CAEMP - XII SEMANA ACADÊMICA DOS CURSOS DE ENG MECANICA E DE PRODUÇÃO - 30/10/08

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    CAEMP - XII SEMANA ACADÊMICA DOS CURSOS DE ENG MECANICA E DE PRODUÇÃO - 30/10/08 - Presentation Transcript

    1. TIPOS DE USINAS PARA PRODUÇÃO DE MISTURAS ASFÁLTICAS SETEMBRO 2008
    2. TIPOS DE USINAS
    3. TIPOS DE USINAS
    4. TIPOS DE USINAS CONTRA- CONTRA-FLUXO DE MISTURA EXTERNA – SISTEMA CONTÍNUO Descarga de Mistura Secagem de Alimentação e dosagem de massa agregados agregados
    5. TIPOS DE USINAS CONTRA- CONTRA-FLUXO DE MISTURA EXTERNA – SISTEMA DESCONTÍNUO Armazena- Alimentação de Secagem de Dosagem Armaze- mento e agregados agregados e mistura namento aquecimento de massa de CAP e combustível
    6. TIPOS DE USINAS Classificação
    7. DOSAGEM Classificação em função do processo de dosagem de agregados Exemplo: Brita 1 Brita 0 Areia Pó CAP TOTAL 15% + 35% + 30% + 15% + 5% = 100% 18 t/h + 42 t/h + 36 t/h + 18 t/h + 6 t/h = 120 t/h
    8. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados
    9. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados VOLUMÉTRICAS Dosagem de agregados através do volume de saída, sem pesagem. (área transversal) x (velocidade da correia) = vazão VANTAGENS: simplicidade do sistema. DESVANTAGENS: menor precisão, maior suscetibilidade a fatores externos.
    10. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados VOLUMÉTRICAS ALTURA ÁREA TRANSVERSAL = ALTURA x LARGURA
    11. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados VOLUMÉTRICAS
    12. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados VOLUMÉTRICAS Dosagem de agregados através do volume de saída, sem pesagem. (área transversal) x (velocidade da correia) = vazão mássica m x m x m = m³ h h Potenciômetro para regulagem da velocidade da correia dosadora. Algumas usinas mais antigas não variam a velocidade, apenas a altura da comporta.
    13. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados VOLUMÉTRICAS Exemplo (parte 1): Altura = H = 0,10 m Largura = L = 0,25 m Vel. máxima = V = 20 m/min Vazão volumétrica = Qv Qv = H x L x Vmáx Qv = 0,10 m x 0,25 m x 20 m/min = 0,5 m³/min Qv = 0,5 m³/min x 60 min/h = 30 m³/h
    14. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados VOLUMÉTRICAS Exemplo (parte 2): Então, para correia em velocidade máxima (20 m/min), a vazão volumétrica será de 30 m³/h. Cálculo da vazão mássica Qm Densidade do material = d = 1.400 kg/m³ Qm = Qv x d Qm = 30 m³/h x 1.400 kg/m³ = 42.000 kg/h = 42 ton/h
    15. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados VOLUMÉTRICAS Exemplo (parte 3): Para correia em velocidade máxima (20 m/min), a vazão mássica será de 42 ton/h. Então, deverá ser montado um gráfico de proporcionalidade para ajuste dos potenciômetros da usina.
    16. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados VOLUMÉTRICAS posição ton/h 0 0 1 4,2 2 8,4 3 12,6 4 16,8 5 21,0 6 25,2 7 29,4 8 33,6 9 37,8 10 42,0
    17. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados VOLUMÉTRICAS
    18. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados
    19. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados MÁSSICAS Dosagem através da pesagem individual de cada agregado. Podem ser CONTÍNUAS ou DESCONTÍNUAS.
    20. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados
    21. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados MÁSSICAS CONTÍNUAS Dosagem através da pesagem dinâmica individual de cada um dos agregados. VANTAGENS: maior precisão, melhor custo-benefício (menor investimento inicial frente à precisão obtida), portabilidade do sistema de dosagem (dimensões que facilitam o transporte). DESVANTAGENS: suscetibilidade a fatores externos (abastecimento do silo com material incorreto).
