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Globalização das Estratégias
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Globalização das Estratégias

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  • 1. GLOBALIZAÇÃO DAS ESTRATÉGIAS DE OPERAÇÕES
  • 2. GLOBALIZAÇÃO DAS ESTRATÉGIAS DE OPERAÇÕES Nos últimos 15 anos – passamos de um ambiente de manufatura local para um modelo global. Como isso aconteceu?
  • 3. GLOBALIZAÇÃO DAS ESTRATÉGIAS DE OPERAÇÕES Empresas abriram fábricas no exterior.. Fizeram alianças com produtores locais.. Aumentaram suas exportações... Antigamente somente grandes Multinacionais dominavam o mercado Internacional...
  • 4. GLOBALIZAÇÃO DAS ESTRATÉGIAS DE OPERAÇÕES Nesse novo cenário mundial...
  • 5.
    • ...as Empresas não podem se isolar...
    • ...não podem ignorar fatores externos Ex. tendências econômicas...
    • ..não devem ignorar situações competitivas ou inovações tecnológicas em outros Países...
    • ..devem ficar atentas às concorrentes..
  • 6.
    • CONSEQUÊNCIAS:
    • Reestruturação Produtiva no Ambiente Global
    • Negócios definidos em uma Economia globalizada – Ambiente GLOBAL
    • Formação de grupos regionais Mercosul - Nafta– Aladi – Alca e...
  • 7. CONSEQUÊNCIAS: .. alteração da ESTRUTURA PRODUTIVA.
  • 8. TAIS MUDANÇAS NO CENÁRIO GLOBAL RESULTAM NO...
    • Surgimento de atividades entre pontos e momentos da produção – SUPRIMENTO, e
    • de atividades entre pontos e momento de compra de produtos - DEMANDA
    • ...
  • 9. ESSAS MUDANÇAS E NOVAS ATIVIDADES DERAM MAIOR IMPORTÂNCIA A LOGÍSTICA QUE DENTRE OUTROS OBJETIVOS, DEVE AUMENTAR A EFICÁCIA DAS DEMAIS ATIVIDADES...E CONSEQUENTEMENTE, A LUCRATIVIDADE DA EMPRESA ...
  • 10. A Logística passou a exercer papel com maior importância diante da necessidade das respostas da empresas à crescente integração de mercados internacionais, onde cada uma (empresa) quer ser cada vez mais COMPETITIVA....
  • 11. Operações Globais: Planejamento, implantação e controle do fluxo e estocagem de matérias primas, estoques em processo, produtos acabados e informações relacionadas à eles, do ponto de origem ao ponto de consumo, para atender aos Clientes – COM USO EFICIENTE DOS RECURSOS GLOBAIS DA EMPRESA...
  • 12. Logística: É a gestão de fluxos entre marketing e produção, ou seja, COLOCAR O PRODUTO CERTO, NO LOCAL CERTO, NO TEMPO EXATO, AO MENOR CUSTO...
  • 13. Forças da Globalização Nos modelos mais antigos, logística e operações globais desenvolveram-se em áreas geográficas e eram controladas por áreas funcionais ( marketing ou produção).. Os fluxos eram definidos por essas áreas geográficas restritas e com foco no atendimento das necessidades da função que a controlava. Logística e fluxos globais
  • 14. Forças da Globalização NOVOS TEMPOS.....NOVAS PRESSÕES... ...Ocasionaram a duplicação de estoques, incompatibilidade de infra-estruturas logísticas e a limitada capacidade de reação individual às mudanças gerais na cadeia de suprimentos.... Logística e fluxos globais
  • 15. Forças da Globalização
    • 1/5 da produção de empresas americanas é produzido no exterior...
    • ¼ das exportações e importações norte-americanas esta entre filiais estrangeiras e matrizes norte-americanas...
    • Entre o final da década de 80 e início da década de 90 mais da metade das empresas norte-americanas aumentou sua presença no exterior...
    Logística e fluxos globais
  • 16. Forças da Globalização
    • Dois fatores principais favoreceram esse crescimento da globalização:
    • Sobrevivência da empresa – Nos anos 80 empresas com operações globais apresentavam 50% a mais de chance de sobrevivência que as empresas locais...
