0
Economia da Amazônia
Prof. Arthur Lima Carvalho
Amazônia
 O Brasil é regionalizado de duas formas: em cinco regiões
(Norte, Sul, Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste) e em c...
 O extrativismo, em particular da borracha, não
pode ser visto somente do ponto de vista
econômico, já que este sistema d...
 O interesse econômico pela Amazônia despertouse no século XVIII mediante a procura das
chamadas "Drogas do Sertão", plan...
 A ocupação da Amazônia foi motivada pelo extrativismo,
especialmente durante a segunda metade do século XIX, quando
ao r...
 Terminada a guerra, o governo procurou manter uma política de
incentivo ao extrativismo da borracha, com financiamentos ...
 A Amazônia tem na sua extensa e rica cobertura florestal a maior
e mais diversificada reserva de matérias-primas vegetai...
BORRACHA
 Extraída principalmente da seringueira, encontrada em grande parte
da floresta Amazônica, porém mais concentrad...
 A partir dos anos 80, a porção leste desse complexo regional
conseguiu alcançar uma elevação nos índices de desenvolvime...
Amazonas
 Apesar da existência do pólo industrial da Zona Franca de Manaus, a
principal atividade econômica do Estado do ...
 Na capital do Estado concentra o principal centro industrial, a Zona
Franca de Manaus, nesse setor produtivo amazonense ...
Características gerais da
economia amazonense
 Participação no PIB nacional: 2,0%
 Composição do PIB estadual:
Agropecuá...
Acre
 Em 2008, o Acre contribuiu com 0,2% para o Produto Interno
Bruto (PIB) brasileiro. No âmbito regional, sua particip...
 Historicamente, a economia acriana baseia-se no extrativismo
vegetal, sobretudo na exploração da borracha, que foi
respo...
 O Acre apresenta dois grandes polos econômicos: o vale do rio
Juruá, que tem a cidade de Cruzeiro do Sul como principal
...
DADOS ECONÔMICOS E
SOCIAIS
 Produto Interno Bruto (PIB)*: R$ 7,4 bilhões (2009)
 Renda Per Capita*: R$ 10.687 (2009)
 Í...
Pará
 Em 2009, o Produto Interno Bruto (PIB) do Pará atingiu a
marca de 49,5 bilhões de reais; o PIB per capita é de 7.70...
 Portanto, o segmento de serviços e comércio é o principal
responsável pelo PIB do estado (60,4%). Essa atividade é
impul...
 A pecuária é mais desenvolvida na porção sudoeste do Pará, o
rebanho bovino é de aproximadamente 14 milhões de cabeças d...
 Durante a década de 1980, houve extração de ouro em
grandes quantidades em Serra Pelada, conforme dados do
Departamento ...
Exportação:Minério de ferro – 36%.Outros minérios – 14%.
Alumina calcinada – 13%.Alumínio bruto – 10%.Ferro fundido –
8%....
 Produto Interno Bruto (PIB)*: R$ 58,4 bilhões (2009)
 Renda Per Capita*: R$ 7.859 (2009)
 Índice de Desenvolvimento Hu...
Tocantins
 Apesar de a economia tocantinense apresentar evoluções a cada
ano, sua contribuição para o Produto Interno Bru...
 o setor de serviços é o principal responsável pela formação do PIB
estadual. No Tocantins, esse segmento da economia se ...
 Produto Interno Bruto: 11 bilhões de reais.
Produto Interno Bruto per capita: 8.921 reais.
 Exportação: 297,7 milhões d...
Amapá
 O Amapá se destaca no cenário nacional por ser o estado
mais bem preservado ambientalmente. A implantação do
Progr...
 A composição do PIB amapaense é a seguinte:
Agropecuária: 4,3%.
Indústria: 9,9%.
Serviços: 85,8%.
 Exportações e Import...
Rondônia
 A economia de Rondônia, assim como nos outros estados do Norte,
está em processo de desenvolvimento. Em 2008, o...
 A expansão da fronteira agrícola em Rondônia foi
determinante para o desenvolvimento agropecuário. Os
fluxos migratórios...