    22. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados MÁSSICAS CONTÍNUAS
    23. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados MÁSSICAS CONTÍNUAS
    24. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados MÁSSICAS CONTÍNUAS
    25. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados MÁSSICAS CONTÍNUAS
    26. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados MÁSSICAS CONTÍNUAS PESO ROTAÇÃO COMPRIMENTO DE PESAGEM
    27. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados
    28. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados CUIDADOS CONSTRUTIVOS DO ROLETE Célula de carga centralizada sob o rolete de pesagem, garantindo precisão na transmissão de peso. Rolete de pesagem torneado, garantindo suavidade e precisão para a pesagem dinâmica. CÉLULA DE CARGA CAPACIDADE DE 100 kg
    29. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados SISTEMA ÚNICO CIBER CIBER é o único fabricante que utiliza o sensor de velocidade no rolete traseiro para monitorar a real velocidade das correias.
    30. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados MÁSSICAS CONTÍNUAS ROLETE MOVIDO ROLETE MOTOR (traseiro) (dianteiro) CHECK DE VELOCIDADE ROLETE TRASEIRO IGUAL AO ROLETE DIANTEIRO?
    31. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados MÁSSICAS CONTÍNUAS ROLETE MOVIDO ROLETE MOTOR (traseiro) (dianteiro) IGUAL? SIM OK, CONTINUAR MONITORANDO
    32. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados MÁSSICAS CONTÍNUAS ROLETE MOVIDO ROLETE MOTOR (traseiro) (dianteiro) IGUAL? NÃO INFORMAR OPERADOR
    33. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados MÁSSICAS CONTÍNUAS
    34. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados MÁSSICAS CONTÍNUAS
    35. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados MÁSSICAS CONTÍNUAS VAZÃO = PESO x VELOCIDADE DA CORREIA COMPRIMENTO DE PESAGEM Exemplo: usina produzindo a 100 t/h Fórmula: silo 3 brita ¾” 30% IDEAL = 30,0 t/h
    36. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados MÁSSICAS CONTÍNUAS VAZÃO = PESO x VELOCIDADE DA CORREIA COMPRIMENTO DE PESAGEM Ação do sistema: AJUSTAR A VELOCIDADE DA CORREIA Vazão do silo 3 = 53 kg x 507 m/h = 30,1 t/h 52 517 m/h 30,0 t/h 510 30,0 29,4 0,896 m
    37. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados MÁSSICAS CONTÍNUAS Brita 1 Brita 0 Areia Pó CAP TOTAL 15% + 35% + 30% + 15% + 5% = 100% 18 t/h + 42 t/h + 36 t/h + 18 t/h + 6 t/h = 120 t/h
    38. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados MÁSSICAS CONTÍNUAS
    39. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados MÁSSICAS CONTÍNUAS CALIBRAÇÃO APLICATIVO EXTERNO ELIPSE
    40. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados
    41. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados MÁSSICAS Dosagem através da pesagem individual de cada agregado. Podem ser CONTÍNUAS ou DESCONTÍNUAS.
    42. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados
    43. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados MÁSSICAS DESCONTÍNUAS Dosagem através da pesagem estática individual de cada um dos agregados. Mais conhecidas como USINAS GRAVIMÉTRICAS (o deslocamento do material durante a dosagem se faz com o auxílio da força da gravidade). VANTAGENS: máxima precisão e melhor controle sobre a massa produzida, menor suscetibilidade a fatores externos. DESVANTAGENS: maior investimento inicial, não há portabilidade (grandes dimensões que dificultam o transporte).