    Logística e fluxos globais
  • 17. Forças da Globalização
    • Dois fatores principais favoreceram esse crescimento da globalização:
    • Empresas multinacionais são mais lucrativas e crescem mais rapidamente..
    Logística e fluxos globais
  • 18. Negociação Internacional O interesse ofensivo de um País em uma negociação comercial internacional é direcionado à intenção de torná-lo mais competitivo - regulação de uma política internacional mais favorável aos seus interesses de desenvolvimento. Um país nessa condição deseja garantir concessões e/ou impedir concessões (novas/ou não), a outros países.
  • 19. Negociação Internacional Quando existe Interesse Ofensivo, entram em questão: Os mercados alvos de abertura (abrir novos mercados) A manutenção/ou estabelecimento de regras de conduta que eliminem políticas que tem influência (políticas de concorrências).
  • 20. Negociação Internacional O interesse defensivo tem como característica manter mercados protegidos (por exemplo, contra novas concessões) e do ponto de vista político, refere-se à defesa de políticas que lhe favoreça.
  • 21. Negociação Internacional Quando existe Interesse Defensivo entra em questão: Mercados a proteger (impedir o desenvolvimento de novos mercados); O país quer proteger as suas condutas comerciais como válidas; e deseja: Preservar suas políticas mesmo que não favoreçam a concorrência.
  • 22. Liberalismo Negociação Internacional Adam Smith - doutrina que teve problemas porque não diferencia o grau de desenvolvimento e defende o país desenvolvido por excelência, que coincidentemente na época, era o seu próprio país – a Inglaterra. Smith defendia que a manufatura dos países desenvolvidos surgiu naturalmente, quando na verdade os países desenvolvidos direcionaram subsídios para essa capacitação, depois denominada “natural”.
  • 23. Liberalismo Negociação Internacional Como exemplo a Inglaterra que exportava lã para a Holanda e Bélgica, utilizou de sua força, inclusive com uma guerra contra a Holanda para se tornar um país produtor têxtil e dominar o comércio mundial com entrepostos em diversos países. Dessa forma, os países mais desenvolvidos defendem nas negociações internacionais que a concorrência se desenvolvam sem protecionismo. Países desenvolvidos querem que a concorrência seja livre e dessa forma, os países em desenvolvimento nunca conseguirão ser um país desenvolvido, pois estarão quase que na maioria das vezes em desvantagem competitiva.
  • 24. Liberalismo Negociação Internacional Os argumentos levantados por ideólogos de políticas de desenvolvimento econômico nacional contra o liberalismo indicam que existe uma assimetria no progresso técnico entre países produtores de bens industriais e países produtores de bens primários, principalmente porque os países produtores de bens industriais investiram na especialização (das máquinas, por exemplo), para melhorar a sua produtividade. Isso gerou um desequilíbrio, pois o ganho foi muito maior do que o ganho obtido com a produção de bens primários, como na agricultura – bens de capital rendem mais do que bens agrícolas.
  • 25. Liberalismo Negociação Internacional Do ponto de vista da oferta: A produção industrial tende a ser variável porque normalmente o setor de bens industriais (indústria) trabalha com folga de capacidade produtiva, permitindo rápidos ajustes entre produção e demanda – produção variável o que possibilita um preço fixo no período de produção. Na produção de bens primários, a produção não tem essa facilidade de ajuste, as decisões são lentas, ou seja, é fixa e com preços dos produtos finais variáveis.
