. Tradução de Valeria de Magalhães Iorio. 7. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2002. Complementar SPIEGEL, Murray R. Variáveis complexas: com uma introdução as transformações conformes e suas aplicações. Tradução de José Raimundo Braga Coelho. São Paulo: McGraw-Hill, 1972. SPIEGEL, Murray R. Transformadas de Laplace: resumo da teoria. Tradução de Roberto Ribeiro Baldino. São Paulo: McGraw-Hill, 1965. HANSELMAN, Duane; LITTLEFIELD, Bruce. Matlab 6: curso completo. Tradução de Cláudia Sant'ana Martins; revisão técnica Alberto Saa, M.Aparecida Diniz Ehrhardt, Francisco A. M. Gomes. São Paulo: Prentice- Hall, 2003. Técnicas e Sistemas Digitais I Básica TAUB, Herbert. Circuitos digitais e microprocessadores. São Paulo: McGraw-Hill, 1984. IDOETA, I. V.; CAPUANO, F. G. Elementos de Eletrônica Digital, 37. ed. São Paulo: Érica, 2006. CAPUANO, Francisco G. (Francisco Gabriel); MARINO, Maria Aparecida Mendes. Laboratório de eletricidade e eletrônica: teoria e prática. 24. ed São Paulo: Livros Érica, 2010. Complementar MALVINO, Albert Paul. Eletrônica no laboratório. Sao Paulo: Makron Books, 1992. Circuitos Elétricos I Básica BOYLESTAD, Robert L. Introdução à análise de circuitos. Tradução de José Lucimar do Nascimento. 10. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004. IRWIN, J. David; AGUIRRE, Janete Furtado Ribeiro. Análise de circuitos em engenharia. Tradução de Luiz Antonio Aguirre; revisão técnica Antonio Pertence Junior. 4. ed São Paulo: Pearson Makron Books, 2000. IRWIN, J. David. Introdução à análise de circuitos elétricos. Tradução de Ronaldo Sérgio De Biasi. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2005. EDMINISTER, Joseph A. Circuitos eletricos: resumo da teoria, 350 problemas resolvidos, 493 problemas propostos. 2. ed., rev. São Paulo: Makron Books, 1991. Complementar BURIAN JR., Yaro; LYRA, Ana Cristina C. Circuitos elétricos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. ALBUQUERQUE, Romulo Oliveira. Análise de circuitos em corrente contínua. 12. ed. São Paulo: Livros Érica, 1998. GUSSOW, Milton. Eletricidade básica. Tradução de Aracy Mendes da Costa; revisão técnica Anatólio Laschuk, Armando Gonçalves Ammirati, Antonio Pertence Junior, Bernardo A Bernardes. 2. ed. rev. São Paulo: Makron Books, 1997.
  • 56. 56 Fenômenos de Transporte Básica FOX, Robert W; MCDONALD, Alan T. Introdução à mecânica dos fluidos. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1995. BRUNETTI, Franco. Mecânica dos Fluidos. São Paulo: Prentice Hall do Brasil, 2005. KREITH, Frank; SILVARES, Otavio de Mattos; OLIVEIRA, Virgilio Rodrigues Lopes de. Princípios da transmissão de calor. Tradução de Eitaro Yamane. 3. ed São Paulo: E. Blucher, 1977. Complementar STREETER, Victor L. (Victor Lyle); WYLIE, E. Benjamin. Mecânica dos fluidos. 7. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1982. GILES, Ranald V; LIU, Cheng; EVETT, JACK B. Mecânica dos fluidos e hidráulica. 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1997. VAN WYLEN, Gordon John; SONNTAG, Richard Edwin. Fundamentos da termodinâmica clássica. 3. ed. São Paulo: E. Blucher, 1993. Introdução à Arquitetura e Fundamentos de Computadores Básica MONTEIRO, Mário A. (Mário Antonio). Introdução a organização de computadores. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2002. TANENBAUM, Andrew S. Organização estruturada de computadores. Tradução de Arlete Simille Marques; revisão técnica Wagner Luiz Zucchi. 5. ed São Paulo: Prentice Hall do Brasil, 2007. MACHADO, Francis B. (Francis Berenger); MAIA, Luiz Paulo. Arquitetura de sistemas operacionais. 3. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2002. Complementar WEBER, Raul Fernando. Arquitetura de computadores pessoais. 2. ed. Porto Alegre: Sagra, 2001. FLYNN, IDA M.; MCHOES, Ann McIver. Introdução aos sistemas operacionais. Revisão técnica Marcelo Alves Mendes. São Paulo: Pioneira Thomson, 2002. TANENBAUM, Andrew S; WOODHULL, Albert S. Sistemas operacionais: projetos e implementação. Tradução de Edson Furmankiewicz. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2000. Instrumentação Industrial Básica ALVES, José Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e automação de processos. 2. ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2010. NISHINARI, Akiyoshi. Controle automático de processos industriais: instrumentação. 2. ed. São Paulo: E. Blucher, 1973. BEGA, Egidio Alberto. Instrumentação industrial. 2. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2006. Complementar DORF, Richard C; BISHOP, Robert H. Modern control systems. 11th ed. Upper Saddle River: Pearson Prentice Hall, 2008. BALBINOT, Alexandre; BRUSAMARELLO, Valner João. Instrumentação e fundamentos de medidas. 2. ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2010. v.1
  • 57. 57 Introdução à Engenharia do Petróleo Básica THOMAS, José Eduardo (Org.). Fundamentos de engenharia de petróleo. Rio de Janeiro: Interciência, 2001. MACHADO, José Carlos V. (José Carlos Vieira). Reologia e escoamento de fluídos: ênfase na indústria do petróleo. Rio de Janeiro: Interciência, 2002. ROSA, Adalberto José; CARVALHO, Renato de Souza; XAVIER, José Augusto Daniel. Engenharia de reservatórios de petróleo. Rio de Janeiro: Interciência, 2006. Complementar ROCHA, Luiz Alberto Santos [et al] et al. Perfuração direcional. Rio de Janeiro: Interciência: PETROBRAS, 2006. Eletricidade Industrial Básica COTRIM, Ademaro A. M. B. Instalações elétricas. 4. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. KOSOW, Irving L. Máquinas elétricas e transformadores. Tradução de Felipe Luiz Ribeiro Daiello, Percy Antônio Pinto Soares. 14 ed. São Paulo: Globo, 2000. MAMEDE FILHO, João. Instalações elétricas industriais. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2001. Complementar BOYLESTAD, Robert L. Introdução à análise de circuitos. Tradução de José Lucimar do Nascimento. 10. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004. IRWIN, J. David; AGUIRRE, Janete Furtado Ribeiro. Análise de circuitos em engenharia. Tradução de Luiz Antonio Aguirre; revisão técnica Antonio Pertence Junior. 4. ed São Paulo: Pearson Makron Books, 2000. EDMINISTER, Joseph A. Circuitos eletricos: resumo da teoria, 350 problemas resolvidos, 493 problemas propostos. 2. ed., rev. São Paulo: Makron Books, 1991. GUSSOW, Milton. Eletricidade básica. Tradução de Aracy Mendes da Costa; revisão técnica Anatólio Laschuk, Armando Gonçalves Ammirati, Antonio Pertence Junior, Bernardo A Bernardes. 2. ed. rev. São Paulo: Makron Books, 1997. Controle I Básica OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. Tradução de Paulo Alvaro Maya; revisão técnica Fabrizio Leonardi ... [et al.]. 4. ed. São Paulo: Prentice Hall do Brasil, 2003. NISE, Norman S. Engenharia de sistemas de controle. Tradução e revisão técnica Fernando Ribeiro da Silva. 5. ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2009. DORF, Richard C; BISHOP, Robert H. Modern control systems. 11th ed. Upper Saddle River: Pearson Prentice Hall, 2008. Complementar MORAES, Cícero Couto de; CASTRUCCI, Plinio. Engenharia de automação industrial. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2007. OGATA, Katsuhiko. Matlab for control engineers. Upper Saddle River: Prentice-Hall, 2008.