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Economia

339

Published on

0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
339
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
11
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Transcript of " Economia"

  1. 1. Economia da Amazônia Prof. Arthur Lima Carvalho
  2. 2. Amazônia  O Brasil é regionalizado de duas formas: em cinco regiões (Norte, Sul, Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste) e em complexos regionais (Centro-Sul, Nordeste e Amazônia). Os grandes complexos regionais foram formados a partir de critérios socioeconômicos.  O complexo regional amazônico corresponde a cerca de 60% do território do país, onde vivem apenas 7% de toda população nacional, figurando como o menos povoado. Em razão de o número de população absoluta e relativa ser modesto, ocorreu um grande vazio demográfico, o que promoveu um isolamento da região em relação aos outros pontos do país, além de ter impedido maior desenvolvimento econômico. As paisagens naturais (floresta equatorial) e o clima (quente e chuvoso) são os fatores mais característicos desse complexo regional.
  3. 3.  O extrativismo, em particular da borracha, não pode ser visto somente do ponto de vista econômico, já que este sistema desempenha também funções sociais, gerando emprego e renda, além da função ambiental, não degradando áreas extensas e possibilitando a fiscalização feita pelos próprios seringueiros.  Além destes exemplos, a madeira, a castanha e outros produtos não madeireiros podem ser trabalhados nesse sistema, propiciando melhores condições de vida á população local.
  4. 4.  O interesse econômico pela Amazônia despertouse no século XVIII mediante a procura das chamadas "Drogas do Sertão", plantas medicinais, óleos, resinas, cacau, peles, peixes e carnes secas. Embora naquele período, as fazendas para pecuária e agricultura, - cacau, café, algodão tivessem sido estabelecidas às margens dos grandes rios, estas significavam muito pouco, quando comparadas com as atividades extrativas.  A participação dos índios e caboclos muito contribuiu para o crescimento do extrativismo, mas os índios, na maioria dos casos eram perseguidos e obrigados a trabalhar para os colonizadores. Não é significativa a participação do negro no extrativismo na Amazônia.
  5. 5.  A ocupação da Amazônia foi motivada pelo extrativismo, especialmente durante a segunda metade do século XIX, quando ao redor de 400.000 famílias vindas do Nordeste, lá se instalaram à procura da borracha, cuja demanda crescente nos Estados Unidos e Europa exigia um rápido aumento de produção.  Este foi o chamado "ciclo da borracha", que teve seus anos áureos na virada do século e seu declínio por volta de 1920.  Durante a segunda guerra mundial incentivou-se novamente o extrativismo da borracha e milhares de famílias nordestinas foram transportadas para os seringais.
  6. 6.  Terminada a guerra, o governo procurou manter uma política de incentivo ao extrativismo da borracha, com financiamentos para a comercialização e beneficiamento.  Como os preços pagos ao produtor não eram atraentes, o extrativismo passou por diversas crises, fazendo com que nos últimos 10 anos grande número de famílias tenha abandonado a atividade.  O extrativismo da borracha sempre esteve ligado ao da castanha que é praticado nas mesmas áreas; o primeiro, na época menos chuvosa (maio a novembro) e o segundo, no período mais chuvoso (dezembro a março).
  7. 7.  A Amazônia tem na sua extensa e rica cobertura florestal a maior e mais diversificada reserva de matérias-primas vegetais do mundo, fazendo com que o Brasil e outros países cobicem as riquezas desta região.  Este fato exige de cada um de nós uma conscientização e uma vigilância cada vez maiores em prol da conservação e manutenção do seu equilíbrio ecológico.  Os produtos extrativos vegetais de maior produção e valor na Amazônia são: madeira, açaí, borracha, castanha e gomas. Dentre esses, destacaremos a borracha e a castanha-do-pará.