  • 26. No processo de bens de capitais, predominam poucos produtores (domínio tecnológico-produtivo) que detém o poder de mercado. As empresas que se apropriaram do conhecimento técnico, não deixam espaço para o surgimento de concorrentes. No processo de bens primários ocorre exatamente o contrário. Ou seja: Existem muito mais barreiras para que novas empresas iniciem processos produtivos (indústria) do que existem no processo de bens primários. Negociação Internacional Liberalismo
  • 27. Do ponto de vista da demanda: Para os produtores de bens primários, o aumento da demanda não significa aumento de renda. Como tendência, o consumo se orienta para produtos industriais principalmente para os produtores industriais de novos ramos (produtos). A demanda de consumo é proporcional ao aumento de renda no processo de bens industriais pois com o avanço tecnológico é possível depender cada vez menos de bens primários (dependência menor de recursos naturais-produtos primários). Negociação Internacional Liberalismo
  • 28. Do ponto de vista da demanda: Com a mesma matéria prima um produtor de bens industriais pode produzir mais ou até desenvolver um produto sintético. Negociação Internacional Liberalismo
  • 29. CONCLUSÃO: Os defensores do desenvolvimento econômico nacional, defendem que do ponto de vista da oferta, a inexistência de barreiras ocasiona tendência de super produção de bens primários; Ex. Produção de Laranja; Do ponto de vista da demanda, quanto mais desenvolvida uma atividade, maior a dificuldade de entrar nesse mercado e quando menos desenvolvida uma atividade, mais fácil o surgimento de novos concorrentes. Negociação Internacional Liberalismo
  • 30. CONCLUSÃO: Nesse contexto, países em desenvolvimento concentraram suas forças para deixar para trás o período de colonização (1949 a 1974) e passar a desenvolver-se industrialmente, deixando as doutrinas do liberalismo.... Os que tiveram sucesso, na época, começaram a questionar os mais desenvolvidos... Negociação Internacional Liberalismo
  • 31. Porque houve ampla liberdade positiva para políticas de desenvolvimento nacional no pós-II Guerra, até meados da década de 1970 ? Essa condição foi permitida devido à instauração da “guerra fria” onde cada país já desenvolvido e na condição de superpotência queria atrair outros países, principalmente os em desenvolvimento para seu bloco, seja o comunista ou capitalista. Esse desenvolvimento até então não era permitido. O surgimento do trem e do navio a vapor foi outro fator positivo a esse desenvolvimento no período. Negociação Internacional
  • 32. Os países em desenvolvimento sentiram uma queda no preço dos produtos primários, e como conseqüência, a queda da balança comercial. Nesse período uma forte crise cambial que encareceram as importações, forçando os países em desenvolvimento, a substituir as importações. Negociação Internacional
  • 33. Os estados desenvolvidos assistiram a esse desenvolvimento como moderadores, só que passaram a questionar essa condição dos países em desenvolvimento por que: Grande convergência de desenvolvimento e transferência tecnológica dos países desenvolvidos para os em desenvolvimento, tendo como conseqüência o controle da produção de bens com média tecnologia.... Negociação Internacional
  • 34. Forte redução do saldo comercial dos EUA e INGLATERRA, devido à grande diferença entre esses dois países e os demais que sofreram as ações da guerra. Vários setores maduros desses dois países passaram a sofrer forte concorrência; Os países mais desenvolvidos começaram a chamar de práticas desleais as políticas em vigor e exigiram a aplicação de regras de política de comércio, dando início às guerras comerciais e aos ACORDOS INTERNACIONAIS . Negociação Internacional
  • 35. Por que o número de acordos bilaterais e plurilaterais de comércio vem aumentando desde a virada do milênio? Os setores que conseguiram mais avanços nas negociações da Rodada de Doha, foram os de comunicações e operações financeiras (principalmente nas de transfronteira e consumo no exterior). O setor de transporte (marítimo, aéreo e de cabotagem, exceto os cruzeiros internacionais), de construção civil (problemas com enorme migração de mão-de-obra e limitações para emissão de “visto”) e de audiovisual , foram os que tiveram menos avanço nas negociações. Negociação Internacional
  • 36. Diante das dificuldades em se obter um consenso geral, nas rodadas de Doha, o que esta sendo liberado, é decorrente do surgimento de vários acordos bilaterais ou plurilaterais. Negociação Internacional
  • 37. Empresas brasileiras na Argentina investem na capacidade produtiva 26Jan2009. Negociação Internacional
  • 38. CALÇADISTAS ESTÃO DE OLHO NA ARGENTINA O governo Argentino anunciou que manterá até 2010, a restrição contra IMPORTAÇÃO de calçados. Vulcabrás/Azaléia pretende duplicar a produção local até o final de 2009 (estava em 2,5 milhões de pares). Número de funcionários de 3 mil para 5 mil. Aumentar a participação de 30% para 70% Alpargatas comprou 60,17% do capital da Alpargatas Argentina e pretende ampliar de 10% para 25% a participação do mercado externo no resultado consolidado da companhia... Negociação Internacional
  • 39. PORQUE EMPRESAS BRASILEIRAS ADOTARAM ESTRATÉGIA DE AUMENTAR A PRODUÇÃO NA ARGENTINA? Negociação Internacional Devido a perda da participação da indústria brasileira no mercado internacional em função do aumento da penetração dos calçados chineses, com preços inferiores aos custos da produção na América Latina.