  • 58. 58 Eletrônica II Básica MALVINO, Albert Paul. Eletrônica. Tradução de José Lucimar do Nascimento. 4 ed. São Paulo: Makron Books, 1997. 2 v SEDRA, Adel S; SMITH, Kenneth C. Microeletrônica. Tradução e revisão técnica Wilhelmus Adrianus Maria van ... [ et al.] Noije. 5. ed São Paulo: Prentice Hall do Brasil, 2000-2007. BOYLESTAD, Robert L; NASHELSKY, Louis. Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos. 5. ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil, 1994. Complementar CIPELLI, Antonio Marco Vicari; SANDRINI, Waldir Joao. Teoria e desenvolvimento de projetos de circuitos eletrônicos. 9. ed São Paulo: Livros Érica, 1985. SEABRA, Antonio Carlos. Amplificadores operacionais: teoria e análise. São Paulo: Livros Érica, 1996. MILLMAN, Jacob; HALKIAS, Christos. Eletrônica: dispositivos e circuitos. São Paulo: McGraw-Hill Book, 1981. 2. v Circuitos Elétricos II Básica BOYLESTAD, Robert L. Introdução à análise de circuitos. Tradução de José Lucimar do Nascimento. 10. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2004. IRWIN, J. David; AGUIRRE, Janete Furtado Ribeiro. Análise de circuitos em engenharia. Tradução de Luiz Antonio Aguirre; revisão técnica Antonio Pertence Junior. 4. ed São Paulo: Pearson Makron Books, 2000. IRWIN, J. David. Introdução à análise de circuitos elétricos. Tradução de Ronaldo Sérgio De Biasi. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2005. EDMINISTER, Joseph A. Circuitos eletricos: resumo da teoria, 350 problemas resolvidos, 493 problemas propostos. 2. ed., rev. São Paulo: Makron Books, 1991. Complementar BURIAN JR., Yaro; LYRA, Ana Cristina C. Circuitos elétricos. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. ALBUQUERQUE, Romulo Oliveira. Análise de circuitos em corrente contínua. 12. ed. São Paulo: Livros Érica, 1998. GUSSOW, Milton. Eletricidade básica. Tradução de Aracy Mendes da Costa; revisão técnica Anatólio Laschuk, Armando Gonçalves Ammirati, Antonio Pertence Junior, Bernardo A Bernardes. 2. ed. rev. São Paulo: Makron Books, 1997. Introdução à Mecânica dos Sólidos Básica CRAIG, Roy R. Mecânica dos materiais. Tradução de José Roberto Moraes d' Almeida. 2. ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2003. BEER, Ferdinand Pierre; JOHNSTON, E. Russell (Elwood Russell). Resistência dos materiais. Tradução e revisão técnica Celso Pinto Moraes Pereira. 3. ed São Paulo: Makron Books do Brasil, 1996. HIBBELER, R. C. (Russell Charles). Resistência dos materiais. Tradução de Joaquim Pinheiro Nunes da Silva; revisão técnica Wilson Carlos Silva Júnior. 5. ed São Paulo: Prentice Hall do Brasil, 2004. PARETO, Luis. Resistência e ciência dos materiais: tração e compressão; flexão e cisalhamento; torção; resistência composta; ferros e aços; os metais e suas ligas; materiais não metálicos, ... Tradução de Joshuah de Bragança Soares. São Paulo: Hemus, 2003.
