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Turner

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Trabalho elaborado por Ana Mafalda e Cláudia Peralta

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  • 1. Joseph Mallord William Turner William Turner Auto-retrato, 1799
  • 2. William Turner (1775-1851) Joseph Mallord William Turner foi um pintor do romantismo bem sucedido. Nasceu em Londres, 1775. Revelou-se um prodígio na pintura desde pequeno e com apenas 10 anos Um nascer do sol no porto marinho, já recebia encomendas. Claude Lorrain Em 1790 entra para a Academia Real de . Londres, em 1802 foi admitido como membro da academia, e inicia-se como pintor topográfico. Turner estuda os velhos mestres, Claude Lorrain e Nicolas Poussin são os seus favoritos e acabam por ter um grande impacto na sua pintura. Paisagem com Diogenes, Nicolas Poussin
  • 3. Viajou por Veneza, Bélgica, França entre outras cidades europeias, onde captava as suas paisagens. Turner dedica-se à pintura de paisagens, interpretando-as de uma forma épica, e o mar era um constante nas suas obras. Os seus trabalhos transmitem uma emoção extrema e foi considerado o apogeu da pintura paisagística. Demorou a sua vida inteira a desenvolver uma cintilante e leve cor e brilho para criar o seu próprio estilo. Era bastante famoso entre os arquitectos que lhe encomendavam desenhos de perspectiva. A chegada a Veneza , 1843 the all of an alavanche in the grisons, 1810
  • 4. Características da sua Pintura Uma manhã depois de uma O Naufrágio, 1805 inundação, 1843  Turner é fascinado pelos temas de naufrágios, incêndios, fenómenos naturais, como o sol, chuva, tempestades e nevoeiros.  Ele trata a água, o céu e a atmosfera, dramaticamente afastando-se do realismo natural e alterando-o para um reflexo psicológico da situação
  • 5. An angel standing at the sun, 1846 O Castelo de Norham ao por-do-sol, 1845  As suas pinceladas soltas e dispersas dão forma a um ciclone de nuvens e ondas, a um desespero interior que se transmite à natureza, uma das características básicas do romantismo.  Uma das suas preocupações principais foi na aplicação da luz e a sua incidência sobre as cores de maneira mais natural possível, a sua obra é madura e contem uma paleta cromática extensa.
  • 6. Foi considerado o pai do impressionismo, as suas obras mais tardias mostram já traços de uma pintura impressionista , mas Turner procurou sempre uma expressão de espiritualidade do mundo e tentou permanecer fiel à tradição paisagística da Inglaterra. As suas obras foram estudadas por os impressionistas , como Claude Monet . Nenúfares de Claude Monet, 1814, Nascer do sol com monstros marinhos, 1845 Tempestade de neve: barco a vapor na boca do Harbour, 1842
  • 7. Barcos no Mar, 1835 San Giorgio Maggiore na madrugada, 1819 Turner usa a mancha de cor e luz de uma forma dissolvida, utilizando técnicas de aguarela para captar a paisagem no local só depois a pinta a óleo nem sempre mantendo-se fiel ao real observado, deixando a sua imaginação por vezes ser aplicada nas suas obras.
  • 8. Análise da Obra O Temerário The Fighting Téméraire tugged to her last Berth to be broken óleo em tela,1838
  • 9. O quadro apresenta um navio de guerra, o Temerário, da batalha de trafalgar, em 1805, a ser rebocado para a costa de Londres para ser levo para a ferro-velho. Turner aqui tenta envocar um sentimento de perda, de fim.
  • 10.  A composição do quadro é assimétrica, pois o figura mais significativa, o velho navio, que está a ser rebocado para terra, está posicionado num canto esquerdo, em vez de ocupar um lugar no centro.  Neste lado foi pintado um conjunto de cores suaves que contrastam com o triangulo azul do céu.  A perfeição do navio antigo com tons claros contrasta com o desgastado e sujo rebocador com tons de castanho.
