A.Apres.PricíPio.Pesquisa.Normas

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Resumo sobre as principais normas de pesquisa e de elaboração de trabalhos.

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A.Apres.PricíPio.Pesquisa.Normas

  1. 1. PESQUISA COMO PRINCÍPIO CIENTÍFICO E EDUCATIVO Profa. Giselle Rôças
  2. 2. FORMAÇÃO DO ESPÍRITO CIENTÍFICO A formação do espírito científico pode ocorrer em qualquer idade, mas o ponto de partida se baseia na curiosidade infantil, na inquietação da adolescência e no sonho dos jovens. Por que? Resultado: coerência metodológica e pesquisadores produtivos, ou ainda, adultos capazes de analisar e sintetizar os dados de maneira lógica, racional, objetiva, imparcial e coerente.
  3. 3. FORMAÇÃO DO ESPÍRITO CIENTÍFICO Virtude intelectual – senso de observação, gosto pela precisão, clareza de idéias, imaginação ousada, mas com necessidade de embasamento em provas, aprofundação dos problemas, sagacidade e poder de discernimento. Virtude moral - humildade e reconhecimento de limitações e da possibilidade de erros e enganos. Imparcialidade – respeito a verdade sem distorção dos fatos.
  4. 4. FORMAÇÃO DO ESPÍRITO CIENTÍFICO Originalidade – tenta sempre ser inédito e original, evitando o plágio, as acomodações, as possessões. Liberdade de pensamento – não admite intromissões de autoridades externas ou limitações. Será? O espírito científico é produto da história, com a progressiva aquisição de técnicas que exigem pesquisas e verificações.
  5. 5. ETAPAS DA PESQUISA O que vocês entendem por pesquisar? Quais etapas são necessárias? Como alcançá-las?
  6. 6. ETAPAS DA PESQUISA Escolha do tema ◦ Existem questões intelectuais e práticas que levam o pesquisador a formular a sua pergunta, a qual pode surgir de interesses particulares ou profisisonais. ◦ O tema deve ser adequado a formação e capacitação do pesquisador, correspondendo ao tempo e recursos econômicos. ◦ Deve-se evitar temas a respeito dos quais já existem estudos exaustivos.
  7. 7. ETAPAS DA PESQUISA Delimitação do tema ◦ Selecionar um tópico ou parte que será enfocada e esmiúçada. Pode-se recorrer à divisão do tema em suas partes constitutivas ou pela definição dos termos avaliados. ◦ Pode-se delimitar o tema utilizando o recurso das circunstâncias, como tempo e espaço. Ou ainda, indicando o ponto de vista sob o qual ele será trabalhado (psicológico, filosófico, pedagógico...).
  8. 8. ETAPAS DA PESQUISA Definição dos objetivos ◦ Definem a natureza do trabalho, o tipo de problema a ser selecionado, o material a coletar..... Podem ser definidos como: ◦ Gerais - determinar com clareza e objetividade o seu propósito com a realização da pesquisa (mapear, identificar, levantar, diagnosticar, traçar o perfil...). ◦ Específicos – aprofundar as intenções expressas nos objetivos gerais (identificar novos aspectos, comparar situações....).
  9. 9. ETAPAS DA PESQUISA O problema ◦ Questão que envolve intrinsecamente uma dificuldade teórica e/ou prática, para a qual estamos procurando uma solução. ◦ Os passos seguintes que o pesquisador deverá percorrer são dependentes desta etapa do trabalho. ◦ Deve expressar uma relação entre duas ou mais variáveis, devendo ter uma redação interrogativa, clara e precisa. A elaboração clara de um problema é fruto da revisão de literatura e da reflexão pessoal!!!!!!!!!