  • 59. 59 Complementar HIGDON, Archie et al. Mecânica dos materiais. 3. ed Rio de Janeiro: Guanabara, 1981. RILEY, William F.; STURGES, Leroy D.; MORRIS, Don H. Mecânica dos materiais. Tradução de Amir Kurban. 5. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2003. Metodologia Científica Básica ANDRADE, Maria Margarida de; MARTINS, João Alcino de Andrade (Colab.). Introdução à metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 9. ed. São Paulo: Atlas, 2009. BASTOS, Cleverson Leite; KELLER, Vicente. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica. 22. ed. Petrópolis: Vozes, 2008. RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2002. Microcontroladores e Microprocessadores Básica TANENBAUM, Andrew S. Organização estruturada de computadores. Tradução de Arlete Simille Marques; revisão técnica Wagner Luiz Zucchi. 5. ed São Paulo: Prentice Hall do Brasil, c2007 MONTEIRO, Mário A. (Mário Antonio). Introdução a organização de computadores. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2002.. GIMENEZ, Salvador Pinillos. Microntroladores 8051: Teoria de Hardware e Sotware; Aplicações em Controle Digital; Laboratório/Simulação. São Paulo: Prentice Hall do Brasil, 2002. Complementar PEREIRA, Fábio. Microcontroladores PIC: programação em C. 7.ed São Paulo: Livros Érica, 2008. NICOLOSI, Denys Emílio Campion. Microcontrolador 8051: detalhado. 7.ed. São Paulo: Livros Érica, 2006. Processos de Engenharia do Petróleo Básica THOMAS, José Eduardo (Org.). Fundamentos de engenharia de petróleo. Rio de Janeiro: Interciência, 2001. MACHADO, José Carlos V. (José Carlos Vieira). Reologia e escoamento de fluídos: ênfase na indústria do petróleo. Rio de Janeiro: Interciência, 2002. WILSON TEIXEIRA ... [ET AL.] (Org.). Decifrando a terra. São Paulo: Oficina de textos, 2000. Complementar ROSA, A. J.; CARVALHO, R. S.; XAVIER, J. A. D. Engenharia de Reservatórios de Petróleo. Rio de Janeiro: Interciência, 2006. ROCHA, Luiz Alberto Santos [et al] et al. Perfuração direcional. Rio de Janeiro: Interciência: PETROBRAS, 2006. Comunicação de Dados Básica TANENBAUM, Andrew S. Redes de computadores. Rio de Janeiro: Campus, 1997. WALDMAN, Helio; YACOUB, Michel Daoud. Telecomunicações: Princípios e tendências. 3 ed. São Paulo: Livros Érica, 1999. NASCIMENTO, Juarez do. Telecomunicações. São Paulo: Makron Books, 1992.
  • 60. 60 Complementar WALDMAN, Helio; YACOUB, Michel Daoud. Telecomunicações: Princípios e tendências. 3 ed. São Paulo: Livros Érica, 1999. SOARES NETO, Vicente; SILVA, Adelson de Paula; C. JÚNIOR, Mário Boscato. Telecomunicações: redes de alta velocidade: cabeamento estruturado. São Paulo: Livros Érica, 1999. Controle II Básica OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. Tradução de Paulo Alvaro Maya; revisão técnica Fabrizio Leonardi ... [et al.]. 4. ed. São Paulo: Prentice Hall do Brasil, 2003. NISE, Norman S. Engenharia de sistemas de controle. Tradução e revisão técnica Fernando Ribeiro da Silva. 5.ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2009. DORF, Richard C; BISHOP, Robert H. Modern control systems. 11th ed. Upper Saddle River: Pearson Prentice Hall, 2008 Complementar MORAES, Cícero Couto de; CASTRUCCI, Plinio. Engenharia de automação industrial. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2007. OGATA, Katsuhiko. Matlab for control engineers. Upper Saddle River: Prentice-Hall, 2008. Técnicas de Sistemas Digitais II Básica TAUB, Herbert. Circuitos digitais e microprocessadores. São Paulo: McGraw-Hill, 1984. IDOETA, Ivan V. (Ivan Valeije); CAPUANO, Francisco G. (Francisco Gabriel). Elementos de eletrônica digital. 37. ed. São Paulo: Livros Érica, 2006. Complementar MALVINO, Albert Paul. Eletrônica. Tradução de José Lucimar do Nascimento. 4 ed. São Paulo: Makron Books, c1997. 2 v. Sistemas de Transdução Básica THOMAZINI, Daniel Sensores Industriais Editora Erica 4. ed, 2007 BEGA, Egidio Alberto. Instrumentação industrial. 2. ed. Rio de Janeiro: Interciência, 2006. BALBINOT, Alexandre; BRUSAMARELLO, Valner João. Instrumentação e fundamentos de medidas. 2. ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2010. v.1 Complementar ALVES, José Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e automação de processos. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2010. Direito e Legislação Básica CASSAR, Vólia Bomfim. Direito do trabalho. 4. ed. rev. Niterói: Impetus, 2010. DELGADO, Mauricio Godinho. Curso de direito do trabalho. 9. ed São Paulo: LTR, 2010. NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Iniciação ao trabalho direito do trabalho. 31. ed. São Paulo: LTR, 2005.
  • 61. 61 Complementar COSTA, Armando Casimiro; FERRARI, Irany; MARTINS, Melchíades Rodrigues. CLT- LTr. 35. ed. São Paulo: LTR, 2008. NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de direito do trabalho. 24. Ed. São Paulo: Saraiva, 2009. Teoria Geral da Administração Básica ARAÚJO, LUIS CÉSAR G.de (Luis César Gonçalves de.). Teoria geral da administração: aplicações e resultados nas empresas. São Paulo: Atlas, 2004. ORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro: Elsevier: Campus, 2001. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 3. ed. São Paulo: McGraw-Hill Book, 1983. Complementar KOONTZ, Harold; O' DONNEL, Cyril. Princípios de administração: uma análise das funções administrativas. Tradução de Carlos José [et al.] Malferrarri. São Paulo: Pioneira, 1962. BEAL, GEORGE M. Liderança e dinâmica de grupo. 6. ed Rio de Janeiro: J. Zahar, 1972. MURRAY, Eduard J. Motivação e emoção. Tradução de Alvaro Cabral. 5. ed Rio de Janeiro: J. Zahar, 1983. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. 1999. Informática Industrial Básica FRANCHI, Claiton Moro; CAMARGO, Valter Luís Arlindo de. Controladores lógicos programáveis: sistemas discretos. 2. ed. São Paulo: Livros Érica, 2009. MONTEIRO, Mário A. (Mário Antonio). Introdução a organização de computadores. 4. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c 2002. MORAES, Cícero Couto de; CASTRUCCI, Plinio. Engenharia de automação industrial. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2007. PEREIRA, Fábio. Microcontroladores PIC: programação em C. 7.ed São Paulo: Livros Érica, 2008. Enciclopédia de automática: controle e automação. São Paulo: Blucher: FAPESP, c2007. 3 v. Complementar NATALE, Ferdinando. Automação industrial. 2. ed. atualizada e ampliada São Paulo: Livros Érica, 1997. ALVES, José Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e automação de processos. 2. ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2010. Pesquisa Operacional Básica LACHTERMACHER, Gerson. Pesquisa operacional na tomada de decisão. 4. ed. São Paulo: Pearson, 2009. LOESCH, Cláudio; HEIN, Nelson. Pesquisa operacional: fundamentos e modelos. São Paulo: Saraiva, 2009. GOLDBARG, M.C. Otimização combinatória e programação linear. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
