Joseph Mallord William
       Turner




    William Turner Auto-retrato, 1799
William Turner
                                                 (1775-1851)

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Viajou por Veneza, Bélgica, França entre outras cidades europeias, onde
captava as suas paisagens.
Turner dedica-se à pint...
Características da sua Pintura




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      O Naufrág...
An angel standing at the sun, 1846
O Castelo de Norham ao por-do-sol, 1845

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Foi considerado o pai do impressionismo, as suas
                                  obras mais tardias mostram já traços de...
Barcos no Mar, 1835              San Giorgio Maggiore na madrugada, 1819



Turner usa a mancha de cor e luz de uma forma ...
Análise da Obra
                                   O Temerário
                  The Fighting Téméraire tugged to her last...
O quadro apresenta um navio de guerra, o Temerário, da batalha de
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 A composição do quadro é assimétrica, pois o figura mais significativa, o velho navio, que está
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No lado direito , o lado oposto ao temerário , o sol põem-se abaixo do estuário fluindo sobre as
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Turner criou um paralelo espectacular da cor entre o por do sol e a passagem do navio de guerra.
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Turner homenagia um
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A tempestade de neve: Hannibal e o seu exército a atravessar os Alpes,1812
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O navio negreiro,1840
   óleo sobre tela
Turner inspirou-se na história de um navio inglês que transportava escravos, o navio
chamava-se Zong e viajava de África p...
O navio está a ser quase engolido pela a água, simbolizando como o ser
humano está desprotegido das forças da natureza, a ...
A muito movimento neste quadro, está a ocorrer vários acontecimentos ao mesmo
tempo.
Sobre esta água turbulenta reparamos ...
A luz luminosa no centro do quadro cria um género de linha vertical que divide o
quadro em duas partes:
O do lado da direi...
FIM   Ana Mafalda nr1
      Cláudia Peralta nr12
Bibliografia
 Livro
 - Historia e cultura das artes, Paulo Simoes Nunes, Lisboa
   editora, 2008.

