7° Conferência de Operadoras de Planos de Saúde

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Apresentação realizada pelo nosso parceiro comercial Eduardo Gross, da Onlife Saúde Integral durante a 7° Conferência de Operadoras de Planos de Saúde. O evento foi realizado nos dias 14 e 15 de março, em São Paulo.

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7° Conferência de Operadoras de Planos de Saúde

  1. 1. Um Novo Olhar a respeito dos Serviços em Saúde Saiba como agregar valor aos serviços médicos prestados pela sua Operadora de Plano de Saúde.
  2. 2. Conhecendo as Operadoras de Plano de SaúdeSEGURADORAS | AUTOGESTÃO | MEDICINA DE GRUPO | COOPERATIVA RH - Benefícios  Plano Individual ou Familiar (%)  Plano Coletivo por Adesão (%)  Plano Coletivo Empresarial (%)  Plano Ambulatorial (%)  Plano Hospitalar (%) RH – SESMT (obrigações)  PCMSO + Exames (%) INTERMEDIAÇÃO  Saúde Ocupacional (%) (*) FINANCEIRA (*) inclui PPRA, Ambulatório, Médico local, ...
  3. 3. ANS – Regulação do Setor de Saúde SuplementarColeta e Sistematização das informações Fim da CarênciaConectividade entre os Prestadores PortabilidadeAspectos Contratuais e Atuariais Acidente de TrabalhoGarantias Financeiras Novo Rol de ProcedimentosSinistralidade e Reajustes Envelhecimento AtivoAcreditação das OPS Programa de Atenção à Saúde No Mundo em Transformação, a Mudança está no Presente!
  4. 4. Há mais de 10 anos a ANS vem estruturando a RegulaçãoComo debater a Sobrevivência do Sistema de Saúde Suplementar ?
  5. 5. Um novo olhar a respeito dos Serviços em Saúde É necessário repensar o Modelo de Negócio Operadora de Plano de Saúde!O que fez todas chegarem até aqui provavelmentenão é a solução para a continuidade do negócio!Podemos construir um Modelo de Negócio em consonância com a ANS?
  6. 6. Além da Prestação de Serviços Médico-Hospitalares ASSISTENCIAL MEDICINA OCUPACIONAL PREVENTIVA Prevenção de Promoção daConsultas, Doenças Saúde PCMSOExames e INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA ASO + ExamesInternação Racionalização Aumento da dos Custos Produtividade BENEFÍCIO GESTÃO INTEGRADA OBRIGAÇÃO SINISTRALIDADE DA SAÚDE ABSENTEÍSMO
  7. 7. Os desafios das Operadoras de Plano de Saúde Preço do Plano de Saúde ditado pelo Mercado – criado antes da regulação; Normas e Condutas estabelecidas pela ANS desde sua criação; Sistemas de Saúde - Ressarcimento ao SUS; Programa de Qualificação e Acreditação das OPERADORAS; Melhorar a Relação de Confiança entre OPERADORA e Prestador; Conflitos em relação à Remuneração Médica; Contas Médicas – Pacotes, Glosas, Autorizações, TUSS, ... Alto custo da Incorporação Tecnológica nos Procedimentos; Incorporação de Riscos Ocupacionais ao Plano de Saúde;90% das questões associadas à Prestação de Serviços Médico-Hospitalares
  8. 8. Longevidade e os desafios da Medicina Preventiva 80% do orçamento da saúde é gasto nos últimos 2 anos de vida; Os E.U.A. gastam ~U$ 800 bilhões / ano para tratar de “doenças da velhice”; No Brasil a população com mais de 65 anos cresce 25 vezes mais rápido que a população jovem até 19 anos; Em 70 tínhamos 38 trabalhadores para 1 aposentado e em 2007 eram 6 trabalhadores para cada aposentado; No Brasil, 83% da população idosa é sedentária, 60% está acima do peso, 23% é obesa e 29% é hipertensa; 70% de nossa qualidade de vida ao longo do envelhecimento se deve ao nosso estilo de vida. Os 30% restantes são influenciados pela nossa genética.Desafio - Longevidade mais saudável, melhorando nossos hábitos desde jovem.
  9. 9. ANS - RN 264 – Incentivo a Promoção da Saúde I. Programa para Promoção do Envelhecimento Ativo ao Longo do Curso da Vida: melhorar a qualidade de vida. II. Programa para População-Alvo Específica: promoção da saúde e prevenção de risco e doenças para grupos determinados. III. Programa para Gerenciamento de Crônicos: estratégias orientadas para indivíduos com doenças crônico-degenerativas, incorporando ações de prevenção, com redução de anos perdidos por incapacidade.Incentivos para as Operadoras: Incentivos para os beneficiários: Registro dos valores aplicados nos programas em  Concessão de bonificação; conta especifica do Plano de Contas, no Ativo Não  Concessão de premiação; e Circulante – Intangível;  Outros a serem regulamentados Recebimento de pontuação Bônus no Índice de pela ANS. Desempenho da Saúde Suplementar da Operadora – IDSS; Outros a serem regulamentados pela ANS. Não é valor agregado do Plano de Saúde!