  • 62. 62 Complementar HILLIER, FREDERICH S.; LIEBERMAN, Gerald. Introdução à pesquisa operacional. São Paulo: Universidade de São Paulo, 1988. YOURDON, Edward. Analise estruturada moderna. Tradução de Dalton Conde de Alencar. Rio de Janeiro: Campus, 1990. Protocolos de Redes Industriais Básica TANENBAUM, Andrew S. Redes de computadores. Rio de Janeiro: Campus, 1997. ALBUQUERQUE, Pedro U. B. de (Pedro Urbano Braga); ALEXANDRIA, Auzuir Ricardo de. Redes industriais: aplicações em sistemas digitais. 2. ed São Paulo, 2009. Enciclopédia de automática: controle e automação. São Paulo: Blucher: FAPESP, 2007. Complementar KUROSE, James F.; ROSS, Keith W. Redes de computadores e a internet: uma abordagem Top- Down. Revisão técnica Wagner Luiz Zucchi. 5. ed São Paulo: Addison-Wesley, 2010. Sistemas Pneumáticos para Automação Básica BOLLMANN, Arno. Fundamentos da automação industrial pneutrônica: projetos de comandos binários eletropneumáticos. São Paulo: ABHP, 1997. Enciclopédia de automática: controle e automação. São Paulo: Blucher: FAPESP, 2007. MORAES, Cícero Couto de; CASTRUCCI, Plinio. Engenharia de automação industrial. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2007. Complementar NATALE, Ferdinando. Automação Industrial. São Paulo: Livros Érica, 2000. BOLLMANN, Arno. Fundamentos da automação industrial pneutrônica: projetos de comandos binários eletropneumáticos. São Paulo: ABHP, 1997. Controle Digital Básica OGATA, Katsuhiko. Discrete-time control systems. 2. ed Upper Saddle River: Prentice-Hall, 1995. GIMENEZ, Salvador Pinillos. Microntroladores 8051: Teoria de Hardware e Sotware; Aplicações em Controle Digital; Laboratório/Simulação. São Paulo: Prentice Hall do Brasil, 2002. xiv, 253 p., il. ISBN (Broch.). IDOETA, Ivan V. (Ivan Valeije); CAPUANO, Francisco G. (Francisco Gabriel). Elementos de eletrônica digital. 37. ed. São Paulo: Livros Érica, 2006 Complementar CAPUANO, Francisco G. (Francisco Gabriel); IDOETA, Ivan V. (Ivan Valeije). Elementos de eletrônica digital. 26. ed. São Paulo: Livros Érica, 1997. Controle Avançado Básica SIMÕES, Marcelo Godoy; SHAW, Ian S. Controle e modelagem fuzzy. 2. ed. rev. E ampl. São Paulo: Blucher, 2007. ALVES, José Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e automação de processos. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2005. OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. Tradução de Paulo Alvaro Maya; revisão técnica Fabrizio Leonardi ... [et al.]. 4. ed. São Paulo: Prentice Hall do Brasil, 2003
  • 63. 63 Complementar Enciclopédia de automática: controle e automação. São Paulo: Blucher : FAPESP, c2007. v.1 NEGNEVITSKY, Michael. Artificial intelligence: a guide to intelligent systems. 2. ed Harlow: Addison-Wesley, 2005. NASCIMENTO JÚNIOR, Cairo Lucio; YONEYAMA, Takashi. Inteligência artificial em controle e automação. São Paulo: Edgard Blucher: FAPESP, 2000. Expressão Oral e Escrita Básica CARNEIRO, Agostinho Dias. Texto em construção: interpretação de texto. São Paulo: Moderna, 1993. TERRA, Ernani; NICOLA, José de. Português: volume único para o ensino médio. Ilustração de Marcos Guilherme. 2. ed. São Paulo: Scipione, 2011. Complementar INFANTE, Ulisses. Do texto ao texto: curso prático de leitura e redação. São Paulo. Scipione, 2002. Economia Básica VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval; GARCIA, Manuel Enriquez. Fundamentos de economia. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2008. PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática financeira: objetiva e aplicada. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 1999. FRANCISCO, Walter de. Matemática financeira. 7.ed São Paulo: Atlas, 1994 Complementar SPINELLI, Walter. Matemática comercial e financeira. 14. ed. São Paulo: Ática, 1998. CARVALHO, LUIZ CARLOS PEREIRA. Microeconomia introdutória: para cursos de administração e contabilidade. São Paulo: Atlas, 1996. SILVA, Fernando Antonio Rezende. Finanças públicas. São Paulo: Atlas, 1979. Administração de Recursos Humanos Básica LUCENA, Maria Diva da Salete; LUCENA, Maria Diva da Salete. Avaliação de desempenho. São Paulo: Atlas, 1992. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração. 3. ed. São Paulo: McGraw-Hill Book, 1983. Complementar BEAL, GEORGE M. Liderança e dinâmica de grupo. 6. ed Rio de Janeiro: J. Zahar, 1972. MURRAY, Eduard J. Motivação e emoção. Tradução de Alvaro Cabral. 5. ed Rio de Janeiro: J. Zahar, 1983. TOLEDO, Flavio de. Administração de pessoal: (Desenvolvimento de recursos humanos). 6. ed. São Paulo: Atlas, 1981. CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. 1999. Sistemas Supervisórios de Processos Industriais Básica NATALE, Ferdinando. Automação Industrial: Edição revisada e atualizada de acordo com a norma IEC-1131-3. rev. atual. São Paulo: Livros Érica, 2000. 234 p., il. (Série brasileira de tecnologia). MORAES, Cícero Couto de; CASTRUCCI, Plinio. Engenharia de automação industrial. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2007. ALVES, José Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e automação de processos. 2. ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2010.