  • 40. Forças de mercado globais Forças tecnológicas Forças de custos globais Forças políticas e macroeconômicas Processo de globalização de estratégias de operações
  • 41. Forças de mercado globais
    • Competição estrangeira intensa
    • Crescimento da demanda externa
    • Presença de mercado – ameaça competitiva
    • Prioridades competitivas em transição
    Processo de globalização de estratégias de operações
  • 42. Forças de mercado globais Atacar concorrentes externos para proteger mercado interno; Adquirir conhecimento em outros mercados para customizar e responder rapidamente aos pedidos dos clientes; Processo de globalização de estratégias de operações
  • 43. Forças de mercado globais Exemplo: Mercado de cereais Kellogg – EUA Nestlé - EUROPA Possuem grande fatia de mercados locais e atuação com “respeito” em mercados internacionais. As duas possuem um acordo de cavalheiros para não interferir no mercado uma da outra...devido a atuações mal sucedidas do passado... Processo de globalização de estratégias de operações
  • 44. Forças tecnológicas
    • Avanços em manufatura/transporte/comunicação;
    • Difusão de conhecimento técnico;
    • Compartilhamento de tecnologia entre empresas;
    • Localização global de P&D.
    Processo de globalização de estratégias de operações
  • 45. Forças tecnológicas Processo de globalização de estratégias de operações Queda dos custos com transporte e modernização; Novas formas de comunicação e disseminação do conhecimento; Necessidade de rapidamente incorporar novas tecnologias. Desenvolver a produção em países com mais avanço tecnológico.
  • 46. Forças políticas e macroeconômicas
    • Taxa de câmbio;
    • Acordos de comércio regionais;
    • Barreiras não tarifárias.
    Processo de globalização de estratégias de operações
  • 47. Forças políticas e macroeconômicas Processo de globalização de estratégias de operações O ambiente econômico e político internacional é determinante no ambiente de produção e de prestação de serviços de forma globalizada.
  • 48. Forças de custos globais
    • Custo de mão-de-obra direta;
    • Novas prioridades de custo;
    • Aumento da intensidade de capital de instalações de produção
    Processo de globalização de estratégias de operações
  • 49. Forças de custos globais Processo de globalização de estratégias de operações A vantagem comparativa de alguns países em custo, em diversos insumos do processo produtivo – de matérias-primas à mão-de-obra – sempre motivou a expansão das operações de empresas globalizadas para essas localidades “de baixo custo”.
  • 50. MERCADO GLOBAL
    • O setor petroquímico no Brasil foi fortemente atingido pela crise mundial.
    • Diminuição da demanda externa por resinas = redução preços = estoques altos e caros;
    • Concentração na produção local;
    • Novos projetos foram suspensos;
    • Projetos de redução do custo passaram a ser implementados no lugar de novos projetos...
  • 51. MERCADO GLOBAL
    • O mercado de fast food em crises econômicas não é muito afetado.
    • Pode ocorrer a diminuição do consumo da classe alta – restaurantes de luxo;
    • Concentração na rede de alimentos mais baratos;
    • EXISTEM RAMOS E EMPRESAS QUE SE ESPECIALIZAM EM RETRAÇÃO OU CRESCIMENTO DA DEMANDA...