  10. 10. ETAPAS DA PESQUISA Hipóteses ◦ Consiste em supor conhecida a verdade ou explicação que se busca ou a suposição de uma causa ou lei destinada a explicar temporariamente o fenômeno estudado até que os fatos venham confirmá-la ou contradizê-la. ◦ Elas podem ser oriundas de resultados já conduzidos, sendo assim dedutiva. ◦ Pode ser indutiva se a suposta causa do fenômeno for um dos antecedentes, e que parece apresentar todas as características de um antecedente casual. ◦ Pode ser ainda analógica, quando inspirada em certas semelhanças entre fatos ou fenômenos já conhecidos.
  11. 11. ETAPAS DA PESQUISA Variáveis ◦ São aspectos, propriedades ou fatores reais ou potencialmente mensuráveis pelos valores que assumem e discerníveis em um objeto de estudo. Podem ser classificadas como: ◦ Independentes (X) – fator, causa ou antecedente que determina a ocorrência do outro fenômeno, efeito ou conseqüência; ◦ Dependentes (Y) – fator, propriedade, efeito ou resultado decorrente da ação da variável X; ◦ Intervenientes (W) – capaz de modificar a variável Y sem alterações na variável X.
  12. 12. ETAPAS DA PESQUISA Levantamento bibliográfico ◦ Tem como objetivo encontrar as respostas aos problemas formulados, usando como recurso documentos bibliográficos. ◦ Estes documentos podem ser: primários (quando coletados em primeira mão em pesquisa de campo, entrevistas, questionários, laboratórios....); secundários (quando colhidos em relatórios, revistas; jornais, livros...); terciários (quando citados por outra pessoa).
  13. 13. ETAPAS DA PESQUISA Levantamento bibliográfico ◦ Essencial para fundamentar as idéias do pesquisador, auxiliá-lo na escolha dos métodos de coleta e análise dos dados e a posterior explicação dos resultados. ◦ Nesse momento o pesquisador compara situações análogas ou não, compara opiniões de diferentes correntes de pesquisa, analisa se as informações são verdadeiras (baseadas em fatos) ou se são somente proposições e especulações. Esta é a base do estudo.
  14. 14. ETAPAS DA PESQUISA Metodologia ◦ Vamos perceber que dependendo dos objetivos do estudo, do público-alvo, do tempo e recursos para a pesquisa entre outras características, a pesquisa será classificada de forma diferenciada. ◦ Pesquisa exploratória, participante, pesquisa- ação, etnográfica, experimental entre outras. ◦ Os instrumentos de coleta e análise dos dados também dependerá dos objetivos e do tipo de pesquisa em questão.
  15. 15. NORMAS DE FORMATAÇÃO Papel A4 Margens superior e esquerda = 3,0 cm Margem inferior e direita = 2,0 cm Fonte Arial ou Times New Roman, tamanho 12 (texto), 14 (títulos) e 10 (transcrições, notas de rodapé e numeração de página. Espaçamento 1,5 Recuo de início de parágrafo = 1,3 cm. Numeração deve estar na margem direita inferior a 2,0 cm da margem
  16. 16. NORMAS DE FORMATAÇÃO Os títulos sem indicativo numérico (errata, sumário, resumo, agradecimentos etc.) devem ser centralizados. Os títulos principais devem ser digitados a partir da margem esquerda, a um espaço do número que permite a sua localização imediata, e deve ser numerado, escrito com letra maiúscula, negrito, tipo Arial ou Times New Roman e separado da primeira linha do texto por dois espaços simples.
  17. 17. NORMAS DE FORMATAÇÃO Os títulos secundários deverão vir com letra em caixa alta (versalete), numerados e seguindo a ordem do capítulo (ex. 1.1, 1.2 etc.), em negrito e com tipo Arial ou Times New Roman e separados dos textos que os antecedem e dos que os sucedem, por um espaço simples.
  18. 18. NORMAS DE FORMATAÇÃO O cabeçalho deverá conter um resumo do título do projeto (em letra Arial ou Times New Roman, tamanho 11), aparecendo em todas as páginas, com exceção da primeira página. O rodapé deverá conter o nome do autor (letra Arial ou Times New Roman, tamanho 11) e a numeração da página, com exceção da primeira página.