  • 64. 64 Complementar ALBUQUERQUE, Pedro U. B. de (Pedro Urbano Braga); ALEXANDRIA, Auzuir Ricardo de. Redes industriais: aplicações em sistemas digitais. 2. ed São Paulo, 2009. Enciclopédia de automática: controle e automação. São Paulo: Blucher: FAPESP, 2007. 3.v Laboratório de Controle e Automação I Básica SMITH, Carlos A.; CORRIPIO, Armando B. Princípios e prática do controle automático de processo. Tradução de Maria Lúcia Godinho de Oliveira; revisão técnica Robson Mendes Matos. 3. ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2008. OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. Tradução de Paulo Alvaro Maya; revisão técnica Fabrizio Leonardi ... [et al.]. 4. ed. São Paulo: Prentice Hall do Brasil, 2003. NISE, Norman S. Engenharia de sistemas de controle. Tradução e revisão técnica Fernando Ribeiro da Silva. 5. ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2009. Complementar OGATA, Katsuhiko. Matlab for control engineers. Upper Saddle River: Prentice-Hall, 2008. DORF, Richard C; BISHOP, Robert H. Modern control systems. 11th ed. Upper Saddle River: Pearson Prentice Hall, 2008. Robótica Básica Enciclopédia de automática: controle e automação. São Paulo: Blucher: FAPESP, 2007. MORAES, Cícero Couto de; CASTRUCCI, Plinio. Engenharia de automação industrial. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2007. Complementar KERNIGHAN, Brian W; RITCHIE, Dennis M. C: a linguagem de programacao. Porto Alegre: EDISA, 1986. HERGERT, Douglas; VEIGA, Edna Emi Onoe (Tradu.). O ABC do turbo C. Revisão técnica Roberto Carlos Mayer. São Paulo: McGraw-Hill Book, 1991. GOTTFRIED, BYRON S.; PARRA, Ana Beatriz Correa da Costa (Tradu.). Programando em C. Revisão técnica Edison Raymundi Junior. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1993. LAFORE, Robert. The Waite group's turbo C: programming for the pc. EUA: Howard W. Sams & Co, 1987. Acionamento Hidráulico para Controle e Automação Básica BOLLMANN, Arno. Fundamentos da automação industrial pneutrônica: projetos de comandos binários eletropneumáticos. São Paulo: ABHP, 1997. ALVES, José Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e automação de processos. 2.ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2010. Complementar CAMPOS, Mario Cesar M. Massa; TEIXEIRA, Herbert C.G. Controles típicos de equipamentos e processos industriais. 2.ed São Paulo: Ed. Blücher, 2010.
  • 65. 65 Programação Econômica e Financeira Básica PUCCINI, Abelardo de Lima. Matemática financeira: objetiva e aplicada. 6.ed. Sao Paulo: Saraiva, 1999. SPINELLI, Walter. Matemática comercial e financeira. 14. ed. São Paulo: Ática, 1998. ROSSETTI, José Paschoal. Introdução à economia. 15.ed.ampl São Paulo: Atlas, 1991 Complementar SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. 16. ed. Rio de Janeiro: Record, 2008. FRANCISCO, Walter de. Matemática financeira. 7.ed São Paulo: Atlas, 1994. IEZZI, Gelson; HAZZAN, Samuel; DEGENSZAJN, David Mauro. Fundamentos de matemática elementar 11: matemática comercial, matemática financeira, estatística descritiva. São Paulo: Atual, 2009. v.11 VIEIRA SOBRINHO, José Dutra. Matemática financeira. São Paulo: Atlas, 1981. IEZZI, Gelson; HAZZAN, Samuel; DEGENSZAJN, David Mauro. Fundamentos de matemática elementar 11: matemática comercial, matemática financeira, estatística descritiva. São Paulo: Atual, 2009. v.11 Aspectos Econômicos e Sociais da Automação Básica PORTER, Michael E. Estratégia competitiva: Técnicas para análise de indústrias e da concorrência. 5. ed. Rio de Janeiro: Campus, PORTER, Michael E. Vantagem competitiva: criando e sustentando um desempenho superior. 3. ed. Rio de Janeiro: Campus, 1985. Complementar VASCONCELLOS, Marco Antonio Sandoval; ENRIQUEZ GARCIA, Manuel. Fundamentos da economia. São Paulo: Saraiva, 2002. . Aspectos de Segurança Intrínseca Básica MAMEDE FILHO, João. Instalações elétricas industriais. 6. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, c2001. COTRIM, Ademaro A. M. B. Instalações elétricas. 4. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. NISKIER, Julio; MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações elétricas. 2.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1992. Complementar CREDER, Helio. Instalações elétricas. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1982. MIRANDA, Reis. Instalações elétricas industriais: abordagem física para projeto, implantação, operação. São Paulo: [O autor], 1994. Laboratório de Controle e Automação II Básica OGATA, Katsuhiko. Matlab for control engineers. Upper Saddle River: Prentice-Hall, 2008. SMITH, Carlos A.; CORRIPIO, Armando B. Princípios e prática do controle automático de processo. Tradução de Maria Lúcia Godinho de Oliveira; revisão técnica Robson Mendes Matos. 3.ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2008.