  8. 8. BORRACHA  Extraída principalmente da seringueira, encontrada em grande parte da floresta Amazônica, porém mais concentrada nas várzeas fluviais dos rios Purus e Madeira.  Seu período áureo de produção foi entre 1860 e 1910, quando o Brasil era o único produtor mundial. Em 1910 – 14, a produção racional da borracha cultivada no Sudeste asiático.  As atividades econômicas desenvolvidas no complexo regional amazônico durante muito tempo estiveram ligadas basicamente ao extrativismo vegetal e mineral (atividade primária), enquanto a produção industrial manteve-se estável durante muito tempo, ou seja, sem apresentação de crescimento significativo; o que prova a pouca participação dessa parte do país na produção industrial.
  9. 9.  A partir dos anos 80, a porção leste desse complexo regional conseguiu alcançar uma elevação nos índices de desenvolvimento e também de povoamento, proveniente da ocupação agropecuária e da intensificação de extração mineral.  Porém, a maneira como esse processo está ocorrendo tem deixado um saldo negativo na região, especialmente no âmbito ambiental, pois a Floresta Amazônica tem sido destruída com o objetivo de servir uma minoria de pessoas.  A mineração tem ocupado um lugar de destaque, uma vez que existem importantes jazidas de minérios, como a Serra dos Carajás e Oriximiná. A produção agropecuária tem sido difundida na região, com a criação de gado e o cultivo de monoculturas, como a soja.
  10. 10. Amazonas  Apesar da existência do pólo industrial da Zona Franca de Manaus, a principal atividade econômica do Estado do Amazonas está vinculada às atividades primárias, que correspondem, em geral, a uma produção que agrega pouco valor no produto.  Diante disso, as principais atividades econômicas praticadas no Estado são: extração vegetal, mineral e animal, denominados respectivamente de extrativismo.  Na extração mineral são obtidos, principalmente, calcário e estanho, na extração vegetal existe a atividade madeireira, retirada de castanha-do-pará, coletas de frutas regionais, borracha e na extração animal, a pesca.
  11. 11.  Na capital do Estado concentra o principal centro industrial, a Zona Franca de Manaus, nesse setor produtivo amazonense destaca-se principalmente a produção de eletroeletrônicos, motocicletas, além do beneficiamento de alguns minérios e alimentos.  Na agricultura são produzidos, entre outros, arroz, banana, laranja e mandioca. Outra fonte de renda é o turismo, uma vez que o Estado abriga uma das restritas áreas ainda preservadas no mundo, segundo a FGV (Fundação Getúlio Vargas), o ecoturismo é o segmento que mais cresce no Estado, cerca de 6% ao ano.
  12. 12. Características gerais da economia amazonense  Participação no PIB nacional: 2,0%  Composição do PIB estadual: Agropecuário: 3,6%. Indústria: 69,9%. Prestação de serviços: 26,5%.  Volume em exportação: 2,1 bilhões de dólares. Telefones e celulares: 48,7%. Eletroeletrônicos: 19,5%. Extrato para bebidas: 8,3%. Motos e motopeças: 7,7%. Máquinas copiadoras e acessórios: 3,6%.
  13. 13. Acre  Em 2008, o Acre contribuiu com 0,2% para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. No âmbito regional, sua participação foi de 4,3%, sendo a segunda menor do Norte, superior apenas a Roraima (3,1%).  A composição do PIB estadual é a seguinte:  Serviços: 68,1%.Indústria: 14,7%.Agricultura: 17,2%.
  14. 14.  Historicamente, a economia acriana baseia-se no extrativismo vegetal, sobretudo na exploração da borracha, que foi responsável pelo povoamento da região. Atualmente, a madeira é o principal produto de exportação do estado, que também é grande produtor de castanha-do-pará, fruto do açaí e óleo da copaíba.  Os cultivos de mandioca, milho, arroz, feijão, frutas e cana-deaçúcar são a base da agricultura. A indústria, por sua vez, atua nos seguintes segmentos: alimentício, madeireiro, cerâmica, mobiliário e têxtil.
  15. 15.  O Acre apresenta dois grandes polos econômicos: o vale do rio Juruá, que tem a cidade de Cruzeiro do Sul como principal núcleo urbano; e o vale do rio Acre, que é mais industrializado, possui maior grau de mecanização e modernização no campo, apresenta maior potencial nas atividades agrícolas, grande produtor de borracha e alimentos (mandioca, arroz, milho, frutas, etc.), além de abrigar a capital estadual, Rio Branco.  Exportações do Acre: Madeira compensada e perfilada: 49%.Madeira serrada ou em folha: 27%.Frutas: 21%.Outros: 3%.