  19. 19. NORMAS DE FORMATAÇÃO Projeto de pesquisa ◦ Proposta de um trabalho que descreve as etapas em que a pesquisa será desenvolvida. ◦ Para a elaboração de um trabalho acadêmico é necessário a produção de um projeto de pesquisa com alguns elementos que serão apresentados.
  20. 20. NORMAS DE FORMATAÇÃO Elementos pré-textuais: ◦ Capa ◦ Folha de rosto ◦ Resumo (máximo de 200 palavras) ◦ Sumário
  21. 21. CAPA FOLHA DE ROSTO Centro Federal de Educação Tecnológica de Programa de Mestrado Profissional em Ensino de Química de Nilópolis Ciências Divisão de Pós-Graduação e Pesquisa Acadêmica Mestrado Profissional em Ensino de Ciências MARIA QUITÉRIA DE SOUZA MARIA QUITÉRIA DE SOUZA O ENSINO DE CIÊNCIAS NAS SÉRIES INICIAIS Projeto de Pesquisa apresentado ao O ENSINO DE CIÊNCIAS NAS SÉRIES Programa de Mestrado Profissional INICIAIS em Ensino de Ciências do CEFET Química/RJ como parte dos requisitos para obtenção do título de Mestre em Ensino de Ciências. Orientador: Prof. Dr. José dos Reis NILÓPOLIS 2008 NILÓPOLIS 2008
  22. 22. SUMÁRIO SUMÁRIO INTRODUÇÃO ....................................................4 Delimitação do tema..........................................4 Justificativa........................................................4 Objetivo ............................................................5 Problema ...........................................................5 Hipótese ............................................................6 METODOLOGIA.................................................7 RELEVÂNCIA DO TRABALHO E POSSÍVEIS APLICAÇÕES......................................................8 AVALIAÇÃO DAS DIFICULDADES..................9 CRONOGRAMA..................................................9 REFERÊNCIAS ..................................................10 ANEXOS
  23. 23. NORMAS DE FORMATAÇÃO Elementos textuais: ◦ Introdução ◦ Delimitação do tema ◦ Justificativa ◦ Objetivo(s) ◦ Problema ◦ Hipótese
  24. 24. NORMAS DE FORMATAÇÃO Elementos textuais: ◦ Metodologia ◦ Tipo de pesquisa (descritiva, exploratória...) ◦ População e amostra (se necessário) ◦ Local de estudo ◦ Instrumentos de coleta dos dados (questionários, entrevistas...) ◦ Análise dos dados (estatística, análise de conteúdo, do discurso)
  25. 25. NORMAS DE FORMATAÇÃO Elementos textuais: ◦ Relevância do Trabalho e Possíveis Aplicações. ◦ Avaliação das Dificuldades ◦ Cronograma e metas Elementos pós-textuais: ◦ Referências bibliográficas ◦ Anexos
  26. 26. NORMAS DE FORMATAÇÃO Dissertação ◦ De acordo com a norma ABNT/NBR-14724 uma dissertação pode ser descrita como sendo um “documento que representa o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo, de tema único e bem delimitado em sua extensão, com o objetivo de reunir, analisar e interpretar informações.”
  27. 27. NORMAS DE FORMATAÇÃO Dissertação ◦ “Deve evidenciar o conhecimento da literatura existente sobre o assunto e a capacidade de sistematização do candidato. É realizado sob a coordenação de um orientador, visando a obtenção do título de mestre”.