  • 66. 66 Complementar OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. Tradução de Paulo Alvaro Maya; revisão técnica Fabrizio Leonardi ... [et al.]. 4. ed. São Paulo: Prentice Hall do Brasil, 2003. NISE, Norman S. Engenharia de sistemas de controle. Tradução e revisão técnica Fernando Ribeiro da Silva. 5.ed Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2009. CAMPOS, Mario Cesar M. Massa; TEIXEIRA, Herbert C.G. Controles típicos de equipamentos e processos industriais. 2.ed São Paulo: Ed. Blücher, 2010. Novas Formas Organizacionais Básica HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Tradução de Tomaz Tadeu da Silva, Guacira Lopes Louro. 11. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2006. CELSO JOÃO FERRETTI ... [ET AL.] (Org.). Novas tecnologias, trabalho e educação: um debate multidisciplinar. 11. ed. Petrópolis: Vozes, 2009. DAVENPORT, Thomas H. Reengenharia de processos: como inovar na empresa através da tecnologia da informação. Rio de Janeiro: Campus, 1994 Complementar TOMAZI, Nelson Dacio et al. Iniciação à sociologia. 2.ed.rev.ampl São Paulo: Atual, c2003. FARIA, Nivaldo Maranhão. Organização do trabalho. São Paulo: Atlas, 1984. CASTELLS, Manuel; GERHARDT, Klauss Brandini (Colab.). A sociedade em rede. Tradução de Roneide Venacio Majer. 11.ed. São Paulo: Paz e Terra, 2000. Gestão da Produção e Operações Básica CAMPOS, Vicente Falconi. TQC controle da qualidade total: (no estilo japonês). [6.ed.] Belo Horizonte: UFMG - Escola de Engenharia, 1992. RUSSOMANO, Victor Henrique. Planejamento e controle da produção. 6.ed.rev São Paulo: Pioneira, 2000. Complementar VERZUH, Eric. MBA compacto: gestão de projetos. 9. ed. , 2000. Segurança e Higiene no Trabalho Básica SEGURANÇA e medicina do trabalho: lei n° 6.514, 22 de dezembro de 1977 normas regulamentadoras - NR, aprovadas pela portaria n° 3.214, de 8 de junho de 1978 índices remissivos. 59. ed São Paulo: Atlas, 2006. CELSO JOÃO FERRETTI ... [ET AL.] (Org.). Novas tecnologias, trabalho e educação: um debate multidisciplinar. 11. ed. Petrópolis: Vozes, 2009. Complementar FÁVERO, Eugênia Augusta Gonzaga. Direitos das pessoas com deficiência: garantia de igualdade na diversidade. 2.ed. Rio de Janeiro: WVA, 2007 ARAÚJO, Giovanni Moraes de. Legislação de segurança e saúde ocupacional: normas regulamentadoras do ministério do trabalho e emprego. 2.ed. Rio de Janeiro: Gerenciamento Verde, 2008 9.3. HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO De segunda a sexta-feira das 8h às 21h 30 min. e nos sábados letivos de 9h às 13h.
  • 67. 67 9.4. MECANISMO E PERIODICIDADE DE ATUALIZAÇÃO DO ACERVO Existem mecanismos e periodicidade de atualização do acervo para todos os cursos oferecidos no Instituto. As práticas encontram-se consolidadas e institucionalizadas. O mecanismo de atualização utilizado baseia-se em demandas apresentadas pelo corpo docente e coordenação do curso que são encaminhadas a coordenação da Biblioteca para as providências necessárias a aquisição da bibliografia solicitada. 10. AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM DO CURSO 10.1. CRITÉRIOS DE APROVAÇÃO A avaliação de aprendizagem do aluno tem como base os conteúdos trabalhados em cada componente curricular no período. Devem ser aplicadas aos alunos, no mínimo, 2 (duas) atividades de elaboração individual, correspondendo de 60% (sessenta por cento) a 80% (oitenta por cento) dos conteúdos previstos para o componente curricular ou eixo temático, e atividades outras capazes de perfazer o percentual de 20% (vinte por cento) a 40% (quarenta por cento)da previsão total de cada Avaliação, denominadas Avaliação 1(A1) e Avaliação 2 (A2), conforme previsto no Calendário Acadêmico. A avaliação de aprendizagem de cada componente curricular tem como parâmetro para aprovação o desempenho obtido de forma satisfatória. A avaliação de aprendizagem quanto ao domínio cognitivo do aluno deverá ser processual, contínua e sistemática, obtida com a utilização de, no mínimo, dois instrumentos documentados. Os critérios adotados pelo professor deverão ser explicitados aos alunos no início do período letivo. A reelaboração de atividades de forma a permitir o acompanhamento dos estudos e recuperação de conteúdos, previsto por Lei, pelos alunos deve ser possibilitada de forma concomitante e atendendo às necessidades apresentadas pelos alunos no decorrer do período ou, como um novo momento avaliativo (A3), ao final do período.
  • 68. 68 É considerado APROVADO (aproveitamento satisfatório), o aluno com um percentual mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de frequência da carga horária e um aproveitamento mínimo de 60% (sessenta por cento) dos conteúdos previstos, de cada componente curricular do período. No caso de eixos temáticos, o aluno é considerado APROVADO com o percentual mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de frequência da carga horária e um desenvolvimento mínimo de 60% (sessenta por cento) dos conteúdos previstos, de cada componente do eixo temático. É considerado REPROVADO o aluno que não alcançar os mínimos estabelecidos no artigo anterior. Caso o aluno seja reprovado em mais de duas disciplinas no período, ele deverá ser retido para cursar somente essas disciplinas. O aluno tem direito a cursar em regime de Dependência até dois componentes curriculares concomitantemente ao período subsequente. A frequência mínima no regime de dependência é de 25% (vinte e cinco por cento) no componente curricular. O aluno deve cursar a Dependência no período imediatamente subsequente àquele em que foi reprovado, desde que o componente curricular seja ofertado. O aluno pode optar por cursar somente suas dependências
  • 69. 69 10.2. VERIFICAÇÃO DO RENDIMENTO ESCOLAR A verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios: I. Avaliação contínua realizada por cada professor e participativa, construída através da postura cooperativa entre os sujeitos da ação educativa; II. Avaliação que, ao longo do processo de ensino-aprendizagem, proponha alternativas para a superação de dificuldades surgidas no decorre desse processo. III. Avaliação integral ou holística que considere os fatores que interagem no processo de aprendizagem e determinam seus resultados, tais como os pessoais, materiais, pedagógicos ou a diversidade cultural vinculada à origem social dos alunos. IV. Admitir as tarefas de avaliação como fonte de aprendizagem, o que implica reflexão de professores e alunos sobre o processo de avaliação no sentido de propor e desenvolver atividades interessantes e significativas, em consonância com os objetivos e as metodologias adotadas. A verificação do rendimento escolar obedecerá aos seguintes procedimentos e estratégias: I. Controle de freqüência em sala de aula, pelos professores, sendo exigida a freqüência mínima de 75% do total de carga horária anual do módulo, para aprovação. II. Oferta de espaços alternativos de aprendizagem para todos os alunos, com atividades diversificadas tais como: atendimento individual e coletivo, aulas de reforço, orientação de pesquisa e projetos, entre outros, sempre sob a responsabilidade dos docentes. III. Utilização de diferentes instrumentos de avaliação: • a avaliação escrita para comprovação dos conhecimentos adquiridos; • avaliação verbal realizada individualmente em sala de aula ou laboratório;
  • 70. 70 • avaliação realizada em laboratório para comprovação experimental dos conhecimentos adquiridos; • Palestra: apresentação oral individual ou em grupo de assuntos relacionados à unidade curricular; • Projeto: apresentação de projetos relacionados com a realidade do processo produtivo ou a solução de problemas pertinentes ao processo em estudo, desenvolvidos em sala de aula, em laboratório ou em outro ambiente que contribua para o processo ensino-aprendizagem; • Relatório: relato por escrito das atividades teórico/práticas desenvolvidas em sala de aula ou laboratório; • Seminário: apresentação oral individual ou em grupo caracterizada por debates sobre matéria constante na unidade curricular.