  16. 16. DADOS ECONÔMICOS E SOCIAIS  Produto Interno Bruto (PIB)*: R$ 7,4 bilhões (2009)  Renda Per Capita*: R$ 10.687 (2009)  Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0751 (PNUD - 2005)  Principais Atividades Econômicas: extração vegetal (castanha, borracha), pesca e agricultura  Mortalidade Infantil (antes de completar 1 ano): 28,9 por mil (em 2009)  Analfabetismo: 16,5% (2010)  Expectativa de vida (anos): 70,5
  17. 17. Pará  Em 2009, o Produto Interno Bruto (PIB) do Pará atingiu a marca de 49,5 bilhões de reais; o PIB per capita é de 7.707 reais. A participação do estado para o PIB brasileiro é de 1,9%; para o PIB regional, essa contribuição é de 37,1%, sendo a maior da Região Norte.  A composição do PIB paraense é a seguinte: Agropecuária: 8,6%.Indústria: 31%.Serviços: 60,4%.
  18. 18.  Portanto, o segmento de serviços e comércio é o principal responsável pelo PIB do estado (60,4%). Essa atividade é impulsionada pelo turismo, que tem apresentado destaque, principalmente em Belém, capital do Pará.  Outros destinos dos visitantes são Santarém, a porção noroeste do estado, que possui montanhas e inscrições pré-históricas, além do leste paraense, com praias marítimas, como, por exemplo, Salinas.  A agricultura baseia-se no cultivo de laranja, banana, cana-deaçúcar, coco, arroz, mandioca, cacau, feijão e, principalmente, pimenta-do-reino, cujo estado é o maior produtor nacional.
  19. 19.  A pecuária é mais desenvolvida na porção sudoeste do Pará, o rebanho bovino é de aproximadamente 14 milhões de cabeças de gado. Também há criações de aves, suínos, equinos e bubalinos, esse último é mais comum na ilha de Marajó.  O setor industrial concentra-se na Região Metropolitana de Belém. Os principais segmentos industriais são o madeireiro, alimentício, químico, alumínio, etc.  O extrativismo mineral é a principal atividade econômica do Pará. Esse segmento baseia-se na exploração da bauxita, ferro, manganês, calcário, ouro, estanho. O alumínio e o minério de ferro são os principais produtos de exportação.O extrativismo vegetal também é de grande importância (madeira, castanha-dopará, etc.).
  20. 20.  Durante a década de 1980, houve extração de ouro em grandes quantidades em Serra Pelada, conforme dados do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), somente no ano de 1983 foram extraídas cerca de 14 toneladas de ouro nessa área.  Porém, o ouro esgotou-se, e, atualmente, o projeto Ouro Serra Leste, da Companhia Vale do Rio Doce, retira o minério de jazidas profundas.
  21. 21. Exportação:Minério de ferro – 36%.Outros minérios – 14%. Alumina calcinada – 13%.Alumínio bruto – 10%.Ferro fundido – 8%.Madeira e seus produtos – 6%.Bovinos – 3%.Caulim – 3%. Outros – 7%. Importação:Soda cáustica – 17%.Máquinas e equipamentos – 14%.Carvão mineral e derivados – 10%.Derivados de petróleo – 8%.Caminhões dumper – 7%.Produtos das indústrias químicas – 6%.Niveladora, carregadora e perfuradora – 6%.Eletroeletrônicos – 6%.Pneus – 6%.Outros – 20%.
  22. 22.  Produto Interno Bruto (PIB)*: R$ 58,4 bilhões (2009)  Renda Per Capita*: R$ 7.859 (2009)  Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): 0,755 (2005)  Principais Atividades Econômicas: agricultura, pecuária, extrativismo e mineração.  Mortalidade Infantil (antes de completar 1 ano): 23 por mil (em 2009)  Analfabetismo: 11,8% (2010)  Expectativa de vida (anos): 71 (2000)
  23. 23. Tocantins  Apesar de a economia tocantinense apresentar evoluções a cada ano, sua contribuição para o Produto Interno Bruto (PIB) nacional ainda é pequena, apenas 0,5%. No âmbito regional, a participação do Tocantins para o PIB é de 8,3%.  A composição do Produto Interno Bruto do Tocantins é a seguinte: Agropecuária: 17,8%. Indústria: 24,1%. Serviços: 58,1%.