  28. 28. NORMAS DE FORMATAÇÃO Elementos pré-textuais: ◦ Capa ◦ Folha de rosto ◦ Folha de aprovação ◦ Dedicatória (opcional) ◦ Agradecimentos (opcional) ◦ Epígrafe (opcional)
  29. 29. NORMAS DE FORMATAÇÃO Elementos pré-textuais: ◦ Resumo com palavras-chave (até 500 palavras) ◦ Resumo com palavras-chave em idioma estrangeiro ◦ Lista de tabelas (opcional) ◦ Lista de figuras (opcional) ◦ Lista de abreviaturas e siglas (opcional) ◦ Lista de símbolos (opcional) ◦ Sumário
  30. 30. Folha de Aprovação Lombada MARIA QUITÉRIA DE SOUZA O ENSINO DE CIÊNCIAS NAS SÉRIES INICIAIS O ENSINO DE CIÊNCIAS NAS SÉRIES INICIAIS Dissertação apresentada ao Maria Programa de Mestrado Profissional Quitéria de Souza Maria Quitéria de Souza em Ensino de Ciências do CEFET Química/RJ como parte dos requisitos para obtenção do título O ENSINO de Mestre em Ensino de Ciências. DE CIÊNCIAS NAS SÉRIES Tendo sido aprovada em 02 de julho de 2009. INICIAIS Banca Examinadora ____________________________ Dr. Salvador Dias (orientador) CEFET _____________________________ Dr. José Tadeu CEFET ______________________________ Dra Luiza Mattos Nome da Instituição NILÓPOLIS 2009
  31. 31. NORMAS DE FORMATAÇÃO Elementos textuais: ◦ Introdução - parte que retrata de forma geral o estudo realizado. Inclui o tema escolhido, a problemática envolvida, justificativa, delimitação, objetivos e metodologia. Escrita em texto corrido. ◦ Desenvolvimento - local onde é feita a definição dos termos, evolução histórica, argumentação do problema, análise e discussão dos dados. São os capítulos. ◦ Conclusão - considerações finais sobre o estudo, quando o autor apresenta os pontos positivos e negativos do estudo, discute propostas e perspectivas futuras de estudos, apresentando as conclusões finais ou parciais.
  32. 32. NORMAS DE FORMATAÇÃO Elementos pós-textuais: ◦ Referências - são os documentos citados ao longo do corpo do texto. ◦ Bibliografia - documentos utilizados para a composição do estudo, mesmo que não estejam citados no corpo do texto. ◦ Glossário (opcional) ◦ Anexos (opcional)
  33. 33. NORMAS DE FORMATAÇÃO Citações ◦ São menções de autoridade no assunto em questão tiradas de fontes de estudo (livros, artigos, dissertações, teses, leis) que servem para embasar o trabalho em questão, concordando ou não com as idéias apresentadas pelo autor.
  34. 34. NORMAS DE FORMATAÇÃO Citações ◦ As citações bibliográficas e de internet no texto deverão ser da seguinte maneira: sobrenome do autor seguido do ano da publicação entre parênteses. ◦ Caso haja mais de 3 autores, então mencionar somente o primeiro autor, seguido de et alli ou et al.
  35. 35. NORMAS DE FORMATAÇÃO Citação Direta ◦ Diretas - transcrições textuais, cópias fiéis. Curtas: até 3 linhas Deve aparecer entre aspas e integrando o corpo do trabalho. Deve aparecer nome do autor, ano e página(s). Segundo Barkley (2002, p. 35) “TDAH é um transtorno de desenvolvimento do autocontrole que consiste em problemas com os períodos de atenção, com o controle do impulso e com o nível de atividade”.
  36. 36. NORMAS DE FORMATAÇÃO Citação Direta ◦ Longas: mais de de 3 linhas. ◦ Deve vir em novo parágrafo, em espaço simples, fonte tamanho 10, sem aspas e distante 4,0 cm da margem esquerda. ◦ Supressão de palavras ou sentenças deve ser marcada por reticências entre colchetes. ◦ Deve aparecer nome do autor, ano e página(s).
