Supervisão

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Supervisão

  1. 1. Equipe do CEMAP
  2. 2. Pauta de estudos <ul><li>Legislação </li></ul><ul><li>LDB 9394/1996 – Ciclos, Avaliação </li></ul><ul><li>Resolução nº 07/2010 – Diretrizes para o Ensino Fundamental de 9 anos </li></ul><ul><li>Parecer nº 1158 – Operacionaliza o Parecer 1132 </li></ul><ul><li>Parecer nº 1132 - Classificação, Reclassificação </li></ul><ul><li>Resolução nº 521/2004 – Recuperação em suas modalidades; </li></ul><ul><li>Ofício da SEE nº302/2010 – Avaliação e Continuidade da Trajetória Escolar; </li></ul><ul><li>Ofício nº 398/2008 – Progressão Continuada nos anos iniciais do E. Fundamental </li></ul>
  3. 3. Art. 24 da Lei 9394/96 <ul><li>inc.v </li></ul><ul><li>Alínea “a” - Avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais; </li></ul><ul><li>Alínea “e” - Obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, para os casos de baixo rendimento escolar, a serem disciplinados pelas instituições de ensino em seus regimentos; </li></ul>
  4. 4. PROGRESSÃO CONTINUADA <ul><li>Progressão continuada é muito mais que avaliação. Ela expressa uma organização do sistema escolar que resulta de uma determinada concepção de educação, de ensino, de aprendizagem, de currículo, de trabalho pedagógico </li></ul><ul><li>Premissa de Ordem Conceitual </li></ul><ul><li>Premissa de Ordem Sistêmica </li></ul>
  5. 5. Princípios da Progressão Continuada <ul><li>A Progressão Continuada não elimina a avaliação; </li></ul><ul><li>E tem como princípios: </li></ul><ul><li>Respeito ao desenvolvimento humano; </li></ul><ul><li>Acompanhamento passo a passo do aluno; </li></ul><ul><li>Avaliação e organização de situações didáticas que assegurem o seu desenvolvimento. </li></ul>
  6. 6. Identificação da Progressão Continuada <ul><li>Apóia-se nos pressupostos: </li></ul><ul><li>Ensino aprendizagem e currículo; </li></ul><ul><li>Sucesso do aluno; </li></ul><ul><li>Sucesso do processo de ensino-aprendizagem e da escola; </li></ul>
  7. 7. <ul><li>“ ...a avaliação deixa de ser um processo de cobrança para se transformar em mais um momento de aprendizagem, tanto para o aluno quanto para o professor- mormente para este, se estiver atento aos processos e mecanismos de conhecimento ativados pelo aluno, mesmo no caso de “erros”, no sentido de rever e refazer seus procedimentos de educador” ROMÃO, 1998, p.88. </li></ul>
  8. 8. Enquanto que a Progressão Automática <ul><li>Aprovação incondicional do aluno, seja na organização do ensino em séries ou em ciclos. </li></ul>
  9. 9. Reflexões... <ul><li>Como a Progressão Continuada está sendo compreendida pelos professores, coordenadores e diretores? </li></ul>
  10. 10. <ul><li>A adoção do regime de Progressão Continuada alterou o trabalho pedagógico da escola? </li></ul><ul><li>Quais foram as alterações ? </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Como os professores , coordenadores e diretores se preparam para desenvolver a proposta pedagógica que contempla a Progressão Continuada? </li></ul>
  12. 12. Reações observadas ao Regime de Progressão Continuada <ul><li>Insatisfação com o descompromisso da escola com a aprendizagem dos alunos: a escola não exige nada, deixa os alunos irem passando de um ano para o outro sem saber nada; </li></ul><ul><li>Desconfiança em relação às mudanças: são feitas afirmações de que as propostas inovadoras não passam de uma dissimulação do fracasso escolar; </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Desconfiança da capacidade de compreensão da proposta: a proposta é interessante , mas não é compreendida nem pelos pais nem pela escola; </li></ul><ul><li>Desconfiança da capacidade dos professores: nós, os professores, não estamos preparados para trabalhar nessa perspectiva; </li></ul><ul><li>Crítica à atuação da escola: a escola tem o discurso bem elaborado, mas não mudou nada em sua maneira de ensinar; </li></ul>
  14. 14. AVALIAÇÃO <ul><li>COMO AVALIAR? </li></ul><ul><li>QUEM AVALIAR? </li></ul><ul><li>QUANDO AVALIAR? </li></ul>