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Turner

  1. 1. Joseph Mallord William Turner William Turner Auto-retrato, 1799
  2. 2. William Turner (1775-1851) Joseph Mallord William Turner foi um pintor do romantismo bem sucedido. Nasceu em Londres, 1775. Revelou-se um prodígio na pintura desde pequeno e com apenas 10 anos Um nascer do sol no porto marinho, já recebia encomendas. Claude Lorrain Em 1790 entra para a Academia Real de . Londres, em 1802 foi admitido como membro da academia, e inicia-se como pintor topográfico. Turner estuda os velhos mestres, Claude Lorrain e Nicolas Poussin são os seus favoritos e acabam por ter um grande impacto na sua pintura. Paisagem com Diogenes, Nicolas Poussin
  3. 3. Viajou por Veneza, Bélgica, França entre outras cidades europeias, onde captava as suas paisagens. Turner dedica-se à pintura de paisagens, interpretando-as de uma forma épica, e o mar era um constante nas suas obras. Os seus trabalhos transmitem uma emoção extrema e foi considerado o apogeu da pintura paisagística. Demorou a sua vida inteira a desenvolver uma cintilante e leve cor e brilho para criar o seu próprio estilo. Era bastante famoso entre os arquitectos que lhe encomendavam desenhos de perspectiva. A chegada a Veneza , 1843 the all of an alavanche in the grisons, 1810
  4. 4. Características da sua Pintura Uma manhã depois de uma O Naufrágio, 1805 inundação, 1843  Turner é fascinado pelos temas de naufrágios, incêndios, fenómenos naturais, como o sol, chuva, tempestades e nevoeiros.  Ele trata a água, o céu e a atmosfera, dramaticamente afastando-se do realismo natural e alterando-o para um reflexo psicológico da situação
  5. 5. An angel standing at the sun, 1846 O Castelo de Norham ao por-do-sol, 1845  As suas pinceladas soltas e dispersas dão forma a um ciclone de nuvens e ondas, a um desespero interior que se transmite à natureza, uma das características básicas do romantismo.  Uma das suas preocupações principais foi na aplicação da luz e a sua incidência sobre as cores de maneira mais natural possível, a sua obra é madura e contem uma paleta cromática extensa.
  6. 6. Foi considerado o pai do impressionismo, as suas obras mais tardias mostram já traços de uma pintura impressionista , mas Turner procurou sempre uma expressão de espiritualidade do mundo e tentou permanecer fiel à tradição paisagística da Inglaterra. As suas obras foram estudadas por os impressionistas , como Claude Monet . Nenúfares de Claude Monet, 1814, Nascer do sol com monstros marinhos, 1845 Tempestade de neve: barco a vapor na boca do Harbour, 1842
  7. 7. Barcos no Mar, 1835 San Giorgio Maggiore na madrugada, 1819 Turner usa a mancha de cor e luz de uma forma dissolvida, utilizando técnicas de aguarela para captar a paisagem no local só depois a pinta a óleo nem sempre mantendo-se fiel ao real observado, deixando a sua imaginação por vezes ser aplicada nas suas obras.
  8. 8. Análise da Obra O Temerário The Fighting Téméraire tugged to her last Berth to be broken óleo em tela,1838
  9. 9. O quadro apresenta um navio de guerra, o Temerário, da batalha de trafalgar, em 1805, a ser rebocado para a costa de Londres para ser levo para a ferro-velho. Turner aqui tenta envocar um sentimento de perda, de fim.
  10. 10.  A composição do quadro é assimétrica, pois o figura mais significativa, o velho navio, que está a ser rebocado para terra, está posicionado num canto esquerdo, em vez de ocupar um lugar no centro.  Neste lado foi pintado um conjunto de cores suaves que contrastam com o triangulo azul do céu.  A perfeição do navio antigo com tons claros contrasta com o desgastado e sujo rebocador com tons de castanho.
  11. 11. No lado direito , o lado oposto ao temerário , o sol põem-se abaixo do estuário fluindo sobre as nuvens e sobre a linha da agua. O por do sol simboliza o declínio do poder naval inglês, o fim de uma época na história naval da Inglaterra. Turner usa para contrastar o velho navio temerário simbolizando o antigo e o vapor do rebocador simbolizando a modernidade.
  12. 12. Turner criou um paralelo espectacular da cor entre o por do sol e a passagem do navio de guerra. A sua mestria na pintura é bem visível, quando usa pinceladas soltas são quase impressionistas para sugerir o céu e o mar, por contraste o navio de guerra sobresai pela sua perfeição nos pormenores. Por de tras do temerario existe uma linha luminosa que percorre o rio simbolizando o começo de uma nova era industrial
  13. 13. Turner homenagia um amigo seu, Sir David Wilkie representando nesta pintura o enterro deste, que morreu em alto mar no largo de Gibraltar. As velas pretas simbolizam o luto, esta concepção é delicadamente trabalhada com cores que marcam os seus fortes contrastes. Paz, funeral no mar, 1842 óleo sobre tela
  14. 14. Turner era um admirador dos novos avanços tecnológicos. O modelo para a sua pintura foi o mais avançado comboio da época, que atravessava a ponte de Maidenhead, perto de Londres. É a perfeita ligação entre arte e a industria. No tempo dos impressionistas glorifica a nova idade do caminho de ferro. Chuva, vapor e velocidade , 1844 óleo sobre tela
  15. 15. Turner não dá qualquer importância à representação realista do comboio, limita-se só a sugerir a maquina e a ponte deixando a cor ter o papel fundamental na obra. Turner utiliza a tinta a oleo cada vez mais transparente ,usando quase uma luz pura. Chuva, vapor e velocidade , 1844 óleo sobre tela
  16. 16. A tempestade de neve: Hannibal e o seu exército a atravessar os Alpes,1812 oleo sobre tela • Esta pintura surge na observação de uma tempestade em Yorkshire apesar de representar um acontecimento histórico , a invasão de Hannibal da Itália em 218 BC. Turner criou um paralelo entre Hannibal e Napoleão , este que tambem atrevessou os Alpes para invadir a Itália em 1797 • Turner não representa concretamente o próprio Hannibal em vez disso foca-se no perigo em que o exército deste se encontra. • A tempestade simboliza a queda de impérios passados e presentes .
  17. 17. O navio negreiro,1840 óleo sobre tela
  18. 18. Turner inspirou-se na história de um navio inglês que transportava escravos, o navio chamava-se Zong e viajava de África para a Jamaica em 1783. Uma doença espalhou-se no navio e o capitão inglês decidiu atirar todos os escravos (137) ao mar, por que se os escravos morressem de doença ele não receberia o dinheiro do seguro por isso atirou-os ao mar como se fosse “perdidos no mar”, o mar estava infestado de tubarões e os escravos foram massacrados.
  19. 19. O navio está a ser quase engolido pela a água, simbolizando como o ser humano está desprotegido das forças da natureza, a luta entre a civilização e a natureza. A luz intensa no centro do quadro é a luz libertadora que parece castigar o capitão empurrando-o do navio para a tempestade.
  20. 20. A muito movimento neste quadro, está a ocorrer vários acontecimentos ao mesmo tempo. Sobre esta água turbulenta reparamos nos braços dos escravos a aparecerem ao de cima quase num último apelo pelas suas vidas na busca de ar e liberdade.
  21. 21. A luz luminosa no centro do quadro cria um género de linha vertical que divide o quadro em duas partes: O do lado da direita em que o céu está limpo e no lado da esquerda onde o céu está preenchido com nuvens que anunciam uma tempestade.
  22. 22. FIM Ana Mafalda nr1 Cláudia Peralta nr12
  23. 23. Bibliografia  Livro - Historia e cultura das artes, Paulo Simoes Nunes, Lisboa editora, 2008.  http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_4159. html  http://www.victorianweb.org/art/crisis/crisis4e.html  http://www.portalartes.com.br/portal/article_read.asp?id=474  http://www.wga.hu/index1.html Power of Art -> Simon Schama
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