  • 52. Forças de mercado globais Forças tecnológicas Forças de custos globais Forças políticas e macroeconômicas
    • Custo de mão-de-obra direta
    • Novas prioridades de custo
    • Aumento da intensidade de capital de instalações de produção
    • Avanços em manufatura/transporte/comunicação
    • Difusão de conhecimento técnico
    • Compartilhamento de tecnologia entre empresas
    • Localização global de P&D
    • Competição estrangeira intensa
    • Crescimento da demanda externa
    • Presença de mercado – ameaça competitiva
    • Prioridades competitivas em transição
    • Taxa de câmbio
    • Acordos de comércio regionais
    • Barreiras não tarifárias
    Processo de globalização de estratégias de operações
  • 53. Em muitos casos, a empresa desenvolveu produtos e serviços dentro de um planejamento inserido em uma estratégia de crescimento. Deve estar atenta à fatores que interferem no processo de comercialização. A empresa conhece o perfil do consumidor/cliente, mas se esquece de determinados fatores, também culturais, como os costumes e tradições de um país. Tais itens são considerados por muitas empresas como aspectos supérfluos no processo da negociação, mas já inviabilizaram operações em comércio internacional. MERCADO GLOBAL
  • 54. Considerados como simples "perfumaria" ou detalhes, os costumes e tradições devem ser reconhecidos e valorizados, pois representam a cultura do país para onde queremos direcionar nossos esforços mercadológicos. Tais características culturais devem ser consideradas também como barreiras não-tarifárias (para aquelas empresas que as desconhecem) ou como porteiros (para aquelas empresas que as conhecem). MERCADO GLOBAL
  • 55. Halal Trata-se de um ritual obrigatório destinado ao abate de animais ou aves domésticas para consumo muçulmano. No Halal os animais devem ser abatidos por cristão, judeu ou muçulmano sadios, que não devem proferir outra palavra, exceto o nome de Allah, para cada abate ou grupo de abates. O abatedor deve estar voltado para o Santuário Kaba-Macca (QIBLAH), e não se deve misturar animais diferentes nos locais de abate (aves e porcos, por exemplo). Documento comprobatório que prove tal ritual é solicitado em cartas de crédito ( CERTIFICADO DE ORIGEM). MERCADO GLOBAL – COSTUMES E TRADIÇÕES
  • 56. Flores brancas, no Brasil, representam saudade, e constantemente são utilizadas em enterros e cemitérios; MERCADO GLOBAL – COSTUMES E TRADIÇÕES
  • 57. Flores brancas, no México, representam boa sorte; MERCADO GLOBAL – COSTUMES E TRADIÇÕES
  • 58. Flores vermelhas têm o significado de amor sexual em muitos países, inclusive no Brasil e na Itália; MERCADO GLOBAL – COSTUMES E TRADIÇÕES
  • 59. Animais são considerados como elementos sujos, no Oriente Médio; MERCADO GLOBAL – COSTUMES E TRADIÇÕES
  • 60. Chapéus verdes têm conotação de ignorância, na China; MERCADO GLOBAL – COSTUMES E TRADIÇÕES
  • 61. Cegonhas representam morte materna, na Indonésia; MERCADO GLOBAL – COSTUMES E TRADIÇÕES
  • 62. Cegonhas brancas representam nascimento, nos Estados Unidos e no Brasil; MERCADO GLOBAL – COSTUMES E TRADIÇÕES
  • 63. A cor branca representa morte, no Japão   MERCADO GLOBAL – COSTUMES E TRADIÇÕES
  • 64. Em muitos países é hábito a utilização da mão esquerda para a higiene pessoal. Portanto evita-se oferecer cartões de visitas, fornecer catálogos de produtos e listas de preços com a mão esquerda; MERCADO GLOBAL – COSTUMES E TRADIÇÕES
  • 65. MERCADO GLOBAL – COSTUMES E TRADIÇÕES No Brasil, o polegar levantado tem o sinal de positivo, diferente do gesto americano OK que tem conotação vulgar no Brasil;
  • 66. No Brasil e em outros países, o dedo indicador levantado tem conotação vulgar; MERCADO GLOBAL – COSTUMES E TRADIÇÕES
  • 67. Não se deve cruzar as pernas, expondo a sola do sapato ao cliente. Significa insulto e rejeição, em países árabes; Os gatos, no Egito, são animais valorizados e reverenciados no Japão; No Japão, as raposas são temidas por representarem maus espíritos MERCADO GLOBAL – COSTUMES E TRADIÇÕES
  • 68. Para alguns países, deve-se comer carne de porco no 1 o dia útil de cada ano, pois esses animais andam para frente quando comem; Não se deve comer galinhas no 1 o dia útil de cada ano, pois essas aves ciscam para trás; MERCADO GLOBAL – COSTUMES E TRADIÇÕES