  15. 15. Buscando um Modelo de Avaliação <ul><li>A avaliação como parte da proposta da escola estará acontecendo em todos os momentos do trabalho pedagógico, como uma das formas de reconhecimento dos diferentes ritmos e necessidades dos alunos; </li></ul><ul><li>AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA – desvela o porquê da não-aprendizagem e exige nova ação didática; </li></ul><ul><li>AVALIAÇÃO FORMATIVA - por sua natureza formadora, informa, descobre, conscientiza professores e alunos; </li></ul><ul><li>AVALIAÇÃO SOMATIVA – não é a avaliação que soma ou acumula resultados que se sobrepõem; </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Cada resultado parcial contém o germe do processo que se lhe sucede e a supera; cada resultado parcial é a ruptura que brota na continuidade do processo e possibilita novas ações didáticas, dentre elas, as ações avaliativas. </li></ul><ul><li>É nessa perspectiva , na interdependência das suas três funções básicas: diagnósticas, formativa e somativa, que a avaliação contribui para o sucesso escolar e insere-se numa proposta de progressão continuada. </li></ul>
  17. 17. AVALIAÇÃO FORMAL E INFORMAL <ul><li>“ são aspectos de um único e mesmo fenômeno”. </li></ul><ul><li>“ ...estamos entendendo por avaliação formal aquelas práticas que envolvem o uso de instrumentos explícitos de avaliação, cujo resultados podem ser examinados objetivamente pelo aluno, à luz de um procedimento claro. Por contraposição, estaremos entendendo a avaliação informal como a construção, por parte do professor, de juízos gerais sobre o aluno, cujo processo de constituição está encoberto e é aparentemente assistemático FREITAS(1995) . </li></ul>
  18. 18. A Avaliação contínua é um processo que demanda sensibilidade e disponibilidade para acompanhar DIUTURNAMENTE os alunos. <ul><li>É um princípio e não uma modalidade, pois a modalidade está relacionada às suas funções: diagnóstica, formativa e somativa. É nessa interdependência das suas três funções que a avaliação contínua contribui para o sucesso escolar e se insere numa proposta de progressão continuada. </li></ul>
  19. 19. FICHA DE ACOMPANHAMENTO INDIVIDUAL DO ALUNO <ul><li>Acompanhamento qualitativo dos alunos na perspectiva de uma avaliação processual </li></ul>
  20. 20. A construção de fichas descritivas do aluno é uma prática fundamental para a estruturação de parâmetros referenciais para o trabalho docente. As fichas devem ser construídas a partir de indicadores de desempenho esperados e, neste sentido, devem significar instrumentos capazes orientar e reorientar o professor no ensino.
  21. 21. Fichas numa concepção Formativa de Avaliação : <ul><li>Significam planos de trabalho; </li></ul><ul><li>Apoiam e impulsionam o processo de observação do desenvolvimento do aluno durante as atividades propostas , e sobre as necessidades de ensino que essa observação retrata; </li></ul><ul><li>Apresentam indicadores de observação do aluno em diferentes áreas: cognitiva, afetiva, atitudinal e procedimental, de maneira mais minuciosa possível; </li></ul>
  22. 22. Sendo referenciais as fichas devem: <ul><li>Traduzir indicadores de observação do desempenho dos alunos; </li></ul><ul><li>Oferecer pistas à escolha metodológica do professor; </li></ul><ul><li>Conter indicadores gerais capazes de orientar o trabalho pedagógico. </li></ul>
  23. 23. Referenciais para estudo: <ul><li>ABRAMOWICZ, M. Avaliação e progressão continuada: subsídios para uma reflexão. In: BICUDO, M. A. V. & SILVA JR., C.A. da . Formação do Educador: avaliação institucional e aprendizagem. V4 São Paulo: Editora UNESP, 1999. </li></ul><ul><li>AZZI, S. Avaliação escolar: In: MENEZES, M. B. & RAMOS, W. M. Guia de estudo – Brasília: MEC/FUNDESCOLA, 2000. (Coleção Magistério, Unidade). </li></ul><ul><li>LUCKESI, C. C. Avaliação educacional escolar: para além do autoritarismo. In Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. São Paulo: Cortez, 1995. </li></ul><ul><li>VEIGA, I. P. A. Ensino e avaliação: uma relação intrínseca à organização do trabalho pedagógico. In: Didática: ensino e suas relações. Campinas: Papirus, 1996. </li></ul>
  24. 24. <ul><li>LÜDKE, M. Evolução em Avaliação. In: FRANCO, C. (ORG). Avaliação, Ciclos e Promoção na Educação. Porto Alegre: Artmed, 2001. </li></ul><ul><li>PERRENOULD, P. Avaliação: da Excelência à regulação das aprendizagens – entre duas lógicas. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999. </li></ul><ul><li>ROMÃO, J. E. Avaliação Dialógica: desafios e perspectivas. São Paulo: Cortez, 1998. </li></ul>

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