  • 71. 71 11. POLÍTICA DE AVALIAÇÃO DO CURSO VISANDO A SUA EFICÁCIA E EFICIÊNCIA A avaliação, tanto institucional quanto dos cursos, tem sido um dos instrumentos utilizados pelo IF Fluminense como indicadores para a atualização e redimensionamento de todas as políticas institucionais, definição de programas e projetos e de indução de novos procedimentos da gestão administrativa e acadêmica. Cabe ressaltar que todo o processo avaliativo serve como diagnóstico (identificação das potencialidades e limitações), mas não se apresenta como conclusivo, considerando a dinâmica do universo acadêmico. O IF Fluminense utiliza-se dos seguintes mecanismos de avaliação de cursos visando à eficácia e eficiência: ENADE - Exame Nacional de Cursos, da Avaliação de Cursos (Comissão do INEP/MEC), da Auto-Avaliação Institucional, Fórum de Coordenadores Educacionais (reunião semanal) e do Colegiado do Curso. No conjunto das políticas institucionais, criou-se também a Coordenação de Avaliação Institucional, ampliando assim a dimensão dos trabalhos da Comissão Própria de Avaliação no sentido de validar resultados e traduzir o trabalho em novas orientações para o processo educativo. Com esta concepção, os resultados das avaliações anuais norteiam a análise dos projetos pedagógicos dos cursos, os planos de ensino, como também são referências para o diálogo com os parceiros institucionais, objetivando a melhoria e manutenção da qualidade. No final de cada semestre são realizadas as avaliações institucional do campos Macaé para que se possível os resultados sejam levados aos conhecimentos dos professores, coordenador e da direção do campus.
  • 72. 72 12. PLANO DE ATUALIZAÇÃO TECNOLÓGICA E MANUTENÇÃO DOS EQUIPAMENTOS O processo de atualização tecnológica e manutenção dos equipamentos baseiam-se nas ações previstas no Plano de Desenvolvimento Institucional do IF Fluminense. 13. ATIVIDADES ACADÊMICAS ARTICULADAS À FORMAÇÃO: ESTÁGIO CURRICULAR Buscando criar mecanismos de acompanhamento e cumprimento das atividades de estágio, em conformidade com a Lei 11.788 de 25/09/2008 e com as Normas Técnicas e Processuais de Estágio Curricular Supervisionado elaboradas para atender os alunos no âmbito do IF Fluminense, foram construídas Normas Complementares para o Componente Curricular Estágio Supervisionado do curso de Engenharia de Controle e Automação. A organização das atividades que deverão ser desenvolvidas durante o estágio fica a cargo de um Professor Responsável pelo Estágio Curricular Supervisionado (PRECS), indicado pelo Coordenador do Curso. Também será designado pelo Coordenador do Curso um professor orientador para o aluno no estágio. Será permitida a matrícula no componente Estágio Supervisionado da Engenharia de Controle e Automação ao aluno que estiver preferencialmente matriculado a partir do 8º. período do curso, ou seja, nos dois últimos anos de sua formação. Para concluir o componente curricular Estágio Curricular Supervisionado é necessário que o aluno cumpra uma carga horária mínima de 240 horas, em conformidade com as normas estabelecidas. Ao final do seu estágio, o aluno deverá entregar um relatório. 14. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Existem mecanismos adequados e institucionalizados de cumprimento do trabalho de conclusão de curso. No Curso de Engenharia de Controle e Automação o trabalho de conclusão de curso se dá por meio do Projeto Final de Curso, compreendido enquanto
  • 73. 73 componente curricular (I e II). Para tanto, construiu-se normas complementares para os componentes curriculares projeto final de curso I e II, que buscam principalmente criar mecanimos institucionalizados de acompanhamento que possibilitem a adequada orientação do aluno para a construção e desenvolvimento do projeto final de curso e sua avaliação final dentro do percurso curricular. O Projeto Final, conforme definido em seu Regulamento, é realizado individualmente ou, em dupla, sob a orientação de um professor do IF Fluminense. Para concluir o Projeto Final, o aluno deverá obter aprovação nos componentes curriculares Projeto Final I e II. Para obter esta aprovação, o projeto deverá ser apresentado de forma oral a uma Banca Examinadora composta por três professores, sendo um deles o orientador do aluno. A Banca Examinadora após apreciação atribui o resultado final de Aprovação, Aprovação Condicional ou Reprovação, justificado em parecer assinado pelos membros da Banca.
  • 74. 74 ANEXOS ANEXO I - PLANO DE ENSINO DOS COMPONENTES CURRICULARES ANEXO II - NORMAS COMPLEMENTARES ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ANEXO III - NORMAS COMPLEMENTARES PROJETO FINAL DE CURSO
  • 75. 75 ANEXO I PLANO DE ENSINO DOS COMPONENTES CURRICULARES
  • 76. 76 ANEXO II NORMAS COMPLEMENTARES ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
  • 77. 77 NORMAS COMPLEMENTARES PARA O COMPONENTE CURRICULAR ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Este documento está em conformidade com a Lei 11.788 de 25/09/2008 e com as Normas Técnicas e Processuais de Estágio Curricular Supervisionado elaboradas para atender os alunos no âmbito do IF Fluminense. Art. 1°. A organização das atividades que deverão ser desenvolvidas durante o estágio do Curso de Engenharia de Controle e Automação do IF Fluminense, fica a cargo de um Professor Responsável pelo Estágio Curricular Supervisionado (PRECS), indicado pelo Coordenador do Curso. Parágrafo único - Será permitida a matrícula no componente Estágio Supervisionado da Engenharia de Controle e Automação ao aluno que estiver preferencialmente matriculado a partir do 8º período do curso, ou seja, nos dois últimos anos de sua formação. Art. 2°. As atividades a serem desenvolvidas serão descritas no formulário do plano de estágio, fornecido pela DiTEx - Diretoria de Trabalho e Extensão do IF Fluminense, em campo próprio, e devem estar relacionadas de forma clara com as linhas de atuação do curso. Art. 3°. O aluno terá seu estágio validado desde que: I. cumpra uma carga horária mínima de 240h, em conformidade com as normas estabelecidas para este componente curricular; a) Esta carga horária poderá ser cumprida em mais de uma empresa e neste caso não poderá ser inferior a 150h em cada uma delas e de forma ininterrupta. II. observe os prazos previstos para a entrega do plano de estágio ao PRECS, devidamente preenchido e assinado por seu responsável na empresa (supervisor de estágio); Parágrafo único – Quando por motivos internos da empresa concedente, o supervisor que assinou o plano de estágio for substituído, o professor orientador deverá ser comunicado antes da conclusão da carga horária prevista. Art. 4°. Cabe ao Coordenador do Curso a designação do professor orientador do aluno no estágio, priorizando a(s) área(s) de conhecimento, identificada(s) na descrição das atividades propostas no plano de estágio, e a disponibilidade dos professores.