    44. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados MÁSSICAS DESCONTÍNUAS DOSAGEM FINAL GRAVIMÉTRICA PRÉ-DOSAGEM VOLUMÉTRICA
    45. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados
    46. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados
    47. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados
    48. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados MÁSSICAS DESCONTÍNUAS PENEIRAS VIBRATÓRIAS SILOS QUENTES
    49. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados MÁSSICAS DESCONTÍNUAS COMPORTAS AUTOMÁTICAS BALANÇA DE AGREGADOS MISTURADOR BALANÇA DE CAP
    50. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados MÁSSICAS DESCONTÍNUAS Pó 15% Areia Exemplo: batelada de 1.500 kg 225 kg 30% Brita 0 450 kg 35% 525 kg Brita 1 15% CAP 225 kg 5% 75 kg
    51. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de dosagem de agregados MÁSSICAS DESCONTÍNUAS CALIBRAÇÃO APLICATIVO EXTERNO ELIPSE
    52. TIPOS DE USINAS Classificação
    53. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados
    54. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados Mesmo que tenham existido usinas de fluxo paralelo de mistura externa, o processo de secagem em fluxo paralelo é ineficiente a ponto de não justificar seu estudo.
    55. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados FLUXO PARALELO – MISTURA INTERNA Sistema em que os agregados deslocam-se internamente no tambor-secador no MESMO SENTIDO que a chama do queimador. Neste processo, usualmente, a mistura agregados e CAP é realizada dentro do tambor, que recebe a denominação comercial de DRUM-MIXER. VANTAGENS: portabilidade (dimensões que facilitam o transporte), pois é uma usina de pequeno número de componentes. DESVANTAGENS: baixa eficiência energética, baixa qualidade de mistura (tombamento) e alta taxa de degradação do CAP.
    56. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados FLUXO PARALELO – MISTURA INTERNA
    57. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados FLUXO PARALELO – MISTURA INTERNA
    58. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados
    59. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de mistura de agregados CONTRA- CONTRA-FLUXO Sistema em que os agregados deslocam-se internamente no tambor-secador em SENTIDO CONTRÁRIO à chama do queimador. (Drum-Mixer) (Contínua ou Gravimétrica)
    60. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados
    61. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados CONTRA- CONTRA-FLUXO – MISTURA INTERNA Sistema em que os agregados deslocam-se internamente no tambor-secador em SENTIDO CONTRÁRIO à chama do queimador. O processo de mistura é realizado DENTRO DO TAMBOR-SECADOR, através de tombamento. Recebe a denominação comercial de DRUM-MIXER EM CONTRA-FLUXO. VANTAGENS: simplicidade (menor número de componentes), maior eficiência quando comparado às usinas de fluxo paralelo. DESVANTAGENS: baixa qualidade de mistura (tombamento), degradação do CAP (processo de mistura interna expõe o ligante a altas temperaturas), problemas para manutenção.
    62. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados
    63. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados CONTRA- CONTRA-FLUXO – MISTURA EXTERNA Sistema em que os agregados deslocam-se internamente no tambor-secador em SENTIDO CONTRÁRIO à chama do queimador. O processo de mistura é realizado FORA DO TAMBOR-SECADOR, através de um componente dedicado: o MISTURADOR. VANTAGENS: maior eficiência entre todos os tipos de usina, com menor consumo de combustível e maior produtividade, mistura de qualidade superior e preservação das propriedades do ligante. DESVANTAGENS: é o principal ponto de manutenção do equipamento devido à abrasão.