  37. 37. NORMAS DE FORMATAÇÃO O que podemos encontrar referido no legado de Freire (1987, p.46), no qual o mesmo afirma que: A educação [...] que verdadeiramente se compromete com a libertação não pode fundar-se numa compreensão dos homens como seres “vazios” a quem o mundo “encha” de conteúdos; não pode basear-se numa consciência espacializada, mecanicistamente compartimentada, mas nos homens como “corpos conscientes” e na consciência intencionada ao mundo.
  38. 38. NORMAS DE FORMATAÇÃO Citação Indireta - livre e não textual. As palavras são do autor do texto, mas com base na idéia do autor consultado. Também pode ser chamada de paráfrase. Conforme Barkley (2002) afirma, o maior problema de crianças com TDAH se origina de um déficit fundamental em sua habilidade de inibir o comportamento. Assim, o TDAH não é simplesmente uma deficiência de atenção, como a denominação pode fazer pensar.
  39. 39. NORMAS DE FORMATAÇÃO Citação de Citação ◦ direta ou indireta é utilizada em último caso, quando não se tem acesso a obra original. Still apud Barkley (2002) referia-se a essas crianças como apresentando “deficiência de controle moral”, baixos níveis de “inibição” e de atenção, agressividade e hiperatividade e problemas associados à desonestidade, à crueldade, à desobediência sistemática e a problemas de aprendizagem escolar.
  40. 40. NORMAS DE FORMATAÇÃO Elaborando as referências AZEVEDO, Ari de (Coord.). História das civilizações: o homem através dos tempos. 12. ed. Campinas, SP: Pontes, 1998a. 132 p. GRAIN, Júlia; SOUZA, Joaquim; GIL, Carlos. Semântica. 23. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, [s. d.]. RIBEIRO, Mariana et al. Imagens da adolescência na era atual. In: LEVI, G.; SCHMIDT, J. (Org.). História da juventude. São Paulo: Companhia das Letras, [s. d.]. p. 7-16.
  41. 41. NORMAS DE FORMATAÇÃO Autoria desconhecida: DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro, 1993. 64 p. Obras consultadas on line: ALVES, Castro. Navio Negreiro. [S.l.]: Virtual Books, 2000. Disponível em: <http://www.terra.com.br/virtualbooks/freebook/port/lport2 /navionegreiro.htm>. Acesso em: 10 jan. 2002.
  42. 42. NORMAS DE FORMATAÇÃO Revistas e periódicos: DINHEIRO: revista semanal de negócios. São Paulo: Ed. Três, n. 148, 28 jun. 2000. 98 p. Artigo e/ou matéria de revista: As 500 maiores empresas do Brasil. Conjuntura Econômica, Rio de Janeiro, v. 38, n. 9, set. 1984. Edição especial. Artigo e/ou matéria de revista, boletim etc em meio eletrônico: VIEIRA, Cássio Leite; LOPES, Marcelo. A queda do cometa. Neo interativa. Rio de Janeiro, n. 2, inverno 1994. 1 CD-ROM.
  43. 43. NORMAS DE FORMATAÇÃO APUD (na lista de referências): JAMES, William. The principles of psychology. New York: Holt, 1958. v. 2, p. 330. Apud SHERE, Jesse H.; EGAN, Margarete E. Catálogo Sistemático. Brasília: UnB, 1969.
  44. 44. NORMAS DE FORMATAÇÃO Artigo científico QUADROS, Sávio; LOBATO, João. Efeitos da lotação animal na produção de leite de vacas de corte primíparas e no desenvolvimento de seus bezerros. Revista Brasileira de Zootecnia, Viçosa, v.26, n. 1, p.27-33, 1997. Dissertação ou Tese BARROS, Ignácio. Reação de Lactuca sp. Sclerofinia minor Jagger e hibridação interespecífica no gênero Lactuca. Piracicaba: ESALQ, 1988. 167 f. Tese (Doutorado em Agronomia - Genética e Melhoramento de Plantas) - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz", Universidade de São Paulo, Piracicaba, 1988.

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