  • 11. No lado direito , o lado oposto ao temerário , o sol põem-se abaixo do estuário fluindo sobre as nuvens e sobre a linha da agua. O por do sol simboliza o declínio do poder naval inglês, o fim de uma época na história naval da Inglaterra. Turner usa para contrastar o velho navio temerário simbolizando o antigo e o vapor do rebocador simbolizando a modernidade.
  • 12. Turner criou um paralelo espectacular da cor entre o por do sol e a passagem do navio de guerra. A sua mestria na pintura é bem visível, quando usa pinceladas soltas são quase impressionistas para sugerir o céu e o mar, por contraste o navio de guerra sobresai pela sua perfeição nos pormenores. Por de tras do temerario existe uma linha luminosa que percorre o rio simbolizando o começo de uma nova era industrial
  • 13. Turner homenagia um amigo seu, Sir David Wilkie representando nesta pintura o enterro deste, que morreu em alto mar no largo de Gibraltar. As velas pretas simbolizam o luto, esta concepção é delicadamente trabalhada com cores que marcam os seus fortes contrastes. Paz, funeral no mar, 1842 óleo sobre tela
  • 14. Turner era um admirador dos novos avanços tecnológicos. O modelo para a sua pintura foi o mais avançado comboio da época, que atravessava a ponte de Maidenhead, perto de Londres. É a perfeita ligação entre arte e a industria. No tempo dos impressionistas glorifica a nova idade do caminho de ferro. Chuva, vapor e velocidade , 1844 óleo sobre tela
  • 15. Turner não dá qualquer importância à representação realista do comboio, limita-se só a sugerir a maquina e a ponte deixando a cor ter o papel fundamental na obra. Turner utiliza a tinta a oleo cada vez mais transparente ,usando quase uma luz pura. Chuva, vapor e velocidade , 1844 óleo sobre tela
  • 16. A tempestade de neve: Hannibal e o seu exército a atravessar os Alpes,1812 oleo sobre tela • Esta pintura surge na observação de uma tempestade em Yorkshire apesar de representar um acontecimento histórico , a invasão de Hannibal da Itália em 218 BC. Turner criou um paralelo entre Hannibal e Napoleão , este que tambem atrevessou os Alpes para invadir a Itália em 1797 • Turner não representa concretamente o próprio Hannibal em vez disso foca-se no perigo em que o exército deste se encontra. • A tempestade simboliza a queda de impérios passados e presentes .
  • 17. O navio negreiro,1840 óleo sobre tela
  • 18. Turner inspirou-se na história de um navio inglês que transportava escravos, o navio chamava-se Zong e viajava de África para a Jamaica em 1783. Uma doença espalhou-se no navio e o capitão inglês decidiu atirar todos os escravos (137) ao mar, por que se os escravos morressem de doença ele não receberia o dinheiro do seguro por isso atirou-os ao mar como se fosse “perdidos no mar”, o mar estava infestado de tubarões e os escravos foram massacrados.
  • 19. O navio está a ser quase engolido pela a água, simbolizando como o ser humano está desprotegido das forças da natureza, a luta entre a civilização e a natureza. A luz intensa no centro do quadro é a luz libertadora que parece castigar o capitão empurrando-o do navio para a tempestade.
  • 20. A muito movimento neste quadro, está a ocorrer vários acontecimentos ao mesmo tempo. Sobre esta água turbulenta reparamos nos braços dos escravos a aparecerem ao de cima quase num último apelo pelas suas vidas na busca de ar e liberdade.
  • 21. A luz luminosa no centro do quadro cria um género de linha vertical que divide o quadro em duas partes: O do lado da direita em que o céu está limpo e no lado da esquerda onde o céu está preenchido com nuvens que anunciam uma tempestade.
  • 22. FIM Ana Mafalda nr1 Cláudia Peralta nr12
  • 23. Bibliografia  Livro - Historia e cultura das artes, Paulo Simoes Nunes, Lisboa editora, 2008.  http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_4159. html  http://www.victorianweb.org/art/crisis/crisis4e.html  http://www.portalartes.com.br/portal/article_read.asp?id=474  http://www.wga.hu/index1.html Power of Art -> Simon Schama

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