  10. 10. Os desafios da Saúde Corporativa80,4% se preocupam com a Qualidade de Vida dos trabalhadores;82,4% programas não ocupam uma posição estratégica na Gestão;41,2 % principal motivação é Redução de Custos em Saúde;32,7% principal motivação é o Aumento de Produtividade;Pesquisa ABQV - 500 GestoresPrincipal área envolvida com a Promoção da Saúde RH Saúde Ocupacional Benefícios Enquanto as evidências dos Riscos 61,9% 23,8% 11,9% 2,4% em Saúde são tratadas de formaPrincipal barreira para evolução dos Programas pontual, os seus sintomas se Financeiro Apoio Operação Adesão Ferramenta desenvolvem de forma sistêmica. 7,1% 73,8% 10,7% 7,1% 1,2%
  11. 11. Números da Saúde nas Empresas BrasileirasEmpregados com peso acima do normal ou obesidade 45.1%Empregados com alimentação inadequada 56,2%Empregados que tomam café da manhã inadequado 75,4%Empregados com colesterol acima do normal 13,8%Empregados com diabetes 1,4%Empregados com pressão arterial elevada 6,7%Empregados que sofrem de problemas de coluna e dor nas costas 11,5%Empregados que se excedem no consumo de álcool 5,6%Empregados que consomem altos índices de cafeína 24,2%Empregados fumantes 12,5%Empregados com atividade física insuficiente 76,1%Empregados que trabalham sentados a maior parte do dia 68%Empregados com significativo nível de estresse 49,2%Empregados com elevado nível de ansiedade 48,3%Empregados com desequilíbrio entre vida profissional e vida pessoal (mais trabalho do que lazer ou convivência com a família) 41,4%Fonte: Estudo da CPH Health promovido nos últimos 10 anos junto a 194.000 empregados de 200 empresas brasileiras entre pequenas, médias e grandes.
  12. 12. Terreno fértil para as OPS - Quem financia? O que as empresas precisam ... Redução de Custos em Saúde | Aumento da Produtividade | Gestão Integrada da Saúde O que as empresas estão acostumadas a comprar ... Prestação de Serviços Médicos + Cumprimento Legal  Assistencial + Ocupacional O que as empresas precisam entender ... Valor agregado dos Programas de Atenção à Saúde – coletivo e individual, titular e dependente O que as operadoras têm e podem oferecer ... Credibilidade em Saúde para oferecer Programas multidisciplinares que garantem a melhoria das condições de saúde e da qualidade de vida; e conseqüente racionalização dos custos
  13. 13. Modelo – Gestão integrada da Saúde Corporativa ATENDIMENTO À LEGISLAÇÃO 1 Investir em Saúde é uma obrigação! PROMOÇÃO DA SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA 2 Investir em Qualidade de Vida é um diferencial! PREVENÇÃO BASEADA NA GESTÃO DA SAÚDE 3 Redução de Custos através da mensuração de Resultados clínicos e financeiros
  14. 14. Ingredientes para a Promoção da Saúde Considerar as áreas de influência para Promoção da Saúde - OMS; Saúde Explorar a Prevenção Primária, Secundária e Terciária; Pessoal Prevenção Clínica – Protocolos baseados em evidências; Ambiente Físico Equipe de Apoio Multidisciplinar (incluindo profissionais de “SSST”); Plano de ação integrado e contínuo com resultados em médio e longo prazo; Ambiente Psicossocial Plataforma tecnológica para Gestão e Monitoramento dos Programas; Parceria com empresas – Consultorias em RH / T&D; Ambiente Familiar A garantia de resultados está associada ao envolvimento do Beneficiário
  15. 15. Medicina Preventiva de Precisão Tecnologia: Microarray – “CHIP de DNA” Medicina Embasada em Evidência Foco: custo-efetividade Material: • saliva • sangue Medicina de Precisão • amostras celulares Foco: prevenção e ação dirigida
  16. 16. Medicina Preventiva de Precisão • Qualichip Saúde&Longevidade Genética Preventiva e • Qualichip Cardiovascular Medicina Personalizada • Qualichip Hipercolesterolemia Familiar • Qualichip FarmaGen • Qualichip Farma QT Mama Farmacogenética • Qualichip Farma QT Colon Eficácia e Toxicidade • Qualichip Farma Psiquiatria • Qualichip Farma Nicotina Longevidade + Qualidade de Vida  30% é genética e 70% é estilo de vida