    64. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados CONTRA- CONTRA-FLUXO – MISTURA EXTERNA SISTEMA CONTÍNUO MISTURA CONTÍNUA
    65. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados CONTRA- CONTRA-FLUXO – MISTURA EXTERNA SISTEMA CONTÍNUO
    66. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados CONTRA-FLUXO – MISTURA EXTERNA CONTRA- SISTEMA CONTÍNUO SECAGEM AQUECIMENTO
    67. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados CONTRA-FLUXO – MISTURA EXTERNA CONTRA- SISTEMA CONTÍNUO SECAGEM AQUECIMENTO
    68. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados UM POUQUINHO DE TEORIA…
    69. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados PROCESSO DE SECAGEM UMIDADE SUPERFICIAL EVAPORA RÁPIDO UMIDADE ABSORVIDA REQUER MAIS TEMPO ÁGUA AGREGADO UMIDADE SUPERFICIAL ÚMIDO ÁGUA UMIDADE ABSORVIDA
    70. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados 1º ÁGUA AGREGADO UMIDADE SUPERFICIAL ÚMIDO ÁGUA UMIDADE ABSORVIDA AGREGADO ÚMIDO UMIDADE SUPERFICIAL + UMIDADE ABSORVIDA
    71. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados 2º UMIDADE SUPERFICIAL AGREGADO EVAPORANDO ÚMIDO UMIDADE ABSORVIDA SAINDO LENTAMENTE DO NÚCLEO DO AGREGADO
    72. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados 3º UMIDADE ABSORVIDA EVAPORANDO DEPOIS DE ALCANÇAR A SUPERFÍCIE
    73. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados calor calor latente calor sensível sensível
    74. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados calor calor latente calor sensível sensível
    75. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados calor calor latente calor sensível sensível
    76. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados UMIDADE DOS AGREGADOS x ALTITUDE x PRODUÇÃO 100 (% sobre a produção nominal máxima) 90 80 70 PRODUÇÃO 60 50 40 30 20 10 0 0 1 2 3 4 5 6 UMIDADE MÉDIA PONDERADA DOS AGREGADOS (%) 0 msnm 1.000 msnm 2.000 msnm 3.000 msnm
    77. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados QUANDO NÃO SE RESPEITA O TEMPO DE PERMANÊNCIA... MASSA SAINDO COM BOLHAS DE VAPOR D’ÁGUA
    78. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados CONTRA- CONTRA-FLUXO – MISTURA EXTERNA SISTEMA CONTÍNUO
    79. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados CONTRA- CONTRA-FLUXO – MISTURA EXTERNA SISTEMA CONTÍNUO
    80. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados CONTRA- CONTRA-FLUXO – MISTURA EXTERNA SISTEMA CONTÍNUO
    81. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados CONTRA- CONTRA-FLUXO – MISTURA EXTERNA SISTEMA CONTÍNUO
    82. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados CONTRA- CONTRA-FLUXO – MISTURA EXTERNA SISTEMA CONTÍNUO
    83. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados CONTRA- CONTRA-FLUXO – MISTURA EXTERNA SISTEMA CONTÍNUO
    84. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados CONTRA- CONTRA-FLUXO – MISTURA EXTERNA SISTEMA CONTÍNUO
    85. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados CONTRA- CONTRA-FLUXO – MISTURA EXTERNA SISTEMA DESCONTÍNUO MISTURA GRAVIMÉTRICA
    86. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados CONTRA- CONTRA-FLUXO – MISTURA EXTERNA SISTEMA DESCONTÍNUO
    87. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados CONTRA-FLUXO – MISTURA EXTERNA CONTRA- SISTEMA DESCONTÍNUO SECAGEM AQUECIMENTO
    88. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados CONTRA-FLUXO – MISTURA EXTERNA CONTRA- SISTEMA DESCONTÍNUO SECAGEM AQUECIMENTO
    89. TIPOS DE USINAS Classificação em função do processo de secagem e mistura de agregados CONTRA- CONTRA-FLUXO – MISTURA EXTERNA SISTEMA DESCONTÍNUO
    90. TIPOS DE USINAS – RESUMO USINAS DE ASFALTO DOSAGEM SECAGEM MISTURA FLUXO CONTRA- VOLUMÉTRICA MÁSSICA INTERNA EXTERNA PARALELO FLUXO CONTÍNUA DESCONTÍNUA
    91. RAFAEL ZUCHETTO Engenharia de Aplicação CIBER Equipamentos Rodoviários Ltda. zuchetto@ciber.com.br (51) 3364.9229

    + Gustavo Henrique DienstmannGustavo Henrique Dienstmann, 2 years ago

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    Palestra proferida pelo Eng. Rafael - em 30/10/08

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