  24. 24.  o setor de serviços é o principal responsável pela formação do PIB estadual. No Tocantins, esse segmento da economia se concentra na capital, Palmas, e nas cidades localizadas próximas à Rodovia Belém-Brasília, pois o fluxo de pessoas é intenso nessas localidades.  A agropecuária é a atividade responsável por, aproximadamente, 99% das exportações do estado. A pecuária bovina de corte é um dos grandes elementos econômicos do Tocantins.  O estado também é grande produtor agrícola, com destaque para o cultivo de arroz, mandioca, cana-de-açúcar, milho e, principalmente, soja.
  25. 25.  Produto Interno Bruto: 11 bilhões de reais. Produto Interno Bruto per capita: 8.921 reais.  Exportação: 297,7 milhões de dólares. Soja – 82%. Carne bovina – 17%. Outros – 1%.  Importações: 143,8 milhões de dólares. Fios, tecidos e confecções – 19%. PVC – 19%. Alimentos – 13%. Adubos e fertilizantes – 10%. Aparelhos/materiais elétricos e eletroeletrônicos – 5%. Azeite de oliva – 4%. Alpiste – 2%. Máquinas e equipamentos – 2%. Outros – 26%.
  26. 26. Amapá  O Amapá se destaca no cenário nacional por ser o estado mais bem preservado ambientalmente. A implantação do Programa de Desenvolvimento Sustentável do Amapá (PDSA), em 1995, proporcionou o desenvolvimento de atividades econômicas associadas à preservação ambiental.  A participação do Amapá para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, em 2008, foi de 0,2%. No âmbito regional, sua contribuição foi de 4,5%.
  27. 27.  A composição do PIB amapaense é a seguinte: Agropecuária: 4,3%. Indústria: 9,9%. Serviços: 85,8%.  Exportações e Importações do Amapá.  Exportação: 192,4 milhões de dólares Ouro semimanufaturado: 38%. Madeira: 27%. Minério de ferro: 23%. Outros minérios: 6%. Outros: 6%.  Importações: 44,5 milhões de dólares. Materiais eletroeletrônicos: 18%. Escavadoras, perfuradoras, carregadoras: 16%. Caminhões dumper: 11%. Solventes de outro: 5%. Bens de informática: 5%. Artigos de perfumaria: 4%. Ferro e aço: 4%. Motores: 3%. Produtos de couro e peles: 3%. Equipamentos médicos: 3%. Outros: 28%.
  28. 28. Rondônia  A economia de Rondônia, assim como nos outros estados do Norte, está em processo de desenvolvimento. Em 2008, o Produto Interno Bruto (PIB) estadual foi de 15 bilhões de reais, correspondendo a 0,6% de toda riqueza gerada no Brasil naquele ano; no âmbito regional, a contribuição foi de 11,2%, sendo a terceira maior, atrás somente do Pará (37,1%) e Amazonas (31,5%). O PIB per capita é de 10.320 reais.  A composição do PIB de Rondônia é a seguinte: Agropecuária: 20,4%. Indústria: 14,6%. Serviços: 65%.
  29. 29.  A expansão da fronteira agrícola em Rondônia foi determinante para o desenvolvimento agropecuário. Os fluxos migratórios de agricultores se intensificaram a partir da década de 1970, sobretudo das regiões Sul e Sudeste.  As terras férteis são propícias para os cultivos de café, cacau, arroz, feijão, milho, soja, mandioca, etc. Na pecuária, o estado se destaca por ser grande exportador de carne bovina – principal produto de exportação de Rondônia (60%).
  1. Gostou de algum slide específico?

    Recortar slides é uma maneira fácil de colecionar informações para acessar mais tarde.

×