  • 69. O número 4 representa morte em algumas culturas. Portanto, verifica-se, antes da compra de um imóvel, se a soma dos algarismos não totaliza o número 4 (13, 31, 22, 1.111, 40, por exemplo) MERCADO GLOBAL – COSTUMES E TRADIÇÕES
  • 70. O número 7 representa dinheiro e sorte em muitas culturas; MERCADO GLOBAL – COSTUMES E TRADIÇÕES
  • 71. Os buquês devem ser oferecidos em número ímpar de flores (excetuando-se o 13) na Itália, para dar boa sorte; MERCADO GLOBAL – COSTUMES E TRADIÇÕES
  • 72. Os buquês nunca devem ser oferecidos em números par de flores, principalmente o 12, que significa morte, na Itália; MERCADO GLOBAL – COSTUMES E TRADIÇÕES
  • 73. Alguns prédios nos Estados Unidos não possuem o 13 o andar; MERCADO GLOBAL – COSTUMES E TRADIÇÕES
  • 74. Em alguns países asiáticos é comum fazer barulho ao comer; MERCADO GLOBAL – COSTUMES E TRADIÇÕES
  • 75. Não se deve limpar os dentes em ambientes públicos; MERCADO GLOBAL – COSTUMES E TRADIÇÕES
  • 76. Geralmente, os estrangeiros gostam de serem presenteados com produtos típicos, como pedras semipreciosas e peças de artesanato; As figas são representações fálicas no Japão. Portanto, tome o especial cuidado de não oferecê-las como presente; MERCADO GLOBAL – COSTUMES E TRADIÇÕES
  • 77. A questão da adaptabilidade do produto, serviço ou mesmo da própria empresa é uma condição para a entrada e desenvolvimento em novos mercados. Em Boston, por exemplo, o logotipo do McDonald’s é verde e amarelo, devido à proximidade do Canadá e das extensas áreas verdes. Deve-se efetuar, antes de o produto ser lançado no mercado, uma pesquisa que envolva fontes do país em que o produto será comercializado. MERCADO GLOBAL – PESQUISA
  • 78. Nas Filipinas ao entrevistar mulheres de determinado país sobre a freqüência de uso de desodorante, uma resposta típica foi: “Uso uma vez por ano quando vou dançar, demonstrando não haver qualquer interesse para o lançamento do produto”. MERCADO GLOBAL – PESQUISA
  • 79. Talvez o mais conhecido do mercado brasileiro. MERCADO GLOBAL – ERROS...
  • 80. A Wall Mart errou ao trazer o portfólio de produtos americanos para ser vendido no Brasil sem adaptá-los a realidade Brasileira. (Venda de tacos de golfe) MERCADO GLOBAL – ERROS...
  • 81. A General Foods desperdiçou milhões tentando lançar aos consumidores japoneses misturas para bolo. A empresa falhou em não notar que apenas 3% das residências japonesas estavam equipadas com fornos. Depois promoveram a idéia de assar bolos nas panelas de cozinhar arroz dos japoneses, subestimando o fato de que eles as usam durante o dia para manter o arroz aquecido e pronto para servir. MERCADO GLOBAL – ERROS...
  • 82. A Coca-Cola teve que retirar a garrafa de 2 litros do mercado espanhol, após descobrir que poucas residências possuíam refrigeradores com compartimentos suficientemente altos. MERCADO GLOBAL – ERROS...
  • 83. O Tang da General Foods, falhou, inicialmente, na França porque estava posicionado como substituto do suco de laranja natural no café da manhã. O francês bebe pouco suco de laranja e quase nada no café da manhã. MERCADO GLOBAL – ERROS...
  • 84. Inicialmente, a cera para piso da Johnson fracassou no Japão. A cera deixava o piso muito escorregadio e a empresa não percebeu que os japoneses não usam sapatos dentro de suas casas. MERCADO GLOBAL – ERROS...
  • 85. Mesmo marcas e títulos de anúncios têm que ser modificados. Na Alemanha, mist (névoa) significa manure (esterco) e scotch (fita Scotch) significa schmuck (pênis) e o título do anúncio “Desperte para a vida com Pepsi” foi traduzido por “Saia do túmulo com Pepsi”, na Coréia. MERCADO GLOBAL – ERROS...
  • 86. “ A globalização é um processo gradual, não um evento de um único momento. O desenvolvimento de estratégias de operações globalizadas requer uma análise cautelosa do ambiente e investimento precisos. Empresas bem sucedidas, não vão a todos lugares de uma vez só..... A seleção de mercados e de locais para a produção deve levar em consideração mercados com possibilidade de rápido crescimento... Muito Obrigado! FIM! Estratégias das Organizações e a Logística de Carga Aérea