  • 78. 78 Parágrafo único: o professor orientador do estágio supervisionado deve pertencer ao quadro permanente de docentes do Instituto Federal Fluminense Art. 5°. O Relatório Final de Estágio deverá ser apresentado de acordo com as recomendações contidas nas normas vigentes da ABNT relacionadas a Trabalhos e Relatórios Técnicos e Científicos, e com as Normas de formatação e apresentação de trabalhos acadêmicos da DiTEx. Parágrafo único: o aluno deverá entregar ao professor orientador, uma via encadernada e uma cópia da versão eletrônica em CD (versões para Word for Windows e para Acrobat Reader), do Relatório Final de Estágio, obedecendo ao prazo previsto pela Coordenação do Curso e pelas normas da DiTEx. Também deve ser entregue uma autorização para divulgação do Relatório Final. Art. 6°. O supervisor na empresa avaliará o estagiário através do preenchimento de uma ficha preparada pela DiTEx. Após o preenchimento, a ficha será assinada pelo supervisor e entregue ao PRECS. Art. 7°. A nota do componente curricular Estágio Supervisionado é dada com base nas seguintes avaliações: a) Avaliação do Relatório Final de Estágio, realizada pelo professor orientador, com peso 2 (dois) ; b) Avaliação pelo professor orientador e pelo supervisor da empresa, do cumprimento do plano de atividades de estágio, com peso 2 (dois); c) Avaliação do desempenho do estagiário pelo supervisor na empresa, com peso 6 (seis). Art. 8°. Os alunos que participarem como bolsistas de projetos ou programas de extensão, monitorias, apoio tecnológico e projeto de pesquisa poderão ter contabilizadas para fins de estágio, até 30% da carga horária mínima estabelecida para este componente curricular, ou seja, 80h, desde que permaneçam no programa/projeto pelo menos por um semestre letivo ininterrupto. Art. 9°. Os casos omissos serão encaminhados à Coordenação do Curso que após ouvir o Colegiado, divulgará a decisão.
  • 79. 79 ANEXO III NORMAS COMPLEMENTARES PROJETO FINAL DE CURSO
  • 80. 80 NORMAS COMPLEMENTARES PARA O COMPONENTE CURRICULAR - PROJETO FINAL DE CURSO I E II DO CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Art. 1°. O componente curricular Projeto Final de Curso I tem por objetivo orientar os alunos na busca de um tema a ser desenvolvido neste componente e no Projeto Final de Curso II. Parágrafo único: os temas a serem desenvolvidos nos componentes curriculares Projeto Final de Curso I e II deverão ser elaborados individualmente ou em grupos de no máximo 2 (dois) alunos e deverão estar sob a supervisão de um professor orientador, que deve pertencer ao quadro permanente de docentes do IF Fluminense Tais temas podem ter caráter teórico, experimental ou envolver as duas linhas de trabalho. Art. 2°. Os componentes curriculares, Projeto Final de Curso I e II, além do professor orientador, deverão ter um professor responsável, que ficará incumbido de auxiliar os alunos na escolha dos temas e encaminhamento para os professores orientadores. Parágrafo único: caberá aos professores responsáveis por estes componentes curriculares lançar as notas e freqüências dos alunos ao final de cada etapa. Art. 3°.Para o aluno obter aproveitamento no componente curricular Projeto Final de Curso I, será necessário: I- Definir o tema e realizar a revisão da literatura necessária ao seu desenvolvimento; II- Definir o cronograma para desenvolvimento do trabalho. III- Fazer a apresentação do tema no Seminário de Projeto Final I. § 1°. O Seminário de Projeto Final I será realizado em data a ser agendada pela Coordenação do Curso e deverá acontecer ao final de cada semestre letivo. § 2°. A banca examinadora do Seminário de Projeto Final I deverá ser composta por no mínimo 3 (três) professores pertencentes ao quadro permanente de docentes do Instituto Federal Fluminense, tendo como membros fixos os professores orientador e responsável pelo componente curricular. § 3°. No componente curricular Projeto Final de Curso I, o tempo de apresentação da proposta do tema é de 10 minutos e mais 10 minutos para argüição pela banca. Poderá ocorrer prorrogação desde que acordada com os integrantes da banca.
  • 81. 81 Art. 4°. Para o aluno obter aproveitamento no componente Projeto Final de Curso II, além de já ter cumprido o componente Projeto Final de Curso I, será necessário realizar a apresentação oral do projeto no Seminário de Projeto Final II. § 1°. O Seminário de Projeto Final II será realizado em data a ser agendada pela Coordenação do Curso e deverá acontecer ao final de cada semestre letivo. § 2°. A banca examinadora do Seminário de Projeto Final II deverá ser composta por no mínimo 3 (três) professores pertencentes ao quadro permanente de docentes do Instituto Federal Fluminense, tendo como membro fixo o professor orientador. § 3°. O tempo de apresentação oral do projeto perante a banca examinadora será de no máximo 30 minutos. Parágrafo único: o professor responsável pelo componente curricular Projeto Final de Curso II receberá os pareceres das bancas examinadoras. Art. 5°. Os casos omissos serão encaminhados à Coordenação do Curso que após ouvir o Colegiado, divulgará a decisão.