  17. 17. Qualichip Hipercolesterolemia Familiar • GOLD STANDARD na Europa – programas de saúde pública; • Risco de DCV Precoce - 50-75% dos pacientes desenvolve evento antes dos 65 anos; • Expectativa de vida 15-30 anos menor, sem Tratamento Clínico Precoce; • Apresenta limitações no diagnóstico clínico - níveis de cLDL mascarados; • Prevalência de 1:500 indivíduos; • + de 850 mutações genéticas conhecidas; • Benefício - maior adesão ao tratamento e promoção do diagnóstico familiar; “é uma das doenças “ é uma doença “suas complicações são graves, genéticas mais relevantes” tratável” fatais e preveníveis”
  18. 18. Mudança de Comportamento em Saúde• Riscos percebidos pelo paciente;• Benefícios percebidos em mudar;• Beneficios percebidos em não mudar (barreiras);• Auto-eficácia para realizar mudanças;• Experiências anteriores em mudar (negativas ou positivas);• Estilo de vida / Mudança de Hábitos;• Stress psico-social;Educação para a Saúde Gestão de Mudanças Mudança de Hábitos
  19. 19. Plataforma Tecnológica de Gestão e Monitoramento Indicadores Gravidade GNA PROTOCÓLOS DE ATENDIMENTO Avaliação inicial Avaliação de evolução Condições Hábitos Histórico Medições Medica- Exames Consultas Clínicas Pessoais Familiar Pessoais mentos
  20. 20. Hb.Prever – Plataforma 100% WebRedução de Custos através da mensuração de resultados 1. Dashboard; 2. Programas de Atenção à Saúde; 3. Indicadores para monitoramento; 4. Seleção de Elegíveis; 5. Participação em Programas (Atendimentos); 6. Pró-Ativo + Receptivo + Visita + Multidisciplinar; 7. Ações em Saúde – Monitoramento coletivo; 8. Prontuário do Paciente; 9. Medindo Resultados;
  21. 21. CasesPlataforma Hb.PreverCASE EM DESTAQUE O Programa de Prevenção de Câncer de Mama é dirigido a todas as mulheres acima de 39 anos, com foco na realização de mamografia para o diagnóstico precoce. Mais de 4.700 mamografias realizadas, com 254 casos alterados e 15 diagnosticados! No início todo o processo era manual, em planilhas do Excel, sendo necessário grande esforço para conseguir pequenos resultados. Para selecionar e enviar a mamografia para um grupo de mulheres era necessária mais de uma semana de trabalho, o que hoje fazemos em apenas um dia com o HB.Prever.
  22. 22. Plataforma Hb.Prever CASE EM DESTAQUE R$ 65,42 4.700 Custo Médio R$ 307.474,00 exames Diagnóstico* Previsão de custo de tratamento de uma única paciente em estágio avançado R$ 62.500,00 (internação e cirurgia, quimioterapia e radioterapia). R$ 62.500,00 15 Custo Médio R$ 937.500,00 Diagnosticados TratamentoDeve-se considerar que o tratamento de duas a quatro mulheres com câncer de mama avançado pode serequivalente ao custo de rastreamento de 1.000 mulheres (considerando apenas os custos econômicos).Valores e dados baseados no artigo “Estimativa de custo do rastreamento mamográfico em mulheres no climatério” de Claudio Kemp, Simone Elias, Luiz Henrique Gebrim, Afonso Celso Pinto Nazário, Edmund Chada Baracat e Geraldo Rodrigues de Lima. Publicado na Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia 2005; 27(7): 415-20.
  23. 23. Plataforma Hb.Prever Evidenciando alguns diferenciais• Ambiente Tecnológico 100% disponível e amigável;• Integração online com a base de dados assistencial e ocupacional;• View de toda a carteira de beneficiários;• Integração do Corpo Clínico com a equipe de prevenção;• Criação de programas diferenciados gerenciados simultaneamente;• Programas de Promoção individuais e coletivos;• Evidencia e Mensuração de resultados clínicos e financeiros;• Processo de implantação customizado às necessidades do cliente; EDUCAÇÃO PARA TECNOLOGIA GESTÃO SAÚDE
  24. 24. Questão da SaúdeGestão ou Financiamento? Promoção da Saúde não pode ser considerado um serviço complementar, deve ser encarado como umaMudança de Paradigma no Modelo de Gestão da Saúde. Hb.Prever não é custo e sim investimento para que asoperadoras possam explorar as novas oportunidades.
  25. 25. Agradeço a atenção de todos ! Contato: Eduardo Gross Educação Gestão de Mudança para a gross@onlifesaude.com.br Mudanças de Hábitos Saúde 51 9387-5538

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